2ª Dinastia
Após a morte de D. Fernando, surgiu o problema de sucessão ao trono. A maioria da nobreza e do cleroestava do lado de D. B...
Depois da Batalha de Aljubarrota, Portugal ficou com dificuldades económicas, sem cereais, ouro eprata.   Essas riquezas e...
Após a sua morte sucedeu-lhe o seu filho, D. Afonso V, ainda criança. A sua grande vocação era a luta contraos infiéis e p...
D. João II, filho de D. Afonso V, foi uma das figuras que maior influência tiveram na História da Humanidade.Ele, pelo imp...
É no reinado de D. Manuel I que Vasco da Gama atinge a Índia (1498), Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil(1500) e que D....
A parte importante da história de D. João III é a história da Índia. Subindo ao trono, governava aquelesestados D. Duarte ...
D. Sebastião, neto de D. João III, nasceu em Lisboa, em 20 de Janeiro de 1554.  Quando D. João III morreu, o único herdeir...
Como regente para Sebastião, seu sobrinho de segundo grau e depois de receber a confirmação da morte do rei,no Mosteiro de...
FIM      Trabalho realizado por :           •Francisco Águas           •Marco Almeida      4º C - Março de 2012
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2ª dinastia trabalho marco2012

  1. 1. 2ª Dinastia
  2. 2. Após a morte de D. Fernando, surgiu o problema de sucessão ao trono. A maioria da nobreza e do cleroestava do lado de D. Beatriz, casada com o rei de Castela, o povo e alguns nobres e burguesia desejava D.João Mestre de Avis que fazia parte do Clero (igreja). Deu-se inicio á crise de 1383-1385, Guerra da Independência entre Portugal e Castela. Assim, D . João foi aclamado rei de Portugal nas cortes de Coimbra, com nome de D. João I. D. João I nomeou D. Nuno Álvares Pereira para chefe do exército português para se defender das tropascastelhanas. Apesar das tropas castelhanas serem mais numerosas com tática do quadrado nós, portugueses,ganhamos a Batalha de Aljubarrota. Para recompensar esta vitória, D. João I mandou construir o Mosteiro da Batalha. D. João I (1385-1433) “O de Boa Memória”
  3. 3. Depois da Batalha de Aljubarrota, Portugal ficou com dificuldades económicas, sem cereais, ouro eprata. Essas riquezas encontravam-se nos mercados de África e na Ásia. Por causa disso deu-se início à expansão marítima portuguesa. O grande impulsionador deste empreendimento foi o Infante D. Henrique, filho de D. João I. Para preparar estas viagens o Infante mandou vir do estrangeiro cartógrafos, geógrafos e marinheirospara ensinar a arte de navegar. Com a madeira dos pinheiros do pinhal de Leiria foram construídas caravelas, barcas e naus; utilizandobússolas, quadrantes, astrolábios e mapas e cartas de marear. Depois de morrer o D. João I sucedeu o D. Duarte. O reinado de D. Duarte foi muito curto. Durou apenas 5 anos e alguns dias. No entanto, a figura destesoberano, bom, bravo, sábio e infeliz, encheu a vida de Portugal. Este rei faleceu em Tomar (1438), vítima de uma peste terrível que atingiu o país. D. Duarte (1433-1438) “O Eloquente”
  4. 4. Após a sua morte sucedeu-lhe o seu filho, D. Afonso V, ainda criança. A sua grande vocação era a luta contraos infiéis e por isso foi persegui-los em Marrocos. Ali, foi implantando a bandeira de Portugal nas fortalezasinimigas, conquistadas as praças de: Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger, … O rei passa a intitular-se “rei de Portugal edos Algarves de aquém e além mar em África”. Foi no reinado de D. Afonso V, que seu tio, o Infante D. Henrique morreu. No entanto os “Descobrimentos” continuaram… D. Afonso V (1438-1481) “O Africano”
