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  1. 1. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSOCOMENTÁRIOS ERECOMENDAÇÕESPEDAGÓGICASSubsídios para oProfessor de Língua Portuguesa6º ano do Ensino FundamentalProva de Língua PortuguesaSão Paulo1° Semestre de 2013
  2. 2. 2  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalAvaliação da Aprendizagem em ProcessoAPRESENTAÇÃOA Avaliação da Aprendizagem em Processo se caracteriza como ação desenvolvidade modo colaborativo entre a Coordenadoria de Informação, Monitoramentoe Avaliação Educacional e a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica, quetambém contou com a  contribuição de um grupo de Professores do NúcleoPedagógico de diferentes Diretorias de Ensino.Iniciada no segundo semestre de 2011, a aplicação foi voltada para o 6°ano doEnsino Fundamental e 1ª série do Ensino Médio. No primeiro e segundo semes-tres de 2012, as provas abrangeram os 6° e 7° anos do EF e as 1ª e 2ª séries do EM.Para o primeiro semestre de 2013, envolverá todos os anos e séries dos EnsinosFundamental e Médio.Essa ação, fundamentada no Currículo Oficial da SEE, dialoga com as habilidadescontidas nas Matrizes de Referência para a Avaliação (SARESP, SAEB, ENEM) e temse mostrado bem avaliada pelos educadores da rede estadual. Propõe o acom-panhamento coletivo e individualizado ao aluno, por meio de um instrumentode caráter diagnóstico e se localiza no bojo das ações voltadas para os proces-sos de recuperação, a fim de apoiar e subsidiar os professores de Língua Portu-guesa e de Matemática que atuam no Ciclo II do Ensino Fundamental e no EnsinoMédio da Rede Estadual de São Paulo.Além da formulação dos instrumentos de avaliação – na forma de cadernos deprovas para os alunos – também foram elaborados documentos específicos deorientação para os professores – Comentários e Recomendações Pedagógicas –contendo o quadro de habilidades, gabaritos, itens, interpretação pedagógicadas alternativas, sugestões de atividades subsequentes às análises dos resulta-dos e orientação para aplicação e correção das provas de redação. Espera-seque, agregados aos registros que o professor já possui, sejam instrumentos paraa definição de pautas individuais e coletivas, que, organizadas em um plano deação, mobilizem procedimentos, atitudes e conceitos necessários para as ativida-des de sala de aula, sobretudo, aquelas relacionadas aos processos de recupera-ção da aprendizagem.Coordenadoria deInformação, Monitoramentoe Avaliação EducacionalCoordenadoria de Gestãoda Educação Básica
  3. 3. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   3Avaliação da Aprendizagem em Processo - Língua PortuguesaA Avaliação da Aprendizagem em Processo de Língua Portuguesa, em sua 4ª edição,apresenta quinze questões objetivas compostas por quatro alternativas e prova deprodução textual para os quatro anos do Ensino Fundamental II e para as três sériesdo Ensino Médio.Para a  seleção/elaboração das provas objetivas, foram considerados conteúdose habilidades pautados no Currículo Oficial do Estado de São Paulo, Caderno do Pro-fessor: Língua Portuguesa, Matriz de Referência para a Avaliação - SARESP, Prova Bra-sil, ENEM.Quanto às produções escritas, os gêneros textuais abaixo elencados, conforme série/ano, obedecem ao que está previsto no Currículo do Estado de São Paulo e, conse-quentemente, às Situações de Aprendizagem presentes nos Cadernos do Professore do Aluno e a temas propostos pelo SARESP e ENEM.- 6º ano do Ensino Fundamental: conto;- 7º ano do Ensino Fundamental: narrativa de aventura;- 8º ano do Ensino Fundamental: notícia;- 9º ano do Ensino Fundamental: receita;- 1ª série do Ensino Médio: artigo de opinião;- 2ª série do Ensino Médio: artigo de opinião;- 3ª série do Ensino Médio: artigo de opinião.Com o intuito de apoiar o trabalho do professor em sala de aula e também de subsi-diar a elaboração do plano de ação para os processos de recuperação, são colocadosà disposição da escola, materiais com orientações para leitura e reflexão sobre as pro-vas de Língua Portuguesa. Esses materiais contêm as matrizes de referência elabora-das para essa ação, as questões comentadas, a habilidade/descritor em cada uma dasquestões, recomendações pedagógicas, indicações de outros materiais impressos oudisponíveis na internet e referências bibliográficas.O objetivo principal dessa ação é levar os professores a realizar inferências com rela-ção aos acertos e também buscar sanar as dificuldades que levaram a possíveis erros.Quanto à composição, tomamos por base as provas aplicadas em 2011 e 2012. Algunsitens se mantiveram e outros foram substituídos, com a finalidade de melhor contem-plar o conteúdo curricular e atender às demandas da rede, após relatos de inconsis-tências em relação a alguns itens, que precisaram ser modificados para esta edição.Lembramos que, em se tratando de avaliação, a cada aplicação, os itens são testa-dos e avaliados, inclusive, pelos professores da rede. Alguns desses itens, certamente,precisam ser modificados e, por vezes, substituídos, de forma a garantir a eficácia daproposta.Para as novas turmas atendidas, foram elaborados itens inéditos e outros adaptados/retirados de avaliações externas (SARESP, ENEM, Prova Brasil).Equipe de Língua Portuguesa
