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TADS 2012-1 Introdução à Organização Computacional Prof. Rubens Evangelista
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Especialista em Eletrônica Digital 
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PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Apresentação da disciplina: Ementa 
Apresentação da Disciplina. 
Conceitos básicos. 
Evolução histórica dos computadores. 
Componentes de um sistema de computação. 
Conversão de bases e aritmética computacional. 
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Entrada e saída.
REGRAS PARA UMA AULA DE QUALIDADE: 
-NÃO TOLERO CONVERSAS PARALELAS ENQUANTO EXPLICO 
-NÃO SERÃO ACEITOS TRABALHOS E RELATÓRIOS IMPRESSOS. TODO TRABALHO DEVERÁ SER ENVIADO POR EMAIL , ATRAVÉS DE ARQUIVO ANEXADO EM FORMATO .PDF! 
-TODO ENVIO DE TRABALHO DEVERÁ SER REGISTRADO EM FORMULÁRIO ON LINE NO SITE GOOGLE APPS DO PROFESSOR 
-A COORDENAÇÃO, O APOIO DOCENTE, NÃO ACEITARÃO A ENTREGA DE TRABALHOS!
REGRAS: 
- TODO ALUNO DEVERÁ POSSUIR UMA CONTA DE E-MAIL NO AMBIENTE GOOGLE APPS (GMAIL DA ANHANGUERA), NO DOMÍNIO AEDU. 
EXEMPLO: joao.guedes@aedu.com 
Quem não tiver criada a conta é só acessar a área restrita do aluno e clicar no banner GOOGLE APPS. DEMORA ATÉ 48HS.
REGRAS: 
- TODO ALUNO DEVE ENVIAR UM E-MAIL PARA QUE EU POSSA CADASTRÁ-LO NO MEU CONTROLE DE NOTAS DA TURMA. 
- ANOTEM MEU EMAIL: 
rubens.evangelista@aedu.com 
- PADRÃO DE COMUNICAÇÃO: 
- TODO E-MAIL SEGUIRÁ UM PADRÃO
REGRAS: 
TODA COMUNICAÇÃOTODA COMUNICAÇÃO POR E-MAIL O ASSUNTO SEMPRE DEVERÁ CONTER SOMENTE A SIGLA 
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-ANOTEM A SIGLA DO ASSUNTO 
-TODO E-MAIL DEVERÁ TERA IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO COM RA, NOME E ASSUNTO NO CORPO DO EMAIL.
REGRAS: 
Aulas 
Aula expositiva, dinâmicas de grupo, seminários, debates, exercício em classe, ATPS (Atividades Práticas Supervisionadas) 
Avaliações: 
1º Bimestre 
A nota do primeiro bimestre será composta pelos seguintes itens 
• Seminário (7,0 sete pontos) - Avaliação da exposição (Notas de 0 à 10) 
• ATPS (1,5 um ponto e meio) - Avaliação da execução (Notas de 0 à 10) 
• Trabalho (1,5 um ponto e meio) - Avaliação de conteúdo (Notas de 0 à 10) 
A média do primeiro bimestre será composta por: 
M1= ((Nota Seminário (de 0 á 10))*0,7+(Nota ATPS (de 0 á 10))*0,15+(Nota Trabalho (de 0 á 10))*0,15)*0,4
REGRAS: 
Aulas 
Avaliações: 
2º Bimestre 
A nota do segundo bimestre será composta pelos seguintes itens 
• Avaliação Oficial (8,0 oito pontos) - Avaliação do Aprendizado (Notas de 0 à 10) 
• ATPS (1,0 ponto) - Avaliação da execução (Notas de 0 à 10) 
• Trabalho (1,0 ponto) - Avaliação de conteúdo (Notas de 0 à 10) 
A média do segundo bimestre será composta por: 
M2= ((Nota Avaliação Oficial (de 0 á 10))*0,8+(Nota ATPS (de 0 á 10))*0,1+(Nota Trabalho (de 0 á 10))*0,1)*0,6 
MF (Média Final) = M1 + M2 
Se MF < 5,0 então O aluno poderá fazer a PS (Prova Substitutiva) 
Se PS*0,6 > M2 então PS substitui M2 
M2=0,6 * PS e consequentemente 
MF = M1 + M2 => Senão será mantida a melhor nota entre PS e M2
REGRAS: 
As avaliações serão marcadas pela Faculdade. 
