Sistemática dos seres vivos

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Biologia Geologia 11º Ano
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Sistemática dos seres vivos

  1. 1. 4 S 'em C! ) ¡ áiica dos seres vivos 1. Sistemas de classificação Os mecanismos evolutivos actuando desde o aparecimento dos primeiros seres vivos ate ao presente originaram a diversidade actual de formas vivas. A biodiversidade actual correspon- derá apenas a uma ínf ima fracção de todas as especies que povoziram o planeta desde a sua ori- gem. Estimativas recentes apontam para que as fomias actuais correspondam a 1% do total de especies que existiram. Para alem da questão da origem de tão grande diversidade, o ser humano sempre a tentou ordenar recorrendo à sua classificação. Classificar e agrupar em categorias colecções de objectos diferentes, de acordo com determinados criterios. Nesta perspectiva, a classifícziçào biológica consiste na organiza- ção dos seres vivos em grupos de acordo com critérios baseados nas suas características. A sistemática e a area do conhecimento biológico que se ocupa do estudo das relações evo- lutivas dos diferentes grupos de seres vivos ao longo do tempo hein como do seu agrupamento c classificação. A sistemática tem como objectivo a criação dc sistemas de classificação que não se liinitem a agrupar os seres vivos actuais, mas qtte rcflictam a evolução sofrida por esses gru- pos ao longo do tempo. A taxonomia. que frequentemente se confunde com a sistemática, e o ramo da Biologia que classifica os seres vivos. Podemos considerar, nesta perspectiva. que a sis- temática engloba a taxonomia, indo para além dela, ao estudar a evolução e a história dos dife- rentes grupos de seres vivos. 1.1. Diversidade de critérios As primeiras classificações feitas pelo Homem tinham um caracter prático, ajustando-se às necessidades específicas de quem as utilizava. Por exemplo, as plantas são ainda classificadas em comestíveis ou não comestíveis e os animais em domésticos ou selvagens. Estes sistemas de classificação práticos, usados em vários domínios, carecem, muitas vezes, de base cientifica (classificações empíricas), sendo meros instrumentos de sistematização utilitário. Os sistemas de classificação racionais são mais objectivos, uma vcz que utilizam caracterís- ticas morfológicas ou fisiológicas intrínsecas aos seres vivos. Representando uma outra forma de organizar o mundo vivo. foram propostos pela primeira vez por Aristóteles, na Grécia Antiga. Durante utn período que se estende desde a Grecia Antiga ate ao século XVIII, e no qual se inclui o trabalho de Lineu, as classificações racionais baseavam-se num reduzido número de caracteristicas, sendo, por isso. designadas por sistemas de classificação artificiais «frita t». Com o avanço do conhecimento cientifico e de novos métodos e instrumentos de observa- ção, o conhecimento sobre os seres vivos aumentou exponencialmente. o que conduziu à utili- zação de um número crescente de caracteristicas no processo de classificação. Este aumento teve reflexos na classificação, que passou a integrar um grande numero de dados e a exprimir uma maior afinidade entre os seres - sistemas de classificação naturais. Estas classificações não consideram a evolução dos organismos nem o factor tempo que lhes está associado. sendo, por isso, designadas por classificações horizontais, devido ao seu czirzicter estático. A expressão mais recente das classificações de natureza horizontal são as classificações feneti- cas, baseatlas num grande número de semelhanças ou diferenças entre os organismos. Apesar desta escola de classificação recorrer. actualmente, a meios informáticos capazes de processarem ! WI-Qua rxlalíldã LlDF-«Ed
