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Ferramentas de Gestão: Gestão, Projetos e Estratégias de Negociação

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Ferramentas de Gestão: Gestão, Projetos e Estratégias de Negociação

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FERRAMENTAS DE GESTÃO
Melhorar a qualidade e a eficiência de gestão das organizações é um dos grandes desafios das Organizações Sociais no Brasil, neste cenário as lideranças organizacionais assumem um papel de destaque, dentre eles o Gestor Social.
Ser um Gestor Social requer compromisso constante com o desenvolvimento de competências, especialmente na Gestão de Pessoas, Gestão de Serviços, Gestão Financeira, Gestão de Parcerias e Mobilização de Recursos. Estes são os Campos de Atuação do Gestor Social.

FERRAMENTAS DE GESTÃO
Melhorar a qualidade e a eficiência de gestão das organizações é um dos grandes desafios das Organizações Sociais no Brasil, neste cenário as lideranças organizacionais assumem um papel de destaque, dentre eles o Gestor Social.
Ser um Gestor Social requer compromisso constante com o desenvolvimento de competências, especialmente na Gestão de Pessoas, Gestão de Serviços, Gestão Financeira, Gestão de Parcerias e Mobilização de Recursos. Estes são os Campos de Atuação do Gestor Social.

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Ferramentas de Gestão: Gestão, Projetos e Estratégias de Negociação

  1. 1. 1 OS CAMPOS DE ATUAÇÃO DO GESTOR
  2. 2. 2 Os Campos de Atuação do Gestor O Gestor Recursos Público-Alvo Serviços Pessoas Gestão Financeira Gestão do Portfólio Gestão de Parcerias Comportamento Empreendedor
  3. 3. 3 O Gestor Integra, coordena, dá o rumo; Energiza os processos; Tem a visão do todo e de futuro; Harmoniza as relações; É o líder - o guia nas crises; Zela pela missão e pelos objetivos; Separa o urgente do importante; Capta e administra recursos; Exige: auto-desenvolvimento, identificação pessoal e auto-conhecimento.
  4. 4. 4 Pessoas Fazem acontecer, dão vida; Têm as competências e o potencial; Contribuem para a construção do ambiente da organização; São voluntários, técnicos, conselheiros; Desafio: mantê-las motivadas, comprometidas - com quem?
  5. 5. 5 Recursos Criam condições, são os meio; Possibilitam a realização das ações; Gestão financeira; Desafio: captar os recursos, utilizar e administrar - com o que?
  6. 6. 6 Serviços Definir portfólio; Planejar, definir e executar o atendimento; Distribuir e coordenar os processos; Alocar os recursos Desafio: fazer bem o que precisa ser feito - o que fazer? quando? como?
  7. 7. 7 Público-Alvo O motivo, a razão de ser; Necessidades e oportunidades; Exigências e expectativas; Atual e potencial; Principal e de apoio; Desafio: descobrir o que realmente faz a diferença para ele - quem devemos atender?
  8. 8. 8 Parcerias Os Sete C’s de uma boa relação de parceria: Clareza de propósito; Compromisso; Conexão entre indivíduos; Congruência de objetivos; Criação de valor para as partes envolvidas e para o projeto/ação comum; Comunicação; Contínuo aprendizado.
  9. 9. Marketing Institucional Plano de Atuação Posição ComposiçãoExposição Proposição O que se quer fazer, a quem se quer atingir, que resultados obter Canais de divulgação e distribuição ao públicos de interesse Com quem se aliar para atingir os objetivos Formatação final da causa a ser apresentada
  10. 10. GESTÃO POR PROJETOS Roteiro
  11. 11. ELABORAÇÃO DE PROJETOS QUESTÕES O que fazer? Onde fazer ? Como fazer ? Quem vai fazer ? Quando fazer ? Quanto custa fazer ? Como controlar ?
  12. 12. AS SETE BALIZAS DE UM PROJETO 1 - Missão 2 - Princípios 3 - Objetivos - Resultado 4 - Procedimentos - Como? 5 - Pessoas 6 - Prazos 7 - Recursos
  13. 13. 13 Definição de Problema Questões: • Existe um problema? • Qual é o problema? • Quais são os elementos essenciais do problema? • Quem é afetado pelo problema? • Qual a dimensão atual do problema e quais as suas conseqüências? continua.....
  14. 14. 14 ...continuação • Há informações relevantes e suficiente para desenvolver ações derivadas do problema? • Há dados disponíveis que permitam ter uma visão clara das condições geográficas, econômicas e sociais que afetam o problema? • Quais são as principais dificuldades para enfrentar o problema?
  15. 15. 15 A ÁVORE DE PROBLEMAS O tronco é o problema principal; As raízes são as causas; A copa são os efeitos;
  16. 16. 16 ÁRVORE DE PROBLEMAS ALTO PERCENTUAL DE JOVENS ENVOLVIDOS COM O TRÁFICO DE DROGAS JOVENS COM BAIXO NIVEL DE ESCOLARIDADE JOVENS INABILITADOS PARA O INGRESSO NO MUNDO DO TRABALHO ALTO INDICE DE JOVENS DESOCUPADOS NA COMUNIDADE ALTAS TAXAS DE EVASÃO ESCOLAR FALTA DE OPORTUNIDADES DE TRABALHO DESPREPARO DO PROFESSOR CURRÍCULOS DIVORCIADOS DA REALIDADE CAPACITAÇÃO NÃO DISPONÍVEL BALCÃO DE EMPREGOS INEXISTENTE
  17. 17. 18 A ÁVORE DE OBJETIVOS Os pontos de partida são a árvore de problemas e o diagnóstico. Trata-se de rever cada problema (negativo) e converte- lo em um objetivo (positivo) realista e desejável. Assim as causas são transformadas em meios e os efeitos em fins.
  18. 18. 19 ÁRVORE DE OBJETIVOS DIMINUIÇÃO DO PERCENTUAL DE JOVENS ENVOLVIDOS COM O TRÁFICO DE DROGAS AUMENTO DO NÍVEL DE ESCOLARIDADE JOVENS HABILITADOS PARA O TRABALHO BAIXO ÍNDICE DE JOVENS DESOCUPADOS NA COMUNIDADE BAIXAS TAXAS DE EVASÃO ESCOLAR AUMENTO DE OPORTUNIDADES DE TRABALHO PROFESSORES TREINADOS CURRÍCULOS ADEQUADOS À REALIDADE CURSOS DE CAPACITAÇÃO DISPONÍVEIS CRIAÇÃO DE BALCÃO DE EMPREGOS
  19. 19. 20 ESTABELECIMENTO DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos devem ser: Precisos- Quem se beneficiará? Qual será o benefício? O que se deseja transformar? Realistas- Existem recursos? É possível alcançar os objetivos no tempo previsto? Mensuráveis- podem ser quantificáveis? Complementares- os diversos objetivos se complementam?
  20. 20. Os 8 Pecados da Negociação

Notas do Editor

  • ZELAR PELA MISSÃO: O QUE NÓS PODEMOS FAZER?
    QUAL A NOSSA CAUSA?
    QUAL A COISA CERTA A SER FEITA?
    INOVAR É UMA NECESSIDADE A MUDANÇA NÃO É UMA AMEAÇA É UMA OPORTUNIDADE;
    ESTRATÉGIAS INOVADORES PARA ATENDENDER A MESMA COMUNIDADE, O QUE FAZ A DIFERENÇA;
    EQUILIBRAR O LONGO E O CURTO PRAZO;

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