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A eficiência reprodutiva é um dos principais
fatores limitante da eficiência produtiva em
gado de corte
Eficiência Reprodutiva
Influenciada por muitos fatores:
•Detecção de estro;
•Dias para o primeiro serviço;
• % concepção;
• % abortos;
• Estado de saúde;
•Taxa de descarte;
• Nutrição;
• Desconhecidas.
Comoa baixa eficiência reprodutiva
podeafetar a lucratividade?
Redução do progresso genético;
Elevação dos custos de reposição;
Provê menor número de bezerros
comercialização.
Baixas taxas de concepção elevam as despesas
com sêmen e assistência veterinária;
para
O quefazer para aumentar a
Eficiência Reprodutiva ?
Conhecer os fatores
eficiência reprodutiva;
que afetam a
Manter um banco de dados funcional e
proceder análise de resultados
continuamente;
Definir objetivos e concentrar energia em
pontos de problema;
• Índices zootécnicos
– % de prenhez, % nascimento, % desmama
– % mortalidade
– Kg de bezerro desmamado/ha/ano
– idade e peso da fêmea ao primeiro parto
– proporção touro:vaca
Elevar a produção de kg de peso vivo /hectare/ano
Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva
Manejo reprodutivo
Estação de monta Sanidade
Presença
bezerro
Genética Touro / IA
Nutrição
Pós-parto
ESTAÇÃO DE MONTA
• Sistema de monta mais primitivo: touro
permanece com as vacas durante todo o ano
• Sistema não é o mais adequado
– Nascimentos ao longo do ano
– Dificulta manejo
Lotes desuniformes
Prejudica desenvolvimento bezerros
Prejudica fertilidade das matrizes em função das
sazonalidade climática:forrageiras
– Não identifica paternidade: difícil fazer melhoramento
– Fertilidade tem variações sem função do clima
ESTAÇÃO DE MONTA
• o estabelecimento de uma estação de monta de curta
duração é uma das decisões mais importantes do
manejo reprodutivo e de maior impacto na fertilidade do
rebanho.
– Vantagens:
• sincroniza as demais atividades de manejo
• permite que o período de maior exigência
nutricional coincida com o de maior
disponibilidade de forrageiras de melhor
qualidade, para eliminar ou reduzir a necessidade
• o estabelecimento de uma estação de monta de curta
duração é uma das decisões mais importantes do
manejo reprodutivo e de maior impacto na fertilidade do
rebanho.
– Vantagens:
• sincroniza as demais atividades de manejo
• permite que o período de maior exigência
nutricional coincida com o de maior
disponibilidade de forrageiras de melhor
qualidade, para eliminar ou reduzir a necessidade
de alguma forma de suplementação alimentar.
Estação de Monta
ȃpoca do ano
– É determinada em função da melhor época de nascimento dos
bezerros e do período de maior exigência nutricional do rebanho
de matrizes.
»Duração
ESTAÇÃO DE MONTA
– redução da duração da estação de monta
• melhoria na fertilidade e produtividade do rebanho,
• fica mais fácil identificar as matrizes de melhor
desempenho produtivo.
Estação de Monta
Permitir que o período de maior exigência
nutricional das matrizes coincida com o período de
maior oferta de forragem;
Estabelecer
desmama;
uma estação de nascimento e
Otimizar a utilização de touros de alta capacidade
reprodutiva gerando maior número de descendentes;
EstaçãodeMonta
Formar lotes uniformes (desmama, recria, animais
para reprodução, abate);
Facilitar manejo (concentração de tarefas);
Otimizar descarte de fêmeas visando a melhoria da
fertilidade do rebanho.
Gráfico 2 - Distribuição de chuvas e taxa de acúmulo de forragem ao longo do ano.
Fonte: Demarchi, 2002.
0
50
100
150
200
250
300
Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul
Meses
Chuvas(mm)
0
500
1000
1500
2000
2500
3000
Taxaacúmulo(kgMS/ha)
Chuvas Produção de forragem
Fonte: Euclides e Medeiros, 2003
DIVMO
PB
Gráfico 3: Variação do valor nutricional de diferentes forrageiras ao longo do ano
0
10
20
30
40
50
60
70
80
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Mês do Ano
%DIVMO
4
6
8
10
12
14
16
%PB
B. brizantha cv Marandu B. decumbens cv Basilisk P. maximum cv Tanzânia
B. brizantha cv Marandu B. decumbens cv Basilisk P. maximum cv Tanzânia
Estação de nascimento de bezerros
Distribuíção de nascimentos Ideal
1 Mês; 60
2 Mês; 30
3 Mês; 10
0
10
20
30
40
50
60
70
1
Mês de nascimento
%dosnascimentos
1 Mês
2 Mês
3 Mês
Distribuíção de nascimentos comum
1 Mês; 30
2 Mês; 50
3 Mês; 20
0
10
20
30
40
50
60
1
Mês de nascimento
%dosnascimentos
1 Mês
2 Mês
3 Mês
NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV
Estabelecimento de uma Estação de
Reprodução - Período das Chuvas
InteraçõesentreManejoReprodutivo, SanitárioeNutricional
Maior disponibilidadedealimentosdequalidade maior exigêncianutricional
Implantação da Estação de Monta
Novilhas ® Duração: 90 dias ou menos;
Idade à primeira concepção:
Determinada pelo produto: peso x idade x genética;
Gado Zebu: 24-36 meses
Gado Cruzado: 14-24 meses
Implantação da Estação de Monta
Separação das categorias:
- Novilhas;
- Primíparas;
- Multíparas;
Vacas ® Duração: 90 a 120 dias;
- Evitar mudanças bruscas (monta o ano inteiro);
- Primeiro ano ® 4 meses (?????);
- Anos seguintes ® redução gradual ajustando o
período para a meta estabelecida;
Desafios da estação de monta
Pontos Críticos
• Condição corporal
• Anestro
– BEN, presença da cria
• Primíparas
• Novilhas
• Touro / IA
Condição corporal (CC),
Escore de Condição Corporal (ECC) ou
Escore corporal (EC)
Quadro 1 - Escala de prioridade na utilização de energia
Ordem de Importância Condição fisiológica
1 Metabolismo basal
2 Atividade
3 Crescimento
4 Reserva de energia
5 Gestação
6 Lactação
7 Reserva adicional de energia
8 Ciclos estrais e inicio de
gestação
9 Reservas excedentes de
energia
Fonte: Adaptado de Short e Adams ,1998.
1. Condição corporal das vacas
• A avaliação da condição corporal das vacas,
• avaliação subjetiva, rápida e prática
• maneira simples de avaliar estado nutricional
(quantidade de gordura depositada)
• ferramenta muitoútil no manejo reprodutivo,
• permite avaliar o estado nutricional do rebanho em
determinado período.
• Faz uma predição da reserva energética dos animais
(músculos e gordura)
• corrige o manejo nutricional a tempo, para que os
animais tenham condições mínimasno momento
desejado.
• as fêmeas que tiverem melhor condição corporal no
terço final da gestação irão apresentar cio mais cedo.
