O Livro da Consciência<br />A construção do cérebro consciente<br />António Damásio<br />
Índice<br />Introdução<br />António Damásio<br />O Livro da Consciência<br />Parte I<br />Parte II<br />Parte III<br />Par...
Introdução<br />Ao longo deste trabalho iremos proceder a uma análise da obra “O Livro da Consciência”, de António Damásio...
António Damásio<br />
O Livro da Consciência<br />A Construção do Cérebro Consciente<br />
Parte I – Começar de Novo<br />
Capítulo 1<br />Despertar<br />
DespertarCapítulo 1<br />Parte do contrário de consciente;<br />Dá uma definição de consciência;<br />“Sem consciência a h...
De que é feita a consciência?<br />Mas de que será feita a mente? Virá do ar, ou do corpo?<br />Como é que o cérebro faz m...
Duas questões fundamentais:<br /> - Como é que se constrói uma mente?<br />    - Como é que o cérebro torna a mente consci...
A consciência tem um papel notável na evolução biológica;<br />A sua constituição biológica levanta graves problemas a que...
As mentes  criam-se a partir da actividade de células especiais, conhecidas como neurónios:<br />   - São células sensívei...
Abordar o problemaCapítulo 1<br />Principal objectivo da consciência: <br />   - gerir e proteger a vida humana<br />
Capítulo 2<br />Da regulação da vida ao valor biológico<br />
Quando a realidade mais parece ficçãoCapítulo 2<br />Os organismos multicelulares são compostos por múltiplos organismos u...
Os neurónios não se dividem.<br />Quais as principais consequências se isso acontecesse?<br />Vontade naturalCapítulo 2<br />
A ânsia irresistível de sobreviver.  <br />Continuar vivoCapítulo 2<br />
Parte II – O que há no cérebro capaz de criar a mente<br />
Capítulo 3<br />Fazer mapas e fazer imagens<br />
Fazer mapas e fazer imagensCapítulo 3<br />Mapeamento e gestão da vida<br /><ul><li>Função do cérebro</li></ul>por<br />Cr...
Modo de construção dos mapasCapítulo 3<br />“O cérebro é um cartógrafo nato”<br />Interacção do meio<br />Por influência<b...
Formação de mapas visuais e auditivosCapítulo 3<br />Mapas visuais<br />Mapas auditivos<br />Padrões sensoriais (sonoros, ...
Formação de mapas visuais e auditivosCapítulo 3<br />Consequência do mapeamento no cérebro<br />Mente<br />Processo da men...
   As imagens mentais tendem a apresentar uma inter-relação lógica;
  As imagens mentais podem actuar em paralelo, como também em sobreposição;
 “As imagens representam propriedades físicas de entidades e as suas relações espaciais e temporais, bem como as suas acçõ...
 “Algumas das imagens são abstractas, o que provavelmente advém do facto de o cérebro criar mapas de si próprio a fazer ma...
Importância dos mapasCapítulo 3<br />“ Quando a nossa mente se serve de uma multiplicidade de mapas, de todas as variedade...
Neurologia da menteCapítulo 3<br />Pergunta Fundamental<br />Quais são as partes do cérebro que são aptas para a construçã...
Caso Clínico<br />O paciente que perca totalmente a espinal medula tem como resultado graves defeitos motores, perdas prof...
Construção da menteCapítulo 3<br />Cerebelo<br />Não está vocacionado para a criação da mente (coordenação motora e aprend...
Conhecimentos préviosCapítulo 3<br />Córtex cerebral – “oceano” – está inequivocamente envolvido na criação da mente<br />...
Pacientes com lesões nos colículos superiores <br />Características: <br /><ul><li> Problemas de consciência (não reconhec...
Apresenta alguma desorientação;
 Tem conhecimentos esquemáticos do mundo</li></ul>Conclusão: O córtex cerebral assume grande importância na formação da me...
Caso Clínico – Córtex cerebral (Conclusões)<br />Quando um doente , que pede certas regiões do cérebro, mas que continua c...
Emoções e SentimentosCapítulo 3<br />Foram estudados 2 casos clínicos <br />
1ºCaso Clínico<br />Pacientes com lesões nos córtices insulares <br />Pensava-se, erradamente, que a base de todo os senti...
2ºCaso Clínico<br />Características:<br /><ul><li>Têm actividade mental, ainda que pouco desenvolvida ( não são crianças “...
