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2 Coríntios
4
Paulo defende sua autoridade Apostólica
2 Coríntios 10:1-18
Paulo escreveu esta epístola a três classes de pessoas em Corinto.
(1) Escreveu para encorajar a maioria da igreja que lhe era fiel,
como seu pai espiritual. 2Co 1:12
(2) Para contestar e desmascarar os falsos apóstolos que
continuavam a difamá-lo, para, assim, enfraquecer a sua
autoridade e o seu apostolado, e distorcer a sua mensagem.
2Co 4:1-5
(3) Escreveu, também, para repreender a minoria na igreja
influenciada por seus oponentes e que não acatavam a sua
autoridade e correção. Paulo reafirmou sua integridade e sua
autoridade apostólica em relação a eles, esclareceu os seus
motivos e os advertiu contra novas rebeliões. 2 Coríntios visou a
preparar a igreja como um todo, para sua visita iminente.
2Co 10:2,10
28/09/2015
5
2Co 2:4
PAULO RESPONDE AOS SEUS
ADVERSÁRIOS
Paulo era um homem que, à nossa semelhança, sofria os efeitos
das emoções. Tinha todas as características, positivas e negativas,
de um ser humano normal. Entretanto, por ser extremamente
emotivo, sentiu fortemente as injustiças que lhe fizeram alguns
coríntios.
A aspereza de suas palavras, quando se refere aos seus opositores,
provocou uma reação ainda mais hostil por parte de alguns
membros da igreja.
Todavia, no capítulo 10, Paulo utiliza-se de um teor mais brando e
delicado. Todo obreiro, portanto, é um ser humano dotado de
sentimentos e que reage às situações; controlado, porém, pelo
Espírito, não perde jamais a compostura cristã.
2Co 7:8
2Co 10:1-2
28/09/2015
6
PAULO RESPONDE AOS SEUS
ADVERSÁRIOS
Ao apelar para as virtudes de Cristo (mansidão e benignidade),
Paulo foge ao padrão mundano; opta por uma resposta branda.
Jesus é o grande exemplo.
Aos que o acusavam de fraqueza, responde: “Eu que, na verdade,
quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado
(corajoso) para convosco” (v.1).
Essa expressão não tinha nada de timidez. Na verdade, o apóstolo
agia assim para evitar um conflito maior, imitando a serenidade de
Cristo. Ele queria evitar uma ação disciplinar contra os rebeldes.
Além disso, Paulo não desejava amedrontar os cristãos de Corinto,
pois eram seus filhos espirituais.
Mt 11:29
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7
PAULO RESPONDE AOS SEUS
ADVERSÁRIOS
Paulo diz que sua conduta não era segundo a carne.
O apóstolo usa o termo “carne” em dois sentidos. Primeiro, no
sentido físico: andando na carne (v.3). “Embora vivendo com seres
humanos, não lutamos segundo os padrões do mundo”. Paulo
almejava que os coríntios lembrassem que ele e seus
companheiros eram homens comuns.
O segundo sentido da palavra “carne” é figurado; refere-se a uma
parte da natureza humana corrompida pelo pecado, que tende a
induzir-nos a contrariar as coisas espirituais. Reafirma o apóstolo:
“não militamos segundo a carne” (v.3). Em outras palavras, Paulo
estava declarando que não seguimos os desejos da carne,
porquanto, embora habitemos em corpos físicos, somos guiados
pelo Espírito de Deus.
2Co 10:-2-3
Gl 5:16
28/09/2015
8
INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO
APOSTOLADO
Os inimigos interiores .
No caso da igreja de Corinto, tais inimigos eram os argumentos
contra o Evangelho puro, simples e verdadeiro de Jesus Cristo, que
Paulo pregava e ensinava, bem como as falsas acusações contra
seu ministério. O apóstolo foi um bravo militante na guerra
espiritual contra os falsos ensinos na igreja ao longo de seu
ministério, pois sabia do estrago que esses inimigos poderiam
fazer na mente e coração humanos e, por conseguinte, na igreja.