• Treinamento inicial: dividir em 3 lotes
– Magras
– Moderadas
– Gordas
• Depois refina-se a técnica e distribui valores
de 1 a 9
• Escala de 1 a 9: americana
– Ciclo estral se mantém quando CC ao parto é >
ou = 4
– Meta: manter próximo a 5
– Bons índices reprodutivos: parto com CC entre 5
e7
– Primíparas: mínimoCC=6
– Umaunidade de CC = 30 kg
1. Condição corporal das vacas
• avaliação deve ser realizada na época da desmama
(abril/maio), início do período da seca, assim as fêmeas
prenhes que estiverem muitomagras (escore abaixo de
4) devem receber uma suplementação para que atinjam
escore 5 a 6 ao parto.
• Essa suplementação é importante, pois no terço final da
gestação são altas as exigências de proteína e energia
para o desenvolvimento do feto. A restrição alimentar
nesse período irá causar além de perda de peso uma
diminuiçãonos índices de prenhez, devido ao
prolongamento do retorno a atividade reprodutiva pós-
parto.
Gráfico 1. Escore da condição corporal ao parto e
percentagem de prenhez em vacas de corte
Fonte: Wettemann, 1994
Condição Corporal
Taxa de gestação de vacas de corte zebuinas conforme a condição
corporal ao parto, aos 60 dias pós-parto (60 d PP) e ao início da estação
de monta (IEM)
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
< 3 3,0 a 3,5 3,5 a 4,0 4,0 a 4,5 4,5 a 5,0 5,0 a 5,5 >5,5
Escore de Condição Corporal
TaxadeGestação
PARTO 60 d PP IEM
Fonte: Dias, 1991
CondiçãoCorporal X PorcentagemdeCio
Condiçãocorporal
aoparto
Magra
Moderada
Adequada
Porcentagemdecio
40 dias 50 dias 60 dias
19
21
31
34
45
42
46
61
91
Fonte: Wiltbank, 1994
Consumo reduzido de nutrientes:
Perda de peso
Perda da condição corporal
Diminui atividade ovariana
Aumenta o período parto-primeira
ovulação
Pode levar a anestro
NUTRIÇÃO PÓS-PARTO
Hipotálamo
Hipófise
Ovários
Útero
Re-estabelecimento do eixo no pós-
parto
Vaca no Pós-parto
Ingestão de matéria seca
Ingestão insuficiente
Má qualidade da forragem
Escore corporal
Mobilização de reservas
Lactação
BEN
Anestro
Presença da cria
Anestro
Opióides Endógenos
Tabela 3 – Taxa de concepção de vacas alimentadas com alto ou baixo nível de NDT
antes e depois do parto.
Primíparas
• Maior problema – balanço energético
negativo (BEN)
– Parto
– Lactação
– Crescimento corporal
• Manejo diferenciado
NOVILHAS
Peso à desmama
Nutrição Pós-desmama
Composição Genética (Warnick et al., 1956)
Heterose (Wiltbank et al., 1969)
Presença do Touro (Roberson et al., 1991)
PUBERDADE EM NOVILHAS
RESTRIÇÃO ALIMENTAR
Atrasa a Puberdade
Inibição do Sistema Endócrino
(Day et al., 1986)
Nível nutricional Peso recomendado
Adequado 50-55% do peso adulto
Razoável 60-70% do peso adulto
Inadequado 75-80% do peso adulto
Considerando o peso adulto de 500 kg
Nível nutricional ótimo 250 – 275 kg
Nível nutricional razoável 300 – 350 kg
Nível nutricional inadequado 375 – 400 kg
Tabela 3 – Pesos recomendados para novilhas no início da
estação de monta, de acordo com o nível nutricional
Fonte: Spire e Spire, 1984.
Sistemas de Acasalamento
Monta controlada ou dirigida
Inseminação artificial
Monta em campo
Sistemas de acasalamento
• Monta controlada
– Touro separado das matrizes
– Quando detecta cio matriz é conduzida junto
ao touro
– Menor desgaste do touro
– Aumenta relação touro:vaca e condução dos
animais para a monta
– Maior trabalho na identificação de cio
Utilizado quando se deseja conhecer a paternidade
Monta em Campo
Touro permanece junto com fêmea durante
toda EM
Acasalamento múltiplo: vários touros
Desconhecimento da paternidade
> desgaste do touro- > no cobrições/fêmea
< mão de obra e > taxa de concepção
Acasalamento simples: 1 touro por lote
Identificação de paternidade
< custo
Dispensa identificação de cio
(Monta Natural)
1.6 Cuidados extras
• Monta a campo
Pastos limpos
Árvores/ sombreamento
Evitar troca de touros nos lotes: hierarquia social
– Dominância social
• Peso, idade, presença e forma dos chifres, raça,
Temperamento, experiência de lutas anteriores
– Avaliação andrológica dos touros (principalmente os
dominantes)
– Invernadas não muito extensas com lotes de 4 a 8
reprodutores
O que procuramos
em um touro?
Patrimônio genético adequado às
metas;
Identificação de cio eficiente
mesmo sob alta pressão de vaca;
Alta capacidade de serviço seletiva;
Altas taxas de gestação em
baixas proporções de touro:vaca.
DOMINÂNCIASOCIAL
x
LIDERANÇA
Dominância social
Critérios
Tamanho corporal /
idade
Atributos de agressão
da espécie
Experiência social
Força
Comportamento sócio-sexual do bovino
Fêmeas formam
GRUPOS SEXUALMENTE
ATIVOS – SAG
Interferência de fêmeas
dominantes no
acasalamento de outras
fêmeas no SAG
Na formação dos
lotes de fêmeas para
reprodução:
definir lotes por
categoria, evitando
assim comprometer o
acasalamento das
novilhas pela
interferência de
fêmeas mais velhas.
Aprendizado
Touros jovens em pasto onde havia vacas em cio
Fotos: Dr. Júlio César de Souza,2003 / UFPR
aprendizado
Touro jovem tentando montar uma vaca em cio
Fotos: Dr. Júlio César de Souza,2003 / UFPR
Touro jovem durante a côrte, montando a vaca pela frente
Fotos: Dr. Júlio César de Souza,2003 / UFPR
Fotos:Dr.JúlioCésardeSouza,2003/UFPR
Efeitos da Hierarquia Social
dois touros jovens disputando vaca
em cio
A formação dos lotes de touros
que irão trabalhar juntos deve ser
feita com antecedência, ainda que
vários grupos sejam mantidos na
mesma invernada. Evitar misturar
indivíduos de raças ou idades
diferentes ou touros mochos ou
não.
Componentes sociais que
interferem na Reprodução
• Aprendizado;
• Hierarquia social;
• Formação de lotes;
Fatores ambientais que
interferem na Eficiência
Reprodutiva
• Clima;
• Manejo.
Estresse por calor x macho
bovino
* redução na taxa de crescimento testicular
(EGBUNIKE, 1985);
O ESTRESSE POR CALOR
Alterações na reprodução
• degeneração testicular
(COLAS,1980; FONSECAet al., 1991; FONSECAet al., 1992);
* redução na motilidade e aumento nas patologias
espermáticas;
(METHEVON, 1998; HAFEZ, 1995; SILVA, 1987; EGBUNIKE, 1985)
Tito, 2004
Relação Touro : Vaca
Racionalização do uso de touros?