  Têm movimentos muito limitados devido à falta de tonicidade da coluna e à espasticidade dos membros;
  Movem livremente a cabeça e os olhos, têm expressões no rosto;
 Reagem com sorrisos a estímulos que provocam riso;
 Sentem desconforto, têm gostos musicais.</li></ul>Crianças que nascem sem córtex cerebral<br />Estas capacidades, ainda q...
Capítulo 4<br />O corpo em mente<br />
O corpo em menteCapítulo 4<br />Tomamos consciência do “eu”<br />A representação do mundo exterior ao corpo apenas pode pe...
 Músculos
 Olhos
 Pavilhão auricular</li></ul>O corpo e o ambiente circundante interagem entre si e as alterações provocadas no corpo por e...
Capítulo 5<br />Emoções e Sentimentos<br />
Situar emoção e sentimentoCapítulo 5<br /><ul><li> Emoções: “ Reacções automáticas e inconscientes, transformando-se em se...
Sentimentos de emoçãoCapítulo 5<br />Recursos cognitivos e evocação de certas ideias<br />Estado corporal específico<br />...
Como sentimos uma emoção?Capítulo 5<br />Há um “disparo” de sinais para se descreverem um estado emocional<br />Córtex ins...
Variedade das emoçõesCapítulo 5<br />Emoções Universais<br />Emoções Fundo<br />Emoções sociais<br />(Alegria, tristeza, s...
Um aparte sobre a admiração e a compaixão<br />Capítulo 5<br />Realizou uma experiência em conjunto com Hanna Damásio e Ma...
Capítulo 6<br />Uma arquitectura para a memória<br />
Algures, de certo modoCapítulo 6<br /><ul><li> Imagens perceptuais;
 Dispor de um modo de armazenar;
Manter um caminho, para recuperar os padrões para que assim a reprodução funcione; </li></ul>RECORDAR<br />Um “eu” psicoló...
A memória em funcionamentoCapítulo 6<br /><ul><li>Memória</li></ul>Composição das actividades sensoriais e motoras relacio...
Um breve aparte sobre os tipos de memóriaCapítulo 6<br />Memória factual<br />Memória de procedimento<br />Reconstrução de...
O como e onde da percepção e do recordarCapítulo 6<br />O espaço disposicional<br />O espaço imagético<br /><ul><li>As dis...
 conteúdo implícito;
Inconsciente;
Mapas dão origem às imagens;
 conteúdo explícito;
Consciente;</li></ul>Memória<br />
Parte III – Estar consciente<br />
Capítulo 7<br />A consciência observada<br />
Decompor a consciência<br />Capítulo 7<br />Acompanha os sonhos<br />Consciência<br />Estar  acordado<br />Ter uma mente o...
O estado de vigília e a consciência não são o mesmo, o que se comprova através dos doentes em estado de coma.<br />Decompo...
Remover o eu e manter a mente<br />Capítulo 7<br />O paciente retoma o comportamento<br />Podem mover-se mas as acções não...
Tipos de consciência<br />Capítulo 7<br />Em função da intensidade e do âmbito<br />Âmbito mínimo<br />Âmbito vasto<br />C...
Considera-se que uma espécie é consciente quando:<br />Tem comportamentos que são melhor explicados por um cérebro com pro...
Aquilo que a consciência não é <br />Capítulo 7<br />Inconsciente<br />Ingrediente Activo<br />Ingrediente Latente<br />Re...
Aquilo que a consciência não é <br />Capítulo 7<br />Conhecimento da existência do organismo e esforços para sobreviver<br...
Aquilo que a consciência não é <br />Capítulo 7<br />A diferença entre a regulação vital antes da consciência e depois da ...
O inconsciente freudiano<br />Capítulo 7<br />MENTE<br />Resultado natural da evolução<br />Não consciente<br />Interna<br...
O inconsciente freudiano<br />Capítulo 7<br />A imaginação ganha asas, ocupando o lugar da realidade.<br />Sonhos<br />Fun...
Capítulo 8<br />Construir uma mente consciente<br />
Uma hipótese de trabalho Capítulo 8<br />Explicação global da consciência<br />O cérebro constrói a consciência através da...
Antevendo a mente conscienteCapítulo 8<br />Mente consciente<br />Aglomerado de imagens diferentes<br />Descreve os object...
 o sentimento de posse da mente;
 o sentimento de capacidade de agir, comandado pela mente;
 sentimentos primordiais, que dão significado à existência do corpo vivo.</li></li></ul><li>Os componentes de uma mente co...
Mapas gerais de interocepção<br />Mapas gerais do organismo<br />Mapas gerais de interocepção / Mapas gerais do organismoC...
