Crescimento e renovação celular

329 visualizações

Publicada em

Crescimento e renovação celular
Biologia gelogia 11º ano

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
329
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
19
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Crescimento e renovação celular

  1. 1. 1. Crescimento e renovação celular As celulas dos seres vivos são _sistemas ; abertos que trocutn constantemente tnateriais e energia com o meio externo. Estas trocas permitem a celula manter uma intensa 'actividade intema que garante a produção de rsnergta e a síntese de mrtcromolecttlrts indispensáveis ao seu crescimento. luncion-. unento e multiplicztcitti. Das tnacrotnulecttlas sintetizados destacam-se as proteinas. aten- dendo a grande variedade de litnçóes que desempenham quer a nivel celular. quer a IIÍVCÍ orgiutico. A . stntttse proteica e um fenomeno complexo atraves do qual são produzidas proteinas que conlerem especilicid; t(le a Lima dada celula. ;i um orgão ou a um nrgztnisnui de determinada especie. As proteinas produzidas. nas celulas de cada Lirganistno são tleterrninticlats pClilS infor- maçoes especificas contidais no Illillcrltll genético de cada especie. 1.1. DNA e RNA - aspectos comparativos Os atcidos nucleicos. DNA e RNA, sito ¡iolimeros constituídos por ttnidades denominadas llllclcúlidos, (Íada nucleotido e constituido por: 0 uma pcntose ~ desoxirribusc no DNA e ribose no RNA: - um grupo losfatto: ° uma base azulada - no l). '. «. acieninzt (A). limina (if). CÍlOSÍIILI (C) e guaninat (G). t' no RNA. atdenittzt. urucilt) (U l_ CÍIOSÍHH e guaninzi. A ligação entre dois nucleotidos faz-st' entre a pentose de um nucleótidt) com o grupo fosfato do seguinte. constituindo-se dtÊSlii forma cadeias de ttutrleotitlos ou cadeias POIÍHUCICCJIÍLÍÍCHS. Estas cadeias iniciam-se . sempre por um grupo losl-. tto. terminando numa pentosc - A ; neurose a rlesoxirribose o A purtuzsta e . i ribose 0 P: i'-; =;. i- r'u: '|9ri'idn: ns ce Umina . l ii; ~' ' ' t o às. tunas mm: : amenities ' o s. T C r E seita' à. '“' 0 L: =;! I.rni~'. -, M¡ tmn¡ h? CE 0 Pnss . t n uc lectio: : «Je um: : lÍ l' 9 -ÕSES LL'lllíllPlltflíiíilVfi situ Á- U É L* 0 ; õJturnTl smples ° De acordo como Hiritziarv : IJIÊ nasewcgwilra. :HUB :1:_'. 'ri5_ n. RNA pode se' rtiFíNft Itneris. qn m5 *No lranslwcrrial 'HFJA IX'¡lbrixxrunitjzzil " _ , _ ' À'tn: i/t1'¡.2 a i"": i'rr: ar: ,§'4c› agent-tica Nucleótido Nucleútido DNA tt¡ . L , › . á.¡, .;r. .w. _gjüujj
