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VISÃOREFORMAMARCO-REGULATÓRIOSETORIALCOOPERAÇÃOINTERNACIONALEMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃOPROMOÇÃO DACOMERCIALIZAÇÃODE TECNOLOGIASDESENVOLVIMENTO E UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAPROGRAMASETORIAL DETECNOLOGIA DA INFORMAÇÃOPROMOÇÃO DAEXPORTAÇÃO E INTERNACIONALIZ.FINANCIAMENTO E CRÉDITOTALENTOS ERECURSOS HUMANOSPESQUISA EDESENVOLVIMENTOECOSSISTEMA DE TIINFRA-ESTRUTURAELEMENTOS-BASEDESENVOLVIMENTOECONÔMICOGERAÇÃO DEINOVAÇÃOLIDERANÇATECNOLÓGICAMUNDIALGERAÇÃO DEEMPREGOSINCLUSÃO SOCIALE DIGITALDIRECIONADORES DO PROGRAMA
MARCO REGULATÓRIO / LEIS DE INCENTIVOP&DINOVAÇÃOCERTIFICAÇÕESVISÃOINFRAESTR.INCLUSÃO DIGITALFORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOSAÇÕESESTRUTURAISIDENTIFICAÇÃO DE PRIORIDADESPBM – MDICPACTI – MCTDESENVOLVER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI DEFINIÇÃO DE METASPDE – MECPNQ – MTEARTICULAÇÃO DE ATORES E INICIATIVAS EXISTENTESIMPLEMENTAÇÃOFINEPAPEXCNPqCAPESAÇÕES POR VERTICAISCAPTAÇÃO DE RECURSOSASSOCIAÇÕESSOCIEDADE CIVIL / ONGsCONVÊNIOS E PARCERIAS
ESTRATÉGIA SETORIAL – SOFTWARE E SERVIÇOS DE TIMELHORAR QUALIDADE E ACESSO A INFRA-ESTRUTURAFOMENTAR P&D E FACILITAR TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICADESENVOLVER TALENTOS ERECURSOS HUMANOSPROVER FINANCIAMENTO, CRÉDITO E ACESSO À CAPITALDESENVOLVER MERCADO GLOBAL, EXPORTAÇÃO  E INTERNACIONALIZAÇÃOGARANTIR A GOVERNANÇA E EFETIVIDADE DE RECURSOS APLICADOSFOMENTAR EMPREENDEDORISMO E INOVAÇAO VOLTADA AO MERCADOFOMENTAR A FORMAÇÃO DE ECOSSISTEMAS DIGITAISPRIORIZAR INCLUSÃO SOCIAL E DIGITALECOSSISTEMAS DIGITAISDESTAQUES ESTRATÉGICOSPETRÓLEO& GÁSEVENTOSESPORTIVOSENERGIAMOBILIDADE, INTERATIVIDADE E ENTRETENIMENTOCOMPUTAÇÃO NA NUVEMSUPERCOMPUTAÇÃODEFESA E SEGURANÇAEDUCAÇÃO/SAÚDEINFRA-ESTRUTURASEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CRIPTOGRAFIAALAVANCADOR DODESENVOLVIMENTOECONÔMICOINOVAÇÃOBASEADA EM MERCADOLIDERANÇATECNOLÓGICAMUNDIALGERAÇÃO DEEMPREGOSQUALIFICADOSINCLUSÃO SOCIALE DIGITALSOFTWARE LIVRESISTEMA FINANCEIROAEROESPACIALSUSTENTABILIDADE
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  • 2. VISÃOREFORMAMARCO-REGULATÓRIOSETORIALCOOPERAÇÃOINTERNACIONALEMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃOPROMOÇÃO DACOMERCIALIZAÇÃODE TECNOLOGIASDESENVOLVIMENTO E UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAPROGRAMASETORIAL DETECNOLOGIA DA INFORMAÇÃOPROMOÇÃO DAEXPORTAÇÃO E INTERNACIONALIZ.FINANCIAMENTO E CRÉDITOTALENTOS ERECURSOS HUMANOSPESQUISA EDESENVOLVIMENTOECOSSISTEMA DE TIINFRA-ESTRUTURAELEMENTOS-BASEDESENVOLVIMENTOECONÔMICOGERAÇÃO DEINOVAÇÃOLIDERANÇATECNOLÓGICAMUNDIALGERAÇÃO DEEMPREGOSINCLUSÃO SOCIALE DIGITALDIRECIONADORES DO PROGRAMA
  • 3. MARCO REGULATÓRIO / LEIS DE INCENTIVOP&DINOVAÇÃOCERTIFICAÇÕESVISÃOINFRAESTR.INCLUSÃO DIGITALFORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOSAÇÕESESTRUTURAISIDENTIFICAÇÃO DE PRIORIDADESPBM – MDICPACTI – MCTDESENVOLVER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI DEFINIÇÃO DE METASPDE – MECPNQ – MTEARTICULAÇÃO DE ATORES E INICIATIVAS EXISTENTESIMPLEMENTAÇÃOFINEPAPEXCNPqCAPESAÇÕES POR VERTICAISCAPTAÇÃO DE RECURSOSASSOCIAÇÕESSOCIEDADE CIVIL / ONGsCONVÊNIOS E PARCERIAS