  5. 5. D. João II, filho de D. Afonso V, foi uma das figuras que maior influência tiveram na História da Humanidade.Ele, pelo impulso decisivo que deu aos Descobrimentos, foi quem abriu à Europa os caminhos do Mundo.Diogo Cão atinge, em 1482, o rio Zaire ou Congo implantado ali o primeiro padrão português em terras tãodistantes, a atestar a soberania do rei de Portugal. Em 1488, Bartolomeu Dias dobra finalmente o Cabo da Boa Esperança, ao voltar do oceano Índico aoAtlântico. D. João II (1481-1495) “O Príncipe Perfeito”
  6. 6. É no reinado de D. Manuel I que Vasco da Gama atinge a Índia (1498), Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil(1500) e que D. Francisco de Almeida e Afonso de Albuquerque conquistam, para a Coroa de Portugal, as terrasdo Oriente, desde o mar Vermelho até Malaca, … O rei para recordar e comemorar a descoberta do caminho marítimo para a Índia, mandou construir oMosteiro dos Jerónimos, em Belém. A nossa bandeira passa a dominar no Índico abatendo o poder dos Turcos, inimigos da nossa Fé e da nossaLei, flutua na costa de África, de norte a sul, nas ilhas do Atlântico e no Brasil. D. Manuel I (1495-1521) “O Venturoso”
  7. 7. A parte importante da história de D. João III é a história da Índia. Subindo ao trono, governava aquelesestados D. Duarte de Meneses, que desonrava o nome português com as suas piratarias, e D. João III mandou-osubstituir por D. Vasco da Gama, conde da Vidigueira, que pouco tempo governou, mas conseguiu restabelecera moralidade com a sua austera energia. O nosso domínio chegou à China e ao Japão; os nossos missionários penetraram nos mais recônditos paísesdo Oriente, as nossas fortalezas ergueram-se nos extremos limites dos mares das Índias. O que mais preocupava o espírito de D. João III era o seu fanatismo religioso, que o levou à ferocidade, e tãofunesto foi para Portugal. O monarca havia transferido em Abril de 1537 para Coimbra a Universidade, que até então estava em Lisboa. D. João III (1521-1557) “O Piedoso”
  8. 8. D. Sebastião, neto de D. João III, nasceu em Lisboa, em 20 de Janeiro de 1554. Quando D. João III morreu, o único herdeiro português era seu neto D. Sebastião, mas só tinha 3 anos.Assim a regência do reino foi assegurada pela sua avó Catarina, e mais tarde pelo seu tio-avô cardeal D.Henrique. Foi rei de Portugal a partir de 1568, ano em que atingiu a maioridade legal, com apenas 14 anos,manifestando grande fervor religioso e militar. D. Sebastião deu prioridade às conquistas africanas. Aliás, tal facto acabará por lhe ser fatal para a suaprópria vida, visto que foi em África, na praça de Alcácer Quibir, que morreu. D. Sebastião (1557-1578) “O Desejado”
  9. 9. Como regente para Sebastião, seu sobrinho de segundo grau e depois de receber a confirmação da morte do rei,no Mosteiro de Alcobaça, acabou por suceder ao sobrinho-neto. Henrique renunciou então ao seu posto clerical eprocurou imediatamente uma noiva por forma a poder dar continuidade à Dinastia de Avis, mas o Papa GregórioXIII, que era um familiar dos Habsburgos, não o libertou dos seus votos. Foi aclamado rei na igreja do Hospital de Todos-os-Santos, no Rossio, sem grandes festejos. Caberia-lhe resolver oresgate dos muitos cativos em Marrocos. O reino, então jubilante pela juventude com que D. Sebastião liderava,perdia o ânimo com a notícia e exigia vingança ao rei que, entretanto, adoecia. Mesmo com o sério problema da sucessão em mãos, D. Henrique nunca aceitou a hipótese de nomear o Prior deCrato, outro seu sobrinho, herdeiro no trono, pois não reconhecia a legitimidade de D. António. Por consequência,após a sua morte, de fato D. António subiu ao trono mas não conseguiu mantê-lo, perdendo-o para seu primo FilipeII de Espanha, na batalha com o duque de Alba. Cardeal D. Henrique (1578-1580) “O Casto”
  10. 10. FIM Trabalho realizado por : •Francisco Águas •Marco Almeida 4º C - Março de 2012

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