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1
Pós-Graduação em Engenharia de
Custos e Orçamentos
Módulo III – Análise e Controle de Custos e
Orçamentos
3.2 Análise de Valor
Professora: Cynthia Vieira
2
Cynthia Martins Vieira
✓ Arquiteta e Urbanista
Universidade Federal de Juiz de Fora / MG
✓ Auditora Interna na Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais
Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais
✓ Pós-Graduanda em Controle e Combate à Corrupção
Centro de Estudos Renato Saraiva – CERS
✓ MBA Infraestrutura, Concessões e Parcerias Público-Privada
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUCMINAS
3
Plano de Aula
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
3.2.2 – Análise de custos para tomada de decisão
3.2.3 – Análise contábil, econômica e financeira
3.2.4 – Curva S, progresso e cálculo de variância
4
O que é VALOR pra
você?
5
6
3.2 – Análise de Valor
Ética
Conjunto de princípios ou normas que representam um ideal de perfeição ou
plenitude moral deve ser buscado pelos seres humanos.
Econômico
Qualidade que confere a um objeto material a natureza de bem econômico,
trocável por outros bens.
Qualidade
Qualidade humana física, intelectual ou moral que desperta admiração e
respeito.
7
3.2 – Análise de Valor
É algo que se adiciona à matéria-prima e ou materiais, partes e
componentes que, ao serem transformados do estágio em que
foram recebidos para um estágio mais elaborado, encontram
alguém disposto a adquiri-los e pagar por eles.
HERNANDEZ PEREZ JUNIOR, José; OLIVEIRA, Luís Martins de. COSTA, Rogério
Guedes. Gestão Estratégica de Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
8
3.2 – Análise de Valor
Valor x Preço
Por algum motivo, as pessoas se baseiam nos preços e não nos valores. Preço é
o que você paga. Valor é o que você leva. Warren Buffett
Valor Preço
Grau de desejo percebido para a
satisfação de uma necessidade
Expressão quantitativa (moeda) do
valor de um bem ou serviço
9
3.2 – Análise de Valor
Atividade Prática 01:
Conceito de Custo de Fabricação
(Material, Mão de Obra e Custos Gerais)
Custo Direto e Custo Indireto
Custo e Despesa
10
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Custeio Activity Based Costing – Custeio Baseado em Atividades
Metodologia ficou conhecida com a divulgação e popularização dos estudos dos
Professores Robert Kaplan e Robin Cooper nos Estados Unidos no início dos anos
90, que identificaram 3 fatores independentes e simultâneos que justificavam a
implementação do sistema ABC:
A modificação na estrutura de custos: na década de 50, cerca de 50% dos
custos totais eram com mão de obra, 35% com matéria-prima e 15% com custos
indiretos (overhead);
Concorrência: a quantidade e o nível dos concorrentes mudaram muito ao longo
do período. Deste modo, em muitos casos a margem vem sendo reduzida ano
após ano nas organizações;
Queda nos custos de implantação: o custo de se implementar um sistema ABC
eficaz para medir caiu muito devido ao avanço e à democratização da
informática.
11
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Custeio Baseado em Atividade - Activity Based Costing (ABC)
Metodologia de custeio que se utiliza da análise dos processos e atividades,
identifica os direcionadores de custo e usa tais dados e informações para custeio
dos produtos, partindo do entendimento que são as atividades que justificam a
ocorrência de gastos para execução de produtos e serviços.
HERNANDEZ PEREZ JUNIOR, José; OLIVEIRA, Luís Martins de. COSTA, Rogério Guedes. Gestão Estratégica de
Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
A importância do ABC
• Reduzir sensivelmente as distorções provocadas pelo rateio arbitrário dos
custos indiretos;
• Pode ser aplicado aos custos diretos (Mão de Obra);
• Não se limita ao custeio de produtos. É, acima de tudo, uma poderosa
ferramenta a ser utilizada na gestão de custos.
MARTINS, Elizeu. Contabilidade de custos. - 9. ed. - 6. reimpressão. - São Paulo: Atlas, 2006. p. 87-104.
12
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Custeio ABC x Sistemas tradicionais de custeio
Metodologias tradicionais de custeio têm o seu foco nos diversos produtos
oferecidos pela empresa. Nelas, os custos totais são rateados pelos produtos,
porque assume-se que cada item consome os diversos recursos da organização
na mesma proporção do volume produzido.
