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58 • Mai - Jun • 2016 | Ano 10
NOVIDADES NA 13ª EDIÇÃO
DO ENCONTRO DE NEGÓCIOS
04 Indicadores
Econômicos 10Alternativas
Lean
GREFORTEC na
VITRINE
Lançamento
DL 307
Páginas 08 e 09
Ponto de
Vista Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 02
este momento, em que
Npassamos por uma grave
crise econômica, mas
principalmente política e moral,
cabe perguntar qual é a nossa res-
ponsabilidade. Vivemos em um País
democrático e livre, portanto ele-
gemos os políticos dos quais nos
queixamos tanto. Em relação à
moral, creio que cada um é respon-
sável igualmente pelo descaminho
atual, mas como empresários e
líderes talvez tenhamos uma res-
ponsabilidade um pouco maior,
servindo como exemplos e cobran-
do correções. Então, nesta atual
conjuntura, não devemos somente
nos queixar, mas devemos sim pen-
sar no que podemos fazer para
melhorar a situação.
Baseado no exposto acima
quero focar aqui em dois assuntos,
que talvez nos permitam ações
práticas e imediatas. Primeiramen-
te, as eleições municipais deste ano.
É neste momento que devemos
investir tempo em avaliar os candi-
datos e cobrar discussões concre-
tas, fazendo oposição ao populis-
mo. Temos que verificar quais can-
didatos realmente querem contri-
buir para melhorar o nosso municí-
pio e cobrar uma discussão com a
sociedade. Ao mesmo tempo,
temos que questionar aqueles que
fazem promessas irresponsáveis e
irreais, e exigir um detalhamento
para sabermos se o candidato tem
de fato um projeto consistente de
realização ou se está vendendo
'castelos de areia'. Assim, a própria
sociedade acabará vendo que é
apenas populismo. Temos uma
responsabilidade neste processo.
O segundo assunto está
vinculado ao problema moral, que
entendo ter muita relação com a
educação. Na indústria, nossa mão
de obra é em grande parte forma-
da pelo sistema S (SESI, SENAI), em
especial o SENAI. Poucos têm cons-
ciência de que a gestão deste siste-
ma está em nossas mãos, através
da FIERGS e dos sindicatos patro-
nais como o SINDIMETAL. Temos,
por exemplo, participação direta
nos conselhos das escolas do
SENAI. O sistema é financiado
através das contribuições das
empresas. Além disto, muitas
empresas têm aprendizes, os cha-
mados cotistas, para os quais
pagam bolsas durante o período
de sua formação profissional. Acre-
dito que poucos empresários acom-
panham isto e quase ninguém faz a
gestão deste processo como se
fosse um investimento, com visão
no médio e longo prazo. Nova-
mente aqui cabe uma autocrítica,
avaliando se estamos realmente
cientes da nossa responsabilidade
neste processo ou se estamos ape-
nas criticando a qualidade da nossa
mão de obra como meros teles-
pectadores.
Tenho uma consideração
especial com o SENAI e as escolas
técnicas. Precisamos de uma indús-
tria forte, moderna e produtiva
para competir hoje e no futuro. Isto
não será possível sem uma mão de
obra devidamente capacitada,
adequada às nossas reais necessi-
dades, atuais e futuras, e que reco-
nheça o valor moral de seguir uma
carreira de trabalho na indústria. Ao
mesmo tempo financiamos o siste-
ma e temos participação na sua
gestão. Portanto, somos responsá-
veis pelo conjunto da obra!
Creio que muitas empresas
apenas cumprem sua cota de
aprendizes por exigência legal e
que poucas conseguem absorvê-
los no momento da formatura, em
especial no atual ambiente de
recessão. Mesmo assim, estamos
gastando nosso capital e devemos
agir para que seja bem investido.
Sugiro que nos dediquemos mais a
este processo de formação, como
se fosse um investimento que trará
retorno no futuro. Basta dedicar-
mos um pouco de tempo para ana-
lisar se tanto a formação técnica,
como a moral destes jovens está de
acordo com os nossos ideais. Caso
não atenda aos padrões por nós
desejados, temos a responsabilida-
de de agir corretivamente direta-
mente ou através do SINDIMETAL.
Temos que participar deste proces-
so.
As sugestões acima podem
ser meros detalhes, mas entendo
como pedaços, talvez tijolos, que
constroem a sociedade como um
todo. Não basta reclamar, temos
que nos indignar com aquilo que
não está bom. Vamos nos mexer
para que os tijolos sejam sólidos e
colocados no lugar certo, garantin-
do uma base firme para as nossas
próximas gerações.
Não basta reclamar.
Tem que participar!Volker Lübke
Vice-Presidente do SINDIMETAL
Editorial
ŸO PAPEL DESTE INFORMATIVO É
PROVENIENTE DE ÁRVORES DE
FLORESTAMENTO.
100%
DOS IMPRESSOS EM PAPEL
FABRICADO NO
BRASIL
PROVÊM DE FLORESTAS
PL ANTADAS
AME • PRESERVE • RECICLE
Frases do rodapé: http://www.aeajacarei.com.br/?pag=associativismo
Os trabalhos assinados são de responsabilidade de seus autores.
1800
iretoria Gestão 2016 - 2018D
PRESIDENTE
Raul Heller
Expediente
Acesse o site www.sindimetalrs.org.br e saiba sobre convenções
coletivas, agenda de atividades, notícias, cadastro, entre outros
assuntos. O site propicia também, a leitura do ESPAÇO SINDIMETAL,
on-line. Confira!
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 03
economia segue envolvida em
A incertezas, mas como pode ser lido
na coluna Ponto de Vista, na página 02,
assinada pelo vice-presidente do
SINDIMETAL, Volker Lübke, 'Não basta
reclamar. Tem que participar!'. E é isto que o
SINDIMETAL tem buscado fazer.
Entre as novidades desta edição, um
novo serviço pode ser conferido na página
04. Trata-se do acesso aos indicadores
econômicos, que estará à disposição das
empresas associadas e filiadas.
As atividades organizadas pelo
SINDIMETAL buscam o aprimoramento
permanente e novas oportunidades de
negócios. Na página 05, o comitê de
Recursos Humanos lança o primeiro Grupo
de Estudos, neste ano, com ênfase nas
Ações Motivacionais.
Na sequência, na página 06, o
associativismo segue em pauta, pois é
preciso fomentar, cada vez mais, a sua
prática, assim como o desenvolvimento de
lideranças. É nesta linhaque o comitê DL vem
trabalhando. O tema é tão pertinente que o
SINDIMETAL lançou o Desenvolvimento de
Lideranças 3, que pode ser conferido na
página07.
Como inovar é um desafio perma-
nente, a 13ª edição do Encontro de Negócios
expos um formato, que movimentou mais
de 150 empresas. Foi nesta Arena de
Negócios que muitos empresários puderam
apresentar produtos e serviços, bem como
prospectar novas transações comerciais.
Veja a cobertura do evento nas páginas 08 e
09. Já nas páginas 10 e 11, o comitê Lean
Manufacturing apontou alternativas para os
empresários, que desejam uma gestão mais
enxuta, mas com alta produtividade.
E, com o intuito de valorizar as boas
práticas, apresentamos nas páginas 14, 15 e
16 conquistas e desafios superados, que
comprovam que as empresas querem
trabalhar, crescer e gerar empregos, como
consta na homenagem pelo Dia da Indústria,
em destaque na página 04. Que assim seja!
Boa leitura!
Até a próxima edição!
Apresentando
caminhos
“A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana”. (Franz Kafka)
Institucional
VICE-PRESIDENTES
Arno Tomasini
Leonardo Pedroso Filho
Roberto Dauber
Sergio de Bortoli Galera
Vitor Fabiano Ledur
Volker Lübke
SECRETÁRIO
Roberto Petroll
TESOUREIRO
Udo Wondracek
CONSELHO FISCAL - TITULARES
Luiz Antônio Gonçalves
Marcelino Leopoldo Barth
Roberto Alexandre Schroer
Daniel Carlos Pereira
SUPLENTES
Volker Lübke
Arno Tomasini
DELEGADOS JUNTO À FIERGS
Raul Heller
Sergio de Bortoli Galera
DELEGADOS REPRESENTANTES
Estância Velha / Dois Irmãos / Ivoti
Marcelino Leopoldo Barth
Esteio/Sapucaia do Sul
Ademir Luiz Costella
Morro Reuter
Ronei Feltes
São Sebastião do Caí/Montenegro
Vitor Fabiano Ledur
Sapiranga
Emilio Neuri Haag
Vale Real
Roberto Petroll
COMITÊS
Desenvolvimento de Lideranças 1
Marlos Davi Schmidt
Desenvolvimento de Lideranças 2
Gilberto Luiz Cislaghi Junior
Lean Manufacturing
Juliano Ilha
Recursos Humanos
Heloisa Gaelzer Müller
Valemetalsinos
Pedro Paulo Lamberty
Ricardo Kiszewski
Indicadores Econômicos
à disposição das empresas
SINDIMETAL está disponibilizando, desde o mês de abril, às empresas associadas e filiadas, indicadores econômicos,
Ofornecidos pela FIERGS. Os dados serão atualizados trimestralmente. Para ter acesso, o empresário deverá solicitar o
novo serviço através do e-mail sindimetal@sindimetalrs.org.br.
Serviço
/Institucional Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 04
Os indicadores disponibilizados por
País (Brasil) e Estado (RS) são:
Os indicadores por município (Esteio, Sapucaia,
São Leopoldo, Portão e Novo Hamburgo) são:
População
Nível de Atividade
Monetários
Comércio Exterior
Emprego
População por Faixa Etária; População em
Idade Universitária (entre 15 e 24 anos).
PIB (Estado e País).
Infraestrutura
(Estado)
Atividade Industrial
Taxa de Juros Efetivas; Inflação (IPCA);
Inflação (INPC)Câmbio.
Exportações (US$ e Peso no Estado);
Importações (US$ e Peso no Estado);
Balança Comercial; Fluxo de Comércio.
População Ocupada; População
Desocupada; População em Idade Ativa;
População Economicamente Ativa;
Empregados; Escolaridade dos
Empregados; Remuneração Média dos
Empregados; Horas Trabalhadas dos
Empregados.
Consumo de Energia Elétrica;
Consumidores de Energia Elétrica por
Tipo (comercial, industrial, residencial,
etc.); Veículos Registrados (passageiros,
carga, etc).
Indicadores Industriais; Produção
Industrial.
População
Nível de Atividade
Comércio Exterior
Emprego
População por Faixa Etária; População
em Idade Universitária; População
Universitária.
PIB.
Exportações; Importações; Balança
Comercial; Fluxo de Comércio.
Empregados; Escolaridade dos
Empregados; Remuneração Média
dos Empregados; Horas
Trabalhadas dos Empregados.
NOVA ASSOCIADA
A empresa Metalúrgica Fuhrmeister
Ltda., de São Sebastião do Caí, passou a
integrar o grupo das associadas.
Bem-vinda ao SINDIMETAL!
AS
INDÚSTRIAS
QUEREM
TRABALHAR,
CRESCER
E GERAR
EMPREGOS.
É PRECISO REDUZIR:
• ALTA CARGA TRIBUTÁRIA
• PESADA MÁQUINA ESTATAL
• BUROCRACIA EXAGERADA
• DÉFICIT PÚBLICO
• JUROS
E MODERNIZAR:
• LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
• SISTEMA PREVIDENCIÁRIO
• ESTÍMULOS FISCAIS
• PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS
• COMÉRCIO EXTERIOR
25 DE MAIO - DIA DA INDÚSTRIA
Vamos mudar a realidade e o jogo político, para que as entidades
empresariais sejam ouvidas, valorizando quem gera empregos, renda
e oportunidades de evolução social. Vamos transformar para crescer.
enove o seu cadastro junto ao SINDIMETAL. Mantenha
Rsempre recentes os dados da sua empresa como ende-
reço, contatos, e-mails, telefones e nº de funcionários.
Lembre-se: a informação chega de maneira mais asser-
tiva para as empresas quando os dados são atualizados junto
ao sindicato patronal. Envie para relacionamen-
to@sindimetalrs.org.br ou atualize diretamente pelo site
www.sindimetalrs.org.br.
Cadastro sempre
atualizado
Comitê
Visando discutir e questionar as
ações para o desenvolvimento
e a gestão das pessoas nas
empresas associadas e filiadas, o
SINDIMETAL, através do seu comitê de
Recursos Humanos, realizou o
primeiro encontro de estudos do ano.
Com um total de 20 participantes, teve
início mais uma turma do Grupo de
Estudos, no dia 23 de maio, com aula
inaugural às 18h30min, na sede da
entidade, no Centro das Indústrias.
Na ocasião, a coordenadora do
comitê de RH, Heloísa Gaelzer Müller,
da Rexnord, ressaltou a importância
deste espaço para a análise de boas
práticas e a divulgação de cases de
sucesso. “Desejamos disseminar
conteúdos que contribuam para o
aprimoramento do trabalho de
Recursos Humanos, em diferentes
estágios dentro da empresa”, destaca.
Contribuindo com esta tarefa
estarão participando Bianca Kiszewski
de Medeiros, da empresa CRK e
Najara Borba, da Sebras, ambas
profissionais experientes na área, que
atuarão como facilitadoras do grupo.
Com ênfase nas Ações Motivacionais a
proposta irá trabalhar temas como
motivação e gestão de pessoas,
endomarketing e coaching, incluindo a
apresentação de cases de sucesso.
A programação prevê nove
encontros, que acontecem em maio,
junho e julho, com encerramento
previsto para o dia 12 de agosto, no
horário das 18h30min às 20h, na sede
do sindicato. Mais informações pelo
telefone (51) 3590-7710.
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 05
Empresários e executivos prestigi-
aram o Meeting Gestão de Pesso-
as, no dia 18 de maio, a partir das
8h, na sede do SINDIMETAL, em São
Leopoldo. Segundo a coordenadora do
comitê de Recursos Humanos, da enti-
dade, o tema proposto teve como obje-
tivo contribuir para esclarecer e orientar
os participantes, quanto à utilização da
tecnologia digital, tão presente no dia a
dia das empresas.
A palestra versou sobre a utiliza-
ção da tecnologia digital no ambiente
empresarial, limites e cuidados; direitos
fundamentais do empregado e de
propriedade, bem como direção do
empregador; política empresarial de
utilização de meios eletrônicos; regula-
mento interno; ausência de legislação
específica e de jurisprudência consoli-
dada; precauções, cuidados e ações. O
tema foi abordado por Gisele Garcez,
Relações Públicas e advogada com
especialização em Direito e Processo
do Trabalho; sócia do escritório Garcez
Advogados Associados - Assessoria
Jurídica Trabalhista do SINDIMETAL.
‘’O assunto é polêmico, mas
relevante na rotina das empresas, por
esta razão é pertinente abordarmos
alguns aspectos’’, afirma Gisele. Segun-
do a palestrante, a jurisprudência não
está consolidada e as escassas decisões
apontam posições divergentes. "O mais
prudente para o gestor é formalizar
regras para o uso, esclarecer as dúvidas
e orientar quanto às possíveis sanções
administrativas, elaborando, inclusive
um Termo de Compromisso de Uso",
sugere. "Disponibilizar armários para
que sejam guardados os celulares em
segurança também é uma boa alterna-
tiva, lembrando-se de fornecer um
número de telefone da empresa para
recados urgentes. É uma medida sim-
ples, mas traz tranquilidade para quem
trabalha e para aqueles que necessitam
contatar com o funcionário", argumen-
ta a advogada, lembrando que deve
prevalecer a proporcionalidade e o
bom senso. "É necessário buscar sem-
pre a prevenção, avaliar os processos,
reconhecer as definições, implementar
as soluções e avaliar a melhoria contí-
nua", salienta.
A promoção foi uma iniciativa
do SINDIMETAL, através do comitê de
Recursos Humanos, em parceria com o
IEL-RS.
Meeting aborda a utilização da
tecnologia digital nas empresas
RH
Palestrante Gisele Garcez
Grupo de Estudos inicia encontros
sobre Ações Motivacionais
Grupo de
Estudos
SINDIMETAL
Integrantes do Grupo de Estudos
“É tão mais fácil para uma associação se desenvolver quando existe solidariedade entre os seus associados...”.
Comitê
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 06
associativismo, além de tantas
Ooutras definições, pode tam-
bém ser identificado como
uma forma de atuar de maneira conjun-
ta, através da união de empresas e enti-
dades, promovendo a adoção de méto-
dos de trabalho que estimulem a confi-
ança, a ajuda mútua e o fortalecimento
de uma categoria com interesses
comuns nos aspectos econômicos, soci-
ais, técnicos ou políticos.
Com este objetivo o SINDIMETAL,
através de sua gestão atuante, focada e
incansável, vem provendo ações para
estimular o pensamento associativo, de
forma a despertar o interesse de empre-
sários a fazer parte, fortalecer e integrar
este propósito.
Todo este processo irá oportuni-
zar o encontro de lideranças interessa-
das em desenvolver-se de forma associ-
ativa. Para alcançar este fim, a caminha-
da é de muito trabalho. A atuação do
empresário precisa ser prática e efetiva,
integrando comitês, conselhos, assem-
bleias e participando em eventos coleti-
vos. Todas estas frentes já são disponibili-
zadas pelo SINDIMETAL e são muito
pouco exploradas.