Qual a vantagem?
Diminuir custo de
manutenção
Explorar melhor o
investimento feito em
patrimônio genético
Proporção touro:vaca
Europeus:
De corte: 1:25 a 1:40
Zebu:
1:30 a 1:80
Taxa de prenhez observada em diferentes locais de
produção de gado de corte utilizando-se variadas
proporções touro:vaca.
Proporção
1:10
Taxade
Prenhez
68*
Local
Pantanal da Nhecolândia -MS
Fonte
SERENOetal.(1998)
1:25 64* Pantanal da Nhecolândia –
MS
SERENOetal.(1998)
1:40 61* Pantanal da Nhecolândia -
MS
SERENOetal.(1998)
1:40
1:40
1:40
1:40
1:60
1:60
1:60
1:80
1:92
92
90
94
97
93
97
76
81
87
TeixeiradeFreitas-BA
CarlosChagas-MG
Bodoquena-MS
Sta.RitadoPardo-MS
TeixeiradeFreitas-BA
Brasilândia-MS
Bodoquena-MS
Bodoquena-MS
Marabá-PA
COSTAESILVA(1994)
CRUDELI(1991)
COSTAeSILVAetal.(1996)
PINEDAetal.(1997)
COSTAESILVA(1994)
FONSECAetal.(1997)
COSTAeSILVAetal.(1996)
COSTAeSILVAetal.(1996)
PINEDAetal.(1997)
* = Utilizou-se pastagens nativas enquanto que nas
demais regiões usou-se pastagens cultivadas SERENO et al.(2002)
Comparação entre taxas de gestação
para touros de alta libido
100
90
80
70
60
1t:51v
1t:80v
1t:92v
*<.05
0
50
40
30
20
10
63 dias42 dias21 dias
PINEDA, FONSECA, PROENÇA, 1998.
**<.01
ab
a
b
*<.05
ab
a
ab
a
ab
b
TG(%)
Taxa de gestação x PTV de touros
Nelore
1:25 1:50 1:75 1:100 Geral
PTV
30d 60d 90 d P>0,05 Teste SNK
Santos et al., 2004
100
80
60
40
20
0
TG(%)
Taxa de gestação x PTV de touros
Guzerá, Pará – EM de 90 dias (agosto)
1:50 1:63 1:79 1:101 1:101
PTV
Galvani, 2009
100
80
60
40
Proporção touro:vaca
• Definida pelas condições ambientais;
• Padrão comportamental da raça a ser utilizada:
Raça do touro;
• Idade e experiência sexual;
• Condição corporal da vacada.
MANEJO DO TOURO
Utilizar touros avaliados
Andrologicamente;
Sanitariamente
Comportamento ( Testes e a campo)
Formar lotes homogêneos:
Idade
Peso
Chifrudos x Mochos
Experiência sócio-sexual
Touros jovens:
 devem ser criados com contato social
 mantidos juntos aqueles que trabalharão juntos
Touros virgens devem ser utilizados com fêmeas adultas
Rodeio do rebanho para evitar formação de harém
Explorar as possibilidades de PTV
Proporcionar relevo, sombreamento, sanidade e nutrição
adequadas.
• Condição corporal do touro;
• Comportamento sexual;
Fatores que podem influenciar o
potencial de cobertura
• Perímetro escrotal e qualidade de sêmen;
• Alterações clínicas específicas ou não;
• Categoria e condição corporal das fêmeas;
• Tamanho e topografia da invernada;
• Inadaptação climática: estresse térmico.
Touro
InseminaçãoArtificial
Usado por apenas 3-5% bov de corte
Problemas:
Identificação de cio
Manejo da prática
2. Programa de inseminação artificial
Avaliação das condições da propriedade
Infra-estrutura/instalações;
Mão-de-obra operacional/gerencial;
Programa de inseminação artificial
Avaliação das condições da propriedade
Disponibilidadede alimentos;
Disponibilidadepara investimentos.
Programa de inseminação artificial
Avaliação das condições do rebanho
Aspectos sanitários
Saúde de animais jovens (morbidade/mortalidade)
Doenças da reprodução (repetições de cio, abortos,etc)
Programa de inseminação artificial
Preparação dos animais
Escolha dos animais;
Separação das categorias;
Avaliação ginecológica;
Programa de inseminação artificial
Preparação dos animais
- Identificação
• Deve ser feita a identificação dos animais com:
– Marca com ferro quente (a fogo),
– tatuagem,
– brincos,
– correntes,
– eletronicamente ou outro método qualquer
Programa de inseminação artificial
Preparação dos animais
- Preparaçãodosrufiões
Programa deinseminaçãoartificial
Aquisiçãodematerial
Botijão (autonomia)
Sêmen (análise)
Material deconsumo
Capacitaçãodeequipe
Curso deformação deinseminadores
Reciclagem deinseminadores
3. Manejo reprodutivona estaçãode monta
Horário de observação de cio/inseminações;
Local de observação de cio/inseminações;
ObservandoEstro
As observações de estro estão sendo feitas duas
vezes por dia?
Em que horas do dia as observações estão sendo
feitas?
Mais de 70% das demonstrações de estro ocorrem
entre 7 T e 7 M;
As vacas estão livres para interagirem com outras e
demonstrar atividade de monta?
O número de vacas presentes é adequado?
As vacas têm acesso a piso adequado enquanto
montam?
SinaisdeEstro
Nervosismo aumentado;
Montando outras vacas;
Vulva edemaciada;
Lambendo outras vacas;
Redução do consumo de
alimento;
Parar quando montada
Clara descarga de muco
Muco seco na cauda;
Pelos da base da cauda
arrepiados
Sinais gerais
(observe estas vacas de perto)
Sinais Evidentes
(Planeje a IA)
Sinais de final de cio (registre
dados)
Efeito Cumulativo de Fatores de Fertilidade
Taxa deConcepção=
Fertilidade
da Vaca
Detecção de
Estro
Fertilidade
do Sêmen
Técnica de
IA
x x x
Principais Fatores que Afetam a
Taxa de Concepção
Falhas na detecção de estro;
Momento de inseminação artificial (IA);
Técnica de IA;
Qualidade do sêmen;
Desordens reprodutivas/
clínicas/metabólicas posparto;
Outros fatores;
Manejo durante a estação de monta
Diagnóstico intermediário:
Deve ser realizado em torno de 45 dias do início da
EM.
Objetivos:
Identificação precoce da gestação para avaliação das
normas de manejo adotadas;
Taxa de concepção acima de 60% sinaliza que
as normas de manejo estão no caminho da
máxima produtividade.
Manejo durante a estação de monta
Diagnóstico de gestação final:
Deve ser realizado com 40 a 60 dias do
final da EM.
Objetivos:
Tomada de decisão para descarte de
matrizes e reforma do rebanho.