Construir o eu nuclear Capítulo 8<br />Sempre que o organismo encontra um objecto, o proto-eu é alterado<br />Dá-se início...
Uma viagem pelo cérebro durante a construção da consciência Capítulo 8<br />Observação de algo que nos desperta interesse ...
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Psicologia B - 12ºA
Colégio Nª Srª da Boavista - Vila Real
2010/2011
Profº Sérgio Morais
Alunos: Ana Dias; Ana Magalhães; João Mendes; Henrique Silva; Mariana Costa.
historicofilosoficas.blogspot.com

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"O Livro da Consciência" - António Damásio

  1. 1. O Livro da Consciência<br />A construção do cérebro consciente<br />António Damásio<br />
  2. 2. Índice<br />Introdução<br />António Damásio<br />O Livro da Consciência<br />Parte I<br />Parte II<br />Parte III<br />Parte IV<br />Conclusão<br />Bibliografia / Fontes<br />
  3. 3. Introdução<br />Ao longo deste trabalho iremos proceder a uma análise da obra “O Livro da Consciência”, de António Damásio, neurocientista conhecido internacionalmente;<br />Esta pequena abordagem relacionará os principais aspectos referidos na obra com a matéria leccionada durante as aulas.<br />
  4. 4. António Damásio<br />
  5. 5. O Livro da Consciência<br />A Construção do Cérebro Consciente<br />
  6. 6. Parte I – Começar de Novo<br />
  7. 7. Capítulo 1<br />Despertar<br />
  8. 8. DespertarCapítulo 1<br />Parte do contrário de consciente;<br />Dá uma definição de consciência;<br />“Sem consciência a humanidade e a criatividade não se teriam desenvolvido”.<br />
  9. 9. De que é feita a consciência?<br />Mas de que será feita a mente? Virá do ar, ou do corpo?<br />Como é que o cérebro faz mente?<br />DespertarCapítulo 1<br />
  10. 10. Duas questões fundamentais:<br /> - Como é que se constrói uma mente?<br /> - Como é que o cérebro torna a mente consciente?<br />Abordar o problemaCapítulo 1<br />
  11. 11. A consciência tem um papel notável na evolução biológica;<br />A sua constituição biológica levanta graves problemas a quem tenta esclarece-la:<br /> - Parece muito complexa;<br /> - Diferente do organismo que a alberga; <br />Abordar o problemaCapítulo 1<br />
  12. 12. As mentes criam-se a partir da actividade de células especiais, conhecidas como neurónios:<br /> - São células sensíveis às alterações que acontecem em seu redor, sendo excitáveis.<br />Abordar o problemaCapítulo 1<br />
  13. 13. Abordar o problemaCapítulo 1<br />Principal objectivo da consciência: <br /> - gerir e proteger a vida humana<br />
  14. 14. Capítulo 2<br />Da regulação da vida ao valor biológico<br />
  15. 15. Quando a realidade mais parece ficçãoCapítulo 2<br />Os organismos multicelulares são compostos por múltiplos organismos unicelulares organizados de forma colaborativa.<br />As mentes conscientes têm um fundo biológico não consciente.<br />
  16. 16. Os neurónios não se dividem.<br />Quais as principais consequências se isso acontecesse?<br />Vontade naturalCapítulo 2<br />
  17. 17. A ânsia irresistível de sobreviver. <br />Continuar vivoCapítulo 2<br />
  18. 18. Parte II – O que há no cérebro capaz de criar a mente<br />
  19. 19. Capítulo 3<br />Fazer mapas e fazer imagens<br />
  20. 20. Fazer mapas e fazer imagensCapítulo 3<br />Mapeamento e gestão da vida<br /><ul><li>Função do cérebro</li></ul>por<br />Criação de mapas<br />Imagens<br />
  21. 21. Modo de construção dos mapasCapítulo 3<br />“O cérebro é um cartógrafo nato”<br />Interacção do meio<br />Por influência<br />Conhecimentos prévios<br />Processamento de imagens no cérebro<br />Mapeamento no córtex cerebral (camada cortical)<br />
  22. 22. Formação de mapas visuais e auditivosCapítulo 3<br />Mapas visuais<br />Mapas auditivos<br />Padrões sensoriais (sonoros, auditivos) <br />Estímulo sonoro<br />Estímulo visual <br />-fotões de luz<br />Vibração do tímpano e dos ossículos<br />Mapeamento sonoro ou auditivo<br />Activação de neurónios<br />Chegada à cóclea (ouvido interno)<br />Vibração das células ciliares por frequência<br />Criação de um padrão neural transitório<br />Processamento por impulsos nervosos - cérebro<br />Mapa tonotópico – mapa espacial de tons possíveis organizados por frequências.<br />
  23. 23. Formação de mapas visuais e auditivosCapítulo 3<br />Consequência do mapeamento no cérebro<br />Mente<br />Processo da mente<br />Fluxo contínuo de imagens<br /><ul><li> É uma combinação refinada e fluida de imagens do presente e recordadas;
  24. 24. As imagens mentais tendem a apresentar uma inter-relação lógica;
  25. 25. As imagens mentais podem actuar em paralelo, como também em sobreposição;
  26. 26. “As imagens representam propriedades físicas de entidades e as suas relações espaciais e temporais, bem como as suas acções.”