Precisamos nos imbuir que o
associativismo é o caminho para buscar
a superação de dificuldades e a obten-
ção de benefícios comuns e individuais.
Com a mudança de atitude, rumo ao
compartilhamento de interesses e ao
agir coletivamente, as empresas se tor-
nam cada vez mais fortes.
O futuro promissor carece de
ações efetivas, de decisões coerentes,
planejadas e programadas a longo pra-
zo. Mediante as dificuldades impostas
pela gestão do Brasil, não há indústria
que sobreviva pensando individualmen-
te. Temos que nos convencer que o
futuro da indústria está no associativis-
mo, assim como a administração do
nosso País. O meio para a competitivida-
de está na capacidade da indústria fazer
sua visão ser considerada pelo governo
e pela sociedade. Quanto mais integra-
das estiverem as empresas e suas enti-
dades de representação, mais forte será
o tom desta união, mais forte será o
reflexo desta combinação e mais fortes
serão as consequências desta ligação.
Neste contexto, podemos obser-
var que o trabalho é árduo. Superar
todos estes desafios e fortalecer a indús-
tria nacional são incumbências que
dependem de um setor produtivo enga-
jado. As indústrias precisam estar aten-
tas, conectadas às mudanças de cenári-
os e à presença das adversidades e aus-
teridades. Independentemente de seu
porte ou produto, as empresas juntas
são mais fortes, aumentam seu poder de
persuasão, de reação e a capacidade de
representar seus interesses.
O cenário acima disposto é de
reflexão e permite identificar que atuar
de forma associativa e participativa tem
relação direta com melhores resultados à
indústria, sociedade e País. Somente
teremos êxito se agirmos de forma asso-
ciativa. O SINDIMETAL oferece os meios
e promove as oportunidades para que
você empresário, atue neste processo.
Caroline Goulart Costella Foerth e
RafaelCopéHeller(DL1)
ASSOCIATIVISMO: a força ainda não
explorada pela maioria dos empresários do País
Artigo
Desenvolvimento de Lide-
Oranças (DL) 2 segue a sua
agenda de atividades, com
foco na capacitação e funcionamento,
através do Coaching de grupo.
As capacitações desenvolvidas
são coordenadas por Maria Zeli Stel-
mack Rodrigues, historiadora com
especialização em Gestão de Pessoas;
sócia da E-saberes consultoria e trei-
namento; autora do livro Atendimen-
to: Muito Além do Cafezinho.
Referente ao trabalho que o
grupo vem desenvolvendo, a consul-
tora Maria Zeli afirma que uma das
grandes qualidades da liderança é
desenvolver e reconhecer os talentos
de sua equipe. “Líder forte é aquele
que fortalece sua equipe, que dá espa-
ço para todos terem o seu momento
de estrela”, enfatiza.
Com este intuito, no mês de
maio, cada membro do DL2 foi res-
ponsável pela preparação de uma
tarefa para o grupo realizar, de um
encontro para outro. Milena Pedroso,
da Transmaq, trabalhou duas vivências
sobre comunicação oral e não verbal.
Dedicada às aulas de teatro, a aluna
colocou seu talento a serviço dos cole-
gas para trabalharem melhor o corpo,
a dramaticidade dos gestos quanto à
intensidade e também a observação,
atenção concentrada no outro e for-
mulação de estratégias.
Outro tema ficou a cargo de
Gilberto Luiz Cislaghi Junior, da Copé,
que compartilhou um capítulo do livro
de Daniel Goleman – Foco e organi-
zou a forma de discutir o texto, condu-
zindo o grupo na tarefa de intensificar
a atenção aos sentidos, a partir de
vivências inspiradas no livro. A cada
mês, o grupo será conduzido em pelo
menos uma hora por um colega.
Em maio, também foi realizado
o segundo encontro de desenvolvi-
mento de equipe. “Um dia cheio de
atividades para que cada um pudesse
experimentar e vivenciar o significado
de fazer parte de uma equipe, onde
aconteceram grandes descobertas,
grandes encontros e um belo churras-
co preparado pela equipe”, relata
Maria Zeli.
Segundo a coordenadora,
“todo o planejamento do grupo, em
2016, contempla sempre atividades de
introspecção, que levam cada um a
pensar sobre si e como estabelecer
suas relações interpessoais, pois essa é
condição de uma liderança exercida
de uma pessoa para outras pessoas”,
afirma.
No mês de junho, os grupos
examinarão as macrotendências,
dados do clima, do crescimento vege-
tativo, produção de alimentos, água,
esgotos, buscando inspiração em
projetos de inovação em todas as
áreas.
Desenvolvimento de Lideranças
aprimorando seus talentos
DL
Comitê
/InstitucionalEspaço SINDIMETAL | Nº58 • 07
om uma história de sucesso, o
CBanco de Alimentos Vale do Sinos,
que congrega os municípios de
São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio e
Portão, beneficiou, em 2015, 4.302
pessoas, através de 110 instituições,
distribuindo 131.915 Kg/ L para a popula-
ção mais carente.
O Banco de Alimentos Vale do
Sinos interage como um gerenciador de
arrecadação, recepção e distribuição de
doações para entidades assistenciais
cadastradas. Sua sede está localizada na
rua Dr. Hildebrandt, nº 595, no bairro Rio
do Sinos, em São Leopoldo.
Segundo o presidente do
Conselho de Administração, empresário
Raul Heller, no dia 23 de maio, foram
convocados os associados ao Banco de
Alimentos Vale do Sinos para, em
Assembleia Geral Ordinária, na sede do
SINDIMETAL, apreciarem o Balanço,
Parecer do Conselho Fiscal e Parecer de
Auditoria Externa, referentes ao exercício
de 2015; e, em Assembleia Geral
Extraordinária, tratarem sobre as
propostas de alteração do estatuto.
Também no dia 23 de maio, foram
convocados os integrantes do Conselho
de Administração para a reunião de
eleição da nova diretoria executiva, biênio
julho/ 2016 a junho / 2018.
Diretor-Presidente ; Diretor: Pe. José Ivo Follmann - Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS – Associação Antônio Vieira
Vice-Presidente representante de São Leopoldo ; Diretor Vice-Presidente representante de: Valmir Tarciso Pizzutti - SINDIMETAL
Sapucaia do Sul ; Diretor Vice-Presidente representante de Esteio: Percival Andrade - ACIS Sapucaia : Gerson de Avila Pereira -
ACISE Esteio : Loivo Ho - CICS – Portão : Denize Righetto; Diretor Vice-Presidente representante de Portão ; Diretora-Técnica
Ziegler - Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS – Associação Antônio Vieira : Márcio ernz de Assis; Diretor-Financeiro
Brasil - Banco do Brasil S/A : Rogério Daniel da Silva - ACIST SL : Claudir; Diretor de Marketing e Comunicação ; Diretor de Patrimônio
Fossatti - Borrachas Vipal S.A : Suzana Fialho Reginato - Lions Clubes de São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Portão e; Diretora Secretária
Esteio representado por Lions Clube de São Leopoldo 25 de Julho : Márcio Silveira Requel -; Diretor de Relações com o Mercado
Serviço Social da Indústria SESI – Região IV : Andre de Cesaro - Unidasul Distribuidora Alimentícia S/A.;DiretordeLogística
apresenta nova
diretoria executiva
Lançamento do Desenvolvimento de Lideranças 3
motiva jovens empresários e gestores
Há seis anos nascia, no SINDIMETAL,
uma experiência inédita, a
formação de líderes, comprometi-
dos com o meio associativo e empresarial.
O t r a b a l h o i n t e n s o d o c o m i t ê
Desenvolvimento de Lideranças (DL), que
conta com o apoio do Instituto Euvaldo Lodi
(IEL), da FIERGS, segue investindo nesta
área.
Promover a formação e o fortaleci-
mento de lideranças, de empresários e
profissionais das empresas associadas e
filiadas ao SINDIMETAL, bem como de
sindicatos parceiros, é o objetivo deste
comitê, composto pelas turmas 1 e 2.
Visando disseminar esta prática, para que
novos líderes e gestores possam avançar e
quebrar paradigmas, foi realizada, no dia 13
de junho, na sede do SINDIMETAL, a reunião
de lançamento da turma 3 do
Desenvolvimento de Lideranças. O evento
reuniu aproximadamente 25 pessoas e
contou com a presença do presidente da
entidade, empresário Raul Heller, forte
incentivador desta iniciativa.
“O Brasil chegou onde está pela
carência de lideranças”, argumentou
Heller, referindo-se a falta de definições
sobre as questões econômicas, políticas e
éticas que assolam o País. “Preparar
lideranças positivistas é o nosso maior
objetivo. Precisamos renovar o quadro de
líderes”, salienta. “Não queremos
reformular o mundo, mas deixar um
legado, em qualquer atividade que
estivermos exercendo”.
O programa Interrogações – O
exercício da liderança no século I foi
apresentado pela consultora Maria Zeli
Stelmack Rodrigues. “A liderança sem
pensamento crítico não existe”, afirma
Zeli, que reforçou a importância de
'voltarmos a pensar'. Segundo a coorde-
nadora, a falta de lideranças atinge toda a
sociedade. “No mundo empresarial
houve uma transição geracional. O
SINDIMETAL tem o grande mérito de
continuar investindo em lideranças, num
período constante e não apenas com
programas relâmpagos”, destaca.
Citou também as megatendências
que transformarão os negócios, que são:
os avanços e as mudanças tecnológicas; o
deslocamento do poder econômico
global; as mudanças climáticas; a escassez
de recursos e a urbanização acelerada. “O
mundo deixou de ser previsível e temos
que aprender a lidar com esta nova
realidade”, registra Zeli.
O evento contou inclusive com o
depoimento dos gestores Milena
Pedroso, da Transmaq, e Gilberto Luiz
Cislaghi Júnior, da Copé, ambos integran-
tes do DL 2, que destacaram a validade da
experiência, que se resume no fortaleci-
mento pessoal e na unicidade do grupo.
“A chance é de ouro e desejamos que
vocês aproveitem”, afirmaram.
Os integrantes do DL3 passaram
no mês de junho, por entrevistas
individuais e na sequência organizarão
coletivamente os encontros presenciais e
visitas técnicas. Mais informações através
do telefone (51) 3590-7708 ou e-mail
desenvolvimento2@sindimetalrs.org.br.
“A Solidariedade é a dimensão política do associativismo”.
Presidente Raul Heller incentivando a formação de líderes
Ação
edição do
aproxima 156 empresas e po
U
ma nova estratégia para prospectar
negócios e realizar contatos
empresariais movimentou 156
empresas, no dia 16 de junho, durante o
Encontro de Negócios Metalmecânico Vale
do Sinos e Metropolitana, numa realização
do SINDIMETAL, em parceria com o
SEBRAE.
O formato Arena de Negócios foi a
alternativa encontrada para potencializar a
13ª edição do encontro da área metalmecâ-
nica, que iniciou às 8h30min, na sede do
SINDIMETAL, junto ao Centro das Indústrias,
em São Leopoldo.
A abertura oficial contou com a
presença de integrantes da diretoria da
entidade, vice-presidente Leonardo Pedro-
so, da Transmaq; e os diretores Rubén Duar-
te, da RD Flex; Udo ondracek, da Alu-Cek;
Ricardo Kiszewski, da CRK; e Valdir Huning,
da Sebras.Também prestigiaramo evento, o
diretor Técnico do SEBRAE, A rton Pinto
Ramos; Marco Aurélio Copetti, da Regional
Sinos, Caí e Paranhana; e Rogério da Silva
Rodrigues, da Regional Serra Gaúcha,
ambos gerentes do SEBRAE.
Segundo o diretor Executivo do
SINDIMETAL, Valmir Pizzutti, “nestes 13 anos
de realização dos encontros de negócios,
mais de 1000 empresas, de diferentes seg-
mentos, participaram da iniciativa, ofere-
cendo produtos e serviços, sendo que a
cada edição houve, em média, 45 de
renovação das empresas”. Para que o proje-
to seja exitoso, precisamos colocar os esfor-
ços nas ações corretas, menciona Pizzutti,
“tanto que para este evento decidimos
alterar o formato para uma Arena de negó-
cios, pois o momento exige que todas as
empresas participantes tenham a oportuni-
dade de mostrar seus produtos e serviços às
demais. Um mercado recessivo, de pouca
demanda exige mudanças, esperamos que
a inovação proporcione aos empresários
contatos e negócios promissores”, comple-
menta.
ARENA DE NE CIOS - O forma-
to consistiu em reuniões com apresentação
de empresas entre si, de forma simultânea.
As rodadas da Arena de Negócios tiveram a
duração de 20 minutos cada. Ao todo foram
14 ciclos de rodadas, com 13 mesas, onde
todos os participantes se apresentaram e
interagiram, gerando um total de 2.184
apresentações simultâneas. Cada empresa
teve 1 minuto e 30 segundos para realizar a
sua apresentação e 2 minutos para troca
geral de mesas. A apresentação de cada
empresa incluiu identificação; produtos que
fabrica e deseja fornecer, bem como produ-
tos/insumos que consome.
A formatação diferenciada deste
Encontro de Negócios foi estrategicamente
pensada de acordo com o mercado atual e
a possibilidadede ampliar os contatos entre
as empresas. O resultado altamente positi-
vo, segundo Marco Aurélio Copetti, gerente
regional do SEBRAE, num ano de restrições
nos negócios, comprova a sinergia existente
entre as 156 empresas inscritas.
Para o diretor Técnico do SEBRAE,
A rton Pinto Ramos, a construção conjunta
desta ação, com o SINDIMETAL, possibilitou
um espaço para todas as empresas apre-
sentarem seus produtos e serviços. “O
momento exige novas atitudes e este for-
mato da Arena de Negócios está bem ade-
quado à situação econômica que estamos
vivendo, onde precisamos nos reinventar e
buscar alternativas mais eficazes para o
desenvolvimento das empresas” salienta
A rton. “O momento exige que se obte-
nhammais ganhos”.
O evento teve continuidade no
turno da tarde, tendo sido avaliadopositiva-
mente pelos organizadores e participantes.
D
urante a manhã, também ocorreu
a apresentação de uma experiên-
cia empreendedora, a partir do
case da Brinox. A mesma contou com a
presença do palestrante Valdomiro Valente
Remussi, sócio fundador da empresa metal-
mecânica, com sede em Caxias do Sul, que
está no mercado desde 1988. A Brinox é
uma das maiores marcas de utilidades
domésticas do Brasil e conta hoje com mais
de 2.500 itens em seu portfólio, utilizando
aço inox, alumínio, aço cromado, silicone,
n lon, porcelana, vidro, entre outros mate-
riais.
Empreendedor, Remussi falou sobre
a sua trajetória de vida, relatando experiên-
cias pessoais e profissionais. “É preciso
enxergar e pensar a longo prazo; ter bons
relacionamentos; planejar a vida; avaliar e
correr riscos”, salienta.
“Fazer o que se conhe-
ce e se for inovador
pesquisar, estar bem
preparado e ter foco,
lembrando que as
adversidades existem”.
“ D e v e m o s
estar preparados para
as adversidades, traba-
lhando com transpa-
rência e fidelização”,
enfatiza o empresário.
“Gerenciar adequadamente os riscos, tendo
presente a boa governança corporativa, é
um caminhoeficaz parao sucesso”, afirma.
Case de sucesso
Valdomiro Valente Remussi
Otimizando o tempo e gerando negócios
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 09
Ação
potencializa novos contatos
Ana Maria Lopes Bandeira, gestora
Administrativa da ANB Serviços, de
Sapucaia do Sul, já participou de outros
encontros de negócios, mas sem dúvida,
segundo a sua avaliação, este foi o melhor
de todos. “A organização esteve impecável
e a dinâmica fluiu muito bem entre os
empresários e gestores. A possibilidade de
interagir com os demais integrantes da
arena colocou todos os participantes no
mesmo patamar”, destacou.
Ricardo Kiszewski, sócio da
CRK,de SãoLeopoldo, parabeni-
zou os organizadores. “É uma
proposta nova, que possibilitou a
todos apresentar seus produtos e
serviços. Sempre sentia esta dificul-
dade, de acesso à novas empresas,
mas neste formato todos ganham.
O tempo é bem aproveitado. Tive-
mos inclusive oportunidade de
contato com a concorrência o que
é muito salutar. Conhecemos tam-
bém os serviços de empresas da
região que podem ser utilizados
pela CRK”.
Alexandre Santos, diretor da
Sanlarte,de São Leopoldo, apro-
vou o novo formato. “É melhor que
as demais modalidades, onde as
âncoras escolhiam as empresas.
Nesta edição, as oportunidades
foram para todas as empresas,
inclusive com o mesmo tempo de
explanação. Sugiro que seja repeti-
da em outras cidades, para que
possamos expandir os contatos”,
enfatizou.
Antonio Ravelli, analista de Materiais e
Manutenção, e Débora Winter, do setor
de Vendas, ambos da Stihl aprovaram a
participação no evento, que se mostrou
dinâmico e qualificado. “Este formato é
menos cansativo e mais proveitoso, pois
oportuniza o acesso a novos contatos de
diferentes segmentos. Tivemos a grata
surpresa de verificarmos boas alternativas
muito próximas da nossa realidade. Para a
área de Comprasfoi muito válido”.
