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Necessidade Humana Básica de
Terapêutica: via Parenteral
COLEGIO E CURSO DINÂMICO
Educação Profissional e Tecnológica.
Administração de medicamentos via parenteral
TIPOS DE SERINGAS: Formada pelo embolo, cilindro ou corpo e bico
Administração de medicamentos via parenteral
 Graduação das Seringas:
Seringas de 20 ml: escala de 1 ml
Seringas de 10 ml: escalas de 0,2 ml
Seringas de 5 ml: escalas de 0,2 ml
Seringas de 3 ml: escalas de 0,1 ml
Seringas de 1 ml: escalas de 0,1 ml, 2 U, 1 U.
Vias de utilização das Seringas
ID: seringas de 1 e 3 ml
SC: seringas de 1 e 3 ml
IM: seringas de 3 e 5 ml
EV: seringas de 10 ou 20 ml
Administração de medicamentos via parenteral
Agulhas: Formada pelo canhão, haste e bisel.
Tipos de agulhas e utilizações
40 x 12 – aspiração e preparo de medicações
30 x 7 – aplicação EV paciente adulto
25 x 7 – aplicação EV paciente adulto
30 x 8 – aplicação IM paciente adulto
25 x 8 – aplicação IM paciente adulto
20 x 5,5 - aplicação IM crianças
13 x 4,5 – aplicação ID e SC
13 x 4,0 – aplicação IC e SC
Administração de medicamentos via parenteral
Técnica para quebrar ampola (POTTER e PERRY,) 2021.
Técnica de aspirar medicamento (POTTER e PERRY, 2021).
Faixa etária Espessura cutânea Solução aquosa
Solução oleosa ou suspensão
Adulto
Magro
Normal
Obeso
20 x 7
30 x 7
40 x 7
25 x 8
30 x 8
40 x 8
Criança
Magra
Normal
Obesa
20 x 6
25 x 7
30 x 7
20 x 7
25 x 8
30 x 8
Quadro com a numeração adequada das agulhas de acordo a faixa etária e o peso
corporal
Introduzir a agulha de forma rápida e firme, com o bisel seguindo o sentido das fibras
musculares.
Músculo deltóide: Bisel lateralizado.
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INTRADERMICA
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HIPODERMÓCLISE
INTRAMUSCULAR (IM)
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IM - DORSOGLÚTEO
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IM - VENTROGLÚTEO
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ESCOLHA DO SÍTIO DE INSERÇÃO
ESCOLHA DO SÍTIO DE INSERÇÃO
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PREPARO DA PELE
PREPARO DA PELE
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Central ou Periférico.
MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO
Permeabilidade da linha venosa, deve-se promover
um fluxo contínuo de solução glicosada ou salina.
Quando a veia for apenas para medicação, pode ser
mantida com solução salina OU solução de heparina
conforme política da Instituição
MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO
PREVENÇÃO DE INFECÇÃO:
Cuidado na manipulação:
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•Antissepsia adequada da pele,
•Uso de luvas,
•Desinfecção das conexões antes da manipulação,
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MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO
Do cateter junto à área de inserção é
fundamental, não só para assegurar a
permanência e o bom funcionamento do
mesmo, como também para prevenir a
contaminação.
FIXAÇÃO ADEQUADA
MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO
Escolher veias preferencialmente calibrosas e distantes
de articulações, tendões, nervos e proeminências ósseas.
ESCOLHAS DOS VASOS
EVITAR:
• veias esclerosadas, finas, frágeis, membros com
linfoedema, membros inferiores, veias rígidas, escuras,
“endurecidas”, doloridas, com flebites, lesões,
infecções
• regiões próximas a hematomas
* No entanto, nem sempre é possível fugir destes riscos
então:
REDOBRE A ATENÇÃO.
ESCOLHAS DOS VASOS
EVITAR:
• Local submetido à irradiação, correspondente a
mastectomia, principalmente nos casos em que foi
realizado exérese ganglionar parcial ou total
• Membros plégicos, paréticos e edemaciados.
Na vigência de medicamentos que induzem ao sono
alteram o status mental, redobre sua atenção durante a
infusão dos medicamentos.
ESCOLHAS DOS VASOS
EVITAR:
• Local submetido à irradiação, correspondente a
mastectomia, principalmente nos casos em que foi
realizado exérese ganglionar parcial ou total
• Membros plégicos, paréticos e edemaciados.
Na vigência de medicamentos que induzem ao sono
alteram o status mental, redobre sua atenção durante a
infusão dos medicamentos.