  27. 27. “Algumas das imagens são abstractas, o que provavelmente advém do facto de o cérebro criar mapas de si próprio a fazer mapas”.</li></li></ul><li>Construção da menteCapítulo 3<br /><ul><li>A representação no cérebro não é uma representação fiel dos acontecimentos, mas sim uma construção, onde intervêm o raciocínio e o pensamento e as nossas experiências passadas.</li></ul>“A mente não tem a ver unicamente com imagens que desfilam à medida que são produzidas.”<br />“Tem a ver com escolhas semelhantes às da montagem cinematográfica promovidas pelo nosso poderoso sistema de valor biológico”<br />A nossa mente pode trabalhar nas percepções ou da recordações, mesmo quando não temos consciência de que o fazemos. (Incubação)<br />
  28. 28. Importância dos mapasCapítulo 3<br />“ Quando a nossa mente se serve de uma multiplicidade de mapas, de todas as variedades sensoriais, e cria uma perspectiva múltipla do universo exterior ao cérebro podemos reagir aos objectos e aos acontecimentos de uma forma muito mais precisa.”<br />
  29. 29. Neurologia da menteCapítulo 3<br />Pergunta Fundamental<br />Quais são as partes do cérebro que são aptas para a construção da mente?<br />
  30. 30. Caso Clínico<br />O paciente que perca totalmente a espinal medula tem como resultado graves defeitos motores, perdas profundas da sensação corporal e algum compromisso de emoções e sentimentos.<br />Conclusão:A espinal medula não é essencial para a formação da mente. Se o nervo vago, que é paralelo à medula espinal, continuar intacto, a troca de sinais permanece. <br />
  31. 31. Construção da menteCapítulo 3<br />Cerebelo<br />Não está vocacionado para a criação da mente (coordenação motora e aprendizagem)<br />“Tanto o cerebelo como o hipocampo assistem os processos de montagem e continuidade, quer no caso das imagens quer no caso dos movimentos.<br />Hipocampo<br />Não intervém directamente para a criação da mente (aprendizagem de novos factos, evocação de memórias)<br />
  32. 32. Conhecimentos préviosCapítulo 3<br />Córtex cerebral – “oceano” – está inequivocamente envolvido na criação da mente<br />Córtices sensoriais – “pequenas ilhas” <br />Córtex cerebral<br />C. Sensoriais<br />
  33. 33. Pacientes com lesões nos colículos superiores <br />Características: <br /><ul><li> Problemas de consciência (não reconhece objectos, não interpreta aquilo que vê e ouve)
  34. 34. Apresenta alguma desorientação;
  35. 35. Tem conhecimentos esquemáticos do mundo</li></ul>Conclusão: O córtex cerebral assume grande importância na formação da mente, porque intervém na descodificação dos códigos visuais e auditivos, e na interpretação dos mesmos.<br />Caso Clínico – Córtex cerebral<br />
  36. 36. Caso Clínico – Córtex cerebral (Conclusões)<br />Quando um doente , que pede certas regiões do cérebro, mas que continua com uma percepção quase normal do domínio visual, auditivo e táctil, e uma vasta evocação de conhecimentos a nível genérico, não perde as funcionalidades da mente.<br />
  37. 37. Emoções e SentimentosCapítulo 3<br />Foram estudados 2 casos clínicos <br />
  38. 38. 1ºCaso Clínico<br />Pacientes com lesões nos córtices insulares <br />Pensava-se, erradamente, que a base de todo os sentimentos se encontrava apenas a nível cortical (córtex cerebral) <br />Pacientes com encefalites (destruição dos córtices insulares) – continuam a sentir emoções como, prazer, dor, desconforto.<br />
  39. 39. 2ºCaso Clínico<br />Características:<br /><ul><li>Têm actividade mental, ainda que pouco desenvolvida ( não são crianças “vegetativas”);
  40. 40. Têm movimentos muito limitados devido à falta de tonicidade da coluna e à espasticidade dos membros;
  41. 41. Movem livremente a cabeça e os olhos, têm expressões no rosto;
  42. 42. Reagem com sorrisos a estímulos que provocam riso;