  2. 2. Dc . morria com u modulo ¡aropnslrv um 1953 por Watson c Crick. a ¡nnlrcula dc DNA c sons- Iituída por duas (zltlcizls polínuclccvltdncas nnriparalclns. uu seia com scnudçns dc Cftsrimcnlo ¡uvcrsrvs c rhspostas huhccvidalnlocrwlt. [su dupla ÍlCÍÍEIÍ' mantem-sc unada dexúdn . a cumplcmctlv unidade: (las l1asc> . uolacías. que csmhclcccln cnlrc s¡ hgaçúcs qulmium por ponlcs dc hidrngc- nio . ; rdunlnzu do nuclcotido dc um: : cada-m empata-lb. : cum n ¡iminu dc um ¡auclcnwridxw da outra cadcm c .1 Luwsina cmparulhn Scmpfc com a guanlm. daqui rceulmndav que; n núnwm dc nuclu» ! M05 dc A c. npmxnrmdnnnrntc. igual . m du T c n dc G ao dc C : R partir dcslc: dados pndc rlcduzir-sc quc IA › C . I ' (T › G) ou I. A - C 3- l' ("Í 6G 'I > l. . molccula de ! INA r constituida por uma Cadela ¡mlinnnclcusndica samples que, por vczç-. x. ¡xwdc dobrar sobre s¡ própna qmndn) Sc vstabclcccm ornsumnlmcntr' ¡xmlu dc hidrngcnir» cum: .u hay-s cnmplcmcntams. Exnslrm 'varios upon dc RNA que são çslnllutul c Íundomlmcnlc IJIÍCICIIIPR. dus E qua: : : o: dtálílcilln n mRNA IÍmcnsagcinw). n (RNA Irrmusfctrncíal c u rRNA ÍfÍhnS%Ó| |1ÍL'l. ÍL Nas céhxlas cucdrlilllczls. u RNA r'- gcrnlmunlc sínrc1iz. rdr› no inlcrior do nuclcn. migrando depois [mm u dtnplasnru, onde desempenha ; a ma Íunç-. m O DNA ¡wn11nnr-cc* nn mlL-rxur du nucleo. ens- lindo tambem no inrcrior dc dulc FIHHMIÓÚS OFg-lntltb. como as milmondrma c us clnropllstns. 1.2. Replicação semíconservativa do DNA vma um_ O DNA pasmi .1 capacidade de originar cópias dc s¡ ' “. mcsmu. através. dc um processo designado por replica- cao ¡Êsrr procvsm) asscgura lanlu ;1 ¡vroduçinnw dc càÍuLls gcrrcuczmlunlc udrnxicJs cuIn-. I . n [manga-m da Inlnrmaçaaw gcnclncu un longo das guaçf›cs rm tudu» os, orgamislnns. - A mplkjzmçàn lcm lugar nn intcnur do nur-Im das (CIUÍLIS. nos rucanunus, c nn nwplasnur. 1105 prmsañonrcs. O pm cuz-su ¡Ilicia-sv pela hgawcn . I molrruh do DNA dr: um mm- - _I plcu) cnzlmalícu. .I. DNA-polimcrax' Eau' mmplcxn dcsllx; ;I (iupln héhcc c dçslm¡ na pontas dc hidmgénua. prusuu: ndm› à su. ; passagem .1 SPpArJgÚLI da duas úlditíílzs anlipzxratlcl-as. A medida qm- . Ls dub cadeias sc scpclnllll. a DNA-polimcrlu' na¡ ligando a cada uma das cadeias os nuL-*lrtrsxidm complo mcmzmx. de ¡Ecnrrln com ; I connplcmcnturidzxdc das hnwca : :amadas Lada mudei. : mnclcanirlirx da ¡nuléunlzz antiga scrw x ' ~ : rssinn dc muldc a ncwn cadcu . uulparairlrx que ac m¡ Íur- C ' 3 _ _ mando ; n ¡xissugrm du cumplno rnzrmaucu. No Final dos: : pmccssuw obtém-st duas mnlcculas dc DNA cxactamcmc _ _ , iguais'. mm n» nuclcotraícrs : Impostos na mcsmn sequencia. r rm que estavam dispmlu-, w nn molcrula nngmul (Ltda mtu vam NW¡ NW: V( _a da: nmlcculas fm¡ com uma das cadcus da nwolcvula ongrrsal : w - g mm v' m v ~ Em. : m- . um que: <rn'1'u dc muidc. Eau- pxvccsm c rlcsignado por mphca- : rn: _ 'deh : ncçwrn : u 'ú' um. r . Ir . -, “BM ção scmiconscnnüya. 1.3. Síntese proteica O DNA_ além dc produzir copias dc si moamo_ regula . r .1Cll'1d'. dL' das c-clu| a› ; umvcs do rsmlnw da produçún das prurcnnaas. . b. pmrenms msuham da ltgzxczlru linmr dc . xminnxvaczrlos por lígpçücs ¡scptndiau cwlunndu dcpoh ¡Ianl uma forma tridimcrbrunnl Íununnml. :b ¡attvtctnae diícrcm culrc 5-¡ quer pclu numcm dc ammm- (M05 ligadas mu. 511115 cadeias. que¡ pcLt scquómia por quc csscc . munoacídos @um ligadns. Exmcm.
