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MODELO
VERDADE PRÁTICA
• Viver segundo o Espírito Santo significa estar sob o
seu domínio e seguir suas orientações.
LEITURA DIÁRIA
é morada do
• Segunda – 1Co 6.19 - Nosso corpo
Espírito Santo
• Terça – 1Co 6.20 - Fomos comprados por bom preço,
vivamos então para Deus
• Quarta – Rm 8.14 - Os filhos de Deus são guiados pelo
Espírito Santo
• Quinta – Rm Jo 16.13 - O Espírito Santo nos guia em
toda a verdade
• Sexta – 1Co 2.10 - O Espírito examina todas as coisas,
até mesmo as profundezas de Deus
• Sábado – 1Co 2.11 - Ninguém sabe as coisas de Deus,
senão o Espírito de Deus
OBJETIVO GERAL
• Mostrar que aqueles que pela fé em Jesus Cristo
foram salvos pela graça, precisam viver segundo o
Espírito Santo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Saber que a vida no Espírito pressupõe a lei do pecado;
• Mostrar que a vida no Espírito pressupõe
oposição à natureza adâmica;
• Explicar que a vida no Espírito pressupõe oposição
entre a nova ordem e a antiga.
ESBOÇO DA LIÇÃO
I. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À LEI DO PECADO (Rm 8.1-4)
• 1. A enfermidade da lei.
• 2. A cura da cruz.
• 3. A lei do pecado é revogada.
II. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À NATUREZA ADÂMICA (Rm
8.5-17)
• 1. A velha inclinação.
• 2. A nova inclinação.
• 3. A nova filiação.
III - A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO ENTRE A NOVA ORDEM EA
ANTIGA (Rm 8.18-39)
• 1. A manifestação dos filhos de Deus.
• 2. Provas do grande amor de Deus.
• 3. Deus é conosco.
PONTO CENTRAL
• Como novas criaturas precisamos viver sob o
domínio do Espírito Santo.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Romanos 8.1-17
1 PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que
estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas
segundo o Espírito.
2 Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da
lei do pecado e da morte.
3 Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava
enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em
semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o
pecado na carne;
• 4 Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não
andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
• 5 Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as
coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as
coisas do Espírito.
• 6 Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do
Espírito é vida e paz.
• 7 Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus,
pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode
ser.
• 8 Portanto, os que estão na carne não podem agradar a
Deus.
• 9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o
Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o
Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
• 10 E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto
por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da
justiça.
• 11 E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou
a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos
ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos
mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.
• 12 De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne
para viver segundo a carne.
• 13 Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se
pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
• 14 Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus,
esses são filhos de Deus.
• 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para
outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de
adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
• 16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que
somos filhos de Deus.
• 17 E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também,
herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que
com ele padecemos, para que também com ele sejamos
glorificados.
TEXTO ÁUREO
• O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que
somos filhos de Deus.“ (Rm 8.16)
• “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo
Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de
Cristo vos revestistes. Dessa arte, não pode haver judeu nem
grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher;
porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo,
também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a
promessa” (Gálatas 3:26-29).
• Os seres humanos não têm privilégio maior que se tornarem
filhos de Deus.
• Este ponto não é disputado por aqueles que professam
afeição por Jesus como o Cristo.
• Aqueles que acreditam na Bíblia como a palavra inspirada por
Deus concordam em relação à necessidade de serem “filhos
de Deus mediante a fé”.
• Sabemos que os filhos de Deus são “co-herdeiros com Cristo”
(Romanos 8:12-17).
• Os filhos de Deus têm o direito de clamar “Aba, Pai” (Romanos
8:15; Gálatas 4:6).
• Estes filhos devem receber a “glória a ser revelada” (Romanos
8:18-19). Graças a Deus que podemos ser seus filhos!
• Para os filhos de Deus, Paulo disse, “se sois de Cristo” (v. 29).
• Se torna filho de Deus por causa de uma compra, assim é de
Cristo.
• Ele foi comprado com o sangue redentor de Jesus (1 Timóteo
2:6; Mateus 26:28; Atos 20:28).
• Aqueles que foram comprados (redimidos) “pelo precioso
sangue...de Cristo” (1 Pedro 1:18-19) são os mesmos que
purificaram as suas almas, “pela obediência à verdade” (1
Pedro 1:22) e que foram “regenerados... mediante a palavra
de Deus” (1 Pedro 1:23).
• Aquele que pertence a Cristo é obrigado a se submeter
continuamente à sua autoridade (1 Coríntios 6:19-20; Gálatas
2:20).
INTRODUÇÃO
• No capítulo sete da Epístola aos Romanos, o
apóstolo Paulo apresenta um pequeno esboço do
que ele iria tratar no capítulo seguinte.
• Por todo o capítulo oito, o após¬tolo faz um
contraste entre a velha vida marcada pelo pecado e
sem condições de se libertar, com a nova vida no
poder do Espírito Santo, que Cristo nos
proporcionou.
• O que fora impossível à antiga aliança, regida pela
Lei, agora se tornou possível graças a uma nova lei
— a lei do Espírito de Vida em Cristo Jesus.
• Por intermédio do Espírito Santo já temos uma visão
prévia da alegria que, um dia, viveremos ao lado do
Senhor no céu.
• Temos também a garantia de que, no futuro,
desfrutaremos da plenitude da salvação.
I. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE
OPOSIÇÃO À LEI DO PECADO (Rm 8.1-4)
• 1. A enfermidade da lei.
• 2. A cura da cruz.
• 3. A lei do pecado é revogada.
1. A enfermidade da lei.
• Como pudemos observar no capítulo sete, Paulo exclamou em
tom desesperador quando vê diante de si (e de todos os
cristãos) o impiedoso jugo do pecado (Rm 7.24).
• Esse grito pertence a todos nós. Mas qual era a razão desse
desespero? É necessário entendermos a argumentação do
apóstolo em torno desse assunto.
• Ele havia dito que todos os homens, quer gentios quer gregos,
estavam debaixo da conde nação do pecado.
• Mesmo os judeus, a quem foi confiada à Lei Mosaica, não
conseguiram escapar desse cativeiro. E por que não? Porque a
Lei, que fora dada para alertar os homens sobre a
malignidade do pecado, acabou servindo de instrumento para
aguçar o desejo de pecar.
• Dessa forma, a Lei, que era uma coisa boa, acabou por se
tornar inoperante diante de outra lei — a lei do pecado e da
morte. Assim, a Lei ficou doente.
• Qual a diferença entre doença e enfermidade?
• Este texto vem com intuito de corrigir enganos de muitos
líderes eclesiásticos e pregadores, que erram por
desconhecimento ou desatenção e tratam as duas situações
como se fossem sinônimos.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE ENFERMIDADE E DOENÇA?
• “...Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas,
pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de
doenças e enfermidades entre o povo..” (Mateus 4.23-25)
• Doença - do latim dolentia de dolens = dor, portanto indica
perturbação em que há dor, corresponde à palavra grega
algos, algema que nos legou algia = dor
• Enfermidade - do latim infirmita, infirmitatis (de infirmus)
que significa fraqueza, debilidade. Incapacidade de realizar
algo de habitual devido a uma deficiência; corresponde no
grego a astheneia = astenia, que designa mais propriamente
fraqueza muscular
• Então, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece;
enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença.
A doença.
• É algo que todos nós estamos sujeitos, isso porque vivemos
em um corpo físico, de carne e osso, aonde temos células que
podem ficar doentes, morrerem, podemos ser atingidos por
ações de vírus e bactérias ou de um mal funcionamento de
algum sistema do nosso corpo, ou de um órgão.
• As doenças são de cunho patológico, a sua causa são físicas,
isso afeta nosso corpo e até mesmo nossa mente.
• Não tem por sua causa algo espiritual.
A enfermidade
• É de cunho espiritual, ou seja, tem sua causa em uma ação
espiritual demoníaca.
• Podemos ver nos quatro evangelhos que Jesus quando curava
um enfermo, sempre saia um ou mais demônios do corpo do
indivíduo, ou primeiro Jesus expulsava o demônio e
consequentemente a cura acontecia instantaneamente.
• Isso porque aquele demônio que ali estava, era um espírito de
doença, ou seja, um demônio que atua na saúde das pessoas
causando males.
• Claro que os male atingem o corpo físico, a mente, a psique
da pessoa, por isso muitos acham que é apenas um doença
normal, mas a raiz de tudo isso é uma ação espiritual.
2. A cura da cruz.
• Ainda no mesmo capítulo sete, já chegando ao seu final, Paulo
dá outro grito, agora não mais de desespero, mas de vitória
pela graça de Deus revelada na pessoa de Jesus Cristo.
