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ÍNDICE
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 3
2.Contextualizacao.......................................................................................................................... 4
2.1. Conceito de Auditoria .......................................................................................................... 4
2.2.Auditoria previsional ou prospectiva .................................................................................... 4
2.2.1.Definições ....................................................................................................................... 4
2.2.2.Objectivo......................................................................................................................... 5
2.2.3.Modelo contabilístico ..................................................................................................... 5
2.4.4.Regras de apresentação................................................................................................... 6
2.2.5.Revisão da auditoria Previsional ou Prospectiva ............................................................... 7
2.2.5.1.Objectivos da revisão................................................................................................... 7
2.2.6.Planeamento da revisão .................................................................................................. 7
2.2.7.Relatório e Parecer.......................................................................................................... 8
2.2.8.Sequência de auditoria previsional ................................................................................. 8
2.2.9.Elaboração de um programa de exame adaptado ........................................................... 8
2.2.10.Relatório do exame da auditoria previsional ou prospectiva ........................................ 9
Conclusão...................................................................................................................................... 10
Bibliografia ................................................................................................................................... 11
3
INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como o tema ‘’Auditoria previsional’’. Como se pode ver, com a
evolução e competitividade dos mercados, cada vez mais as empresas estão na busca de novas
tecnologias de gestão que permitam à administração vislumbrar perspectivas futuras para a
organização. Neste temporal de conceitos "novos", a contabilidade e suas ferramentas de gestão,
que muitas pessoas insistem em dizer que não existem, estão sempre com um pé no século
passado, remontando e administrando dados que já aconteceram.
Porém, a contabilidade também tem-se desenvolvido muito, nos últimos anos, e conceitos de
gestão, qualidade, planeamento estratégico estão cada vez mais incorporados na prestação de
serviços contabilísticos, onde os contadores, a cada dia que passa, contribuem efectivamente na
tomada de decisões estratégicas nas empresas.
Neste contexto, procuraremos explorar um ramo da contabilidade, que é a auditoria,
demonstrando também a sua evolução com base em conceitos mais avançados, que permitem às
organizações minimizar os riscos relativos a sua administração presente e futura, garantindo a
perpetuação dos negócios das organizações.
4
2.Contextualizacao
2.1. Conceito de Auditoria
Auditoria é o processo de inspeccionar os pormenores da contabilidade de uma determinada
empresa ou instituição a fim de estabelecer com precisão os recursos dos que se dispõe. A partir
deste uso do termo derivaram-se outros, pelo que é possível se referir a diferentes tipos de
auditorias, ainda que sempre conservando a noção de inspeccionar e analisar algo para conhecer
seu verdadeiro estado.
2.2.Auditoria previsional ou prospectiva
Cada vez mais os utentes da auditoria previsional ou proporcionada pelas empresas e outras
entidades, nomeadamente os seus investidores (de capital mutuado ou de capital de risco), se
preocupam com as perspectivas de evolução da posição financeira e dos resultados dessas
empresas e entidades num futuro previsível.
As perspectivas são essências nas suas decisões de investir ou não, e constituem a base em que o
mercado fundamenta o valor a atribuir à empresa ou entidade. É de assinalar que o Código das
Sociedades Comercias (CSC), o Código do Mercado de Valores Mobiliários (Código do MVM)
e muita outra legislação dispersa, nomeadamente a associada à concessão de benefícios ou
vantagens especiais (empréstimos, subsídios, benefícios financeiros e fiscais, etc.) obrigam a que
essas perspectivas sejam divulgadas aos interessados.
2.2.1.Definições
Nesta Recomendação os termos abaixo indicados são usados com o significado seguinte:
a) A auditoria previsional ou prospectiva - qualquer informação de natureza financeira sobre o
futuro de uma empresa ou entidade, a qual pode ser apresentada na forma de demonstrações
financeiras completas (analíticas ou sintéticas) ou limitada a um ou mais elementos, rubricas ou
contas.