  2. 2. PLWJGH U 90m: L-: nzro em simultâneo uma enorme quantidade de dados - taxonomia numérica -, os seus críticos argu- mentam qtte a semelhança morfológica nào pode ser tomada como indicador dc proximidade filogcnética ou de afinidade evolutiva. De facto, as chaves dicotómicas resultantes deste tipo dc análise não exprimem qualquer relação evolutiva entre os grupos considemtlcis, mas antes um determinado grau de afinidade relativamente a um conjunto de caracteres considerados. Reflcctindo uma outra forma de encarar a classificação dos seres vivos, surgiram no periodo pós-tlarxxrinieino as classificações filogcnéticas. Nessa perspectiva, apoiada. sobretudo, em (lados paleontologitros c de comparação anato- mica, os seres VÍVOS passaram a ser classificados nào apenas dc acordo com a sua afinidade estrutural c morfológica, mas também de acordo com a sua historia evolutiva. O desenvolvi- mento da Citologia. da Bioquímica e da Genética, nomeadamente atraves da comparação dc proteinas e sequências de DNA, tem contribuído fortemente para a identificação de ancestrais comuns, ajudando a definir sequências que esclarecem o percurso evolutivo dos grupos de seres vivos e as suas relaçoes de parentesco. As arvores filogcncticas. tipicas da taxonomia evolutiva classica_ traduzem, assim, afinidades evolutix-'as entre grupos relativamente aos quais se considera a existência dc antepassados comuns. As classificaccies filogcnéticas podem ser consideradas clas- sificações verticais. uma vez que reflectem o caracter dinâmico da tmnsfomtacão dos organismos ao longo do tempo. Classificação dos animais, segundo Aristóteles Cor do sangue Fome de reprodução Grupo Vermelho Vwâparos ou cwriparos vertebrados Díüirentc do vermelha Vwáparos, geração espontânea ou gemufaçáo lnverielirados Classificação doe animais, segundo Lineu Estrutura do coração e aspecto do sangue Fonna de reprodução Grupo Coração com 2 ventrículos e 2 eurico-las_ v”'"pi"°s Mammms possuindo sangue quente e vermelho mípam Aves Coração com 1 ventrículo c 1 ou 2 auriculas, Respmçãf” p” pummes “eme” 'mssuindo Salma m0 e Vermelha Respiração por brãnquias Peixes Coração com i ventrículo e sem aurícula, cm" amenas “na” [JOSSUIHÚD sangue fran e incolor com tcmácum vemes 1.2 Taxonomia e nomenclatura Apesar de mais cvoluídos e diversificados, os sistemas dc classificação actuais mantêm ainda alguns aspectos da estrutura proposta por Lineu no seu sistema de classificação. Nesse sistema, o primeiro com elevado grau de rigor e consistência cientifica, as categorias ou niveis taxonomicos ou taxa (plural dc trvcon) encontram-se dispostos de forma hierárquica, o que toma evidente o grau de relaçao entre eles. A categoria básica deste sistema. entendida como a unidade de classificação biológica, e' a espe- cie. Constitui a categoria taxonómica com menor capacidade dc inclusão, mas mais uniforme, uma vez que integra organismos com maior número de características comuns De acordo com o