ESCOLHAS DOS VASOS
Nem toda veia que apresenta refluxo, está adequada para a
infusão, como o inverso também é verdadeiro, nem toda veia que
não reflui é inadequada para as infusões de medicamentos.
Desta forma as referências mais seguras, que a enfermagem dispõe
são:
• As informações do próprio paciente,
• A hiperemia próxima a agulha
• E o "abaulamento“.
Peça auxílio do paciente, as informações dele são sua
melhor referência.
Sinais e Sintomas de extravasamento
As queixas e sintomas agudos mais comuns são:
• Dor, hiperemia, queimação, ardência, desconforto local,
Eritema, sensação de “picadas”, calor local, fisgadas
(vasoespasmo).
As alterações tardias mais comuns são:
• Dor, edema, enduração, hiperpigmentação, celulite,
ulceração, vesículas, inflamação e necrose.
Técnica da Punção Venosa
•Se a primeira punção foi inadequada, executar a seguinte
distante da primeira, se possível no outro membro, ou
região acima da primeira punção.
•Isto reduzirá o risco de extravasamento / infiltração
adicional ao redor da punção anterior.
•Garrotear o membro submetido a punção anterior
ineficaz, poderá aumentar o tamanho do hematoma
Técnica da Punção Venosa
SEQUÊNCIA DE OPÇÃO PARA PUNÇÃO:
• DORSO DA MÃO, ANTEBRAÇO E BRAÇO, OU SEJA DA REGIÃO
MAIS DISTAL PARA A MAIS PROXIMAL; estas regiões permitem
uma punção em acesso superficial, que ao menor sinal de
extravasamento já é observado.
•A desvantagem é que no dorso da mão, estas veias são
menos calibrosas.
•Utilizando esta sequência você terá mais opção de
acesso venoso ao longo do tratamento
Técnica da Punção Venosa
FOSSA CUBITAL
• Permite punção profunda;
• Restringe os movimentos do paciente;
• EXTRAVASAMENTO nesta área podem causar
desde os danos como dor, complicações funcionais
levados pela contratura e imobilidade.
Preservar para as transfusões de
HEMODERIVADOS, que requerem acessos e
dispositivos mais calibrosos.
Observações durante a infusão
•Observar todo o trajeto da veia, o extravasamento pode
ocorrer distante da punção; cuidado redobrado no
inverno, pois o paciente está mais agasalhado, com o
braço normalmente todo coberto.
•Orientar o paciente para que evite movimentos bruscos
ou de apoio, com o membro que esta com punção
periférica, principalmente durante a infusão das drogas.
•Certificar-se do posicionamento correto do acesso
venoso antes e durante a aplicação
Observações durante a infusão
•Observar todo o trajeto da veia, o extravasamento pode
ocorrer distante da punção; cuidado redobrado no
inverno, pois o paciente está mais agasalhado, com o
braço normalmente todo coberto.
•Orientar o paciente para que evite movimentos bruscos
ou de apoio, com o membro que esta com punção
periférica, principalmente durante a infusão das drogas.
•Certificar-se do posicionamento correto do acesso
venoso antes e durante a aplicação
Observações durante a infusão
•ADMINISTRAR inicialmente o vaso com soro 0,9%.
•Testar o retorno venoso (torcendo a borracha do soro ou
abaixando a bolsa / frasco ou aspirando com seringa).
•Observar rigorosamente e continuamente a venopunção
durante a administração da droga.
Observações durante a infusão
• Orientar o paciente que observe atentamente a
infusão do SF, para que tenha um parâmetro, a ser
usado durante a infusão dos demais
medicamentos e que qualquer sensação diferente,
informe imediatamente a enfermeira.
• Interrompa imediatamente a infusão na primeira
queixa do paciente, até certificar-se que tudo esta
bem ou trocar a punção.
Observações durante a infusão
•Antes de manipular as conexões: seringa-scalp,
seringa-cateter, seringa-torneirinha, cateter-
torneirinha, assim como dos equipos com outros
dispositivos, sempre faça a desinfecção com álcool
70%.
•Ao trocar uma seringa por outra, ou por um equipo,
após a desinfecção, coloque sob a conexão laminas de
gaze ou algodão embebido em álcool a 70 %, de
forma que qualquer gotícula de droga, que
desprenda-se da conexão seja amparada
Observações durante a infusão
• Durante as infusões sejam elas em bolus ou contínua,
observe atentamente a área puncionada, frente a qualquer
sinal ou sintoma de extravasamento interrompa
imediatamente a infusão.