Eficiência do Custeio Baseado em Atividades: Inicialmente são rastreados os
custos oriundos de cada atividade da empresa. A seguir, estes custos lhes são
atribuídos, e é verificado como o portador final de cada custo consumiu os
serviços de cada atividade, fazendo então a atribuição dos custos determinados.
Os diversos custos são alocados das diversas atividades para os vários produtos,
clientes, canais, etc… baseado no uso destes por cada atividade da organização.
Desta forma, o overhead é alocado de forma apropriada, sempre respeitando
uma relação de causa e efeito.
13
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Vantagem da utilização do Custeio ABC
Informações mais precisas: com critérios de alocação de custos estudados e
definições de implementações futuras estabelecidas, melhores e mais precisas
informações ficam disponíveis para tomada de decisão;
Melhora da visão sobre os fluxos dos processos: levantamento de dados mais
transparente sobre despesas de cada setor como, também, a insurgência de
uma revisão dos controles internos e maior visibilidade de cada processo;
Redução de custos: A descrição das especificidades de cada processo e seus
custos permite uma análise multidimensional dos gastos em cada atividade,
como foco panorâmico mas também detalhado, possibilitando a identificação de
custos acima do planejado ou até mesmo a revisão do planejamento para
eliminar despesas que se revelem superiores ao necessário.
14
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Processos
Cadeia de atividades, interdependentes, relacionados entre si, necessárias para
gerar um produtor ou serviço.
Exemplos:
• Processo de montagem;
• Processo de compras;
• Processo de seleção e recrutamento de mão de obra;
• Processo de vendas;
• Processo de contas à pagar;
• Processo de cobrança de mensalidades.
15
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Tipos de processos
Tipos de processos Temas relacionados
Gerenciais
Planejamento estratégico, definição de metas, orçamentos,
controles, avaliação de resultados e de desempenho, etc.
Operacionais
Produção de bens e serviços, suprimentos de matérias-primas,
aquisição e manutenção de equipamentos, etc.
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Recursos humanos, crédito e cobrança, finanças, treinamento,
manutenção e estocagem de materiais, contabilidade e
informática, etc.
Comercialização
Publicidade, propaganda, promoções, distribuição e logística,
garantia pós-venda, assistência técnica, etc.
16
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Função
Conjunto de atividades com um fim comum dentro de uma empresa. As funções
correspondem aos centros de custos e de despesas estabelecidos no
organograma da empresa. Um processo pode ser desenvolvido com base em
diversas funções.
As funções podem ser produtivas, auxiliares, administrativas, comerciais ou
financeiras.
Montagem Pintura Acabamento
17
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Atividade
Conjunto de tarefas necessárias para o atendimento das metas das funções. É
qualquer evento necessário para o processo e que consome recursos da
empresa ou da entidade.
Processo de montagem
Função Função Função
Pintura de componentes Montagem de componentes Montagem da bicicleta
Atividades Atividades Atividades
Preparo da superfície Montagem de rodas Acoplamento de rodas
Aplicação de fundos Montagem de quadros Acoplamento de guidão
Pintura na cor principal Montagem de guidão Montagem de acessórios
18
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Tarefa
Conjunto de operações ou elementos do trabalho que definem como a atividade
deve ser realizada. É um detalhamento da atividade.
Processo de montagem
Função: Montagem de componentes
Atividade 1 Atividade 2 Atividade 3
Montagem de rodas Montagem de quadros Montagem de guidão
Tarefas Tarefas Tarefas
Montagem de pneus Montagem do eixo do pedal Montagem dos freios
Montagem de catracas Montagem da catraca Montagem das manetes
Montagem de freios Montagem da pedivela Montagem do câmbio
19
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Técnica de controle e alocação de custos
• Identificar os processos e as atividades existentes nos setores produtivos,
auxiliares ou administrativos de uma organização, seja qual for a sua
finalidade (industrial, prestadora de serviços, instituição financeira, entidade
sem finalidade lucrativa, etc);
• Identificar, analisar e controlar os custos envolvidos nestes processos e
atividades;
• Atribuir os custos ao produtos, tendo como parâmetro a utilização dos
direcionadores (ou geradores de custos)
HERNANDEZ PEREZ JUNIOR, José; OLIVEIRA, Luís Martins de. COSTA, Rogério Guedes. Gestão Estratégica de
Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
20
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Direcionador de custos
• É a forma como as atividades consomem recursos;
• Serve para custear a atividade;
• Demonstra a relação entre o recurso consumido e as atividades
Direcionador de atividades
• É a forma como os produtos e serviços consomem as atividades;
• Serve para custear produtos e serviços;
• Demonstra a relação entre as atividades e os produtos ou serviços;
• No custeio por atividades, somente são custeadas as atividades;
• As tarefas e subsídios são para melhor conhecimento das atividades e
definição dos direcionadores de custo das atividades.