Seleção para Fertilidade
Radical ® Descarte de todas as fêmeas
que não ficaram gestantes;
Parcial ® Adotam-se critérios para o
descarte:
1. Eliminar todas as novilhas vazias ao final da
primeira estação;
2. Eliminar todas as matrizes vazias pela
segunda estação consecutiva;
3. Eliminar as matrizes velhas que se
apresentarem vazias;
Seleção para Fertilidade
4. Eliminar as matrizes portadoras de defeitos
fenotípicos que se apresentarem vazias;
5. Eliminar todas as matrizes que tenham recusado a
cria ou com baixa habilidade materna;
6. Eliminar todas matrizes vazias que apresentarem
qualquer alteração do sistema genital ao exame
ginecológico;
7. Matrizes falhadas terão apenas 30 dias para se
tornarem reprodutrizes regulares. Se não ficarem
prenhes serão eliminadas.
Mantendo arquivos para Reprodução
Por quê os arquivos são importantes?
Monitoramento de resultados;
Bases essenciais para elaboração e
manutenção de bons arquivos;
Simplicidade e eficiência;
Quetipodearquivosdeveriam
ser mantidos?
Arquivos individuais de vacas;
Fichas de coberturas para o rebanho;
Ocorrência diária de primeiro cio;
Inventário de sêmen;
Comunicações para associação de criadores;
Dados informatizados.
Estratégias para Aumentar a
Eficiência Reprodutiva em Gado
de Corte
José Luiz Moraes Vasconcelos
vasconcelos@fca.unesp.br
O que possibilita a vaca ficar
gestante?
- Involução uterina (30 a 35 dias)
- Retorno da ciclicidade (DPP e CC)
- Ser detectada em estro
- Ser inseminada no momento certo,
por inseminador treinado e com
sêmen de qualidade
Porque é importante a vaca
ficar gestante no início da
Estação de Monta?
• Zebus: duração gestação: 292 dias
• Européias: duração da gestação: 280 dias
• Vacas zebus têm que conceber num
período menor que européias: 73 vrs 85
dias
• Ideal vacas conceberam noinício da EM
– Bezerros mais pesados
– Mais tempo para recuperação EC
Estratégias Reprodutivas
• Hormônios
• Manejo de Mamada
José Luiz Moraes Vasconcelos
vasconcelos@fca.unesp.br
OBS: Independente da estratégia adotada o objetivo sempre será
emprenhar o maior número de vacas em menor tempo possível (90 –
120 dias).
Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)
Sincronização de Estro e Ovulação
Concentra a manifestação de estro
Vantagens no Manejo (Curto Prazo)
Concentrar o trabalho em dias pré-determinados
- Durante o protocolo
- Retorno sincronizado do cio (18-23 dias após a IATF)
- Redução das vezes que o rebanho é trabalhado
- Redução da mão-de-obra diária com observação de cio
- Diminui estresse???
- Mantém Condição Corporal???
- Facilita manejo de pastagem???
Diagnóstico precoce de gestação
(US ou Palpação Retal):
- Decisão durante a Estação de Monta
- Vacas gestantes: separar os animais para
minimizar o manejo
- Vacas vazias: ressincronizar, visando novo
pico de concepção, aumentando o número de
vacas gestantes por inseminação
Vantagens para Estação de Monta
(Médio Prazo)
Diminuir a duração da EM
- indução de ciclicidade
- aumento do número de animais inseminados no início da EM
Concentrar da estação de parição
Aumentar o número de bezerros produzidos por IA
Produzir progênie mais pesada, mais velha e mais
uniforme
Aumenta a longevidade da fêmea no rebanho
(“Stayability”)
- Fêmeas que emprenham no início da EM, possuem
maiores chances de emprenhar na estação subsequente
Vantagens para o Rebanho (Longo Prazo)
- Bezerras nascidas no início da estação de parição
possuem maiores chances de permanecer no rebanho
Melhoramento genético
Desvantagens
• Custo com hormônios
• Variações na taxa sincronização/concepção
– protocolo
– ECC
– Ciclicidade
– Touro
– Inseminador
• Necessidade de acompanhamento técnico
MODELO PROTOCOLO
IATF
2,5 mL PGF2,0 ml BE
RBPROGESTERONA
0,25 mL CE
D0 D9D7 D11
TaxadePrenhez(%)
76,6
65,9
79,6
90
Taxa de Prenhez ao Longo da EM
68,8
60,6
50,0
50,6 %
59,1
54,7
41,4
30
80
70
60
50
40
IATF
(Dia 0)
ECC ≤2,75
Observação de Cio
(18 a 24 dias)
ECC 3,00 e 3,25
Ressincroniz ação
(37 dias)
ECC ≥ 3,50
Estratégias Reprodutivas
• Manejo de mamada
José Luiz Moraes Vasconcelos
vasconcelos@fca.unesp.br
Efeito da Amamentação
Amamentação uma vez por dia x Amamentação ad libitum – retorno
ao estro 69 dias x 168 dias posparto;Randel et al.,1981.
Cria sem mamar(com focinheira) e retirada do bezerro 72 horas
após o nascimento - 58 dias X 35 dias de anestro posparto;Mcmillan,
1983. (Presença da cria ???)
Mastectomia com retirada da cria resultou em encurtamento do
anestro em comparação com mastectomia sem retirada da cria;Vicker et
al.,1989. (Presença da cria ???)
Mastectomia sem retirada da cria não resultou em redução do anestro
em comparação com úbere intacto sem retirada da cria;Vicker et
al.,1993. (Presença da cria ???)
Efeito da Amamentação
Mastectomia e retirada da cria ao nascimento resultou em
ovulação duas semanas mais tarde; Vicker et al.,1989.
Mastectomia sem retirada da cria - contato de cabeça e
pescoço – não inguinal – não alterou a duração do anestro
em comparação com úbere intacto e retirada da cria; Vicker
et al.,1993.
Mastectomia sem retirada da cria - contato pleno - ou
úbere intacto sem retirada da cria – aumentou a duração do
anestro em comparação com úbere intacto e retirada da
cria; Vicker et al.,1993.
Efeito do método de amamentação sobre a manifestação de cio, taxa de
gestação e desempenho das crias em uma estação de monta de 100 Dias
Fonte: Fonseca,1991
Vacas em Cio Vacas Gestantes Peso Médio das Crias
Tipo de Manejo No de Vacas Número % No % Início do Desmama 12 Meses
Experimento
1. Tradicional 34 20 58,8 14 41,2 73,9 159,6 195,6
2. Amamentação
Interrompida 33 24 72,7 13 39,2 72,2 146,9 188,9
(48 hs a cada 30 dias)
3.Duas Amamentações 34 26 76,5 20 58,8 69,6 144,5 186,8
por Dia
4. Associação de 34 31 91,2 22 64,7 64,7 151,4 190,9
2 e 3.
5.Uma Amamentação 33 30 90,1 24 72,7 67 129,1 172,1
por Dia
6. Associação de 34 30 88,2 23 67,2 68,8 130,2 171,7
2e5
Considerações Finais
Definir qual a estratégia a ser usada – Metas
Monitorar constantemente Escore Corporal
Alcançar índices de prenhezes acima de 80%
em 90 dias de estação de monta
Desmamar bezerros acima de 180 Kg
Eliminar Vacas vazias
Concentrar Partos e Monta em curto período
( 90 -120 dias)
Trabalhar com boa PTV
Muito Obrigado!!!