5
b) A auditoria previsional ou prospectiva - informação financeira prospectiva que inclui um
balanço, uma demonstração dos resultados, uma demonstração dos fluxos de caixa e equivalentes
e um anexo contendo notas àquelas demonstrações; podem assumir a natureza de previsões ou de
projecções financeiras e cobrem sempre, pelo menos, um período contabilístico que ainda se não
iniciou ou que, iniciado já, ainda não expirou.
c) Previsões financeiras - demonstrações financeiras prospectivas que apresentam, de acordo
com aquilo que melhor é do conhecimento e convicção da entidade responsável, a posição
financeira, os resultados das operações e os fluxos de caixa e equivalentes esperados.
2.2.2.Objectivo
O auditor da informação financeira prospectiva, ao examinar as hipóteses da envolvente externa,
tem presente a ligação desta ao processo estratégico e, concomitantemente, aos planos de acção e
as contas previsionais em que aquele se materializa (Canals, 1997). Neste contexto, a qualidade
das hipóteses externas induz a indispensável fiabilidade do sistema previsional.
Auditoria sobre os documentos previsionais. Examina-se a documentação prospectiva -
documentos de apresentação dos planos e dos orçamentos, documentos dos trabalhos
preparatórios de planificação, as directivas emanadas aos responsáveis, os serviços de arbitragem
de objectivos, o tableau de bord e os documentos de síntese previsional.
Estes procedimentos incidem tanto sobre a auditoria financeira prospectiva como sobre o
processo da sua preparação. Embora, regra geral, não seja tarefa específica do revisor a
preparação de informação financeira prospectiva, reconhece-se ser de utilidade para ele incluir
nesta Recomendação as principais regras a que deve estar sujeita a preparação e apresentação da
informação financeira prospectiva. O seu conhecimento contribui para a revisão do processo de
preparação e apresentação dessa informação financeira.
2.2.3.Modelo contabilístico
As demonstrações da auditoria previsional ou prospectivas devem ser elaboradas e apresentadas
segundo o mesmo modelo e com a mesma esquematização que a informação financeira histórica.
Nestas condições o modelo adequado será o que tome em conta as previsíveis variações de
6
preços, quer as variações monetárias devidas à inflação, quer as variações de preços relativos
resultantes do mercado (modelo em moeda nominal, também conhecido como a preços
correntes).
A este último modelo seriam apropriados ajustamentos monetários devido ao efeito da inflação
esperada para que a informação financeira previsional ou prospectiva anual fosse apresentada em
moeda constante relativamente a cada período contabilístico. Contudo, tais ajustamentos não são
indispensáveis, por não afectarem a demonstração dos fluxos de caixa e equivalentes nem os
planos financeiros. A complexidade da sua elaboração faz com que este modelo não seja
normalmente utilizado (modelo em moeda nominal, com ajustamentos monetários).
2.4.4.Regras de apresentação
Indicam-se as principais regras a observar na apresentação da auditoria previsional ou
prospectiva:
a) Título - deve conter algo que dê a entender a sua natureza, como, por exemplo, a palavra
"prospectiva" ou "previsional";
b) Modelo - deve coincidir com o das demonstrações financeiras históricas, embora, por vezes,
seja razoável um nível maior de agregação; no caso português, os modelos devem ser as
constantes do Plano Oficial de Contabilidade (POC); no que diz respeito à demonstração dos
resultados, é mais útil para o destinatário de informação o modelo do POC que apresenta os
proveitos e custos por funções;
c) Indicação das datas da conclusão da preparação da informação financeira prospectiva e da de
referência para a contagem das variações de preços;
d) Políticas contabilísticas aplicadas na preparação da informação financeira prospectiva e que
devem, na medida do possível, ser idênticas às usadas na informação financeira histórica; quando
haja alterações elas devem ser divulgadas e justificadas;
e) Apresentação das quantias das previsões/projecções financeiras que são normalmente
apresentadas como estimativa em ponto único, mas podem também ser apresentadas como ponto
7
médio de um intervalo; deve também ser usada uma unidade monetária adequada (por exemplo,
milhares de contos com aproximação às décimas);
f) Divulgação dos pressupostos mais significativos bem como das suas fontes, do seu maior ou
menor grau de precisão, e dos resultados das análises de sensibilidade quanto ao seu efeito na
posição financeira da empresa e nos resultados das suas operações; entre os pressupostos
divulgados, não devem deixar de ser indicadas as taxas de juro usadas, bem como o
comportamento previsto para as taxas de inflação que lhes estejam associadas;
g) Horizonte temporal usado, o qual deve ser justificado.