O sócio proprietário da Alu-Cek, Udo
Wondracek, de Sapucaia do Sul, afir-
mou já ter participado de encontros
como este, sendo um ótimo momento
para se apresentar ao mercado e mostrar
a sua marca. "Mesmo com pouco tempo
para a apresentação foi importante a
interação com os demais empresários e
setores. Quem participou teve a oportu-
nidade de realizar vários contatos e quem
sabeefetivaralguma negociação futura”.
Leonardo Pedroso Filho, diretor
da Transmaq, em Sapucaia do
Sul, afirma que mesmo com
apresentações rápidas, o encontro
é intenso e bem focado nos resul-
tados. “O aproveitamento de rela-
ções estabelecidas se equivale a
participação de uma semana de
feira, tamanho a expressividade
dos resultados”, enfatiza.
“Participar de uma associação significa viver o associativismo na sua dimensão plena e humana”.
Sucesso de público na Arena de Negócios Rodrigues, Ramos, Pizzutti e Copetti
Comitê
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 10
Visando a melhoria da produtivi-
dade das pequenas e médias empresas
do setor industrial, o governo federal
lançou o programa Brasil Mais Produtivo,
que na ocasião foi apresentado pelo
consultor de Lean Manufacturing, do
SENAI, André Lopes.
O programa é de baixo custo e
rápido impacto, com o objetivo de bene-
ficiar todas as regiões do País. A metodo-
logia usada é a Manufatura Enxuta, base-
ada igualmente na redução de desperdí-
cios.
A meta, segundo André, é aten-
der, até o final de 2017, 3 mil empresas.
As empresas receberão consultoria atra-
vés de profissionais do SENAI, que reali-
zarão diagnósticos com base na redução
de desperdícios mais comuns no proces-
so produtivo, como superprodução,
tempo de espera, transporte, excesso de
processamento, inventário, movimentos
e defeitos. O atendimento completo das
consultorias terá duração de 120 horas.
Estão aptas a participar do pro-
grama indústrias manufatureiras de
pequeno e médio porte, que tenham
entre 11 e 200 empregados e, preferenci-
almente, estejam inseridas em Arranjos
Produtivos Locais (APLs). “Na primeira
fase do programa, os setores elegíveis,
em função de sua maior aderência à
ferramenta de manufatura enxuta, são
metalmecânico, vestuário e calçados,
moveleiro e de alimentos e bebidas”,
registra André.
O Brasil Mais Produtivo é realiza-
do pelo MDIC em parceria com o Servi-
ço Nacional de Aprendizagem Industrial
(SENAI), a Agência Brasileira de Promo-
ção de Exportações e Investimentos
(Apex-Brasil) e a Agência Brasileira de
Desenvolvimento Industrial (ABDI). Além
disso, o programa conta com o apoio do
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (SEBRAE) e do
Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES). Empresas
interessadas em obter mais informações
podem acessar o site www.brasilmais-
produtivo.gov.br.
Brasil Mais Produtivo
Apresentadas alternativas Lean
para as empresas no SINDIMETAL
proximadamente 50 pessoas
Ae s t i v e r a m re u n i d a s n o
SINDIMETAL, no dia 05 de
maio, das 18h às 19h, ocasião em que
foram apresentadas alternativas Lean
para as empresas associadas e filiadas.
A entidade, através do comitê Lean
Manufacturing, em parceria com o
SENAI e o SEBRAE, oportunizou aos
participantes informações sobre o
Sistema de Produção Enxuta (SPE) e
também referente aos programas
Brasil Mais Produtivo e Indústria Mais.
Segundo o vice-coordenador
do comitê Lean, Felipe Lara Pereira,
gerente de Manufatura da eather-
ford, este evento teve como objetivo
reforçar a cultura da mentalidade enxu-
ta para os empresários, por meio de
programas de apoio à implementação
de Lean “O SPE é um programa de
capacitação baseado no Sistema To o-
ta de Produção ou Lean Manufacturing
visando potencializar a competitivida-
de das empresas, sendo aplicável em
todas as áreas de uma organização”,
registra Felipe. É uma ferramenta de
negócio, que obtém resultados quanto
à melhoria da segurança, qualidade e
redução de tempo utilizado, além de
melhor desempenho de entrega de
materiais ao cliente, redução de esto-
ques, entre outros.
O processo de qualificação do
Sistema de Produção Enxuta (SPE) é
desenvolvido pelo Instituto SENAI de
Tecnologia em Calçados e Logística de
Novo Hamburgo, com o acompanha-
mento do comitê Lean do SINDIMETAL.
Neste ano, o SPE passou por uma
estruturação, mudando de seis para
quatro ste s ou passos, que serão con-
cluídos em dois anos – 2016 e 2017 e
não mais em três como vinha ocorren-
do anteriormente. Para Felipe, entre as
muitas vantagens estão a qualidade do
programa e o custo dos treinamentos;
o cronograma e a sequência lógica
apresentada, bem como o retorno
imediato dos resultados devidamente
aplicados.
Mais informações através do
telefone (51) 3590-7708 ou e-mail
desenvolvimento2@sindimetalrs.org.br.
Fabiano Cislaghi Dallacorte,
gestor do projeto metalmecânico do
SEBRAE, apresentou aos participantes
o programa Indústria Mais. O mesmo é
focado na eficiência produtiva e o
trabalho é realizado dentro das empre-
sas.
O Indústria Mais foi criado para
fornecer para as empresas de pequeno
porte, os instrumentos necessários
para o aperfeiçoamento de sua gestão,
alcançando assim melhores resultados
no mercado.
“É, portanto, um programa de
capacitação e consultoria, que disponi-
biliza às empresas de pequeno porte
(EPP) soluções em gestão empresarial,
visando contribuir para o seu desenvol-
vimento”, enfatiza Fabiano.
Empresários interessados em
obter mais informações poderão entrar
em contato através do e-mail fabia-
nod@sebrae-rs.com.br ou pelo telefo-
ne (51) 3588-9300.
LM
Indústria Mais
Lean Office no SINDIMETAL
Lean está sendo vivenciado
Opelo SINDIMETAL, desde
2011, com vistas a potenciali-
zar a produção enxuta e com o intuito
de disseminar cada vez mais essa cultu-
ra entre as empresas.
Reconhecendo a sua importân-
cia, a entidade está implantando o Lean
ce também na sua administração,
desde o ano passado. O trabalho teve
início com o mapeamento do processo
de Qualificação, da área Desenvolvi-
mento Industrial, que perpassa todos
os setores administrativos do sindicato.
Atualmente, está sendo trabalhado o
processo de Contas a Receber, vincula-
do ao setor Financeiro.
Comitê
“Uma associação só ganha raízes com o espírito de solidariedade desenvolvido”.
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 11
s membros do comitê Lean
Omarcaram presença no Lean
ummit realizado nos dias 07 e
08 de junho, no Expo Center Norte, em
São Paulo. O objetivo desta participação
foi a busca de enchmark, promoção de
visibilidade do SINDIMETAL/ Comitê em
evento de referência, net orking com
futuros palestrantes, atualização sobre o
tema Lean e motivação do grupo, para
que continuem se empenhando nas
proposições de atividades da entidade.
É a segunda vez que o comitê
participa deste evento, promovido pelo
Lean nstitute Brasil. Integraram a comiti-
va: Alex Marques de Souza, da Stihl;
Felipe Augusto Lara Pereira, da eather-
ford; José Luiz Touren Argemi, Copé; Mari
Lúci de Oliveira, SINDIMETAL; Milton
Santi Pereira, Gedore e Tiago Simioni, da
Delga. O vice-coordenador do comitê,
Felipe Lara, teve sua participação regis-
trada também, como palestrante, abor-
dando o tema ai en do ai en
ntegrantes dos comitês do SINDIMETAL
Iestiveram em visita na Escola Técnica
Estadual Frederico Guilherme Schmidt,
com sede em São Leopoldo, no dia 12 de
maio, a convite da direção. O encontro,
que reuniu a equipe diretiva, coordenado-
res de cursos e estágio, bem como profes-
sores, teve como objetivo apresentar a
estrutura escolar, buscando auxílio da
indústria.
Na ocasião, o diretor Larri Felipe
Ste er expôs a real situação da escola, que
atende 750 alunos, em três turnos, nos
cursos técnicos de Eletromecânica e Ele-
trotécnica, e necessita de mais investimen-
tos. Após a visitação, ficou definida a
importância da elaboração de um dossiê
referente às necessidades da escola, inclu-
indo igualmente informações do Projeto
Programa Escola Melhor: Sociedade
Melhor.
A Escola Técnica Estadual Frederico
Guilherme Schmidt foi o centésimo esta-
belecimento de ensino a aderir ao Progra-
ma Escola Melhor: Sociedade Melhor, que
permite que escolas estaduais firmem
parcerias com empresas e pessoas físicas,
de forma transparente e com o aval da
comunidade. Para o diretor Larri “o pro-
grama é um dos caminhos para tornar a
escola uma referência em ensino técnico
não apenas para São Leopoldo, mas para a
região. Para isto, a aproximação com
empresas do setor será fundamental”,
afirma o diretor, que acrescenta o fato de a
adesão ter sido unânime junto ao Conse-
lho Escolar. A iniciativa que visa permitir
patrocínios para melhorias na infraestrutu-
ra das escolas estaduais, bem como para a
aquisição de materiais de uso de alunos e
professores, está prevista no Projeto de Lei
103/2015, de autoria do Poder Executivo.
Visita realizada na Escola Técnica
Frederico Schmidt em São Leopoldo
Comitê Lean
em São Paulo
LM
Numa iniciativa do SINDIMETAL,
através do comitê Valemetalsi-
nos, empresários da região
participaram de uma ação de mercado,
com o apoio do SEBRAE, no dia 11 de
maio, no Clube Corinthians, em Santa
Cruz do Sul. Aproximadamente 30
empresas da região metropolitana presti-
giaram a 5ª Rodada de Negócios Multise-
torial, que ocorreu no horário das 13h às
18h.
A atividade teve como objetivo
aproximar empreendedores de peque-
nos e médios negócios de grandes
empresas compradoras. Na ocasião, os
encontros foram realizados com 15
empresas âncoras da região dos Vales do
Taquari e do Rio Pardo. As reuniões foram
previamente agendadas, sendo que as
empresas tiveram oportunidade de nego-
ciar seus produtos e serviços, além de
estabelecer novas parcerias, envolvendo
interesses recíprocos. “Esta é uma opor-
tunidade de estreitar laços comerciais e
colocar as empresas diretamente em
contato com potenciais compradores e
vendedores”, registra o secretário Execu-
tivo do SINDIMETAL, Paulo Ziegler.
Participaram do evento as
seguintes empresas vinculadas à entida-
de: Alpes, Alu-Cek, Calmaq, Eletropen,
Energizar, Ernesto Müller, FMS, Grefortec,
Ifla, Lamaço, Mariani Metais; SS Usina-
gem, Petec, RD Flex, Recia, Sanlarte,
Sebras, Tavelli e Transmaq.
Empresários participam da Rodada
de Negócios em Santa Cruz do Sul
Ação de mercado do SINDIMETAL
Jurídico Trabalhista/
Ambiental
legislação ambiental prevê a
Aobrigatoriedade do registro
de empresas junto ao Instituto
Brasileiro de Meio Ambiente e Recur-
sos Naturais Renováveis (IBAMA). O
cadastro, previsto no art. 17, II da Lei nº
6.938/81, é chamado Cadastro Técnico
Federal de Atividades Potencialmente
Poluidoras e Utilizadoras de Recursos
Naturais (CTF/APP).
A finalidade do Cadastro Técni-
co Federal de Atividades Potencial-
mente Poluidoras e Utilizadoras de
Recursos Naturais (CTF/APP) é o con-
trole e monitoramento das atividades
potencialmente poluidoras e/ ou a
extração, produção, transporte e
comercialização de produtos potenci-
almente perigosos ao meio ambiente,
assim como de produtos e subprodu-
tos da fauna e flora. No caso específico
das indústrias metalúrgicas, de materi-
al elétrico e eletrônico, é obrigatória a
sua realização, visto que as empresas
deste segmento encontram-se relaci-
onadas no Anexo VIII da Lei nº 6938/81
(incluído pela Lei nº 10.165 de
27.12.2000) como potencialmente
poluidoras e utilizadoras de recursos
naturais.
O cadastro deve ser realizado
junto ao site do IBAMA (www.ibama.-
gov.br), sendo que as empresas que
não efetuarem estarão sujeitas a mul-
tas, que variam entre R 50,00 (cin-
quenta reais) e R 9.000,00 (nove mil
reais).
A partir deste cadastro é cobra-
da a Taxa de Controle e Fiscalização
Ambiental (TCFA). A TCFA é devida por
estabelecimento e estipulada confor-
me o seu porte (micro, média ou gran-
de empresa), bem como o seu poten-
cial poluidor (PP) e grau de utilização
(GU).
O segmento das indústrias
metalúrgicas é considerado com alto
potencial poluidor e alto grau de utili-
zação. Já as indústrias mecânicas, de
materiais elétricos e eletrônicos são
relacionadas como de médio potenci-
al poluidor e grau de utilização de
recursos ambientais. Assim, os valores
da TCFA, devidos no último dia útil do
final de cada trimestre do ano civil,
variam entre R 50,00 (cinquenta reais)
e R 2.250,00 (dois mil duzentos e
cinquenta reais), conforme o padrão
da empresa (de micro a empresa de
grande porte), para as empresas meta-
lúrgicas, e de R 180,00 (cento e oiten-
ta reais) a R 900,00 (novecentos rea-
is), para as empresas do segmento
mecânico, de material elétrico e ele-
trônico (variando de pequena empre-
sa a grande porte), sendo que neste
caso, as microempresas estão isentas
do pagamento de qualquer taxa.
Deste modo, todas as indústri-
as destes segmentos devem procurar
o site do IBAMA, para cumprir com a
determinação legal e realizar o cadas-
tro de empresas potencialmente polu-
idoras e utilizadoras de recursos ambi-
entais, a fim de evitar sanções adminis-
trativas por parte do órgão e o paga-
mento de multas pelo descumprimen-
to legal.
Há também, além do registro
junto ao IBAMA, em âmbito estadual,
a necessidade de a empresa efetuar o
licenciamento ambiental dos empre-
endimentos e atividades que causem
ou possam causar impacto ambiental
de âmbito local. É o procedimento
administrativo realizado pelo órgão
ambiental competente, para licenciar
a instalação, ampliação, modificação e
operação de atividades e empreendi-
mentos que utilizam recursos naturais,
ou que sejam potencialmente polui-
dores ou que possam causar degrada-
ção ambiental.
No licenciamento ambiental
são avaliados impactos causados pelo
empreendimento, tais como: seu
potencial ou sua capacidade de gerar
líquidos poluentes (despejos e efluen-
tes), resíduos sólidos, emissões atmos-
féricas, ruídos e o potencial de risco,
como, por exemplo, explosões e
incêndios. Assim, as licenças ambien-
tais estabelecem as condições para
que a atividade ou o empreendimento
cause o menor impacto possível ao
meio ambiente. Por isso, qualquer
alteração deve ser submetida a novo
licenciamento, com a solicitação de
Licença Prévia.
Por fim, é importante registrar
que, por força de lei e de resolução do
CONSEMA (Conselho Estadual do
Meio Ambiente), é de competência do
município onde está sediada a empre-
sa a realização do licenciamento ambi-
ental, devendo, portanto, o empresá-
rio buscar o setor competente junto à
prefeitura municipal.
Advogado integrante da equipe de
profissionais do escritório Garcez
Advogados Associados – Asses-
soria Jurídica do SINDIMETAL, na
área Trabalhista, Ambiental e de
RepresentaçãoComercial.
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 12
A obrigatoriedade de cadastro
de empresas no eIBAMA
licenciamento ambiental
SINDIMETAL - 4º andar - Rua José Bonifácio, 204 - Centro São Leopoldo
Mais informações: (51) 3590-7708
LEAN
MEETING
5º SAVE THE DATE
14/07/2016 18h30min
Agenda Estratégica
SINDIMETAL 2016
A OSTO
15 a 1 u o A
2 e u o 10 i a
SETEMBRO
1 a 1 o i o i a M A A Join i
15 e 1 Mi o i a M A A Join i
2 a a i u ia
6 Meeting Lean2
2 e u o 5
i i a ni a Lean
OUTUBRO
4 a o i o i a M A a ia o
u
Mi o i a M A a ia o u
1 a 21 u o A
1 Meeting o oa
NOVEMBRO
a 11 u o A
1 5 u Lean Manufacturing
21 a 25 u o A
Acompanhe as atividades previstas na sede da entidade, região e em outros estados.
Mais informações através dos telefones (51) 5 , 5 ou 5 1 .
“Manter vivas as associações é manter vivos os espaços de educação para a cidadania”.
Jurídico Tributário/
AçãoEspaço SINDIMETAL | Nº58 • 13
E
m agosto de 2005, quando esteve
participando da Jornada Nacional
de Literatura, realizada em Passo
Fundo – RS, o filósofo e autor norueguês
Jostein Gaarder (autor - entre outras obras
- de “O Mundo de Sofia”), contou uma
singela história que merece ser reproduzi-
da. Sua colega, professora em Oslo, estava
assistindo a um programa televisivo que
reproduzia um discurso do Presidente
Americano George . Bush, o qual foi
encerrado, com a expressão que se tornou
clássica: “Deus Salve a América”. A filha da
professora, então com sete anos, indigna-
da, questionou a mãe: - Mãe, por que Deus
salvará apenas a América? Essa pergunta é
muito reveladora de um traço que se pode
dizer quase inerente à condição humana.
