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Diagnóstico de Motores Eléctricos 10
Medição de Temperatura
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Temperatura
•A temperatura excessiva é a principal responsavel da
redução da esperança de vida nos motores.
•Os dois componentes mais afectados pela temperatura
são os rolamentos e o isolamento.
•10ºC de aumento na temperatura do bobinado reduz a metade
a vida do isolamento.
•Altas temperaturas alteram a viscosidade do lubricante.
Causas comuns de sobre-aquecimento
Sobrecarga
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Desalinhamento
Ventilação deficiente
Desequilíbrio de fases
Temperatura ambiente elevada
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Variações na alimentação
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Temperatura
• As máquinas eléctricas estão projectadas para permutar de
forma eficiente o calor interno com o meio ambiente.
•Quando se produz um sobre-aquecimento no interior do motor,
pode-se produzir tensão nos materiais tanto eléctricos como
mecânicas, produzindo variações nas tolerâncias.
• A máxima temperatura permitida para cada motor ou gerador, dependerá do tipo de
material isolante que se tenha utilizado.
• Quando utilizamos a medida de temperatura no exterior do motor temos que ter presente
que equivale a 20ºC menos que no interior.
InteriorExterior
• Classe A: 105ºC 85 ºC
• Classe B: 130ºC 110 ºC
• Classe F: 155ºC 135 ºC
• Classe H; 180ºC 160 ºC
• Exemplo: Um motor com isolamento tipo H (normalmente vêm referido na placa) com uma
temperatura de 180ºC na carcaça, equivale a dizer que reduzimos a vida do motor em 75%
(50% para incrementos de 10ºC), pelo que se se tinha estimado uma vida média de 100.000
h, (12 anos), a vida real pode ser que não chegue aos 3 anos.
Temperatura
Influência do sobreaquecimeto
Um desequilibrio de 5% entre fases provoca uma
subida de temperatura de 10ºC nos enrolamentos do
estator o que reduz a vida do motor para metade.
TERMOGRAFIA
Medição de Temperatura da Carcaça
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Termografía
O que procurar nos motores eléctricos
Rolamentos
Tipicamente a zona dos rolamentos não deverá estar mais quente que a generalidade
da estrutura do motor.
Deve-se confirmar o diagnóstico com a análise de vibrações.
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Acopolamentos
Um desalinhamento irá mostrar uma assinatura térmica unica, pois as forças mecânicas presentes num
desalinhamento são convertidas em força.
Mais uma vez é importante confirmar o diagnóstico através de análise de vibrações.
Termografía
O que procurar nos motores eléctricos
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Fricção anormal nas correias e engrenagens mostram assinaturas térmicas
bem claras
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MOTORES AC
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fases, que faz com a fase mais resistiva fique mais fria.
- Um aumento global da temperatura ou um aquecimento desigual pode resultar de
um desiquilibrio indutivo, devido a espiras em curto.
- Espiras em curto nos motores AC síncronos terão polos mais frios no rotor,
enquanto que os polos mais quentes estão associados a defeitos na laminação dos
polos.
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controlo de velocaidade e de binário.
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indutância no campo DC ou bobinagem do estator.
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estarão mais frias.
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600 hp – Empeno térmico , falhas de rolamentos repetidas ,
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150 hp – Falha na fase três – falhas repetidas no motor
25 hp – defeito em fusivel – um mês antes de falha do motor
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10 Diagnóstico de Motores Eléctricos - Medição de Temperatura

  • 1. Diagnóstico de Motores Eléctricos 10 Medição de Temperatura www.DMC.pt
  • 2. Temperatura •A temperatura excessiva é a principal responsavel da redução da esperança de vida nos motores. •Os dois componentes mais afectados pela temperatura são os rolamentos e o isolamento. •10ºC de aumento na temperatura do bobinado reduz a metade a vida do isolamento. •Altas temperaturas alteram a viscosidade do lubricante.