  4. 4. 4  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalAVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSOMatriz de HabilidadesNº doitemHabilidades - 6º anoHabilidade e Grupo –Matrizes do SARESP1Inferir a moral de uma fábula, estabelecendo sua relaçãocom o tema.H 39 GIII (4ª Série/ 5º Ano)2Estabelecer relações entre imagens (foto ou ilustração) e ocorpo do texto, comparando itens de informação explícita.H11 GII (4ª Série/ 5º Ano)3Identificar a finalidade de um texto, mobilizando conheci-mentos prévios sobre o gênero.H01 GI (4ª Série/ 5º Ano)4Inferir informação pressuposta ou subentendida em textoliterário, com base em sua compreensão global.H38 GIII (4ª Série/ 5º Ano)5Localizar itens de informação explícita em um texto, combase em dada proposição afirmativa de conhecimento demundo social.H8 GI (4ª Série/ 5º Ano)6Organizar os episódios principais de uma narrativa literáriaem sequência lógica.H30 GI (4ª Série/ 5º Ano)7Estabelecer relações de causa/consequência, entre os seg-mentos de um texto, sendo que a causa é relativa a um fatoreferido pelo texto e a consequência está explícita.H19 GII (4ª Série/ 5º Ano)8Identificar o efeito de sentido produzido em um texto lite-rário pelo uso intencional de pontuação expressiva (interro-gação, exclamação, reticências, aspas etc.) (H27-GI)H27 GI (4ª Série/ 5º Ano)9Inferir informação pressuposta ou subentendida em umtexto com base nos recursos gráfico-visuais presentes.H12 GIII (4ª Série/ 5º Ano)10Inferir o efeito de humor produzido em um texto pelo usointencional de palavras, expressões ou imagens ambíguas.H22 GIII (4ª Série/ 5º Ano)11Identificar o efeito de sentido produzido, em um textoliterário, pela exploração de recursos ortográficos oumorfossintáticos.H25 GI (6ª Série/7º Ano)12Estabelecer relações entre segmentos de texto, identifi-cando substituições por formas pronominais de gruposnominais de referência.H18 GII (4ª Série/ 5º Ano)13Identificar os possíveis elementos constitutivos da organi-zação interna dos gêneros não literários: histórias em qua-drinhos, regulamentos, receitas, procedimentos, instruçõespara jogos, cardápios, indicações escritas em embalagens,verbetes de dicionário ou de enciclopédia, textos informati-vos de interesse escolar, curiosidades (você sabia?), notícias,cartazes informativos, folhetos de informação, cartas pes-soais ou bilhetesH02 GI (4ª Série/ 5º Ano)14Identificar o sentido denotado de vocábulo ou expressãoutilizados em segmento de um texto, selecionando aqueleque pode substituí-lo por sinonímia no contexto em quese insere.H04 GI (4ª Série/ 5º Ano)15Localizar item de informação explícita, com base na com-preensão global de um texto.H06 GI (4ª Série/ 5º Ano)
  5. 5. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   5Gabarito de ProvaQUESTÕES A B C D1 X2 X3 X4 X5 X6 X7 X8 X9 X10 X11 X12 X13 X14 X15 X
  6. 6. 6  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalHabilidadeInferir a moral de uma fábula, estabelecendo sua relação com o tema. (H39 – GIII)Leia o texto e responda à questão 1.A cigarra e a formigaNum belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secarsuas reservas de trigo. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado com-pletamente molhados. De repente aparece uma cigarra:“Por favor, formiguinhas, me deem um pouco de trigo! Estou com uma fomedanada, acho que vou morrer.”As formigas pararam de trabalhar, coisa que era contra os princípios delas,e perguntaram:“Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou deguardar comida para o inverno?”“Para falar a  verdade, não tive tempo”, respondeu a  cigarra. “Passei o  verãocantando!”“Bom… Se você passou o verão cantando, que tal passar o inverno dançando”,disseram as formigas, e voltaram para o trabalho dando risada.[…]Disponível em:< http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/fabula-animais-dao-licao-de-moral.htm>. Acesso em: 17 de novembro de 2012.Questão 1A moral desta história pode ser(A) Em casa de ferreiro, espeto é de pau.(B) Tem amanhã quem guarda hoje.(C) O mais veloz é sempre o melhor.(D) Quem tem boca vai a Roma.
  7. 7. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   7Comentário e Recomendações PedagógicasNelly Novaes Coelho (2008, p. 136, 137) define ”fábula” como uma forma nar-rativa breve que, tal como o apólogo e a parábola, visa a dar uma lição aoshomens. As personagens são animais falantes que se comportam como huma-nos. Nela, as situações narradas denunciam problemas comportamentais, queresultam na exploração do homem pelo homem.A questão, ao trabalhar a moral de uma fábula, propõe a habilidade da infe-rência. Para tanto, do aluno se espera a mobilização de conhecimentos préviossobre as características desse gênero textual.Em A cigarra e a formiga, espera-se a compreensão de que a personagem for-miga representa a força do trabalho, tem como característica ser prevenidae, por isso, trabalha duro no verão para não passar fome no inverno. Em con-trapartida, a cigarra se apresenta como alguém que não se preocupa com asnecessidades futuras. Esta ideia de oposição entre previdência (da formiga)e negligência ou ociosidade (da cigarra) está contemplada na alternativa B.Para trabalhar com os alunos que ainda não conseguem inferir a moral de umafábula, uma possível estratégia seria partir da alternativa correta (B) “Tem ama-nhã quem guarda hoje”, levantando os seguintes questionamentos:- O que faz a formiga e o que faz a cigarra? Como elas se comportam?- Qual personagem da fábula é laboriosa? Qual é ociosa?- Como essas características opostas das personagens se relacionam dentro dotexto?Além do confronto entre o prazer e o dever expresso em “A cigarra e a for-miga”, o poder do explorador do forte contra o fraco, em “O lobo e o cordeiro”;o desdém frente ao que não se pode alcançar, exemplificado em “A raposae as uvas”, entre outros, são sugestões de textos, que podem ser trabalhadosem sala de aula, com o intuito de garantir variedade textual do mesmo gêneroe que, de forma integrada, podem explorar comparativamente a moral da his-tória, foco da habilidade aferida na questão proposta.As dicas textuais dadas acima, somadas ao texto de La Fontaine, a  seguir,podem ser encontrados em Nelly Novaes Coelho (2008, p. 47 e 48):Sirvo-me de animais para instruir os homens.[…]Procuro tornar vício, o ridículo.Por não poder atacá-lo com braço de Hércules.