  3. 3. aproximadamente. vinte aminoácidos diferentes nos organismos vivos, que são responsaveis pela imensa diversidade de proteinas, que se reflecte na grande variedade que os seres vivos manifestam. A porção de DNA que contem a infomtação para a síntese de uma dada proteina designa-se por gene. Esta informacao corresponde a sequência de bases dessa porção da dupla hélice e determina a sequência e o número de aminoácidos numa proteina. A totalidade dos genes necessários para o dcsenvoliritnento e formação dc utn organismo completo constitui o genoma. Nos CLICEITÍOIIICS. o DNA está ligado a proteínas, constituindo estruturas filamcntosas, os cromossomas, localizados no núcleo das células : FME- Cromossoma é i? n* si_ Nucleoidva f' 1 l '55 1 r' i * . .Ii l ' - - f Í 1400 nm 700 nm DNA ÂSUIÊCIUS CGWDSTGÍP-*OS Co material genético de' retidas procarijticas IAI e eccaiioticas (B) No celula procariotica, o nuirieoidu consttuido ~. Ií'il'_a'T1(? l'~l›”“ ptl' uma rrnleccla de DNA ce teima Circula' Na Cijlltlõ eircariotiiza, neutro co nucíeu existiam cs ciomossomas constituicos ; im r= =i, it-: icii› ta: de DNA. de toiiiia linear, Iigzritns a DfOlÉJHãS Cada ser vivo possui as suas pró- prias moléculas de DNA, contendo i os genes que codificam as suas pro- DNA 730731, . JQQDZMQJQOT: : °'°°°“°"“°"'° : l . . -. . . - THANSCRI AO temas especificas. que o distingue de m RNA 1 MOYÊSZJÉOIID ç todos os outros seres vivos. A corrcs- 4 M* ' pondência entre as sequências dos lmRNAmadum pares de bases de uma molécula de DNA e os aminoácidos da sequência de uma molécula de proteina consti- tui o código genético. Cada sequên- Núcleo vn. I cia de três pares de bases (lriplcto) m 'v “ tam; da molécula de DNA que contém a f A informação necessária para adicionar « ! Na í J É um novo aminoácido a molécula da l' l u, fil › -tf, /)____ . of Aàgmácmos proteína em formação designa-se por à' A codogene. Dccifrar estas sequências é i3¡ 't' cmprasm conhecer as mensagens inscritas nos r J 9,505510” genes. V. L; i' A síntese proteica e um fenómeno Fomñção A _J ' _ , relativamente rapido e muito com- pffpfêããêa ? r g ç; ía_ ¡ plexo que ocorre no interior das célu- las. Este processo ocorre em duas fases: transcrição e tradução i'- Escriiema grita da síntese proteina Dentro do nucleo, o DNA é tiamsrziitr: em mRNA Lste iri gia par. ; (l nnnoiosma, onde a . iiioiziiaçàu Qllt! possui cociticada vai ser traduzida pa os ribossnnias imma sequência de amincàcittirs que EüflSliÍilt a troteina nmiIDJ turu o i Luana: :
  4. 4. Transcrição A rr; m~. r“rrr; rr› nrnrrr nu Intrnm rlrjv ttuclco r| .r. ~~ rcltrlrn r tíHP-P-EL' rrrr . xtntrr-c de urm nrnleurla dc r1rR. '. .~. p.rri1r LlJ lcrrtrr. : rl. r tnlnmmr . m r nnlirla nrrnLr nrnlrrrrln de DNA L'arc [HIKCSSU unem-ar' pclr lrurçfm rlc um cunrplvxn ctrzrnralrcrr ; r nrnlcrula Llt' DNA_ . r RN -|3I_1l| ll'li'_'l'¡lk' Em¡ crrarnrr . .rlirr . r clrrpLr lrclrcc. (lljiallulllelu . rx ¡wntrw dc lrrdrrx-. çt-nm qnt' litum . às hJSUn r°r›: r1plcrncnt; rrr-s (lts (luis uKlLWJs' Dr sçgrrrçla, .. r itNx ¡rrrlrrnerzrst- rrrrr-r-_r . r Mnlgsr' tl( uma trNrIlccLtLr tlc InRN . dc : revrrln com . a cnmplcmcnlnrzddtlc das busca . untada, N' por' m. mplu. na r';1rlr: i.1 rir' DT' u lllixlijtlllilt' lu¡ de . rrlcrrrnu. ;r RNA ¡atrlrrrrr-r. .r. ~r' ligo ; rrr nrl<: .. n nrrrlrrrlrrlrr ria trmrilrr rjrrxrrrrlrr trgrrnitrr u. ícilurr . e mui. ullri Llt nrR. '.