• O seu grito de vitória também é nosso grito (Rm 7.25).
• A mesma argumenta-ção, agora em sentido oposto pode ser
feita.
• Em vez do grito de desespero, Paulo dá um brado de vitória.
• Mas o que ocasionou esse grito de vitória?
• A resposta está na vida segundo o Espírito relatada em
Romanos capitulo oito.
• O processo da cruz e a ressurreição proclamam a nossa
vitória.
A CURA DIVINA
• Mt 8.16,17 “E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos
endemoninhados, e ele, com a sua palavra, expulsou deles
os espíritos e curou a todos os que estavam enfermos, para
que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz:
Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas
doenças.”
A PROVISÃO REDENTORA DE DEUS.
• (1) O problema das enfermidades e das doenças está
fortemente vinculado ao problema do pecado e da morte, i.e.,
às consequências da queda.
• Enquanto a ciência médica considera as causas das
enfermidades e das doenças em termos psicológicos ou
psicossomáticos, a Bíblia apresenta as causas espirituais como
sendo o problema subjacente ou fundamental desses males.
• Essas causas são de dois tipos:
• (a) O pecado, que afetou a constituição física e espiritual do
homem (e.g., Jo 5.5,14), e (b) Satanás (e.g., At 10.38; cf. Mc
9.17, 20.25; Lc 13.11; At 19.11,12).
• (2) A provisão de DEUS através da redenção é tão abrangente
quanto as conseqüências da queda.
• Para o pecado, DEUS provê o perdão;
• Para a morte, DEUS provê a vida eterna, e a vida ressurreta;
• E para a enfermidade, DEUS provê a cura (cf. Sl 103.1-5; Lc
4.18; 5.17-26; Tg 5.14,15).
• Daí, durante a sua vida terrestre, JESUS ter tido um tríplice
ministério:
• Ensinar a Palavra de DEUS, pregar o arrependimento (o
problema do pecado) e as bênçãos do reino de DEUS (a vida)
e curar todo tipo de moléstia, doença e enfermidade entre o
povo (4.23,24).
3. A lei do pecado é revogada.
• A lei do pecado e da morte, que havia neutralizado ou
tornado ineficaz a Lei, agora foram revogadas pela lei do
Espírito da vida.
• Essa nova lei, muito mais poderosa, porque não operava
baseado nas obras da carne, mas no sacrifício de Jesus, o
imaculado Cordei¬ro de Deus, tornou possível quebrar o jugo
da escravidão que a lei do pecado produzia.
• Agora todos os filhos de Deus podem gozar da liberdade que
vem da vida segundo o Espírito.
• Naturalmente todos nós nascemos governados pela “lei do
pecado”. Estávamos submissos a essa lei. Ela nos dominava.
Mas agora, olhe atentamente para o verso 2 de Romanos
capítulo 8 que diz assim: “A lei do ESPÍRITO da vida, em
CRISTO, te livrou da lei do pecado e da morte”.
• Existem algumas leis que só podem ser contrariadas por outra
lei.
• Elas não podem ser revogadas.
• Por exemplo, a lei da gravidade.
• Ela não pode ser revogada dentro da atmosfera terrestre.
Sabemos que a gravidade é a força de atração mútua que os
corpos materiais exercem uns sobre os outros.
• Do ponto de vista prático, a atração gravitacional da Terra
confere peso aos objetos e faz com que caiam ao chão
quando são soltos no ar.
• Pouco se sabia sobre a lei da gravidade até o século XVII.
• Isaac Newton foi o primeiro a pensar nessa hipótese e partir
dai, deu-se a grande discussão e pesquisa sobre esse assunto.
• Então, a gravidade é uma lei, mas a lei da gravidade PODE SER
SUPERADA, NÃO REVOGADA. Ela vai continuar agindo todo o
tempo, vinte e quatro horas por dia, enquanto estivermos
nessa atmosfera, mas ela pode ser contrariada por uma lei
que de alguma forma possa superá-la.
• Agora, observe que o uso correto de uma outra lei da física,
chamada lei da aerodinâmica, pode contrariar a da gravidade,
não revogá-la, mas sobrepujá-la e por isso é claro que o avião
pode sair do chão, com todo aquele peso, por causa de outra,
a lei da aerodinâmica.
• A lei da aerodinâmica não anula a da gravidade, mas faz com
que a lei da gravidade possa ser sobrepujada por uma lei
maior, uma lei que a supere.
• Não é claro isso no mundo físico?
• A lei da aerodinâmica supera a lei da gravidade.
• Nenhum avião voaria sem a lei da aerodinâmica.
• Deus não revogou a lei do pecado e da morte; o que ele fez
então? ELE NOS DEU A LEI DO ESPÍRITO DE VIDA EM CRISTO,
E ESSA LEI NOS HABILITA A VIVER A VIDA NUM PLANO MAIS
ALTO.
• Um pássaro, também sobrepuja a lei da gravidade.
• Se um pássaro estiver voando e morrer ele cai, mas enquanto
ele tem vida, a vida inerente ao pássaro, faz com que ele
também sobrepuje a lei da gravidade.
• Pode elevar o seu peso para cima.
• Nós não podemos fazer isso.
• O pássaro pode, não é assim?
• Então veja o que esse versículo dois está dizendo exatamente
isso.
• Se nós estamos na lei do ESPÍRITO de vida em CRISTO, então,
podemos viver uma vida que contraria a lei do pecado e da
morte.
2016 2º trimestre adultos lição 07.pptx
• A nova vida
• "O princípio dinâmico da nova vida em Cristo sobrepuja o
princípio do pecado inerente, capacitando-nos a viver de
maneira justa (8.1-4).
• Se nós, como filhos de Deus, escolhermos viver em harmonia
com o Espírito, não com a carne, o poder de ressurreição do
Espírito no dará vida, mesmo em nosso presente estado
mortal.
• No futuro, nossos corpos, com toda a criação, serão
transformados (Rm 8.18-25).
• Até então, vivemos no amor do Espírito, que intercede por
nós (Rm 8.26,27), do Pai que nos sustenta (Rm 8.28-33) e de
Cristo, que nos guarda (Rm 8.34-39).
• " Para conhecer mais leia Comentário Devocional da Bíblia,
CPAD, p. 778.
II. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO
À NATUREZA ADÂMICA (Rm 8.5-17)
• 1. A velha inclinação.
• 2. A nova inclinação.
• 3. A nova filiação.
1. A velha inclinação.
• Paulo usa
phroneo, traduzido aqui
o verbo grego
como
inclinar, com o sentido de
colocar a mente em algo.
• A natureza adâmica, mesmo
destronada continua requerendo
seu antigo lugar.
• Na carta aos gaiatas, Paulo
mostra que a carne milita, ou
guerreia, contra o Espírito (Gl
5.17).
• Essa guerra acontece na esfera da mente, quando esta deseja
(gr. epithymeo) contra o Es¬pírito.
• Ainda na epístola aos crentes da Galácia, o apóstolo explica
que a carne e o Espírito são duas forças opostas entre si (Gl
5.16,17).
• Todos os crentes salvos, quer sejam novos convertidos quer
não, são objetos dessa inclinação da antiga natureza.
• Ceder a essa inclinação é ce-der à morte (Rm 8.6).
• Nessa inclinação interna da velha natureza, a carne está no
comando.
• Quando a carne assume o controle o Espírito fica de fora.
• A expressão "yetzer hará" foi uma expressão retirada da
bíblia hebraica (em hebraico: , ַ
‫ער‬
ַ
‫םד‬
ַ
‫א‬
ַ
‫ה‬
ַ
‫בל‬
ַ
‫רצ‬
ַ
‫י‬ yetzer lev-ha-
adam ra), que ocorre duas vezes na Bíblia Hebraica, em
Gênesis 6:5 e 8:21.
• “...Deus viu que a maldade do homem era grande sobre a
terra, e que a imaginação do coração do homem é o mal...”
(Gn 6:5) a nossa inclinação para o mau.
• A yetzer hará é traduzida como má inclinação. É uma
tendência instintiva que impele o indivíduo a realizar
determinados atos que se manifesta ao homem em forma de
paixões e desejos inadequados. Seu objetivo é tentar nos
impedir de fazer o bem, esta é a sua função para a qual Deus
a criou.
• Contrapondo-se a yetzer hara [má inclinação] temos a yetzer
hatov [boa inclinação].
• A yetzer hatov é a consciência moral, a voz interior que faz
você lembrar da lei de Deus quando você pensa em fazer algo
que é errado e proibido.