  8. 8. 8  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental[…]Algumas vezes oponho, através de uma dupla imagem,O vício à virtude, a tolice ao bom senso.[…]Uma moral nua provoca o tédio:O conto faz passar o preceito com ele.Nessa espécie de fingimento, é preciso instruir e agradar,Pois, contar por contar, me parece coisa de pouca monta.HabilidadeEstabelecer relações entre imagens (foto ou ilustração) e o corpo do texto, comparando itensde informação explícita. (H11-GII)Leia atentamente a capa da revista e responda à questão 2.Disponível em: http://sorevista.blogspot.com.br/search/label/2007.Acesso em: 15 de novembro de 2012.
  9. 9. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   9Questão 2A edição da Revista Galileu de dezembro de 2007 traz informações sobre:(A) A mudança de relação entre o homem e o cão.(B) O cão é um ser humano.(C) As relações sociais e afetivas na família do cão.(D) Um dia de cão.Comentário e Recomendações PedagógicasEm seu suporte impresso, as capas de revistas são compostas por linguagensverbais e visuais, preferencialmente, objetivando despertar a atenção de seuspotenciais leitores.A questão solicita que o aluno estabeleça relações entre a imagem do cachorro,a disposição de cores, o formato das letras, a disposição da mensagem na capade uma revista. A comparação dos itens de informação explícita auxilia na loca-lização da resposta mais adequada (A). Para isso, o aluno precisa estabelecerrelações entre elementos do texto e identificar aqueles que integram todoseles.A habilidade aferida nesta questão, portanto, solicita do aluno estratégias deidentificação dos sentidos promovidos pelos recursos gráficos, visuais e ver-bais que compõem a capa.Sob a mediação do professor, o aluno poderá ser levado a extrair as informa-ções pertinentes ao texto estudado, a  partir da leitura dos segmentos quecompõem a capa da revista.Outra estratégia é propor questionamentos como:- Você conhece a revista Galileu? Que tipo de assuntos ela traz?- Por que a reportagem faz parte da revista Galileu?- O que mais se destaca na capa da revista?- Qual é a relação da imagem com o texto escrito?- O que a expressão do cão nos revela?- Por que algumas informações estão mais destacadas que outras?Os questionamentos propostos exploram a  funcionalidade, a  formatação,a presença do sentido global e permitem ao professor observar os conheci-mentos estratégicos de leitura do aluno a respeito dos procedimentos utiliza-dos para leitura da capa em questão.
  10. 10. 10  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalAlgumas sugestões de atividades implicadas à análise de capas de revis-tas podem ser encontradas no portal do professor, por meio do endereço:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=21199HabilidadeIdentificar a finalidade de um texto, mobilizando conhecimentos prévios sobre o formato dogênero, tema ou assunto principal. (H01-GI)Leia o trecho do texto Cinderela e responda às questões 3 e 4.Era uma vez um homem cuja primeira esposa tinha morrido, e que tinha casadonovamente com uma mulher muito arrogante. Ela tinha duas filhas que se pare-ciam em tudo com ela. O homem tinha uma filha de seu primeiro casamento. Erauma moça meiga e bondosa, muito parecida com a mãe.A nova esposa mandava a jovem fazer os serviços mais sujos da casa e dormir nosótão, enquanto as “irmãs” dormiam em quartos com chão encerado.Quando o serviço da casa estava terminado, a pobre moça sentava-se junto àlareira, e sua roupa ficava suja de cinzas. Por esse motivo, as malvadas irmãs zom-bavam dela. Embora Cinderela tivesse que vestir roupas velhas, era ainda cemvezes mais bonita que as irmãs, com seus vestidos esplêndidos. […]Disponível em: http://www.educacional.com.br/projetos/ef1a4/contosdefadas/cinderela.html.Acesso em: 12 de junho de 2012.
  11. 11. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   11Questão 3Sabe-se que o texto acima se refere a um conto de fadas porque(A) conta uma história.(B) convence os leitores.(C) informa os leitores.(D) divulga uma ideia.Comentário e Recomendações PedagógicasA questão propõe a identificação da finalidade do texto Cinderela. Mobilizarconhecimentos prévios a respeito do gênero “conto de fadas” caracteriza estra-tégia básica.Por tratar-se de um gênero textual bastante familiar e presente em todas asmídias, espera-se que o aluno assinale a alternativa A e reconheça, no trecholido, os elementos característicos de uma narrativa.Elementos como título, referências, estrutura do texto e outras marcas presen-tes no texto podem ser utilizados como indicadores para a estratégia de leiturado gênero referido. Os elementos mencionados colaboram para a leitura dotexto e devem ser considerados, nos trabalhos em sala de aula, para garantir aconstrução da habilidade requisitada nesta questão.O título, por exemplo, nomeia uma personagem que, presume-se, seja deconhecimento de todas as crianças, dando uma ideia do gênero de texto a serapresentado. No caso do texto Cinderela, o título antecipa uma informaçãocapaz de ativar o repertório do leitor sobre contos de fada.
  12. 12. 12  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalComentário e Recomendações PedagógicasA questão proposta requer a inferência de uma informação pressuposta ousubentendida no trecho de um conto adaptado. Nele, não se vê explicitadoque a personagem é explorada por suas irmãs, é preciso levar em consideraçãoexcertos do texto, por exemplo, “fazer os serviços mais sujos da casa”.Dessa maneira, a alternativa correta é a C. A escolha das outras alternativaspode decorrer do fato de os alunos não produzirem inferências globais dotexto que leem. Essa habilidade pode ser trabalhada, fazendo com que o alunovolte ao texto para buscar pistas que lhe permitam inferir uma dada informa-ção. É também pertinente o trabalho com vocabulário e questionamentos queativem o conhecimento de mundo do aluno1.1  Para saber mais a respeito, sugerimos a leitura do capítulo “Competências e habilidades de leitura”, em que Roxa-ne Rojo (2009), às páginas 76, 77 e 78, aborda o estudo referente a capacidades de decodificação e de compreensão/estratégias aplicadas à leitura.HabilidadeInferir informação pressuposta ou subentendida em texto literário, com base em sua compre-ensão global. (H38-GIII)Questão 4A leitura atenta do texto nos permite concluir que a filha do primeiro casamentodo homem é(A) arrogante como sua mãe.(B) bondosa como sua mãe.(C) explorada por suas irmãs.(D) admirada por suas irmãs.