  43. 43. Sentem desconforto, têm gostos musicais.</li></ul>Crianças que nascem sem córtex cerebral<br />Estas capacidades, ainda que limitadas, são possíveis porque ainda possuem os núcleos do tronco cerebral intactos (a nível sub-cortical):<br />Núcleo do tracto solitário<br />Núcleo parabranquial<br />
  44. 44. Capítulo 4<br />O corpo em mente<br />
  45. 45. O corpo em menteCapítulo 4<br />Tomamos consciência do “eu”<br />A representação do mundo exterior ao corpo apenas pode penetrar no cérebro através do próprio corpo <br />através<br /><ul><li> Pele
  46. 46. Músculos
  47. 47. Olhos
  48. 48. Pavilhão auricular</li></ul>O corpo e o ambiente circundante interagem entre si e as alterações provocadas no corpo por essa interacção são mapeadas no cérebro<br />
  49. 49. Capítulo 5<br />Emoções e Sentimentos<br />
  50. 50. Situar emoção e sentimentoCapítulo 5<br /><ul><li> Emoções: “ Reacções automáticas e inconscientes, transformando-se em sentimentos através da mente consciente” </li></ul>Emoção<br />Interocepção<br />Interpretação<br />Sentimento obtido consciente<br /><ul><li> Contudo é necessário distinguiremoçõesde sentimentos</li></li></ul><li>“… quase como certos estímulos possuíssem a chave correcta para abrir determinada fechadura. “<br />Vários estímulos despertam várias zonas que irão desencadear específicas emoções<br />Memória<br />Imaginação<br />Ao “vivo”<br />Teoria de William James<br />Percepção de tudo o que existe<br />Alterações corporais<br />Emoção<br />
  51. 51. Sentimentos de emoçãoCapítulo 5<br />Recursos cognitivos e evocação de certas ideias<br />Estado corporal específico<br />Localização :<br />Comprovou com as crianças hidronencefálicas<br />
  52. 52. Como sentimos uma emoção?Capítulo 5<br />Há um “disparo” de sinais para se descreverem um estado emocional<br />Córtex insular<br />Zonas de activação<br />ARCO CORPORAL<br />
  53. 53. Variedade das emoçõesCapítulo 5<br />Emoções Universais<br />Emoções Fundo<br />Emoções sociais<br />(Alegria, tristeza, surpresa, cólera, o desgosto e o medo)<br />(entusiasmo, desencorajamento )<br />(Compaixão, embaraço, vergonha, culpa, desprezo, ciúme, inveja, orgulho, admiração)<br />
  54. 54. Um aparte sobre a admiração e a compaixão<br />Capítulo 5<br />Realizou uma experiência em conjunto com Hanna Damásio e MaryHelenImmordino–Yangem que usaram a imagiologia por ressonância magnética<br />Perder uma pessoa amada por doença<br />Actos de virtuosismo (atletas espectaculares)<br />Vítimas indefesas num acidente<br />Actos virtuosos (generosidade)<br />Conclusões:<br />Regiões envolvidas;<br />O eu e a consciência;<br />Reacções.<br />
  55. 55. Capítulo 6<br />Uma arquitectura para a memória<br />
  56. 56. Algures, de certo modoCapítulo 6<br /><ul><li> Imagens perceptuais;
  57. 57. Dispor de um modo de armazenar;
  58. 58. Manter um caminho, para recuperar os padrões para que assim a reprodução funcione; </li></ul>RECORDAR<br />Um “eu” psicológico<br />
  59. 59. A memória em funcionamentoCapítulo 6<br /><ul><li>Memória</li></ul>Composição das actividades sensoriais e motoras relacionadas com a interacção entre o organismo e o objecto durante um certo período de tempo. <br />Córtices temporal e frontal<br />Frente do cérebro<br />Córtices sensoriais<br />Córtices multimodais<br />Células de avó<br />
  60. 60. Um breve aparte sobre os tipos de memóriaCapítulo 6<br />Memória factual<br />Memória de procedimento<br />Reconstrução de padrões de experiências pessoais<br />Evoca-se conceitos geral acerca do objecto<br />Exemplo : evocação de uma casa<br />
  61. 61. O como e onde da percepção e do recordarCapítulo 6<br />O espaço disposicional<br />O espaço imagético<br /><ul><li>As disposições bastavam para orientar o comportamento;
  62. 62. conteúdo implícito;
  63. 63. Inconsciente;
  64. 64. Mapas dão origem às imagens;
  65. 65. conteúdo explícito;
  66. 66. Consciente;</li></ul>Memória<br />
  67. 67. Parte III – Estar consciente<br />
  68. 68. Capítulo 7<br />A consciência observada<br />