  3. 3. cama-ano biológico du capúclc. os twrgpnismcvs que integram esta categoria! t-. nonuttnc-. t dcvcm : cr cnpazus dc. ¡mtcncutlnu: ntc, originar cnmt si tl-rsccntlênria fértil, o que confere A cslc (mam o estatuto dc grupo mtural. O rt-. ino e . t categoría mais atbrangcnte ou com nmiur tunpliludc, _sendo_ pur taxa_ mais hrtcnrgénm ltntm cstcs dois cxtremm considcratlt-sc u género. a [auxilia, a ordem. a classe c o Elo (divisão nas plantas). cm que um genero . agrupa C-spÉCÍCS semelhantes. uma lamtlia 7 ll' '- engloba gbnmws semelhantes. eu' l . Àssun, _x '-_ › -" an longo desta hiurtttqum (da ; spc-dc [um u _ 77 1 rcinot' van atunctttattdo o numcm du otganxstntxs , . 3 ' «x q? in-çlutdos cm ctdtt tnvcl. mas dmtlttuutdu o gnu _ 1.* de parentesco cntrc clcs. . h N, A . A ncctssiclttdc du tomar mais ngnmsa a clas- ›Llic. zçàt› dcntm dc dt-. trnninatlos ntvcis justifr cuu ; t CUBÇÉL) dc cats-gurias tntcmwdias submmi- É das . t0 pnnclplt) hitzmnntíct) ja' fPlCTldD ERSM A' q_ _v cllcgcvnas tt-. sultam (1.1 ¡ttncnn dos twrclims _sub c ' f u »supor : '15 categoría j. : existentes. CUIE-DJIIIL' mtu _ _~Í'- "Í *i1* t§1?f3;jã_. ,__4 , _,x_, ,m_, t._, _.m_ ; _ _~. ?tu FNMLM ram»- . ; . than : Ma (.21. v . sun ›«.4 : luar-mu " - ¡onocu cawvon .42. › lu» mu. t--. -¡; ¡.eLjr: _-_Ixtt"t' 'whmyzultrinu CLASSE Mnmm¡ . u 'v' ! I ma: rxxuac mtu: rpm¡ : um lll'l'll 'FLC Círrtaln Il n_ (s. -mn Luma. t. . . vltrl Ita-tu rrl : ru unmo Mlmsn rcspnndatn_ TCSPCCIJVJIHCIHL'. .a (alegorias ¡mc- diatamcntc inÍcñorL-s ou supcnurcs . l CLlICgUILLI considcratl-a. Uma supcrclaam_ po¡ cxuttaplo, corresponde a uma (Jltgürhl llncdlalamtfnlt'. superior a Clãlssc, püssulrldu. portanto, uma *Í nmiot' cnpactdudc dc tncIusÇtt-v quc .1 classe. Da ntcsttm lAUHIlRL U . sulrlilo IÇUITLSPODÓF L! um JI n ; não IÇFFRVLKD. 'mw', LITIVVI'. JLI' , uz . uuí mljllúà- ; lbnttysgcltlc que O llll) i' lnlClÍOl' à¡ ClC. f; .w, lEUlHÍl ! ' co: .tw-g 51:: '- C533' 'uçagcc meu, Regras do nomenclatura DJ”§C u nnmv dc nomenclatura . '10 COHÍLUIKO dc rugras uttlizttdtw nn dcsigmçao dos taxa. .Ugutnas das rcgms de nomcnclatttra ; tctualtncntc utllzudas lnmm iníctnltnctmte pruptmxs por Lim-u Llmr. das nrais importalntex .1 nomenclatura btnominal_ acabou por substituir compltca- das. dcszgnacñcs polinomtnats na dcsmaçãc» d. : cspédc. (Inda cspccic pasaou . t >Ct dtslgnnda por dms lCTlhOS, por cxunplo. Panthcru lw Llcãnl. assumindo cada um dclcs um . stgmltcadtu definido O primcilo tndtca n numc do grncrn 3 que : t cspcuc ptrlcncc. dcvrndn . sc-r iniciado por RIJÍLÂSClIlAL Em tlomc pcsdt: scr utilizado isoladavncntc. para dttslglmf n gcncm. O segundo v rsstrítixvtw ou cpuutu aspcctl'utt› - complementar-a acnlprc n prltnctru, para tdt-nttficnr dctemn nada cspccie dcntm dcssc góncm. devendo SFT imcgrnltncntu cscrttu cm mtntiscttlas. U nanmc da lÍápCWÇlk', lltlblluLllmCnlt' imprcssn tm itálico, dcvcra scr sublinhado quando tnanuscritu O tmmc do atuar c d dam da t'la5silic; tc;1c› petit-nto : :star LXSHUCÍJLlUEs ao nome da¡ especie. da¡ rcsulutndu uma classthcnçào mais contpletn . - dcsignaçãt» do gcncm c da. Esp-Edu, bem como dc outras carcgtwn-. as t-. twttóttticzts, c_ pur mn- Wnçqn_ cxprcsst¡ em latim. O latim, .sendo uma ltngua morta. nao sujeita il alllcmgtfws du signiñtntlo. _tjtílílnltf . v cstnhílidadc e . t untvctsztlidadc desta nHlnUTlFlJlllfd, uma w: que . sulntltul os nnmcs mlgarrs usztím cut dlfctuntc. ltngugm t' lTgH-CÍM __ at_ , ›"- Os ttm¡ hicrdrqulcxmcnlt* supcriortw ¡10 , »-. _.j_. .›__, ,,¡, .., _ WLL gcncrú 5.1:) dcstgtmdos por um ~zn 1101110: quc pudcn¡ su L'›c1'tlt› cm latim ou na Imgua do 1753 Eí-: :Hslltl v lldlllltltlllll Ilt' ' WI Lv' l m: : Í*'u§í<: -n'd1H-àl1t~. _ M: r' 1 inwjgu: rm Ç! ;t o, _ . ..a tlzzu t ã-'tmlrt vr-: p nã¡ u: : rw LlllllZJllUI'. m. " HJ": tfltrllultltll <›-. l¡¡lw-. ›I~ . ¡VN! . "|'-1'; I|" 'nx