  13. 13. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   13HabilidadeLocalizar itens de informação explícita em um texto, com base em dada proposição afirmativade conhecimento de mundo social. (H8-GI)Leia a Carta de leitor e responda à questão 5.Olá, pessoal da Superinteressante!Não sou muito de ler revistas, mas como tive que fazer um trabalho escolar, com-prei a Superinteressante devido ao seu reconhecimento no cenário nacional.Gostaria de registrar o quanto gostei da matéria “Copa deixa você mais pobre.E mais feliz.”, publicada na edição de junho/2010. É um absurdo realmente quese invistam milhões em obras de estádios, enquanto escolas e hospitais públicosestão caindo aos pedaços. De fato, em Copa do Mundo o povo fica mais feliz,porém, em um mês, a felicidade vai embora e os problemas voltam.Que a revista continue publicando mais matérias interessantes sobre futebol, as-sunto de que mais gosto.Ary Cabral – 13 anosSalvador/BADisponível em: http://otextoemcena.blogspot.com.br/2010/06/cartas-de-leitor.html.Acesso: em 12 de junho de 2012.Questão 5Qual é a opinião do autor da carta em relação à matéria “Copa deixa você maispobre. E mais feliz.”?(A) A  Superinteressante é uma revista que tem reconhecimento no cenárionacional.(B) Apesar de não gostar de ler revistas, teve que fazer um trabalho escolar.(C) Investir milhões em obras de estádios é um absurdo.(D) A revista deve continuar publicando matérias sobre futebol.
  14. 14. 14  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalComentários e Recomendações PedagógicasA habilidade de localizar elemento explícito em um texto solicita do aluno umaleitura atenta para encontrar expressões/frases que possibilitem reconhecer oposicionamento do autor. A alternativa C vai agrupar os alunos que, diante datarefa proposta, nesta questão, foram capazes de perceber na expressão “Éabsurdo...” o início de uma indicação explícita desse posicionamento.Nota-se que o autor vai construindo sua posição em relação ao assunto Copano segundo parágrafo quando alega que gostou da matéria, mas evidencia suaopinião a respeito do Brasil sediar a Copa de 2014.Para desenvolver a habilidade em questão, estratégias variadas de leitura queexplorem textos que tragam fatos e opiniões.Pode-se citar, para outras leituras do professor, os capítulos “Lingua-gem e Argumentação”2e “O ensino da leitura: a relação entre modelo eaprendizagem”3, de Ingedore Villaça Koch e Angela Kleiman, respectivamente.2  KOCH, Ingerdore Villaça. “Linguagem e Argumentação”. In: A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto,2001, p. 29-65.3  KLEIMAN, Angela. “O ensino da leitura: a relação entre modelo e aprendizagem”. In: Oficina de leitura: teoria eprática. Campinas: Pontes, 2007, p. 49-81.
  15. 15. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   15HabilidadeOrganizar os episódios principais de uma narrativa literária em sequência lógica. (H30 – GI)Leia o texto e responda à questão 6.A outra noiteRubem BragaOutro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva,tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e otrouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens feias quecobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, umapaisagem irreal.Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechadopara voltar-se para mim:— O senhor vai me desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, temmesmo luar lá em cima?Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra— pura, perfeita e linda.— Mas, que coisa…Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviadorou pensava em outra coisa.— Ora, sim senhor…E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa-noite e um “muitoobrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu tivesse feito umpresente de rei.BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1960. p. 183-4.
  16. 16. 16  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalQuestão 6Uma sequência de acontecimentos é um conjunto de ações importantes queestruturam uma narrativa. Indique a alternativa em que os fatos do texto obede-cem uma sequência lógica.(A)  a surpresa do chofer, a gratidão do chofer, a conversa com o amigo.(B)  a surpresa do chofer, a conversa com o amigo, a gratidão do chofer.(C)  a conversa com o amigo, a gratidão do chofer, a surpresa do chofer.(D)  a conversa com o amigo, a surpresa do chofer, a gratidão do chofer.Comentários e recomendações pedagógicas.O enunciado da questão remete à retomada do texto em busca de elementosque marquem a temporalidade com a sucessão das ações praticadas pelas per-sonagens: a conversa com o amigo, a surpresa do chofer, a gratidão do chofer,fatos presentes na alternativa D, garantem, portanto, a sequência lógica dosepisódios da narrativa.Para que o aluno adquira essa habilidade, o professor pode selecionar textoscurtos, que priorizem o estudo de ações sequenciadas, o que pode ser feito,primeiramente, através do levantamento de verbos. No caso do texto “Outranoite”, esses verbos podem ser aqui exemplificados em seu uso no pretérito,que marcam a temporalidade das ações realizadas pela personagem, comoem: “fui”, “resolvi”, “encontrei”, “contei”, “confirmei”, “saltei”, “paguei”.
  17. 17. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   17HabilidadeEstabelecer relações de causa /consequência, entre segmentos de um texto, sendo que a causaé relativa a um fato referido pelo texto e a consequência está explícita. (H19-GII).Leia o texto e responda à questão 7.Menino TravessoJá pensou? Desde o nascimento da vovó - ou da bisa - não chovia tanto assim nacidade de São PauloJaneiro de 2010 entra para a história como o mês mais chuvoso em 77 anos,segundo pesquisa da USP (Universidade de São Paulo). Mas agora não é o aque-cimento global que está aprontando mais uma das suas.Entrou em campo um certo… menino travesso. É um fenômeno natural cha-mado El Niño (fala-se “el ninho”, que é como se diz “o menino”, em espanhol)e que pode associar-se a outros fatores. […]El Niño começou a ser sentido por pescadores no oeste da América do Sul […].Eles perceberam a diminuição da pesca quando as temperaturas ficavam maisaltas no mar normalmente no fim do ano. Daí a denominação “o menino” rela-cionada ao Menino Jesus e ao Natal.Essa alteração na distribuição da temperatura na superfície do oceano Pacíficodura entre 12 e 18 meses e ocorre, em média, em períodos de três a sete anos. Naocorrência do El Niño, mudam a força e a direção dos ventos no meio do oceanoPacífico. Menos águas profundas e frias vêm à superfície, onde se acumula águamais quente.El Niño altera o clima do Pacífico Equatorial, produzindo chuvas excepcionais emáreas da América do Sul e secas na Indonésia e na Austrália. Mas seus impactossão globais devido ao deslocamento das massas de ar quentes e úmidas. No Bra-sil, aumentam as temperaturas e as chuvas nas regiões Sul e Sudeste, enquantoo Norte e o Nordeste encaram as secas.Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/dicas/di06021009.htm.Acesso em: 16 de novembro de 2012.