21
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Etapas para implantação do Custeio ABC
Defina a ferramenta de implantação: o ideal é que se utiliza sistema tecnológico
específico, que permita a realização de análises multidimensionais, com a qual
as organizações possam modelar, analisar e fazer simulações com muita
flexibilidade, segurança, e com todos os dados integrados aos sistemas
corporativos da organização.
Determine os objetivos do projeto: importante que se tenha definições claras e
o grau de profundidade a ser adotado no projeto, critérios possíveis e ideais
melhoram a implantação. (Custo dos clientes, canais, mercados, regiões, etc.)
Mapeamento inteligente das atividades: fazer uma modelagem muito
complexa já na primeira rodada faz com que a integração inicial do modelo com
os sistemas corporativos da organização representem um grande desafio.
22
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Definição dos recursos: é necessário definir os custos iniciais, despesas, centros
de custos, contas contábeis, possíveis agrupamentos e receitas/recursos iniciais.
Estabeleça as diversas alocações: cada recurso seja vinculado a um processo e
este seja identificado de acordo com sua relação com as atividades ligadas a um
produto, serviço, cliente, canal ou projeto.
Determine os direcionadores: definidos os recursos e as atividades, determine
os direcionadores de custo e os critérios para utilizar cada um deles, pois desta
maneira, o processo de cálculo fará sentido, pois haverá um vínculo que
represente uma relação de causa e efeito entre fontes e seus destinos.
Calcule o modelo e extraia relatórios e análises: geração de dados simples e
complexos que darão subsídios às diversas análises e criação de uma sistemática
que permita a realização de simulações simples e avançadas.
23
3.2 – Análise de Valor
Atividade Prática 2: Custeio ABC
24
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
ABC e Análise de Valor
• Deve sempre ser realizada pela óptica do cliente (interno ou externo);
• É necessário que os custos sejam reportados por atividades, classificando-as
em Atividades que adicionam ou não valor para o cliente (interno ou
externo);
• As atividades que não geram valor são aquelas que poderiam ser eliminadas
sem afetar os atributos do produto ou serviço.
ABC e Reengenharia
• Deve ser implementado através de uma análise de processos;
• As informações geradas servem para auxiliar a gestão de processos;
• Identificar e selecionar os direcionadores de custos;
• Propiciar economias que justifiquem a relação custo-benefício do projeto;
• Pode dar origem a uma reengenharia de processo.
25
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Gestão Baseada em Atividades
A Gestão baseada em atividades apoia-se no planejamento, execução e
mensuração do custo das atividades para obter vantagens competitivas.
Utiliza-se o custeio baseado em atividades e caracteriza-se por decisões
estratégicas.
• Alteração no mix de produtos;
• Alteração no processo de formação de preços;
• Alteração nos processos;
• Redesenho de produtos;
• Eliminação ou redução de custos administrativos que não agregam valor;
• Eliminação de desperdícios;
• Elaboração de orçamentos com base em atividades.
26
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
Limitações do Custeio ABC
Desvantagem quando se decide implementar
• É um método de custeio complexo e que leva tempo para sua apuração total;
• É preciso formular os próprios padrões de análise, o que necessita muita
dedicação por parte da equipe;
• As informações buscadas podem não estar totalmente fidedignas;
• Possui necessidade de revisão constante.
27
3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC)
https://www.youtube.com/watch?v=RRy_73ivcms
28
Muito Obrigada!