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  • 1.
  • 2. A eficiência reprodutiva é um dos principais fatores limitante da eficiência produtiva em gado de corte
  • 3. Eficiência Reprodutiva Influenciada por muitos fatores: •Detecção de estro; •Dias para o primeiro serviço; • % concepção; • % abortos; • Estado de saúde; •Taxa de descarte; • Nutrição; • Desconhecidas.
  • 4. Comoa baixa eficiência reprodutiva podeafetar a lucratividade? Redução do progresso genético; Elevação dos custos de reposição; Provê menor número de bezerros comercialização. Baixas taxas de concepção elevam as despesas com sêmen e assistência veterinária; para
  • 5. O quefazer para aumentar a Eficiência Reprodutiva ? Conhecer os fatores eficiência reprodutiva; que afetam a Manter um banco de dados funcional e proceder análise de resultados continuamente; Definir objetivos e concentrar energia em pontos de problema;
  • 6. • Índices zootécnicos – % de prenhez, % nascimento, % desmama – % mortalidade – Kg de bezerro desmamado/ha/ano – idade e peso da fêmea ao primeiro parto – proporção touro:vaca Elevar a produção de kg de peso vivo /hectare/ano
  • 7. Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva Manejo reprodutivo Estação de monta Sanidade Presença bezerro Genética Touro / IA Nutrição Pós-parto
  • 8. ESTAÇÃO DE MONTA • Sistema de monta mais primitivo: touro permanece com as vacas durante todo o ano • Sistema não é o mais adequado – Nascimentos ao longo do ano – Dificulta manejo Lotes desuniformes Prejudica desenvolvimento bezerros Prejudica fertilidade das matrizes em função das sazonalidade climática:forrageiras – Não identifica paternidade: difícil fazer melhoramento – Fertilidade tem variações sem função do clima
  • 9. ESTAÇÃO DE MONTA • o estabelecimento de uma estação de monta de curta duração é uma das decisões mais importantes do manejo reprodutivo e de maior impacto na fertilidade do rebanho. – Vantagens: • sincroniza as demais atividades de manejo • permite que o período de maior exigência nutricional coincida com o de maior disponibilidade de forrageiras de melhor qualidade, para eliminar ou reduzir a necessidade
  • 10. • o estabelecimento de uma estação de monta de curta duração é uma das decisões mais importantes do manejo reprodutivo e de maior impacto na fertilidade do rebanho. – Vantagens: • sincroniza as demais atividades de manejo • permite que o período de maior exigência nutricional coincida com o de maior disponibilidade de forrageiras de melhor qualidade, para eliminar ou reduzir a necessidade de alguma forma de suplementação alimentar.
  • 11. Estação de Monta »Época do ano – É determinada em função da melhor época de nascimento dos bezerros e do período de maior exigência nutricional do rebanho de matrizes. »Duração
  • 12. ESTAÇÃO DE MONTA – redução da duração da estação de monta • melhoria na fertilidade e produtividade do rebanho, • fica mais fácil identificar as matrizes de melhor desempenho produtivo.
  • 13. Estação de Monta Permitir que o período de maior exigência nutricional das matrizes coincida com o período de maior oferta de forragem; Estabelecer desmama; uma estação de nascimento e Otimizar a utilização de touros de alta capacidade reprodutiva gerando maior número de descendentes;
  • 14. EstaçãodeMonta Formar lotes uniformes (desmama, recria, animais para reprodução, abate); Facilitar manejo (concentração de tarefas); Otimizar descarte de fêmeas visando a melhoria da fertilidade do rebanho.
  • 15. Gráfico 2 - Distribuição de chuvas e taxa de acúmulo de forragem ao longo do ano. Fonte: Demarchi, 2002. 0 50 100 150 200 250 300 Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Meses Chuvas(mm) 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 Taxaacúmulo(kgMS/ha) Chuvas Produção de forragem
  • 16. Fonte: Euclides e Medeiros, 2003 DIVMO PB Gráfico 3: Variação do valor nutricional de diferentes forrageiras ao longo do ano 0 10 20 30 40 50 60 70 80 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Mês do Ano %DIVMO 4 6 8 10 12 14 16 %PB B. brizantha cv Marandu B. decumbens cv Basilisk P. maximum cv Tanzânia B. brizantha cv Marandu B. decumbens cv Basilisk P. maximum cv Tanzânia
  • 17. Estação de nascimento de bezerros Distribuíção de nascimentos Ideal 1 Mês; 60 2 Mês; 30 3 Mês; 10 0 10 20 30 40 50 60 70 1 Mês de nascimento %dosnascimentos 1 Mês 2 Mês 3 Mês Distribuíção de nascimentos comum 1 Mês; 30 2 Mês; 50 3 Mês; 20 0 10 20 30 40 50 60 1 Mês de nascimento %dosnascimentos 1 Mês 2 Mês 3 Mês
  • 18. NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV
  • 19. Estabelecimento de uma Estação de Reprodução - Período das Chuvas InteraçõesentreManejoReprodutivo, SanitárioeNutricional Maior disponibilidadedealimentosdequalidade maior exigêncianutricional
  • 20. Implantação da Estação de Monta Novilhas ® Duração: 90 dias ou menos; Idade à primeira concepção: Determinada pelo produto: peso x idade x genética; Gado Zebu: 24-36 meses Gado Cruzado: 14-24 meses
  • 21. Implantação da Estação de Monta Separação das categorias: - Novilhas; - Primíparas; - Multíparas; Vacas ® Duração: 90 a 120 dias; - Evitar mudanças bruscas (monta o ano inteiro); - Primeiro ano ® 4 meses (?????); - Anos seguintes ® redução gradual ajustando o período para a meta estabelecida;
  • 23. Pontos Críticos • Condição corporal • Anestro – BEN, presença da cria • Primíparas • Novilhas • Touro / IA
  • 24. Condição corporal (CC), Escore de Condição Corporal (ECC) ou Escore corporal (EC)
  • 25. Quadro 1 - Escala de prioridade na utilização de energia Ordem de Importância Condição fisiológica 1 Metabolismo basal 2 Atividade 3 Crescimento 4 Reserva de energia 5 Gestação 6 Lactação 7 Reserva adicional de energia 8 Ciclos estrais e inicio de gestação 9 Reservas excedentes de energia Fonte: Adaptado de Short e Adams ,1998.
  • 26. 1. Condição corporal das vacas • A avaliação da condição corporal das vacas, • avaliação subjetiva, rápida e prática • maneira simples de avaliar estado nutricional (quantidade de gordura depositada) • ferramenta muitoútil no manejo reprodutivo, • permite avaliar o estado nutricional do rebanho em determinado período. • Faz uma predição da reserva energética dos animais (músculos e gordura) • corrige o manejo nutricional a tempo, para que os animais tenham condições mínimasno momento desejado. • as fêmeas que tiverem melhor condição corporal no terço final da gestação irão apresentar cio mais cedo.