2Co 10:-4-5
28/09/2015
9
INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO
APOSTOLADO
Nós também enfrentamos tais inimigos poderosos não somente
dentro de nossas igrejas, mas também em nossa mente e coração.
Em nosso íntimo, existem guerras espirituais sendo travadas. O
próprio apóstolo discorre sobre isso em sua carta aos Gálatas,
quando revela a luta entre os desejos da carne e do espírito.
Entretanto, Paulo nos revela como vencer essa guerra tão difícil
contra inimigos tão poderosos. “Digo, porém: Andai em Espírito e
não cumprireis a concupiscência da carne”. Fp 4:8-9
Gl 5:-17
Gl 5:-16
1Co 2:16
28/09/2015
10
INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO
APOSTOLADO
As armas espirituais. Paulo sabia que nesta guerra
espiritual ele não poderia utilizar armas carnais, tais como:
capacidade intelectual, influência, posição social etc. O Inimigo
não pode ser derrotado com armas semelhantes às suas, por isso,
as armas do apóstolo eram espirituais e “poderosas em Deus para
destruição das fortalezas”. Tais fortalezas (v.4) são utilizadas para
impedir que o conhecimento de Deus avance na mente e no
coração do homem (v.5). Enquanto soldados de Cristo, militando o
bom combate aqui na terra, estamos sujeitos às tentações e males
dentro e fora da igreja. Portanto, temos de andar de acordo com
as leis do Espírito, lutando sempre com as armas espirituais a
certeza da Salvação, e uma vida de oração.
2Co 10:-4-5
Ef 6:10:-18
28/09/2015
11
A perspectiva de Paulo quanto à
autoridade espiritual.
Paulo argumenta que sua autoridade apostólica encontra-se entre
o seu discurso e a sua prática, as atitudes dele refletiam a sua
pregação. Por isso, combatia de modo firme aqueles que se
opunham ao seu ministério. Também questionava as acusações
daqueles homens, pois assim como se autodeclaravam de Cristo,
Paulo também podia se declarar. Ele assegurou aquela igreja que
sua autoridade fora-lhe concedida pelo Senhor . Acima de tudo, a
integridade do seu caráter e ministério era o seu principal
argumento e defesa. Por fim, Paulo recomenda que nosso padrão
de medida deve ser o Senhor e não os outros, porquanto, se
fizermos assim, constataremos que não temos nenhum motivo
para se orgulhar. Nos versos finais do capítulo 10, o apóstolo ainda
aconselha a buscarmos o reconhecimento divino, e não humano.
2Co 10:7:11,17-18
28/09/2015
12
Credenciais do Apostolado
De Paulo
Conclusão
Paulo teve um encontro real e marcante com o Senhor ressurreto
no caminho de Damasco e foi convocado ao Ministério por ELE,
recebeu do próprio Senhor o conteúdo do Evangelho que
ensinava. O apóstolo afirma, categoricamente, que pertence a
Cristo tanto quanto qualquer crente convicto.
A autoridade apostólica de Paulo, exercida com tanta seriedade,
fora lhe concedida pelo Senhor e encontrava-se fundamentada em
seu relacionamento com Deus e na integridade de seu caráter e
ministério. Portanto, se estivermos conscientes de nosso chamado
divino e exercermos com integridade nosso ministério, não
devemos temer falsas acusações, pois essas sempre farão parte da
vida de um servo fiel.
DICIONÁRIO
28/09/2015 14
Milícia: é a designação genérica das organizações militares ou
paramilitares compostas por cidadãos comuns, armados ou
com poder de polícia que teoricamente não integram as forças
armadas de um país.
É uma espécie de tropa informal para deter o poder de uma
região ou comunidade.
Autoridade: uma das palavras gregas para autoridade é
exousia, cujo significado é poder, liberdade ou direito de
escolher, agir, possuir ou controlar.
