SlideShare uma empresa Scribd logo
CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
AMPLIADO LOMBA DO PINHEIRO
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE
ACOLHIDA COLETIVA
Porto Alegre
2013
FUNDAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA
ACOLHIDA COLETIVA
• ESPAÇO INICIAL DE CONTATO DA FAMILIA;
• ENFOQUE INFORMATIVO
• ESCLARECE SOBRE OS SERVIÇOS
• ACESSO A DIREITOS
• PROPORCIONA PROCESSOS DE REFLEXÃO
COM OS USUARIOS SOBRE CARATER
COLETIVO;
“ACOLHIDA COLETIVA”
TERRITÓRIO LOMBA DO PINHEIRO
RELEVÂNCIA
A Acolhida Coletiva é o espaço onde ocorre o primeiro contato dos
usuários com a Política de Assistência Social no CRAS e SAFs. Tendo em
vista o contexto vulnerável onde as famílias referenciadas estão inseridas,
busca-se oportunizar um compartilhamento de problemáticas de forma que
os usuários percebam que suas fragilidades não são questões pessoais,
particulares, mas estão relacionadas com um contexto social.
Acolher em grupo e possibilitar que os participantes dialoguem entre si,
também é favorecer que as potencialidades das comunidades apareçam e
permitir que o usuário se veja como capaz de protagonizar ações
construtivas no meio em que vive. Isto é visível quando alguém socializa
alguma informação ou fortalece “outros” com palavras ou atitudes.
Também percebe-se aí uma possibilidade de mudança na relação de
poder técnico-usuário, uma reversão no modelo comunicacional vigente
nos Equipamentos.
APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA”
APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA”
OBJETIVO GERAL: Iniciar um trabalho de fortalecimento de famílias e
comunidade a partir do encontro entre usuários e, destes com o técnico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Permitir um primeiro contato das famílias com a Política de Assistência
Social;
• Possibilitar o encontro entre as multiplicidades culturais do território;
• Favorecer uma leitura ampliada das demandas da região e dos
usuários que buscam espontaneamente o CRAS e SAF's.
APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA”
METODOLOGIA
• Apresentação inicial do técnico e, em seguida, do próprio CRAS e da
Política de Assistência;
• Informações a respeito do funcionamento do CRAS, orientações em
relação ao CADÚNICO, serviços, programas, projetos e benefícios de
proteção social básica;
• Participação ativa dos usuários:
“...Sobre isto que foi colocado, alguém tem algo a dizer ou alguma
sugestão?” Ou seja, o trabalho é feito a partir do pressuposto de que
todos sabem alguma coisa e ninguém sabe tudo e que a arte da conversa
tem muito valor na construção da cidadania.
APRESENTAÇÃO DA AÇÃO ACOLHIDA COLETIVA
METODOLOGIA
• Conversar fazendo desaparecer as divergências, buscando fazer
emergir sentidos a partir do conjunto de saberes presentes. Cada
acolhida é única, singular, porque depende muito mais dos participantes
do que de uma técnica metodológica.
• Quem não se sente confortável para falar sobre sua questão no grupo,
tem a opção de escuta individual, em período posterior ao da acolhida
coletiva.
• O profissional estabelece um diálogo com o usuário visando à
identificação dos anseios daquele indivíduo/família frente suas
necessidades e vulnerabilidades. Com o objetivo de reconhecer as
demandas implícitas e explícitas. A construção desse vínculo é
fundamental para a continuidade do atendimento socioassistencial e isso
só será possível a partir de uma escuta “verdadeira”, com afeto,
aproximação e empatia.
IMPACTO SOCIAL
Proporciona o início de um trabalho de empoderamento dos sujeitos sobre
si e sobre seus contextos sócio-históricos. Oportuniza que os trabalhadores
da Assistência mapeiem as demandas dos territórios familiares e
comunitários e planejem suas intervenções. A partir da Acolhida Coletiva o
trabalho de acompanhamento irá se desenvolver e proporcionar que esta
escuta inicial se transforme em um trabalho que continuará acolhendo
essas famílias durante determinado período, variável de acordo com as
demandas mapeadas.
Tais considerações conferem na fala dos usuários o sentido de
protagonismo social, pois quando convocados a avaliar a ação, destacam-
se as seguintes:
APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA”
“É muito bom assim, porque eu vi que não sou só eu que tenho problemas.”
“Não podemos ter vergonha, porque se a gente não fala não consegue ser ajudado.”
REFERÊNCIAS
TEIXEIRA, Ricardo Rodrigues. O acolhimento num serviço de saúde
entendido como uma rede de conversações. PINHEIRO, Roseni; Ruben
Mattos Kenneth R. Camargo Jr. (org.). Construção da Integralidade:
Cotidiano, saberes e práticas em saúde. UERJ-IMS-Abrasco, Rio de
Janeiro: 2003, 228p.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Secretaria Nacional de Assistência Social. Orientações Técnicas sobre o
Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – PAIF: Trabalho
Social com Famílias – Volume 2. Brasília, 2012.
14. apresentação cras lomba acolhida