• Entre a administração de uma medicação e a outra, lavar a
veia com 5 a 40 ml do SF 0,9%.
• Muitas vezes injetores não tem material adequado
(autoselante), permitindo vazamento ao longo do
uso.
• Evite perfurar a "borracha" do equipo.
Observações durante a infusão
• Não misturar drogas diferentes em um mesmo recipiente, seringa
ou frasco, a não ser que as drogas sejam compatíveis, e façam parte
do protocolo;
•Não infundir soluções turvas.
•Precipitados, garanta que a droga esteja bem
dissolvida, sem alteração de coloração e aspecto.
• Reconstituição
• Aspiração
• Diluição
Observações durante a infusão
• Produz um nível máximo quase imediato no sangue do paciente;
• Verificar sempre se o medicamento pode ser administrado em
bolus (Ex:
KCl :NUNCA);
• Verificar as condições clínicas do paciente: antes
e após a adm. (hipotensão,
hipersensibilidade, arritmias);
• Material apropriado;
• Compatibilidade da solução, com a que está em infusão continua;
• Manutenção do acesso intermitente (bloqueio salino ou
heparina).
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ADMINISTRAÇÃO EM BÓLUS
• Feche o clamp de controle do fluxo no acesso
venoso existente;
• Faça a desinfecção do conector em Y ou da
torneirinha ou polifix®;
• Introduza a agulha da seringa ou o sistema sem
agulha ou conecte a seringa;
• Injetar o medicamento na velocidade prescrita.
ADMINISTRAÇÃO EM BÓLUS
• Retire a seringa e abra o clamp que controla o
fluxo, estabeleça a velocidade de fluxo primário
ou feche o sistema: bloqueio salinizado ou c/
heparina conforme padrão.
• Quando a administração em bolus não é
compatível com a infusão primária, infunda SF
0,9% (5 a 40ml) para “lavar” o acesso antes de
administrar a medicação e repita o processo ao
final da adm. em bolus.
Infusão Intermitente
• Muitos medicamentos são administrados desta
forma, o tempo da infusão dependerá do tipo de
medicamento;
• Conforme o tempo de infusão verifique a
necessidade de uso de fita de tempo ou bomba de
infusão para manter a velocidade correta e
constante;
• Troca de equipo 48 a 72 h (instituição);
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  • 1. Necessidade Humana Básica de Terapêutica: via Parenteral COLEGIO E CURSO DINÂMICO Educação Profissional e Tecnológica.
  • 2. Administração de medicamentos via parenteral TIPOS DE SERINGAS: Formada pelo embolo, cilindro ou corpo e bico
  • 4.  Graduação das Seringas: Seringas de 20 ml: escala de 1 ml Seringas de 10 ml: escalas de 0,2 ml Seringas de 5 ml: escalas de 0,2 ml Seringas de 3 ml: escalas de 0,1 ml Seringas de 1 ml: escalas de 0,1 ml, 2 U, 1 U. Vias de utilização das Seringas ID: seringas de 1 e 3 ml SC: seringas de 1 e 3 ml IM: seringas de 3 e 5 ml EV: seringas de 10 ou 20 ml Administração de medicamentos via parenteral
  • 5. Agulhas: Formada pelo canhão, haste e bisel. Tipos de agulhas e utilizações 40 x 12 – aspiração e preparo de medicações 30 x 7 – aplicação EV paciente adulto 25 x 7 – aplicação EV paciente adulto 30 x 8 – aplicação IM paciente adulto 25 x 8 – aplicação IM paciente adulto 20 x 5,5 - aplicação IM crianças 13 x 4,5 – aplicação ID e SC 13 x 4,0 – aplicação IC e SC Administração de medicamentos via parenteral
  • 6. Técnica para quebrar ampola (POTTER e PERRY,) 2021. Técnica de aspirar medicamento (POTTER e PERRY, 2021).
  • 7. Faixa etária Espessura cutânea Solução aquosa Solução oleosa ou suspensão Adulto Magro Normal Obeso 20 x 7 30 x 7 40 x 7 25 x 8 30 x 8 40 x 8 Criança Magra Normal Obesa 20 x 6 25 x 7 30 x 7 20 x 7 25 x 8 30 x 8 Quadro com a numeração adequada das agulhas de acordo a faixa etária e o peso corporal Introduzir a agulha de forma rápida e firme, com o bisel seguindo o sentido das fibras musculares. Músculo deltóide: Bisel lateralizado. Dorso glúteo: Bisel para baixo. Ventro-glúteo: Bisel lateralizado. Vasto lateral: Bisel lateralizado.