  • 27. • Treinamento inicial: dividir em 3 lotes – Magras – Moderadas – Gordas • Depois refina-se a técnica e distribui valores de 1 a 9 • Escala de 1 a 9: americana – Ciclo estral se mantém quando CC ao parto é > ou = 4 – Meta: manter próximo a 5 – Bons índices reprodutivos: parto com CC entre 5 e7 – Primíparas: mínimoCC=6 – Umaunidade de CC = 30 kg
  • 28. 1. Condição corporal das vacas • avaliação deve ser realizada na época da desmama (abril/maio), início do período da seca, assim as fêmeas prenhes que estiverem muitomagras (escore abaixo de 4) devem receber uma suplementação para que atinjam escore 5 a 6 ao parto. • Essa suplementação é importante, pois no terço final da gestação são altas as exigências de proteína e energia para o desenvolvimento do feto. A restrição alimentar nesse período irá causar além de perda de peso uma diminuiçãonos índices de prenhez, devido ao prolongamento do retorno a atividade reprodutiva pós- parto.
  • 29. Gráfico 1. Escore da condição corporal ao parto e percentagem de prenhez em vacas de corte Fonte: Wettemann, 1994
  • 31. Taxa de gestação de vacas de corte zebuinas conforme a condição corporal ao parto, aos 60 dias pós-parto (60 d PP) e ao início da estação de monta (IEM) 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 < 3 3,0 a 3,5 3,5 a 4,0 4,0 a 4,5 4,5 a 5,0 5,0 a 5,5 >5,5 Escore de Condição Corporal TaxadeGestação PARTO 60 d PP IEM Fonte: Dias, 1991
  • 32. CondiçãoCorporal X PorcentagemdeCio Condiçãocorporal aoparto Magra Moderada Adequada Porcentagemdecio 40 dias 50 dias 60 dias 19 21 31 34 45 42 46 61 91 Fonte: Wiltbank, 1994
  • 33. Consumo reduzido de nutrientes: Perda de peso Perda da condição corporal Diminui atividade ovariana Aumenta o período parto-primeira ovulação Pode levar a anestro NUTRIÇÃO PÓS-PARTO
  • 35. Vaca no Pós-parto Ingestão de matéria seca Ingestão insuficiente Má qualidade da forragem Escore corporal Mobilização de reservas Lactação BEN Anestro Presença da cria Anestro Opióides Endógenos
  • 36. Tabela 3 – Taxa de concepção de vacas alimentadas com alto ou baixo nível de NDT antes e depois do parto.
  • 37. Primíparas • Maior problema – balanço energético negativo (BEN) – Parto – Lactação – Crescimento corporal • Manejo diferenciado
  • 39. Peso à desmama Nutrição Pós-desmama Composição Genética (Warnick et al., 1956) Heterose (Wiltbank et al., 1969) Presença do Touro (Roberson et al., 1991) PUBERDADE EM NOVILHAS
  • 40. RESTRIÇÃO ALIMENTAR Atrasa a Puberdade Inibição do Sistema Endócrino (Day et al., 1986)
  • 41. Nível nutricional Peso recomendado Adequado 50-55% do peso adulto Razoável 60-70% do peso adulto Inadequado 75-80% do peso adulto Considerando o peso adulto de 500 kg Nível nutricional ótimo 250 – 275 kg Nível nutricional razoável 300 – 350 kg Nível nutricional inadequado 375 – 400 kg Tabela 3 – Pesos recomendados para novilhas no início da estação de monta, de acordo com o nível nutricional Fonte: Spire e Spire, 1984.
  • 42. Sistemas de Acasalamento Monta controlada ou dirigida Inseminação artificial Monta em campo
  • 43. Sistemas de acasalamento • Monta controlada – Touro separado das matrizes – Quando detecta cio matriz é conduzida junto ao touro – Menor desgaste do touro – Aumenta relação touro:vaca e condução dos animais para a monta – Maior trabalho na identificação de cio Utilizado quando se deseja conhecer a paternidade
  • 44. Monta em Campo Touro permanece junto com fêmea durante toda EM Acasalamento múltiplo: vários touros Desconhecimento da paternidade > desgaste do touro- > no cobrições/fêmea < mão de obra e > taxa de concepção Acasalamento simples: 1 touro por lote Identificação de paternidade < custo Dispensa identificação de cio (Monta Natural)
  • 45. 1.6 Cuidados extras • Monta a campo Pastos limpos Árvores/ sombreamento Evitar troca de touros nos lotes: hierarquia social – Dominância social • Peso, idade, presença e forma dos chifres, raça, Temperamento, experiência de lutas anteriores – Avaliação andrológica dos touros (principalmente os dominantes) – Invernadas não muito extensas com lotes de 4 a 8 reprodutores
  • 46. O que procuramos em um touro? Patrimônio genético adequado às metas; Identificação de cio eficiente mesmo sob alta pressão de vaca; Alta capacidade de serviço seletiva; Altas taxas de gestação em baixas proporções de touro:vaca.
  • 48. Dominância social Critérios Tamanho corporal / idade Atributos de agressão da espécie Experiência social Força
  • 49. Comportamento sócio-sexual do bovino Fêmeas formam GRUPOS SEXUALMENTE ATIVOS – SAG Interferência de fêmeas dominantes no acasalamento de outras fêmeas no SAG
  • 50. Na formação dos lotes de fêmeas para reprodução: definir lotes por categoria, evitando assim comprometer o acasalamento das novilhas pela interferência de fêmeas mais velhas.
  • 51. Aprendizado Touros jovens em pasto onde havia vacas em cio Fotos: Dr. Júlio César de Souza,2003 / UFPR
  • 52. aprendizado Touro jovem tentando montar uma vaca em cio Fotos: Dr. Júlio César de Souza,2003 / UFPR
  • 53. Touro jovem durante a côrte, montando a vaca pela frente Fotos: Dr. Júlio César de Souza,2003 / UFPR
  • 54. Fotos:Dr.JúlioCésardeSouza,2003/UFPR Efeitos da Hierarquia Social dois touros jovens disputando vaca em cio
  • 55. A formação dos lotes de touros que irão trabalhar juntos deve ser feita com antecedência, ainda que vários grupos sejam mantidos na mesma invernada. Evitar misturar indivíduos de raças ou idades diferentes ou touros mochos ou não.
  • 56. Componentes sociais que interferem na Reprodução • Aprendizado; • Hierarquia social; • Formação de lotes;
  • 57. Fatores ambientais que interferem na Eficiência Reprodutiva • Clima; • Manejo.
  • 58. Estresse por calor x macho bovino
  • 59.