  • 3. Causas comuns de sobre-aquecimento Sobrecarga Aperto nas chumaceiras Desalinhamento Ventilação deficiente Desequilíbrio de fases Temperatura ambiente elevada Ciclos de carga excessivos Variações na alimentação Avarias nos enrolamentos
  • 4. Temperatura • As máquinas eléctricas estão projectadas para permutar de forma eficiente o calor interno com o meio ambiente. •Quando se produz um sobre-aquecimento no interior do motor, pode-se produzir tensão nos materiais tanto eléctricos como mecânicas, produzindo variações nas tolerâncias.
  • 5. • A máxima temperatura permitida para cada motor ou gerador, dependerá do tipo de material isolante que se tenha utilizado. • Quando utilizamos a medida de temperatura no exterior do motor temos que ter presente que equivale a 20ºC menos que no interior. InteriorExterior • Classe A: 105ºC 85 ºC • Classe B: 130ºC 110 ºC • Classe F: 155ºC 135 ºC • Classe H; 180ºC 160 ºC • Exemplo: Um motor com isolamento tipo H (normalmente vêm referido na placa) com uma temperatura de 180ºC na carcaça, equivale a dizer que reduzimos a vida do motor em 75% (50% para incrementos de 10ºC), pelo que se se tinha estimado uma vida média de 100.000 h, (12 anos), a vida real pode ser que não chegue aos 3 anos. Temperatura
  • 6. Influência do sobreaquecimeto Um desequilibrio de 5% entre fases provoca uma subida de temperatura de 10ºC nos enrolamentos do estator o que reduz a vida do motor para metade.
  • 7. TERMOGRAFIA Medição de Temperatura da Carcaça 5 8 6 7 8
  • 8. Termografía O que procurar nos motores eléctricos Rolamentos Tipicamente a zona dos rolamentos não deverá estar mais quente que a generalidade da estrutura do motor. Deve-se confirmar o diagnóstico com a análise de vibrações. 5 8 6 7 8
  • 9. Termografía O que procurar nos motores eléctricos Acopolamentos Um desalinhamento irá mostrar uma assinatura térmica unica, pois as forças mecânicas presentes num desalinhamento são convertidas em força. Mais uma vez é importante confirmar o diagnóstico através de análise de vibrações.
  • 10. Termografía O que procurar nos motores eléctricos Correias e engrenagens Fricção anormal nas correias e engrenagens mostram assinaturas térmicas bem claras
  • 11. Termografía O que procurar nos motores eléctricos MOTORES AC - Uma zona quente ou um aquecimento desigual, pode indicar um desiquilibrio entre fases, que faz com a fase mais resistiva fique mais fria. - Um aumento global da temperatura ou um aquecimento desigual pode resultar de um desiquilibrio indutivo, devido a espiras em curto. - Espiras em curto nos motores AC síncronos terão polos mais frios no rotor, enquanto que os polos mais quentes estão associados a defeitos na laminação dos polos. - Aquecimento global tambem pode vir de barras rotas nos rotores em gaiola de motores AC.
  • 12. Termografía O que procurar nos motores eléctricos MOTORES AC - Exemplos: Problemas na bobinagem do estator. Aquecimento generalizado
  • 13. Termografía O que procurar nos motores eléctricos MOTORES DC - Zonas quentes podem identificar resitência excessiva e causam problemas de controlo de velocaidade e de binário. - Condutores mais quentes resultam de curto-circuitos nas espiras ou perda de indutância no campo DC ou bobinagem do estator. - Barras em curto circuito estarão mais quentes enquanto que barras e aberto estarão mais frias. - Acumulação de sujidades no interior podem causar um aumento generalizado da temperatura.
  • 14. Termografía O que procurar nos motores eléctricos MOTORES DC - Exemplos: Boa ventilação Má ventilação (motor mais atrás)
  • 15. 2500 hp – defeito potencial na bobine , surge OK, MCE rejeitou Método de deteção – tensão reduzida , sem rotor,
  • 16. 600 hp – Empeno térmico , falhas de rolamentos repetidas , MCE rejeitou Método de deteção - <amp/teste de perdas no nucleo r,
  • 17. 150 hp – Falha na fase três – falhas repetidas no motor
  • 18. 25 hp – defeito em fusivel – um mês antes de falha do motor
  • 19. Pode ver um artigo sobre este tema neste link www.DMC.com https://www.dmc.pt/analise-de-vibracoes-em-motores-eletricos/