No pensamento da menina de sete
anos, que Deus seria este que escolheria o
povo da América para ser salvo? Que Deus
seria esse que não se importaria com o
restante da humanidade? Afinal de contas,
a ideia de Deus que lhe haviam ensinado,
provavelmente se aproximava muito de
ideia do bem e da justiça.
Isso serve para demonstrar que a
concepção de justiça é construída ainda na
infância e corresponde a um traço marcan-
te da própria personalidade. Embora não
saibam dizer o que é, até crianças que
ainda não tiveram o acesso ao conheci-
mento formal identificam quando estão
diante da injustiça. Isso ocorre porque a
ideia de justiça transcende as possibilida-
des conceituais e qualquer tentativa de
aprisioná-la em uma definição, implicará
uma forma de reduzi-la ou amesquinhá-la.
Ou seja, embora não se saiba dizer o que é,
sabe-se identificar perfeitamente quando
não há justiça.
Em vários campos da vida econô-
mica e social, a ideia de justiça, tem sido
fortemente influenciada por algo que é
marcante nesta atual quadra da história.
Trata-se, pois, do individualismo exacerba-
do, que claramente se percebe em tantas
manifestações comportamentais. Essa
característica da sociedade atual é alta-
mente prejudicial ao desejo coletivo de
uma vida mais harmônica e distanciada da
violência. Como já dizia Alexis de Tocquevil-
le – em pleno século I – “O indivíduo é o
pior inimigo do cidadão”.
Não é aceitável que, em nome da
justiça, interesses individuais e corporativos
sejam explícita ou veladamente defendi-
dos. Quando se confunde justiça com
“aquilo que for bom para mim ou para os
meus próximos”, caminha-se perigosa-
mente para o precipício do conflito e da
desintegração social. Quase todos os dias,
mediante anúncios pagos na mídia, ouvi-
mos ou lemos que, em nome da justiça,
determinada categoria deva ser privilegia-
da ou que corporação “x” deva ser benefici-
ada de uma ou outra forma. Enfim, há uma
verdadeira banalização da ideia de justiça
em prol de interesses, no mais das vezes
ilegítimos, justamente por parte daquela
parcela que invoca a justiça em proveito
próprio. Isso é tudo, menos justiça!
No campo fiscal, há de se ter pre-
sente que qualquer benesse concedida
pelo Poder Público, implica a transferência
do ônus respectivo para o restante da
coletividade. Isso não significa que benefí-
cios e incentivos fiscais sejam desprovidos
de legitimidade. Não só podem, como
devem ser concedidos, uma vez que são
muito eficazes no campo econômico e
social. Todavia, há de se ter um rigoroso
critério que paute esta escolha, pois, além
de tudo, benefícios dessa natureza resul-
tam quebra da igualdade concorrencial.
Ou seja, a escolha de quem “banca
a conta”, em um país em que “a conta” é
alta e mal distribuída, sempre será uma
escolha política, no sentido maior da pala-
vra. Esta escolha será o mais legítima possí-
vel (portanto justa) quando aqueles que a
paguem forem os mais aptos a suportá-la.
Evidentemente, isso não ocorre quando a
escolha recai em prol daqueles que, medi-
ante anúncios midiáticos, exercem o poder
de convencimento (sempre em nome da
justiça!) que merecem ser privilegiados. Ou
ainda, quando esses interesses prevaleçam,
a partir de obscuros lo ies em todas as
esferas governamentais.
O que diria a menina de sete anos?
O que diríamos nós, se fôssemos crianças?
Quando estivermos em dúvida acerca de
algo ser justo ou não, temos que nos dis-
tanciar, o máximo possível, de interesses
individuais e manter-nos sempre alerta
para impedir que o conhecimento formal,
que felizmente tivemos a oportunidade de
adquirir, não nos roube a concepção de
justiça que construímos em nossa infância.
Mais do isso, temos o compromisso de
transferir para as próximas gerações a
mesma ideia de justiça que nos foi legada
por nossos pais.
Advogado da equipe Buffon & Furlan
Advogados Associados I Assessoria
Jurídica do SINDIMETAL, na área Tribu-
tária.
O que é Justiça?
Ação/ Mercado
ASemana Interna de Prevenção de
Acidentes no Trabalho (SIPAT) do
SINDIMETAL, em parceria com o
SESI e empresas interessadas, ocorre
durante nove semanas, com programação
voltada para temas como saúde, seguran-
ça e meio ambiente.
A SIPAT Comunitária Itinerante
iniciou no período de 16 a 20 de maio e
seguiu até a 5ª semana, de 20 a 24 de
junho. Ao final das atividades terão sido
contemplados os municípios de São
Leopoldo, Esteio, Sapucaia do Sul, Novo
Hamburgo, Sapiranga, Araricá, São
Sebastião do Caí e Alto Feliz.
“Este modelo da SIPAT Itinerante
contribui muito com as empresas
participantes, pois além de atender a NR 5
com a palestra obrigatória sobre DST -
AIDS, contém assuntos bem abrangentes
relacionados ao ambiente de trabalho
como Relacionamentos Interpessoais e
Ergonomia, demonstrando a preocupa-
ção da empresa com o trabalhador,
promovendo o uso de EPIs e esclarecendo
sobre acidentes de trajeto”, avalia a
coordenadora da Qualidade, Elisângela
Patrícia Bertoleti, da Rijeza Metalurgia. “A
proposta de apoio do SINDIMETAL para a
organização do evento é muito útil, uma
vez que a empresa recebe os registros
protocolados pelo Ministério do Trabalho
em mãos, sem envolvimento direto com a
organização do evento e tudo isso com
um preço atrativo”, destaca Elisângela.
Segundo Marco Batistella, da
Segurança do Trabalho e Meio Ambiente,
da Rexnord Brasil, “a SIPAT Itinerante
possibilita com que as palestras sejam
realizadas dentro da empresa, sendo que
os funcionários têm a possibilidade de
interagir com os palestrantes”, salienta.
Para Marco, “é muito importante a
participação da empresa nesta atividade
promovida pelo sindicato, pois graças a
esta parceria conseguimos realizar uma
SIPAT com custo baixo e eficiência na
conscientização dos funcionários,
especialmente nas áreas de Saúde e
Segurança do Trabalho”.
O s e g u n d o p e r í o d o , c o m
possibilidade de novas adesões de
empresas associadas ou filiadas, será de 26
a 30 de setembro; de 03 a 07 de outubro;
de 17 a 21 de outubro e de 24 a 28 de
outubro incluindo, uma rústica de
encerramento, com todas as empresas
convidadas, no dia 05 de novembro.
Os temas abordados serão
Prevenção DST/AIDS; Riscos ambientais -
consequências na saúde do trabalhador;
Ergonomia - postura; Prevenção de
acidentes – incluindo acidentes de trajeto;
e Relações interpessoais – prevenção do
stress. A reunião de apresentação desta
segunda etapa aconteceu no dia 14 de
junho, às 9h, na sede do SINDIMETAL.
O investimento na atividade, para
empresas associadas e filiadas, é de R
600,00 (seiscentos reais), para quatro
palestras e R 750,00 (setecentos e
cinquenta reais), cinco palestras.
Empresas interessadas em aderir à
iniciativa, no segundo semestre, podem
contatar através do fone (51) 3590-7708.
SIPAT Comunitária Itinerante promove a saúde
e a segurança junto às empresas da região
SIPAT
SIPAT
Segurança
Trabalho
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 14
14 anos com forte
atuação no mercado
Fonte: Rijeza
Rijeza é especializada na
Aaplicação de revestimentos
contra desgastes de peças
industriais. Localizada em São Leopoldo,
numa área com 60 mil metros quadrados,
de muita natureza, possui o seu parque
fabril com um total de 2 mil metros
quadrados construídos.
Atentos aos severos requisitos de
qualidade, possui um Centro de Pesquisa
e Tecnologia voltados para o desenvolvi-
mento de novos produtos e equipamen-
tos robotizados que garantem a
qualidade e a velocidade de entrega do
serviço.
Fundada no dia 03 de maio de
2002, pelos sócios Darlan, Ivo e Leonardo
Geremia, a Rijeza, nestes 14 anos de
atuação no mercado, tem como principal
objetivo fornecer soluções contra
desgastes superficiais para reduzir os
custos de manutenção e aumentar a
produtividade dos clientes. Além da
aplicação de ligas de Carboneto de
Tungstênio, Carboneto de Cromo e
outras ligas resistentes aos desgastes por
abrasão, corrosão e erosão, a empresa
oferece soluções contra desgastes de
peças, com revestimentos que garantam
a maior vida útil dos equipamentos.
N
o período de 17 a 21 de maio, o
diretor da B R Ferramentas
Pneumáticas Industriais, Bernardo
ilibaldo Reitz e o gerente comercial, Valdir
Hanauer participaram da 31ª Feira da
Mecânica, em São Paulo, ocasião em que
apresentaram três lançamentos.
Martelete B R 800-E para limpeza
de tubos com escova de aço foi desenvolvi-
do especialmente para caldeiras a vapor.
gil, eficiente e ergonômico, remove
fuligens e crostas. Evita o entupimento e
mau funcionamento das caldeiras.
A Lixadeira Longa de 3” B R 135
Roloc E indicada para fabricantes de
artefatos de borracha. Limpa moldes
usados em máquinas injetoras, garantindo a
uniformidade e qualidade do produto final
(ex: bandas de soldagem, tapetes emborra-
chados, etc.).
Já a Esmerilhadeira B R 166-4 ”,
mesmo com porte pequeno de 90 mm,
possui força para esmerilhar com alto
torque. De notável eficiência é indicada para
trabalhar em locais de baixa altura e de difícil
acesso.
A B R é reconhecida nacionalmen-
te pela qualidade e eficiência na fabricação
de suas ferramentas pneumáticas e pela
prestação de seus serviços, contribuindo
sempre com soluções inovadoras para a
produção industrial.
Fonte: BWR
Lançamentos na feira da Mecânica
“A associação precisa primeiro de LIBERDADE ”.
Mercado
Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 15
Fonte: Infasul
Fonte: Gedore
conquista prêmio ESARH 2016
R
econhecer as melhores práticas de
gestão de pessoas e a responsabilida-
de social das empresas é objetivo
central do Prêmio ESARH, o Encontro Sul-
Americano de Recursos Humanos que, neste
ano, tem como tema a valorização da
convivência. E a Gedore, líder na produção de
ferramentas profissionais no País, com sede
em São Leopoldo, foi anunciada como uma
das vencedoras do prêmio na categoria
Gestão de Pessoas. A premiação ocorreu no
dia 17 de maio, em Gramado.
O que motivou o reconhecimento foi
o Projeto Arcos, criado pela Gedore em 2015,
que integra empresa, universidade e escola na
busca de soluções para problemas práticos da
comunidade. A iniciativa reúne alunos da
Escola Municipal de Ensino Fundamental
Castro Alves, vizinha à Gedore, em São
Leopoldo, estudantes do curso de
Administração da Unisinos, mentores da
Escola Convexo, de Porto Alegre, e lideranças
de diversas áreas da empresa. Uma das ações
mais recentes do Arcos foi a revitalização do
Parque do Trabalhador, em São Leopoldo,
que reuniu voluntários para restaurar as
quadras de futebol, cortar a grama e
promover a limpeza do local e que ainda
organizou um grande evento para incentivar
o empoderamento da comunidade para
aquele local.
“O Arcos foi desenvolvido com o
intuito de integrar nossos colaboradores. Os
líderes que surgiram no decorrer do projeto
foram engajados com a empresa e a
comunidade por um viés sustentável, e isso
proporciona geração de valor compartilhado,
porque mostra a cada um dos envolvidos que
aquele trabalho possui um propósito”, explica
Patrícia Misturini, gerente de RH da Gedore.
“Práticas como o Projeto Arcos
geram engajamento dos colaboradores
dentro das empresas. São, portanto, o
oxigênio social que mantém o equilíbrio entre
gestores e colaboradores”, explica Johanna
Vaz, psicóloga e consultora de Relações
Humanas, uma das participantes da
organização da banca avaliadora responsável
pela premiação.
“Olhar para a sua equipe e proporci-
onar um espaço onde ela possa utilizar suas
habilidades de liderança faz com que os
colaboradores deem sentido e significado ao
seu trabalho e entendam a magnitude de sua
dedicação”. É aí, segundo a consultora
Johanna, que mora a sinergia entre empresa e
colaborador e que oferecerá bons resultados
para ambas as partes.
recebe visita da FIRJANM O T O R R E D U T O R E S
o dia 10 de maio, a Transmaq
Nrecepcionou uma comitiva do
Rio de Janeiro, composta por
representantes do Sistema FIRJAN
(Federação das Indústrias do Estado do
Rio de Janeiro), presidentes e empresários
de sindicatos patronais da área metalme-
cânica e eletroeletrônica do Rio de
Janeiro, Petrópolis e Nova Friburgo, além
de representantes da FIERGS, do SENAI e
do SINDIMETAL.
A visita foi motivada pelo sucesso
da apresentação do case da empresa
gaúcha, por sua participação no projeto
piloto Indústria Mais Produtiva, da CNI,
que ocorreu no ano passado. Sua
indicação na época partiu do SINDIMETAL,
tendo em vista a participação da empresa
no Sistema de Produção Enxuta SPE -
programa de qualificação em Lean da
entidade. O objetivo foi conhecer de perto
a história da empresa e a aplicação do
Lean, sua condução, dificuldades e
resultados, pois desejam fomentar esta
prática em suas empresas, no estado do
Rio de Janeiro, bem como no Sistema
FIRJAN.
Os empresários Leonardo e
Milena Pedroso explanaram sobre a
experiência e, na sequência, os visitantes
conheceram a fábrica e o processo no
setor de montagem, que originou o case.
Fonte: Transmaq
premiada pela Bosch
AArtestampo foi premiada pela Bosch,
com o destaque Magneto de Ouro,
categoria Peças e Componentes,
oferecido aos seus melhores fornecedores do
biênio 2014/2015 durante cerimônia realizada
no dia 19 de maio, em sua sede em Campinas
(SP).
Foram considerados os desempe-
nhos de todos os fornecedores ao longo dos
dois últimos anos nos quesitos qualidade,
competitividade, entrega, logística, parceria
comercial, gestão de projetos, pontualidade,
inovação, gestão social e ambiental. O evento
contou com a presença do presidente da
Bosch América Latina, Besaliel Botelho; vice-
presidente executivo da Bosch América
Latina, olfram Anders; vice-presidente de
compras automotivas do Grupo Bosch, Albin
Ettle, e do vice-presidente de commodities
alumínio, forjados, sinterizados e ímãs do
Grupo Bosch, Ralf Rautmann.
“Anualmente reunimos nossos
principais fornecedores para uma rodada de
conhecimento e discussões sobre cenários
econômicos e mercadológicos, melhoria de
processos e também apresentação das
diretrizes do departamento de compras”,
explica o diretor de compras, qualidade e
desenvolvimento de fornecedores da Bosch
para a América Latina, Giulianno Ampudia.
Fonte: Artestampo
Equipe qualificada
Destaque merecido
A Grefortec segue colhendo frutos.
Em 2015, foi concedida uma licença
exclusiva para ser a fabricante oficial, em
toda a América do Sul, de fornos industriais
da ichelin rou . Líder mundial em
equipamentos e serviços para tratamentos
térmicos e termoquímicos para indústrias,
a multinacional austríaca também
estabeleceu a transferência de tecnologia
da ichelin para a Grefortec, contribuindo
para elevar o patamar da empresa, que
passou a ser reconhecida internacional-
mente.
Ao avaliar os 25 anos de Grefortec,
o empresário relembra as dificuldades, que
foram muitas e a inconstância dos planos
econômicos, que vêm desafiando as
empresas. “Já passamos por tantas crises,
mas com certeza a que vivemos hoje é a
mais longa e desafiadora, com reflexos
devastadores aqui e no exterior, interferin-
do inclusive nos futuros investimentos”,
desabafa. “As novas gerações passaram a
se questionar mais sobre o futuro, mas
ainda faltam lideranças que entendam a
lógica da indústria”, justifica a diretora
Comercial Andrea Pereira.
“Devemos estar estruturados para
ultrapassar as dificuldades; ter capacidade
de inovar e se adaptar para facilitar o dia a
dia da empresa; entender que o mundo
ficou pequeno e não desistir nas primeiras
50 tentativas, mas persistir até dar certo.
Temos desafios todos os dias, por isso
devemos fazer o que é possível ser feito,
mesmo que a contragosto; e aprender na
prática, que o retorno financeiro não é
imediato, que não somos eternos e que
não se pode tudo”, argumenta Antonio.
Por isso há seis anos teve início a
preparação para a transição de comando
da Grefortec, com o apoio de um .coaching
“Foram momentos de muito aprendizado
em família, mas já estamos prontos.
Queremos que a empresa se mantenha
saudável no mercado e passe para o
cliente esta visão de futuro”, afirma Antonio.
A direção conta com o papel estratégico
dos três filhos: Rodrigo - Diretor Industrial,
Andrea - Diretora Comercial Andressa -e
Diretora Administrativa.
