AS APRESENTAÇÕES A SEGUIR, NÃO TÊM A PRETENSÃO DE FAZER NENHUM JULGAMENTO MORAL, ATENDO-SE SOMENTE AO CARÁTER EXPRESSO NA ...
TABAGISMO ALCOOLISMO DROGAS COMO ATOS INSEGUROS
TABAGISMO. Segundo dados fornecidos pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer), as pessoas que trabalham passam cerca de 80%...
Por outro lado, o que os “não fumantes” não sabem, é que existe uma  dependência química e psicológica , que impede muitos...
PERIGO: Fumar em locais proibidos, jogar fora as pontas de cigarros sem apagá-las, jogar a ponta do cigarro ainda acesas e...
MEDIDAS DE SEGURANÇA: Obedecer a sinalização de “Proibido Fumar” e sempre que jogar fora a ponta do cigarro, apagá-lo devi...
ALCOOLISMO  e  DROGAS
“ O local de trabalho é um ambiente exposto a riscos. O abuso de drogas afeta a sociedade de múltiplas formas, e o local d...
Segundo pesquisas realizadas recentemente pelo NIDA – (Instituto Nacional de Abuso de Drogas), dos Estados Unidos,  68%  d...
Alguns itens contribuem para manter esse índice cada vez mais elevado: <ul><li>fácil acesso às drogas; </li></ul>
<ul><li>sobrecarga de estresse que as atividades profissionais exercem atualmente sobre as pessoas; </li></ul>
<ul><li>ilusão do aumento da energia físico-intelectual e disposição para enfrentar compromissos pesados; </li></ul>Drogas...
<ul><li>fuga da realidade; </li></ul>
<ul><li>insatisfação com a qualidade de vida no trabalho; </li></ul>
<ul><li>dificuldade de integração com o grupo. </li></ul>
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<ul><li>desatenção no uso de equipamentos de segurança; </li></ul>
<ul><li>alteração do estado de humor do  </li></ul><ul><li>indivíduo;   </li></ul>
<ul><li>falta de reflexos. </li></ul>
Segundo dados de pesquisas realizadas em grandes organizações, entre 10 e 15% dos empregados apresentam problemas de abuso...
<ul><li>As conseqüências são: </li></ul><ul><li>cinco vezes mais faltas injustificadas;  </li></ul><ul><li>três vezes mais...
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O que pode ocorrer é o funcionário procurar a direção da empresa quando se sente pressionado pela família ou por colegas, ...
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Pontos de alerta para identificação da dependência química na empresa: *   <ul><li>ausências e atrasos constantes no traba...
<ul><li>prostração;   </li></ul>CAUSA EFEITO <ul><li>afastamento do seu posto de trabalho além do necessário;  </li></ul>
<ul><li>alto índice de acidentes (dentro e fora do trabalho) ;  </li></ul><ul><li>pouca eficiência no trabalho;  </li></ul>
<ul><li>dificuldade de concentração nas atividades;  </li></ul><ul><li>descuido em sua apresentação pessoal;  </li></ul>
<ul><li>mudanças nos hábitos pessoais e de comportamento;  </li></ul><ul><li>relacionamento conflituoso com colegas.  </li...
COMO AJUDAR O FUNCIONÁRIO:   Muitas empresas, estão adotando testes antidrogas e implantando programas de prevenção para o...
“ A recuperação de um dependente significa a valorização do trabalhador e do trabalho. O dependente químico recuperado se ...
Mas ao se estabelecer um programa de prevenção algumas variáveis devem ser avaliadas, como questões legais, médicas, estru...
A participação de um médico torna-se, então, fundamental, pois só um profissional especializado pode receber e analisar os...
A participação de empregados e entidades trabalhistas também é relevante.
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Mas não é aconselhável apenas um programa de “testagem”, pois os resultados não serão satisfatórios. A conscientização é f...
