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Harmonização, informações e curiosidades sobre a comida japonesa.

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  1. 1. Outubro , 2013N 3B 'SAJ' 'Jan _t_ ; no . : : nunuuu: s 1"” . a ; link- : m: ' ' mta: :mu: Na( 2 É' | _. 15H' t* : ~ L". - . v- " _QFÍ MVHA_ , A ; K x 'n' - 1.x . x , ' 'x ' Nox I . . N-M_ . 's ' _ n' »E 3 ~ ', i» v x- _ 'o 5 5. o ' L 5p _ 31:4 : :IÊJQR I: fa' n: 4. ^ Cacau PTOÍáSÍO nem só de comédia vive a eterna Zezé de “íâvenida Brasil"
  2. 2. Tradição | Sushi l 4 r ' r ' v, _ u , 7 . lb, ' ›_~4_. lfjl_ __ ' a i , l i W r r ~ w 4 N) by_ 7 ¡ ri . ' 4 i N j , l _ x “a l i5_ ñ i ! É 'v. . 61k , 'JI ~ v' ta] _ÍR r_ R _ _ É_ Y v# 'l 24 t( 'il IÍ l 'i a Í¡ z- . *â . h Pá: ;Éh
  3. 3. /' Bras abrwia a maior izolónia iappnesa iara do . Japão. São _j mais de mlliãia de jappnia ses espallwados pelo ¡Liais e São Paulo e a cidade que mais ciuncenlra essa populacao. com cerca : le um millrãci de nrqrantes orientais, Cpm Tanta gente trazendo a cultura de seu pais. a culinarsa foi um dos asiaectc: Que teve a maior inñuéiwcia e caiu no rios to d: : brasileiro. De accirclci com a chef responsave' e proprielaria do Restaurante Azuk Sabores dia Japão, Marilia (Zulp. :: i5 ijriricipais temperos da culinaria ¡apo- nesa são os vinaçires e saques, “o _Cie-m é muito usado na iorma das se mentes torradas e moidas e tambem como ij-eci. Tem ainda ii shoyu. ivasabi ra rientiibre", enumera Marilia. Ela conta CUB esses temperos são util - : adeus tania nos pratos quentes como nos irios. "O óieci de Çierçielim compõe alçiuns manos e o gengibre e Litilizaclci para dar sabor. Os wianaçires, saques e : i shoyu também são incluidos no prepar dispensável HD i3repara dos peixes i: 'Ie molhos. Já o wasabi” e in crus. comp susrsrs e sashinvis". exe plica a chel. Alem dps temperos. atiiims inçireclieii- tes são nclspensaveis na : oz-nha ia- DCIPBSÕ. A massa da tipo lamen. para P O arroz é cozido em panela especial e reservado. para esfriar bem. Só depois ele é temperado com vinagre japonês, saquê e açúcar Marilia Culpi, chef W” wÉmsmáz-r.