  18. 18. 18  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalQuestão 7O deslocamento das massas de ar quentes e úmidas provoca(A)  secas na América do Sul.(B)  chuvas no Norte e Nordeste brasileiros.(C)  chuvas na Indonésia e Austrália.(D)  chuvas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.Comentário e Recomendações PedagógicasO objetivo desse item é avaliar se os alunos conseguem estabelecer relaçõesde causa/consequência entre segmentos de um texto informativo produzidopara leitores em geral. O título já chama atenção pelo adjetivo travesso, qualifi-cando o substantivo menino, o que, provavelmente, leva o leitor a se interessarpela leitura. Ao ler o texto, percebe-se a apresentação de um fenômeno mete-reológico denominado El niño (“o menino”, em espanhol).As mudanças incomuns, mesmo para esse fenômeno que provocou chuvasmuito além do esperado na cidade de São Paulo, foram associadas à ideia detravessura. No último parágrafo, é explicitada a expansão dessas mudançasatípicas de temperatura, devido ao deslocamento das massas de ar quentese úmidas (fato explícito), que gera as consequências de alteração do clima emdiversos lugares, comprovando, assim, que a alternativa D indica a relação decausa e consequência, enquanto as opções A, B e C estão inadequadas porapontarem inversões do que de realmente ocorreu.Para aquisição dessa habilidade, o professor pode selecionar textos de varia-dos gêneros e estimular, a partir de estratégias de leitura, como as trabalha-das por Isabel Sole4, a percepção de que um fato, na maioria das vezes, geraconsequências.4  SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura. Porto Alegre: Artmed, 1998.
  19. 19. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   19HabilidadeIdentificar o efeito de sentido produzido em um texto literário pelo uso intencional de pontua-ção expressiva (interrogação, exclamação, reticências, aspas etc.) (H27-GI)Leia o texto e responda à questão 8.No mundo da luaMartins AlvarezLá vai a Lua…Lá vai!Boiando…Como um limão que flutua.E eu fico de cá, pensando:Que haverá dentro da lua?Mas a Lua nem escuta…Fura uma nuvem,Se esconde,Surge e se põe a me olhar.Será que de “esconde-esconde”Ela está me convidandoPara brincar?E a LuaContinua…Lá vai andando,Lá vai…Ninguém a está segurando…Por que é que a Lua não cai?REIS, A. A. dos. Histórias para você. Fortaleza: UFC, 2001.Questão 8O ponto de interrogação utilizado pelo poeta no último verso indica(A) uma explicação para si mesmo.(B) uma pergunta para si mesmo.(C) uma pergunta para a Lua.(D) um aviso para a Lua.
  20. 20. 20  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalComentário e Recomendações PedagógicasA questão proposta requer a identificação de efeito de sentido produzido pelouso intencional de pontuação e a do efeito de sentido que esse sinal de pon-tuação tem no texto. A primeira observação que o aluno deverá realizar entreas opções é a de que as alternativas B e C fazem referência à palavra pergunta– uma pista que permite entender o uso do ponto de interrogação. A alter-nativa C não é a correta, pois a constituição da frase indica que a Lua não é ointerlocutor, mas o assunto. As alternativas A e D não apresentam um processointerrogativo, mas explicação e aviso. A alternativa B, portanto, é a que permitea interrogação como processo reflexivo intencional do eu lírico.Selecionar textos que permitam perceber o uso expressivo dos sinais de pon-tuação, não se restringindo somente aos conceitos gramaticais, é uma estraté-gia para trabalhar a habilidade referenciada.
  21. 21. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   21HabilidadeInferir informação pressuposta ou subentendida em um texto com base nos recursos gráfico--visuais presentes. (H12 - GIII)Leia a tirinha abaixo e responda às questões 9 e 10.Disponível em: http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira74.htm. Acesso em: 12 de junho de2012.Questão 9Após a leitura da tirinha, é possível afirmar que(A) Cascão está se divertindo com a brincadeira.(B) Mônica e Cebolinha estão perseguindo o Cascão.(C) Cascão está irritado com a brincadeira.(D) Mônica e Cebolinha irão salvar o Cascão.
  22. 22. 22  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalComentários e Recomendações PedagógicasA questão pretende investigar se o aluno infere informação pressuposta ousubtendida em um texto com base em recursos verbais e não verbais. Para queos alunos assinalem corretamente a alternativa C, é necessário que conheçamas características e comportamento das personagens da Turma da Mônica, emespecial, a do Cascão, menino que tem aversão à água. Se outras alternativasforam assinaladas, é importante que o professor explore os motivos. Para isso,pode formular algumas perguntas, entre outras, que venham a auxiliar a refor-mulação de hipóteses pelos alunos:- A que história em quadrinhos essas personagens pertencem?- Quem é o autor dessas histórias?- Quais as características de seus personagens?- Que tipo de brincadeira está sendo apresentada no quadrinho?- Cebolinha e Mônica estão caracterizados de quê?- E o Cascão?- Qual a razão de Cascão perguntar à Mônica e ao Cebolinha o motivo de elesnão usarem fogo como os índios?Os quadrinhos, por suas características visuais e lúdicas, podem ser bastanteexplorados pela escola. A compreensão desses textos supõe o estabeleci-mento de relações entre texto, imagem e recursos gráficos, de intertextuali-dade e a produção de inferências.