A receita de sucesso consiste em
trabalhar com transparência e seriedade.
“Não ser um aventureiro, aprofundar os
conhecimentos na sua área e também nas
questões burocráticas e de gestão”,
enfatiza.
Que o futuro reserve muitas
conquistas e realizações para a família
Grefortec!
www.metalreuter.com.br
Licença exclusiva
Empreendedor e perseverante,
Antonio Gremes Pereira, fundador e
diretor-presidente da Grefortec,
relata com orgulho sua trajetória, no
comando da empresa, desde 1989, ano de
sua fundação. Nascido em São Paulo e
formado em Engenharia Elétrica mudou-
se com a família para São Leopoldo, para
atuar na filial de uma empresa paulista,
fabricante de fornos para tratamento
térmico. Em virtude da crise econômica
vivida pelo País na época, os planos
tiveram que ser modificados, em razão do
fechamento desta filial. Antonio,
percebendo que a região era carente
neste segmento, resolveu permanecer no
Estado e criar seu próprio negócio.
Com o apoio da esposa Marilda
Peres, na companhia dos três filhos e de
uma caixa de ferramentas, como ele
mesmo gosta de citar, dedicou-se com
afinco aos novos desafios. Atuando
diretamente na manutenção de fornos
industriais e na venda de peças de
reposição fundou, no dia 19 de junho de
1991, a ABC Fornos Industriais. A empresa
funcionou, durante um ano, na garagem
da residência da família. Em 1992, já com
sede própria, a ABC transformou-se em
GREFORTEC. O novo nome é formado
pela junção das iniciais de mes, nosre For
e nologia.Tec
O trabalho sempre foi desafiador.
Em 1994, a Grefortec se destacou na
fabricação do maior forno de tratamento
térmico da América Latina, em Canoas.
Desejando suprir uma necessidade de
mercado, Antonio traçou uma nova
trajetória para a empresa, implantando a
área de tratamento térmico de metais, em
1999. A ideia surgiu quando o fundador
percebeu que muitos clientes tinham certa
dificuldade em adquirir seus próprios
fornos ou até mesmo não dispunham de
espaço físico para a instalação desses
equipamentos em suasempresas.
Em 2012, ampliou seu parque fabril
e transferiu a unidade de Equipamentos
para a cidade de Portão, numa área de 14
hectares, onde foi inaugurada uma
moderna e ampla sede.
VitrineEspaço SINDIMETAL | Nº58
Soluções eficientes em tratamentos
térmicos e equipamentos
25 anos
www.grefortec.com.br
tratamentos
Rodrigo, Andrea, Andressa e Antonio (da esquerda para à direita)

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Indicadores econômicos e atividades do SINDIMETAL

  • 1. 58 • Mai - Jun • 2016 | Ano 10 NOVIDADES NA 13ª EDIÇÃO DO ENCONTRO DE NEGÓCIOS 04 Indicadores Econômicos 10Alternativas Lean GREFORTEC na VITRINE Lançamento DL 307 Páginas 08 e 09
  • 2. Ponto de Vista Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 02 este momento, em que Npassamos por uma grave crise econômica, mas principalmente política e moral, cabe perguntar qual é a nossa res- ponsabilidade. Vivemos em um País democrático e livre, portanto ele- gemos os políticos dos quais nos queixamos tanto. Em relação à moral, creio que cada um é respon- sável igualmente pelo descaminho atual, mas como empresários e líderes talvez tenhamos uma res- ponsabilidade um pouco maior, servindo como exemplos e cobran- do correções. Então, nesta atual conjuntura, não devemos somente nos queixar, mas devemos sim pen- sar no que podemos fazer para melhorar a situação. Baseado no exposto acima quero focar aqui em dois assuntos, que talvez nos permitam ações práticas e imediatas. Primeiramen- te, as eleições municipais deste ano. É neste momento que devemos investir tempo em avaliar os candi- datos e cobrar discussões concre- tas, fazendo oposição ao populis- mo. Temos que verificar quais can- didatos realmente querem contri- buir para melhorar o nosso municí- pio e cobrar uma discussão com a sociedade. Ao mesmo tempo, temos que questionar aqueles que fazem promessas irresponsáveis e irreais, e exigir um detalhamento para sabermos se o candidato tem de fato um projeto consistente de realização ou se está vendendo 'castelos de areia'. Assim, a própria sociedade acabará vendo que é apenas populismo. Temos uma responsabilidade neste processo. O segundo assunto está vinculado ao problema moral, que entendo ter muita relação com a educação. Na indústria, nossa mão de obra é em grande parte forma- da pelo sistema S (SESI, SENAI), em especial o SENAI. Poucos têm cons- ciência de que a gestão deste siste- ma está em nossas mãos, através da FIERGS e dos sindicatos patro- nais como o SINDIMETAL. Temos, por exemplo, participação direta nos conselhos das escolas do SENAI. O sistema é financiado através das contribuições das empresas. Além disto, muitas empresas têm aprendizes, os cha- mados cotistas, para os quais pagam bolsas durante o período de sua formação profissional. Acre- dito que poucos empresários acom- panham isto e quase ninguém faz a gestão deste processo como se fosse um investimento, com visão no médio e longo prazo. Nova- mente aqui cabe uma autocrítica, avaliando se estamos realmente cientes da nossa responsabilidade neste processo ou se estamos ape- nas criticando a qualidade da nossa mão de obra como meros teles- pectadores. Tenho uma consideração especial com o SENAI e as escolas técnicas. Precisamos de uma indús- tria forte, moderna e produtiva para competir hoje e no futuro. Isto não será possível sem uma mão de obra devidamente capacitada, adequada às nossas reais necessi- dades, atuais e futuras, e que reco- nheça o valor moral de seguir uma carreira de trabalho na indústria. Ao mesmo tempo financiamos o siste- ma e temos participação na sua gestão. Portanto, somos responsá- veis pelo conjunto da obra! Creio que muitas empresas apenas cumprem sua cota de aprendizes por exigência legal e que poucas conseguem absorvê- los no momento da formatura, em especial no atual ambiente de recessão. Mesmo assim, estamos gastando nosso capital e devemos agir para que seja bem investido. Sugiro que nos dediquemos mais a este processo de formação, como se fosse um investimento que trará retorno no futuro. Basta dedicar- mos um pouco de tempo para ana- lisar se tanto a formação técnica, como a moral destes jovens está de acordo com os nossos ideais. Caso não atenda aos padrões por nós desejados, temos a responsabilida- de de agir corretivamente direta- mente ou através do SINDIMETAL. Temos que participar deste proces- so. As sugestões acima podem ser meros detalhes, mas entendo como pedaços, talvez tijolos, que constroem a sociedade como um todo. Não basta reclamar, temos que nos indignar com aquilo que não está bom. Vamos nos mexer para que os tijolos sejam sólidos e colocados no lugar certo, garantin- do uma base firme para as nossas próximas gerações. Não basta reclamar. Tem que participar!Volker Lübke Vice-Presidente do SINDIMETAL
  • 3. Editorial ŸO PAPEL DESTE INFORMATIVO É PROVENIENTE DE ÁRVORES DE FLORESTAMENTO. 100% DOS IMPRESSOS EM PAPEL FABRICADO NO BRASIL PROVÊM DE FLORESTAS PL ANTADAS AME • PRESERVE • RECICLE Frases do rodapé: http://www.aeajacarei.com.br/?pag=associativismo Os trabalhos assinados são de responsabilidade de seus autores. 1800 iretoria Gestão 2016 - 2018D PRESIDENTE Raul Heller Expediente Acesse o site www.sindimetalrs.org.br e saiba sobre convenções coletivas, agenda de atividades, notícias, cadastro, entre outros assuntos. O site propicia também, a leitura do ESPAÇO SINDIMETAL, on-line. Confira! Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 03 economia segue envolvida em A incertezas, mas como pode ser lido na coluna Ponto de Vista, na página 02, assinada pelo vice-presidente do SINDIMETAL, Volker Lübke, 'Não basta reclamar. Tem que participar!'. E é isto que o SINDIMETAL tem buscado fazer. Entre as novidades desta edição, um novo serviço pode ser conferido na página 04. Trata-se do acesso aos indicadores econômicos, que estará à disposição das empresas associadas e filiadas. As atividades organizadas pelo SINDIMETAL buscam o aprimoramento permanente e novas oportunidades de negócios. Na página 05, o comitê de Recursos Humanos lança o primeiro Grupo de Estudos, neste ano, com ênfase nas Ações Motivacionais. Na sequência, na página 06, o associativismo segue em pauta, pois é preciso fomentar, cada vez mais, a sua prática, assim como o desenvolvimento de lideranças. É nesta linhaque o comitê DL vem trabalhando. O tema é tão pertinente que o SINDIMETAL lançou o Desenvolvimento de Lideranças 3, que pode ser conferido na página07. Como inovar é um desafio perma- nente, a 13ª edição do Encontro de Negócios expos um formato, que movimentou mais de 150 empresas. Foi nesta Arena de Negócios que muitos empresários puderam apresentar produtos e serviços, bem como prospectar novas transações comerciais. Veja a cobertura do evento nas páginas 08 e 09. Já nas páginas 10 e 11, o comitê Lean Manufacturing apontou alternativas para os empresários, que desejam uma gestão mais enxuta, mas com alta produtividade. E, com o intuito de valorizar as boas práticas, apresentamos nas páginas 14, 15 e 16 conquistas e desafios superados, que comprovam que as empresas querem trabalhar, crescer e gerar empregos, como consta na homenagem pelo Dia da Indústria, em destaque na página 04. Que assim seja! Boa leitura! Até a próxima edição! Apresentando caminhos “A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana”. (Franz Kafka) Institucional VICE-PRESIDENTES Arno Tomasini Leonardo Pedroso Filho Roberto Dauber Sergio de Bortoli Galera Vitor Fabiano Ledur Volker Lübke SECRETÁRIO Roberto Petroll TESOUREIRO Udo Wondracek CONSELHO FISCAL - TITULARES Luiz Antônio Gonçalves Marcelino Leopoldo Barth Roberto Alexandre Schroer Daniel Carlos Pereira SUPLENTES Volker Lübke Arno Tomasini DELEGADOS JUNTO À FIERGS Raul Heller Sergio de Bortoli Galera DELEGADOS REPRESENTANTES Estância Velha / Dois Irmãos / Ivoti Marcelino Leopoldo Barth Esteio/Sapucaia do Sul Ademir Luiz Costella Morro Reuter Ronei Feltes São Sebastião do Caí/Montenegro Vitor Fabiano Ledur Sapiranga Emilio Neuri Haag Vale Real Roberto Petroll COMITÊS Desenvolvimento de Lideranças 1 Marlos Davi Schmidt Desenvolvimento de Lideranças 2 Gilberto Luiz Cislaghi Junior Lean Manufacturing Juliano Ilha Recursos Humanos Heloisa Gaelzer Müller Valemetalsinos Pedro Paulo Lamberty Ricardo Kiszewski
  • 4. Indicadores Econômicos à disposição das empresas SINDIMETAL está disponibilizando, desde o mês de abril, às empresas associadas e filiadas, indicadores econômicos, Ofornecidos pela FIERGS. Os dados serão atualizados trimestralmente. Para ter acesso, o empresário deverá solicitar o novo serviço através do e-mail sindimetal@sindimetalrs.org.br. Serviço /Institucional Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 04 Os indicadores disponibilizados por País (Brasil) e Estado (RS) são: Os indicadores por município (Esteio, Sapucaia, São Leopoldo, Portão e Novo Hamburgo) são: População Nível de Atividade Monetários Comércio Exterior Emprego População por Faixa Etária; População em Idade Universitária (entre 15 e 24 anos). PIB (Estado e País). Infraestrutura (Estado) Atividade Industrial Taxa de Juros Efetivas; Inflação (IPCA); Inflação (INPC)Câmbio. Exportações (US$ e Peso no Estado); Importações (US$ e Peso no Estado); Balança Comercial; Fluxo de Comércio. População Ocupada; População Desocupada; População em Idade Ativa; População Economicamente Ativa; Empregados; Escolaridade dos Empregados; Remuneração Média dos Empregados; Horas Trabalhadas dos Empregados. Consumo de Energia Elétrica; Consumidores de Energia Elétrica por Tipo (comercial, industrial, residencial, etc.); Veículos Registrados (passageiros, carga, etc). Indicadores Industriais; Produção Industrial. População Nível de Atividade Comércio Exterior Emprego População por Faixa Etária; População em Idade Universitária; População Universitária. PIB. Exportações; Importações; Balança Comercial; Fluxo de Comércio. Empregados; Escolaridade dos Empregados; Remuneração Média dos Empregados; Horas Trabalhadas dos Empregados. NOVA ASSOCIADA A empresa Metalúrgica Fuhrmeister Ltda., de São Sebastião do Caí, passou a integrar o grupo das associadas. Bem-vinda ao SINDIMETAL! AS INDÚSTRIAS QUEREM TRABALHAR, CRESCER E GERAR EMPREGOS. É PRECISO REDUZIR: • ALTA CARGA TRIBUTÁRIA • PESADA MÁQUINA ESTATAL • BUROCRACIA EXAGERADA • DÉFICIT PÚBLICO • JUROS E MODERNIZAR: • LEGISLAÇÃO TRABALHISTA • SISTEMA PREVIDENCIÁRIO • ESTÍMULOS FISCAIS • PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS • COMÉRCIO EXTERIOR 25 DE MAIO - DIA DA INDÚSTRIA Vamos mudar a realidade e o jogo político, para que as entidades empresariais sejam ouvidas, valorizando quem gera empregos, renda e oportunidades de evolução social. Vamos transformar para crescer. enove o seu cadastro junto ao SINDIMETAL. Mantenha Rsempre recentes os dados da sua empresa como ende- reço, contatos, e-mails, telefones e nº de funcionários. Lembre-se: a informação chega de maneira mais asser- tiva para as empresas quando os dados são atualizados junto ao sindicato patronal. Envie para relacionamen- to@sindimetalrs.org.br ou atualize diretamente pelo site www.sindimetalrs.org.br. Cadastro sempre atualizado
  • 5. Comitê Visando discutir e questionar as ações para o desenvolvimento e a gestão das pessoas nas empresas associadas e filiadas, o SINDIMETAL, através do seu comitê de Recursos Humanos, realizou o primeiro encontro de estudos do ano. Com um total de 20 participantes, teve início mais uma turma do Grupo de Estudos, no dia 23 de maio, com aula inaugural às 18h30min, na sede da entidade, no Centro das Indústrias. Na ocasião, a coordenadora do comitê de RH, Heloísa Gaelzer Müller, da Rexnord, ressaltou a importância deste espaço para a análise de boas práticas e a divulgação de cases de sucesso. “Desejamos disseminar conteúdos que contribuam para o aprimoramento do trabalho de Recursos Humanos, em diferentes estágios dentro da empresa”, destaca. Contribuindo com esta tarefa estarão participando Bianca Kiszewski de Medeiros, da empresa CRK e Najara Borba, da Sebras, ambas profissionais experientes na área, que atuarão como facilitadoras do grupo. Com ênfase nas Ações Motivacionais a proposta irá trabalhar temas como motivação e gestão de pessoas, endomarketing e coaching, incluindo a apresentação de cases de sucesso. A programação prevê nove encontros, que acontecem em maio, junho e julho, com encerramento previsto para o dia 12 de agosto, no horário das 18h30min às 20h, na sede do sindicato. Mais informações pelo telefone (51) 3590-7710. Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 05 Empresários e executivos prestigi- aram o Meeting Gestão de Pesso- as, no dia 18 de maio, a partir das 8h, na sede do SINDIMETAL, em São Leopoldo. Segundo a coordenadora do comitê de Recursos Humanos, da enti- dade, o tema proposto teve como obje- tivo contribuir para esclarecer e orientar os participantes, quanto à utilização da tecnologia digital, tão presente no dia a dia das empresas. A palestra versou sobre a utiliza- ção da tecnologia digital no ambiente empresarial, limites e cuidados; direitos fundamentais do empregado e de propriedade, bem como direção do empregador; política empresarial de utilização de meios eletrônicos; regula- mento interno; ausência de legislação específica e de jurisprudência consoli- dada; precauções, cuidados e ações. O tema foi abordado por Gisele Garcez, Relações Públicas e advogada com especialização em Direito e Processo do Trabalho; sócia do escritório Garcez Advogados Associados - Assessoria Jurídica Trabalhista do SINDIMETAL. ‘’O assunto é polêmico, mas relevante na rotina das empresas, por esta razão é pertinente abordarmos alguns aspectos’’, afirma Gisele. Segun- do a palestrante, a jurisprudência não está consolidada e as escassas decisões apontam posições divergentes. "O mais prudente para o gestor é formalizar regras para o uso, esclarecer as dúvidas e orientar quanto às possíveis sanções administrativas, elaborando, inclusive um Termo de Compromisso de Uso", sugere. "Disponibilizar armários para que sejam guardados os celulares em segurança também é uma boa alterna- tiva, lembrando-se de fornecer um número de telefone da empresa para recados urgentes. É uma medida sim- ples, mas traz tranquilidade para quem trabalha e para aqueles que necessitam contatar com o funcionário", argumen- ta a advogada, lembrando que deve prevalecer a proporcionalidade e o bom senso. "É necessário buscar sem- pre a prevenção, avaliar os processos, reconhecer as definições, implementar as soluções e avaliar a melhoria contí- nua", salienta. A promoção foi uma iniciativa do SINDIMETAL, através do comitê de Recursos Humanos, em parceria com o IEL-RS. Meeting aborda a utilização da tecnologia digital nas empresas RH Palestrante Gisele Garcez Grupo de Estudos inicia encontros sobre Ações Motivacionais Grupo de Estudos SINDIMETAL Integrantes do Grupo de Estudos “É tão mais fácil para uma associação se desenvolver quando existe solidariedade entre os seus associados...”.