Cynthia Martins Vieira
cynthiavieirajf@yahoo.com.br

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  • 1. 1 Pós-Graduação em Engenharia de Custos e Orçamentos Módulo III – Análise e Controle de Custos e Orçamentos 3.2 Análise de Valor Professora: Cynthia Vieira
  • 2. 2 Cynthia Martins Vieira ✓ Arquiteta e Urbanista Universidade Federal de Juiz de Fora / MG ✓ Auditora Interna na Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais ✓ Pós-Graduanda em Controle e Combate à Corrupção Centro de Estudos Renato Saraiva – CERS ✓ MBA Infraestrutura, Concessões e Parcerias Público-Privada Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUCMINAS
  • 3. 3 Plano de Aula 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) 3.2.2 – Análise de custos para tomada de decisão 3.2.3 – Análise contábil, econômica e financeira 3.2.4 – Curva S, progresso e cálculo de variância
  • 4. 4 O que é VALOR pra você?
  • 5. 5
  • 6. 6 3.2 – Análise de Valor Ética Conjunto de princípios ou normas que representam um ideal de perfeição ou plenitude moral deve ser buscado pelos seres humanos. Econômico Qualidade que confere a um objeto material a natureza de bem econômico, trocável por outros bens. Qualidade Qualidade humana física, intelectual ou moral que desperta admiração e respeito.
  • 7. 7 3.2 – Análise de Valor É algo que se adiciona à matéria-prima e ou materiais, partes e componentes que, ao serem transformados do estágio em que foram recebidos para um estágio mais elaborado, encontram alguém disposto a adquiri-los e pagar por eles. HERNANDEZ PEREZ JUNIOR, José; OLIVEIRA, Luís Martins de. COSTA, Rogério Guedes. Gestão Estratégica de Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
  • 8. 8 3.2 – Análise de Valor Valor x Preço Por algum motivo, as pessoas se baseiam nos preços e não nos valores. Preço é o que você paga. Valor é o que você leva. Warren Buffett Valor Preço Grau de desejo percebido para a satisfação de uma necessidade Expressão quantitativa (moeda) do valor de um bem ou serviço
  • 9. 9 3.2 – Análise de Valor Atividade Prática 01: Conceito de Custo de Fabricação (Material, Mão de Obra e Custos Gerais) Custo Direto e Custo Indireto Custo e Despesa
  • 10. 10 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Custeio Activity Based Costing – Custeio Baseado em Atividades Metodologia ficou conhecida com a divulgação e popularização dos estudos dos Professores Robert Kaplan e Robin Cooper nos Estados Unidos no início dos anos 90, que identificaram 3 fatores independentes e simultâneos que justificavam a implementação do sistema ABC: A modificação na estrutura de custos: na década de 50, cerca de 50% dos custos totais eram com mão de obra, 35% com matéria-prima e 15% com custos indiretos (overhead); Concorrência: a quantidade e o nível dos concorrentes mudaram muito ao longo do período. Deste modo, em muitos casos a margem vem sendo reduzida ano após ano nas organizações; Queda nos custos de implantação: o custo de se implementar um sistema ABC eficaz para medir caiu muito devido ao avanço e à democratização da informática.
  • 11. 11 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Custeio Baseado em Atividade - Activity Based Costing (ABC) Metodologia de custeio que se utiliza da análise dos processos e atividades, identifica os direcionadores de custo e usa tais dados e informações para custeio dos produtos, partindo do entendimento que são as atividades que justificam a ocorrência de gastos para execução de produtos e serviços. HERNANDEZ PEREZ JUNIOR, José; OLIVEIRA, Luís Martins de. COSTA, Rogério Guedes. Gestão Estratégica de Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. A importância do ABC • Reduzir sensivelmente as distorções provocadas pelo rateio arbitrário dos custos indiretos; • Pode ser aplicado aos custos diretos (Mão de Obra); • Não se limita ao custeio de produtos. É, acima de tudo, uma poderosa ferramenta a ser utilizada na gestão de custos. MARTINS, Elizeu. Contabilidade de custos. - 9. ed. - 6. reimpressão. - São Paulo: Atlas, 2006. p. 87-104.