› actuar; st rl-_r _idem ; Io l). .. ltttillhlllulndrhãt' . a dupla hclru- rlcsm mri| r=crrl. r Nan tnrln». .r~ ›L4l| (4Ilk'Nͧ rlrr rrrrríe-; rrla LlL' DNA errrlrlzonrr ; rttrrrrc. ›.rcrdr~~. .u mRN 'l trans; ntn aim flíflrarlntr p-vrc-'vcs nJrn (nrrcr-pwnclcntv- . a rrnrrnr-. retdr-s nintruc-A. lrcnndu . r ITIulLLLrlJ l1r. rl'~ r". lrl. l r' -âprndk r rili-lllulrlu pri¡ 5~L't'¡| lt"ilcJÍ; I~ que cntlilirrrln lí- rIIniiIrn-. eldut- rlrr~ ¡Hrrterlifu Icxrru '. ?Mista nrrrlcruLr de mRN. lnrnm-. lri, r . =.rl. r uwíilvlir r; r rlt' llru nrlrlrrrirrln», cndari¡ rr| li'r'5pr1lirlt' ; r rnlurrnçrciru llkCLÂNÍMHlCt p. tr. r Cutlllltkll' um . rnrrnrvrrcrdrv. No nzrnlr-r ul. ; dr* mR' carla çrulnn rnnçspnnrir- . r tr:1ir~rI1; rr› dc um u| ._r¡. _›_rrrr~ (En D_›_ Tur ; r de; 'crrhun-. r dvsLr ntnlrxuLr. n mRNA_ qu( . rlmrr . i pnrm para u r-nnhr-cimcnrrr dn (rwligra gmvrrr u waasc* A G 'J 'J ~ I . l' ~" : a r U N. " Í~ ' um' . L-. r c »› rIJ , . p_ U y , IA u r . u - m ! G r O i I U 1 4 . r . u IU r _l_ , . . ,r _r à ! a c _ . lr f¡ U1 , r G '. v i um r > JH_ , , g¡_. ._ "ta, _mm *- c "l p_ r. . ~ A, r ~ r _ G . . _ . , U_ w. . NJ. U w um. ' ' ' 1,. .. run C " 3 7 . r Í-r» A _-: ,e e A¡ rlr eu? " "m . rr 4 4 'B r r x Tradução . (rrulrrgí-: Lv rhrurt' IIU r Iir›¡›l.1~r: |r. r r' rrrrrsrsrr' nzr lrrluu tlzr ¡Ilrwlxtçgrlll tlrI ¡IIRNÀ ruruvurcrrir' rln ntrclco . llr; |'r; :v dus purrw dr- 'rnvultrcro nuclear Dtslc prurrzwr- tt't~'. ill. t . r prrultrcio Ll'. trrrrrr sr-. rrrr-nrrzi rlr: ;iliilliuirjirlrix que ir; r rrinslilurl prnlrlnJ. Nfulà r-Lrpa d. r smrrw ¡xrnrr-ira ii1lr°r'r°l1i n : n!l”. (lllf wir: rln inlcnor (ln nrrrlcn, u; ribos- alunas. , r› IRNÁ 'JRNÁ dt- imnslrsretrprrr! rwrzrmraa : tr-s 1-:5n. ~›'. i crs r'lr› mrrlrnlu dm rcrrccfrcw dt: l P xililt“~r_'l r; n ATP. r rrc lrrrnctc ; a (llcl -r. .r. nurwxrêtlzi ; ru HUUNt-rl. O tRNfr NíST-lll uma NC( tamem l» l de S nrtclcnrrtlvs - anticodào - qur li_g.1.rnrlrw«~ar< . m mrlarr, pcrmitr' ; r . trlitxrrr do _rminrucirin capo- crlicu que lmruprrrla . r etrdcm pullpcptidlt. ) em lurmnrfrn ir- final da rrrrdrrr-nrr Iñulizr rrmn vcqrrcrruzr dc . rrnrrrrrzrtirlrrs que, cm regra_ pur Irurnslnrrrra (Crew sulridax irbilfllrlrllltlllr' cm rlrlrrrrirc» nrmrnilnx c r lrrlarrw - rr-trr uln crirln ilrramdtiur TURNO l a l . ~ (RER) L' complexo rJc (lol-JJ -. sc toma numa [Ílfliliülnil lunuunnl capuz de Llcsur1¡JL-rrlr; rr^ ; ls sum Írmtrws. U| illt'tlliLlr› ; r ultrlrr que . r ptudlizlll uma diltlàl rxrtrrucr rsuur Lu -4