Seminário (será 1 semana antes do dia da 1ª Avaliação) 
Metodologia O Número de alunos por grupo terá um limite negociado. Avaliação é do grupo (aluno faltante não tem nota) Entrega de apresentação (.PPT) e apresentação para classe Tempo da apresentação de 15 a 20 minutos Todos os alunos do grupo DEVEM apresentar A composição do grupo será por sorteio 
ATPS (Atividades Práticas Supervisionadas) 
Orientação e entrega de trabalhos semanalmente (das 22:00hs às 22:15hs)
Sugestão de temas para os seminários 
-Computadores Quânticos. 
-Aplicações do Grapheno na informática. 
-Estudando a vida e a obra de George Boole. 
-Sistemas de impressão em 3D. 
-Etc.
‐O PLT O Programa do Livro‐Texto (PLT), criado em janeiro de 2005, atende as necessidades didático‐pedagógicas de nossos cursos de graduação e viabiliza a compra de livros com preços até 78% mais baratos que nas livrarias. Sua utilização promove a melhoria da qualidade do ensino e o maior envolvimento dos alunos com suas respectivas disciplinas. Além disso o PLT: * Inibe a Cópia ilegal de livros; * Agrega valor aos serviços educacionais; * Favorece a aprendizagem; * Reduz o preço aos alunos e Promove o desenvolvimento da capacidade de leitura e interpretação de textos.
Metodologia 
•Lista será passada todas as aulas 
•É responsabilidade do aluno assinar a lista 
•Fique atento a sua freqüência, as faltas não serão negociadas em sala de aula, apenas na secretaria 
•Desliguem os celulares durante a aula, ou ao menos deixe-o em estado silencioso 
•Crescimento e troca de experiências em sala de aula 
•Faça contatos. A universidade é o melhor local para se conseguir uma boa oportunidade de entrevista de emprego ou trabalho 
•Vocês não são mais apenas consumidores de informação (internet) devem ser produtores
Missão do Professor: 
” Promover o ENSINO de forma eficiente, com um grau de qualidade necessário ao bom desempenho das futuras atividades profissionais dos educandos, para que, de forma competente e ética, possam desenvolver seus PROJETOS DE VIDA como cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e responsabilidades sociais.”
“Os Objetivos Específicos dos Cursos de Graduação e outros, deverão prioritariamente, obedecer a um conjunto de premissas definidas pela instituição e seus agentes educacionais, como metas básicas para alcance mediato, ao longo do transcorrer desses cursos e que deverão estar incluídos nos planos de ensino de várias disciplinas, que são: 
•Permanente formação humanística, técnico-científica e prática, com vistas à compreensão interdisciplinar dos fenômenos estudados; 
•Conduta ética associada à responsabilidade social e profissional; 
•Desenvolvimento da capacidade de compreensão, produção e transmissão dos saberes adquiridos;...
•“... 
•Desenvolvimento da capacidade de equacionar problemas e buscar soluções harmônicas com as demandas individuais e sociais; 
•Permanente busca de prevenção e soluções dos conflitos individuais e coletivos com vistas ao bem estar social; 
•Desenvolvimento da capacidade de realizar investigações científicas, raciocínios logicamente consistentes, de leitura, compreensão e produção de textos em um processo comunicativo próprio ou em equipe, de julgamento e de tomada de decisões, de aprender a aprender, para sua educação permanente;”
-26ª Marca mais valiosa da América Latina 
-344.000 alunos 7.000 EM Sorocaba 
-O Aluno pode crescer até 9% ao Ano
De onde vem a lógica? 
PEQUENO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO 
Primeiro ser humano a CALCULAR foi um pastor, que se utilizou, de uma técnica de empilhamento de pedras para controlar a quantidade de ovelhas de seu rebanho. 
INTRODUÇÃO
Calculus = pedra, em latim. 
Primeira maneira que os seres humanos encontraram para mostrar a que quantidade estavam se referindo foi o uso dos dedos da mão. 
INTRODUÇÃO
Primeira maneira que os seres humanos encontraram para mostrar a que quantidade estavam se referindo foi o uso dos dedos da mão. 
Digitus = dedo, em latim 
INTRODUÇÃO
HISTÓRICO 
5000 a.C. – O Ábaco 
Na medida em que os cálculos foram se complicando e aumentando de tamanho, sentiu-se a necessidade de um instrumento que viesse em auxilio, surgindo assim há cerca de 5000 anos antes de Cristo, o ÁBACO. Este era formado por fios paralelos e contas formadas por pequenas pedras calcárias (CALCULIS em latim) deslizantes que, de acordo com sua posição, representava a quantidade a ser trabalhada. 
