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 Na língua japonesa não existe a consoante lateral ¨l¨ de modo

que o seu falante costuma fazer permutas:
prato- plato; c...
Fonte: Revista Diversidade, páginas 40 a 43, por
Edmilson José de Sá.
Nome: Simone Becker
Data: 17/10/11
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Edmilson José de Sá.
Nome: Simone Becker
Data: 17/10/11
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Línguas do Brasil

  1. 1. * A língua portuguesa é falada no Brasil por mais de 170 milhões de habitantes. Somos a população que mais fala o idioma no mundo. *Idiomas de índios, africanos e imigrantes europeus e asiáticos têm contribuído para criar no Brasil um português de pronúncias ambíguas, vocábulos híbridos e sintaxe própria.
  2. 2.  *O português Brasileiro teve suas origens centradas no multilinguismo. No descobrimento havia mais ou menos seis milhões de indígenas que falavam mais de 300 línguas.  *No século 19, o tráfico de escravos trouxe mais um tronco lingüístico a se unir ao idioma falado no Brasil.  *A fim de clarear a população brasileira, os elitistas começaram a atrair imigrantes europeus e asiáticos que passaram a substituir a mão de obra escrava no ciclo do café.
  3. 3.  Empréstimos Lingüísticos Das línguas germânicas faladas pelos suevos e visigodos: guerra ( krieg), morno ( warm) e rico (reich). Do árabe: álcool, algodão,enxaqueca e laranja.  Do espanhol: quadrilha, baunilha e fandango.   Do italiano: partitura, serenata e libreto. A maior influência de língua latina no léxico português veio do francês através de palavras bélicas, culturais e tecnológicas: sargento, marechal, perfume , romance, engrenagem e guidom. 
  4. 4. Variações de cunho fonético e sintático  É comum percebermos que os italianos do Brasil não realizam concordância de número, uma vez que o plural de sua língua é formado em i ( amico/ amici), não tendo portanto a desinência do português (s). Nossos amigo chegarão à tarde. Nossos amigos chegarão à tarde.
  5. 5.  Os descendentes alemães do sul do Brasil oscilam entre o uso do português e do alemão. Alguns estudiosos chamam o dialeto dos sulistas de riograndenser hunsrückicsh. Husrück é uma região do sudoeste alemão localizada perto dos rios Reno e Mosela e próxima à atual fronteira com Luxemburgo.
  6. 6. O processo de assimilação do português brasileiro teve seu auge durante a ditadura de Getúlio Vargas, em 1942 com a entrada do Brasil na 2ª Guerra Mundial contra o eixo (Alemanha, Itália e Japão). Havia a perseguição do Governo a quaisquer atividades que estivessem ligadas à cultura germânica, tais como publicações em língua alemã e utilização do idioma alemão em locais públicos. A língua talvez fosse o elemento principal que diferenciava as "duas" comunidades(brasileira e alemã) e ao mesmo tempo encerrava uma forte preocupação de identidade. A defesa da língua pátria tornou-se deveras recorrente em artigos de jornal. A língua estrangeira em locais públicos foi proibida, tornando-se muitas vezes um caso de polícia.
  7. 7.  Apesar disso, o alemão continua sendo, até hoje o idioma preferido na comunicação familiar e entre vizinhos, o que contribui para os desvios linguísticos de concordância e fonema presentes na fala. Caro ao invés de carro  Os falantes bilíngues teutobrasileiros usufruem frequentemente de expressões e vocábulos da língua portuguesa Alles gut? – Tudo bem? ( tradução literal) Alles gute – Tudo de bom. Wie geht’s? – Como vai? ( equivalente ao português)  Formas híbridas: Aviong -(luft shiff - dirigível) ( avião – flugzeug); Facong ( facão- grosses messer).  Diminutivo formado no alemão: canequinha – canecachen (Kännchen) * Aglutinações híbridas: schuhloja (Schuhgeschäft); milhebrot ( maisbrot)  Uso de verbos com terminação em alemão: Lembrieren (merken); namorieren (dating).
  8. 8.  Na língua japonesa não existe a consoante lateral ¨l¨ de modo que o seu falante costuma fazer permutas: prato- plato; calor- caror. Também em japonês não há adjuntos adnominais e nem outros termos de ligação como preposições. Tem que escrever a palavra cachorro com “ch”. Tem que escrever palavra cachorro com “ch”.
  9. 9. Fonte: Revista Diversidade, páginas 40 a 43, por Edmilson José de Sá. Nome: Simone Becker Data: 17/10/11
  10. 10. Fonte: Revista Diversidade, páginas 40 a 43, por Edmilson José de Sá. Nome: Simone Becker Data: 17/10/11

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