  • 4. ESTRATÉGIA SETORIAL – SOFTWARE E SERVIÇOS DE TIMELHORAR QUALIDADE E ACESSO A INFRA-ESTRUTURAFOMENTAR P&D E FACILITAR TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICADESENVOLVER TALENTOS ERECURSOS HUMANOSPROVER FINANCIAMENTO, CRÉDITO E ACESSO À CAPITALDESENVOLVER MERCADO GLOBAL, EXPORTAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃOGARANTIR A GOVERNANÇA E EFETIVIDADE DE RECURSOS APLICADOSFOMENTAR EMPREENDEDORISMO E INOVAÇAO VOLTADA AO MERCADOFOMENTAR A FORMAÇÃO DE ECOSSISTEMAS DIGITAISPRIORIZAR INCLUSÃO SOCIAL E DIGITALECOSSISTEMAS DIGITAISDESTAQUES ESTRATÉGICOSPETRÓLEO& GÁSEVENTOSESPORTIVOSENERGIAMOBILIDADE, INTERATIVIDADE E ENTRETENIMENTOCOMPUTAÇÃO NA NUVEMSUPERCOMPUTAÇÃODEFESA E SEGURANÇAEDUCAÇÃO/SAÚDEINFRA-ESTRUTURASEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CRIPTOGRAFIAALAVANCADOR DODESENVOLVIMENTOECONÔMICOINOVAÇÃOBASEADA EM MERCADOLIDERANÇATECNOLÓGICAMUNDIALGERAÇÃO DEEMPREGOSQUALIFICADOSINCLUSÃO SOCIALE DIGITALSOFTWARE LIVRESISTEMA FINANCEIROAEROESPACIALSUSTENTABILIDADE
  • 5. POR QUÊ DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA?Mercado de Cyber Security estimadoem US$ 80 bilhõesem 2015………….
  • 6. Crescimento de 10-15% aoanoaté 2015……….
  • 7. Crimes cibernéticosgeram um custo de até US$ 1 trilhão…..
  • 9. Alta probabilidade de geração de start-ups…….
  • 11. Military command and control system
  • 13. Air
  • 14. Rail
  • 17. Communication systemsExemplos de Cyber WarTitan Rain (2003-on)
  • 20. Stuxnet Worm (2009-2010)POR QUÊ DEFESA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA?Fonte: INSA, Cyber Intelligence, 2011
  • 21. JORNADAS DE DEFESA CIBERNÉTICAI e II JORNADA DE TRABALHO DEFESA CIBERNÉTICAEB / MD – SEPIN / MCTI
  • 22. OBJETIVOS GERAISProduzir produtos estratégicos nacionalmenteIncrementar a pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e inovação no Setor Cibernético NacionalCapacitação nacional de recursos humanosDualidade da Aplicação: Uso civil e militarFomentar a indústria nacional com duplo viés: aquisição de conhecimentos e geração de empregos Contribuir para a defesa das infra-estruturas críticas da NaçãoContribuir para o esforço de Defesa e Segurança Cibernética do entorno estratégico brasileiro
  • 23. CAPACITAÇÃOSOFTWARETRANSVERSAISHARDWAREESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS EM 4 EIXOSEscola Nacional de Defesa CibernéticaSupercomputação Nacional de Defesa
  • 24. Desenvolvimento de Soluçõespara a Segurança de AmbientesComputacionais (Software)SoftwareÁreas de InteresseImediato (EB)Áreas Adicionais de Interesse (SEPIN)
  • 25. SIMULADOR DE DEFESA CIBERNÉTICADualidade do produto (capacitação de recursos humanos e análise de vulnerabilidades de redes).Treinamento em simuladores, baseado em cenários reais (catástrofes, comprometimento de infra-estruturas críticas, dentre outros).Verificação da eficácia das ações, por meio de métricas e de planos de recuperação de desastres em infra-estruturas críticas.