  • 21. IM – VASTO LATERAL DA COXA
  • 31. ESCOLHA DO SÍTIO DE INSERÇÃO
  • 32. ESCOLHA DO SÍTIO DE INSERÇÃO
  • 40. Central ou Periférico. MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO Permeabilidade da linha venosa, deve-se promover um fluxo contínuo de solução glicosada ou salina. Quando a veia for apenas para medicação, pode ser mantida com solução salina OU solução de heparina conforme política da Instituição
  • 41. MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO PREVENÇÃO DE INFECÇÃO: Cuidado na manipulação: •Lavagem correta das mãos, •Antissepsia adequada da pele, •Uso de luvas, •Desinfecção das conexões antes da manipulação, •Solução a ser infundida.
  • 42. MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO Do cateter junto à área de inserção é fundamental, não só para assegurar a permanência e o bom funcionamento do mesmo, como também para prevenir a contaminação. FIXAÇÃO ADEQUADA
  • 43. MANUTENÇÃO DO ACESSO VENOSO Escolher veias preferencialmente calibrosas e distantes de articulações, tendões, nervos e proeminências ósseas.
  • 44. ESCOLHAS DOS VASOS EVITAR: • veias esclerosadas, finas, frágeis, membros com linfoedema, membros inferiores, veias rígidas, escuras, “endurecidas”, doloridas, com flebites, lesões, infecções • regiões próximas a hematomas * No entanto, nem sempre é possível fugir destes riscos então: REDOBRE A ATENÇÃO.
  • 45. ESCOLHAS DOS VASOS EVITAR: • Local submetido à irradiação, correspondente a mastectomia, principalmente nos casos em que foi realizado exérese ganglionar parcial ou total • Membros plégicos, paréticos e edemaciados. Na vigência de medicamentos que induzem ao sono alteram o status mental, redobre sua atenção durante a infusão dos medicamentos.
  • 46. ESCOLHAS DOS VASOS EVITAR: • Local submetido à irradiação, correspondente a mastectomia, principalmente nos casos em que foi realizado exérese ganglionar parcial ou total • Membros plégicos, paréticos e edemaciados. Na vigência de medicamentos que induzem ao sono alteram o status mental, redobre sua atenção durante a infusão dos medicamentos.
  • 47. ESCOLHAS DOS VASOS Nem toda veia que apresenta refluxo, está adequada para a infusão, como o inverso também é verdadeiro, nem toda veia que não reflui é inadequada para as infusões de medicamentos. Desta forma as referências mais seguras, que a enfermagem dispõe são: • As informações do próprio paciente, • A hiperemia próxima a agulha • E o "abaulamento“. Peça auxílio do paciente, as informações dele são sua melhor referência.
  • 48. Sinais e Sintomas de extravasamento As queixas e sintomas agudos mais comuns são: • Dor, hiperemia, queimação, ardência, desconforto local, Eritema, sensação de “picadas”, calor local, fisgadas (vasoespasmo). As alterações tardias mais comuns são: • Dor, edema, enduração, hiperpigmentação, celulite, ulceração, vesículas, inflamação e necrose.
  • 49. Técnica da Punção Venosa •Se a primeira punção foi inadequada, executar a seguinte distante da primeira, se possível no outro membro, ou região acima da primeira punção. •Isto reduzirá o risco de extravasamento / infiltração adicional ao redor da punção anterior. •Garrotear o membro submetido a punção anterior ineficaz, poderá aumentar o tamanho do hematoma
  • 50. Técnica da Punção Venosa SEQUÊNCIA DE OPÇÃO PARA PUNÇÃO: • DORSO DA MÃO, ANTEBRAÇO E BRAÇO, OU SEJA DA REGIÃO MAIS DISTAL PARA A MAIS PROXIMAL; estas regiões permitem uma punção em acesso superficial, que ao menor sinal de extravasamento já é observado. •A desvantagem é que no dorso da mão, estas veias são menos calibrosas. •Utilizando esta sequência você terá mais opção de acesso venoso ao longo do tratamento
  • 51. Técnica da Punção Venosa FOSSA CUBITAL • Permite punção profunda; • Restringe os movimentos do paciente; • EXTRAVASAMENTO nesta área podem causar desde os danos como dor, complicações funcionais levados pela contratura e imobilidade. Preservar para as transfusões de HEMODERIVADOS, que requerem acessos e dispositivos mais calibrosos.