INTRODUÇÃO
HISTÓRICO 
5000 a.C. – O Ábaco 
INTRODUÇÃO
1642 d.C. – Máquina de Calcular - PASCALINE – Blaise Pascal 
A maior evolução seguinte foi o contador mecânico, criado pelo matemático Blaise Pascal, que utilizou engrenagens para somas e multiplicações. Essas máquinas se chamavam Pascalines. As calculadoras da geração da Pascaline executavam somente operações seqüenciais, completamente independentes. A cada cálculo o operador deve intervir, introduzindo novos dados e o comando para determinar qual operação deve ser efetuada. Essas máquinas não tinham capacidade para tomar decisões baseadas nos resultados. 
INTRODUÇÃO
1642 d.C. – Máquina de Calcular - PASCALINE – Blaise Pascal 
INTRODUÇÃO
1672 d.C. – Máquina de Calcular II - Göttfried Leibiniz 
Pascaline, apesar de sua lentidão foi de grande importância, pois serviu para inspiração para o alemão Göttfried Leibniz construir uma nova máquina meio século mais tarde, porém com um objetivo ambicioso para a época: além de somar e subtrair deveria permitir a divisão e a multiplicação. 
Também constituída basicamente por cilindros de rodas dentadas e um complexo sistema de engrenagens capaz de assombrar qualquer engenheiro moderno. As primeiras máquinas de calcular comercializadas no século XIX baseavam-se nos princípios de funcionamentos da máquina de calcular de Leibniz. 
INTRODUÇÃO
1672 d.C. – Máquina de Calcular II - Göttfried Leibiniz 
INTRODUÇÃO
1690 d.C. – Máquina Analítica - Charles Babbage 
No mesmo século, o matemático inglês Charles Babbage deu um grande impulso ao projeto das “Máquinas Matemáticas”. 
Extremamente perfeccionista, dedicou a sua vida ao projeto de tais máquinas, mas sempre não conseguia concluir esses projetos, pois a complexidade mecânica que as envolvia era excessiva para a época. Essas máquinas deveriam calcular e imprimir tabelas matemáticas. 
O projeto da “Máquina Diferencial” com estimativa de conclusão de 3 anos, jamais foi concluído, pois à medida que o mesmo avançava novas idéias iam surgindo acabava inutilizando os outros projetos 
INTRODUÇÃO
1690 d.C. – Máquina Analítica - Charles Babbage 
INTRODUÇÃO
1802 d.C. – Joseph Marie Jacquard – Tear de cartões perfurados 
Foi uma concepção sugerida pelo tear mecânico de Jacquard (1802) do inventor francês Joseph Marie Jacquard (1752 / 1834). desenvolveu uma maneira rápida e eficiente de padronizar os desenhos nos tecidos de sua fábrica. Ele introduziu nos teares um sistema de cartões perfurados que representavam justamente os desenhos pretendidos. 
INTRODUÇÃO
1802 d.C. – Joseph Marie Jacquard – Tear de cartões perfurados 
INTRODUÇÃO
1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole 
Após estudar várias teorias matemáticas, o autodidata inglês George Boole, na mesma época, estabelece a “Lógica Formal” ou “Álgebra de Boole”. 
Foi por meio da Álgebra de Boole que pôde-se estabelecer procedimentos que identificam se uma situação é falsa ou verdadeira através de operadores lógicos AND(e), OR(ou) e NOT(não). Para exemplificar vejamos as ilustrações 
INTRODUÇÃO
1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole 
INTRODUÇÃO
1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole 
Mesmo após a morte de Boole, o estudo desses elementos da lógica formal, que aliados ao sistema de numeração binária, se tornaram à base dos modernos computadores eletrônicos. 
A numeração binária, portanto tem uma importância fundamental para estudarmos. 