28/09/2015 15
Bibliografia
Bíblia Português, Bíblia de Estudo Pentecostal, Sociedade Bíblica do
Brasil, São Paulo, 1995.
Site Estudantes da Bíblia, acessado em 28/09/2015
http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2010/2010_01_
10.htm
Bíblia Português, Bíblia de Estudo Temas em Concordância, Editora
Central Gospel, Rio de Janeiro, Edição, 2005.
OBRIGADO : : Márcio José Pereira
: : Ebenézer “Até aqui nos ajudou o Senhor.
João 13:17- Se sabeis estas coisas, bem-
aventurados sois se as fizerdes.
DEUS ABENÇOE MUITO VOCÊS!!
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2 Coríntios Capítulo 10 - Paulo defende seu ministério

  • 4. 4 Paulo defende sua autoridade Apostólica 2 Coríntios 10:1-18 Paulo escreveu esta epístola a três classes de pessoas em Corinto. (1) Escreveu para encorajar a maioria da igreja que lhe era fiel, como seu pai espiritual. 2Co 1:12 (2) Para contestar e desmascarar os falsos apóstolos que continuavam a difamá-lo, para, assim, enfraquecer a sua autoridade e o seu apostolado, e distorcer a sua mensagem. 2Co 4:1-5 (3) Escreveu, também, para repreender a minoria na igreja influenciada por seus oponentes e que não acatavam a sua autoridade e correção. Paulo reafirmou sua integridade e sua autoridade apostólica em relação a eles, esclareceu os seus motivos e os advertiu contra novas rebeliões. 2 Coríntios visou a preparar a igreja como um todo, para sua visita iminente. 2Co 10:2,10
  • 5. 28/09/2015 5 2Co 2:4 PAULO RESPONDE AOS SEUS ADVERSÁRIOS Paulo era um homem que, à nossa semelhança, sofria os efeitos das emoções. Tinha todas as características, positivas e negativas, de um ser humano normal. Entretanto, por ser extremamente emotivo, sentiu fortemente as injustiças que lhe fizeram alguns coríntios. A aspereza de suas palavras, quando se refere aos seus opositores, provocou uma reação ainda mais hostil por parte de alguns membros da igreja. Todavia, no capítulo 10, Paulo utiliza-se de um teor mais brando e delicado. Todo obreiro, portanto, é um ser humano dotado de sentimentos e que reage às situações; controlado, porém, pelo Espírito, não perde jamais a compostura cristã. 2Co 7:8 2Co 10:1-2
  • 6. 28/09/2015 6 PAULO RESPONDE AOS SEUS ADVERSÁRIOS Ao apelar para as virtudes de Cristo (mansidão e benignidade), Paulo foge ao padrão mundano; opta por uma resposta branda. Jesus é o grande exemplo. Aos que o acusavam de fraqueza, responde: “Eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado (corajoso) para convosco” (v.1). Essa expressão não tinha nada de timidez. Na verdade, o apóstolo agia assim para evitar um conflito maior, imitando a serenidade de Cristo. Ele queria evitar uma ação disciplinar contra os rebeldes. Além disso, Paulo não desejava amedrontar os cristãos de Corinto, pois eram seus filhos espirituais. Mt 11:29
  • 7. 28/09/2015 7 PAULO RESPONDE AOS SEUS ADVERSÁRIOS Paulo diz que sua conduta não era segundo a carne. O apóstolo usa o termo “carne” em dois sentidos. Primeiro, no sentido físico: andando na carne (v.3). “Embora vivendo com seres humanos, não lutamos segundo os padrões do mundo”. Paulo almejava que os coríntios lembrassem que ele e seus companheiros eram homens comuns. O segundo sentido da palavra “carne” é figurado; refere-se a uma parte da natureza humana corrompida pelo pecado, que tende a induzir-nos a contrariar as coisas espirituais. Reafirma o apóstolo: “não militamos segundo a carne” (v.3). Em outras palavras, Paulo estava declarando que não seguimos os desejos da carne, porquanto, embora habitemos em corpos físicos, somos guiados pelo Espírito de Deus. 2Co 10:-2-3 Gl 5:16