  4. 4. D Trad iÇÍ 0 fazer pratos como o _vak/ ssoba. e um deles, O arroz também não pode faltar. Chamado de qohan, o arroz Japonês faz par- te do preparo dos sushis e serve como acompanhamento de pratos quentes. iareparaclos com trutos do mar ou carnes e acompanhados de alguns legumes especifrcos como o pepino iaponês, a beriniela japonesa (nirá) e brocolis (cara). O arroz merece atenção especial. "Primeiramente ele e' co~ zido em panela especial e reservado. para esfriar bem. Só depois ele é temperado com vinagre japonês, saque e açú- car". detalha Marilia. Tradição e cuidados Assim como a cultura japonesa, a culinária engloba algu› mas tradições milenares que são mantidas até hoje. Uma delas e o fato de sushis e sashimrs serem preparados e›<~ clusivamente por homens. "A tradição diz que as mãos das mulheres são mais quentes do que as dos homens e que por tanto os sushrs não ficariam na temperatura adequada", ex- plica Marilia. Por isso, as cozinhas dos restaurantes japoner ses são comandadas por homens. Alui imas receitas ¡aponesas ltgraiii eidaptaitlais ao paladar brasõeirai. ciii é ri caiso do bLISiII Ce banainai corn caneia DIA O arroz é cozido em panela especial e reservado. para esfriar bem. Só depois ele é temperado com vinagre japonês, saquê e açúcar Mari/ ia Culpi, chef No preparo dos SUSÍWS. os profissionais devem ter o cuidado de fazer os bolinhos de arroz no tamanho ideal para que eles não precisem ser cortados OLl para ciue não Fiquem muito grandes quando colocados na boca. “O tamanho ideal e cerv ca de dois centímetros", esclarece a chef. Algumas 'tradições estão presentes nas refeições dos imi- grantes. mas não se popularizaram entre os brasileiros. Marilia conta que a principal delas é a frase "IIaCIalklH1aSLl". que seria o nosso “bom apetite". "Alem disso, os iaporieses
  5. 5. é' Ó . AIINOMOTO 4 í não uu 13m tank-t» shoyu guarita Mós. Apevas uma , omcela- da" rente. A chef exp! ca que eles CDSÍLIITTEHW Ie ar os pratos até z. Os phãugh e as CUIWDLJCES também 'érn m* LIS/ W dife- Ei. â1v"«CL'vrTÍI'áI'Iw7 de m9. (me. vanntrs ate' Wratr Doces c bebidas No Jaoàc» as ¡Dessoas não têm D Cosíuwe (ie Deoer sucos : JLI refrue«'antes durante a refençãzg. “Quawug- gebezn, é chá quente", corvema Maríl a. Enrre as : aim-das alcócjli- cas. w- : saqué é o um": s r ~' ' e pode ser Sera» do (mew te» u Çzelacio. 'O saquê ; pelado E s Para fha uzar. a: : sru: )r'ew7esas w pórncas são : Jahr suaves : :cm ¡vcmcú açúcar. "A5 de que 9h95 mas nostam são as #91- c¡ ferenre Dara a massa ; mv Thais Vaurof : as de arroz e *renjã um ternperv: : rarhcmwal caunwnvaçãí¡ t1ras~| a4ra , 7 › ¡Aunomnm A , uMÁ/ ,ÉQAÀÍÂL . aalvch - . !LNB FREPRRADU ABAM UlSALGRE-XO
  6. 6. 'Mâigrenkytàtazeto : um 'ara : zum q. 1313111121:"ímüiiaint a . vugmí ü; .var âuáfózaiqiziífãirái¡"iéuúo , , ~ : :um wnuíiiqk@zriannik É ' . x A; / ' ~ gumim vom *minuta* uagLügiítÍKt aqui: : l : ao 'mmiraii ? (1a . nu : :vu . .zu 'uucuuhlñkwirüullílñilâükjp , _ 'A ip. : ; i . a . ¡Iffâafgiílilçânárklekggnr 73. Ly» ; -:, r -, nlqgñhnutggnãfgalgp, gnqiíi '* x “n um? l «agugggagguqqgyagggg-«uiggaaggmugggz