INTRODUÇÃO
1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole 
INTRODUÇÃO
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01 aula 01032012

  • 1. TADS 2012-1 Introdução à Organização Computacional Prof. Rubens Evangelista
  • 2. Apresentação Pessoal Engenheiro Eletricista Especialista em Eletrônica Digital Especialista em Telecomunicações Especialista em Didática No Ensino Superior Professor das Disciplinas: Atualmente - Redes de Computadores (ECA9A) - Redes de Computadores (EEL9A) - Circuitos Lógicos (EEL5A) - Algoritmos e Programação (EPO3A) - Introdução à Organização Computacional (TADS1A)
  • 3. Professor das Disciplinas: Já ministradas nesta unidade -Lógica Matemática (Ciências da Computação - CCS) -Introdução à Organização de Computadores (TADS e CCS) -Programação em linguagem C (CCS) -Lab. Programação Estruturada (CCS) -Programação Estruturada II (TADS) -Análise Estruturada de Sistemas (TADS) -Análise e Complexidade de Algoritmos (CCS) -Modelagem Computacional (EPO)
  • 4. PEA PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
  • 5. Apresentação da disciplina: Ementa Apresentação da Disciplina. Conceitos básicos. Evolução histórica dos computadores. Componentes de um sistema de computação. Conversão de bases e aritmética computacional. Conversão de bases e aritmética computacional. Conversão de bases e aritmética computacional. Álgebra de boole. Subsistemas de memória. Subsistemas de memória. Unidade central de processamento. Unidade central de processamento. Representação de dados. Representação de dados. Entrada e saída.
  • 6. REGRAS PARA UMA AULA DE QUALIDADE: -NÃO TOLERO CONVERSAS PARALELAS ENQUANTO EXPLICO -NÃO SERÃO ACEITOS TRABALHOS E RELATÓRIOS IMPRESSOS. TODO TRABALHO DEVERÁ SER ENVIADO POR EMAIL , ATRAVÉS DE ARQUIVO ANEXADO EM FORMATO .PDF! -TODO ENVIO DE TRABALHO DEVERÁ SER REGISTRADO EM FORMULÁRIO ON LINE NO SITE GOOGLE APPS DO PROFESSOR -A COORDENAÇÃO, O APOIO DOCENTE, NÃO ACEITARÃO A ENTREGA DE TRABALHOS!
  • 7. REGRAS: - TODO ALUNO DEVERÁ POSSUIR UMA CONTA DE E-MAIL NO AMBIENTE GOOGLE APPS (GMAIL DA ANHANGUERA), NO DOMÍNIO AEDU. EXEMPLO: joao.guedes@aedu.com Quem não tiver criada a conta é só acessar a área restrita do aluno e clicar no banner GOOGLE APPS. DEMORA ATÉ 48HS.
  • 8. REGRAS: - TODO ALUNO DEVE ENVIAR UM E-MAIL PARA QUE EU POSSA CADASTRÁ-LO NO MEU CONTROLE DE NOTAS DA TURMA. - ANOTEM MEU EMAIL: rubens.evangelista@aedu.com - PADRÃO DE COMUNICAÇÃO: - TODO E-MAIL SEGUIRÁ UM PADRÃO
  • 9. REGRAS: TODA COMUNICAÇÃOTODA COMUNICAÇÃO POR E-MAIL O ASSUNTO SEMPRE DEVERÁ CONTER SOMENTE A SIGLA -TADS1A -ANOTEM A SIGLA DO ASSUNTO -TODO E-MAIL DEVERÁ TERA IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO COM RA, NOME E ASSUNTO NO CORPO DO EMAIL.
  • 10. REGRAS: Aulas Aula expositiva, dinâmicas de grupo, seminários, debates, exercício em classe, ATPS (Atividades Práticas Supervisionadas) Avaliações: 1º Bimestre A nota do primeiro bimestre será composta pelos seguintes itens • Seminário (7,0 sete pontos) - Avaliação da exposição (Notas de 0 à 10) • ATPS (1,5 um ponto e meio) - Avaliação da execução (Notas de 0 à 10) • Trabalho (1,5 um ponto e meio) - Avaliação de conteúdo (Notas de 0 à 10) A média do primeiro bimestre será composta por: M1= ((Nota Seminário (de 0 á 10))*0,7+(Nota ATPS (de 0 á 10))*0,15+(Nota Trabalho (de 0 á 10))*0,15)*0,4
  • 11. REGRAS: Aulas Avaliações: 2º Bimestre A nota do segundo bimestre será composta pelos seguintes itens • Avaliação Oficial (8,0 oito pontos) - Avaliação do Aprendizado (Notas de 0 à 10) • ATPS (1,0 ponto) - Avaliação da execução (Notas de 0 à 10) • Trabalho (1,0 ponto) - Avaliação de conteúdo (Notas de 0 à 10) A média do segundo bimestre será composta por: M2= ((Nota Avaliação Oficial (de 0 á 10))*0,8+(Nota ATPS (de 0 á 10))*0,1+(Nota Trabalho (de 0 á 10))*0,1)*0,6 MF (Média Final) = M1 + M2 Se MF < 5,0 então O aluno poderá fazer a PS (Prova Substitutiva) Se PS*0,6 > M2 então PS substitui M2 M2=0,6 * PS e consequentemente MF = M1 + M2 => Senão será mantida a melhor nota entre PS e M2
  • 12. REGRAS: As avaliações serão marcadas pela Faculdade. Seminário (será 1 semana antes do dia da 1ª Avaliação) Metodologia O Número de alunos por grupo terá um limite negociado. Avaliação é do grupo (aluno faltante não tem nota) Entrega de apresentação (.PPT) e apresentação para classe Tempo da apresentação de 15 a 20 minutos Todos os alunos do grupo DEVEM apresentar A composição do grupo será por sorteio ATPS (Atividades Práticas Supervisionadas) Orientação e entrega de trabalhos semanalmente (das 22:00hs às 22:15hs)
  • 13. Sugestão de temas para os seminários -Computadores Quânticos. -Aplicações do Grapheno na informática. -Estudando a vida e a obra de George Boole. -Sistemas de impressão em 3D. -Etc.