  • 6. Comitê Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 06 associativismo, além de tantas Ooutras definições, pode tam- bém ser identificado como uma forma de atuar de maneira conjun- ta, através da união de empresas e enti- dades, promovendo a adoção de méto- dos de trabalho que estimulem a confi- ança, a ajuda mútua e o fortalecimento de uma categoria com interesses comuns nos aspectos econômicos, soci- ais, técnicos ou políticos. Com este objetivo o SINDIMETAL, através de sua gestão atuante, focada e incansável, vem provendo ações para estimular o pensamento associativo, de forma a despertar o interesse de empre- sários a fazer parte, fortalecer e integrar este propósito. Todo este processo irá oportuni- zar o encontro de lideranças interessa- das em desenvolver-se de forma associ- ativa. Para alcançar este fim, a caminha- da é de muito trabalho. A atuação do empresário precisa ser prática e efetiva, integrando comitês, conselhos, assem- bleias e participando em eventos coleti- vos. Todas estas frentes já são disponibili- zadas pelo SINDIMETAL e são muito pouco exploradas. Precisamos nos imbuir que o associativismo é o caminho para buscar a superação de dificuldades e a obten- ção de benefícios comuns e individuais. Com a mudança de atitude, rumo ao compartilhamento de interesses e ao agir coletivamente, as empresas se tor- nam cada vez mais fortes. O futuro promissor carece de ações efetivas, de decisões coerentes, planejadas e programadas a longo pra- zo. Mediante as dificuldades impostas pela gestão do Brasil, não há indústria que sobreviva pensando individualmen- te. Temos que nos convencer que o futuro da indústria está no associativis- mo, assim como a administração do nosso País. O meio para a competitivida- de está na capacidade da indústria fazer sua visão ser considerada pelo governo e pela sociedade. Quanto mais integra- das estiverem as empresas e suas enti- dades de representação, mais forte será o tom desta união, mais forte será o reflexo desta combinação e mais fortes serão as consequências desta ligação. Neste contexto, podemos obser- var que o trabalho é árduo. Superar todos estes desafios e fortalecer a indús- tria nacional são incumbências que dependem de um setor produtivo enga- jado. As indústrias precisam estar aten- tas, conectadas às mudanças de cenári- os e à presença das adversidades e aus- teridades. Independentemente de seu porte ou produto, as empresas juntas são mais fortes, aumentam seu poder de persuasão, de reação e a capacidade de representar seus interesses. O cenário acima disposto é de reflexão e permite identificar que atuar de forma associativa e participativa tem relação direta com melhores resultados à indústria, sociedade e País. Somente teremos êxito se agirmos de forma asso- ciativa. O SINDIMETAL oferece os meios e promove as oportunidades para que você empresário, atue neste processo. Caroline Goulart Costella Foerth e RafaelCopéHeller(DL1) ASSOCIATIVISMO: a força ainda não explorada pela maioria dos empresários do País Artigo Desenvolvimento de Lide- Oranças (DL) 2 segue a sua agenda de atividades, com foco na capacitação e funcionamento, através do Coaching de grupo. As capacitações desenvolvidas são coordenadas por Maria Zeli Stel- mack Rodrigues, historiadora com especialização em Gestão de Pessoas; sócia da E-saberes consultoria e trei- namento; autora do livro Atendimen- to: Muito Além do Cafezinho. Referente ao trabalho que o grupo vem desenvolvendo, a consul- tora Maria Zeli afirma que uma das grandes qualidades da liderança é desenvolver e reconhecer os talentos de sua equipe. “Líder forte é aquele que fortalece sua equipe, que dá espa- ço para todos terem o seu momento de estrela”, enfatiza. Com este intuito, no mês de maio, cada membro do DL2 foi res- ponsável pela preparação de uma tarefa para o grupo realizar, de um encontro para outro. Milena Pedroso, da Transmaq, trabalhou duas vivências sobre comunicação oral e não verbal. Dedicada às aulas de teatro, a aluna colocou seu talento a serviço dos cole- gas para trabalharem melhor o corpo, a dramaticidade dos gestos quanto à intensidade e também a observação, atenção concentrada no outro e for- mulação de estratégias. Outro tema ficou a cargo de Gilberto Luiz Cislaghi Junior, da Copé, que compartilhou um capítulo do livro de Daniel Goleman – Foco e organi- zou a forma de discutir o texto, condu- zindo o grupo na tarefa de intensificar a atenção aos sentidos, a partir de vivências inspiradas no livro. A cada mês, o grupo será conduzido em pelo menos uma hora por um colega. Em maio, também foi realizado o segundo encontro de desenvolvi- mento de equipe. “Um dia cheio de atividades para que cada um pudesse experimentar e vivenciar o significado de fazer parte de uma equipe, onde aconteceram grandes descobertas, grandes encontros e um belo churras- co preparado pela equipe”, relata Maria Zeli. Segundo a coordenadora, “todo o planejamento do grupo, em 2016, contempla sempre atividades de introspecção, que levam cada um a pensar sobre si e como estabelecer suas relações interpessoais, pois essa é condição de uma liderança exercida de uma pessoa para outras pessoas”, afirma. No mês de junho, os grupos examinarão as macrotendências, dados do clima, do crescimento vege- tativo, produção de alimentos, água, esgotos, buscando inspiração em projetos de inovação em todas as áreas. Desenvolvimento de Lideranças aprimorando seus talentos DL
  • 7. Comitê /InstitucionalEspaço SINDIMETAL | Nº58 • 07 om uma história de sucesso, o CBanco de Alimentos Vale do Sinos, que congrega os municípios de São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio e Portão, beneficiou, em 2015, 4.302 pessoas, através de 110 instituições, distribuindo 131.915 Kg/ L para a popula- ção mais carente. O Banco de Alimentos Vale do Sinos interage como um gerenciador de arrecadação, recepção e distribuição de doações para entidades assistenciais cadastradas. Sua sede está localizada na rua Dr. Hildebrandt, nº 595, no bairro Rio do Sinos, em São Leopoldo. Segundo o presidente do Conselho de Administração, empresário Raul Heller, no dia 23 de maio, foram convocados os associados ao Banco de Alimentos Vale do Sinos para, em Assembleia Geral Ordinária, na sede do SINDIMETAL, apreciarem o Balanço, Parecer do Conselho Fiscal e Parecer de Auditoria Externa, referentes ao exercício de 2015; e, em Assembleia Geral Extraordinária, tratarem sobre as propostas de alteração do estatuto. Também no dia 23 de maio, foram convocados os integrantes do Conselho de Administração para a reunião de eleição da nova diretoria executiva, biênio julho/ 2016 a junho / 2018. Diretor-Presidente ; Diretor: Pe. José Ivo Follmann - Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS – Associação Antônio Vieira Vice-Presidente representante de São Leopoldo ; Diretor Vice-Presidente representante de: Valmir Tarciso Pizzutti - SINDIMETAL Sapucaia do Sul ; Diretor Vice-Presidente representante de Esteio: Percival Andrade - ACIS Sapucaia : Gerson de Avila Pereira - ACISE Esteio : Loivo Ho - CICS – Portão : Denize Righetto; Diretor Vice-Presidente representante de Portão ; Diretora-Técnica Ziegler - Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS – Associação Antônio Vieira : Márcio ernz de Assis; Diretor-Financeiro Brasil - Banco do Brasil S/A : Rogério Daniel da Silva - ACIST SL : Claudir; Diretor de Marketing e Comunicação ; Diretor de Patrimônio Fossatti - Borrachas Vipal S.A : Suzana Fialho Reginato - Lions Clubes de São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Portão e; Diretora Secretária Esteio representado por Lions Clube de São Leopoldo 25 de Julho : Márcio Silveira Requel -; Diretor de Relações com o Mercado Serviço Social da Indústria SESI – Região IV : Andre de Cesaro - Unidasul Distribuidora Alimentícia S/A.;DiretordeLogística apresenta nova diretoria executiva Lançamento do Desenvolvimento de Lideranças 3 motiva jovens empresários e gestores Há seis anos nascia, no SINDIMETAL, uma experiência inédita, a formação de líderes, comprometi- dos com o meio associativo e empresarial. O t r a b a l h o i n t e n s o d o c o m i t ê Desenvolvimento de Lideranças (DL), que conta com o apoio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), da FIERGS, segue investindo nesta área. Promover a formação e o fortaleci- mento de lideranças, de empresários e profissionais das empresas associadas e filiadas ao SINDIMETAL, bem como de sindicatos parceiros, é o objetivo deste comitê, composto pelas turmas 1 e 2. Visando disseminar esta prática, para que novos líderes e gestores possam avançar e quebrar paradigmas, foi realizada, no dia 13 de junho, na sede do SINDIMETAL, a reunião de lançamento da turma 3 do Desenvolvimento de Lideranças. O evento reuniu aproximadamente 25 pessoas e contou com a presença do presidente da entidade, empresário Raul Heller, forte incentivador desta iniciativa. “O Brasil chegou onde está pela carência de lideranças”, argumentou Heller, referindo-se a falta de definições sobre as questões econômicas, políticas e éticas que assolam o País. “Preparar lideranças positivistas é o nosso maior objetivo. Precisamos renovar o quadro de líderes”, salienta. “Não queremos reformular o mundo, mas deixar um legado, em qualquer atividade que estivermos exercendo”. O programa Interrogações – O exercício da liderança no século I foi apresentado pela consultora Maria Zeli Stelmack Rodrigues. “A liderança sem pensamento crítico não existe”, afirma Zeli, que reforçou a importância de 'voltarmos a pensar'. Segundo a coorde- nadora, a falta de lideranças atinge toda a sociedade. “No mundo empresarial houve uma transição geracional. O SINDIMETAL tem o grande mérito de continuar investindo em lideranças, num período constante e não apenas com programas relâmpagos”, destaca. Citou também as megatendências que transformarão os negócios, que são: os avanços e as mudanças tecnológicas; o deslocamento do poder econômico global; as mudanças climáticas; a escassez de recursos e a urbanização acelerada. “O mundo deixou de ser previsível e temos que aprender a lidar com esta nova realidade”, registra Zeli. O evento contou inclusive com o depoimento dos gestores Milena Pedroso, da Transmaq, e Gilberto Luiz Cislaghi Júnior, da Copé, ambos integran- tes do DL 2, que destacaram a validade da experiência, que se resume no fortaleci- mento pessoal e na unicidade do grupo. “A chance é de ouro e desejamos que vocês aproveitem”, afirmaram. Os integrantes do DL3 passaram no mês de junho, por entrevistas individuais e na sequência organizarão coletivamente os encontros presenciais e visitas técnicas. Mais informações através do telefone (51) 3590-7708 ou e-mail desenvolvimento2@sindimetalrs.org.br. “A Solidariedade é a dimensão política do associativismo”. Presidente Raul Heller incentivando a formação de líderes
  • 8. Ação edição do aproxima 156 empresas e po U ma nova estratégia para prospectar negócios e realizar contatos empresariais movimentou 156 empresas, no dia 16 de junho, durante o Encontro de Negócios Metalmecânico Vale do Sinos e Metropolitana, numa realização do SINDIMETAL, em parceria com o SEBRAE. O formato Arena de Negócios foi a alternativa encontrada para potencializar a 13ª edição do encontro da área metalmecâ- nica, que iniciou às 8h30min, na sede do SINDIMETAL, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo. A abertura oficial contou com a presença de integrantes da diretoria da entidade, vice-presidente Leonardo Pedro- so, da Transmaq; e os diretores Rubén Duar- te, da RD Flex; Udo ondracek, da Alu-Cek; Ricardo Kiszewski, da CRK; e Valdir Huning, da Sebras.Também prestigiaramo evento, o diretor Técnico do SEBRAE, A rton Pinto Ramos; Marco Aurélio Copetti, da Regional Sinos, Caí e Paranhana; e Rogério da Silva Rodrigues, da Regional Serra Gaúcha, ambos gerentes do SEBRAE. Segundo o diretor Executivo do SINDIMETAL, Valmir Pizzutti, “nestes 13 anos de realização dos encontros de negócios, mais de 1000 empresas, de diferentes seg- mentos, participaram da iniciativa, ofere- cendo produtos e serviços, sendo que a cada edição houve, em média, 45 de renovação das empresas”. Para que o proje- to seja exitoso, precisamos colocar os esfor- ços nas ações corretas, menciona Pizzutti, “tanto que para este evento decidimos alterar o formato para uma Arena de negó- cios, pois o momento exige que todas as empresas participantes tenham a oportuni- dade de mostrar seus produtos e serviços às demais. Um mercado recessivo, de pouca demanda exige mudanças, esperamos que a inovação proporcione aos empresários contatos e negócios promissores”, comple- menta. ARENA DE NE CIOS - O forma- to consistiu em reuniões com apresentação de empresas entre si, de forma simultânea. As rodadas da Arena de Negócios tiveram a duração de 20 minutos cada. Ao todo foram 14 ciclos de rodadas, com 13 mesas, onde todos os participantes se apresentaram e interagiram, gerando um total de 2.184 apresentações simultâneas. Cada empresa teve 1 minuto e 30 segundos para realizar a sua apresentação e 2 minutos para troca geral de mesas. A apresentação de cada empresa incluiu identificação; produtos que fabrica e deseja fornecer, bem como produ- tos/insumos que consome. A formatação diferenciada deste Encontro de Negócios foi estrategicamente pensada de acordo com o mercado atual e a possibilidadede ampliar os contatos entre as empresas. O resultado altamente positi- vo, segundo Marco Aurélio Copetti, gerente regional do SEBRAE, num ano de restrições nos negócios, comprova a sinergia existente entre as 156 empresas inscritas. Para o diretor Técnico do SEBRAE, A rton Pinto Ramos, a construção conjunta desta ação, com o SINDIMETAL, possibilitou um espaço para todas as empresas apre- sentarem seus produtos e serviços. “O momento exige novas atitudes e este for- mato da Arena de Negócios está bem ade- quado à situação econômica que estamos vivendo, onde precisamos nos reinventar e buscar alternativas mais eficazes para o desenvolvimento das empresas” salienta A rton. “O momento exige que se obte- nhammais ganhos”. O evento teve continuidade no turno da tarde, tendo sido avaliadopositiva- mente pelos organizadores e participantes. D urante a manhã, também ocorreu a apresentação de uma experiên- cia empreendedora, a partir do case da Brinox. A mesma contou com a presença do palestrante Valdomiro Valente Remussi, sócio fundador da empresa metal- mecânica, com sede em Caxias do Sul, que está no mercado desde 1988. A Brinox é uma das maiores marcas de utilidades domésticas do Brasil e conta hoje com mais de 2.500 itens em seu portfólio, utilizando aço inox, alumínio, aço cromado, silicone, n lon, porcelana, vidro, entre outros mate- riais. Empreendedor, Remussi falou sobre a sua trajetória de vida, relatando experiên- cias pessoais e profissionais. “É preciso enxergar e pensar a longo prazo; ter bons relacionamentos; planejar a vida; avaliar e correr riscos”, salienta. “Fazer o que se conhe- ce e se for inovador pesquisar, estar bem preparado e ter foco, lembrando que as adversidades existem”. “ D e v e m o s estar preparados para as adversidades, traba- lhando com transpa- rência e fidelização”, enfatiza o empresário. “Gerenciar adequadamente os riscos, tendo presente a boa governança corporativa, é um caminhoeficaz parao sucesso”, afirma. Case de sucesso Valdomiro Valente Remussi Otimizando o tempo e gerando negócios
  • 9. Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 09 Ação potencializa novos contatos Ana Maria Lopes Bandeira, gestora Administrativa da ANB Serviços, de Sapucaia do Sul, já participou de outros encontros de negócios, mas sem dúvida, segundo a sua avaliação, este foi o melhor de todos. “A organização esteve impecável e a dinâmica fluiu muito bem entre os empresários e gestores. A possibilidade de interagir com os demais integrantes da arena colocou todos os participantes no mesmo patamar”, destacou. Ricardo Kiszewski, sócio da CRK,de SãoLeopoldo, parabeni- zou os organizadores. “É uma proposta nova, que possibilitou a todos apresentar seus produtos e serviços. Sempre sentia esta dificul- dade, de acesso à novas empresas, mas neste formato todos ganham. O tempo é bem aproveitado. Tive- mos inclusive oportunidade de contato com a concorrência o que é muito salutar. Conhecemos tam- bém os serviços de empresas da região que podem ser utilizados pela CRK”. Alexandre Santos, diretor da Sanlarte,de São Leopoldo, apro- vou o novo formato. “É melhor que as demais modalidades, onde as âncoras escolhiam as empresas. Nesta edição, as oportunidades foram para todas as empresas, inclusive com o mesmo tempo de explanação. Sugiro que seja repeti- da em outras cidades, para que possamos expandir os contatos”, enfatizou. Antonio Ravelli, analista de Materiais e Manutenção, e Débora Winter, do setor de Vendas, ambos da Stihl aprovaram a participação no evento, que se mostrou dinâmico e qualificado. “Este formato é menos cansativo e mais proveitoso, pois oportuniza o acesso a novos contatos de diferentes segmentos. Tivemos a grata surpresa de verificarmos boas alternativas muito próximas da nossa realidade. Para a área de Comprasfoi muito válido”. O sócio proprietário da Alu-Cek, Udo Wondracek, de Sapucaia do Sul, afir- mou já ter participado de encontros como este, sendo um ótimo momento para se apresentar ao mercado e mostrar a sua marca. "Mesmo com pouco tempo para a apresentação foi importante a interação com os demais empresários e setores. Quem participou teve a oportu- nidade de realizar vários contatos e quem sabeefetivaralguma negociação futura”. Leonardo Pedroso Filho, diretor da Transmaq, em Sapucaia do Sul, afirma que mesmo com apresentações rápidas, o encontro é intenso e bem focado nos resul- tados. “O aproveitamento de rela- ções estabelecidas se equivale a participação de uma semana de feira, tamanho a expressividade dos resultados”, enfatiza. “Participar de uma associação significa viver o associativismo na sua dimensão plena e humana”. Sucesso de público na Arena de Negócios Rodrigues, Ramos, Pizzutti e Copetti