2.2.5.Revisão da auditoria Previsional ou Prospectiva
2.2.5.1.Objectivos da revisão
A revisão da auditoria previsional ou prospectiva (também chamada auditoria previsional)
envolve as tarefas seguintes:
 Avaliar a preparação das previsões/projecções financeiras;
 Verificar a documentação que serviu de suporte aos pressupostos;
 Verificar a apresentação da informação financeira prospectiva;
 Emitir um relatório e/ou parecer sobre a revisão efectuada.
2.2.6.Planeamento da revisão
O planeamento da revisão da auditoria previsional ou prospectiva consiste na:
 Elaboração de um programa de trabalho relativo aos vários procedimentos de revisão;
 Fixação do calendário das tarefas; e
 Escolha dos colaboradores adequados.
Ao proceder ao planeamento da revisão, o revisor deve ter em consideração como determinantes
os factores seguintes:
 A natureza e o historial do negócio da empresa;
8
 As políticas contabilísticas normalmente seguidas pela empresa;
 Os pressupostos em que se baseia a informação financeira prospectiva.
2.2.7.Relatório e Parecer
Como resultado da revisão da auditoria previsional ou prospectiva o revisor transmite as suas
conclusões através do seu parecer. Algumas vezes é solicitado ao revisor que o parecer formal
seja suplementado com um relatório desenvolvido dirigido aos directores da empresa ou aos
intermediários ou consórcios encarregados da operação motivadora da informação financeira
prospectiva.
Dado o carácter de incerteza da maior parte das previsões, baseadas em pressupostos cujo grau
de realização é mais ou menos provável, o revisor não pode proporcionar um nível elevado de
segurança como quando relata sobre a informação financeira histórica.
2.2.8.Sequência de auditoria previsional
1. Colecta de dados de base
2. Exame critica
3. Definições de zonas de risco
4. Nível de risco
5. Exames dos procedimentos
6. Auditoria da forma e auditoria de fundo
2.2.9.Elaboração de um programa de exame adaptado
1. Auditoria d fundo
2. Apreciação as hipóteses
3. Exame de preparação de contas previsionais
4. Exame de apresentação de contas previsionais
A colecta das informações, base de todo o processo, permite ao auditor identificar as zonas de
risco, factores-chave e nível de confiança que é possível atribuir à qualidade do sistema de gestão
previsional.
9
O exame da preparação das contas previsionais compreende as seguintes etapas:
 Análise das hipóteses. Verificar se as hipóteses definidas e validadas pela Direcção foram
efectivamente utilizadas na preparação da informação financeira prospectiva. No caso de
hipóteses sensíveis, verificar a sua sensibilidade e a sua repercussão na situação
financeira.
 Análise da técnica. Verificar se as técnicas e os instrumentos da informação financeira
prospectiva - qualitativos, quantitativos, financeiros, orçamentais - são próprios,
coerentes e fiáveis.
 Análise contabilística. Examinar se os princípios e os métodos contabilísticos adoptados
são consistentes com os históricos, e, em caso contrário, verificar se as diferenças estão
explicitadas no anexo.
 O exame da apresentação das contas previsionais. Compreende a análise dos fins para
que foi preparada a informação financeira prospectiva - difusão restrita ou pública -,
apresentação total ou parcial, e modificações da apresentação par mudança método
contabilístico.
2.2.10.Relatório do exame da auditoria previsional ou prospectiva
Tendo o auditor analisado a preparação das demonstrações financeiras previsionais, as previsões,
bem como os suportes em que se apoiam, está em condições de emitir o relatório que lhe é
solicitado, tendo em conta a ISAE 3400 (2007), AUS 804 (2002) e ASIC (2011). O relatório do
exame das demonstrações financeiras previsionais deve incluir:
 A identificação das demonstrações financeiras previsionais apresentadas.