2. A nova inclinação.
• Em oposição à velha natureza
adâmica, também denominada
de natureza pecaminosa, ou
ainda, de "velho homem",
Paulo mostra a inclinação do
Espírito.
• Ele afirma que a inclinação do
Espírito produz vida (Rm 8. 6).
• A palavra
usada aqui
grega inclinação,
por Paulo é
vem de
phronema, cuja raiz
phroneo, inclinar.
• Fica bastante evidente a participação do crente no processo
da salvação.
• Ele precisa andar na esfera do Espírito afim de que não ceda
aos desejos da carne.
• Assim como o crente tem seu papel no processo da salvação,
escolhendo, ou não, receber a graça de Deus, da mesma
forma ele, agora como regenerado em Cristo, também tem a
escolha para andar, ou não, no Espírito.
• Assim como respondemos ao chamado de Deus para a
salvação, devemos da mesma forma responder ao chamado
de Deus para a santificação.
• Nessa inclinação da nova criatura em Cristo, o Espírito está
por dentro, isto é, no comando, e a carne está por fora. Não
está mais no comando, pois foi destronada.
• CRISTO morreu no madeiro pelos pecados da humanidade.
• Da parte do Pai, ele enviou O SOPRO DIVINO - Ruach kodesh
que é conhecido como Espírito Santo.
• DEUS O PAI Fez que por meio deste operar do poder divino,
fosse realizado um processo poderosamente transformador,
regenerador, no interior do ser humano.
• Este sopro divino – o poder de Deus, atua no interior do ser
humano em conjunto com A LAVAGEM REGENERADORA PELA
PALAVRA DO SENHOR.
• Ou seja:
• O equilíbrio não só foi restabelecido por meio deste reparo,
como também uma nova natureza espiritual nos foi concedida
e que devemos fortalece-la dia a dia, para que, por meio dela,
em conjunto com o poder divino, possamos nesse conflito
interior existencial em cada um de nós, subjugarmos, por
escolha e decisão nossa, as más inclinações para a qual, a
nossa velha natureza carnal que é fraca, tenta diariamente
nos fazer se inclinar, ou seja, para a Yetser hará, e assim nós
nos inclinarmos para o Yetser hatov.
3. A nova filiação.
• Essa nova incli¬nação a
qual o apóstolo se referiu
só se tornou possível
porque os justificados em
Cristo Jesus passaram a
ser guiados pelo Espírito
de Deus: "Porque todos os
que são guiados pelo
Espírito de Deus, esses
são filhos de Deus" (Rm
8.14).
• Esse privilégio, que tornou possível ao crente ser orientado ou
guiado pelo Espírito aconteceu porque Deus nos deu a adoção
de filhos:
• "Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra
vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção
de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai" (Rm 8.15).
• Como filhos, agora somos habitação do Espírito Santo, que em
nosso interior dá testemunho dessa nova filiação recebida
(Rm 8.16).
• Outorgar a posição (direitos, privilégios, honras, ...) de filho de
Deus; outorgar filiação (pôr na posição de Filho de Deus;
adotar para dentro da família de Deus os homens que já
foram feitos filhos de Deus).
1. O menino no mundo antigo.
• A passagem para a maioridade nos tempos antigos era mais
definida que na atualidade. A adolescência, do latim
adolescentia ou adulescentia, que significa "jovem,
juventude". É a fase entre a infância e a maioridade, na nossa
cultura ocidental.
• No mundo antigo a criança passava diretamente da infância
para a fase adulta.
• Os judeus têm ainda hoje o bar mitzvah, os gregos tinham o
efebos e os romanos a liberalia.
• Há ainda hoje tribos da Polinésia, e até do Brasil, como os
ianomamis, por exemplo, que conservam seus rituais de
passagem da infância para a fase adulta.
• A figura do tutor está inserida no contexto cultural e social da
época de Paulo, onde havia os rituais de passagem da criança
para a maioridade. A lei (tutor e curador) exercia domínio so-
bre a humanidade, durante a sua infância: os judeus sob a
escravidão da lei e os gentios sob os rudimentos do mundo.
• a) Bar mitzvah. Expressão aramaica que significa "filho do
mandamento". É a maioridade espiritual do judeu,
cerimônia religiosa em que o menino faz pela primeira vez a
leitura pública da Torah, − lei de Moisés − ao completar 13
anos. Os judeus dizem que a partir disso o menino passa a
ser responsável diante de Deus. A passagem de Lucas 2.42
diz respeito ao bar mitzvah de Jesus.
• b) Efebos. Palavra grega que significa "jovem". Ao completar
18 anos os jovens eram inscritos como cidadãos em Atenas.
Dos 18 a 20 anos ficavam sob a supervisão do Estado. Essa
passagem era feita mediante uma cerimônia religiosa
(efebos), dedicada aos deuses da Grécia. A festa era chamada
aparturia.
• c) Liberalia. Era um festival da família romana realizado
quando o menino estava entre 14 e 17 anos. Nesse ritual o
menino tirava a toga pra-etexta (vestimenta branca com uma
faixa vermelha, que os filhos dos patrícios usavam em Roma
entre 14 e 17 anos) e vestia a toga virilis, com o certificado de
maior idade e a vestimenta de adulto. Com esse ritual
religioso a família introduzia formalmente o menino à vida
pública.
• É importante notar que a lei exercia o domínio sobre a
humanidade, durante a sua infância.
• A lei servia para os imaturos no conhecimento de Deus,
enquanto que a fé é um sinal de maturidade.
• A criança que está sob o cuidado de guardiões è despenseiros
nomeados pelo seu pai, até o ponto em que está envolvida a
sua posição real, é escrava.
• Não pode impor sua própria vontade; não tem direito à sua
própria propriedade; não pode casar-se; tudo lhe é prescrito.
• No dia em que formalmente se tornava adulto, o pai então o
reconhecia como um igual, delegando-lhe o direito de
administrar a própria vida (4.3-5).
• Temos, por meio da fé, a
liberdade de membros adultos
da família de Deus. Tendo
recebido a adoção de filhos, não
mais necessitamos reconhecer a
autoridade da lei(tutor) sobre
nossas vidas (v.2), e, na
condição de filhos, tornamo-nos
herdeiros idôneos a receber
tudo quanto nos pode ser
outorgado pelos recursos do Pai
(v.7). Podemos experimentar
uma espiritualidade muito mais
elevada que a da lei.
• Para fazermos uma exegese no sentido do termo "adoção", no
grego huiothesia, tem a ver com composição.
• Huios é filho e thesis é posição.
• A adoção quase não era usada entre os judeus. O mundo
greco-romano onde foi escrito o Novo Testamento, sim, este
praticava a adoção, podendo significar "colocar um filho" na
sua devida posição legal, ou adotar alguém que não pertença
à família ou o ato legal do reconhecimento de maioridade.
• Paulo emprega o termo cinco vezes: Rm 8.15.23; 9.4; Gl 4.5; Ef
1.5.
• A nossa adoção de filhos de Deus se divide em dois
momentos: o agora - recebemos o espírito de adoção de
filhos (Rm 8.15); e o futuro - a nossa ressurreição ou
transformação do nosso corpo (Rm 8.23)
III - A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO
ENTRE A NOVA ORDEM EA ANTIGA (Rm 8.18-39)
• 1. A manifestação dos filhos de Deus.
• 2. Provas do grande amor de Deus.
• 3. Deus é conosco.
1. A manifestação dos filhos de Deus.
• Os versículos 18 a 30 de
Romanos 8 mostram a certeza
dos crentes quanto ao futuro:
"Porque para mim tenho por
certo que as aflições deste
tempo presente não são para
comparar com a glória que em
nós há de ser revelada" (Rm
8.18).
• Fica evidente
apóstolo falava
que quando
o do
futuro,
ele
também contemplava o passado.
• O atual estado de coisas mostra os sinais da velha ordem.
• São marcas que fazem com que a criação tenha gemidos por
não poder por si mesma removê-las.
• Por isso ela geme:
• "Porque sabemos que toda a criação geme e está
juntamente com dores de parto até agora" (Rm 8.22).
• Mas não só ela, nós também que temos as primícias do
Espírito também gememos (Rm 8.23).
• A criação quer voltar ao seu estado original e nós também.
• O Espírito Santo sente o nosso drama, sente a nossa angústia
e também geme por nós (Rm 8.26,27).
• O melhor é saber que em todas as coisas Deus opera para o
bem dos que o amam (Rm 8.28). A palavra grega sünergei (de
onde vem sinergismo) traduzida em Romanos 8.28 como
coopera, mostra que Deus trabalha, com os que o amam, em
direção a seu propósito.
• “A ardente expectativa da criação aguarda a manifestação
dos filhos de Deus”, disse Paulo.