  • 10. Comitê Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 10 Visando a melhoria da produtivi- dade das pequenas e médias empresas do setor industrial, o governo federal lançou o programa Brasil Mais Produtivo, que na ocasião foi apresentado pelo consultor de Lean Manufacturing, do SENAI, André Lopes. O programa é de baixo custo e rápido impacto, com o objetivo de bene- ficiar todas as regiões do País. A metodo- logia usada é a Manufatura Enxuta, base- ada igualmente na redução de desperdí- cios. A meta, segundo André, é aten- der, até o final de 2017, 3 mil empresas. As empresas receberão consultoria atra- vés de profissionais do SENAI, que reali- zarão diagnósticos com base na redução de desperdícios mais comuns no proces- so produtivo, como superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimentos e defeitos. O atendimento completo das consultorias terá duração de 120 horas. Estão aptas a participar do pro- grama indústrias manufatureiras de pequeno e médio porte, que tenham entre 11 e 200 empregados e, preferenci- almente, estejam inseridas em Arranjos Produtivos Locais (APLs). “Na primeira fase do programa, os setores elegíveis, em função de sua maior aderência à ferramenta de manufatura enxuta, são metalmecânico, vestuário e calçados, moveleiro e de alimentos e bebidas”, registra André. O Brasil Mais Produtivo é realiza- do pelo MDIC em parceria com o Servi- ço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Agência Brasileira de Promo- ção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Além disso, o programa conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Empresas interessadas em obter mais informações podem acessar o site www.brasilmais- produtivo.gov.br. Brasil Mais Produtivo Apresentadas alternativas Lean para as empresas no SINDIMETAL proximadamente 50 pessoas Ae s t i v e r a m re u n i d a s n o SINDIMETAL, no dia 05 de maio, das 18h às 19h, ocasião em que foram apresentadas alternativas Lean para as empresas associadas e filiadas. A entidade, através do comitê Lean Manufacturing, em parceria com o SENAI e o SEBRAE, oportunizou aos participantes informações sobre o Sistema de Produção Enxuta (SPE) e também referente aos programas Brasil Mais Produtivo e Indústria Mais. Segundo o vice-coordenador do comitê Lean, Felipe Lara Pereira, gerente de Manufatura da eather- ford, este evento teve como objetivo reforçar a cultura da mentalidade enxu- ta para os empresários, por meio de programas de apoio à implementação de Lean “O SPE é um programa de capacitação baseado no Sistema To o- ta de Produção ou Lean Manufacturing visando potencializar a competitivida- de das empresas, sendo aplicável em todas as áreas de uma organização”, registra Felipe. É uma ferramenta de negócio, que obtém resultados quanto à melhoria da segurança, qualidade e redução de tempo utilizado, além de melhor desempenho de entrega de materiais ao cliente, redução de esto- ques, entre outros. O processo de qualificação do Sistema de Produção Enxuta (SPE) é desenvolvido pelo Instituto SENAI de Tecnologia em Calçados e Logística de Novo Hamburgo, com o acompanha- mento do comitê Lean do SINDIMETAL. Neste ano, o SPE passou por uma estruturação, mudando de seis para quatro ste s ou passos, que serão con- cluídos em dois anos – 2016 e 2017 e não mais em três como vinha ocorren- do anteriormente. Para Felipe, entre as muitas vantagens estão a qualidade do programa e o custo dos treinamentos; o cronograma e a sequência lógica apresentada, bem como o retorno imediato dos resultados devidamente aplicados. Mais informações através do telefone (51) 3590-7708 ou e-mail desenvolvimento2@sindimetalrs.org.br. Fabiano Cislaghi Dallacorte, gestor do projeto metalmecânico do SEBRAE, apresentou aos participantes o programa Indústria Mais. O mesmo é focado na eficiência produtiva e o trabalho é realizado dentro das empre- sas. O Indústria Mais foi criado para fornecer para as empresas de pequeno porte, os instrumentos necessários para o aperfeiçoamento de sua gestão, alcançando assim melhores resultados no mercado. “É, portanto, um programa de capacitação e consultoria, que disponi- biliza às empresas de pequeno porte (EPP) soluções em gestão empresarial, visando contribuir para o seu desenvol- vimento”, enfatiza Fabiano. Empresários interessados em obter mais informações poderão entrar em contato através do e-mail fabia- nod@sebrae-rs.com.br ou pelo telefo- ne (51) 3588-9300. LM Indústria Mais Lean Office no SINDIMETAL Lean está sendo vivenciado Opelo SINDIMETAL, desde 2011, com vistas a potenciali- zar a produção enxuta e com o intuito de disseminar cada vez mais essa cultu- ra entre as empresas. Reconhecendo a sua importân- cia, a entidade está implantando o Lean ce também na sua administração, desde o ano passado. O trabalho teve início com o mapeamento do processo de Qualificação, da área Desenvolvi- mento Industrial, que perpassa todos os setores administrativos do sindicato. Atualmente, está sendo trabalhado o processo de Contas a Receber, vincula- do ao setor Financeiro.
  • 11. Comitê “Uma associação só ganha raízes com o espírito de solidariedade desenvolvido”. Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 11 s membros do comitê Lean Omarcaram presença no Lean ummit realizado nos dias 07 e 08 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O objetivo desta participação foi a busca de enchmark, promoção de visibilidade do SINDIMETAL/ Comitê em evento de referência, net orking com futuros palestrantes, atualização sobre o tema Lean e motivação do grupo, para que continuem se empenhando nas proposições de atividades da entidade. É a segunda vez que o comitê participa deste evento, promovido pelo Lean nstitute Brasil. Integraram a comiti- va: Alex Marques de Souza, da Stihl; Felipe Augusto Lara Pereira, da eather- ford; José Luiz Touren Argemi, Copé; Mari Lúci de Oliveira, SINDIMETAL; Milton Santi Pereira, Gedore e Tiago Simioni, da Delga. O vice-coordenador do comitê, Felipe Lara, teve sua participação regis- trada também, como palestrante, abor- dando o tema ai en do ai en ntegrantes dos comitês do SINDIMETAL Iestiveram em visita na Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt, com sede em São Leopoldo, no dia 12 de maio, a convite da direção. O encontro, que reuniu a equipe diretiva, coordenado- res de cursos e estágio, bem como profes- sores, teve como objetivo apresentar a estrutura escolar, buscando auxílio da indústria. Na ocasião, o diretor Larri Felipe Ste er expôs a real situação da escola, que atende 750 alunos, em três turnos, nos cursos técnicos de Eletromecânica e Ele- trotécnica, e necessita de mais investimen- tos. Após a visitação, ficou definida a importância da elaboração de um dossiê referente às necessidades da escola, inclu- indo igualmente informações do Projeto Programa Escola Melhor: Sociedade Melhor. A Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt foi o centésimo esta- belecimento de ensino a aderir ao Progra- ma Escola Melhor: Sociedade Melhor, que permite que escolas estaduais firmem parcerias com empresas e pessoas físicas, de forma transparente e com o aval da comunidade. Para o diretor Larri “o pro- grama é um dos caminhos para tornar a escola uma referência em ensino técnico não apenas para São Leopoldo, mas para a região. Para isto, a aproximação com empresas do setor será fundamental”, afirma o diretor, que acrescenta o fato de a adesão ter sido unânime junto ao Conse- lho Escolar. A iniciativa que visa permitir patrocínios para melhorias na infraestrutu- ra das escolas estaduais, bem como para a aquisição de materiais de uso de alunos e professores, está prevista no Projeto de Lei 103/2015, de autoria do Poder Executivo. Visita realizada na Escola Técnica Frederico Schmidt em São Leopoldo Comitê Lean em São Paulo LM Numa iniciativa do SINDIMETAL, através do comitê Valemetalsi- nos, empresários da região participaram de uma ação de mercado, com o apoio do SEBRAE, no dia 11 de maio, no Clube Corinthians, em Santa Cruz do Sul. Aproximadamente 30 empresas da região metropolitana presti- giaram a 5ª Rodada de Negócios Multise- torial, que ocorreu no horário das 13h às 18h. A atividade teve como objetivo aproximar empreendedores de peque- nos e médios negócios de grandes empresas compradoras. Na ocasião, os encontros foram realizados com 15 empresas âncoras da região dos Vales do Taquari e do Rio Pardo. As reuniões foram previamente agendadas, sendo que as empresas tiveram oportunidade de nego- ciar seus produtos e serviços, além de estabelecer novas parcerias, envolvendo interesses recíprocos. “Esta é uma opor- tunidade de estreitar laços comerciais e colocar as empresas diretamente em contato com potenciais compradores e vendedores”, registra o secretário Execu- tivo do SINDIMETAL, Paulo Ziegler. Participaram do evento as seguintes empresas vinculadas à entida- de: Alpes, Alu-Cek, Calmaq, Eletropen, Energizar, Ernesto Müller, FMS, Grefortec, Ifla, Lamaço, Mariani Metais; SS Usina- gem, Petec, RD Flex, Recia, Sanlarte, Sebras, Tavelli e Transmaq. Empresários participam da Rodada de Negócios em Santa Cruz do Sul Ação de mercado do SINDIMETAL
  • 12. Jurídico Trabalhista/ Ambiental legislação ambiental prevê a Aobrigatoriedade do registro de empresas junto ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recur- sos Naturais Renováveis (IBAMA). O cadastro, previsto no art. 17, II da Lei nº 6.938/81, é chamado Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Naturais (CTF/APP). A finalidade do Cadastro Técni- co Federal de Atividades Potencial- mente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Naturais (CTF/APP) é o con- trole e monitoramento das atividades potencialmente poluidoras e/ ou a extração, produção, transporte e comercialização de produtos potenci- almente perigosos ao meio ambiente, assim como de produtos e subprodu- tos da fauna e flora. No caso específico das indústrias metalúrgicas, de materi- al elétrico e eletrônico, é obrigatória a sua realização, visto que as empresas deste segmento encontram-se relaci- onadas no Anexo VIII da Lei nº 6938/81 (incluído pela Lei nº 10.165 de 27.12.2000) como potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos naturais. O cadastro deve ser realizado junto ao site do IBAMA (www.ibama.- gov.br), sendo que as empresas que não efetuarem estarão sujeitas a mul- tas, que variam entre R 50,00 (cin- quenta reais) e R 9.000,00 (nove mil reais). A partir deste cadastro é cobra- da a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA). A TCFA é devida por estabelecimento e estipulada confor- me o seu porte (micro, média ou gran- de empresa), bem como o seu poten- cial poluidor (PP) e grau de utilização (GU). O segmento das indústrias metalúrgicas é considerado com alto potencial poluidor e alto grau de utili- zação. Já as indústrias mecânicas, de materiais elétricos e eletrônicos são relacionadas como de médio potenci- al poluidor e grau de utilização de recursos ambientais. Assim, os valores da TCFA, devidos no último dia útil do final de cada trimestre do ano civil, variam entre R 50,00 (cinquenta reais) e R 2.250,00 (dois mil duzentos e cinquenta reais), conforme o padrão da empresa (de micro a empresa de grande porte), para as empresas meta- lúrgicas, e de R 180,00 (cento e oiten- ta reais) a R 900,00 (novecentos rea- is), para as empresas do segmento mecânico, de material elétrico e ele- trônico (variando de pequena empre- sa a grande porte), sendo que neste caso, as microempresas estão isentas do pagamento de qualquer taxa. Deste modo, todas as indústri- as destes segmentos devem procurar o site do IBAMA, para cumprir com a determinação legal e realizar o cadas- tro de empresas potencialmente polu- idoras e utilizadoras de recursos ambi- entais, a fim de evitar sanções adminis- trativas por parte do órgão e o paga- mento de multas pelo descumprimen- to legal. Há também, além do registro junto ao IBAMA, em âmbito estadual, a necessidade de a empresa efetuar o licenciamento ambiental dos empre- endimentos e atividades que causem ou possam causar impacto ambiental de âmbito local. É o procedimento administrativo realizado pelo órgão ambiental competente, para licenciar a instalação, ampliação, modificação e operação de atividades e empreendi- mentos que utilizam recursos naturais, ou que sejam potencialmente polui- dores ou que possam causar degrada- ção ambiental. No licenciamento ambiental são avaliados impactos causados pelo empreendimento, tais como: seu potencial ou sua capacidade de gerar líquidos poluentes (despejos e efluen- tes), resíduos sólidos, emissões atmos- féricas, ruídos e o potencial de risco, como, por exemplo, explosões e incêndios. Assim, as licenças ambien- tais estabelecem as condições para que a atividade ou o empreendimento cause o menor impacto possível ao meio ambiente. Por isso, qualquer alteração deve ser submetida a novo licenciamento, com a solicitação de Licença Prévia. Por fim, é importante registrar que, por força de lei e de resolução do CONSEMA (Conselho Estadual do Meio Ambiente), é de competência do município onde está sediada a empre- sa a realização do licenciamento ambi- ental, devendo, portanto, o empresá- rio buscar o setor competente junto à prefeitura municipal. Advogado integrante da equipe de profissionais do escritório Garcez Advogados Associados – Asses- soria Jurídica do SINDIMETAL, na área Trabalhista, Ambiental e de RepresentaçãoComercial. Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 12 A obrigatoriedade de cadastro de empresas no eIBAMA licenciamento ambiental SINDIMETAL - 4º andar - Rua José Bonifácio, 204 - Centro São Leopoldo Mais informações: (51) 3590-7708 LEAN MEETING 5º SAVE THE DATE 14/07/2016 18h30min
  • 13. Agenda Estratégica SINDIMETAL 2016 A OSTO 15 a 1 u o A 2 e u o 10 i a SETEMBRO 1 a 1 o i o i a M A A Join i 15 e 1 Mi o i a M A A Join i 2 a a i u ia 6 Meeting Lean2 2 e u o 5 i i a ni a Lean OUTUBRO 4 a o i o i a M A a ia o u Mi o i a M A a ia o u 1 a 21 u o A 1 Meeting o oa NOVEMBRO a 11 u o A 1 5 u Lean Manufacturing 21 a 25 u o A Acompanhe as atividades previstas na sede da entidade, região e em outros estados. Mais informações através dos telefones (51) 5 , 5 ou 5 1 . “Manter vivas as associações é manter vivos os espaços de educação para a cidadania”. Jurídico Tributário/ AçãoEspaço SINDIMETAL | Nº58 • 13 E m agosto de 2005, quando esteve participando da Jornada Nacional de Literatura, realizada em Passo Fundo – RS, o filósofo e autor norueguês Jostein Gaarder (autor - entre outras obras - de “O Mundo de Sofia”), contou uma singela história que merece ser reproduzi- da. Sua colega, professora em Oslo, estava assistindo a um programa televisivo que reproduzia um discurso do Presidente Americano George . Bush, o qual foi encerrado, com a expressão que se tornou clássica: “Deus Salve a América”. A filha da professora, então com sete anos, indigna- da, questionou a mãe: - Mãe, por que Deus salvará apenas a América? Essa pergunta é muito reveladora de um traço que se pode dizer quase inerente à condição humana. No pensamento da menina de sete anos, que Deus seria este que escolheria o povo da América para ser salvo? Que Deus seria esse que não se importaria com o restante da humanidade? Afinal de contas, a ideia de Deus que lhe haviam ensinado, provavelmente se aproximava muito de ideia do bem e da justiça. Isso serve para demonstrar que a concepção de justiça é construída ainda na infância e corresponde a um traço marcan- te da própria personalidade. Embora não saibam dizer o que é, até crianças que ainda não tiveram o acesso ao conheci- mento formal identificam quando estão diante da injustiça. Isso ocorre porque a ideia de justiça transcende as possibilida- des conceituais e qualquer tentativa de aprisioná-la em uma definição, implicará uma forma de reduzi-la ou amesquinhá-la. Ou seja, embora não se saiba dizer o que é, sabe-se identificar perfeitamente quando não há justiça. Em vários campos da vida econô- mica e social, a ideia de justiça, tem sido fortemente influenciada por algo que é marcante nesta atual quadra da história. Trata-se, pois, do individualismo exacerba- do, que claramente se percebe em tantas manifestações comportamentais. Essa característica da sociedade atual é alta- mente prejudicial ao desejo coletivo de uma vida mais harmônica e distanciada da violência. Como já dizia Alexis de Tocquevil- le – em pleno século I – “O indivíduo é o pior inimigo do cidadão”. Não é aceitável que, em nome da justiça, interesses individuais e corporativos sejam explícita ou veladamente defendi- dos. Quando se confunde justiça com “aquilo que for bom para mim ou para os meus próximos”, caminha-se perigosa- mente para o precipício do conflito e da desintegração social. Quase todos os dias, mediante anúncios pagos na mídia, ouvi- mos ou lemos que, em nome da justiça, determinada categoria deva ser privilegia- da ou que corporação “x” deva ser benefici- ada de uma ou outra forma. Enfim, há uma verdadeira banalização da ideia de justiça em prol de interesses, no mais das vezes ilegítimos, justamente por parte daquela parcela que invoca a justiça em proveito próprio. Isso é tudo, menos justiça! No campo fiscal, há de se ter pre- sente que qualquer benesse concedida pelo Poder Público, implica a transferência do ônus respectivo para o restante da coletividade. Isso não significa que benefí- cios e incentivos fiscais sejam desprovidos de legitimidade. Não só podem, como devem ser concedidos, uma vez que são muito eficazes no campo econômico e social. Todavia, há de se ter um rigoroso critério que paute esta escolha, pois, além de tudo, benefícios dessa natureza resul- tam quebra da igualdade concorrencial. Ou seja, a escolha de quem “banca a conta”, em um país em que “a conta” é alta e mal distribuída, sempre será uma escolha política, no sentido maior da pala- vra. Esta escolha será o mais legítima possí- vel (portanto justa) quando aqueles que a paguem forem os mais aptos a suportá-la. Evidentemente, isso não ocorre quando a escolha recai em prol daqueles que, medi- ante anúncios midiáticos, exercem o poder de convencimento (sempre em nome da justiça!) que merecem ser privilegiados. Ou ainda, quando esses interesses prevaleçam, a partir de obscuros lo ies em todas as esferas governamentais. O que diria a menina de sete anos? O que diríamos nós, se fôssemos crianças? Quando estivermos em dúvida acerca de algo ser justo ou não, temos que nos dis- tanciar, o máximo possível, de interesses individuais e manter-nos sempre alerta para impedir que o conhecimento formal, que felizmente tivemos a oportunidade de adquirir, não nos roube a concepção de justiça que construímos em nossa infância. Mais do isso, temos o compromisso de transferir para as próximas gerações a mesma ideia de justiça que nos foi legada por nossos pais. Advogado da equipe Buffon & Furlan Advogados Associados I Assessoria Jurídica do SINDIMETAL, na área Tribu- tária. O que é Justiça?