  • 14. ‐O PLT O Programa do Livro‐Texto (PLT), criado em janeiro de 2005, atende as necessidades didático‐pedagógicas de nossos cursos de graduação e viabiliza a compra de livros com preços até 78% mais baratos que nas livrarias. Sua utilização promove a melhoria da qualidade do ensino e o maior envolvimento dos alunos com suas respectivas disciplinas. Além disso o PLT: * Inibe a Cópia ilegal de livros; * Agrega valor aos serviços educacionais; * Favorece a aprendizagem; * Reduz o preço aos alunos e Promove o desenvolvimento da capacidade de leitura e interpretação de textos.
  • 15. Metodologia •Lista será passada todas as aulas •É responsabilidade do aluno assinar a lista •Fique atento a sua freqüência, as faltas não serão negociadas em sala de aula, apenas na secretaria •Desliguem os celulares durante a aula, ou ao menos deixe-o em estado silencioso •Crescimento e troca de experiências em sala de aula •Faça contatos. A universidade é o melhor local para se conseguir uma boa oportunidade de entrevista de emprego ou trabalho •Vocês não são mais apenas consumidores de informação (internet) devem ser produtores
  • 16. Missão do Professor: ” Promover o ENSINO de forma eficiente, com um grau de qualidade necessário ao bom desempenho das futuras atividades profissionais dos educandos, para que, de forma competente e ética, possam desenvolver seus PROJETOS DE VIDA como cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e responsabilidades sociais.”
  • 17. “Os Objetivos Específicos dos Cursos de Graduação e outros, deverão prioritariamente, obedecer a um conjunto de premissas definidas pela instituição e seus agentes educacionais, como metas básicas para alcance mediato, ao longo do transcorrer desses cursos e que deverão estar incluídos nos planos de ensino de várias disciplinas, que são: •Permanente formação humanística, técnico-científica e prática, com vistas à compreensão interdisciplinar dos fenômenos estudados; •Conduta ética associada à responsabilidade social e profissional; •Desenvolvimento da capacidade de compreensão, produção e transmissão dos saberes adquiridos;...
  • 18. •“... •Desenvolvimento da capacidade de equacionar problemas e buscar soluções harmônicas com as demandas individuais e sociais; •Permanente busca de prevenção e soluções dos conflitos individuais e coletivos com vistas ao bem estar social; •Desenvolvimento da capacidade de realizar investigações científicas, raciocínios logicamente consistentes, de leitura, compreensão e produção de textos em um processo comunicativo próprio ou em equipe, de julgamento e de tomada de decisões, de aprender a aprender, para sua educação permanente;”
  • 19. -26ª Marca mais valiosa da América Latina -344.000 alunos 7.000 EM Sorocaba -O Aluno pode crescer até 9% ao Ano
  • 20. De onde vem a lógica? PEQUENO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO Primeiro ser humano a CALCULAR foi um pastor, que se utilizou, de uma técnica de empilhamento de pedras para controlar a quantidade de ovelhas de seu rebanho. INTRODUÇÃO
  • 21. Calculus = pedra, em latim. Primeira maneira que os seres humanos encontraram para mostrar a que quantidade estavam se referindo foi o uso dos dedos da mão. INTRODUÇÃO
  • 22. Primeira maneira que os seres humanos encontraram para mostrar a que quantidade estavam se referindo foi o uso dos dedos da mão. Digitus = dedo, em latim INTRODUÇÃO
  • 23. HISTÓRICO 5000 a.C. – O Ábaco Na medida em que os cálculos foram se complicando e aumentando de tamanho, sentiu-se a necessidade de um instrumento que viesse em auxilio, surgindo assim há cerca de 5000 anos antes de Cristo, o ÁBACO. Este era formado por fios paralelos e contas formadas por pequenas pedras calcárias (CALCULIS em latim) deslizantes que, de acordo com sua posição, representava a quantidade a ser trabalhada. INTRODUÇÃO