• E ele prossegue dizendo que a criação sofre um adicional de
peso de vaidade que sobre ela foi posto, para que ela também
seja redimida do cativeiro da corrupção.
• E afirma que a criação geme e suporta angústias até agora;
• “e não somente ela, mas também nós, que temos as
primícias do Espírito em nós”.
• Assim, para Paulo, quanto mais no Espírito se é e vive, mais se
ouvem os gemidos da criação; e mais se entende que ela
aguarda ansiosa a sua própria redenção.
• De fato Paulo diz que nós gememos e suportamos angústias,
apesar de sermos as primícias do Espírito entre os humanos;
ou seja: apesar de sermos aqueles que olhamos o Universo
como tendo o significado do amor de Deus.
• No entanto, essa libertação do gemido essencial, e que agora
deu lugar ao clamor que chama a Deus de “Aba”, paizinho,
não nos isenta de passarmos por muitas tribulações, nas quais
devemos aprender a nos gloriar, pois, em todas elas, duas
coisas estão acontecendo.
Primeiro
• um processo que faz da tribulação a porta de entrada para a
perseverança, a experiência, a esperança, e,
conseqüentemente, um profuso derramar do Espírito Santo
em nós como certeza, esperança e consolação (Rm 5: 1-5).
Segundo
• Tem a ver com a experiência conspiratória que passa a
acontecer em nosso favor, mesmo na tribulação;
• E que é aquela que advém da pessoa estar tão certa da Graça
de Deus em tudo, e tão tomada de amor divino e gratidão,
que, então, o universo inteiro vira adubo para fazer florescer
nela o melhor dela (Rm 8).
2. Provas do grande amor de Deus.
• Os versículos 31 a 39 de Romanos 8, são na verdade o
fechamento de tudo aquilo que o apóstolo argumentou desde
o capítulo cinco.
• De pecadores perdidos e sem esperança passamos a filhos de
Deus através da justificação pela fé.
• De escravos do pecado passamos ao estado de filhos libertos
através da obra do Es¬pírito Santo.
• De membros de uma velha ordem passamos a ser
participantes de uma nova ordem no Espírito.
• A cruz de Cristo é a demonstração suprema do amor de Deus
(Rm 5.8; 1 Jo 4.10). O caráter supremo da demonstração
reside no extremo custo do sacrifício oferecido.
• É a respeito deste elevado custo que Paulo faz referência
quando escreve: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho,
antes, por todos nós o entregou” (Rm 8.32). O custo do
sacrifício nos persuade a respeito da grandeza do amor de
Deus e garante a doação de todas as demais dádivas de forma
gratuita.
• Contudo, devemos perguntar: a cruz de Cristo seria a
manifestação suprema do amor de Deus se não houvesse
necessidade de tal custo?
• Não é verdade que a única inferência com base na qual a cruz
de Cristo pode nos ser recomendada como a manifestação
suprema do amor de Deus, e que as exigências em questão
requereram nada menos que o sacrifício do Filho de Deus?
• Com base nesta pressuposição, podemos entender a palavra
do apóstolo João:
• “Nisto consiste o amor, não em que nós tenhamos amado a
Deus, mas em que ele nos amou, e enviou o seu Filho como
propiciação pelos nossos pecados” (1 Jo 4.10).
• Finalmente, há o argumento da justiça vindicatória de Deus. O
pecado é o oposto de Deus; portanto, o Senhor tem de reagir
contra ele com uma santa indignação. (apesar que; Deus não
se constrange com a depravação total do homem)
• É o mesmo que dizer que o pecado tem de confrontar-se com
o juízo divino (vejam-se Dt 27.26; Na 1.2; Hc 1.13; Rm 1.17;
3.21-26; Gl 3.10,13).
• É esta santidade inviolável da lei de Deus o ditame imutável
da santidade e a exigência irrevogável da justiça que faz
obrigatória a conclusão de que a salvação do pecado sem
expiação e propiciação é inconcebível.
• Este é o princípio que explica o sacrifício do Senhor da glória,
as agonias do Getsêmani e o seu abandono no madeiro
maldito.
• É este o princípio que fundamenta a grande verdade de que
Deus é justo e o justificados daquele que crê em Jesus.
• Na obra de Cristo, os ditames da santidade e as exigências da
justiça foram plenamente vindicados (sentido direto de
impugnação). Deus o estabeleceu como a propiciação a fim
de declarar a sua justiça.
• Por estas razões somos levados a concluir que o tipo de
necessidade que as considerações bíblicas propõem é aquele
que pode ser compreendido como absoluto ou indispensável.
Os proponentes da necessidade hipotética não reconhecem
suficiente mente as exigências envolvidas na salvação do
pecado para a vida eterna; eles não consideram
convenientemente os aspectos teocêntricos da realização de
Cristo. Se conservarmos em mente a gravidade do pecado e as
exigências oriundas da santidade de Deus que devem ser
encaradas na execução da salvação, então a doutrina da
necessidade indispensável faz que o Calvário seja inteligível e
que a maravilha incompreensível tanto do Calvário como do
propósito soberano do amor de Deus que o Calvário cumpriu
sejam exaltados.
• Na medida em que enfatizarmos as exigências inflexíveis da
justiça e santidade, o amor de Deus e todas as suas
providências se tornarão ainda mais maravilhosos.
3. Deus é conosco.
• Deus nos ama, nos redimiu em
Jesus Cristo do jugo do pecado e
está ao nosso lado.
• Paulo afirma que: "diremos pois,
a estas coisas? Se Deus é por
nós, quem será contra nós?"
(Rm 8.31).
• Paulo demonstra que nesta vida,
enquanto permanecermos em
Cristo, nada poderá nos separar
do amor de Deus.
• Somos o objeto de seu grande
amor.
• A situação do homem parece sem esperança.
• Como escaparemos da ira de Deus e da eterna destruição no
inferno?
• Como podem os pecadores vir a conhecer a Deus
intimamente e viver em comunhão com Ele?
• Como pode um pecador ser santo?
• É impossível para o homem. “Quem do imundo tirará o puro?
Ninguém” (Jó 14:4).
• Mas o que é impossível para o homem, é possível para Deus.
O glorioso Criador, Sustentador e Governador do mundo é
também o Salvador, que liberta do pecado, da morte e do
inferno .
• Deus diz, “Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há
Salvador ” (Isaías 43:11).
• O Deus verdadeiro não é somente um Deus santo e justo que
pune os pecadores, mas Ele é também um Deus de amor e
graça, que mostra misericórdia. Em Sua graça e amor, Ele
enviou a Jesus Cristo para efetuar a salvação . Deus, em Jesus
Cristo, é o único Salvador.
• Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus que veio ao mundo e
tomou sobre Si uma natureza humana.
• Ele é o Deus verdadeiro, mas é também um homem real. Em
Cristo, “Deus se manifestou em carne ” (1 Timóteo 3:16).
• “Seu nome é EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco"
(Mateus 1:23).
• Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e nasceu da virgem
Maria. Depois de chegar à maioridade, pregou o evangelho
por três anos e meio. Ele falou às pessoas sobre Deus, Sua
Verdade e salvação. Curando os enfermos e até mesmo
trazendo mortos à vida novamente, Ele mostrou o poder de
Deus que salva pecadores. Em toda a Sua vida Ele amou,
serviu e obedeceu a Deus perfeitamente.
• final de Sua vida Ele foi tomado pelos ímpios, levado ao
Calvário e cravado na cruz onde morreu, assim como Deus
havia eternamente planejado. (apesar de ter sofrido as
agruras da cruz o Calvário não foi algo inesperado ou uma
situação surpreendente para Cristo, estava tudo dentro do seu
plano absoluto).
• Depois de três dias no túmulo, levantou dentre os mortos.
Ascendeu aos céus e está assentado à destra de Deus
governando o mundo até que retorne para julgar os vivos e os
mortos.
• Por Sua morte sacrificial Cristo obteve salvação.
• Quando sofreu e morreu sobre a cruz, Ele carregou sobre o
Seu próprio corpo os pecados daqueles que Deus escolheu
salvar.
• “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o
justo pelos injustos, para levar-nos a Deus... ” (1 Pedro 3:18).
• Seus pecados foram contados como sendo de Cristo e Deus
puniu a Cristo no lugar deles.
• Cristo pagou a dívida que eles deviam a Deus, para que
obtivessem o perdão de seus pecados .
• Lemos, “Em quem [Cristo] temos a redenção pelo seu
sangue, a saber, a remissão dos pecados ” (Colossenses
1:14).
• Esta salvação não é obra do homem.