  5. 5. A síntese' das proteinas t um lcnúutetto complexo, rapido c muito ¡intpliliczttltt . - . rmplrlre; rç; tucircula: :;r¡r. 'r›c3:: ç;: xr<. 't~r: ::¡. ':rp. '.z< _ . s . etvpizts da tnrstm scqutmrin de : lmlnthlíltlxlb HCP/ CNH . ttr-. tvtw dm seguintes lentimcnn». Luv: .J . '13 - A mesma -zetquencia de L3Nft. que em» tem a gem' que est. : . t scr UJILNLIIIL¡ para mRNA. pode ser lida repetitlatnettte pela RN: -]Y)llIUCIClSC resultando variar'. ntnlectilnc (lc mRN/ t iguais. _ _ Cmt. . ÂAVÚIYVÊÚÍQJAAI 0 A mesma mnlccttla dc mRNA ¡Judc se¡ v, ' lida por xmus nlJU»ttl1LL^~ . w [miga (ln Ca : m: çrlgmrr: - A wu compntncntn_ rrsttltatttlt» n »intru- di. ” tnultiplzu citlrias- pmtuca-a tdtlntius. ['. ':rins rilnswnms ligadas . t uma mult- cttla de mRNA podem scr visuahaidcus t, - *ltlviluí : ELÇL- *JJ li Z : html-lili ruin: ¡x1ltttilit~»ortt;1› lv › i-m-_m t_ .10 microscópio electronica. Íormrttuln os _ t_ m ¡"Ii : nz-i 1.» 1.4. Mutação gênica O tnutuLtl genético sofre_ tiulíltilizlllhfnlt'. ;alterações espontâneas ou provocada-s por lacto- (C5 tnutagcnicns I' radiacutw v produto-z químicos). Estas. alterar-ac» sit) mais lruquunlcs cm tnutttenttls fundamentais (ln 'Í(l; “i tlns rélulas. ml como ; t ¡Tplltiztcãtl z-emteuttsctvattvu do DNA Tais anomalias devem-sr a trocas de nuclcuitdus. ;a sua¡ zidnçitt) ou . t sua subtracçao e tem comn resultado uma ttttxltlicttctiu nu tnluttttttuitt do gCHt' para :1 slmesr do: uma dad-. i prmctnn. [Ãstqs tnudtlicnusúes. design-achu pm mutncoes geniais, podem originar durante . t síntese prolciu_ pmtclltas . mntnnlas que conduzem . tn . tpart-rtmcnttt de nnms CLILILIEILSIICJS nm lndl~il. lllt)°_s que . .ts possuem A: nnm-z cantctcristica-s podem ser prqudictais JU: ntumntes Ídpulcclnitnlü dc dncnçds genéticas que podem conduzir a ¡norte! ou conferir zilll. lgt'll ; to ll1LlllLlllt)_ alilh dando-u ; t sobreviver m: :eu meu) ; tmbienttr Fstats alicraçwxts do material gt-nctittn pcnnitiram . t ctolttçào dos orgamstttos t* etmtluzir-ant ; t uma grande diversidade da: lnrmms dc vida c. ; , . ; .r~ _TFF_ mjgjçàj ü' w_ Uulmitlu cotc '*' V** c_ O LI G Y G l-l. ãícntr' ¡rn _dm_ qr" @l O-IWñ-r-r- PnzL- d; :rr um A QT É r . .. QuIJÇ-'DTI 'l' f¡ C G 'W 'dhpw' _Lahgiàg (c) Prev: : dc : rali-ca C-: rj/ Lm ld! ¡I1l| li)'›! «'w WMV-t 'Mimi' -_› «'i't1,›'i; -': .i-. «" . r. ¡umtnA 'admitir -“›-_ ; if «m LINQ
  6. 6. Fruit-Cn¡ iv"-_I1'J f l')"V(¡] 1.5. Ciclo celular Nos seres vivos multicelulares, o seu crescimento deve-sc ao aumento do numero c tamanho de celulas que os constituem. Nestes organismos. a divisão celular permite tztmbctn . i regeneração de células ou partes de orgãos que foram tlanificados ou a renovação das que enve- lheceram e morreram. No caso do homem adulto, o seu crescimento para, mas as divisões celulares continuam. assegurando a regeneração de trelulas sangttíneas. da pele e dos pêlos. do revestimento do tubo digestivo. entre outros. Na maioria dos seres unicelulares, a divisao celu- lar conduz a reprodução do individuo, dando origem a duas celulas independentes. que irao constituir dois novos indivíduos. Quer nos seres ttnicelulares quer nos pluricelulares. uma nova celula surge sempre por divi- sao de uma célula que existia anteriormente. Esta celula, após um periodo mais ou menos longo de crescimento. ira sofrer divisão celular c originar duas celulas-filhas. Uma celula tem assim um momento