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Apresentação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) UNOPAR
Apresentação do Sistema Único  de Assistência Social (SUAS)  UNOPARApresentação do Sistema Único  de Assistência Social (SUAS)  UNOPAR
Apresentação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) UNOPAR
Ana Patricia Fernandes Oliveira
 
Relatorio social adoção
Relatorio social adoçãoRelatorio social adoção
Relatorio social adoção
Diario de Assistente Social
 
Apresentação reordenamento SCFV CRAS Nioaque-MS 11 11-2013
Apresentação reordenamento SCFV  CRAS Nioaque-MS 11 11-2013Apresentação reordenamento SCFV  CRAS Nioaque-MS 11 11-2013
Apresentação reordenamento SCFV CRAS Nioaque-MS 11 11-2013
Cristina de Souza
 
CRAS - Centro de Referencia de Assistência Social
CRAS - Centro de Referencia de Assistência SocialCRAS - Centro de Referencia de Assistência Social
CRAS - Centro de Referencia de Assistência Social
Allan Shinkoda
 
Scfv para idosos
Scfv para idososScfv para idosos
Scfv para idosos
Joelson Honoratto
 
Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif
Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif
Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif
NandaTome
 
COMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOSCOMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOS
Daiane Daine
 
Cras
CrasCras
Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)
Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)
Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)
Joelson Honoratto
 
Formulario ingresso scfv
Formulario ingresso scfvFormulario ingresso scfv
Formulario ingresso scfv
NandaTome
 
Orientacoes tecnicas sobre o paif trabalho social com familias vol 2
Orientacoes tecnicas sobre o paif   trabalho social com familias vol 2Orientacoes tecnicas sobre o paif   trabalho social com familias vol 2
Orientacoes tecnicas sobre o paif trabalho social com familias vol 2
NandaTome
 
Eixos norteadores do scfv
Eixos norteadores do scfvEixos norteadores do scfv
Eixos norteadores do scfv
Joelson Honoratto
 
CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...
CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...
CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...
SimonyDosRemdiosDorn
 
CRAS e CREAS- Quem faz o que.
CRAS e CREAS- Quem faz o que.CRAS e CREAS- Quem faz o que.
CRAS e CREAS- Quem faz o que.
Rosane Domingues
 
Bolsa familia
Bolsa familiaBolsa familia
Bolsa familia
Alinebrauna Brauna
 
Estudo social e parecer social
Estudo social e parecer socialEstudo social e parecer social
Estudo social e parecer social
Guillermo Alberto López
 
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Rosane Domingues
 
Centro de referência da assistência social cras
Centro de referência da assistência social   crasCentro de referência da assistência social   cras
Centro de referência da assistência social cras
Luiza Cristina Ribas
 
Cartilha paif 2016- articulação necessária na proteção social básica
Cartilha paif   2016- articulação necessária na proteção social básicaCartilha paif   2016- articulação necessária na proteção social básica
Cartilha paif 2016- articulação necessária na proteção social básica
Rosane Domingues
 
OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIALOS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
Conceição Amorim
 

Mais procurados (20)

Apresentação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) UNOPAR
Apresentação do Sistema Único  de Assistência Social (SUAS)  UNOPARApresentação do Sistema Único  de Assistência Social (SUAS)  UNOPAR
Apresentação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) UNOPAR
 
Relatorio social adoção
Relatorio social adoçãoRelatorio social adoção
Relatorio social adoção
 
Apresentação reordenamento SCFV CRAS Nioaque-MS 11 11-2013
Apresentação reordenamento SCFV  CRAS Nioaque-MS 11 11-2013Apresentação reordenamento SCFV  CRAS Nioaque-MS 11 11-2013
Apresentação reordenamento SCFV CRAS Nioaque-MS 11 11-2013
 