  23. 23. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   23HabilidadeInferir o efeito de humor produzido em um texto pelo uso intencional de palavras, expressõesou imagens ambíguas. (H22 – GIII)Questão 10Podemos dizer que o humor contido na tirinha é provocado porque(A) Cascão gosta de brincar com fogo.(B) Mônica e Cebolinha estão vestidos de índios.(C) Cascão não gosta de brincar de índio.(D) Cascão detesta tomar banho.Comentários e Recomendações PedagógicasA questão solicita que o aluno infira o efeito de humor produzido no quadri-nho pelo uso da linguagem verbal e não verbal. Na tira, o humor se dá pelo fatode que, nas histórias da Turma da Mônica, a personagem Cascão tem pavor àágua e não gosta de tomar banho, por isso, sua reação contrária à atitude deseus amigos que, tendo conhecimento de sua aversão a banho, surpreendemCascão com uma vasilha de água, deixando-o irritado com a brincadeira e semdefesa, por estar imobilizado.A opção pela alternativa D revela que os leitores conseguiram perceber o efeitode humor do quadrinho e construir o sentido da história, por meio da leitura deimagem que conjuga linguagem verbal (texto escrito) e não verbal.Caso os alunos tenham dificuldades em perceber o sentido de humor do qua-drinho e estabelecer relações entre a imagem e o texto escrito, o professorpoderá instigá-los com perguntas do tipo:- Vocês conhecem esses personagens?- Sabem como eles se chamam?- O que sugere o nome Cascão?- Por que acham que o personagem tem esse apelido?- E a Mônica e o Cebolinha? Quais as características que melhor definem essespersonagens?O professor poderá aprofundar a análise da história a partir das seguintesperguntas:
  24. 24. 24  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental- O que estão vendo no quadrinho? Como os personagens estão vestidos?- O que a Mônica e o Cebolinha estão carregando e o que pretendem fazer?- Qual a reação do Cascão diante do que pretendem fazer seus amigos Mônicae Cebolinha?Para auxiliar na escolha de textos que explorem o gênero HQ, o professorpoderá buscar o conteúdo presente em:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=732http://jornalescolar.org.br/ensinar-aprender-com-jornal/sequencias-didaticas/
  25. 25. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   25HabilidadeIdentificar o efeito de sentido produzido, em um texto literário, pela exploração de recursosortográficos ou morfossintáticos. (H26 – GI) – 4ª série/6º anoLeia o poema e responda à questão 11InfânciaA Abgar RenaultCarlos Drummond de AndradeMeu pai montava a cavalo, ia para o campo.Minha mãe ficava sentada cosendo.Meu irmão pequeno dormia.Eu sozinho menino entre as mangueiraslia a história de Robinson CrusoéComprida história que não acaba mais.No meio dia branco de luz uma voz que aprendeua ninar nos longes da senzala — e nunca esqueceuchamava para o café.[…]café gostosocafé bom.Minha mãe ficava sentada cosendoolhando para mim:— Psiu… Não acorde o menino.Para o berço onde pousou um mosquito.E dava um suspiro… que fundo!Lá longe meu pai campeavaNo mato sem fim da fazenda.Eu não sabia que a minha históriaera mais bonita que a de Robinson Crusoé.ANDRADE. Carlos Drummond de. Antologia Poética. São Paulo: Abril Cultural, 1982. p. 56-7.
  26. 26. 26  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalQuestão 11Assinale a alternativa que mostra que os acontecimentos da infância do poetaaconteciam sempre.(A)  “Comprida história que não acaba mais.”(B)  “uma voz que aprendeu / a ninar nos longes da senzala.”(C)  “Para o berço onde pousou um mosquito.”(D)  “Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.”Comentários e Recomendações PedagógicasA habilidade requer a indicação do efeito de sentido produzido em um textoliterário. A partir do verso “Meu pai montava a cavalo, ia para o campo”, per-cebe-se a marcação expressa pelo pretérito imperfeito, numa condição de pas-sagem do tempo, ou seja, a ação se repetia constantemente no passado (mon-tava, ia, dormia etc), como outros expressos no poema, em contraposição aouso de alguns verbos no pretérito perfeito, indicando ações que começaram eacabaram (aprendeu, esqueceu e pousou). O emprego desses verbos pode serobservado a partir das definições dos dois tempos verbais:a) pretérito perfeito simples: indica uma ação que se produziu em certomomento do passado. (CUNHA, 1985, p. 443)b) pretérito imperfeito: designa um fato passado, mas não concluído (imper-feito = não perfeito, inacabado). Encerra, pois, uma ideia de continuidade,de duração do processo verbal mais acentuada do que os outros tempospretéritos, razão por que se presta especialmente para descrições e narra-ções de acontecimentos passados. (CUNHA, 1985, p.439)HabilidadeEstabelecer relações entre segmentos de texto, identificando substituições por formas prono-minais de grupos nominais de referência. (H18 - GII)
  27. 27. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   27Leia o texto e responda à questão 12.O melhor amigo do homemPor Henrique Caldeira CostaA coluna O nome dos bichos faz uma homenagem aos cachorros de estimaçãoO nome dos bichos - 04-05-2012Uma pequena bolinha de pelos, barrigudinha, com um par de olhos grandese expressivos, parecendo sempre pedir alguma coisa. Adorava brincar, seguirnossos passos, ganhar colo e receber carinho. Esse era o Joca, nosso cãozinho.Quemjátevecachorroemcasasabe:elestrazem algo especial para nossas vidas.Essa relação de carinho e amizade entreo  ser humano e  os cachorros é antiga.Há mais de 30 mil anos, na Europa, oshomens e mulheres do passado começa-ram a criar e domesticar lobos-cinzentos,uma espécie típica daquela região.Foram esses lobos que, com o passar dotempo, deram origem aos cachorros.Seu parentesco é tão próximo que, paraos cientistas, eles pertencem a  umamesma espécie, Canis lupus, nome formado por duas palavras em latim que sig-nificam justamente “cão” e “lobo”. Aliás, “cão” e “lobo” são palavras em portu-guês que surgiram a partir das próprias palavras canis e lupus, e, por isso, são tãoparecidas com esses nomes em latim.Porém, mesmo que pertençam à mesmaespécie, conseguimos encontrar algumasdiferenças entre lobos e cachorros. Então,os especialistas utilizam uma terceirapalavra no nome científico desses ani-mais. Assim, os lobos-cinzentos ganha-ram o nome Canis lupus lupus, enquantonossos amigos caninos são chamadosCanis lupus familiaris. Esta terceira pala-vrinha no nome científico identifica umasubespécie. Assim, podemos dizer que oscães são uma subespécie de lobo. Incrí-vel, não?Além de identificar que os cachorros sãouma subespécie, a  palavra familiaris osO nome “cachorro” parece ter origem emcatulus, palavra em latim que era usada parafilhotes de cães e até de outros animais.