 A posição de que as demonstrações financeiras previsionais foram elaboradas com os
standards do AICPA, e que as previsões subjacentes fornecem uma razoável base de
orçamentação.
 Uma referência a que os resultados orçamentados podem não ser atingidos.
 A posição do auditor que não assume responsabilidade pelos acontecimentos e
circunstâncias ocorridas depois da data do relatório.
10
Conclusão
A construção da informação financeira prospectiva representa a possibilidade de extensão da
contabilidade e da auditoria a dimensão temporal do futuro, situação que permite, ex-ante, aferir
a capacidade de previsão e concretização de objectivos, bem como a capacidade de gestão dos
recursos humanos, organizacionais e técnicos da unidade económica.
A contabilidade, expressa em termos previsionais, possibilita, aos utilizadores, provavelmente,
formar melhores decisões com informação probabilística do que com informação determinista,
esbatendo, simultaneamente, as assimetrias da informação. A importância dos orçamentos, para
os diferentes utilizadores, tomando por base os estudos já referidos parece não ser unânime.
Delineamos os objectivos e a caracterização da auditoria previsional, trazendo ao leitor situações
práticas do ambiente onde esta pode actuar, além de traçarmos algumas habilidades que a pessoa
na função deve possuir.
Com base no que foi apresentado, caberá a nós contadores demonstrarmos que, realmente, a
contabilidade e suas especificações, como no caso a auditoria, também auxiliam na avaliação da
gestão administrativa das organizações, contribuindo significativamente para o sucesso dos
empreendimentos.
11
Bibliografia
GIL, António de Loureiro. Auditoria Operacional e de Gestão. 4ª Edição, São Paulo: Atlas, 1999.
GIL, António de Loureiro. Auditoria da Qualidade. 3ª Edição, São Paulo: Atlas, 1999.
CASSARRO, António Carlos. Controles Internos e Segurança de Sistemas. 1ª Edição, São
Paulo: LTr, 1997.
Auditoria Financeira – Teoria e Prática; Carlos Baptista da Costa; Editora Rei dos Livros –
Lisboa – Portugal.

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Auditoria previsional

  • 1. 2 ÍNDICE INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 3 2.Contextualizacao.......................................................................................................................... 4 2.1. Conceito de Auditoria .......................................................................................................... 4 2.2.Auditoria previsional ou prospectiva .................................................................................... 4 2.2.1.Definições ....................................................................................................................... 4 2.2.2.Objectivo......................................................................................................................... 5 2.2.3.Modelo contabilístico ..................................................................................................... 5 2.4.4.Regras de apresentação................................................................................................... 6 2.2.5.Revisão da auditoria Previsional ou Prospectiva ............................................................... 7 2.2.5.1.Objectivos da revisão................................................................................................... 7 2.2.6.Planeamento da revisão .................................................................................................. 7 2.2.7.Relatório e Parecer.......................................................................................................... 8 2.2.8.Sequência de auditoria previsional ................................................................................. 8 2.2.9.Elaboração de um programa de exame adaptado ........................................................... 8 2.2.10.Relatório do exame da auditoria previsional ou prospectiva ........................................ 9 Conclusão...................................................................................................................................... 10 Bibliografia ................................................................................................................................... 11
  • 2. 3 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como o tema ‘’Auditoria previsional’’. Como se pode ver, com a evolução e competitividade dos mercados, cada vez mais as empresas estão na busca de novas tecnologias de gestão que permitam à administração vislumbrar perspectivas futuras para a organização. Neste temporal de conceitos "novos", a contabilidade e suas ferramentas de gestão, que muitas pessoas insistem em dizer que não existem, estão sempre com um pé no século passado, remontando e administrando dados que já aconteceram. Porém, a contabilidade também tem-se desenvolvido muito, nos últimos anos, e conceitos de gestão, qualidade, planeamento estratégico estão cada vez mais incorporados na prestação de serviços contabilísticos, onde os contadores, a cada dia que passa, contribuem efectivamente na tomada de decisões estratégicas nas empresas. Neste contexto, procuraremos explorar um ramo da contabilidade, que é a auditoria, demonstrando também a sua evolução com base em conceitos mais avançados, que permitem às organizações minimizar os riscos relativos a sua administração presente e futura, garantindo a perpetuação dos negócios das organizações.
