Dimensão Pessoal e Social da Ética

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  • Quais as duas dimensões da ética?
    Que realidade é tida em conta por cada uma dessas dimensões?
  • Que aspetos nos permitem definir o conceito de pessoa?
    Como se designa a faculdade que permite à pessoa distinguir o bem do mal?
    Como é que ela se manifesta?
  • Como podemos relacionar as funções da consciência moral com os diversos momentos da ação?
  • Que características apresenta a consciência moral quanto à sua origem e formação?
    Qual a dimensão que se associa à evolução da consciência moral e que, segundo Levinas, permite evidenciar a nossa natureza moral?
  • Qual a ideia em que se baseia o egoísmo psicológico?
    Em que argumentos se apoia o egoísmo psicológico?
    Que objeções podemos apresentar a esses argumentos?
  • Qual a ideia em que se baseia o egoísmo ético?
    Quais as consequências da aceitação do egoísmo ético como filosofia de vida?
    Qual a principal crítica ao egoísmo ético?
  • Que elementos da esfera social permitem a construção do ser humano?
    Que situações, opostas à cooperação, acabam também por caracterizar a vida humana em sociedade?
    O que é necessário fazer para minimizar os conflitos?
    Qual a garantia que, em princípio, as regras fornecem?
  • Como se designa a consciência associada à ideia de que a ação individual interfere com a vida dos outros cidadãos?
    Como a podemos definir?
    De que esfera – a da legalidade ou a da moralidade – mais se aproxima a consciência cívica?
    Quais as diferenças entre legalidade e moralidade?
    Como se diferenciam legalidade e moralidade em termos das normas a que se obedece?
  • Dimensão Pessoal e Social da Ética

    1. 1. A dimensão ético-política – análise e compreensão da experiência convivencial A dimensão pessoal e social da ética – o si mesmo, o outro e as instituições
    2. 2. DIMENSÕES DA ÉTICA dimensão pessoal dimensão social o agente enquanto sujeito moral, dotado de intencionalidade o comportamento moral enquanto fenómeno social
    3. 3. ser singular, livre, autónomo, responsável, com dignidade e abertura CONSCIÊNCIA MORAL manifesta-se como uma espécie de voz interior ou juiz que nos alerta, censura, sanciona, reprime e diz quando estamos a agir bem ou mal PESSOA
    4. 4. Consciência moral durante a ação depois da açãoantes da ação consciência concomitante consciência consequente consciência antecedente força estimulante e moderadora testemunha e juizlegisladora e guia
    5. 5. Consciência moral forma-se no contacto e na interação com o outro possui uma estrutura evolutiva não é inata, vai-se adquirindo e desenvolvendo relação do eu com o outro (alteridade)
    6. 6. Egoísmo psicológico Fazemos sempre aquilo que mais desejamos fazer. Fazemos o que nos faz sentir bem. OBJEÇÃO: muitas vezes agimos em função do dever e não do desejo. OBJEÇÃO: é redutor considerar o altruísmo uma forma de autossatisfação. Todas as ações humanas são motivadas por interesses particulares.
    7. 7. Egoísmo ético Relações interpessoais interesseiras. Secundarização do papel do outro. CRÍTICA: a moralidade exige que tenhamos em conta o outro, num plano de igualdade e não de subalternização. O nosso único dever é fazer o melhor para nós mesmos.
    8. 8. Ser humano OS OUTROS AS INSTITUIÇÕES existência de conflitos necessidade de imposição de regras, normas e leis garantir o bem de todos, definindo-se os direitos e os deveres
    9. 9. Consciência cívica Força que move o sujeito moral no sentido de se afastar do egoísmo e de se aproximar verdadeiramente do interesse de todos, assumindo uma responsabilidade moral solidária. LEGALIDADE MORALIDADE Respeito pelas normas instituídas na sociedade, cuja obrigatoriedade depende da intencionalidade e da consciência do agente. Respeito pelas normas (legais) instituídas na sociedade, cuja obrigatoriedade depende de quem as faz cumprir. O sujeito obedece apenas à sua própria consciência (autonomia). O sujeito obedece a uma norma externa a si próprio (heteronomia).

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