Cinco passos para a  implantação  de um programa de prevenção as drogas dentro das empresas:
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<ul><li>Passo 3 – Educação do trabalhadores   </li></ul><ul><li>explicar aos trabalhadores as razões da política adotada e...
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<ul><li>Passo 5 – Implementação da testagem de drogas   </li></ul><ul><li>deve ser o último passo do programa;  </li></ul>...
A arte de vencer se aprende nas derrotas. ( Simon Bolívar)
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Tabagismo,Alcoolismo E Drogas Como Atos Inseguros.Ppt; Por Simone Tavares

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Tabagismo,Alcoolismo E Drogas Como Atos Inseguros.Ppt; Por Simone Tavares

  1. 1. AS APRESENTAÇÕES A SEGUIR, NÃO TÊM A PRETENSÃO DE FAZER NENHUM JULGAMENTO MORAL, ATENDO-SE SOMENTE AO CARÁTER EXPRESSO NA SEGURANÇA DO TRABALHO. Pesquisa,criação e montagem: Simone Tavares da Silva. É expressamente proibida a utilização do presente trabalho sem a prévia autorização de sua realizadora: Simone Tavares da Silva. E-mail:simonetavs1502@yahoo.com.br
  2. 2. TABAGISMO ALCOOLISMO DROGAS COMO ATOS INSEGUROS
  3. 3. TABAGISMO. Segundo dados fornecidos pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer), as pessoas que trabalham passam cerca de 80% do dia em locais fechados. Quando convivem com fumantes no mesmo ambiente, o resultado é o equivalente a terem fumado de cinco a dez cigarros por dia. É um prejuízo à saúde daqueles que, em princípio, não tem nada a ver com o tabagismo.
  4. 4. Por outro lado, o que os “não fumantes” não sabem, é que existe uma dependência química e psicológica , que impede muitos de deixarem o vício. Para isso existem: assistência médica para aqueles que querem deixar o vício, e também, os intervalos durante o horário de trabalho(pausas para descanso), o que deveria ser respeitado em todas as empresas que visam o bem estar de seus trabalhadores (fumantes e não fumantes).
  5. 5. PERIGO: Fumar em locais proibidos, jogar fora as pontas de cigarros sem apagá-las, jogar a ponta do cigarro ainda acesas em lixeiras, fumar na cama, correndo o risco de adormecer ainda com o cigarro aceso, são causas freqüentes de incêndios.
  6. 6. MEDIDAS DE SEGURANÇA: Obedecer a sinalização de “Proibido Fumar” e sempre que jogar fora a ponta do cigarro, apagá-lo devidamente são ações simples que muito auxiliariam a prevenir e evitar incêndios e explosões , tanto em casa, como nas empresas e locais de trabalho .
  7. 7. ALCOOLISMO e DROGAS
  8. 8. “ O local de trabalho é um ambiente exposto a riscos. O abuso de drogas afeta a sociedade de múltiplas formas, e o local de trabalho não está imune a esse fato”. Deise Neves Botelho Rezende ,advogada, especialista em Direito do Trabalho.
  9. 9. Segundo pesquisas realizadas recentemente pelo NIDA – (Instituto Nacional de Abuso de Drogas), dos Estados Unidos, 68% dos usuários de drogas ilícitas estão empregados.
  10. 10. Alguns itens contribuem para manter esse índice cada vez mais elevado: <ul><li>fácil acesso às drogas; </li></ul>
  11. 11. <ul><li>sobrecarga de estresse que as atividades profissionais exercem atualmente sobre as pessoas; </li></ul>
  12. 12. <ul><li>ilusão do aumento da energia físico-intelectual e disposição para enfrentar compromissos pesados; </li></ul>Drogas para turbinar o cérebro
  13. 13. <ul><li>fuga da realidade; </li></ul>
  14. 14. <ul><li>insatisfação com a qualidade de vida no trabalho; </li></ul>
  15. 15. <ul><li>dificuldade de integração com o grupo. </li></ul>
  16. 16. Como resultados, as empresas contabilizam acidentes de trabalho e atos inseguros, além de danos ao patrimônio e comprometimento da própria imagem da empresa.
