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Conversas Com
Chá

Psicóloga Educacional Rita Leonardo Feijão

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

1
A Parentalidade…

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

2
Uma Parentalidade responsável implica…
Promover
cuidados de
alimentação,
higiene e
saúde

Promover
suporte
económico

Apoio
emocional

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

3
O Pai
O pai foi um progenitor negligenciado durante muitos anos…

A partir dos anos 70 começa a surgir uma nova imagem do pai.
Antes dos anos 70

Depois dos anos 70

Assegurava a
subsistência económica
da família
Impunha disciplina aos
mais velhos.

O pai ideal passa a ter
um envolvimento activo
desde a gravidez
acompanhando todas as
etapas de
desenvolvimento da
criança.
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

4
4 condições que influenciam o envolvimento
paterno

Sentimentos
de
competência
(contexto
diário)

Motivação

Suporte da
companheira
(crenças
tradicionais;
valorização da
participação)
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

5
Sentimento de exclusão serão ou não
saudáveis?
A mulher está mais auto-concentrada enquanto mãe;

É normal existirem ciúmes e alguma competição com a companheira
pelo filho, sobretudo se for um pai envolvido, bem como rivalidade
pela atenção da mulher/progenitora.

Estas reacções são positivas porque fomentam a vinculação ao filho e
reforçam os laços do casal, a não ser que haja uma dependência muito
grande.
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

6
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

7
Filhos de mães trabalhadoras v.s. filhos de
mães não trabalhadoras

Estudos indicam que não existem diferenças no desenvolvimento da
linguagem, desempenho escolar, auto-estima e problemas
comportamentais.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

8
É cada vez mais evidente, que não são o número
de horas fora de casa que faz a diferença, mas
sim:
A qualidade da relação entre os pais e a criança;
A atenção proporcionada á criança quando ela e os pais estão juntos;
A qualidade das creches e jardins-de-infância;
Equilíbrio emocional dos pais.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

9
É o conhecimento que eu tenho de mim própria (o).

10
Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

11
Quem terá contribuído para a imagem
que temos de nós próprios?

Pais
Avos
Pares
Professores

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

12
Nunca serei,
como o meu
pai…

13
Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão
Será possível mudar algo em
nós?
Existem momentos da nossa vida em que por
diversas circunstâncias temos necessidade de mudar
algo em nós.
Ser pessoa, assim como o acto de educar, são
processos que estão em permanente construção.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

14
O que eu gostava de
mudar em mim e porquê?

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

15
É fundamental conhecermo-nos bem, para assim podermos mudar algo
na nossa maneira de ser e de agir.

Favorável ás relações interpessoais.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

16
Reconhecer a necessidade de mudança é o
primeiro e fundamental passo para que
essa mudança ocorra.

Conversas com chá - Psicóloga
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17
Conversas com chá - Psicóloga
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18
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

19
Conversas com chá - Psicóloga
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20
Conversas com chá - Psicóloga
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21
Etapas de desenvolvimento desde o
nascimento até aos 3 anos
Do nascimento aos 2 anos de idade – Confiança vs
Desconfiança.
Dos 2 aos 3 anos de idade – Autonomia vs Vergonha

Conversas com chá - Psicóloga
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22
Confiança vs Desconfiança
A forma como esta fase é ultrapassada está intimamente ligado ao
modo como o bebé é tratado, a carga afectiva e a dedicação que lhe é
colocado.

O grau em que o bebé experimenta o mundo como um sítio seguro e
caloroso.

Conversas com chá - Psicóloga
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23
Existem investigações que demonstram a importância da qualidade de
vinculação na vida futura das pessoas.
Harlow criou macacos bebés sujeitos a diferentes tipos de vivências .
Construiu 2 tipos de mães macacas

Ambas produziam leite
Conversas com chá - Psicóloga
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24
Impacto
Quente, macia feita de
pano

Foram capazes de
explorar
situações
estranhas
e
até
mesmo
situações
que
implicavam
dominar o perigo.

Fria, áspera e feita de
arame

Manifestavam
comportamentos
bizarros
em
adultos. Não foram
capazes
de
acasalar,
de
se
relacionar
com
objectos estranhos.