  4. 4. :cy-u vv¡ -wm-u-y 2. Sistema de classificação de Whittaker modificado 0 pruccnst) dc cl. !»1Í| L.1ç¡L pkcwupcm: J (lc-íinuan previa dc' rmúrlnk quu u mnuan¡ pusghgl_ Ísãí": rrilórins_ . Lxmcudus . x cx-uluçaxv das ucnciJs hiologiçth' Cm anna» tim dnwran» «uniu ; n Cmhrinlawgm. .a palcw›nlnl<›gnu. J luxulugn. : ou .1 bioqunniuã. rcHcvIrm "CCÚSKIIÍIJIUCIHC. .n usina (Im seus ; numa-a e da cUmunIdJLlc cncnuhu. : un md-_m qto: : acerca d». ciivcrsxcLulL- hmln›_. j_1c; n. Para ; Han do 4a¡ (. =.r;1n('r nrtewnariamrnln' tmnszluruv. cm vnuulc da vcs mn u: da . Illrrxçñn dos ¡mr- nus, m. sun-nus dc L'l;1>~ií¡; :.'~ç; '1n .1prvsrI1l.1ln-sr_ pur vuzcs. cmolx ! dus un Jlgulna cnnlrxwx-. -r<i. ›., ¡caulhuuc d: : dnfcrc-mc JÍDÍÍLUEÇíMW dm irim (nu-nus prnpvsln». I'm cz-Llr- 11.1005. . |. Lvrganizncgín dos : Chita nuns um gmmlrs unrgnrins dv clzi-naiiitr. n_'íu. uu runm», fo¡ wfnmio mítct'ru, nrs . m “mai” 'JW ¡CIHPH qua' u' Lnwnírzllh parc-inlvzvsnu' ¡nxslilituuias nn wqucxna da Íigum 3, 'o m' la 'n I 'o p' u -ÍI 'KIM H1 N 1m 1' wIvIÍLmn'›'1.'-¡n m m_ : Im ; o a H› 7¡ . To, 1 < 4 t Y-“Í * xl* p 4! «I "X1 HI' 7', '_.1| ¡gr m w¡ w 'Í M 4!? ~ 1 x u : :u u n m z. v, [m7 Hi1» : '. ¡ ; um 'm rg y <uu'~1:1 77:, i1¡ ', ¡.7›: I', ¡ ã'. z 1,15. 1['| Í'IlÍji,7x'HHAIxÍhJ h! ÍYCÍuIÍL. M4117: vlw¡ w" , HI v' Inn “.71 : M: I, _1F . ~-'«_: r1¡'3wz«1 5?'. v n p 4 x1 ", ' PLÀNÍAS b PLANTAS PLANTAS Pnonsm vnonsm f Pwms ' vnonsm 4-» mncos 7 ›. ruucos PLANTAS PHOÍIÊÍA - MONERA í» MONFRÂ -> ›- MUNEHA ÀNIMAIS ANIMMS íáb ANIMAIS ab ANIMMS a4- ÃNIMÀIS . . &Reíuos S Roinos 7 “m” 3“°'"°” ° “m” Whittakcrltsõ-B) Whiuaker um¡ (u 1m( < M1 mu: : 42.1. ', Ju. " UMIC] mí *fm I~ Dc culrc us mio: - *Íí-lflllns' . Irumlmrntc pmpustus, .xquclc qua' tem encontrado nLHUI' recep- mndadu u u dc Yhinnkcr Dc-arnvnlvzdn cm 1000. fui ¡woqeriarrmcntc nmdíhcJLlO. _xcltdu Mira” «ea-mudo cum as I'L'5])L'L'lÍ'; I$ ahernçócs cm 19.79, A grande dxlcrcnçn vnm- uma duas vcrsvcs refere-se : à [kêslçñál LLLs ÁlgJS. Inigizxlnxcntc xhsmhundaa cnlrc 0:. Rcinns Prolisxa v Plunut, cun- soamtc fna-zcm. re-spcctxxunltctlla', unewlulnrcs n11 plunculuhzcs. falam winx . ndnq no Rum) PIU~ lista, atendendo . a su; annpliculndt' (Mnulltd, .IPÇNAIÍ d. : pÍuIIL'clLlldIÍdJdE (lr muims duLta. O hcl. ) dç o Remo Prnllnlu pmau . n Incluir soros nmlllxrcluLlrcs dc ! mix-v grau dv nlxicrun1u¡. tufnç› uchllfar leva . alguns c-. umn-. s ; a ›u. -_: _c¡ncn1 u naum de Prulurl1xl.1 par. : um ninu O >i>lcma d( LI. x›~i| 'ic. ¡L'-. 'n~ dc “humkcr divide m &rrvs uvas. cm uncü ruína». lendo. min uxldux us scgtxinles crilrrins para a su. : dcÍllliÇÍILM - mw] dc urp, .¡n1:. ¡çan rclnhr c rslrulunll ~ dblihgllindnü pmclnünlcã dc cucunnnles c dvmrn dnm LLIUJHOIHÇB. disnnguincln unantlulurcs. CUEUHÍÀÍS. nuxlncclularus um) Latim grau di: ¡Hr- rrncmcúnl c : club nluhiccltninrcw o mmln (lc nutnççuo r LÍlsiitígklÍltütñ scrra . uumruíncm, surra lmtcrnxrr-íictws pur lngpsllw c seus hxflrmlrçilicx» pur . nbwl un'.