  • 3. 4 2.Contextualizacao 2.1. Conceito de Auditoria Auditoria é o processo de inspeccionar os pormenores da contabilidade de uma determinada empresa ou instituição a fim de estabelecer com precisão os recursos dos que se dispõe. A partir deste uso do termo derivaram-se outros, pelo que é possível se referir a diferentes tipos de auditorias, ainda que sempre conservando a noção de inspeccionar e analisar algo para conhecer seu verdadeiro estado. 2.2.Auditoria previsional ou prospectiva Cada vez mais os utentes da auditoria previsional ou proporcionada pelas empresas e outras entidades, nomeadamente os seus investidores (de capital mutuado ou de capital de risco), se preocupam com as perspectivas de evolução da posição financeira e dos resultados dessas empresas e entidades num futuro previsível. As perspectivas são essências nas suas decisões de investir ou não, e constituem a base em que o mercado fundamenta o valor a atribuir à empresa ou entidade. É de assinalar que o Código das Sociedades Comercias (CSC), o Código do Mercado de Valores Mobiliários (Código do MVM) e muita outra legislação dispersa, nomeadamente a associada à concessão de benefícios ou vantagens especiais (empréstimos, subsídios, benefícios financeiros e fiscais, etc.) obrigam a que essas perspectivas sejam divulgadas aos interessados. 2.2.1.Definições Nesta Recomendação os termos abaixo indicados são usados com o significado seguinte: a) A auditoria previsional ou prospectiva - qualquer informação de natureza financeira sobre o futuro de uma empresa ou entidade, a qual pode ser apresentada na forma de demonstrações financeiras completas (analíticas ou sintéticas) ou limitada a um ou mais elementos, rubricas ou contas.
  • 4. 5 b) A auditoria previsional ou prospectiva - informação financeira prospectiva que inclui um balanço, uma demonstração dos resultados, uma demonstração dos fluxos de caixa e equivalentes e um anexo contendo notas àquelas demonstrações; podem assumir a natureza de previsões ou de projecções financeiras e cobrem sempre, pelo menos, um período contabilístico que ainda se não iniciou ou que, iniciado já, ainda não expirou. c) Previsões financeiras - demonstrações financeiras prospectivas que apresentam, de acordo com aquilo que melhor é do conhecimento e convicção da entidade responsável, a posição financeira, os resultados das operações e os fluxos de caixa e equivalentes esperados. 2.2.2.Objectivo O auditor da informação financeira prospectiva, ao examinar as hipóteses da envolvente externa, tem presente a ligação desta ao processo estratégico e, concomitantemente, aos planos de acção e as contas previsionais em que aquele se materializa (Canals, 1997). Neste contexto, a qualidade das hipóteses externas induz a indispensável fiabilidade do sistema previsional. Auditoria sobre os documentos previsionais. Examina-se a documentação prospectiva - documentos de apresentação dos planos e dos orçamentos, documentos dos trabalhos preparatórios de planificação, as directivas emanadas aos responsáveis, os serviços de arbitragem de objectivos, o tableau de bord e os documentos de síntese previsional. Estes procedimentos incidem tanto sobre a auditoria financeira prospectiva como sobre o processo da sua preparação. Embora, regra geral, não seja tarefa específica do revisor a preparação de informação financeira prospectiva, reconhece-se ser de utilidade para ele incluir nesta Recomendação as principais regras a que deve estar sujeita a preparação e apresentação da informação financeira prospectiva. O seu conhecimento contribui para a revisão do processo de preparação e apresentação dessa informação financeira. 2.2.3.Modelo contabilístico As demonstrações da auditoria previsional ou prospectivas devem ser elaboradas e apresentadas segundo o mesmo modelo e com a mesma esquematização que a informação financeira histórica. Nestas condições o modelo adequado será o que tome em conta as previsíveis variações de