  • 12. 12 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Custeio ABC x Sistemas tradicionais de custeio Metodologias tradicionais de custeio têm o seu foco nos diversos produtos oferecidos pela empresa. Nelas, os custos totais são rateados pelos produtos, porque assume-se que cada item consome os diversos recursos da organização na mesma proporção do volume produzido. Eficiência do Custeio Baseado em Atividades: Inicialmente são rastreados os custos oriundos de cada atividade da empresa. A seguir, estes custos lhes são atribuídos, e é verificado como o portador final de cada custo consumiu os serviços de cada atividade, fazendo então a atribuição dos custos determinados. Os diversos custos são alocados das diversas atividades para os vários produtos, clientes, canais, etc… baseado no uso destes por cada atividade da organização. Desta forma, o overhead é alocado de forma apropriada, sempre respeitando uma relação de causa e efeito.
  • 13. 13 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Vantagem da utilização do Custeio ABC Informações mais precisas: com critérios de alocação de custos estudados e definições de implementações futuras estabelecidas, melhores e mais precisas informações ficam disponíveis para tomada de decisão; Melhora da visão sobre os fluxos dos processos: levantamento de dados mais transparente sobre despesas de cada setor como, também, a insurgência de uma revisão dos controles internos e maior visibilidade de cada processo; Redução de custos: A descrição das especificidades de cada processo e seus custos permite uma análise multidimensional dos gastos em cada atividade, como foco panorâmico mas também detalhado, possibilitando a identificação de custos acima do planejado ou até mesmo a revisão do planejamento para eliminar despesas que se revelem superiores ao necessário.
  • 14. 14 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Processos Cadeia de atividades, interdependentes, relacionados entre si, necessárias para gerar um produtor ou serviço. Exemplos: • Processo de montagem; • Processo de compras; • Processo de seleção e recrutamento de mão de obra; • Processo de vendas; • Processo de contas à pagar; • Processo de cobrança de mensalidades.
  • 15. 15 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Tipos de processos Tipos de processos Temas relacionados Gerenciais Planejamento estratégico, definição de metas, orçamentos, controles, avaliação de resultados e de desempenho, etc. Operacionais Produção de bens e serviços, suprimentos de matérias-primas, aquisição e manutenção de equipamentos, etc. Apoio Recursos humanos, crédito e cobrança, finanças, treinamento, manutenção e estocagem de materiais, contabilidade e informática, etc. Comercialização Publicidade, propaganda, promoções, distribuição e logística, garantia pós-venda, assistência técnica, etc.
  • 16. 16 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Função Conjunto de atividades com um fim comum dentro de uma empresa. As funções correspondem aos centros de custos e de despesas estabelecidos no organograma da empresa. Um processo pode ser desenvolvido com base em diversas funções. As funções podem ser produtivas, auxiliares, administrativas, comerciais ou financeiras. Montagem Pintura Acabamento
  • 17. 17 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Atividade Conjunto de tarefas necessárias para o atendimento das metas das funções. É qualquer evento necessário para o processo e que consome recursos da empresa ou da entidade. Processo de montagem Função Função Função Pintura de componentes Montagem de componentes Montagem da bicicleta Atividades Atividades Atividades Preparo da superfície Montagem de rodas Acoplamento de rodas Aplicação de fundos Montagem de quadros Acoplamento de guidão Pintura na cor principal Montagem de guidão Montagem de acessórios
  • 18. 18 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Tarefa Conjunto de operações ou elementos do trabalho que definem como a atividade deve ser realizada. É um detalhamento da atividade. Processo de montagem Função: Montagem de componentes Atividade 1 Atividade 2 Atividade 3 Montagem de rodas Montagem de quadros Montagem de guidão Tarefas Tarefas Tarefas Montagem de pneus Montagem do eixo do pedal Montagem dos freios Montagem de catracas Montagem da catraca Montagem das manetes Montagem de freios Montagem da pedivela Montagem do câmbio
  • 19. 19 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Técnica de controle e alocação de custos • Identificar os processos e as atividades existentes nos setores produtivos, auxiliares ou administrativos de uma organização, seja qual for a sua finalidade (industrial, prestadora de serviços, instituição financeira, entidade sem finalidade lucrativa, etc); • Identificar, analisar e controlar os custos envolvidos nestes processos e atividades; • Atribuir os custos ao produtos, tendo como parâmetro a utilização dos direcionadores (ou geradores de custos) HERNANDEZ PEREZ JUNIOR, José; OLIVEIRA, Luís Martins de. COSTA, Rogério Guedes. Gestão Estratégica de Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
  • 20. 20 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Direcionador de custos • É a forma como as atividades consomem recursos; • Serve para custear a atividade; • Demonstra a relação entre o recurso consumido e as atividades Direcionador de atividades • É a forma como os produtos e serviços consomem as atividades; • Serve para custear produtos e serviços; • Demonstra a relação entre as atividades e os produtos ou serviços; • No custeio por atividades, somente são custeadas as atividades; • As tarefas e subsídios são para melhor conhecimento das atividades e definição dos direcionadores de custo das atividades.
