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MARKETING
informações extraídas de dados de sistemas transacionais
ou não para apoiar o processo de tomada de...
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“Não existe software que resolva
todos os problemas de tomada de de-
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Matéria sobre o uso de BI por cooperativas com entrevista do nosso gerente de produto César Griebeler.

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  1. 1. MUNDOCOOP 1 Apesar de todos os problemas enfrentados nos seis primeiros meses do ano, as cooperativas continuam crescendo 65 A REVISTA DE GESTÃO, FINANÇAS, PESSOAS E MARKETING DO COOPERATIVISMO Ano 14 treinamentos focados em cooperativas PESSOAS como obter recursos para investir e quais os riscos de pegar financiamento? finanças
  2. 2. MUNDOCOOP4 Diretoria Douglas Alves Ferreira Luis Cláudio G. F. Silva Redação EDITORA / Katia Penteado - MTb 11.682/SP redacao@mundocoop.com.br Arte DIRETOR DE CRIAÇÃO / Douglas Alves Ferreira ASSISTENTE DE ARTE / Felipe Ramos revista@mundocoop.com.br Publicidade DIRETOR COMERCIAL / Luis Cláudio G. F. Silva comercial@mundocoop.com.br COMERCIAL / Adriana Aguilar Soares publicidade@mundocoop.com.br Controle e Operações Wilma Zacharias Impressão Gráfica Grafilar TIRAGEM / 15 mil exemplares Fotos Arquivo MundoCoop e Shutter Stock A revista MundoCOOP é uma publicação da HL/Mais Editorial Ltda. Rua Atílio Piffer, 271 - Conj. 22 - Casa Verde 02516-000 - São Paulo/SP - Telefone (11) 4323-2881 www.mundocoop.com.br Os anúncios e artigos assinados são de responsabilidade dos autores. As opiniões emitidas pelos entrevistados não refletem, o pensamento da coordenação dessa publicação. que crise?A REVISTA DEGESTÃO, FINANÇAS, PESSOAS E MARKETING DOCOOPERATIVISMO Em todos os tempos, o que não faltam são pessimistas e apocalípticos de plantão. No entanto, poucos conseguirem pintar o cenário com cores tão sombrias quanto as atuais. O usual é desejar que o ano acabe, que seja apagado, desapareça da história. Os mais otimistas gostariam de dormir – o melhor seria apenas piscar – e, ao acordar, tudo estar resolvido, e o País ter retomado níveis perceptíveis de crescimento da economia. No entanto, pelo cenário descrito por cooperativistas de vários ramos e Estados, os 5,7% da população brasileira associada a cooperativas são menos afetados por esses prognósticos. Esse número pode chegar a 22,8% dos habitantes deste país, que é o total estimado de cooperados e familiares que o movimento cooperativista agrega. Isso não significa que essas pessoas negam a crise ou são imunes a ela. Mostra, isso, sim, que nas dificuldades algumas características se sobressaem, como a resiliência. Em que pese todos os problemas enfrentados nos cinco primeiros meses do ano, muitas cooperativas continuam crescendo e investindo em 2015. Com isso, o cooperativismo confirma seu papel de ponte que liga o liberalismo e o socialismo, como definido por Roberto Rodrigues – embaixador especial para o Cooperativismo no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (ONU/FAO) e atual coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro). Comprova, também, a certeza de Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, de que “com um mercado restritivo, as cooperativas se apresentam como um caminho para o empreendedorismo, conscientizando as pessoas para a força do trabalho conjunto”. Mas esta edição foi preparada com muito cuidado e, entre muitos outros assuntos, traz ainda entrevista com o Professor Luiz Marins, considerado um dos mais preparados consultores brasileiros da atualidade, e apresenta, em Marketing, Business Inteligence e Lean Thinking como ferramentas que favorecem a análise e a leitura do mercado. Trata, também, da importância de treinamento em épocas turbulentas e as oportunidades geradas pela continuidade de investimentos. E mais: o Plano Safra 2015-2016 é analisado por Roberto Rodrigues. Confira e ótima leitura! Katia Penteado, Editora HLMAISP R O P A G A N D A HLMAISP R O P A G A N D A HLMAISP R O P A G A N D A
  3. 3. MUNDOCOOP6 12 16 32 34 24 44 | Finanças Como obter recursos para investir? Quais os riscos de pegar financiamento? Como conseguir capital de giro? 35 Ferramentas para análise e leitura do mercado contribuem na busca de clientes e na detecção de mercados em expansão 50 | Marketing Treinamentos focados em cooperativas - quais os diferencias frente a empresas e como reter talentos? 40 | Pessoas Sumário 26 | Gestão As mudanças na nova versão do relatório de sustentabilidade GRI GENTE & negócios 57 cooperativismo comprova resiliência Idade do Ouro58 18 53 08 | Entrevista Luiz Marins Um dos mais preparados consultores brasileiros da atualidade devido à sua formação acadêmica e experiência profissional Como estão caminhando os resultados de cooperativas de vários ramos nos primeiros meses frente ao cenário nacional
  4. 4. MUNDOCOOP50 o mercado imprevisível, competitivo e glo- balizado somado à conjuntura de reces- são da economia vi- venciada atualmente demanda dos execu- tivos e gestores capa- cidade de desenvol- ver, operacionalizar e implementar planos, ações, táticas, padrões, posicionamento e perspec- tivas que ajudem a prever – ou ao Ferramentas MAR KETING menos se precaver – dos impactos decorrentes da política econômica. E a tecnologia, mais do que nunca, constitui-se ferramenta importante e pode se transformar em diferencial competitivo. Entre as muitas possibilidades dis- ponibilizadas no mercado, está o Busi- ness Intelligence (BI), também conhe- cido como Inteligência de Mercado ou Inteligência Empresarial, um processo de coleta, organização, análise, com- partilhamento e monitoramento de paraanálise eleituradomercado conquistamespaço hoje, ferramentas tecnológicas dão suporte a decisões em todos os níveis, desde operacionais a estratégicos
