Doutrina das ultimas coisas

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Doutrina das ultimas coisas

  1. 1. A DOUTRINA DASÚLTIMAS COISASVISÃO NAZARENA
  2. 2. AGENDA Doutrina Central: Segunda Vinda de Cristo• Retorno pessoal do nosso Senhor.• “Dia do Senhor” Acontecimentos que marcarão o dim dessa era:• O juízo• A entrada dos bons e dos maus no lugar próprio onde passarãoa eternidade.• Consumação final de todas as coisas.
  3. 3. CERTEZACristo virá outra vez e a Sua vinda pode estar próxima!Todos compareceremos ante o trono de Cristo paraprestarmos contas de nossa vida!Cada um encontrará a sua morada eterna na glória do céuou nos tormentos do inferno!ISSO É SUFICIENTE PARA PROCURARMOS VIVERUMA VIDA DE SANTIDADE NO CORAÇÃO E AOSERVIÇO FIEL A CRISTO.Mt 24. 44Hb 12. 14
  4. 4. SEGUNDA VINDADE JESUS CRISTO(Mc 13. 32-37)Jo 14. 1-6 At 1. 11Jo 21. 23 Mt 24. 27-44Mt 24. 36-39Mc 13. 24-371Ts 5. 1- 31Ts 4. 16-18
  5. 5. DESTEMODO?OU DESTE?
  6. 6. MORTE E AIMORTALIDADECONCEITO CRISTÃO DA MORTE Pena imposta à raça humana por causa do pecado. Rm 5.12• A morte como pena é abolida em Cristo Jesus. Rm 5.18 -21 Sentido físico da morte: separação da alma do corpo. Não o fim daexistência. Sentido espiritual da morte: separação, tanto da alma como docorpo de DEUS. Se for considerada “morte eterna”, esta sepação vema ser final e eterna.
  7. 7. A MORTE , COMO PENA , CONSIDER A DAFÍSICA OU ESPIR ITUA LMENTE , É A BOLIDAPOR CR ISTO DE DUA S MA NEIR A S :1. PROVISIONALMENTE: para todos os homens, porque ELEprovou a morte por todo o homem (Hb 2.9).2. ATUALMENTE: para todos os que estão em Cristo. (Jo 3.36).
  8. 8. ABOLIÇÃO CONDICIONAL – depende da fé em Cristo. GRADUAL – crescendo em santidade
  9. 9. MORTE FÍSICA Hb 9.27 – a morte física está ligada ao propósito divinoquanto ao destino da humanidade. 2Co 5. 1-10 – Para o Cristão, a morte física está agoratransfigurada em simples partida desta vida para a outra. É aporta pela qual se entra à presença de DEUS.
  10. 10. A vida do homem jamaiscessa de existir A sepultura é apenas o túnel pelo qual se passa para chegar à vida do além. A natureza dessa existência futura é determinada pelo caráter pessoal; eeste, por sua vez, pela atitude da alma para com a obra expiatória de JesusCristo. Para o crente é a vida eterna; para o incrédulo é a morte eterna.Jo 5. 28- 291Co 15. 50- 58
  11. 11. ARGUMENTOS Psicológico – baseado na natureza da alma como essênciaimaterial, invisível e, portanto indestrutível. Teológico – a alma humana não cumpre nem pode cumprir asua finalidade neste mundo, mas precisa de outro mundo e deexistência contínua para alcançar a sua consumação plena de bemaventurança. Moral – o homem nem sempre recebe justiça neste mundo.
  12. 12. IMORTALIDADE DA ALMA Ec 3.21 – Jó 19. 25-26 – Sl 90.10 – O espírito do homem se distinguedo dos animais e a convicção de uma vida além túmulo para o homem érepresentada com clareza. Mt 10.28 – mostra-nos que a alma e o corpo não são idênticos e que aomatar o corpo não se mata a alma. Lc 12.4-5; Mt 17. 3; Mt 22.31, 32; Lc16. 22, 23; Lc 23. 43, 46; At 7.59
  13. 13. A VITÓRIA CRISTÃATRAVÉS DE CRISTO Hb 2. 14, 15 – A ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo não foi apenas oSeu triunfo pessoal sobre a morte mas, também o triunfo do Seu próprio povo. Por meio da Sua vitória tornou-Se o autor da vida para todos os cristãos. A morte, portanto, que no fim será tragada pela vida, é agora um inimigoconquistado. Rm 8. 11 - Em certo sentido, a morte é um nascimento, não um nascimentoespiritual para o Reino de Deus, mas um rebento de vida para o reino de além-terra, um nascimento no reino da glória.
  14. 14. O ESTADOINTERMEDIÁRIO
  15. 15. SHEOLAparece 65 vezes no AT
  16. 16. HADES
  17. 17. PARAÍSOSignifica um parque ou jardim de prazer.Gn 2.8 – Jardim do Édem. Lc 23.43 – Céu.2Co 12.4 - Ap 2.7 – paraíso de DeusTodas essas passagens se referem à uma vida que se segue à mortefísica.Is 65. 21-23, 25Is 35. 5,6Jo 14. 2-3Ap. 21. 3,4
  18. 18. CONCEITOS DIVERSOSCONCERNENTES AOESTADO INTERMEDIÁRIO
  19. 19. CRENÇA DO POVO HEBREU Todas as almasdesciam depois da morte para o Sheol, um lugarsombrio, subterrâneo, no qual os habitantes eram sombras existindonum estado de carência de força e poder, como num sonho. Emoutras ocasiões representava-se o Sheol dividido em duas partes:• O Pa

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