  7. 7. , PHEC da tmn: : ng¡ va menta Miva/ msm; no Japão. :: m sa- Cuê no Bras e nn v r» : e do Inurclo. essa Iwbnda 'vwrlexmar' tern «: c›nqn51ar1<' "ida vez 'na s; o 'UelTãKÍIÍr bras vu m. O cúnstuwcj cresce Bum an ano". Garante a sacpê- sanvne ierYag- WIN YÉWBSHIVU &HYDEIIXEKHDFÉI UE. 'MEF : a Jun Dani». ' 3 d ouravna saite' sw n 52a lzehxçia axo' '› «ca ÚLI bebida team maus de V# ria teor alczaóíaco. uvas nn: Bras l e no ! esta do : nunchg é CDHHECF [ln] CQWTIÍJ o temwertactr, de arroz. Para Dedur Un saqué n: uapên , w »ar N nan-Shu", añrma a sonínnel ev'. Anesar" »de ! Tãü se Sauer' exatamen- te : ande a : :Jelíxcia sum u, no Jaaãn) ou na CÍWHG. GS Dr IWBÍHJS docunentrgs "O saajué ara Cons deram a ! germe cias EIDEIFBCEYH Pa' cieuses. e reza uma EITÍÍE. que só no» cha . ser : tnrwclnzidcw nor vnwner' ÉS ; Jens por serem , mmaa Elas nvastuua- 'vam : :w arroz cuz do 'wwrncg e cuwiann nc» tacho_ Era un pr«: dL. t-_ puro do pra» cesso (Je termeníaçàwiv da Sal va, N; Icrnr; xÍV' TERÃO! ? ESSE LÚFOCBSÍÉIJ UE: f, 'CI' dução nwduu nmi. . _ O anna: é Iavacic- E ccmci: : a vamo¡ DEDO 5 e 'fer- 'nePta-'iíc- Ccm água. ›3~«erl»: › e : rn fun- §| IJ GSÇIECIÕ CME' . FÕHSTÍIYHYG L" GWMCÍU (In arm: em q» @se e a rj: case, em áícnml. Dem s de iernveiwíacía, a! ' Lnñzada e c: @cada da é Nha-ria. pa DEVE¡ C CEIPSÕV' EHÍGS dE SEI' EHÇXEJTE' fada". expl caYawniv. b Consumo de saquê no Brasil cresce 30% ao ano Yasmin Yonashiro, saquê sommelier facebook _dfleuschmannbrasal
  8. 8. Bebidas | Sacrue Degustação O teor alcoólico padrão da bebida é de 14% a 16%. mas o sa- quê pode chegar a 20%. Possui oito categorias e o que as di- ferencia é o polimento do arroz. "Quanto mais polido (sem quebrar o grão). mais premium é a bebida. Além de utilizar mais matéria-prima, utilizam-se leveduras e procedimentos diferentes na produção. o que resulta em maior complexida- de. O local do engarrafamento do saquê é o que determina se ele é nacional ou importado". diz Yasmin. Por ser uma bebida versátil, o saquê pode ser consumido quente. trio ou em temperatura ambiente. A degustação pode ser feita em taças. Aliás. esta "é a forma como se per- cebe melhor o aroma. o sabor e a cor. Assim. o saquê é ana lisado deforma plena". ou em copos específicos, como o Chaka, "copo mais utilizado no Japão para se tomar saquê". añ rma Yasmin. Mznlu n . iii-ria r 48IDIA Harmonização Apesar de ser comumente harmonizado com pratos orien› tais. a sommelier garante que a bebida também combina com comidas ocidentais. "Nos bares tradicionais do Japão. chamados de lzakaya, o saquê pode ser acompanhado por comidas fritas e gordurosas. Por isso, ao traduzir o consu- mo para o Brasil. podemos harmoniza-lo perfeitamente com pastéis em bares onde se bebe saquerinha". Em relação à combinação com frutas. as possibilidades são diversas. havendo restrição apenas ao limão. "Ele não pode ser macerado como nas caipirinhas de vodka ou cachaça, divido ao óleo amargo que a casca do limão solta e que não harmoniza com o saquê. Você deve misturar o suco de li- mão. para assim obter um resultado mais saboroso. Como é uma bebida leve. a maior parte da combinação com frutas dispensa até o uso do açúcar", garante_ porMaviane Maio o u É' õ o, 53 Ê
  9. 9. i ' i * i i l à i ii 'i i _ a : ea: s. .- Fresh Ingredientes: v i ii5i'i. ii~ e i°'i: t«iv v i F ii~' t* i': '~""i-«-i: i : e 'tWiVÍl' , M_ iii i NW . z ' i i Cmt . ri Modo de preparo: iii iiiiui_ i *i Jiivr' -: '|~, i*i~. ', Hdii w ›r*ii! ;1~'~ e um Jiii i iiigi, 1-; ,IEi -3'n: _i3 LQJJCI, VÍluig* Lxliivg i i2 L , ic i ~a. ii Ti [INT "ii Nie-ii . ~ii' i~ iiiiii1'i'ii>“"-^ 'riwewi -i: ii : :ir pri ii ; _. i'

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