de nascimento, na altura em que a célula que lhe deu tsrigem terminou a sua divisão celular. e dura ate' ao momento em que. por sua vez, se divide em duas novas celu- las. O conjunto de transformações que uma celula sofre desde o seu aparecimento ate ao momento em que sofre divisão denomina-se ciclo celular. O ciclo celular compreende duas etapas fundamentais: Li if* ° lnterfase - período compreendido entre o final de uma divisão celular e o inicio da divisão celular seguinte. É um periodo de crescimento intenso da celula (lCVldO as sinteses que ocor- rem no seu interior, em especial a síntese proteica. Durante o período S da ÍUICTÍQSL* ocorre a replicação semiconservativzt do DNA. Este fenómeno permite que as celulas passem a dispor de duas cópias exactamente iguais do seu DNA. com a consequente alteração da estrutura dos rsromossomas. que passatn a possuir dois cromatídios unidos pelo centromero. No final da interfasc'. a Célula atingiu o seu volume máximo e produziu todos os componentes necessarios para entrar ein dixúsào celular. Existem, contudo, células de determinados orgãos que. devido ao seu elevado grau de diferenciação. interrompem o ciclo celular. cleLvando de se dividir, como no caso dos neuronios, celulas do sistema nervoso. e das fibras mitscularcs. celu- las do tecido muscular, que, quando morrem, não são substituídas por cwutras. - Divisão celular - durante esta etapa ocorre a divisão da celula etn duas celulas-filhas. Elas caracterizam-se por possuir um conjunto de cromossomas identico, em numero. tamanho e forma - caríótiopo - ao da celula que as originou, A divisão celular (las celulas eucarioticas iniciavse pela divisão do nucleo, mitose, seguida da divisão do citoplasma. citocinese. 1.6. ¡Viitose e citocinese A mitose consiste na divisão nuclear da qual resulta a formação de dois núcleos exactamente iguais ao da celula que os originou. .-' mitose decorre em quatro etapas sequenciais: profasc. metafase. anafase e telofase. Profase - a profase inicia-se por um processo de condensaeílt) dos cromossomas. que se vao tornando cada vez mais grossos, curtos e visíveis ao microscópio óptico. Cada um deles é cons- tituído por dois cromatidios unidos pelo eentrómero. Os centriolos (nas células animais) e o citosqueleto (nas células vegetais) organizam o fuso acromático_ formado por fibrilas de nticrotúbulos proteicos. O invólucro nuclear desorganiza-sc e os nucleolos desaparecem. HQ
  7. 7. blctafasc - ns cromossomo: atingem o máximo dc condcnsacao c lignm~sc pelo centromero . x algumas Íibrilas do luso acromático. Os cromossomas : ihnham-sc na : on-a equatorial do fuso 'acroinatico com o› respectivos ccn- trómcros allinhaldüs. formando a estrutura tipica desta etapa - placa cquatorixtl. Anafasc - (lá-sc a divisão do centrómero e ; z separação dos dois cromaudios do mesmo cm- mossoma, que passam a constituir dois cromossomos independentes. As Íibrilas ligadas aos crommsomas encurtam c os dois cromossomas-lnnãos iniciam a sua ; scans-Ao para os polos opostos. No final dcsla : upa cxblcm m» dm: polos da celula conjuntos dc cromossomns