  • 21. 21 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Etapas para implantação do Custeio ABC Defina a ferramenta de implantação: o ideal é que se utiliza sistema tecnológico específico, que permita a realização de análises multidimensionais, com a qual as organizações possam modelar, analisar e fazer simulações com muita flexibilidade, segurança, e com todos os dados integrados aos sistemas corporativos da organização. Determine os objetivos do projeto: importante que se tenha definições claras e o grau de profundidade a ser adotado no projeto, critérios possíveis e ideais melhoram a implantação. (Custo dos clientes, canais, mercados, regiões, etc.) Mapeamento inteligente das atividades: fazer uma modelagem muito complexa já na primeira rodada faz com que a integração inicial do modelo com os sistemas corporativos da organização representem um grande desafio.
  • 22. 22 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Definição dos recursos: é necessário definir os custos iniciais, despesas, centros de custos, contas contábeis, possíveis agrupamentos e receitas/recursos iniciais. Estabeleça as diversas alocações: cada recurso seja vinculado a um processo e este seja identificado de acordo com sua relação com as atividades ligadas a um produto, serviço, cliente, canal ou projeto. Determine os direcionadores: definidos os recursos e as atividades, determine os direcionadores de custo e os critérios para utilizar cada um deles, pois desta maneira, o processo de cálculo fará sentido, pois haverá um vínculo que represente uma relação de causa e efeito entre fontes e seus destinos. Calcule o modelo e extraia relatórios e análises: geração de dados simples e complexos que darão subsídios às diversas análises e criação de uma sistemática que permita a realização de simulações simples e avançadas.
  • 23. 23 3.2 – Análise de Valor Atividade Prática 2: Custeio ABC
  • 24. 24 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) ABC e Análise de Valor • Deve sempre ser realizada pela óptica do cliente (interno ou externo); • É necessário que os custos sejam reportados por atividades, classificando-as em Atividades que adicionam ou não valor para o cliente (interno ou externo); • As atividades que não geram valor são aquelas que poderiam ser eliminadas sem afetar os atributos do produto ou serviço. ABC e Reengenharia • Deve ser implementado através de uma análise de processos; • As informações geradas servem para auxiliar a gestão de processos; • Identificar e selecionar os direcionadores de custos; • Propiciar economias que justifiquem a relação custo-benefício do projeto; • Pode dar origem a uma reengenharia de processo.
  • 25. 25 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Gestão Baseada em Atividades A Gestão baseada em atividades apoia-se no planejamento, execução e mensuração do custo das atividades para obter vantagens competitivas. Utiliza-se o custeio baseado em atividades e caracteriza-se por decisões estratégicas. • Alteração no mix de produtos; • Alteração no processo de formação de preços; • Alteração nos processos; • Redesenho de produtos; • Eliminação ou redução de custos administrativos que não agregam valor; • Eliminação de desperdícios; • Elaboração de orçamentos com base em atividades.
  • 26. 26 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) Limitações do Custeio ABC Desvantagem quando se decide implementar • É um método de custeio complexo e que leva tempo para sua apuração total; • É preciso formular os próprios padrões de análise, o que necessita muita dedicação por parte da equipe; • As informações buscadas podem não estar totalmente fidedignas; • Possui necessidade de revisão constante.
  • 27. 27 3.2.1 – Custeio Baseado em Atividade (ABC) https://www.youtube.com/watch?v=RRy_73ivcms
  • 28. 28 Muito Obrigada! Cynthia Martins Vieira cynthiavieirajf@yahoo.com.br