• Não podemos pensar, dizer e nem fazer nada pela nossa
salvação. Ela é uma obra de Deus somente.
• A Bíblia diz de Deus, “Que nos salvou, e chamou com uma
santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o
seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo
Jesus... ” (2 Timóteo 1:9).
• Deus salva por Sua graça somente.
• A salvação não é algo que mereçamos.
• Ela é um dom que é dado livremente através de Jesus Cristo.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não
vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que
ninguém se glorie ” (Efésios 2:8-9).
• Ninguém pode se gloriar de contribuir com algo para sua
salvação. A salvação “não depende do que quer, nem do que
corre, mas de Deus, que se compadece ” (Romanos 9:16).
CONCLUSÃO
• A lição de hoje ajuda-nos a compreender que a graça de Deus
é realmente surpreendente.
• Ela transformou ímpios em santos e nos colocou em um nível
de relacionamento com Deus jamais imaginado pelo seu
antigo povo, e a graça de ter o Espírito Santo habitando em
nosso interior e o privilégio de ser guiado por Ele.
• Mas não é só isso, agora também somos herdeiros de Deus e
coerdeiros com Cristo.
• Isso tudo se chama graça.

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  • 2. VERDADE PRÁTICA • Viver segundo o Espírito Santo significa estar sob o seu domínio e seguir suas orientações.
  • 3. LEITURA DIÁRIA é morada do • Segunda – 1Co 6.19 - Nosso corpo Espírito Santo • Terça – 1Co 6.20 - Fomos comprados por bom preço, vivamos então para Deus • Quarta – Rm 8.14 - Os filhos de Deus são guiados pelo Espírito Santo • Quinta – Rm Jo 16.13 - O Espírito Santo nos guia em toda a verdade • Sexta – 1Co 2.10 - O Espírito examina todas as coisas, até mesmo as profundezas de Deus • Sábado – 1Co 2.11 - Ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus
  • 4. OBJETIVO GERAL • Mostrar que aqueles que pela fé em Jesus Cristo foram salvos pela graça, precisam viver segundo o Espírito Santo.
  • 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Saber que a vida no Espírito pressupõe a lei do pecado; • Mostrar que a vida no Espírito pressupõe oposição à natureza adâmica; • Explicar que a vida no Espírito pressupõe oposição entre a nova ordem e a antiga.
  • 6. ESBOÇO DA LIÇÃO I. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À LEI DO PECADO (Rm 8.1-4) • 1. A enfermidade da lei. • 2. A cura da cruz. • 3. A lei do pecado é revogada. II. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À NATUREZA ADÂMICA (Rm 8.5-17) • 1. A velha inclinação. • 2. A nova inclinação. • 3. A nova filiação. III - A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO ENTRE A NOVA ORDEM EA ANTIGA (Rm 8.18-39) • 1. A manifestação dos filhos de Deus. • 2. Provas do grande amor de Deus. • 3. Deus é conosco.
  • 7. PONTO CENTRAL • Como novas criaturas precisamos viver sob o domínio do Espírito Santo.
  • 8. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Romanos 8.1-17 1 PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. 2 Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. 3 Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;
  • 9. • 4 Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. • 5 Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. • 6 Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. • 7 Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. • 8 Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.
  • 10. • 9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. • 10 E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça. • 11 E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. • 12 De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.
  • 11. • 13 Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. • 14 Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. • 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. • 16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. • 17 E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
  • 12. TEXTO ÁUREO • O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.“ (Rm 8.16)
  • 13. • “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessa arte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gálatas 3:26-29).
  • 14. • Os seres humanos não têm privilégio maior que se tornarem filhos de Deus. • Este ponto não é disputado por aqueles que professam afeição por Jesus como o Cristo. • Aqueles que acreditam na Bíblia como a palavra inspirada por Deus concordam em relação à necessidade de serem “filhos de Deus mediante a fé”. • Sabemos que os filhos de Deus são “co-herdeiros com Cristo” (Romanos 8:12-17). • Os filhos de Deus têm o direito de clamar “Aba, Pai” (Romanos 8:15; Gálatas 4:6). • Estes filhos devem receber a “glória a ser revelada” (Romanos 8:18-19). Graças a Deus que podemos ser seus filhos!
  • 15. • Para os filhos de Deus, Paulo disse, “se sois de Cristo” (v. 29). • Se torna filho de Deus por causa de uma compra, assim é de Cristo. • Ele foi comprado com o sangue redentor de Jesus (1 Timóteo 2:6; Mateus 26:28; Atos 20:28). • Aqueles que foram comprados (redimidos) “pelo precioso sangue...de Cristo” (1 Pedro 1:18-19) são os mesmos que purificaram as suas almas, “pela obediência à verdade” (1 Pedro 1:22) e que foram “regenerados... mediante a palavra de Deus” (1 Pedro 1:23). • Aquele que pertence a Cristo é obrigado a se submeter continuamente à sua autoridade (1 Coríntios 6:19-20; Gálatas 2:20).
  • 16. INTRODUÇÃO • No capítulo sete da Epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo apresenta um pequeno esboço do que ele iria tratar no capítulo seguinte. • Por todo o capítulo oito, o após¬tolo faz um contraste entre a velha vida marcada pelo pecado e sem condições de se libertar, com a nova vida no poder do Espírito Santo, que Cristo nos proporcionou. • O que fora impossível à antiga aliança, regida pela Lei, agora se tornou possível graças a uma nova lei — a lei do Espírito de Vida em Cristo Jesus.
  • 17. • Por intermédio do Espírito Santo já temos uma visão prévia da alegria que, um dia, viveremos ao lado do Senhor no céu. • Temos também a garantia de que, no futuro, desfrutaremos da plenitude da salvação.
  • 18. I. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À LEI DO PECADO (Rm 8.1-4) • 1. A enfermidade da lei. • 2. A cura da cruz. • 3. A lei do pecado é revogada.
  • 19. 1. A enfermidade da lei. • Como pudemos observar no capítulo sete, Paulo exclamou em tom desesperador quando vê diante de si (e de todos os cristãos) o impiedoso jugo do pecado (Rm 7.24).
  • 20. • Esse grito pertence a todos nós. Mas qual era a razão desse desespero? É necessário entendermos a argumentação do apóstolo em torno desse assunto. • Ele havia dito que todos os homens, quer gentios quer gregos, estavam debaixo da conde nação do pecado. • Mesmo os judeus, a quem foi confiada à Lei Mosaica, não conseguiram escapar desse cativeiro. E por que não? Porque a Lei, que fora dada para alertar os homens sobre a malignidade do pecado, acabou servindo de instrumento para aguçar o desejo de pecar. • Dessa forma, a Lei, que era uma coisa boa, acabou por se tornar inoperante diante de outra lei — a lei do pecado e da morte. Assim, a Lei ficou doente.
  • 21. • Qual a diferença entre doença e enfermidade? • Este texto vem com intuito de corrigir enganos de muitos líderes eclesiásticos e pregadores, que erram por desconhecimento ou desatenção e tratam as duas situações como se fossem sinônimos.
  • 22. QUAL A DIFERENÇA ENTRE ENFERMIDADE E DOENÇA? • “...Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo..” (Mateus 4.23-25) • Doença - do latim dolentia de dolens = dor, portanto indica perturbação em que há dor, corresponde à palavra grega algos, algema que nos legou algia = dor • Enfermidade - do latim infirmita, infirmitatis (de infirmus) que significa fraqueza, debilidade. Incapacidade de realizar algo de habitual devido a uma deficiência; corresponde no grego a astheneia = astenia, que designa mais propriamente fraqueza muscular • Então, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece; enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença.
  • 23. A doença. • É algo que todos nós estamos sujeitos, isso porque vivemos em um corpo físico, de carne e osso, aonde temos células que podem ficar doentes, morrerem, podemos ser atingidos por ações de vírus e bactérias ou de um mal funcionamento de algum sistema do nosso corpo, ou de um órgão.
  • 24. • As doenças são de cunho patológico, a sua causa são físicas, isso afeta nosso corpo e até mesmo nossa mente. • Não tem por sua causa algo espiritual.
  • 25. A enfermidade • É de cunho espiritual, ou seja, tem sua causa em uma ação espiritual demoníaca. • Podemos ver nos quatro evangelhos que Jesus quando curava um enfermo, sempre saia um ou mais demônios do corpo do indivíduo, ou primeiro Jesus expulsava o demônio e consequentemente a cura acontecia instantaneamente. • Isso porque aquele demônio que ali estava, era um espírito de doença, ou seja, um demônio que atua na saúde das pessoas causando males. • Claro que os male atingem o corpo físico, a mente, a psique da pessoa, por isso muitos acham que é apenas um doença normal, mas a raiz de tudo isso é uma ação espiritual.