idênticos. possuindo copias também idênticas dc DNA. Telolasc - o invólucro nuclear organiza-sc cm Volta dos cromossomas de cada polo c os nuclúulos aparcccm di: novo. Dcsfaz-sc o luso ; traumático e os cromnssomns descondcnsam, tornando-sc longos. finos t- ÍHVÍSÍVCIS : io microscópio optico. No final desta fase_ : i célula possui dois núcleos. continuamdo ; i divisão do seu citoplasma para originar duas células-Filhas. A cítocincsc ocorre. normalmente. ainda durante as ultimas fas: da divisão nuclear. altura cm que sc inicia o pro-cesso de dh 'tsao do citoplasma. Esta divisão difere consoantc ac uai: : dc células animais ou células vegetais. Nas celulas animais, a membrana ciluplasmáüca começa . i deslocar-sc para o interior do citoplasma, devido a ; tcc-ao dc um ; mal dc ülumcntos protcicns que puxa : i mem- brana para o intenor. Este deslocamento dos dois lados da membrana da célula continua ate se uniretn u originou-m dum. células (ln-Limas Nm¡ células vegetais. :i presenca da parede celu- lar lmlxdc a dlvizsão por t^str: ingulamcntn. Nestas células ocorre a aacumulaiçao, nn zona cquztlonul. dc xrcsiculas [armadas no aparclhn dc Golgi, que, lundindo-sc. originam a membrana citoplasma- tlcn das duas celulas. Poatcrionntzntc ocorre a formação d: : parede celular entre elas ¡mdutg Cxcrrcancm; m” “am” Cnnit-'c-'ca anna-w*- r x ~ l ' _ ' l “ _ I A c. k y _ . _ . ' . i A . A ' . pm . . _I'- . _ ' s N. ; u* _ ¡ . uv( v __ _ _ ' _ _-_, u. ._ l Cwytnatncoa “uiluuttnrtt ÇNLIH' *launch Cçffmmgmt Flan-Y d» Inicio d. - Flnal da Mombuca Anakin Tainha» lotada-u- protese proíasc B f- PDS. ; ccl. ; a. l ' 'h : uma um* an' fc-màpl-. i j' ' " 7 'muy ' _ '**' Now. : mou-mta_ ~_ Fortuna? ) d: - q-_ujeúl ' *-' 'uma parede cclular izqutwizu oítnrfxatvns da mitcas e crtcr a: ›: " : eu a 'a Wu¡ 'Jl da Illrlurc r t : rim-n: arm r' . -.s-. isgtziz; zr_. tl| No final dt-_sm sequência dc acontecimentos. uma célula deu origem a duas celulas qu: possuem copias iguais do scu material genético c o mesmo numero de crontossomas. A miwse é um processo que assegura a nmmttcncúo das cautelar-tunas¡ genéticas ao longo da vida nos processos de crescimento c mnovac-. lo celular. &u; lísláibilidñdt genética so c possivel porque, durante o periodo S da intcrfasc, ocorre a replicação scmiconservativa do DNA. Esta ocorrência c fundamental para: garantir qu: no Íitml da mitose : IS duas células rcsulmntes pos suzim o mesmo cottjunto du gene: t: ;asim garantam a estabilidade genética. n ¡. ¡.¡. ._. ¡ ¡_, ¡,, _¡,
  8. 8. » 2. Crescimento e regeneração de tecidos versus diferenciação celular t”, «mu | ,! ! ni LIIÍU . Inlulvt muzlL .1J. x:~›lv~culul. ¡rn-: rznlu . a Iu_~. 'L'I1Lr. ¡›; Ç1n dc . L-nm lc. nÍua un ~-| ;›_'. 'n'I~ Jun nv: ;;tr“¡i~s¡¡a~~ nnullzuglxxlurv- han LUIHx" I~L'.1L'IC~~. lllZI: Il[UxlC*-klC u «um Saia* . eu ainda' . ulullru (seu mu Ivnh. : . wridru mguthtnl¡ um. ;m xçluLLx qm; ILHJÊLLHI «J» JnuçKv, ¡]| |Lg[| .__1,_~ Lin um ¡r-Jasutlll u m-; smnI:11II: L'IU~; |c ('Y(1111¡H'. -ru'11.l-› ; um LUrLlN Ícjllám» dr PINI¡ DLXJJIIÊL . z ¡'lt"L'L'*~L' un: L'rc-I. 'Hlu:1lu cc um nr~: _.