2ª dinastia trabalho marco2012

2.234 visualizações

Publicada em

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.234
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
341
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
26
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2ª dinastia trabalho marco2012

  1. 1. 2ª Dinastia
  2. 2. Após a morte de D. Fernando, surgiu o problema de sucessão ao trono. A maioria da nobreza e do cleroestava do lado de D. Beatriz, casada com o rei de Castela, o povo e alguns nobres e burguesia desejava D.João Mestre de Avis que fazia parte do Clero (igreja). Deu-se inicio á crise de 1383-1385, Guerra da Independência entre Portugal e Castela. Assim, D . João foi aclamado rei de Portugal nas cortes de Coimbra, com nome de D. João I. D. João I nomeou D. Nuno Álvares Pereira para chefe do exército português para se defender das tropascastelhanas. Apesar das tropas castelhanas serem mais numerosas com tática do quadrado nós, portugueses,ganhamos a Batalha de Aljubarrota. Para recompensar esta vitória, D. João I mandou construir o Mosteiro da Batalha. D. João I (1385-1433) “O de Boa Memória”
  3. 3. Depois da Batalha de Aljubarrota, Portugal ficou com dificuldades económicas, sem cereais, ouro eprata. Essas riquezas encontravam-se nos mercados de África e na Ásia. Por causa disso deu-se início à expansão marítima portuguesa. O grande impulsionador deste empreendimento foi o Infante D. Henrique, filho de D. João I. Para preparar estas viagens o Infante mandou vir do estrangeiro cartógrafos, geógrafos e marinheirospara ensinar a arte de navegar. Com a madeira dos pinheiros do pinhal de Leiria foram construídas caravelas, barcas e naus; utilizandobússolas, quadrantes, astrolábios e mapas e cartas de marear. Depois de morrer o D. João I sucedeu o D. Duarte. O reinado de D. Duarte foi muito curto. Durou apenas 5 anos e alguns dias. No entanto, a figura destesoberano, bom, bravo, sábio e infeliz, encheu a vida de Portugal. Este rei faleceu em Tomar (1438), vítima de uma peste terrível que atingiu o país. D. Duarte (1433-1438) “O Eloquente”
  4. 4. Após a sua morte sucedeu-lhe o seu filho, D. Afonso V, ainda criança. A sua grande vocação era a luta contraos infiéis e por isso foi persegui-los em Marrocos. Ali, foi implantando a bandeira de Portugal nas fortalezasinimigas, conquistadas as praças de: Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger, … O rei passa a intitular-se “rei de Portugal edos Algarves de aquém e além mar em África”. Foi no reinado de D. Afonso V, que seu tio, o Infante D. Henrique morreu. No entanto os “Descobrimentos” continuaram… D. Afonso V (1438-1481) “O Africano”
  5. 5. D. João II, filho de D. Afonso V, foi uma das figuras que maior influência tiveram na História da Humanidade.Ele, pelo impulso decisivo que deu aos Descobrimentos, foi quem abriu à Europa os caminhos do Mundo.Diogo Cão atinge, em 1482, o rio Zaire ou Congo implantado ali o primeiro padrão português em terras tãodistantes, a atestar a soberania do rei de Portugal. Em 1488, Bartolomeu Dias dobra finalmente o Cabo da Boa Esperança, ao voltar do oceano Índico aoAtlântico. D. João II (1481-1495) “O Príncipe Perfeito”
  6. 6. É no reinado de D. Manuel I que Vasco da Gama atinge a Índia (1498), Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil(1500) e que D. Francisco de Almeida e Afonso de Albuquerque conquistam, para a Coroa de Portugal, as terrasdo Oriente, desde o mar Vermelho até Malaca, … O rei para recordar e comemorar a descoberta do caminho marítimo para a Índia, mandou construir oMosteiro dos Jerónimos, em Belém. A nossa bandeira passa a dominar no Índico abatendo o poder dos Turcos, inimigos da nossa Fé e da nossaLei, flutua na costa de África, de norte a sul, nas ilhas do Atlântico e no Brasil. D. Manuel I (1495-1521) “O Venturoso”
  7. 7. A parte importante da história de D. João III é a história da Índia. Subindo ao trono, governava aquelesestados D. Duarte de Meneses, que desonrava o nome português com as suas piratarias, e D. João III mandou-osubstituir por D. Vasco da Gama, conde da Vidigueira, que pouco tempo governou, mas conseguiu restabelecera moralidade com a sua austera energia. O nosso domínio chegou à China e ao Japão; os nossos missionários penetraram nos mais recônditos paísesdo Oriente, as nossas fortalezas ergueram-se nos extremos limites dos mares das Índias. O que mais preocupava o espírito de D. João III era o seu fanatismo religioso, que o levou à ferocidade, e tãofunesto foi para Portugal. O monarca havia transferido em Abril de 1537 para Coimbra a Universidade, que até então estava em Lisboa. D. João III (1521-1557) “O Piedoso”
  8. 8. D. Sebastião, neto de D. João III, nasceu em Lisboa, em 20 de Janeiro de 1554. Quando D. João III morreu, o único herdeiro português era seu neto D. Sebastião, mas só tinha 3 anos.Assim a regência do reino foi assegurada pela sua avó Catarina, e mais tarde pelo seu tio-avô cardeal D.Henrique. Foi rei de Portugal a partir de 1568, ano em que atingiu a maioridade legal, com apenas 14 anos,manifestando grande fervor religioso e militar. D. Sebastião deu prioridade às conquistas africanas. Aliás, tal facto acabará por lhe ser fatal para a suaprópria vida, visto que foi em África, na praça de Alcácer Quibir, que morreu. D. Sebastião (1557-1578) “O Desejado”
  9. 9. Como regente para Sebastião, seu sobrinho de segundo grau e depois de receber a confirmação da morte do rei,no Mosteiro de Alcobaça, acabou por suceder ao sobrinho-neto. Henrique renunciou então ao seu posto clerical eprocurou imediatamente uma noiva por forma a poder dar continuidade à Dinastia de Avis, mas o Papa GregórioXIII, que era um familiar dos Habsburgos, não o libertou dos seus votos. Foi aclamado rei na igreja do Hospital de Todos-os-Santos, no Rossio, sem grandes festejos. Caberia-lhe resolver oresgate dos muitos cativos em Marrocos. O reino, então jubilante pela juventude com que D. Sebastião liderava,perdia o ânimo com a notícia e exigia vingança ao rei que, entretanto, adoecia. Mesmo com o sério problema da sucessão em mãos, D. Henrique nunca aceitou a hipótese de nomear o Prior deCrato, outro seu sobrinho, herdeiro no trono, pois não reconhecia a legitimidade de D. António. Por consequência,após a sua morte, de fato D. António subiu ao trono mas não conseguiu mantê-lo, perdendo-o para seu primo FilipeII de Espanha, na batalha com o duque de Alba. Cardeal D. Henrique (1578-1580) “O Casto”
  10. 10. FIM Trabalho realizado por : •Francisco Águas •Marco Almeida 4º C - Março de 2012

×