  • 26. 2. A cura da cruz. • Ainda no mesmo capítulo sete, já chegando ao seu final, Paulo dá outro grito, agora não mais de desespero, mas de vitória pela graça de Deus revelada na pessoa de Jesus Cristo. • O seu grito de vitória também é nosso grito (Rm 7.25). • A mesma argumenta-ção, agora em sentido oposto pode ser feita. • Em vez do grito de desespero, Paulo dá um brado de vitória. • Mas o que ocasionou esse grito de vitória? • A resposta está na vida segundo o Espírito relatada em Romanos capitulo oito.
  • 27. • O processo da cruz e a ressurreição proclamam a nossa vitória.
  • 28. A CURA DIVINA • Mt 8.16,17 “E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos e curou a todos os que estavam enfermos, para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.”
  • 29. A PROVISÃO REDENTORA DE DEUS. • (1) O problema das enfermidades e das doenças está fortemente vinculado ao problema do pecado e da morte, i.e., às consequências da queda. • Enquanto a ciência médica considera as causas das enfermidades e das doenças em termos psicológicos ou psicossomáticos, a Bíblia apresenta as causas espirituais como sendo o problema subjacente ou fundamental desses males. • Essas causas são de dois tipos:
  • 30. • (a) O pecado, que afetou a constituição física e espiritual do homem (e.g., Jo 5.5,14), e (b) Satanás (e.g., At 10.38; cf. Mc 9.17, 20.25; Lc 13.11; At 19.11,12).
  • 31. • (2) A provisão de DEUS através da redenção é tão abrangente quanto as conseqüências da queda. • Para o pecado, DEUS provê o perdão; • Para a morte, DEUS provê a vida eterna, e a vida ressurreta; • E para a enfermidade, DEUS provê a cura (cf. Sl 103.1-5; Lc 4.18; 5.17-26; Tg 5.14,15). • Daí, durante a sua vida terrestre, JESUS ter tido um tríplice ministério: • Ensinar a Palavra de DEUS, pregar o arrependimento (o problema do pecado) e as bênçãos do reino de DEUS (a vida) e curar todo tipo de moléstia, doença e enfermidade entre o povo (4.23,24).
  • 32. 3. A lei do pecado é revogada. • A lei do pecado e da morte, que havia neutralizado ou tornado ineficaz a Lei, agora foram revogadas pela lei do Espírito da vida. • Essa nova lei, muito mais poderosa, porque não operava baseado nas obras da carne, mas no sacrifício de Jesus, o imaculado Cordei¬ro de Deus, tornou possível quebrar o jugo da escravidão que a lei do pecado produzia. • Agora todos os filhos de Deus podem gozar da liberdade que vem da vida segundo o Espírito.
  • 33. • Naturalmente todos nós nascemos governados pela “lei do pecado”. Estávamos submissos a essa lei. Ela nos dominava. Mas agora, olhe atentamente para o verso 2 de Romanos capítulo 8 que diz assim: “A lei do ESPÍRITO da vida, em CRISTO, te livrou da lei do pecado e da morte”.
  • 34. • Existem algumas leis que só podem ser contrariadas por outra lei. • Elas não podem ser revogadas. • Por exemplo, a lei da gravidade. • Ela não pode ser revogada dentro da atmosfera terrestre. Sabemos que a gravidade é a força de atração mútua que os corpos materiais exercem uns sobre os outros. • Do ponto de vista prático, a atração gravitacional da Terra confere peso aos objetos e faz com que caiam ao chão quando são soltos no ar. • Pouco se sabia sobre a lei da gravidade até o século XVII. • Isaac Newton foi o primeiro a pensar nessa hipótese e partir dai, deu-se a grande discussão e pesquisa sobre esse assunto.
  • 35. • Então, a gravidade é uma lei, mas a lei da gravidade PODE SER SUPERADA, NÃO REVOGADA. Ela vai continuar agindo todo o tempo, vinte e quatro horas por dia, enquanto estivermos nessa atmosfera, mas ela pode ser contrariada por uma lei que de alguma forma possa superá-la.
  • 36. • Agora, observe que o uso correto de uma outra lei da física, chamada lei da aerodinâmica, pode contrariar a da gravidade, não revogá-la, mas sobrepujá-la e por isso é claro que o avião pode sair do chão, com todo aquele peso, por causa de outra, a lei da aerodinâmica. • A lei da aerodinâmica não anula a da gravidade, mas faz com que a lei da gravidade possa ser sobrepujada por uma lei maior, uma lei que a supere. • Não é claro isso no mundo físico? • A lei da aerodinâmica supera a lei da gravidade. • Nenhum avião voaria sem a lei da aerodinâmica.
  • 37. • Deus não revogou a lei do pecado e da morte; o que ele fez então? ELE NOS DEU A LEI DO ESPÍRITO DE VIDA EM CRISTO, E ESSA LEI NOS HABILITA A VIVER A VIDA NUM PLANO MAIS ALTO.
  • 38. • Um pássaro, também sobrepuja a lei da gravidade. • Se um pássaro estiver voando e morrer ele cai, mas enquanto ele tem vida, a vida inerente ao pássaro, faz com que ele também sobrepuje a lei da gravidade. • Pode elevar o seu peso para cima. • Nós não podemos fazer isso. • O pássaro pode, não é assim? • Então veja o que esse versículo dois está dizendo exatamente isso. • Se nós estamos na lei do ESPÍRITO de vida em CRISTO, então, podemos viver uma vida que contraria a lei do pecado e da morte.
  • 40. • A nova vida • "O princípio dinâmico da nova vida em Cristo sobrepuja o princípio do pecado inerente, capacitando-nos a viver de maneira justa (8.1-4). • Se nós, como filhos de Deus, escolhermos viver em harmonia com o Espírito, não com a carne, o poder de ressurreição do Espírito no dará vida, mesmo em nosso presente estado mortal. • No futuro, nossos corpos, com toda a criação, serão transformados (Rm 8.18-25). • Até então, vivemos no amor do Espírito, que intercede por nós (Rm 8.26,27), do Pai que nos sustenta (Rm 8.28-33) e de Cristo, que nos guarda (Rm 8.34-39). • " Para conhecer mais leia Comentário Devocional da Bíblia, CPAD, p. 778.
  • 41. II. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À NATUREZA ADÂMICA (Rm 8.5-17) • 1. A velha inclinação. • 2. A nova inclinação. • 3. A nova filiação.
  • 42. 1. A velha inclinação. • Paulo usa phroneo, traduzido aqui o verbo grego como inclinar, com o sentido de colocar a mente em algo. • A natureza adâmica, mesmo destronada continua requerendo seu antigo lugar. • Na carta aos gaiatas, Paulo mostra que a carne milita, ou guerreia, contra o Espírito (Gl 5.17).
  • 43. • Essa guerra acontece na esfera da mente, quando esta deseja (gr. epithymeo) contra o Es¬pírito. • Ainda na epístola aos crentes da Galácia, o apóstolo explica que a carne e o Espírito são duas forças opostas entre si (Gl 5.16,17). • Todos os crentes salvos, quer sejam novos convertidos quer não, são objetos dessa inclinação da antiga natureza. • Ceder a essa inclinação é ce-der à morte (Rm 8.6). • Nessa inclinação interna da velha natureza, a carne está no comando. • Quando a carne assume o controle o Espírito fica de fora.
  • 44. • A expressão "yetzer hará" foi uma expressão retirada da bíblia hebraica (em hebraico: , ַ ‫ער‬ ַ ‫םד‬ ַ ‫א‬ ַ ‫ה‬ ַ ‫בל‬ ַ ‫רצ‬ ַ ‫י‬ yetzer lev-ha- adam ra), que ocorre duas vezes na Bíblia Hebraica, em Gênesis 6:5 e 8:21. • “...Deus viu que a maldade do homem era grande sobre a terra, e que a imaginação do coração do homem é o mal...” (Gn 6:5) a nossa inclinação para o mau. • A yetzer hará é traduzida como má inclinação. É uma tendência instintiva que impele o indivíduo a realizar determinados atos que se manifesta ao homem em forma de paixões e desejos inadequados. Seu objetivo é tentar nos impedir de fazer o bem, esta é a sua função para a qual Deus a criou.
  • 45. • Contrapondo-se a yetzer hara [má inclinação] temos a yetzer hatov [boa inclinação]. • A yetzer hatov é a consciência moral, a voz interior que faz você lembrar da lei de Deus quando você pensa em fazer algo que é errado e proibido.
