A história do Sujeito Leitor

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Informações acerca d do leitor e a leitura.

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A história do Sujeito Leitor

  1. 1. Universidade Estácio de Sá A História do sujeito-leitor:uma questão para leitura Profº. Ana Cristina Angélica Gomes Cinthya Flavio Sandro
  2. 2. Principais idéias do autor <ul><li>a leitura é produzida; </li></ul><ul><li>a exploração da produção da “história da leitura do leitor” e “ história da leitura do texto”; </li></ul><ul><li>reducionismo : pedagógico, o linguístico e o social. </li></ul>
  3. 3. Aluno-leitor <ul><li>Não há grau zero e nem grau dez, o aluno já chega à escola com conhecimento de si e do mundo. Ele não pára de aprender. </li></ul>
  4. 4. O que a escola faz com isso? <ul><li>desqualifica essa forma de conhecimento que o aluno já tem; </li></ul><ul><li>recusa o fato de que ele é sujeito-leitor de outras formas de linguagem fora da escola. </li></ul>
  5. 5. Sujeito-leitor:uma perspectiva histórica <ul><li>A palavra texto significa “livro de evangelho”. </li></ul><ul><li>No século XIII,perde seu caráter sagrado para ter um sentido geral. Passa então, a designar qualquer texto, sagrado ou profano. </li></ul><ul><li>Texto sagrado: texto autêntico </li></ul><ul><li>Texto profano: texto comentado </li></ul>
  6. 6. Assujeitamento do indivíduo <ul><li>A invasão das novas tecnologias tem alterado quase que completamente o cotidiano do sujeito e suas relações com o outro e com o mundo, pois a realidade virtual encontra-se presente em todos os lugares – tela, multimídia, internet – e assim somos ameaçados pela interatividade que está por toda parte, misturando o que antes era separado, abolindo toda e qualquer distância </li></ul>
  7. 7. <ul><li>entre os sexos, os pólos opostos, o palco e a platéia, o sujeito e o objeto, enfim, entre o real e o virtual (Baudrillard, 1999). Essa (con)fusão de termos tem causado uma perda de referenciais, cuja possibilidade do juízo de valor também tem se perdido, seja com relação à arte, à política, à moral, às línguas, ou melhor, tudo está se tornando aceitável e incontestável. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Nada mais é impossível, a realidade virtual toma conta de todos os espaços e funciona como se fosse um mundo alternativo que se instala e é vivenciado pelos sujeitos como uma ficção, que abre possibilidades outras até então inexistentes nos meios de comunicação, como,por exemplo, a possibilidade que os sujeitos têm de ‘hiperconsumir’ as várias informações disponíveis. Tais mudanças parecem causar a (trans)formação na identidade do sujeito, que vê a era do virtual como aquilo que traz felicidade, embora momentânea; como o novo que seduz e prisiona </li></ul>
  9. 9. <ul><li>ao mesmo tempo; como o gozo que traz em si a falta e ilusão de desejo, como algo que “Dá tudo, mas sutilmente. Ao mesmo tempo tudo esconde.” (Baudrillard, 1999, p.149). </li></ul>
  10. 10. Passagem do sujeito religioso para o sujeito jurídico <ul><li>Subordinação explicita do homem ao discurso religioso é substituída por uma subordinação menos explicita, que insiste precisamente na idéia de um sujeito livre e não determinado quanto às suas escolhas: é o sujeito de direito, ou seja, a submissão a Deus dá lugar a uma crença menos visível, porque se aplica em preservar a idéia de liberdade e é mais abstrata e característica do formalismo jurídico. </li></ul>
  11. 11. Sujeito: eu – vontade própria <ul><li>Nas sociedades capitalistas o “eu” aparece como origem da ação de um sujeito autônomo que se manifesta em atos, possuindo assim, a sua própria individualidade. </li></ul><ul><li>A vontade – função psicológica – nem seria, pois, nem universal, nem permanente, sofrendo uma variação histórica e cultural. </li></ul>
  12. 12. Ambiguidade inerente à noção de sujeito moderno <ul><li>O sujeito é ao mesmo tempo submisso e autônomo; </li></ul><ul><li>diferentes formas de poder fabricam diferentes tipos de individualidades; </li></ul><ul><li>o estado funda sua legitimidade e sua autoridade sobre o cidadão. </li></ul>

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