¡n: .sx: ¡u. .ax nlnlLb . qu-mr ; lc aum-nx ; Cnrurm : mma: igu. '»~. um. »ah-uniu um ¡'IN. L.~~L de; dilcrcncizcclnn cclular qua . u IMTU Innfídlñgjlnl- uncuwz. ¡]i| t'^Y'L'I1I-. ~ - ! ptb . m -. ,In_-~-›, Wqruzíwv du; Lltlklíhllluth rlul| ..tl; r› 'a 'xllltftilhilJul-. T ulular enx-, ›l~. r~ . a FXPHNNJI! du Llrh l'T|1||1.: x'"'~ LXÚLfv ›. .n ¡ruLlv-. nkfnu : k : ~I. '.I'n. v.~. Ií-u Lad. : ttllkla. .zpr-. vxlrw1.nd. u.zz1cmc . Im »sua at-tnc» vxiJü .1 »cr xmmcrrns . s¡ -u-r nua- ; Janzuí-vs un suqxncxacLu ; lc ¡wrnu : ma v~. r.›ru«. l-. v ! calm na num» Inm mn»- H Lnnrruln grlulal d. : Llníçuuxunxuu. : pcmulc quc na ; uma çluv sc ¡'['| IHI'. L'lIlI1.iH. n'Í1l| .i'-. LÍL'IHHICULÍJ «cpm «hívrvnlr» dm qu. «: -.: .n› Ia_. '|'~-. ›-- rnunu : :ruim [Vu-AL tnudu. .1:~ ; çluLts Lis; 'ALNJUW Llzlcrcnlcx »um pruduzlr r-n'›L. ¡r1.¡su_L1c _x unrmm rsprti;1|iz. ld. ns um . lu. *wqw nhn «ln . lgru I| |I.1,u| ,I Í*. IllI_'. '-. n¡ Fur ç<_| V'¡I| I l-. uLh . as ucluLh Lin r~rçzJnxaznu f«, !~. ~›llx'll1 m vcvnrx qm- mnlrruhrn . . mu; ~2›. * «lv .1ntin_. °.¡^¡~, _-, n» çnlmnn. yslu» Açhfrldx aim _nrmíuzmlra vm <lr2rrn1n1aclr~~ gIÚhllÍU-u hranm; Hmh* Não: uvttva xWIJLv . uJIHW. Em ÃHLIHS KW LILllHW ÍLUÍKIU* . I ~1Ll ll'1lIlr~L'XI; Í-A. L"›l. l l7ÊLq1IC; íLJ. l. 'w . ríwlh ZHHWJP- v'. ;<. ¡¡1;: ,.~, ;._-~; d. ; ÍH : um do m: : ç um» L'L'ÍLlLx: ~ dm wru, utn. ›nxxn, » . uluflnw : çw ¡1uhlcrcr, r¡. u5.1s ¡wr-¡iuudu dar nfiglz m . › v. rÍxvLo. aiii] um i, =.ui.1› ah; quJIqm-x' um LÊÚ* Iuldus du -_vr; _v__nu1«: n~. v lista. ;. ap. .ç¡çI. aLln^ « . utlulruvm. llllll 211.1 . um n nlwpwwnxa: ¡Ív . xhirr, .I. pnriir : |.1srn; lux› 1.1x wnJzfclcuzL'¡. ngl4-. uuulau cspLLwíurn- x num pcls nznsuxllv nrnn nu nr, v- . nnzjwl-: tuvs qm' pa» »mz um . u nim u". Íl. ¡tIw¡)l. |lYÍ(-. CIMI. ._ nr* 'V'Y'f'v' “N11 Itu-J¡ V IÉIZ-Wrvwí |31- Cuàú 12v: ¡Idilnm um v i'^-Ju'IL1.4u : IJL w It5:1'LIV. :DI I: .~. ,u< . «314 . ' . , v . Cvulu p _ rrmair 'r1r¡*1:: mrdx "y, I w” ~, P. u, .u ~ sc| u|. v.~ iru, li| cr'›_-:1«_Lui». pndrn Lsmln-n' eu [Linha ¡xunz , n ¡'Ih7,x'|1¡_; h de mdb ¡Jum grncnrzx- nu-mu Iárnnmu wm ramurao . a rcprmhuJn «wunuh ! Íalck | 'vflx'i~. .'~ que mnnlum n ¡zcnunu d. ; çcluí. ; mnul, Lh2~1_-. ;n; un-~. a* por clonagem c s» çcltlías uu vr_; :s. n¡»nnv. ~ . hum orx-: utnxdLu ¡wr clones. ~ . .Ipaudaulc qm uma uLIdlA um du urtg_ul. nr uulrus ! musa dc uluLLs L. ~¡*cctu| i:ud. n› c. em ; gu-. sl. Unw main¡ qu-. lnl-. v rumou' iu¡ a. ML": d1f(~1ct1L-x. u.. n d : :vlw . rluln. : hrm . nmn . x. . rxprcasw. das _cem-x ¡wvlun wr : allclanhw por . lrçn-. w de Llctnrgw cxlcrnn» a» (uluías LM' cmrc C*-L', Lzrmnz» (Ícãmxllm-w; m TRI-Rã . . . a radíngctnxxdaaíc. .crua LÍIULÇJ: »ç Lnluugtw-. s ll. l>. fm . tctr-. nrcm ou duslaluqutJzL-¡Il dclcnnnmnlxra _gcmx cslcx _nguucs . ultcruzrn m Ilunm dos uma' ukulaxu u u: muxnx1l~xxux~ du çurumlo d. : mnosc_ ¡wmhndc Lomíu : :ir n doenças como o cancro 1_›: .1n› dcsics vln; túl“x'i. rm 51W* PTHVWF* d” *i*'**”““"¡V"“^““'“ embrionário, podem cnncizuir .1 .1lln'l'. i(üx'. ~' v1uwx'fn| «g; ic. ¡~; e Í¡. ~.zc11ú_¡:1c.1s do ClTlbrLÍU

×