CRAS - Centro de Referencia de Assistência Social
CRAS - Centro de Referencia de Assistência SocialCRAS - Centro de Referencia de Assistência Social
CRAS - Centro de Referencia de Assistência Social
 
Scfv para idosos
Scfv para idososScfv para idosos
Scfv para idosos
 
Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif
Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif
Mds diretrizes pbf acompanhamento familiar no paif
 
COMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOSCOMO FAZER RELATÓRIOS
COMO FAZER RELATÓRIOS
 
Cras
CrasCras
Cras
 
Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)
Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)
Scfv 6 a 15 anos apresentacao (1)
 
Formulario ingresso scfv
Formulario ingresso scfvFormulario ingresso scfv
Formulario ingresso scfv
 
Orientacoes tecnicas sobre o paif trabalho social com familias vol 2
Orientacoes tecnicas sobre o paif   trabalho social com familias vol 2Orientacoes tecnicas sobre o paif   trabalho social com familias vol 2
Orientacoes tecnicas sobre o paif trabalho social com familias vol 2
 
Eixos norteadores do scfv
Eixos norteadores do scfvEixos norteadores do scfv
Eixos norteadores do scfv
 
CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...
CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...
CRONOGRAMA CRONOGRAMA MENSAL DE ATIVIDADES DO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTAL...
 
CRAS e CREAS- Quem faz o que.
CRAS e CREAS- Quem faz o que.CRAS e CREAS- Quem faz o que.
CRAS e CREAS- Quem faz o que.
 
Bolsa familia
Bolsa familiaBolsa familia
Bolsa familia
 
Estudo social e parecer social
Estudo social e parecer socialEstudo social e parecer social
Estudo social e parecer social
 
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
 
Centro de referência da assistência social cras
Centro de referência da assistência social   crasCentro de referência da assistência social   cras
Centro de referência da assistência social cras
 
Cartilha paif 2016- articulação necessária na proteção social básica
Cartilha paif   2016- articulação necessária na proteção social básicaCartilha paif   2016- articulação necessária na proteção social básica
Cartilha paif 2016- articulação necessária na proteção social básica
 
OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIALOS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
 

Destaque

20. apresentação cras 5ª_unidade
20. apresentação cras 5ª_unidade20. apresentação cras 5ª_unidade
20. apresentação cras 5ª_unidade
NandaTome
 
13. apresentação cras leste ii acolhida
13. apresentação cras leste ii acolhida13. apresentação cras leste ii acolhida
13. apresentação cras leste ii acolhida
NandaTome
 
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
NandaTome
 
Relatório das atividades desenvolvidas no cras
Relatório das atividades desenvolvidas no crasRelatório das atividades desenvolvidas no cras
Relatório das atividades desenvolvidas no cras
Edmir Tavares de Arruda Junior
 
8 cras melhoria da estrutura física
8  cras melhoria da estrutura física8  cras melhoria da estrutura física
8 cras melhoria da estrutura física
Alinebrauna Brauna
 
Cartilha crepop cras_suas
Cartilha crepop cras_suasCartilha crepop cras_suas
Cartilha crepop cras_suas
Ligia Marin
 
Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.
Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.
Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.
Edson De Souza
 
Relatório Cesta Básica
Relatório Cesta BásicaRelatório Cesta Básica
Relatório Cesta Básica
Jamildo Melo
 
A psicologia e o trabalho no cras
A psicologia e o trabalho no crasA psicologia e o trabalho no cras
A psicologia e o trabalho no cras
Natália Muniz André Rodrigues
 
Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
Rosane Domingues
 
Mds orientação benefícios eventuais
Mds orientação benefícios eventuaisMds orientação benefícios eventuais
Mds orientação benefícios eventuais
NandaTome
 
Plano de Acolhimento
Plano de AcolhimentoPlano de Acolhimento
01 cadastro das familias
01   cadastro das familias01   cadastro das familias
01 cadastro das familias
Janaina Anjos
 
Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...
Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...
Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...
Adriana Tanese Nogueira
 

Destaque (14)

20. apresentação cras 5ª_unidade
20. apresentação cras 5ª_unidade20. apresentação cras 5ª_unidade
20. apresentação cras 5ª_unidade
 