(Foto: Maria Clara do Nascimento)Os lobos-cinzentos são os ancestrais doscachorros domésticos. Eles foram os primeirosmamíferos a serem domesticados pelos huma-nos, muito antes dos gatos, bovinos, cavalos eporcos, por exemplo.(Foto: Daniel Mott/Wikimedia Commons)
  28. 28. 28  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamentaldefine muito bem, pois, em latim, quer dizer “pertencente à família”. E quem temum cão em casa sabe mesmo que eles acabam se tornando mais que nossosamigos…Disponível em: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/o-melhor-amigo-do-homem/ .Acesso em: 17 de novembro de 2012.Questão 12Na frase, “Os lobos-cinzentos são os ancestrais dos cachorros domésticos. Elesforam os primeiros mamíferos a serem domesticados pelos humanos”, a palavraem negrito refere-se a(A) cachorros domésticos.(B) lobos-cinzentos.(C) humanos.(D) primeiros mamíferos.Comentário e Recomendações PedagógicasO item procura avaliar se o aluno consegue reconhecer os elementos de coesãoutilizados para estabelecer relações entre os segmentos do texto por substitui-ções de palavras ou expressões (pronome pessoal). Para isso, a identificaçãodesses elementos é necessária, facilitando a compreensão do sentido globaldo texto (alternativa B).Além de observar que o pronome concorda em gênero e número com o termoa ser substituído (o que poderia remeter a qualquer uma das alternativas), oaluno deve observar o contexto em que a expressão está inserida, para com-preender a substituição feita.A partir de vários gêneros textuais, o professor poderá chamar a atenção paraesse recurso linguístico que, neste item, além de mostrar o movimento de reto-mada de termos anteriores, pode auxiliar no exercício de evitar a repetição depalavras quando o aluno estiver elaborando textos escritos.
  29. 29. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   29HabilidadeIdentificar os possíveis elementos constitutivos da organização interna dos gêneros não lite-rários: histórias em quadrinhos, regulamentos, receitas, procedimentos, instruções para jogos,cardápios, indicações escritas em embalagens, verbetes de dicionário ou de enciclopédia, tex-tos informativos de interesse escolar, curiosidades (você sabia?), notícias, cartazes informativos,folhetos de informação, cartas pessoais ou bilhetes. (H02 - GI)Leia o texto e responda às questões 13 e 14.QUITUTE DE SÃO JOÃOBeijuIngredientes:•  Polvilho de farinha de mandioca•  Água e salModo de fazer:Umedeça a farinha de mandioca com água, de maneira que ela fique ainda solta.Acrescente um pouco de sal. Peneire a mistura num tabuleiro, dando ao beijuuma forma arredondada. Leve ao forno por pouco tempo. Quando a massa esti-ver unida, enrole-a como um canudo. O beiju é muito bom para acompanharo café.Disponível em: http://avidaeumpresente.blogspot.com.br/2010/01/beiju-ingredientes-polvilho-de-farinha.html. Acesso em 16 de novembro de 2012.Questão 13Podemos afirmar que o texto é uma receita porque apresenta(A) personagens fazendo um beiju.(B) uma ideia de que beiju é bom para festas de São João.(C) um relato de como foi fazer um beiju.(D) apresenta ingredientes e o modo de fazer um beiju.
  30. 30. 30  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalComentários e Recomendações PedagógicasO item objetiva investigar se os alunos reconhecem o texto prescritivo, a partirde seu caráter instrucional. Elementos como título, referências, partes constitu-tivas de uma receita (ingredientes e modo de fazer) e outras marcas presentesno texto podem ser utilizados como indicadores para a estratégia de leitura dogênero referido. A resposta correta, portanto, é a alternativa D.Para que o aluno se aproprie da organização interna dos gêneros não literá-rios, o professor pode trabalhar com outros textos que apresentem elementosestruturais semelhantes, como: regulamentos, instruções para jogos, manuais,bulas de remédio e indicações escritas em embalagens.Embora não esteja presente na habilidade proposta, o professor pode explorar,nesse gênero textual, os elementos gramaticais como, por exemplo, os verbosno imperativo, cuja intencionalidade é determinar o que deve ser feito.
  31. 31. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   31HabilidadeIdentificar o sentido denotado de vocábulo ou expressão utilizados em segmento de umtexto, selecionando aquele que pode substituí-lo por sinonímia no contexto em que se insere.(H04 - GI).Questão 14No título da receita, a palavra “Quitute” quer dizer(A) guloseima.(B) tabuleiro.(C) canudo.(D) polvilho.Comentários e Recomendações PedagógicasA questão avalia a capacidade do aluno em compreender o significado daspalavras que compõem o texto, seu sentido e, para isso, solicita a ele que subs-titua o vocábulo “quitute” pelo sinônimo “guloseima”, termo presente na alter-nativa A.Para trabalhar a multiplicidade de sentidos de uma palavra e/ou expressão(polissemia), o aluno precisa compreender que uma mesma palavra pode terdiferentes sentidos, dependendo do contexto em que ela está empregada.Para isso, uma prática comum, mas não menos importante, é a de solicitar aosalunos a identificação, em textos, de palavras desconhecidas; a pesquisa, emdicionários, do significado delas e a escolha, dentre as definições dicionariza-das, qual a que melhor mantém o sentido das palavras em estudo.