  17. 17. ATOS INSEGUROS: São as maneiras como as pessoas se expõem consciente ou inconscientemente aos riscos de se acidentarem. EXEMPLOS DE ATOS INSEGUROS: · deixar de tomar precauções na execução de determinadas tarefas; · não seguir normas de trabalhos existentes; · não seguir as normas de segurança existentes;
  18. 18. <ul><li>Tudo isso causado pelo uso abusivo de drogas tais como: </li></ul><ul><li>álcool; </li></ul><ul><li>maconha; </li></ul><ul><li>anfetaminas; </li></ul><ul><li>calmantes; </li></ul><ul><li>cocaína. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>O uso destas substâncias, trazem aos trabalhadores os seguintes sintomas: </li></ul><ul><li>falta de concentração; </li></ul>
  20. 20. <ul><li>desatenção no uso de equipamentos de segurança; </li></ul>
  21. 21. <ul><li>alteração do estado de humor do </li></ul><ul><li>indivíduo; </li></ul>
  22. 22. <ul><li>falta de reflexos. </li></ul>
  23. 23. Segundo dados de pesquisas realizadas em grandes organizações, entre 10 e 15% dos empregados apresentam problemas de abuso ou dependência de álcool ou outras drogas.
  24. 24. <ul><li>As conseqüências são: </li></ul><ul><li>cinco vezes mais faltas injustificadas; </li></ul><ul><li>três vezes mais licenças médicas do que outras doenças; </li></ul><ul><li>aumento de cinco vezes mais acidentes do trabalho; </li></ul><ul><li>50% de absenteísmo; </li></ul><ul><li>oito vezes mais diárias hospitalares; </li></ul><ul><li>três vezes mais utilização de assistência médica e social; </li></ul><ul><li>funcionário um terço menos produtivo. </li></ul>
  25. 25. Mas engana-se a empresa que acredita que um funcionário dependente químico espontaneamente procurará ajuda, porque normalmente,toda pessoa dependente, sempre nega seu vício.
  26. 26. O que pode ocorrer é o funcionário procurar a direção da empresa quando se sente pressionado pela família ou por colegas, para realizar um tratamento.
  27. 27. E nesse caso, cabe à empresa tratá-lo como qualquer outro funcionário doente, sem distinção, estimulando-o a buscar ajuda e buscando orientação profissional.
  28. 28. Pontos de alerta para identificação da dependência química na empresa: * <ul><li>ausências e atrasos constantes no trabalho; </li></ul>CAUSA EFEITO
  29. 29. <ul><li>prostração; </li></ul>CAUSA EFEITO <ul><li>afastamento do seu posto de trabalho além do necessário; </li></ul>
  30. 30. <ul><li>alto índice de acidentes (dentro e fora do trabalho) ; </li></ul><ul><li>pouca eficiência no trabalho; </li></ul>
  31. 31. <ul><li>dificuldade de concentração nas atividades; </li></ul><ul><li>descuido em sua apresentação pessoal; </li></ul>
  32. 32. <ul><li>mudanças nos hábitos pessoais e de comportamento; </li></ul><ul><li>relacionamento conflituoso com colegas. </li></ul>
  33. 33. COMO AJUDAR O FUNCIONÁRIO: Muitas empresas, estão adotando testes antidrogas e implantando programas de prevenção para o trabalho livre de drogas.
  34. 34. “ A recuperação de um dependente significa a valorização do trabalhador e do trabalho. O dependente químico recuperado se torna mais produtivo e grato à empresa que o ajudou. Reabilitar um funcionário custa menos do que admitir um novo profissional. Demitir nunca é a melhor saída”.
  35. 35. Mas ao se estabelecer um programa de prevenção algumas variáveis devem ser avaliadas, como questões legais, médicas, estruturais e laboratoriais.
  36. 36. A participação de um médico torna-se, então, fundamental, pois só um profissional especializado pode receber e analisar os resultados das análises toxicológicas e indicar o tratamento necessário ao indivíduo.