  • 46. 2. A nova inclinação. • Em oposição à velha natureza adâmica, também denominada de natureza pecaminosa, ou ainda, de "velho homem", Paulo mostra a inclinação do Espírito. • Ele afirma que a inclinação do Espírito produz vida (Rm 8. 6). • A palavra usada aqui grega inclinação, por Paulo é vem de phronema, cuja raiz phroneo, inclinar.
  • 47. • Fica bastante evidente a participação do crente no processo da salvação. • Ele precisa andar na esfera do Espírito afim de que não ceda aos desejos da carne. • Assim como o crente tem seu papel no processo da salvação, escolhendo, ou não, receber a graça de Deus, da mesma forma ele, agora como regenerado em Cristo, também tem a escolha para andar, ou não, no Espírito. • Assim como respondemos ao chamado de Deus para a salvação, devemos da mesma forma responder ao chamado de Deus para a santificação.
  • 48. • Nessa inclinação da nova criatura em Cristo, o Espírito está por dentro, isto é, no comando, e a carne está por fora. Não está mais no comando, pois foi destronada.
  • 49. • CRISTO morreu no madeiro pelos pecados da humanidade. • Da parte do Pai, ele enviou O SOPRO DIVINO - Ruach kodesh que é conhecido como Espírito Santo.
  • 50. • DEUS O PAI Fez que por meio deste operar do poder divino, fosse realizado um processo poderosamente transformador, regenerador, no interior do ser humano.
  • 51. • Este sopro divino – o poder de Deus, atua no interior do ser humano em conjunto com A LAVAGEM REGENERADORA PELA PALAVRA DO SENHOR. • Ou seja: • O equilíbrio não só foi restabelecido por meio deste reparo, como também uma nova natureza espiritual nos foi concedida e que devemos fortalece-la dia a dia, para que, por meio dela, em conjunto com o poder divino, possamos nesse conflito interior existencial em cada um de nós, subjugarmos, por escolha e decisão nossa, as más inclinações para a qual, a nossa velha natureza carnal que é fraca, tenta diariamente nos fazer se inclinar, ou seja, para a Yetser hará, e assim nós nos inclinarmos para o Yetser hatov.
  • 52. 3. A nova filiação. • Essa nova incli¬nação a qual o apóstolo se referiu só se tornou possível porque os justificados em Cristo Jesus passaram a ser guiados pelo Espírito de Deus: "Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus" (Rm 8.14).
  • 53. • Esse privilégio, que tornou possível ao crente ser orientado ou guiado pelo Espírito aconteceu porque Deus nos deu a adoção de filhos: • "Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai" (Rm 8.15). • Como filhos, agora somos habitação do Espírito Santo, que em nosso interior dá testemunho dessa nova filiação recebida (Rm 8.16).
  • 54. • Outorgar a posição (direitos, privilégios, honras, ...) de filho de Deus; outorgar filiação (pôr na posição de Filho de Deus; adotar para dentro da família de Deus os homens que já foram feitos filhos de Deus).
  • 55. 1. O menino no mundo antigo. • A passagem para a maioridade nos tempos antigos era mais definida que na atualidade. A adolescência, do latim adolescentia ou adulescentia, que significa "jovem, juventude". É a fase entre a infância e a maioridade, na nossa cultura ocidental. • No mundo antigo a criança passava diretamente da infância para a fase adulta. • Os judeus têm ainda hoje o bar mitzvah, os gregos tinham o efebos e os romanos a liberalia. • Há ainda hoje tribos da Polinésia, e até do Brasil, como os ianomamis, por exemplo, que conservam seus rituais de passagem da infância para a fase adulta.
  • 56. • A figura do tutor está inserida no contexto cultural e social da época de Paulo, onde havia os rituais de passagem da criança para a maioridade. A lei (tutor e curador) exercia domínio so- bre a humanidade, durante a sua infância: os judeus sob a escravidão da lei e os gentios sob os rudimentos do mundo.
  • 57. • a) Bar mitzvah. Expressão aramaica que significa "filho do mandamento". É a maioridade espiritual do judeu, cerimônia religiosa em que o menino faz pela primeira vez a leitura pública da Torah, − lei de Moisés − ao completar 13 anos. Os judeus dizem que a partir disso o menino passa a ser responsável diante de Deus. A passagem de Lucas 2.42 diz respeito ao bar mitzvah de Jesus.
  • 58. • b) Efebos. Palavra grega que significa "jovem". Ao completar 18 anos os jovens eram inscritos como cidadãos em Atenas. Dos 18 a 20 anos ficavam sob a supervisão do Estado. Essa passagem era feita mediante uma cerimônia religiosa (efebos), dedicada aos deuses da Grécia. A festa era chamada aparturia.
  • 59. • c) Liberalia. Era um festival da família romana realizado quando o menino estava entre 14 e 17 anos. Nesse ritual o menino tirava a toga pra-etexta (vestimenta branca com uma faixa vermelha, que os filhos dos patrícios usavam em Roma entre 14 e 17 anos) e vestia a toga virilis, com o certificado de maior idade e a vestimenta de adulto. Com esse ritual religioso a família introduzia formalmente o menino à vida pública.
  • 60. • É importante notar que a lei exercia o domínio sobre a humanidade, durante a sua infância. • A lei servia para os imaturos no conhecimento de Deus, enquanto que a fé é um sinal de maturidade. • A criança que está sob o cuidado de guardiões è despenseiros nomeados pelo seu pai, até o ponto em que está envolvida a sua posição real, é escrava. • Não pode impor sua própria vontade; não tem direito à sua própria propriedade; não pode casar-se; tudo lhe é prescrito. • No dia em que formalmente se tornava adulto, o pai então o reconhecia como um igual, delegando-lhe o direito de administrar a própria vida (4.3-5).
  • 61. • Temos, por meio da fé, a liberdade de membros adultos da família de Deus. Tendo recebido a adoção de filhos, não mais necessitamos reconhecer a autoridade da lei(tutor) sobre nossas vidas (v.2), e, na condição de filhos, tornamo-nos herdeiros idôneos a receber tudo quanto nos pode ser outorgado pelos recursos do Pai (v.7). Podemos experimentar uma espiritualidade muito mais elevada que a da lei.
  • 62. • Para fazermos uma exegese no sentido do termo "adoção", no grego huiothesia, tem a ver com composição. • Huios é filho e thesis é posição. • A adoção quase não era usada entre os judeus. O mundo greco-romano onde foi escrito o Novo Testamento, sim, este praticava a adoção, podendo significar "colocar um filho" na sua devida posição legal, ou adotar alguém que não pertença à família ou o ato legal do reconhecimento de maioridade. • Paulo emprega o termo cinco vezes: Rm 8.15.23; 9.4; Gl 4.5; Ef 1.5. • A nossa adoção de filhos de Deus se divide em dois momentos: o agora - recebemos o espírito de adoção de filhos (Rm 8.15); e o futuro - a nossa ressurreição ou transformação do nosso corpo (Rm 8.23)
  • 63. III - A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO ENTRE A NOVA ORDEM EA ANTIGA (Rm 8.18-39) • 1. A manifestação dos filhos de Deus. • 2. Provas do grande amor de Deus. • 3. Deus é conosco.
  • 64. 1. A manifestação dos filhos de Deus. • Os versículos 18 a 30 de Romanos 8 mostram a certeza dos crentes quanto ao futuro: "Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada" (Rm 8.18). • Fica evidente apóstolo falava que quando o do futuro, ele também contemplava o passado.
  • 65. • O atual estado de coisas mostra os sinais da velha ordem. • São marcas que fazem com que a criação tenha gemidos por não poder por si mesma removê-las. • Por isso ela geme: • "Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora" (Rm 8.22). • Mas não só ela, nós também que temos as primícias do Espírito também gememos (Rm 8.23). • A criação quer voltar ao seu estado original e nós também. • O Espírito Santo sente o nosso drama, sente a nossa angústia e também geme por nós (Rm 8.26,27).
  • 66. • O melhor é saber que em todas as coisas Deus opera para o bem dos que o amam (Rm 8.28). A palavra grega sünergei (de onde vem sinergismo) traduzida em Romanos 8.28 como coopera, mostra que Deus trabalha, com os que o amam, em direção a seu propósito.
  • 67. • “A ardente expectativa da criação aguarda a manifestação dos filhos de Deus”, disse Paulo. • E ele prossegue dizendo que a criação sofre um adicional de peso de vaidade que sobre ela foi posto, para que ela também seja redimida do cativeiro da corrupção. • E afirma que a criação geme e suporta angústias até agora; • “e não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito em nós”. • Assim, para Paulo, quanto mais no Espírito se é e vive, mais se ouvem os gemidos da criação; e mais se entende que ela aguarda ansiosa a sua própria redenção.