  • 60. * redução na taxa de crescimento testicular (EGBUNIKE, 1985); O ESTRESSE POR CALOR Alterações na reprodução • degeneração testicular (COLAS,1980; FONSECAet al., 1991; FONSECAet al., 1992); * redução na motilidade e aumento nas patologias espermáticas; (METHEVON, 1998; HAFEZ, 1995; SILVA, 1987; EGBUNIKE, 1985)
  • 63. Racionalização do uso de touros? Qual a vantagem? Diminuir custo de manutenção Explorar melhor o investimento feito em patrimônio genético
  • 64. Proporção touro:vaca Europeus: De corte: 1:25 a 1:40 Zebu: 1:30 a 1:80
  • 65. Taxa de prenhez observada em diferentes locais de produção de gado de corte utilizando-se variadas proporções touro:vaca. Proporção 1:10 Taxade Prenhez 68* Local Pantanal da Nhecolândia -MS Fonte SERENOetal.(1998) 1:25 64* Pantanal da Nhecolândia – MS SERENOetal.(1998) 1:40 61* Pantanal da Nhecolândia - MS SERENOetal.(1998) 1:40 1:40 1:40 1:40 1:60 1:60 1:60 1:80 1:92 92 90 94 97 93 97 76 81 87 TeixeiradeFreitas-BA CarlosChagas-MG Bodoquena-MS Sta.RitadoPardo-MS TeixeiradeFreitas-BA Brasilândia-MS Bodoquena-MS Bodoquena-MS Marabá-PA COSTAESILVA(1994) CRUDELI(1991) COSTAeSILVAetal.(1996) PINEDAetal.(1997) COSTAESILVA(1994) FONSECAetal.(1997) COSTAeSILVAetal.(1996) COSTAeSILVAetal.(1996) PINEDAetal.(1997) * = Utilizou-se pastagens nativas enquanto que nas demais regiões usou-se pastagens cultivadas SERENO et al.(2002)
  • 66. Comparação entre taxas de gestação para touros de alta libido 100 90 80 70 60 1t:51v 1t:80v 1t:92v *<.05 0 50 40 30 20 10 63 dias42 dias21 dias PINEDA, FONSECA, PROENÇA, 1998. **<.01 ab a b *<.05 ab a ab a ab b
  • 67. TG(%) Taxa de gestação x PTV de touros Nelore 1:25 1:50 1:75 1:100 Geral PTV 30d 60d 90 d P>0,05 Teste SNK Santos et al., 2004 100 80 60 40 20 0
  • 68. TG(%) Taxa de gestação x PTV de touros Guzerá, Pará – EM de 90 dias (agosto) 1:50 1:63 1:79 1:101 1:101 PTV Galvani, 2009 100 80 60 40
  • 69. Proporção touro:vaca • Definida pelas condições ambientais; • Padrão comportamental da raça a ser utilizada: Raça do touro; • Idade e experiência sexual; • Condição corporal da vacada.
  • 70. MANEJO DO TOURO Utilizar touros avaliados Andrologicamente; Sanitariamente Comportamento ( Testes e a campo) Formar lotes homogêneos: Idade Peso Chifrudos x Mochos Experiência sócio-sexual Touros jovens:  devem ser criados com contato social  mantidos juntos aqueles que trabalharão juntos Touros virgens devem ser utilizados com fêmeas adultas Rodeio do rebanho para evitar formação de harém Explorar as possibilidades de PTV Proporcionar relevo, sombreamento, sanidade e nutrição adequadas.
  • 71. • Condição corporal do touro; • Comportamento sexual; Fatores que podem influenciar o potencial de cobertura • Perímetro escrotal e qualidade de sêmen; • Alterações clínicas específicas ou não; • Categoria e condição corporal das fêmeas; • Tamanho e topografia da invernada; • Inadaptação climática: estresse térmico.
  • 72. Touro
  • 73.
  • 74. InseminaçãoArtificial Usado por apenas 3-5% bov de corte Problemas: Identificação de cio Manejo da prática
  • 75. 2. Programa de inseminação artificial Avaliação das condições da propriedade Infra-estrutura/instalações; Mão-de-obra operacional/gerencial;
  • 76. Programa de inseminação artificial Avaliação das condições da propriedade Disponibilidadede alimentos; Disponibilidadepara investimentos.
  • 77. Programa de inseminação artificial Avaliação das condições do rebanho Aspectos sanitários Saúde de animais jovens (morbidade/mortalidade) Doenças da reprodução (repetições de cio, abortos,etc)
  • 78. Programa de inseminação artificial Preparação dos animais Escolha dos animais; Separação das categorias; Avaliação ginecológica;
  • 79. Programa de inseminação artificial Preparação dos animais - Identificação • Deve ser feita a identificação dos animais com: – Marca com ferro quente (a fogo), – tatuagem, – brincos, – correntes, – eletronicamente ou outro método qualquer
  • 80. Programa de inseminação artificial Preparação dos animais - Preparaçãodosrufiões
  • 81. Programa deinseminaçãoartificial Aquisiçãodematerial Botijão (autonomia) Sêmen (análise) Material deconsumo Capacitaçãodeequipe Curso deformação deinseminadores Reciclagem deinseminadores
  • 82. 3. Manejo reprodutivona estaçãode monta Horário de observação de cio/inseminações; Local de observação de cio/inseminações;
  • 83. ObservandoEstro As observações de estro estão sendo feitas duas vezes por dia? Em que horas do dia as observações estão sendo feitas? Mais de 70% das demonstrações de estro ocorrem entre 7 T e 7 M; As vacas estão livres para interagirem com outras e demonstrar atividade de monta? O número de vacas presentes é adequado? As vacas têm acesso a piso adequado enquanto montam?
  • 84. SinaisdeEstro Nervosismo aumentado; Montando outras vacas; Vulva edemaciada; Lambendo outras vacas; Redução do consumo de alimento; Parar quando montada Clara descarga de muco Muco seco na cauda; Pelos da base da cauda arrepiados Sinais gerais (observe estas vacas de perto) Sinais Evidentes (Planeje a IA) Sinais de final de cio (registre dados)
  • 85. Efeito Cumulativo de Fatores de Fertilidade Taxa deConcepção= Fertilidade da Vaca Detecção de Estro Fertilidade do Sêmen Técnica de IA x x x
  • 86. Principais Fatores que Afetam a Taxa de Concepção Falhas na detecção de estro; Momento de inseminação artificial (IA); Técnica de IA; Qualidade do sêmen; Desordens reprodutivas/ clínicas/metabólicas posparto; Outros fatores;
  • 87. Manejo durante a estação de monta Diagnóstico intermediário: Deve ser realizado em torno de 45 dias do início da EM. Objetivos: Identificação precoce da gestação para avaliação das normas de manejo adotadas; Taxa de concepção acima de 60% sinaliza que as normas de manejo estão no caminho da máxima produtividade.
  • 88. Manejo durante a estação de monta Diagnóstico de gestação final: Deve ser realizado com 40 a 60 dias do final da EM. Objetivos: Tomada de decisão para descarte de matrizes e reforma do rebanho.
  • 89. Seleção para Fertilidade Radical ® Descarte de todas as fêmeas que não ficaram gestantes; Parcial ® Adotam-se critérios para o descarte: 1. Eliminar todas as novilhas vazias ao final da primeira estação; 2. Eliminar todas as matrizes vazias pela segunda estação consecutiva; 3. Eliminar as matrizes velhas que se apresentarem vazias;
  • 90. Seleção para Fertilidade 4. Eliminar as matrizes portadoras de defeitos fenotípicos que se apresentarem vazias; 5. Eliminar todas as matrizes que tenham recusado a cria ou com baixa habilidade materna; 6. Eliminar todas matrizes vazias que apresentarem qualquer alteração do sistema genital ao exame ginecológico; 7. Matrizes falhadas terão apenas 30 dias para se tornarem reprodutrizes regulares. Se não ficarem prenhes serão eliminadas.