13. apresentação cras leste ii acolhida
13. apresentação cras leste ii acolhida13. apresentação cras leste ii acolhida
13. apresentação cras leste ii acolhida
 
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
 
Relatório das atividades desenvolvidas no cras
Relatório das atividades desenvolvidas no crasRelatório das atividades desenvolvidas no cras
Relatório das atividades desenvolvidas no cras
 
8 cras melhoria da estrutura física
8  cras melhoria da estrutura física8  cras melhoria da estrutura física
8 cras melhoria da estrutura física
 
Cartilha crepop cras_suas
Cartilha crepop cras_suasCartilha crepop cras_suas
Cartilha crepop cras_suas
 
Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.
Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.
Metas de Desenvolvimento dos Cras por períodos anuais.
 
Relatório Cesta Básica
Relatório Cesta BásicaRelatório Cesta Básica
Relatório Cesta Básica
 
A psicologia e o trabalho no cras
A psicologia e o trabalho no crasA psicologia e o trabalho no cras
A psicologia e o trabalho no cras
 
Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
Política nacional para inclusão social da PSR( POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA)
 
Mds orientação benefícios eventuais
Mds orientação benefícios eventuaisMds orientação benefícios eventuais
Mds orientação benefícios eventuais
 
Plano de Acolhimento
Plano de AcolhimentoPlano de Acolhimento
Plano de Acolhimento
 
01 cadastro das familias
01   cadastro das familias01   cadastro das familias
01 cadastro das familias
 
Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...
Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...
Apresentação Empoderando as Mulheres. Psicologia Perinatal. As Deusas na Gest...
 

Semelhante a 14. apresentação cras lomba acolhida

Laboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalho
Laboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalhoLaboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalho
Laboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalho
José Carlos Mota
 
Apoio técnico a estados e municípios scfv
Apoio técnico a estados e municípios scfv Apoio técnico a estados e municípios scfv
Apoio técnico a estados e municípios scfv
ChcaraMonteiro
 
O que são conferências 21.05.2012
O que são conferências 21.05.2012O que são conferências 21.05.2012
O que são conferências 21.05.2012
Alinebrauna Brauna
 
17. apresentação cristal projeto horta
17. apresentação cristal projeto horta17. apresentação cristal projeto horta
17. apresentação cristal projeto horta
NandaTome
 
desenvolvimento-comunitario
 desenvolvimento-comunitario desenvolvimento-comunitario
desenvolvimento-comunitario
CeliaNunes430
 
Informativo junho 2011
Informativo junho 2011Informativo junho 2011
Informativo junho 2011
Norton Tavares
 
Como criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESI
Como criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESIComo criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESI
Como criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESI
Sheila Silveira
 
Termos técnicos da assistencia social
Termos técnicos da assistencia socialTermos técnicos da assistencia social
Termos técnicos da assistencia social
José Araujo
 
Manutencão de cadeira rolante
Manutencão de cadeira rolanteManutencão de cadeira rolante
Manutencão de cadeira rolante
EderFacu
 
ILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentação
ILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentaçãoILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentação
ILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentação
RicardodeQueirozMach
 
apresentação
apresentaçãoapresentação
apresentação
themis dovera
 
Apresentação - Histórico CdP
Apresentação - Histórico CdPApresentação - Histórico CdP
Apresentação - Histórico CdP
comunidadedepraticas
 
Investidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENAInvestidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENA
Geovana Conti
 
Investidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENAInvestidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENA
Geovana Conti
 
Investimento Social - CENA
Investimento Social - CENAInvestimento Social - CENA
Investimento Social - CENA
Geovana Conti
 
Assessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdf
Assessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdfAssessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdf
Assessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdf
TekaFerreira3
 
Avaliação das CECOS
Avaliação das CECOSAvaliação das CECOS
Avaliação das CECOS
territoriosuscampinas
 
CST EM PROCESSOS GERENCIAIS
CST EM PROCESSOS GERENCIAISCST EM PROCESSOS GERENCIAIS
CST EM PROCESSOS GERENCIAIS
xiaowu8637
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADOPROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADO
Colaborar Educacional
 
Dicionario termos tecnicos da assistencia social
Dicionario termos tecnicos da assistencia socialDicionario termos tecnicos da assistencia social
Dicionario termos tecnicos da assistencia social
ivone guedes borges
 

Semelhante a 14. apresentação cras lomba acolhida (20)

Laboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalho
Laboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalhoLaboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalho
Laboratórios Cívicos Urbanos - documento de trabalho
 
Apoio técnico a estados e municípios scfv
Apoio técnico a estados e municípios scfv Apoio técnico a estados e municípios scfv
Apoio técnico a estados e municípios scfv
 
O que são conferências 21.05.2012
O que são conferências 21.05.2012O que são conferências 21.05.2012
O que são conferências 21.05.2012
 
17. apresentação cristal projeto horta
17. apresentação cristal projeto horta17. apresentação cristal projeto horta
17. apresentação cristal projeto horta
 
desenvolvimento-comunitario
 desenvolvimento-comunitario desenvolvimento-comunitario
desenvolvimento-comunitario
 
Informativo junho 2011
Informativo junho 2011Informativo junho 2011
Informativo junho 2011
 
Como criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESI
Como criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESIComo criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESI
Como criar um centro cultural - Proportas de Luís MILANESI
 
Termos técnicos da assistencia social
Termos técnicos da assistencia socialTermos técnicos da assistencia social
Termos técnicos da assistencia social
 
Manutencão de cadeira rolante
Manutencão de cadeira rolanteManutencão de cadeira rolante
Manutencão de cadeira rolante
 
ILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentação
ILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentaçãoILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentação
ILs_Programa_de_Voluntariado_2020.pdf apresentação
 
apresentação
apresentaçãoapresentação
apresentação
 
Apresentação - Histórico CdP
Apresentação - Histórico CdPApresentação - Histórico CdP
Apresentação - Histórico CdP
 
Investidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENAInvestidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENA
 
Investidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENAInvestidores Sociais - CENA
Investidores Sociais - CENA
 
Investimento Social - CENA
Investimento Social - CENAInvestimento Social - CENA
Investimento Social - CENA
 
Assessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdf
Assessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdfAssessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdf
Assessoria do Servio Social na Gestão de polticas Pblicas.pdf
 
Avaliação das CECOS
Avaliação das CECOSAvaliação das CECOS
Avaliação das CECOS
 
CST EM PROCESSOS GERENCIAIS
CST EM PROCESSOS GERENCIAISCST EM PROCESSOS GERENCIAIS
CST EM PROCESSOS GERENCIAIS
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADOPROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇO SOCIAL/SERVIÇO SOCIAL - BACHARELADO
 
Dicionario termos tecnicos da assistencia social
Dicionario termos tecnicos da assistencia socialDicionario termos tecnicos da assistencia social
Dicionario termos tecnicos da assistencia social
 

Mais de NandaTome

Norma%20 operacional%20de%20rh suas
Norma%20 operacional%20de%20rh suasNorma%20 operacional%20de%20rh suas
Norma%20 operacional%20de%20rh suas
NandaTome
 
Interlocuções entre a psicologia e pnas
Interlocuções entre a psicologia  e pnasInterlocuções entre a psicologia  e pnas
Interlocuções entre a psicologia e pnas
NandaTome
 
Cartilha psi e as suas
Cartilha psi e as suasCartilha psi e as suas
Cartilha psi e as suas
NandaTome
 
Texto vera telles
Texto vera tellesTexto vera telles
Texto vera telles
NandaTome
 
5º encontro
5º encontro5º encontro
5º encontro
NandaTome
 
Ações Socioeduc na assist social
Ações Socioeduc na assist socialAções Socioeduc na assist social
Ações Socioeduc na assist social
NandaTome
 
Trabalho educativo _2004[1]
Trabalho educativo _2004[1]Trabalho educativo _2004[1]
Trabalho educativo _2004[1]
NandaTome
 
Projeto SASE 2004
Projeto SASE 2004 Projeto SASE 2004
Projeto SASE 2004
NandaTome
 
Relatório de gestão 2012 do serviço de proteção e atendimento integral à fam...
Relatório de gestão 2012 do  serviço de proteção e atendimento integral à fam...Relatório de gestão 2012 do  serviço de proteção e atendimento integral à fam...
Relatório de gestão 2012 do serviço de proteção e atendimento integral à fam...
NandaTome
 
Relatório CMAS 2012
Relatório CMAS 2012Relatório CMAS 2012
Relatório CMAS 2012
NandaTome
 