  • 52. Observações durante a infusão •Observar todo o trajeto da veia, o extravasamento pode ocorrer distante da punção; cuidado redobrado no inverno, pois o paciente está mais agasalhado, com o braço normalmente todo coberto. •Orientar o paciente para que evite movimentos bruscos ou de apoio, com o membro que esta com punção periférica, principalmente durante a infusão das drogas. •Certificar-se do posicionamento correto do acesso venoso antes e durante a aplicação
  • 53. Observações durante a infusão •Observar todo o trajeto da veia, o extravasamento pode ocorrer distante da punção; cuidado redobrado no inverno, pois o paciente está mais agasalhado, com o braço normalmente todo coberto. •Orientar o paciente para que evite movimentos bruscos ou de apoio, com o membro que esta com punção periférica, principalmente durante a infusão das drogas. •Certificar-se do posicionamento correto do acesso venoso antes e durante a aplicação
  • 54. Observações durante a infusão •ADMINISTRAR inicialmente o vaso com soro 0,9%. •Testar o retorno venoso (torcendo a borracha do soro ou abaixando a bolsa / frasco ou aspirando com seringa). •Observar rigorosamente e continuamente a venopunção durante a administração da droga.
  • 55. Observações durante a infusão • Orientar o paciente que observe atentamente a infusão do SF, para que tenha um parâmetro, a ser usado durante a infusão dos demais medicamentos e que qualquer sensação diferente, informe imediatamente a enfermeira. • Interrompa imediatamente a infusão na primeira queixa do paciente, até certificar-se que tudo esta bem ou trocar a punção.
  • 56. Observações durante a infusão •Antes de manipular as conexões: seringa-scalp, seringa-cateter, seringa-torneirinha, cateter- torneirinha, assim como dos equipos com outros dispositivos, sempre faça a desinfecção com álcool 70%. •Ao trocar uma seringa por outra, ou por um equipo, após a desinfecção, coloque sob a conexão laminas de gaze ou algodão embebido em álcool a 70 %, de forma que qualquer gotícula de droga, que desprenda-se da conexão seja amparada
  • 57. Observações durante a infusão • Durante as infusões sejam elas em bolus ou contínua, observe atentamente a área puncionada, frente a qualquer sinal ou sintoma de extravasamento interrompa imediatamente a infusão. • Entre a administração de uma medicação e a outra, lavar a veia com 5 a 40 ml do SF 0,9%. • Muitas vezes injetores não tem material adequado (autoselante), permitindo vazamento ao longo do uso. • Evite perfurar a "borracha" do equipo.
  • 58. Observações durante a infusão • Não misturar drogas diferentes em um mesmo recipiente, seringa ou frasco, a não ser que as drogas sejam compatíveis, e façam parte do protocolo; •Não infundir soluções turvas. •Precipitados, garanta que a droga esteja bem dissolvida, sem alteração de coloração e aspecto. • Reconstituição • Aspiração • Diluição
  • 59. Observações durante a infusão • Produz um nível máximo quase imediato no sangue do paciente; • Verificar sempre se o medicamento pode ser administrado em bolus (Ex: KCl :NUNCA); • Verificar as condições clínicas do paciente: antes e após a adm. (hipotensão, hipersensibilidade, arritmias); • Material apropriado; • Compatibilidade da solução, com a que está em infusão continua; • Manutenção do acesso intermitente (bloqueio salino ou heparina).
  • 61. ADMINISTRAÇÃO EM BÓLUS • Feche o clamp de controle do fluxo no acesso venoso existente; • Faça a desinfecção do conector em Y ou da torneirinha ou polifix®; • Introduza a agulha da seringa ou o sistema sem agulha ou conecte a seringa; • Injetar o medicamento na velocidade prescrita.
  • 62. ADMINISTRAÇÃO EM BÓLUS • Retire a seringa e abra o clamp que controla o fluxo, estabeleça a velocidade de fluxo primário ou feche o sistema: bloqueio salinizado ou c/ heparina conforme padrão. • Quando a administração em bolus não é compatível com a infusão primária, infunda SF 0,9% (5 a 40ml) para “lavar” o acesso antes de administrar a medicação e repita o processo ao final da adm. em bolus.
  • 63. Infusão Intermitente • Muitos medicamentos são administrados desta forma, o tempo da infusão dependerá do tipo de medicamento; • Conforme o tempo de infusão verifique a necessidade de uso de fita de tempo ou bomba de infusão para manter a velocidade correta e constante; • Troca de equipo 48 a 72 h (instituição);
  • 66. ABOCATH / JELCO / CATETER FLEXÍVEIS
  • 78. Necessidade Humana Básica de Terapêutica: VIA ENTERAL