Conversas com chá - Psicóloga
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25
O Choro
O choro é a forma de comunicação mais importante no recém-nascido.
Nenhum outro sinal tem junto dos pais um efeito tão poderoso.
Responder às exigências do choro é um dos primeiros problemas
que os pais têm que enfrentar. Terá fome? Estará desconfortável?
Terei que mudar a fralda? Dói-lhe alguma coisa?
Existem diferentes tipos de choro:
Dor;
Fome;
Desconforto.

Conversas com chá - Psicóloga
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26
Temperamentos
Agitado
Elevado nível de
actividade

Rápidas transições
para o choro
convulsivo difícil de
acalmar.

Calmo

Mais lento a reagir
através do choro.

Pode fazer diversas
tentativas para se
acalmar.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

27
O bebé agitado pode gerar na mãe
sentimentos de:
Impotência para o acalmar
De auto-questionar as suas competências enquanto mãe
O choro é entendido como critica e rejeição

Bebés com temperamento agitado pode aumentar o risco da
mãe vir a sofrer de depressão pós parto.
Depressão pós parto: afecta cerca de 10% Conversas com chá - Psicóloga
das mulheres
Rita Leonardo Feijão

28
O sorriso

O sorriso inicialmente consiste numa reacção ao estado de mudança
de vigília/sono. Como a reacção dos pais recompensa o bebé
repete-a.

Conversas com chá - Psicóloga
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29
O sono
Desde que o meu filho nasceu não consigo dormir uma noite seguida…

Conversas com chá - Psicóloga
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30
O sono é essencial para o desenvolvimento do bebé, nomeadamente
para o desenvolvimento cognitivo e bem estar emocional.

O bebé deve adaptar-se progressivamente aos ritmos e padrões de
sono e vigília dos adultos;

Conversas com chá - Psicóloga
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31
Ensinar o seu filho a voltar a adormecer
Depois da fase dos ciclos de 3 a 4 horas de sono o bebé deve
progressivamente reorganizar o seu sono. Acorda do sono leve
remexe-se na cama e volta a dormir.

Num período de sono de 8 horas o bebé remexe-se pelo menos 2
vezes;

Num período de 12 horas de sono remexe-se pelo menos 3 vezes.

Os pais sentem que devem acorrer de imediato e acabam por fazer
parte do ritual do voltar a adormecer.

Conversas com chá - Psicóloga
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32
No que diz respeito ao sono as crianças servem-se de 3 estratégias para
atormentar os pais:

Não querem ficar na cama quando as deitam à noite;
Acordam a meio da noite;
Sorrateiramente em silêncio vão para a cama dos pais
ao meio da noite.

Há outras ocasiões em que as crianças acordam porque estão
doentes, com os dentes a romper, têm medos. Nesta situação a
criança necessita de suporte e carinho.
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

33
Estratégia:
Não se deixem levar facilmente pelo choro;
Deixar chorar durante alguns minutos, não vá de imediato ter com
a criança;
Se o choro continuar entre no quarto e sem levantá-la da cama tente
acalmá-la ;
Quando o choro reduzir de intensidade saia do quarto;
A criança poderá começar a chorar de imediato;
Não vá de imediato deixe a chorar mais um bocadinho;

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

34
Fazer tocar a caixinha de musica;

Dar-lhe um objecto de conforto;

Para os mais velhinhos encoraje-os a dormir sozinhos “ tu és
capaz de dormir sozinho, já és muito crescido” tu ontem
conseguiste”.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

35
Acalmar as crianças: Não fazer jogos muito excitantes (as lutas; jogar
a apanhada,…) antes de ir para a cama;

Sair do quarto sem hesitações: todas as noites despedirem-se da
mesma forma, com uma mensagem de carinho;

Se a criança se levantar da cama, seja firme e não se sinta culpado,
por isso, pois pense que o sono é um factor muito importante para o
desenvolvimento;
Se a criança se voltar a levantar, os pais estão perante um desafio
sério, ou se aguentam e são firmes ou então estão a abalar a vossa
posição de líder.
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

36
Pontos de referências - Há alturas em que as crianças já dormem
bem sozinhas, e inesperadamente observam-se alterações de sono,
isso pode-se dever á aquisição de novas competências
desenvolvimentos (pôr-se de pé; aprender a andar).

Compreender isto permite aos pais apoiarem e darem confiança.

Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

37
É Importante ….
Consciência de que o
tempo não volta
atrás

Ser consistente e
confiante

Estar atento ao
impacto que
determinados
comportamentos
possam ter

Passar tempo de
qualidade com os
nossos filhos ;

Ser um exemplo
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

38
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

39
Conversas com chá - Psicóloga
Rita Leonardo Feijão

40
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41
Conversas com chá - Psicóloga
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42
Conversas com chá - Psicóloga
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43
Educai as crianças para que
não seja necessário punir
os adultos. (Pitagoras)

Conversas com chá - Psicóloga
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1ª infância 0 aos 3 anos

  • 1. Conversas Com Chá Psicóloga Educacional Rita Leonardo Feijão Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 1
  • 2. A Parentalidade… Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 2
  • 3. Uma Parentalidade responsável implica… Promover cuidados de alimentação, higiene e saúde Promover suporte económico Apoio emocional Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 3
  • 4. O Pai O pai foi um progenitor negligenciado durante muitos anos… A partir dos anos 70 começa a surgir uma nova imagem do pai. Antes dos anos 70 Depois dos anos 70 Assegurava a subsistência económica da família Impunha disciplina aos mais velhos. O pai ideal passa a ter um envolvimento activo desde a gravidez acompanhando todas as etapas de desenvolvimento da criança. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 4
  • 5. 4 condições que influenciam o envolvimento paterno Sentimentos de competência (contexto diário) Motivação Suporte da companheira (crenças tradicionais; valorização da participação) Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 5
  • 6. Sentimento de exclusão serão ou não saudáveis? A mulher está mais auto-concentrada enquanto mãe; É normal existirem ciúmes e alguma competição com a companheira pelo filho, sobretudo se for um pai envolvido, bem como rivalidade pela atenção da mulher/progenitora. Estas reacções são positivas porque fomentam a vinculação ao filho e reforçam os laços do casal, a não ser que haja uma dependência muito grande. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 6
  • 7. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 7
  • 8. Filhos de mães trabalhadoras v.s. filhos de mães não trabalhadoras Estudos indicam que não existem diferenças no desenvolvimento da linguagem, desempenho escolar, auto-estima e problemas comportamentais. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 8
  • 9. É cada vez mais evidente, que não são o número de horas fora de casa que faz a diferença, mas sim: A qualidade da relação entre os pais e a criança; A atenção proporcionada á criança quando ela e os pais estão juntos; A qualidade das creches e jardins-de-infância; Equilíbrio emocional dos pais. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 9
  • 10. É o conhecimento que eu tenho de mim própria (o). 10 Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão
  • 11. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 11
  • 12. Quem terá contribuído para a imagem que temos de nós próprios? Pais Avos Pares Professores Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 12
  • 13. Nunca serei, como o meu pai… 13 Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão
  • 14. Será possível mudar algo em nós? Existem momentos da nossa vida em que por diversas circunstâncias temos necessidade de mudar algo em nós. Ser pessoa, assim como o acto de educar, são processos que estão em permanente construção. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 14
  • 15. O que eu gostava de mudar em mim e porquê? Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 15
  • 16. É fundamental conhecermo-nos bem, para assim podermos mudar algo na nossa maneira de ser e de agir. Favorável ás relações interpessoais. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 16
  • 17. Reconhecer a necessidade de mudança é o primeiro e fundamental passo para que essa mudança ocorra. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 17
  • 18. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 18
  • 19. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 19
  • 20. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 20
  • 21. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 21
  • 22. Etapas de desenvolvimento desde o nascimento até aos 3 anos Do nascimento aos 2 anos de idade – Confiança vs Desconfiança. Dos 2 aos 3 anos de idade – Autonomia vs Vergonha Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 22
  • 23. Confiança vs Desconfiança A forma como esta fase é ultrapassada está intimamente ligado ao modo como o bebé é tratado, a carga afectiva e a dedicação que lhe é colocado. O grau em que o bebé experimenta o mundo como um sítio seguro e caloroso. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 23
  • 24. Existem investigações que demonstram a importância da qualidade de vinculação na vida futura das pessoas. Harlow criou macacos bebés sujeitos a diferentes tipos de vivências . Construiu 2 tipos de mães macacas Ambas produziam leite Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 24