  32. 32. 32  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalHabilidadeLocalizar item de informação explícita, com base na compreensão global de um texto. (H06-GI)Leia o texto e responda à questão 15.Disponível em :http://saresp.fde.sp.gov.br/2013/e_f/3a/index.htm. Acesso em: 12 de junho de 2012.Questão 15Pelo gráfico, podemos concluir que a  quantidade de sorvete consumida noBrasil é(A) maior que a da Nova Zelândia.(B) a mesma quantidade que a da Dinamarca.(C) maior que a da Itália.(D) menor que a da Alemanha.
  33. 33. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   33Comentários e Recomendações PedagógicasO item avalia a habilidade do aluno em localizar informações explícitas referen-tes à quantidade de sorvete consumida em alguns países. Para tanto, ele teráde compreender a organização das informações em um gráfico que relaciona,em ordem decrescente, o consumo anual de bolas de sorvete por pessoa. Aresposta correta está na alternativa D.Para desenvolver as capacidades leitoras, o trabalho que envolve texto podeiniciar com a ativação de conhecimentos prévios dos alunos não só em relaçãoao tema que será abordado, mas também em relação ao gênero do texto.Sugere-se, portanto, que o professor apresente diversos gráficos diferentes emestrutura, conteúdo e meios de circulação. Como há grande ocorrência dessegênero textual em diversas áreas do conhecimento, sugere-se o trabalho inter-disciplinar que explore a leitura e/ou produção de gráficos.Em http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/introducao-ao-estudo-graficos-556512.shtml,podemosencontrarumexemplodeplanode aula referente à introdução ao estudo de gráficos e, para exercitar a interpre-tação de textos por meio de recursos gráficos, sugerimos o link http://rouber-valbarboza.wordpress.com/2010/10/25/sequencia-didatica-para-prova-brasil/.
  34. 34. 34  Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino FundamentalReferências BibliográficasANDRADE. Carlos Drummond de. Antologia Poética. São Paulo: Abril Cultural, 1982. p. 56-7.BEZERRA, M. A. Por que cartas de leitor em sala de aula? In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. Gêneros tex-tuais e ensino. 2 ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1960. p. 183-4.COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas: símbolos – mitos – arquétipos. São Paulo: Paulinas, 2008.KLEIMAN, Angela. “O ensino da leitura: a relação entre modelo e aprendizagem”. In: Oficina de leitura: teoria e prática.Campinas: Pontes, 2007, p. 49-81.KOCH, Ingerdore Villaça. “Linguagem e Argumentação”. In: A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2001, p.29-65.REIS, A. A. dos. Histórias para você. Fortaleza: UFC, 2001.ROJO, Roxane. Letramentos Múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.SÃO PAULO (Estado), Secretaria da Educação; Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas; professor – 3ªsérie. Secretaria da Educação. Fundação para o Desenvolvimento da Educação. FDE, São Paulo, 2010.SOLE, Isabel. Estratégias de leitura. Trad. Claudia Schilling. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.Sites pesquisadoshttp://educacao.uol.com.br/portugues/fabula-animais-dao-licao-de-moral.jhtm. Acesso em 12 de junho de 2012.http://sorevista.blogspot.com.br/search/label/2007. Acesso em: 16 de novembro de 2012.http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=21199http://otextoemcena.blogspot.com.br/2010/06/cartas-de-leitor.html. Acesso em 12 de junho de 2012.http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/dicas/di06021009.htm. Acesso em: 16 de novembro de 2012.http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira74.htm. Acesso em: 12 de junho de 2012.http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=732http://jornalescolar.org.br/ensinar-aprender-com-jornal/sequencias-didaticas/http://chc.cienciahoje.uol.com.br/o-melhor-amigo-do-homem/. Acesso em 12 de junho de 2012.http://avidaeumpresente.blogspot.com.br/2010/01/beiju-ingredientes-polvilho-de-farinha.html.Acesso em 16 de novembro de 2012.http://saresp.fde.sp.gov.br/2013/e_f/3a/index.htm. Acesso em: 12 de junho de 2012.http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/introducao-ao-estudo-graficos-556512.shtmlhttp://roubervalbarboza.wordpress.com/2010/10/25/sequencia-didatica-para-prova-brasil/.
  35. 35. Comentários e Recomendações Pedagógicas / Avaliação de Língua Portuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental   35Avaliação da Aprendizagem em ProcessoComentários e Recomendações Pedagógicas – Língua PortuguesaCoordenadoria de Gestão da Educação BásicaCoordenadora: Maria Elizabete da CostaCoordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação EducacionalCoordenadora: Maria Lucia Barros de Azambuja GuardiaCIMADepartamento de Avaliação EducacionalDiana Yatiyo MizoguchiMaria Julia Figueira FerreiraWilliam MasseiCGEBLíngua PortuguesaClarícia Akemi EgutiIdê Moraes dos SantosJoão Mário SantanaKátia Regina PessoaMara Lúcia DavidRoseli Cordeiro CardosoRozeli Frasca Bueno AlvesElaboraçãoProfessores Coordenadores dos Núcleos Pedagógicos das Diretorias de EnsinoGracianaB.InácioCunha,EdileneBachegaR.Viveiros,LetíciaM.deBarrosL.Viviani,MaisaKame-gawa Borazio, Sônia Maria Rodrigues, Márcia Regina Xavier Gardenal, Andrea Righeto, ElianeCristina Gonçalves Ramos, Angela Maria Baltieri Souza, Elizabete Cristina de Brito, Patrícia Fer-nanda Morande Roveri, Virgínia Nunes de Oliveira Mendes, Maria Márcia Zamprônio Pedroso,Maria José de Miranda Nascimento, Luciana de Paula Diniz, Moacir Martins Gonçalez, Luiz Edu-ardo Divino, Maria Cristina Cunha R. Costa, Magda Regina Pereira Bizio, Ademilde Ferreira deSouza, Ronaldo Cesar Alexandre Formici.Elaboração, Revisão e Leitura CríticaClarícia Akemi Eguti, Idê Moraes dos Santos, Katia Regina Pessoa, João Mário Santana, MaraLúcia David, Roseli Cordeiro Cardoso, Rozeli Frasca Bueno Alves, Andrea Righeto, Jane RúbiaAdami, Marcos Rodrigues Ferreira.

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