  • 8. 28/09/2015 8 INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO APOSTOLADO Os inimigos interiores . No caso da igreja de Corinto, tais inimigos eram os argumentos contra o Evangelho puro, simples e verdadeiro de Jesus Cristo, que Paulo pregava e ensinava, bem como as falsas acusações contra seu ministério. O apóstolo foi um bravo militante na guerra espiritual contra os falsos ensinos na igreja ao longo de seu ministério, pois sabia do estrago que esses inimigos poderiam fazer na mente e coração humanos e, por conseguinte, na igreja. 2Co 10:-4-5
  • 9. 28/09/2015 9 INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO APOSTOLADO Nós também enfrentamos tais inimigos poderosos não somente dentro de nossas igrejas, mas também em nossa mente e coração. Em nosso íntimo, existem guerras espirituais sendo travadas. O próprio apóstolo discorre sobre isso em sua carta aos Gálatas, quando revela a luta entre os desejos da carne e do espírito. Entretanto, Paulo nos revela como vencer essa guerra tão difícil contra inimigos tão poderosos. “Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne”. Fp 4:8-9 Gl 5:-17 Gl 5:-16 1Co 2:16
  • 10. 28/09/2015 10 INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO APOSTOLADO As armas espirituais. Paulo sabia que nesta guerra espiritual ele não poderia utilizar armas carnais, tais como: capacidade intelectual, influência, posição social etc. O Inimigo não pode ser derrotado com armas semelhantes às suas, por isso, as armas do apóstolo eram espirituais e “poderosas em Deus para destruição das fortalezas”. Tais fortalezas (v.4) são utilizadas para impedir que o conhecimento de Deus avance na mente e no coração do homem (v.5). Enquanto soldados de Cristo, militando o bom combate aqui na terra, estamos sujeitos às tentações e males dentro e fora da igreja. Portanto, temos de andar de acordo com as leis do Espírito, lutando sempre com as armas espirituais a certeza da Salvação, e uma vida de oração. 2Co 10:-4-5 Ef 6:10:-18
  • 11. 28/09/2015 11 A perspectiva de Paulo quanto à autoridade espiritual. Paulo argumenta que sua autoridade apostólica encontra-se entre o seu discurso e a sua prática, as atitudes dele refletiam a sua pregação. Por isso, combatia de modo firme aqueles que se opunham ao seu ministério. Também questionava as acusações daqueles homens, pois assim como se autodeclaravam de Cristo, Paulo também podia se declarar. Ele assegurou aquela igreja que sua autoridade fora-lhe concedida pelo Senhor . Acima de tudo, a integridade do seu caráter e ministério era o seu principal argumento e defesa. Por fim, Paulo recomenda que nosso padrão de medida deve ser o Senhor e não os outros, porquanto, se fizermos assim, constataremos que não temos nenhum motivo para se orgulhar. Nos versos finais do capítulo 10, o apóstolo ainda aconselha a buscarmos o reconhecimento divino, e não humano. 2Co 10:7:11,17-18
  • 13. Conclusão Paulo teve um encontro real e marcante com o Senhor ressurreto no caminho de Damasco e foi convocado ao Ministério por ELE, recebeu do próprio Senhor o conteúdo do Evangelho que ensinava. O apóstolo afirma, categoricamente, que pertence a Cristo tanto quanto qualquer crente convicto. A autoridade apostólica de Paulo, exercida com tanta seriedade, fora lhe concedida pelo Senhor e encontrava-se fundamentada em seu relacionamento com Deus e na integridade de seu caráter e ministério. Portanto, se estivermos conscientes de nosso chamado divino e exercermos com integridade nosso ministério, não devemos temer falsas acusações, pois essas sempre farão parte da vida de um servo fiel.