  • 14. Ação/ Mercado ASemana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) do SINDIMETAL, em parceria com o SESI e empresas interessadas, ocorre durante nove semanas, com programação voltada para temas como saúde, seguran- ça e meio ambiente. A SIPAT Comunitária Itinerante iniciou no período de 16 a 20 de maio e seguiu até a 5ª semana, de 20 a 24 de junho. Ao final das atividades terão sido contemplados os municípios de São Leopoldo, Esteio, Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo, Sapiranga, Araricá, São Sebastião do Caí e Alto Feliz. “Este modelo da SIPAT Itinerante contribui muito com as empresas participantes, pois além de atender a NR 5 com a palestra obrigatória sobre DST - AIDS, contém assuntos bem abrangentes relacionados ao ambiente de trabalho como Relacionamentos Interpessoais e Ergonomia, demonstrando a preocupa- ção da empresa com o trabalhador, promovendo o uso de EPIs e esclarecendo sobre acidentes de trajeto”, avalia a coordenadora da Qualidade, Elisângela Patrícia Bertoleti, da Rijeza Metalurgia. “A proposta de apoio do SINDIMETAL para a organização do evento é muito útil, uma vez que a empresa recebe os registros protocolados pelo Ministério do Trabalho em mãos, sem envolvimento direto com a organização do evento e tudo isso com um preço atrativo”, destaca Elisângela. Segundo Marco Batistella, da Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, da Rexnord Brasil, “a SIPAT Itinerante possibilita com que as palestras sejam realizadas dentro da empresa, sendo que os funcionários têm a possibilidade de interagir com os palestrantes”, salienta. Para Marco, “é muito importante a participação da empresa nesta atividade promovida pelo sindicato, pois graças a esta parceria conseguimos realizar uma SIPAT com custo baixo e eficiência na conscientização dos funcionários, especialmente nas áreas de Saúde e Segurança do Trabalho”. O s e g u n d o p e r í o d o , c o m possibilidade de novas adesões de empresas associadas ou filiadas, será de 26 a 30 de setembro; de 03 a 07 de outubro; de 17 a 21 de outubro e de 24 a 28 de outubro incluindo, uma rústica de encerramento, com todas as empresas convidadas, no dia 05 de novembro. Os temas abordados serão Prevenção DST/AIDS; Riscos ambientais - consequências na saúde do trabalhador; Ergonomia - postura; Prevenção de acidentes – incluindo acidentes de trajeto; e Relações interpessoais – prevenção do stress. A reunião de apresentação desta segunda etapa aconteceu no dia 14 de junho, às 9h, na sede do SINDIMETAL. O investimento na atividade, para empresas associadas e filiadas, é de R 600,00 (seiscentos reais), para quatro palestras e R 750,00 (setecentos e cinquenta reais), cinco palestras. Empresas interessadas em aderir à iniciativa, no segundo semestre, podem contatar através do fone (51) 3590-7708. SIPAT Comunitária Itinerante promove a saúde e a segurança junto às empresas da região SIPAT SIPAT Segurança Trabalho Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 14 14 anos com forte atuação no mercado Fonte: Rijeza Rijeza é especializada na Aaplicação de revestimentos contra desgastes de peças industriais. Localizada em São Leopoldo, numa área com 60 mil metros quadrados, de muita natureza, possui o seu parque fabril com um total de 2 mil metros quadrados construídos. Atentos aos severos requisitos de qualidade, possui um Centro de Pesquisa e Tecnologia voltados para o desenvolvi- mento de novos produtos e equipamen- tos robotizados que garantem a qualidade e a velocidade de entrega do serviço. Fundada no dia 03 de maio de 2002, pelos sócios Darlan, Ivo e Leonardo Geremia, a Rijeza, nestes 14 anos de atuação no mercado, tem como principal objetivo fornecer soluções contra desgastes superficiais para reduzir os custos de manutenção e aumentar a produtividade dos clientes. Além da aplicação de ligas de Carboneto de Tungstênio, Carboneto de Cromo e outras ligas resistentes aos desgastes por abrasão, corrosão e erosão, a empresa oferece soluções contra desgastes de peças, com revestimentos que garantam a maior vida útil dos equipamentos. N o período de 17 a 21 de maio, o diretor da B R Ferramentas Pneumáticas Industriais, Bernardo ilibaldo Reitz e o gerente comercial, Valdir Hanauer participaram da 31ª Feira da Mecânica, em São Paulo, ocasião em que apresentaram três lançamentos. Martelete B R 800-E para limpeza de tubos com escova de aço foi desenvolvi- do especialmente para caldeiras a vapor. gil, eficiente e ergonômico, remove fuligens e crostas. Evita o entupimento e mau funcionamento das caldeiras. A Lixadeira Longa de 3” B R 135 Roloc E indicada para fabricantes de artefatos de borracha. Limpa moldes usados em máquinas injetoras, garantindo a uniformidade e qualidade do produto final (ex: bandas de soldagem, tapetes emborra- chados, etc.). Já a Esmerilhadeira B R 166-4 ”, mesmo com porte pequeno de 90 mm, possui força para esmerilhar com alto torque. De notável eficiência é indicada para trabalhar em locais de baixa altura e de difícil acesso. A B R é reconhecida nacionalmen- te pela qualidade e eficiência na fabricação de suas ferramentas pneumáticas e pela prestação de seus serviços, contribuindo sempre com soluções inovadoras para a produção industrial. Fonte: BWR Lançamentos na feira da Mecânica
  • 15. “A associação precisa primeiro de LIBERDADE ”. Mercado Espaço SINDIMETAL | Nº58 • 15 Fonte: Infasul Fonte: Gedore conquista prêmio ESARH 2016 R econhecer as melhores práticas de gestão de pessoas e a responsabilida- de social das empresas é objetivo central do Prêmio ESARH, o Encontro Sul- Americano de Recursos Humanos que, neste ano, tem como tema a valorização da convivência. E a Gedore, líder na produção de ferramentas profissionais no País, com sede em São Leopoldo, foi anunciada como uma das vencedoras do prêmio na categoria Gestão de Pessoas. A premiação ocorreu no dia 17 de maio, em Gramado. O que motivou o reconhecimento foi o Projeto Arcos, criado pela Gedore em 2015, que integra empresa, universidade e escola na busca de soluções para problemas práticos da comunidade. A iniciativa reúne alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Castro Alves, vizinha à Gedore, em São Leopoldo, estudantes do curso de Administração da Unisinos, mentores da Escola Convexo, de Porto Alegre, e lideranças de diversas áreas da empresa. Uma das ações mais recentes do Arcos foi a revitalização do Parque do Trabalhador, em São Leopoldo, que reuniu voluntários para restaurar as quadras de futebol, cortar a grama e promover a limpeza do local e que ainda organizou um grande evento para incentivar o empoderamento da comunidade para aquele local. “O Arcos foi desenvolvido com o intuito de integrar nossos colaboradores. Os líderes que surgiram no decorrer do projeto foram engajados com a empresa e a comunidade por um viés sustentável, e isso proporciona geração de valor compartilhado, porque mostra a cada um dos envolvidos que aquele trabalho possui um propósito”, explica Patrícia Misturini, gerente de RH da Gedore. “Práticas como o Projeto Arcos geram engajamento dos colaboradores dentro das empresas. São, portanto, o oxigênio social que mantém o equilíbrio entre gestores e colaboradores”, explica Johanna Vaz, psicóloga e consultora de Relações Humanas, uma das participantes da organização da banca avaliadora responsável pela premiação. “Olhar para a sua equipe e proporci- onar um espaço onde ela possa utilizar suas habilidades de liderança faz com que os colaboradores deem sentido e significado ao seu trabalho e entendam a magnitude de sua dedicação”. É aí, segundo a consultora Johanna, que mora a sinergia entre empresa e colaborador e que oferecerá bons resultados para ambas as partes. recebe visita da FIRJANM O T O R R E D U T O R E S o dia 10 de maio, a Transmaq Nrecepcionou uma comitiva do Rio de Janeiro, composta por representantes do Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), presidentes e empresários de sindicatos patronais da área metalme- cânica e eletroeletrônica do Rio de Janeiro, Petrópolis e Nova Friburgo, além de representantes da FIERGS, do SENAI e do SINDIMETAL. A visita foi motivada pelo sucesso da apresentação do case da empresa gaúcha, por sua participação no projeto piloto Indústria Mais Produtiva, da CNI, que ocorreu no ano passado. Sua indicação na época partiu do SINDIMETAL, tendo em vista a participação da empresa no Sistema de Produção Enxuta SPE - programa de qualificação em Lean da entidade. O objetivo foi conhecer de perto a história da empresa e a aplicação do Lean, sua condução, dificuldades e resultados, pois desejam fomentar esta prática em suas empresas, no estado do Rio de Janeiro, bem como no Sistema FIRJAN. Os empresários Leonardo e Milena Pedroso explanaram sobre a experiência e, na sequência, os visitantes conheceram a fábrica e o processo no setor de montagem, que originou o case. Fonte: Transmaq premiada pela Bosch AArtestampo foi premiada pela Bosch, com o destaque Magneto de Ouro, categoria Peças e Componentes, oferecido aos seus melhores fornecedores do biênio 2014/2015 durante cerimônia realizada no dia 19 de maio, em sua sede em Campinas (SP). Foram considerados os desempe- nhos de todos os fornecedores ao longo dos dois últimos anos nos quesitos qualidade, competitividade, entrega, logística, parceria comercial, gestão de projetos, pontualidade, inovação, gestão social e ambiental. O evento contou com a presença do presidente da Bosch América Latina, Besaliel Botelho; vice- presidente executivo da Bosch América Latina, olfram Anders; vice-presidente de compras automotivas do Grupo Bosch, Albin Ettle, e do vice-presidente de commodities alumínio, forjados, sinterizados e ímãs do Grupo Bosch, Ralf Rautmann. “Anualmente reunimos nossos principais fornecedores para uma rodada de conhecimento e discussões sobre cenários econômicos e mercadológicos, melhoria de processos e também apresentação das diretrizes do departamento de compras”, explica o diretor de compras, qualidade e desenvolvimento de fornecedores da Bosch para a América Latina, Giulianno Ampudia. Fonte: Artestampo Equipe qualificada Destaque merecido
  • 16. A Grefortec segue colhendo frutos. Em 2015, foi concedida uma licença exclusiva para ser a fabricante oficial, em toda a América do Sul, de fornos industriais da ichelin rou . Líder mundial em equipamentos e serviços para tratamentos térmicos e termoquímicos para indústrias, a multinacional austríaca também estabeleceu a transferência de tecnologia da ichelin para a Grefortec, contribuindo para elevar o patamar da empresa, que passou a ser reconhecida internacional- mente. Ao avaliar os 25 anos de Grefortec, o empresário relembra as dificuldades, que foram muitas e a inconstância dos planos econômicos, que vêm desafiando as empresas. “Já passamos por tantas crises, mas com certeza a que vivemos hoje é a mais longa e desafiadora, com reflexos devastadores aqui e no exterior, interferin- do inclusive nos futuros investimentos”, desabafa. “As novas gerações passaram a se questionar mais sobre o futuro, mas ainda faltam lideranças que entendam a lógica da indústria”, justifica a diretora Comercial Andrea Pereira. “Devemos estar estruturados para ultrapassar as dificuldades; ter capacidade de inovar e se adaptar para facilitar o dia a dia da empresa; entender que o mundo ficou pequeno e não desistir nas primeiras 50 tentativas, mas persistir até dar certo. Temos desafios todos os dias, por isso devemos fazer o que é possível ser feito, mesmo que a contragosto; e aprender na prática, que o retorno financeiro não é imediato, que não somos eternos e que não se pode tudo”, argumenta Antonio. Por isso há seis anos teve início a preparação para a transição de comando da Grefortec, com o apoio de um .coaching “Foram momentos de muito aprendizado em família, mas já estamos prontos. Queremos que a empresa se mantenha saudável no mercado e passe para o cliente esta visão de futuro”, afirma Antonio. A direção conta com o papel estratégico dos três filhos: Rodrigo - Diretor Industrial, Andrea - Diretora Comercial Andressa -e Diretora Administrativa. A receita de sucesso consiste em trabalhar com transparência e seriedade. “Não ser um aventureiro, aprofundar os conhecimentos na sua área e também nas questões burocráticas e de gestão”, enfatiza. Que o futuro reserve muitas conquistas e realizações para a família Grefortec! www.metalreuter.com.br Licença exclusiva Empreendedor e perseverante, Antonio Gremes Pereira, fundador e diretor-presidente da Grefortec, relata com orgulho sua trajetória, no comando da empresa, desde 1989, ano de sua fundação. Nascido em São Paulo e formado em Engenharia Elétrica mudou- se com a família para São Leopoldo, para atuar na filial de uma empresa paulista, fabricante de fornos para tratamento térmico. Em virtude da crise econômica vivida pelo País na época, os planos tiveram que ser modificados, em razão do fechamento desta filial. Antonio, percebendo que a região era carente neste segmento, resolveu permanecer no Estado e criar seu próprio negócio. Com o apoio da esposa Marilda Peres, na companhia dos três filhos e de uma caixa de ferramentas, como ele mesmo gosta de citar, dedicou-se com afinco aos novos desafios. Atuando diretamente na manutenção de fornos industriais e na venda de peças de reposição fundou, no dia 19 de junho de 1991, a ABC Fornos Industriais. A empresa funcionou, durante um ano, na garagem da residência da família. Em 1992, já com sede própria, a ABC transformou-se em GREFORTEC. O novo nome é formado pela junção das iniciais de mes, nosre For e nologia.Tec O trabalho sempre foi desafiador. Em 1994, a Grefortec se destacou na fabricação do maior forno de tratamento térmico da América Latina, em Canoas. Desejando suprir uma necessidade de mercado, Antonio traçou uma nova trajetória para a empresa, implantando a área de tratamento térmico de metais, em 1999. A ideia surgiu quando o fundador percebeu que muitos clientes tinham certa dificuldade em adquirir seus próprios fornos ou até mesmo não dispunham de espaço físico para a instalação desses equipamentos em suasempresas. Em 2012, ampliou seu parque fabril e transferiu a unidade de Equipamentos para a cidade de Portão, numa área de 14 hectares, onde foi inaugurada uma moderna e ampla sede. VitrineEspaço SINDIMETAL | Nº58 Soluções eficientes em tratamentos térmicos e equipamentos 25 anos www.grefortec.com.br tratamentos Rodrigo, Andrea, Andressa e Antonio (da esquerda para à direita)