  5. 5. v llllcrklcujtâcs nos ccmsistvmas - distinguinaío 0.x wie. produtores dos serra conmnxidmcs c. dunlru dcslcs, disnnguindo os' uma: lvconuunidorc» (hclcrtwlróhccws por ingcsuo) c os mxcrucunsunnulores (hctcrutroficcãs por . tbsurçàufl. O quadro scguinlc rclcrc ¡lh prínclpnbz características dos CHICO rclllih do . sum-Ina dc "hillakcl' modificado (1970). Pmlisla ou - Reinns Monet» _ Fung¡ Plantae Animalia Protocusla - Prn: .ar«nr.1r-, : - EJ«ÇZ›_IIII_VIYL'Éí - &Lcartmiezs 0 Hrr uílínm: 0 [L-: xv : uma 0 lmicekníaw _ I um» xl. '~, .~_-. ' F11 ui( 11:19.'. ' Hu' : JJLLJMWt: Nivel de ' ' ' ' omnnkação iÍ*1'l:1f11r. ~ngduugl cg| u|gçj h mu¡ w. , 0 Í' . m:: :|u| arr. : cm¡ estrutural « . Lui-nu r. v1 da ¡çáú LÍIEOZÍtvITIEÇÊJ - ›L¡'t'r: '¡1:: *. ° Am 'u : ' 'nuÇ- 0 Heñlorrjb 9h10: U funnwrd víúa i"c'ruz. anrutet~'nf. :fu ': ; '¡: ._«: un›j~v _g5 p: : auuuãu» fauna: : 'Maringa : :nur 195m1'. 'ujr _i | _' ¡q! Nutrição I F›3t›3rnIr-f1f¡5v o tam¡ "I fm' . g: : ; W-; ctçàoj (tr 'um m: [um 701:'. "|91| m , atruv-ç. " 1 o “rnzannref- 0 huruluraq lulgsíl 0 P. " *rn-m . a «m- 0 RLIJKFUL: 0 ruianrncnrawrr lntrrnGÇõo-s ° ñvlicnccnr . ur v1r 0 Ânílll um 'num 'jm 1 ÚUÍ* ! nos - V: : m». mu, :: v;nan›; -:. J "3“3V""P35¡¡í”9"-Í W130”, -”'“j3fFí' °c°3$¡5t°m“5 ' r'ÂÍFZIu'! C7'I'¡__HI ; IL rf): Irñfljíl Pqmuriunncntc- a Whilmkcr surgiram¡ uulrus : nau-nuns dc classifiutçaxw qua', bxbcndos nnulms Cfilcrms_ prnpusvravn nnvus reinos_ Em 1988. Lynn hlargulis propos. um sialcma dc L'l: Iss'iÍÍCa(;10 quc. no rswncial. mamuu os' ruínas cnadns pur N'hiu.1kcr, augçnndo ; n crmçin do: dxjis grupos laxuntvmiifívâ hicrarquicarncnar supcrwrcx ; m reino, quc dcsiÀgnLvu por . supcr-rcinaw ou Lionnniu. Par: : além disso_ propos a dnmsãu do Rcinn luncra em dois sub-ruim» - u (ias Arqucobaclúrius c o das líubaclérias. E318 du 1x10 luscnu-ac em estudos bi0qullllltth . mtcrinrx-s ac-cmu da cunsu- Iuiçún d: : nmn| ›r¡u¡. n ccluLlr r da nnlurczn da pan-dc lucia-rima. quo sugcrenl uma d¡vcr_güncia cvnlu| i. .1 dos Organltsmns pmczrionles. O rcarr-. vlnjo dos rcinns proposto esta cqucmnuzndc) nn qll. '.Ll| '<, ~›cgllil1lu: Sistema de classificação de Margulis Domínios ou Super-tamos Ruínas Sub-reinos üu_: "«c~_. J lAvqLeubanerzsir-. Ç P27¡ ? FV-í IPM] . JHUIhJÍ-Í NHrPñã ÍBàIÍÍI' ' ¡n! Lutuüe' a ÍEIIÍÚEÍVHIFH. : 5rutnrrrlztia ! PW 4.a¡ ; mz "Fur rm E¡ -. .:1r~, ^.. ,Eu : Ilttnlutl g Plarluve ¡Plsvwíatl #Jandaia ! .^.1zm. u~: › 'l 'll . I IP/ íwid

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