  • 25. Impacto Quente, macia feita de pano Foram capazes de explorar situações estranhas e até mesmo situações que implicavam dominar o perigo. Fria, áspera e feita de arame Manifestavam comportamentos bizarros em adultos. Não foram capazes de acasalar, de se relacionar com objectos estranhos. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 25
  • 26. O Choro O choro é a forma de comunicação mais importante no recém-nascido. Nenhum outro sinal tem junto dos pais um efeito tão poderoso. Responder às exigências do choro é um dos primeiros problemas que os pais têm que enfrentar. Terá fome? Estará desconfortável? Terei que mudar a fralda? Dói-lhe alguma coisa? Existem diferentes tipos de choro: Dor; Fome; Desconforto. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 26
  • 27. Temperamentos Agitado Elevado nível de actividade Rápidas transições para o choro convulsivo difícil de acalmar. Calmo Mais lento a reagir através do choro. Pode fazer diversas tentativas para se acalmar. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 27
  • 28. O bebé agitado pode gerar na mãe sentimentos de: Impotência para o acalmar De auto-questionar as suas competências enquanto mãe O choro é entendido como critica e rejeição Bebés com temperamento agitado pode aumentar o risco da mãe vir a sofrer de depressão pós parto. Depressão pós parto: afecta cerca de 10% Conversas com chá - Psicóloga das mulheres Rita Leonardo Feijão 28
  • 29. O sorriso O sorriso inicialmente consiste numa reacção ao estado de mudança de vigília/sono. Como a reacção dos pais recompensa o bebé repete-a. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 29
  • 30. O sono Desde que o meu filho nasceu não consigo dormir uma noite seguida… Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 30
  • 31. O sono é essencial para o desenvolvimento do bebé, nomeadamente para o desenvolvimento cognitivo e bem estar emocional. O bebé deve adaptar-se progressivamente aos ritmos e padrões de sono e vigília dos adultos; Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 31
  • 32. Ensinar o seu filho a voltar a adormecer Depois da fase dos ciclos de 3 a 4 horas de sono o bebé deve progressivamente reorganizar o seu sono. Acorda do sono leve remexe-se na cama e volta a dormir. Num período de sono de 8 horas o bebé remexe-se pelo menos 2 vezes; Num período de 12 horas de sono remexe-se pelo menos 3 vezes. Os pais sentem que devem acorrer de imediato e acabam por fazer parte do ritual do voltar a adormecer. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 32
  • 33. No que diz respeito ao sono as crianças servem-se de 3 estratégias para atormentar os pais: Não querem ficar na cama quando as deitam à noite; Acordam a meio da noite; Sorrateiramente em silêncio vão para a cama dos pais ao meio da noite. Há outras ocasiões em que as crianças acordam porque estão doentes, com os dentes a romper, têm medos. Nesta situação a criança necessita de suporte e carinho. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 33
  • 34. Estratégia: Não se deixem levar facilmente pelo choro; Deixar chorar durante alguns minutos, não vá de imediato ter com a criança; Se o choro continuar entre no quarto e sem levantá-la da cama tente acalmá-la ; Quando o choro reduzir de intensidade saia do quarto; A criança poderá começar a chorar de imediato; Não vá de imediato deixe a chorar mais um bocadinho; Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 34
  • 35. Fazer tocar a caixinha de musica; Dar-lhe um objecto de conforto; Para os mais velhinhos encoraje-os a dormir sozinhos “ tu és capaz de dormir sozinho, já és muito crescido” tu ontem conseguiste”. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 35
  • 36. Acalmar as crianças: Não fazer jogos muito excitantes (as lutas; jogar a apanhada,…) antes de ir para a cama; Sair do quarto sem hesitações: todas as noites despedirem-se da mesma forma, com uma mensagem de carinho; Se a criança se levantar da cama, seja firme e não se sinta culpado, por isso, pois pense que o sono é um factor muito importante para o desenvolvimento; Se a criança se voltar a levantar, os pais estão perante um desafio sério, ou se aguentam e são firmes ou então estão a abalar a vossa posição de líder. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 36
  • 37. Pontos de referências - Há alturas em que as crianças já dormem bem sozinhas, e inesperadamente observam-se alterações de sono, isso pode-se dever á aquisição de novas competências desenvolvimentos (pôr-se de pé; aprender a andar). Compreender isto permite aos pais apoiarem e darem confiança. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 37
  • 38. É Importante …. Consciência de que o tempo não volta atrás Ser consistente e confiante Estar atento ao impacto que determinados comportamentos possam ter Passar tempo de qualidade com os nossos filhos ; Ser um exemplo Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 38
  • 39. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 39
  • 40. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 40
  • 41. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 41
  • 42. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 42
  • 43. Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 43
  • 44. Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos. (Pitagoras) Conversas com chá - Psicóloga Rita Leonardo Feijão 44