  69. 69. Decompor a consciência<br />Capítulo 7<br />Acompanha os sonhos<br />Consciência<br />Estar acordado<br />Ter uma mente operacional<br />Ter, na mente, uma sensação automática, espontânea e directa do eu enquanto protagonista da experiência<br />
  70. 70. O estado de vigília e a consciência não são o mesmo, o que se comprova através dos doentes em estado de coma.<br />Decompor a consciência<br />Capítulo 7<br />Não reagem a mensagens e não dão sinais de percepção do eu ou do que os rodeia<br />Doentes em estado de coma<br />Nos seus exames revelam-se padrões alternantes entre sono e estado de vigília<br />
  71. 71. Remover o eu e manter a mente<br />Capítulo 7<br />O paciente retoma o comportamento<br />Podem mover-se mas as acções não revelam um propósito<br />Não há emoção - sinal de consciência afectada<br />Não há sinais de estar num estado consciente normal<br />Se estivermos acordados e houver conteúdos na mente, a consciência é o resultado da junção de uma função do eu e da mente – orienta o conteúdo mental para as necessidades do nosso organismo.<br />
  72. 72. Tipos de consciência<br />Capítulo 7<br />Em função da intensidade e do âmbito<br />Âmbito mínimo<br />Âmbito vasto<br />Consciência Nuclear<br />Consciência Autobiográfica<br />Manifesta-se com mais ênfase.<br />Relaciona-se com a personalidade e identidade<br />Percepção do aqui e agora sem estorvo do passado e pouca influência no futuro<br />
  73. 73. Considera-se que uma espécie é consciente quando:<br />Tem comportamentos que são melhor explicados por um cérebro com processos mentais e não como meros reflexos;<br />Dispõe de um cérebro com todos os componentes descritos como sendo necessários para criar uma mente consciente no ser humano.<br />Consciência humana e não humana<br />Capítulo 7<br />
  74. 74. Aquilo que a consciência não é <br />Capítulo 7<br />Inconsciente<br />Ingrediente Activo<br />Ingrediente Latente<br />Repositório de registos codificados, a partir do qual é possível formar imagens explícitas<br />Todo o tipo de imagens a ser formadas, de todos os tópicos e de todas as qualidades<br />
  75. 75. Aquilo que a consciência não é <br />Capítulo 7<br />Conhecimento da existência do organismo e esforços para sobreviver<br />Consciência <br />Depende<br />Criação, exibição e armazenamento de imagens explícitas na memória<br />As imagens podiam ser recordadas e manipuladas num processo de raciocínio<br />Reflexão e Deliberação<br />
  76. 76. Aquilo que a consciência não é <br />Capítulo 7<br />A diferença entre a regulação vital antes da consciência e depois da consciência tem a ver com a automatização, por oposição a deliberação.<br />ANTES <br />DEPOIS <br />A regulação vital era totalmente automática<br />A regulação vital mantém a sua automatização mas vai sendo influenciada por um poder deliberativo<br />
  77. 77. O inconsciente freudiano<br />Capítulo 7<br />MENTE<br />Resultado natural da evolução<br />Não consciente<br />Interna<br />Oculta<br />Torna-se conhecida através da consciência, que nos oferece uma experiência directa da mente.<br />
  78. 78. O inconsciente freudiano<br />Capítulo 7<br />A imaginação ganha asas, ocupando o lugar da realidade.<br />Sonhos<br />Funciona a consciência atípica.<br />Lembramo-nos melhor dos sonhos que correm perto do regresso à consciência.<br />É normal não nos recordarmos dos sonhos pois ao acordar, o aparelho de consolidação da memória ainda não voltou a funcionar.<br />
  79. 79. Capítulo 8<br />Construir uma mente consciente<br />
  80. 80. Uma hipótese de trabalho Capítulo 8<br />Explicação global da consciência<br />O cérebro constrói a consciência através da criação de um eu no interior da mente.<br />O eu é construído por fases:<br />1ª Fase – Proto-eu: aglomerado de imagens que descrevem e criam sentimentos;<br />2ª Fase – Eu nuclear: resulta da relação entre o organismo e qualquer parte do cérebro que representa um objecto a ser conhecido;<br />3ª Fase – Eu autobiográfico: a experiência vivida ou o futuro antecipado interagem com o proto-eu e produzem pulsos do eu nuclear. <br />