Prontuariosuasmds[1][1]
Prontuariosuasmds[1][1]Prontuariosuasmds[1][1]
Prontuariosuasmds[1][1]
NandaTome
 
Orientação projeto vivendo proto alegre
Orientação projeto vivendo proto alegreOrientação projeto vivendo proto alegre
Orientação projeto vivendo proto alegre
NandaTome
 
Oficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20social
Oficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20socialOficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20social
Oficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20social
NandaTome
 
Nob suas 2012
Nob suas 2012Nob suas 2012
Nob suas 2012
NandaTome
 
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
NandaTome
 
Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]
Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]
Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]
NandaTome
 
Dados pacto gestao[1]
Dados pacto gestao[1]Dados pacto gestao[1]
Dados pacto gestao[1]
NandaTome
 
Cronograma comite gestor
Cronograma comite gestorCronograma comite gestor
Cronograma comite gestor
NandaTome
 
Cronograma alinhamento conceitual
Cronograma alinhamento conceitualCronograma alinhamento conceitual
Cronograma alinhamento conceitual
NandaTome
 
Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...
Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...
Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...
NandaTome
 

Mais de NandaTome (20)

Norma%20 operacional%20de%20rh suas
Norma%20 operacional%20de%20rh suasNorma%20 operacional%20de%20rh suas
Norma%20 operacional%20de%20rh suas
 
Interlocuções entre a psicologia e pnas
Interlocuções entre a psicologia  e pnasInterlocuções entre a psicologia  e pnas
Interlocuções entre a psicologia e pnas
 
Cartilha psi e as suas
Cartilha psi e as suasCartilha psi e as suas
Cartilha psi e as suas
 
Texto vera telles
Texto vera tellesTexto vera telles
Texto vera telles
 
5º encontro
5º encontro5º encontro
5º encontro
 
Ações Socioeduc na assist social
Ações Socioeduc na assist socialAções Socioeduc na assist social
Ações Socioeduc na assist social
 
Trabalho educativo _2004[1]
Trabalho educativo _2004[1]Trabalho educativo _2004[1]
Trabalho educativo _2004[1]
 
Projeto SASE 2004
Projeto SASE 2004 Projeto SASE 2004
Projeto SASE 2004
 
Relatório de gestão 2012 do serviço de proteção e atendimento integral à fam...
Relatório de gestão 2012 do  serviço de proteção e atendimento integral à fam...Relatório de gestão 2012 do  serviço de proteção e atendimento integral à fam...
Relatório de gestão 2012 do serviço de proteção e atendimento integral à fam...
 
Relatório CMAS 2012
Relatório CMAS 2012Relatório CMAS 2012
Relatório CMAS 2012
 
Prontuariosuasmds[1][1]
Prontuariosuasmds[1][1]Prontuariosuasmds[1][1]
Prontuariosuasmds[1][1]
 
Orientação projeto vivendo proto alegre
Orientação projeto vivendo proto alegreOrientação projeto vivendo proto alegre
Orientação projeto vivendo proto alegre
 
Oficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20social
Oficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20socialOficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20social
Oficina%20 em%20garanhuns%20vigil%c3%a2ncia%20social
 
Nob suas 2012
Nob suas 2012Nob suas 2012
Nob suas 2012
 
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…Microsoft word   diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
Microsoft word diretrizes técnicas para o processo de trabalho nos cras u…
 
Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]
Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]
Demandas da assist%c3%8a_ncia_na_rela%c3%87%c3%83o[1]
 
Dados pacto gestao[1]
Dados pacto gestao[1]Dados pacto gestao[1]
Dados pacto gestao[1]
 
Cronograma comite gestor
Cronograma comite gestorCronograma comite gestor
Cronograma comite gestor
 
Cronograma alinhamento conceitual
Cronograma alinhamento conceitualCronograma alinhamento conceitual
Cronograma alinhamento conceitual
 
Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...
Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...
Protocolo de gestao_integrada_de_servicos-_beneficios_e_transferencias_de_ren...
 

