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  1. 1. PROJETO: CARNAVALINTRODUÇÃOQuando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de umpovo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popularque ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto históricoe sociocultural de cada lugar.Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores,a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.JUSTIFICATIVAO Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao quevivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagensque ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem oconhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suasinfluências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.OBJETIVOS GERAIS Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira. Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social. Conhecer as marchinhas carnavalescas. Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música,blocos, fantasias e histórias. Estabelecer relação entre passado e moderno.Procedimentos Metodológicos Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essamanifestação popular. Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos. Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco. Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para quepossam usar como fantasias.ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas. Trabalhar músicas carnavalescas Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata. Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval. Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.CULMINÂNCIA Desfile de fantasias. Exposição de painéis. Baile carnavalesco.ANEXOS-músicasMAMÃE EU QUERO
  2. 2. (Jararaca-Vicente Paiva - 1937)MAMÃE EU QUERO, MAMÃE EU QUEROMAMÃE EU QUERO MAMARDÁ A CHUPETA, DÁ A CHUPETADÁ A CHUPETA PRO BEBE NÃO CHORARDORME FILHINHO DO MEU CORAÇÃOPEGA A MAMADEIRAE VEM ENTRAR PRO MEU CORDÃOEU TENHO UMA IRMÃ QUE SE CHAMA ANADE PISCAR O OLHO JÁ FICOU SEM A PESTANAOLHO AS PEQUENAS MAS DAQUELE JEITOTENHO MUITA PENA NÃO SER CRIANÇA DE PEITOEU TENHO UMA IRMÃ QUE É FENOMENALELA É DA BOSSA E O MARIDO É UM BOÇALABRE ALAS(Chiquinha Gonzaga, 1899)Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSARÓ ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAREU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAREU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGARÓ ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSARÓ ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSARROSA DE OURO É QUE VAI GANHARROSA DE OURO É QUE VAI GANHARAALLAH-LÁ-Ô(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ôMAS QUE CALOR, Ô Ô Ô Ô Ô ÔATRAVESSAMOS O DESERTO DO SAARAO SOL ESTAVA QUENTEQUEIMOU A NOSSA CARAVIEMOS DO EGITOE MUITAS VEZESNÓS TIVEMOS QUE REZARALLAH! ALLAH! ALLAH, MEU BOM ALLAH!MANDE ÁGUA PRA IOIÔMANDE ÁGUA PRA IAIÁALLAH! MEU BOM ALLAHME DÁ UM DINHEIRO AÍ(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)EI, VOCÊ AÍ!ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!NÃO VAI DAR?NÃO VAI DAR NÃO?VOCÊ VAI VER A GRANDE CONFUSÃOQUE EU VOU FAZER BEBENDO ATÉ CAIRME DÁ ME DÁ ME DÁ, Ô!ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!CACHAÇAMirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953
  3. 3. VOCÊ PENSA QUE CACHAÇA É ÁGUACACHAÇA NÃO É ÁGUA NÃOCACHAÇA VEM DO ALAMBIQUEÁGUA VEM DO RIBEIRÃOPODE ME FALTAR TUDO NA VIDAARROZ FEIJÃO E PÃOPODE ME FALTAR MANTEIGATUDO MAIS NÃO FAZ FALTA NÃOPODE ME FALTAR O AMORHÁ, HÁ, HÁ, HÁ!ISTO ATÉ ACHO GRAÇASÓ NÃO QUERO QUE ME FALTEA DANADA DA CACHAÇACABELEIRA DO ZEZÉJoão Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963OLHA A CABELEIRA DO ZEZÉSERÁ QUE ELE ÉSERÁ QUE ELE ÉSERÁ QUE ELE É BOSSA NOVASERÁ QUE ELE É MAOMÉPARECE QUE É TRANSVIADOMAS ISSO EU NÃO SEI SE ELE ÉCORTA O CABELO DELE!CORTA O CABELO DELE!AURORAMário Lago-Roberto Roberti, 1940SE VOCÊ FOSSE SINCERAÔ Ô Ô Ô AURORAVEJA SÓ QUE BOM QUE ERAÔ Ô Ô Ô AURORAUM LINDO APARTAMENTOCOM PORTEIRO E ELEVADORE AR REFRIGERADOPARA OS DIAS DE CALORMADAME ANTES DO NOMEVOCÊ TERIA AGORAÔ Ô Ô Ô AURORACABELEIRA DO ZEZÉJoão Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963OLHA A CABELEIRA DO ZEZÉSERÁ QUE ELE ÉSERÁ QUE ELE ÉSERÁ QUE ELE É BOSSA NOVA
  4. 4. SERÁ QUE ELE É MAOMÉPARECE QUE É TRANSVIADOMAS ISSO EU NÃO SEI SE ELE ÉCORTA O CABELO DELE!CORTA O CABELO DELEA JARDINEIRABenedito Lacerda-Humberto Porto, 1938Ó JARDINEIRA PORQUE ESTÁS TÃO TRISTEMAS O QUE FOI QUE TE ACONTECEUFOI A CAMÉLIA QUE CAIU DO GALHODEU DOIS SUSPIROS E DEPOIS MORREUVEM JARDINEIRA VEM MEU AMORNÃO FIQUES TRISTE QUE ESTE MUNDO É TODO SEUTU ÉS MUITO MAIS BONITAQUE A CAMÉLIA QUE MORREUO TEU CABELO NÃO NEGALamartine Babo-Irmãos Valença, 1931O TEU CABELO NÃO NEGA MULATAPORQUE ÉS MULATA NA CORMAS COMO A COR NÃO PEGA MULATAMULATA EU QUERO O TEU AMORTENS UM SABOR BEM DO BRASILTENS A ALMA COR DE ANILMULATA MULATINHA MEU AMORFUI NOMEADO TEU TENENTE INTERVENTORQUEM TE INVENTOU MEU PANCADÃOTEVE UMA CONSAGRAÇÃOA LUA TE INVEJANDO FAZ CARETAPORQUE MULATA TU NÃO ÉS DESTE PLANETAQUANDO MEU BEM VIESTE À TERRAPORTUGAL DECLAROU GUERRAA CONCORRÊNCIA ENTÃO FOI COLOSSALVASCO DA GAMA CONTRA O BATALHÃO NAVALSACA-ROLHAZé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)AS ÁGUAS VÃO ROLARGARRAFA CHEIA EU NÃO QUERO VER SOBRAREU PASSO MÃO NA SACA, SACA, SACA ROLHAE BEBO ATÉ ME AFOGARDEIXA AS ÁGUAS ROLARSE A POLÍCIA POR ISSO ME PRENDERMAS NA ÚLTIMA HORA ME SOLTAR
  5. 5. EU PEGO O SACA, SACA, SACA ROLHANINGUÉM ME AGARRA NINGUÉM ME AGARRA

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