  81. 81. Antevendo a mente conscienteCapítulo 8<br />Mente consciente<br />Aglomerado de imagens diferentes<br />Descreve os objectos na consciência<br />Descrevem o mim, onde se inclui:<br /><ul><li> a perspectiva a partir da qual os objectos estão a ser mapeados;
  82. 82. o sentimento de posse da mente;
  83. 83. o sentimento de capacidade de agir, comandado pela mente;
  84. 84. sentimentos primordiais, que dão significado à existência do corpo vivo.</li></li></ul><li>Os componentes de uma mente consciente Capítulo 8<br />Mentes Conscientes<br />Imagens<br />Estado de vigília<br />Acção combinada do hipotálamo, tronco cerebral e córtex cerebral<br />Objecto a ser conhecido, que é qualquer objecto ou acção que esteja a ser processado no cérebro.<br />
  85. 85. Mapas gerais de interocepção<br />Mapas gerais do organismo<br />Mapas gerais de interocepção / Mapas gerais do organismoCapítulo 8<br />Sinais interoceptivos<br />Esquema de todo o corpo (cabeça, tronco e membros)<br /> Necessidade de correcções fisiológicas<br />Mudam durante o desenvolvimento<br />Informam o SNC do estado presente do organismo<br />Retratam o sistema musculo-esquelético e o seu movimento<br />
  86. 86. Construir o eu nuclear Capítulo 8<br />Sempre que o organismo encontra um objecto, o proto-eu é alterado<br />Dá-se início à criação instantânea do eu nuclear<br />Transformação do sentimento primordial que tem como resultado “um sentimento de conhecimento do objecto”<br />Consequência da sensação do conhecimento<br />O eu nuclear é criado através da ligação do proto-eu modificado ao objecto que provocou a modificação do proto-eu.<br />
  87. 87. Uma viagem pelo cérebro durante a construção da consciência Capítulo 8<br />Observação de algo que nos desperta interesse <br />Alterações no cérebro que se adaptam à observação<br />Os mapas sensoriais registam uma perturbação<br />Os mapas visuais do novo objecto tornam-se mais salientes <br />Sensação de posse das imagens<br />Sensação de conhecimento <br />Sensação de capacidade de acção<br />
  88. 88. Capítulo 9<br />O eu autobiográfico<br />
  89. 89. O eu autobiográfico é o conjunto de todas as nossas recordações, da nossa história pessoal, construída de uma forma consciente;<br />O eu autobiográfico é construído no tronco cerebral, tálamo e no córtex cerebral.<br />Dar consciência à memóriaCapítulo 9<br />
  90. 90. Construir o eu autobiográficoCapítulo 9<br />Vivências<br />Experiências<br />ACONTECIMENTO<br />MEMÓRIA<br />Amadurecendo das memórias <br />(“ver com outros olhos”)<br />Tálamo<br />Regiões CDR<br />PMC<br />Claustro<br />Rescrição da história<br />NOVO PESO EMOCIONAL<br />
  91. 91. São os responsáveis pela criação da subjectividade;<br />Poderão ser um potencial coordenador cerebral uma vez que estabelecem ligações com importantes áreas cerebrais;<br />Em caso de lesão nos PMC, a consciência é fortemente afectada mas não desaparece completamente.<br />Os córtices póstero-mediais em acçãoCapítulo 9<br />
  92. 92. Outras considerações sobre os PMCCapítulo 9<br />Anestesia<br />Sono<br />A anestesia suspenda a consciência<br />Sono de movimento lento dos olhos<br />sono sem sonhos – a consciência é reduzida<br />Sono de movimento rápido dos olhos <br />os sonhos passam para os PMC, porque nos lembramos do que sonhamos <br />As substâncias químicas inibem os circuitos neurais<br />O PMC deixa de poder realizar troca de informações entre áreas cerebrais<br />