  37. 37. A participação de empregados e entidades trabalhistas também é relevante.
  38. 38. Ao decidir implantar um programa a empresa deve fazer um planejamento cuidadoso, envolvendo todos os empregados, salientando sua imparcialidade e discutindo a questão de exames químicos obrigatórios ou não na organização.
  39. 39. Assegurar a confidencialidade e o sigilo das informações, são considerados os pontos mais importantes.
  40. 40. Mas não é aconselhável apenas um programa de “testagem”, pois os resultados não serão satisfatórios. A conscientização é fundamental, para isso a “testagem” deve ser feita em conjunto com um programa de prevenção e promoção de saúde . Devem ser encarados como programas complementares .
  41. 41. Cinco passos para a implantação de um programa de prevenção as drogas dentro das empresas:
  42. 42. <ul><li>Passo 1 – Apresentação do programa </li></ul><ul><li>apresentação por escrito de uma política clara e global; </li></ul><ul><li>informar o empenho da empresa em criar um ambiente de trabalho livre de drogas e álcool; </li></ul><ul><li>informar os trabalhadores que o consumo de álcool e drogas no trabalho não será permitida; </li></ul><ul><li>explicar as razões desta política (saúde do trabalhador, segurança no trabalho, produtividade etc.); </li></ul><ul><li>alertar os trabalhadores das conseqüências do desrespeito da política; </li></ul><ul><li>assegurar-se que todos os trabalhadores tomem conhecimento desta política. </li></ul>
  43. 43. <ul><li>Passo 2 – Formação de líderes </li></ul><ul><li>formação de chefias sobre a política de combate ao consumo de drogas e álcool, para depois serem capazes de explicar aos trabalhadores e agirem em conformidade com a mesma; </li></ul><ul><li>observar e registrar o desempenho laboral e/ou comportamental insatisfatório; </li></ul><ul><li>dialogar com os trabalhadores sobre os problemas laborais e em conjunto encontrar soluções; </li></ul><ul><li>não diagnosticar os problemas de consumo de álcool e drogas nem tratar de problemas relacionados com o consumo (isso não é competência do líder). </li></ul>
  44. 44. <ul><li>Passo 3 – Educação do trabalhadores </li></ul><ul><li>explicar aos trabalhadores as razões da política adotada e a responsabilidade desses em todo o processo; </li></ul><ul><li>informar os trabalhadores sobre meios de assistência, serviços disponíveis para diagnosticar e tratar problemas ligados ao consumo de álcool e drogas; </li></ul><ul><li>esclarecer os trabalhadores sobre os custos para si próprio e para a empresa, provocado por uso ou abuso das drogas; </li></ul><ul><li>explicar o processo de utilização dos testes de consumo e quais as conseqüências para o trabalhador, caso os referidos testes se revelem positivos; </li></ul><ul><li>a educação dos trabalhadores envolve palestras sobre os malefícios sociais e individuais do consumo de álcool e drogas, ou mesmo cartilhas com as informações relevantes. </li></ul>
  45. 45. <ul><li>Passo 4 – Assistência aos trabalhadores </li></ul><ul><li>sinalizar os problemas (médico/trabalhista); </li></ul><ul><li>aconselhamento confidencial; </li></ul><ul><li>encaminhamento das situações; </li></ul><ul><li>prestação de ajuda continuada; </li></ul><ul><li>programas de educação e prevenção; </li></ul><ul><li>atividades de promoção da saúde. </li></ul>
  46. 46. <ul><li>Passo 5 – Implementação da testagem de drogas </li></ul><ul><li>deve ser o último passo do programa; </li></ul><ul><li>execução somente após já ter sido feita uma declaração sobre a política da empresa, formação de chefias, programa de prevenção e educação para o trabalhador e um programa de assistência. </li></ul>
  47. 47. A arte de vencer se aprende nas derrotas. ( Simon Bolívar)

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