  • 68. • De fato Paulo diz que nós gememos e suportamos angústias, apesar de sermos as primícias do Espírito entre os humanos; ou seja: apesar de sermos aqueles que olhamos o Universo como tendo o significado do amor de Deus.
  • 69. • No entanto, essa libertação do gemido essencial, e que agora deu lugar ao clamor que chama a Deus de “Aba”, paizinho, não nos isenta de passarmos por muitas tribulações, nas quais devemos aprender a nos gloriar, pois, em todas elas, duas coisas estão acontecendo. Primeiro • um processo que faz da tribulação a porta de entrada para a perseverança, a experiência, a esperança, e, conseqüentemente, um profuso derramar do Espírito Santo em nós como certeza, esperança e consolação (Rm 5: 1-5). Segundo • Tem a ver com a experiência conspiratória que passa a acontecer em nosso favor, mesmo na tribulação;
  • 70. • E que é aquela que advém da pessoa estar tão certa da Graça de Deus em tudo, e tão tomada de amor divino e gratidão, que, então, o universo inteiro vira adubo para fazer florescer nela o melhor dela (Rm 8).
  • 71. 2. Provas do grande amor de Deus. • Os versículos 31 a 39 de Romanos 8, são na verdade o fechamento de tudo aquilo que o apóstolo argumentou desde o capítulo cinco. • De pecadores perdidos e sem esperança passamos a filhos de Deus através da justificação pela fé. • De escravos do pecado passamos ao estado de filhos libertos através da obra do Es¬pírito Santo. • De membros de uma velha ordem passamos a ser participantes de uma nova ordem no Espírito.
  • 72. • A cruz de Cristo é a demonstração suprema do amor de Deus (Rm 5.8; 1 Jo 4.10). O caráter supremo da demonstração reside no extremo custo do sacrifício oferecido.
  • 73. • É a respeito deste elevado custo que Paulo faz referência quando escreve: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou” (Rm 8.32). O custo do sacrifício nos persuade a respeito da grandeza do amor de Deus e garante a doação de todas as demais dádivas de forma gratuita.
  • 74. • Contudo, devemos perguntar: a cruz de Cristo seria a manifestação suprema do amor de Deus se não houvesse necessidade de tal custo? • Não é verdade que a única inferência com base na qual a cruz de Cristo pode nos ser recomendada como a manifestação suprema do amor de Deus, e que as exigências em questão requereram nada menos que o sacrifício do Filho de Deus? • Com base nesta pressuposição, podemos entender a palavra do apóstolo João: • “Nisto consiste o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou, e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 Jo 4.10).
  • 75. • Finalmente, há o argumento da justiça vindicatória de Deus. O pecado é o oposto de Deus; portanto, o Senhor tem de reagir contra ele com uma santa indignação. (apesar que; Deus não se constrange com a depravação total do homem)
  • 76. • É o mesmo que dizer que o pecado tem de confrontar-se com o juízo divino (vejam-se Dt 27.26; Na 1.2; Hc 1.13; Rm 1.17; 3.21-26; Gl 3.10,13). • É esta santidade inviolável da lei de Deus o ditame imutável da santidade e a exigência irrevogável da justiça que faz obrigatória a conclusão de que a salvação do pecado sem expiação e propiciação é inconcebível. • Este é o princípio que explica o sacrifício do Senhor da glória, as agonias do Getsêmani e o seu abandono no madeiro maldito. • É este o princípio que fundamenta a grande verdade de que Deus é justo e o justificados daquele que crê em Jesus.
  • 77. • Na obra de Cristo, os ditames da santidade e as exigências da justiça foram plenamente vindicados (sentido direto de impugnação). Deus o estabeleceu como a propiciação a fim de declarar a sua justiça.
  • 78. • Por estas razões somos levados a concluir que o tipo de necessidade que as considerações bíblicas propõem é aquele que pode ser compreendido como absoluto ou indispensável. Os proponentes da necessidade hipotética não reconhecem suficiente mente as exigências envolvidas na salvação do pecado para a vida eterna; eles não consideram convenientemente os aspectos teocêntricos da realização de Cristo. Se conservarmos em mente a gravidade do pecado e as exigências oriundas da santidade de Deus que devem ser encaradas na execução da salvação, então a doutrina da necessidade indispensável faz que o Calvário seja inteligível e que a maravilha incompreensível tanto do Calvário como do propósito soberano do amor de Deus que o Calvário cumpriu sejam exaltados.
  • 79. • Na medida em que enfatizarmos as exigências inflexíveis da justiça e santidade, o amor de Deus e todas as suas providências se tornarão ainda mais maravilhosos.
  • 80. 3. Deus é conosco. • Deus nos ama, nos redimiu em Jesus Cristo do jugo do pecado e está ao nosso lado. • Paulo afirma que: "diremos pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8.31). • Paulo demonstra que nesta vida, enquanto permanecermos em Cristo, nada poderá nos separar do amor de Deus. • Somos o objeto de seu grande amor.
  • 81. • A situação do homem parece sem esperança. • Como escaparemos da ira de Deus e da eterna destruição no inferno? • Como podem os pecadores vir a conhecer a Deus intimamente e viver em comunhão com Ele? • Como pode um pecador ser santo? • É impossível para o homem. “Quem do imundo tirará o puro? Ninguém” (Jó 14:4). • Mas o que é impossível para o homem, é possível para Deus. O glorioso Criador, Sustentador e Governador do mundo é também o Salvador, que liberta do pecado, da morte e do inferno . • Deus diz, “Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há Salvador ” (Isaías 43:11).
  • 82. • O Deus verdadeiro não é somente um Deus santo e justo que pune os pecadores, mas Ele é também um Deus de amor e graça, que mostra misericórdia. Em Sua graça e amor, Ele enviou a Jesus Cristo para efetuar a salvação . Deus, em Jesus Cristo, é o único Salvador.
  • 83. • Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus que veio ao mundo e tomou sobre Si uma natureza humana. • Ele é o Deus verdadeiro, mas é também um homem real. Em Cristo, “Deus se manifestou em carne ” (1 Timóteo 3:16). • “Seu nome é EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco" (Mateus 1:23). • Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e nasceu da virgem Maria. Depois de chegar à maioridade, pregou o evangelho por três anos e meio. Ele falou às pessoas sobre Deus, Sua Verdade e salvação. Curando os enfermos e até mesmo trazendo mortos à vida novamente, Ele mostrou o poder de Deus que salva pecadores. Em toda a Sua vida Ele amou, serviu e obedeceu a Deus perfeitamente.
  • 84. • final de Sua vida Ele foi tomado pelos ímpios, levado ao Calvário e cravado na cruz onde morreu, assim como Deus havia eternamente planejado. (apesar de ter sofrido as agruras da cruz o Calvário não foi algo inesperado ou uma situação surpreendente para Cristo, estava tudo dentro do seu plano absoluto).
  • 85. • Depois de três dias no túmulo, levantou dentre os mortos. Ascendeu aos céus e está assentado à destra de Deus governando o mundo até que retorne para julgar os vivos e os mortos. • Por Sua morte sacrificial Cristo obteve salvação. • Quando sofreu e morreu sobre a cruz, Ele carregou sobre o Seu próprio corpo os pecados daqueles que Deus escolheu salvar. • “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus... ” (1 Pedro 3:18). • Seus pecados foram contados como sendo de Cristo e Deus puniu a Cristo no lugar deles.
  • 86. • Cristo pagou a dívida que eles deviam a Deus, para que obtivessem o perdão de seus pecados . • Lemos, “Em quem [Cristo] temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados ” (Colossenses 1:14).
  • 87. • Esta salvação não é obra do homem. • Não podemos pensar, dizer e nem fazer nada pela nossa salvação. Ela é uma obra de Deus somente. • A Bíblia diz de Deus, “Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus... ” (2 Timóteo 1:9). • Deus salva por Sua graça somente. • A salvação não é algo que mereçamos. • Ela é um dom que é dado livremente através de Jesus Cristo. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie ” (Efésios 2:8-9).
  • 88. • Ninguém pode se gloriar de contribuir com algo para sua salvação. A salvação “não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece ” (Romanos 9:16).
  • 89. CONCLUSÃO • A lição de hoje ajuda-nos a compreender que a graça de Deus é realmente surpreendente. • Ela transformou ímpios em santos e nos colocou em um nível de relacionamento com Deus jamais imaginado pelo seu antigo povo, e a graça de ter o Espírito Santo habitando em nosso interior e o privilégio de ser guiado por Ele. • Mas não é só isso, agora também somos herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. • Isso tudo se chama graça.