  • 5. 6 preços, quer as variações monetárias devidas à inflação, quer as variações de preços relativos resultantes do mercado (modelo em moeda nominal, também conhecido como a preços correntes). A este último modelo seriam apropriados ajustamentos monetários devido ao efeito da inflação esperada para que a informação financeira previsional ou prospectiva anual fosse apresentada em moeda constante relativamente a cada período contabilístico. Contudo, tais ajustamentos não são indispensáveis, por não afectarem a demonstração dos fluxos de caixa e equivalentes nem os planos financeiros. A complexidade da sua elaboração faz com que este modelo não seja normalmente utilizado (modelo em moeda nominal, com ajustamentos monetários). 2.4.4.Regras de apresentação Indicam-se as principais regras a observar na apresentação da auditoria previsional ou prospectiva: a) Título - deve conter algo que dê a entender a sua natureza, como, por exemplo, a palavra "prospectiva" ou "previsional"; b) Modelo - deve coincidir com o das demonstrações financeiras históricas, embora, por vezes, seja razoável um nível maior de agregação; no caso português, os modelos devem ser as constantes do Plano Oficial de Contabilidade (POC); no que diz respeito à demonstração dos resultados, é mais útil para o destinatário de informação o modelo do POC que apresenta os proveitos e custos por funções; c) Indicação das datas da conclusão da preparação da informação financeira prospectiva e da de referência para a contagem das variações de preços; d) Políticas contabilísticas aplicadas na preparação da informação financeira prospectiva e que devem, na medida do possível, ser idênticas às usadas na informação financeira histórica; quando haja alterações elas devem ser divulgadas e justificadas; e) Apresentação das quantias das previsões/projecções financeiras que são normalmente apresentadas como estimativa em ponto único, mas podem também ser apresentadas como ponto
  • 6. 7 médio de um intervalo; deve também ser usada uma unidade monetária adequada (por exemplo, milhares de contos com aproximação às décimas); f) Divulgação dos pressupostos mais significativos bem como das suas fontes, do seu maior ou menor grau de precisão, e dos resultados das análises de sensibilidade quanto ao seu efeito na posição financeira da empresa e nos resultados das suas operações; entre os pressupostos divulgados, não devem deixar de ser indicadas as taxas de juro usadas, bem como o comportamento previsto para as taxas de inflação que lhes estejam associadas; g) Horizonte temporal usado, o qual deve ser justificado. 2.2.5.Revisão da auditoria Previsional ou Prospectiva 2.2.5.1.Objectivos da revisão A revisão da auditoria previsional ou prospectiva (também chamada auditoria previsional) envolve as tarefas seguintes:  Avaliar a preparação das previsões/projecções financeiras;  Verificar a documentação que serviu de suporte aos pressupostos;  Verificar a apresentação da informação financeira prospectiva;  Emitir um relatório e/ou parecer sobre a revisão efectuada. 2.2.6.Planeamento da revisão O planeamento da revisão da auditoria previsional ou prospectiva consiste na:  Elaboração de um programa de trabalho relativo aos vários procedimentos de revisão;  Fixação do calendário das tarefas; e  Escolha dos colaboradores adequados. Ao proceder ao planeamento da revisão, o revisor deve ter em consideração como determinantes os factores seguintes:  A natureza e o historial do negócio da empresa;
  • 7. 8  As políticas contabilísticas normalmente seguidas pela empresa;  Os pressupostos em que se baseia a informação financeira prospectiva. 2.2.7.Relatório e Parecer Como resultado da revisão da auditoria previsional ou prospectiva o revisor transmite as suas conclusões através do seu parecer. Algumas vezes é solicitado ao revisor que o parecer formal seja suplementado com um relatório desenvolvido dirigido aos directores da empresa ou aos intermediários ou consórcios encarregados da operação motivadora da informação financeira prospectiva. Dado o carácter de incerteza da maior parte das previsões, baseadas em pressupostos cujo grau de realização é mais ou menos provável, o revisor não pode proporcionar um nível elevado de segurança como quando relata sobre a informação financeira histórica. 2.2.8.Sequência de auditoria previsional 1. Colecta de dados de base 2. Exame critica 3. Definições de zonas de risco 4. Nível de risco 5. Exames dos procedimentos 6. Auditoria da forma e auditoria de fundo 2.2.9.Elaboração de um programa de exame adaptado 1. Auditoria d fundo 2. Apreciação as hipóteses 3. Exame de preparação de contas previsionais 4. Exame de apresentação de contas previsionais A colecta das informações, base de todo o processo, permite ao auditor identificar as zonas de risco, factores-chave e nível de confiança que é possível atribuir à qualidade do sistema de gestão previsional.