  • 91. Mantendo arquivos para Reprodução Por quê os arquivos são importantes? Monitoramento de resultados; Bases essenciais para elaboração e manutenção de bons arquivos; Simplicidade e eficiência;
  • 92. Quetipodearquivosdeveriam ser mantidos? Arquivos individuais de vacas; Fichas de coberturas para o rebanho; Ocorrência diária de primeiro cio; Inventário de sêmen; Comunicações para associação de criadores; Dados informatizados.
  • 93. Estratégias para Aumentar a Eficiência Reprodutiva em Gado de Corte José Luiz Moraes Vasconcelos vasconcelos@fca.unesp.br
  • 94. O que possibilita a vaca ficar gestante?
  • 95. - Involução uterina (30 a 35 dias) - Retorno da ciclicidade (DPP e CC) - Ser detectada em estro - Ser inseminada no momento certo, por inseminador treinado e com sêmen de qualidade
  • 96. Porque é importante a vaca ficar gestante no início da Estação de Monta? • Zebus: duração gestação: 292 dias • Européias: duração da gestação: 280 dias • Vacas zebus têm que conceber num período menor que européias: 73 vrs 85 dias • Ideal vacas conceberam noinício da EM – Bezerros mais pesados – Mais tempo para recuperação EC
  • 97.
  • 98. Estratégias Reprodutivas • Hormônios • Manejo de Mamada José Luiz Moraes Vasconcelos vasconcelos@fca.unesp.br OBS: Independente da estratégia adotada o objetivo sempre será emprenhar o maior número de vacas em menor tempo possível (90 – 120 dias).
  • 99. Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Sincronização de Estro e Ovulação Concentra a manifestação de estro
  • 100.
  • 101.
  • 102.
  • 103.
  • 104.
  • 105.
  • 106. Vantagens no Manejo (Curto Prazo) Concentrar o trabalho em dias pré-determinados - Durante o protocolo - Retorno sincronizado do cio (18-23 dias após a IATF) - Redução das vezes que o rebanho é trabalhado - Redução da mão-de-obra diária com observação de cio - Diminui estresse??? - Mantém Condição Corporal??? - Facilita manejo de pastagem???
  • 107. Diagnóstico precoce de gestação (US ou Palpação Retal): - Decisão durante a Estação de Monta - Vacas gestantes: separar os animais para minimizar o manejo - Vacas vazias: ressincronizar, visando novo pico de concepção, aumentando o número de vacas gestantes por inseminação
  • 108. Vantagens para Estação de Monta (Médio Prazo) Diminuir a duração da EM - indução de ciclicidade - aumento do número de animais inseminados no início da EM Concentrar da estação de parição Aumentar o número de bezerros produzidos por IA Produzir progênie mais pesada, mais velha e mais uniforme
  • 109. Aumenta a longevidade da fêmea no rebanho (“Stayability”) - Fêmeas que emprenham no início da EM, possuem maiores chances de emprenhar na estação subsequente Vantagens para o Rebanho (Longo Prazo) - Bezerras nascidas no início da estação de parição possuem maiores chances de permanecer no rebanho Melhoramento genético
  • 110. Desvantagens • Custo com hormônios • Variações na taxa sincronização/concepção – protocolo – ECC – Ciclicidade – Touro – Inseminador • Necessidade de acompanhamento técnico
  • 111. MODELO PROTOCOLO IATF 2,5 mL PGF2,0 ml BE RBPROGESTERONA 0,25 mL CE D0 D9D7 D11
  • 112.
  • 113.
  • 114.
  • 115.
  • 116. TaxadePrenhez(%) 76,6 65,9 79,6 90 Taxa de Prenhez ao Longo da EM 68,8 60,6 50,0 50,6 % 59,1 54,7 41,4 30 80 70 60 50 40 IATF (Dia 0) ECC ≤2,75 Observação de Cio (18 a 24 dias) ECC 3,00 e 3,25 Ressincroniz ação (37 dias) ECC ≥ 3,50
  • 117.
  • 118.
  • 119.
  • 120. Estratégias Reprodutivas • Manejo de mamada José Luiz Moraes Vasconcelos vasconcelos@fca.unesp.br
  • 121. Efeito da Amamentação Amamentação uma vez por dia x Amamentação ad libitum – retorno ao estro 69 dias x 168 dias posparto;Randel et al.,1981. Cria sem mamar(com focinheira) e retirada do bezerro 72 horas após o nascimento - 58 dias X 35 dias de anestro posparto;Mcmillan, 1983. (Presença da cria ???) Mastectomia com retirada da cria resultou em encurtamento do anestro em comparação com mastectomia sem retirada da cria;Vicker et al.,1989. (Presença da cria ???) Mastectomia sem retirada da cria não resultou em redução do anestro em comparação com úbere intacto sem retirada da cria;Vicker et al.,1993. (Presença da cria ???)
  • 122. Efeito da Amamentação Mastectomia e retirada da cria ao nascimento resultou em ovulação duas semanas mais tarde; Vicker et al.,1989. Mastectomia sem retirada da cria - contato de cabeça e pescoço – não inguinal – não alterou a duração do anestro em comparação com úbere intacto e retirada da cria; Vicker et al.,1993. Mastectomia sem retirada da cria - contato pleno - ou úbere intacto sem retirada da cria – aumentou a duração do anestro em comparação com úbere intacto e retirada da cria; Vicker et al.,1993.
  • 123. Efeito do método de amamentação sobre a manifestação de cio, taxa de gestação e desempenho das crias em uma estação de monta de 100 Dias Fonte: Fonseca,1991 Vacas em Cio Vacas Gestantes Peso Médio das Crias Tipo de Manejo No de Vacas Número % No % Início do Desmama 12 Meses Experimento 1. Tradicional 34 20 58,8 14 41,2 73,9 159,6 195,6 2. Amamentação Interrompida 33 24 72,7 13 39,2 72,2 146,9 188,9 (48 hs a cada 30 dias) 3.Duas Amamentações 34 26 76,5 20 58,8 69,6 144,5 186,8 por Dia 4. Associação de 34 31 91,2 22 64,7 64,7 151,4 190,9 2 e 3. 5.Uma Amamentação 33 30 90,1 24 72,7 67 129,1 172,1 por Dia 6. Associação de 34 30 88,2 23 67,2 68,8 130,2 171,7 2e5
  • 124. Considerações Finais Definir qual a estratégia a ser usada – Metas Monitorar constantemente Escore Corporal Alcançar índices de prenhezes acima de 80% em 90 dias de estação de monta Desmamar bezerros acima de 180 Kg Eliminar Vacas vazias Concentrar Partos e Monta em curto período ( 90 -120 dias) Trabalhar com boa PTV