  • 26. Filtro de Conteúdo WebUso de Web Semântica, Fraseologias , etc….;
  • 27. Identificação de tendências e padrões comportamentais de interesse da Defesa Cibernética Nacional;
  • 28. Identificação de páginas Web com conteúdo malicioso;
  • 29. Monitoramento de tráfego anômalo na web.Análise de MalwareRede virtual nacional de análise de artefatos maliciosos;
  • 30. Repositório em nuvem de acesso restrito, integrado com grupos de resposta a incidentes e Provedores de Serviço de Internet (ISP);
  • 32. Criação de ferramentas colaborativas distribuídas;
  • 33. Combate colaborativo a botnets.ObjetivosSupercomputação de DefesaNacionalHardwareCurto: Uso do projeto de computação de alto desempenho existente em plataforma computacional no LNCC.Médio:Busca da pormenorização das classes dos problemas computacionais a serem tratados;Identificação das classes de arquiteturas que podem ser utilizadas no Programa;cursos de capacitação, integrando implementações em FPGA com requisitos de segurança da informação;Capacitação do pessoal para manutenção do sistema.
  • 34. Supercomputaçãode DefesaNacionalExpansão do Lab no LNCCPesquisaCapacitaçãoGeração de Conhecimento e domínio de tecnologia em Supercomputação no País
  • 35. Supercomputaçãode DefesaNacionalExpansão do laboratório de computação de alto desempenho em implantação no LNCCÊnfase inicial em aplicações de segurança da informação e criptografia.Disponibilização do ambiente de processamento para a comunidade acadêmica via internet.Implementações iniciais de modelos escolhidos entre publicações científicas julgadas de interesse. Identificação e implementações de sistemas de segurança com grandes volumes de dados.Consultoria em PAD.Aquisição de “clusters” e placas GPU aceleradoras.Produto: Laboratório virtual de computação de alto desempenho, com base física na plataforma computacional do LNCC.
  • 36. Sistemas Integrados para a Defesa Cibernética (SIDCiber)SistemasTransversaisFinalidade:Propiciar a execução da Defesa Cibernética, por intermédio do desenvolvimento de Subsistemas modulares e interoperáveis, a fim de cumprir o que preconiza a Estratégia Nacional de Defesa.Habilitação de Soluções de Tecnologias da Informação (TI)Análise de Artefatos Maliciosos(malwares)Apoio à Tomada de DecisãoGestão de RiscosRestabelecimento de NegóciosProteçãoInfraestrutura para a Consciência SituacionalAtuação em Defesa Ativa H AR PIA
  • 37. Consciência SituacionalPesquisa e Análise de Artefatos MaliciososHabilitação deSoluções de TIAnálise de RiscosSistemas Integrados para a Defesa Cibernética (SIDCiber)SistemasTransversaisSistemas ModularesInfraestrutura de Consciência SituacionalAtuação em DefesaAtivaRestabelecimentode NegóciosHARPIA
  • 38. EscolaNacional de DefesaCibernéticaEscolaNacionalFormar mão-de-obra qualificada na área de defesa cibernética e estimular a cultura de segurança cibernética no âmbito da sociedade brasileira;
  • 39. Estímulo à inclusão de pessoal e visões multidisciplinares para a área de segurança e defesa cibernética;
  • 40. Agregar ao esforço de defesa e segurança cibernéticas as capacidades dos hackers, dos graduandos e dos graduados nas áreas de interesse do assunto;
  • 41. Fomentar a pesquisa nas seguintes áreas:
  • 42. desenvolvimento de técnicas de detecção de ataques / ferramentas de defesa cibernética,
  • 43. desenvolvimento de software e sistemas seguros e de alta confiabilidade, soluções embarcadas, utilizando FPGA, processamento de alto desempenho,criptografia/ criptoanálise, computação em nuvem, simulação
  • 44. SegurançadaInformação e Criptografia (SIC)SICCriação de uma Rede Nacional de Segurança da Informação e Criptografia (RENASIC);
  • 45. Desenvolvimento de laboratórios de análise e ensaio de algoritmos criptográficos simétricos e assimétricos (identificação de padrões de criptograma, técnicas elípticas de ciframento, token criptográfico, etc)
  • 46. Laboratório virtual de análise e desenvolvimento de protocolos seguros (consultas de DNS maliciosas, dificuldade de utilização de redes dinâmicas, envenenamento de cache, etc);
  • 47. Estruturação de redes de computação e criptografia quânticas, bem como implementação segura;
  • 48. Uso de PAD em SIC.PORTAL PARA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS E DISCUSSÃOhttps://jt-eb-sepin.dciber.unb.br/
  • 49. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃOSECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICARAFAEL HENRIQUE RODRIGUES MOREIRAGESTOR GOVERNAMENTALCOORDENADOR-GERAL DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TISETEMBRO DE 2011RAFAEL.MOREIRA@MCT.GOV.BR