  • 14. DICIONÁRIO 28/09/2015 14 Milícia: é a designação genérica das organizações militares ou paramilitares compostas por cidadãos comuns, armados ou com poder de polícia que teoricamente não integram as forças armadas de um país. É uma espécie de tropa informal para deter o poder de uma região ou comunidade. Autoridade: uma das palavras gregas para autoridade é exousia, cujo significado é poder, liberdade ou direito de escolher, agir, possuir ou controlar.
  • 15. 28/09/2015 15 Bibliografia Bíblia Português, Bíblia de Estudo Pentecostal, Sociedade Bíblica do Brasil, São Paulo, 1995. Site Estudantes da Bíblia, acessado em 28/09/2015 http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2010/2010_01_ 10.htm Bíblia Português, Bíblia de Estudo Temas em Concordância, Editora Central Gospel, Rio de Janeiro, Edição, 2005.
  • 16. OBRIGADO : : Márcio José Pereira : : Ebenézer “Até aqui nos ajudou o Senhor. João 13:17- Se sabeis estas coisas, bem- aventurados sois se as fizerdes. DEUS ABENÇOE MUITO VOCÊS!! TAMU JUNTU!!!! 28/09/2015 16

Notas do Editor

  1. e depois de tê-los instruído acerca dos princípios da prática cristã de contribuir — 2 Coríntios 8 e 9 ver mensagem anterior — Paulo agora se volta para tratar daqueles que estavam causando problemas na igreja em Corinto.  B. Nesta passagem nós podemos perceber um tipo de situação que pode existir em qualquer igreja, em qualquer comunidade, onde um pequeno grupo causa grandes prejuízos para todo mundo. 
  2. A combinação destas duas palavras por Paulo nos indicam que ele não pensava de si mais do que devia e em vez de reagir, mesmo para defender seus direitos violados por outros, preferia, por causa de um bem maior, se restringir em suas ações. Ver Mateus 26:53 que descreve a atitude de Jesus quando vieram para prendê-lo.  PENSAVA NO BEM MAIOR, NA VIDA DOS PECADORES!!! 10.1 EU, PAULO, VOS ROGO. A maioria dos crentes coríntios aceitou a autoridade de Paulo e se submeteu aos seus ensinos e apostolado (7.8-16). Havia, no entanto, uma minoria, orientada por falsos obreiros, que subvertia o evangelho, fazendo o trabalho de Satanás (11.13,14), e que continuava a resistir a Paulo e a caluniar sua pessoa e seu caráter. Nos caps. 10-13, Paulo se dirige a esses falsos crentes
  3. A combinação destas duas palavras por Paulo nos indicam que ele não pensava de si mais do que devia e em vez de reagir, mesmo para defender seus direitos violados por outros, preferia, por causa de um bem maior, se restringir em suas ações. Ver Mateus 26:53 que descreve a atitude de Jesus quando vieram para prendê-lo.  PENSAVA NO BEM MAIOR, NA VIDA DOS PECADORES!!!
  4. Milícia é a designação genérica das organizações militares ou paramilitares compostas por cidadãos comuns, armados ou com poder de polícia que teoricamente não integram as forças armadas de um país. As milícias é uma espécie de tropa informal para deter o poder de uma região ou comunidade
  5. LER O TEXTO MENTE
  6. Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são, em si mesmas, inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás. As únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais de Satanás, a injustiça e os falsos ensinos são as que Deus nos dá.
  7. O significado de autoridade. De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, uma das palavras gregas para autoridade é exousia, cujo significado é poder, liberdade ou direito de escolher, agir, possuir ou controlar. Tratando-se da questão abordada por Paulo nesta segunda carta, esse termo é o que melhor se enquadra, uma vez que o apóstolo discute exatamente a qualidade espiritual de sua autoridade.