14. apresentação cras lomba acolhida

  • 1. CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL AMPLIADO LOMBA DO PINHEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE ACOLHIDA COLETIVA Porto Alegre 2013 FUNDAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA
  • 2. ACOLHIDA COLETIVA • ESPAÇO INICIAL DE CONTATO DA FAMILIA; • ENFOQUE INFORMATIVO • ESCLARECE SOBRE OS SERVIÇOS • ACESSO A DIREITOS • PROPORCIONA PROCESSOS DE REFLEXÃO COM OS USUARIOS SOBRE CARATER COLETIVO;
  • 4. RELEVÂNCIA A Acolhida Coletiva é o espaço onde ocorre o primeiro contato dos usuários com a Política de Assistência Social no CRAS e SAFs. Tendo em vista o contexto vulnerável onde as famílias referenciadas estão inseridas, busca-se oportunizar um compartilhamento de problemáticas de forma que os usuários percebam que suas fragilidades não são questões pessoais, particulares, mas estão relacionadas com um contexto social. Acolher em grupo e possibilitar que os participantes dialoguem entre si, também é favorecer que as potencialidades das comunidades apareçam e permitir que o usuário se veja como capaz de protagonizar ações construtivas no meio em que vive. Isto é visível quando alguém socializa alguma informação ou fortalece “outros” com palavras ou atitudes. Também percebe-se aí uma possibilidade de mudança na relação de poder técnico-usuário, uma reversão no modelo comunicacional vigente nos Equipamentos. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA”
  • 5. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA” OBJETIVO GERAL: Iniciar um trabalho de fortalecimento de famílias e comunidade a partir do encontro entre usuários e, destes com o técnico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Permitir um primeiro contato das famílias com a Política de Assistência Social; • Possibilitar o encontro entre as multiplicidades culturais do território; • Favorecer uma leitura ampliada das demandas da região e dos usuários que buscam espontaneamente o CRAS e SAF's.
  • 6. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA” METODOLOGIA • Apresentação inicial do técnico e, em seguida, do próprio CRAS e da Política de Assistência; • Informações a respeito do funcionamento do CRAS, orientações em relação ao CADÚNICO, serviços, programas, projetos e benefícios de proteção social básica; • Participação ativa dos usuários: “...Sobre isto que foi colocado, alguém tem algo a dizer ou alguma sugestão?” Ou seja, o trabalho é feito a partir do pressuposto de que todos sabem alguma coisa e ninguém sabe tudo e que a arte da conversa tem muito valor na construção da cidadania.
  • 7.
  • 8. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO ACOLHIDA COLETIVA METODOLOGIA • Conversar fazendo desaparecer as divergências, buscando fazer emergir sentidos a partir do conjunto de saberes presentes. Cada acolhida é única, singular, porque depende muito mais dos participantes do que de uma técnica metodológica. • Quem não se sente confortável para falar sobre sua questão no grupo, tem a opção de escuta individual, em período posterior ao da acolhida coletiva. • O profissional estabelece um diálogo com o usuário visando à identificação dos anseios daquele indivíduo/família frente suas necessidades e vulnerabilidades. Com o objetivo de reconhecer as demandas implícitas e explícitas. A construção desse vínculo é fundamental para a continuidade do atendimento socioassistencial e isso só será possível a partir de uma escuta “verdadeira”, com afeto, aproximação e empatia.
  • 9.
  • 10. IMPACTO SOCIAL Proporciona o início de um trabalho de empoderamento dos sujeitos sobre si e sobre seus contextos sócio-históricos. Oportuniza que os trabalhadores da Assistência mapeiem as demandas dos territórios familiares e comunitários e planejem suas intervenções. A partir da Acolhida Coletiva o trabalho de acompanhamento irá se desenvolver e proporcionar que esta escuta inicial se transforme em um trabalho que continuará acolhendo essas famílias durante determinado período, variável de acordo com as demandas mapeadas. Tais considerações conferem na fala dos usuários o sentido de protagonismo social, pois quando convocados a avaliar a ação, destacam- se as seguintes: APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA” “É muito bom assim, porque eu vi que não sou só eu que tenho problemas.” “Não podemos ter vergonha, porque se a gente não fala não consegue ser ajudado.”
  • 11. REFERÊNCIAS TEIXEIRA, Ricardo Rodrigues. O acolhimento num serviço de saúde entendido como uma rede de conversações. PINHEIRO, Roseni; Ruben Mattos Kenneth R. Camargo Jr. (org.). Construção da Integralidade: Cotidiano, saberes e práticas em saúde. UERJ-IMS-Abrasco, Rio de Janeiro: 2003, 228p. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Orientações Técnicas sobre o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – PAIF: Trabalho Social com Famílias – Volume 2. Brasília, 2012.