  • 24. HISTÓRICO 5000 a.C. – O Ábaco INTRODUÇÃO
  • 25. 1642 d.C. – Máquina de Calcular - PASCALINE – Blaise Pascal A maior evolução seguinte foi o contador mecânico, criado pelo matemático Blaise Pascal, que utilizou engrenagens para somas e multiplicações. Essas máquinas se chamavam Pascalines. As calculadoras da geração da Pascaline executavam somente operações seqüenciais, completamente independentes. A cada cálculo o operador deve intervir, introduzindo novos dados e o comando para determinar qual operação deve ser efetuada. Essas máquinas não tinham capacidade para tomar decisões baseadas nos resultados. INTRODUÇÃO
  • 26. 1642 d.C. – Máquina de Calcular - PASCALINE – Blaise Pascal INTRODUÇÃO
  • 27. 1672 d.C. – Máquina de Calcular II - Göttfried Leibiniz Pascaline, apesar de sua lentidão foi de grande importância, pois serviu para inspiração para o alemão Göttfried Leibniz construir uma nova máquina meio século mais tarde, porém com um objetivo ambicioso para a época: além de somar e subtrair deveria permitir a divisão e a multiplicação. Também constituída basicamente por cilindros de rodas dentadas e um complexo sistema de engrenagens capaz de assombrar qualquer engenheiro moderno. As primeiras máquinas de calcular comercializadas no século XIX baseavam-se nos princípios de funcionamentos da máquina de calcular de Leibniz. INTRODUÇÃO
  • 28. 1672 d.C. – Máquina de Calcular II - Göttfried Leibiniz INTRODUÇÃO
  • 29. 1690 d.C. – Máquina Analítica - Charles Babbage No mesmo século, o matemático inglês Charles Babbage deu um grande impulso ao projeto das “Máquinas Matemáticas”. Extremamente perfeccionista, dedicou a sua vida ao projeto de tais máquinas, mas sempre não conseguia concluir esses projetos, pois a complexidade mecânica que as envolvia era excessiva para a época. Essas máquinas deveriam calcular e imprimir tabelas matemáticas. O projeto da “Máquina Diferencial” com estimativa de conclusão de 3 anos, jamais foi concluído, pois à medida que o mesmo avançava novas idéias iam surgindo acabava inutilizando os outros projetos INTRODUÇÃO
  • 30. 1690 d.C. – Máquina Analítica - Charles Babbage INTRODUÇÃO
  • 31. 1802 d.C. – Joseph Marie Jacquard – Tear de cartões perfurados Foi uma concepção sugerida pelo tear mecânico de Jacquard (1802) do inventor francês Joseph Marie Jacquard (1752 / 1834). desenvolveu uma maneira rápida e eficiente de padronizar os desenhos nos tecidos de sua fábrica. Ele introduziu nos teares um sistema de cartões perfurados que representavam justamente os desenhos pretendidos. INTRODUÇÃO
  • 32. 1802 d.C. – Joseph Marie Jacquard – Tear de cartões perfurados INTRODUÇÃO
  • 33. 1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole Após estudar várias teorias matemáticas, o autodidata inglês George Boole, na mesma época, estabelece a “Lógica Formal” ou “Álgebra de Boole”. Foi por meio da Álgebra de Boole que pôde-se estabelecer procedimentos que identificam se uma situação é falsa ou verdadeira através de operadores lógicos AND(e), OR(ou) e NOT(não). Para exemplificar vejamos as ilustrações INTRODUÇÃO
  • 34. 1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole INTRODUÇÃO
  • 35. 1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole Mesmo após a morte de Boole, o estudo desses elementos da lógica formal, que aliados ao sistema de numeração binária, se tornaram à base dos modernos computadores eletrônicos. A numeração binária, portanto tem uma importância fundamental para estudarmos. INTRODUÇÃO
  • 36. 1810 d.C. – Matemática Binária e Álgebra de Boole – George Boole INTRODUÇÃO
  • 37. Email: rubens.evangelista@aedu.com Este Conteúdo Está no meu site! Acesse: http://sites.google.com/a/aedu.com/prof-rubens/