  • 8. 9 O exame da preparação das contas previsionais compreende as seguintes etapas:  Análise das hipóteses. Verificar se as hipóteses definidas e validadas pela Direcção foram efectivamente utilizadas na preparação da informação financeira prospectiva. No caso de hipóteses sensíveis, verificar a sua sensibilidade e a sua repercussão na situação financeira.  Análise da técnica. Verificar se as técnicas e os instrumentos da informação financeira prospectiva - qualitativos, quantitativos, financeiros, orçamentais - são próprios, coerentes e fiáveis.  Análise contabilística. Examinar se os princípios e os métodos contabilísticos adoptados são consistentes com os históricos, e, em caso contrário, verificar se as diferenças estão explicitadas no anexo.  O exame da apresentação das contas previsionais. Compreende a análise dos fins para que foi preparada a informação financeira prospectiva - difusão restrita ou pública -, apresentação total ou parcial, e modificações da apresentação par mudança método contabilístico. 2.2.10.Relatório do exame da auditoria previsional ou prospectiva Tendo o auditor analisado a preparação das demonstrações financeiras previsionais, as previsões, bem como os suportes em que se apoiam, está em condições de emitir o relatório que lhe é solicitado, tendo em conta a ISAE 3400 (2007), AUS 804 (2002) e ASIC (2011). O relatório do exame das demonstrações financeiras previsionais deve incluir:  A identificação das demonstrações financeiras previsionais apresentadas.  A posição de que as demonstrações financeiras previsionais foram elaboradas com os standards do AICPA, e que as previsões subjacentes fornecem uma razoável base de orçamentação.  Uma referência a que os resultados orçamentados podem não ser atingidos.  A posição do auditor que não assume responsabilidade pelos acontecimentos e circunstâncias ocorridas depois da data do relatório.
  • 9. 10 Conclusão A construção da informação financeira prospectiva representa a possibilidade de extensão da contabilidade e da auditoria a dimensão temporal do futuro, situação que permite, ex-ante, aferir a capacidade de previsão e concretização de objectivos, bem como a capacidade de gestão dos recursos humanos, organizacionais e técnicos da unidade económica. A contabilidade, expressa em termos previsionais, possibilita, aos utilizadores, provavelmente, formar melhores decisões com informação probabilística do que com informação determinista, esbatendo, simultaneamente, as assimetrias da informação. A importância dos orçamentos, para os diferentes utilizadores, tomando por base os estudos já referidos parece não ser unânime. Delineamos os objectivos e a caracterização da auditoria previsional, trazendo ao leitor situações práticas do ambiente onde esta pode actuar, além de traçarmos algumas habilidades que a pessoa na função deve possuir. Com base no que foi apresentado, caberá a nós contadores demonstrarmos que, realmente, a contabilidade e suas especificações, como no caso a auditoria, também auxiliam na avaliação da gestão administrativa das organizações, contribuindo significativamente para o sucesso dos empreendimentos.
  • 10. 11 Bibliografia GIL, António de Loureiro. Auditoria Operacional e de Gestão. 4ª Edição, São Paulo: Atlas, 1999. GIL, António de Loureiro. Auditoria da Qualidade. 3ª Edição, São Paulo: Atlas, 1999. CASSARRO, António Carlos. Controles Internos e Segurança de Sistemas. 1ª Edição, São Paulo: LTr, 1997. Auditoria Financeira – Teoria e Prática; Carlos Baptista da Costa; Editora Rei dos Livros – Lisboa – Portugal.