  93. 93. Uma nota final sobre as patologias da consciênciaCapítulo 9<br />Coma, Estado vegetativo e Síndrome de Encarceramento<br />Doença de Alzheimer<br />Neurónios PMC trabalham constantemente, produzindo substâncias tóxicas ao organismo<br />Coma – lesão no tronco cerebral superior<br />Inconsciência<br />Estas substâncias tóxicas deixam-nos vulneráveis, o que irá comprometer a sua actividade<br />Síndrome de Encarceramento – lesão no tronco cerebral anterior<br />Incapacidade de reter informações novas no eu autobiográfico<br />Incapacidade de movimentos mas completamente consciente<br />
  94. 94. Capítulo 10<br />Juntar as peças<br />
  95. 95. A neurologia da consciência pode ser encarada como constituída por três componentes:<br />Tronco cerebral;<br />Tálamo;<br />Córtex cerebral.<br />À maneira de resumoCapítulo 10<br />
  96. 96. A neurologia da consciênciaCapítulo 10<br />Contribui para o estado de vigília e, consequentemente, para a formação do eu autobiográfico;<br />Possivelmente é aqui que se inicia o processo de criação da mente;<br />É uma estrutura mais antiga, por isso processa informações vitais – respiração, alimentação, entre outras.<br />Tronco Cerebral<br />
  97. 97. A neurologia da consciênciaCapítulo 10<br />Tem como principal função transmitir informações entre o tronco cerebral e o córtex cerebral;<br />É o coordenador das actividades corticais, na medida em que pode despertar o “adormecer” todo o córtex cerebral<br />Tálamo<br />
  98. 98. A neurologia da consciênciaCapítulo 10<br />É também responsável por nos manter acordados;<br />É o responsável pela nossa concentração (pela selecção da informação na qual temos de prestar mais atenção), pela memória, pela imaginação, pelo raciocínio e pela linguagem;<br />É o responsável pela nossa identidade pessoal.<br />Córtex Cerebral<br />
  99. 99. Um engarrafamento anatómicoCapítulo 10<br />As dimensões “estranhas” do tronco cerebral e do córtex cerebral são explicadas pela evolução<br />Tronco Cerebral<br />Córtex Cerebral<br />Répteis<br />Primatas<br />Criação mais pormenorizada de imagens<br />Memória<br />Imaginação<br />Raciocínio<br />Processador local da informação vital<br />Proto-eu rudimentar<br />
  100. 100. Parte IV – Muito depois da Consciência<br />
  101. 101. Capítulo 11<br />Viver com a consciência<br />
  102. 102. E a consciência vingouCapítulo 10<br />“ Com a chegada da consciência, o ser humano perdeu a inocência “<br />Animais <br />(mamíferos)<br />Memória<br />linguagem<br />Ciência<br />Tecnologia<br />Consciência<br /><ul><li> A consciência permite o desenvolvimento da tecnologia e da ciência, uma vez que nos apercebemos dos nossos limites </li></li></ul><li>E a consciência vingouCapítulo 10<br />“ A infância e a adolescência humanas são extremamente longas porque é preciso muito, muito tempo para educar os processos não-conscientes do nosso cérebro” <br />Apreendidos durante o processos de socialização<br />Processos não-conscientes<br />Orientação consciente<br />Exemplo : comportamento profissional dos músicos e dos atletas<br />
  103. 103. Um aparte sobre o inconscienteCapítulo 10<br />Experiência de Dijksterhuis<br />Decisões de compra<br />Artigos dispendiosos<br />Artigos domésticos<br />2º Condição<br />1º Condição<br />Sem deliberação<br />Deliberação consciente<br />Decisões mais acertadas<br />Decisões menos acertadas<br />
  104. 104. Conclusão<br />Neste trabalho analisámos “ O Livro da Consciência” de acordo com as principais matérias leccionadas durante o ano;<br />Este trabalho permitiu-nos verificar que o estudo do cérebro é um tema da ordem do dia e que ainda é considerado “o mistério do corpo humano”.<br />
  105. 105. Bibliografia / Fontes<br />DAMÁSIO, A.; O Livro da Consciência; 2010; 1ª Edição; Círculo de Leitores.<br />http://4.bp.blogspot.com/_Il_dBw6AwU4;<br /> http://3.bp.blogspot.com/_icBO6qjdGwc;<br /> http://lh5.ggpht.com/_-j3jWMyTTxo;<br /> http://4.bp.blogspot.com/_BkVED7mcK1c/TBjpyHCJipI<br />
  106. 106. Trabalho realizado por:<br />Ana Dias<br />Ana Magalhães<br />Henrique Silva<br />João Mendes<br />Mariana Costa<br />12º A<br />

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