  5. 5. MUNDOCOOP 51 MARKETING informações extraídas de dados de sistemas transacionais ou não para apoiar o processo de tomada de decisão fun- damentados em dados reais. “Esta tecnologia permite que as análises realizadas com base nos dados de diversas origens (sistemas tran- sacionais, arquivos texto, planilhas e, mais recentemente, dados não-estruturados - Big Data) sejam consolidados em uma base de dados única. Com isso o processo de to- mada de decisão tende a ser mais controlado e com maior qualidade”, define Celso Poderoso, economista, mestre em Tecnologia e especialista em redes sociais aplicadas à Edu- cação, que também é coordenador dos cursos de MBA e professor dos cursos de pós-graduação da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), gerente de serviços na MicroStrategy e autor de diversos livros, entre outras funções. estratégia empresarial A meta é, sempre, a qualquer momento e em qualquer lugar, permitir que o gestor tome decisões seguras e con- fiáveis via acesso a informações transformadas em dados. Em função das características de cada atividade, empre- sa ou cooperativa, não há uma aplicação padronizada, ou, como prefere Poderoso, “não há duas empresas que utili- zem, visualizem e tomem decisões da mesma forma”. Por isso, uma aplicação de BI deve ser desenvolvida para cada organização, com o cuidado de acompanhar o pro- cesso de gestão da organização e identificar os indicadores importantes para medição do desempenho da empresa. “É possível utilizar alguns componentes básicos que são co- muns a muitas organizações ou segmentos. Porém, sempre será necessário adaptar e customizar uma aplicação para a cultura da empresa”, preconiza o mestre em Tecnologia, detalhando que BI precisa ser implantada com uma visão ampla da estratégia organizacional. “Sabendo onde a empresa quer chegar é possível iden- tificar os indicadores para suprir os gestores com os dados necessários para tomar decisões. É necessário utilizar as ferramentas adequadas e ter o capital humano para su- portar todo o processo de desenvolvimento e análise da aplicação de BI”, resume o consultor. O fundamental é ter um projeto claro e específico, patrocinado por um profissional que tenha visão da im- portância de utilizar os dados para tomar decisões mais consistentes. Poderoso garante que, tecnicamente, “há ferramentas de banco de dados, integração e visualiza- ção de dados que atendem a qualquer tipo e tamanho de empresa. Há profissionais especializados em grande quantidade e há diversos casos de sucesso que podem ser utilizados para utilizar como exemplo durante a fase de projeto e implantação”. É necessário atentar que “BI não é uma solução exclu- sivamente técnica ou de negócio. É uma união destas duas forças da organização. Integração, arquitetura e visão do processo de tomada de decisão é fundamental para o su- cesso dos projetos de BI”, destaca. REComendações para implantação de bi 1. Tenha um patrocinador“forte” 2. Tenha uma visão de longo prazo 3. Comece com um projeto pequeno, mas que esteja alinhado com a estratégia da empresa 4. Utilize ferramentas adequadas para utilizar em todas as etapas do processo 5. Faça um desenho de arquitetura que suporte a visão de longo prazo 6. Não confie em soluções prontas. Seu negócio é único e é assim que ele precisa ser tratado 7. Tenha capital humano com experiência e vivência profissional na área 8. Tenha um processo de tomada de decisão baseado na cultura da sua organização Fonte: Celso Poderoso
  6. 6. MUNDOCOOP52 informatização “Não existe software que resolva todos os problemas de tomada de de- cisão”, constata Poderoso, citando a necessidade de que a empresa possua um processo estruturado, que sejam feitas customizações nas soluções aplicadas e que haja uma cultura or- ganizacional voltada para esta finali- dade, com o gestor estando convicto de que é possível tomar decisão fun- damentado em dados. Cesar Griebeler, gerente de Produ- tos da Senior – empresa especializada no desenvolvimento de softwares para gestão, que disponibiliza ebook grátis sobre o tema em seu site – lembra que “o BI da Senior tem uma sintonia fina com o sistema de ERP, o que garante confiança nas informações e permite uma tomada de decisões assertiva e ágil. Dados atualizados e consultas di- MARKETING cial no seu dia a dia, uma vez que os da- dos, como servem de base para criação das visões e relatórios, já devem estar minimamente organizados em algum sistema, pois servirão de matéria-prima para a construção do BI”. A relação custo–benefício e o prazo para retorno de investimento depen- dem, diretamente de uma correta defini- ção dos processos que precisam de uma ferramenta de BI para melhoria, afirma Griebeler. “Nesse momento é preciso ter em mente o que precisa ser automatiza- do para então mensurar o retorno esti- mado. Esse retorno vai variar de projeto para projeto e de empresa para empresa, porém, a certeza é uma só: a ferramenta vai ajudar a reduzir custos e aumentar receitas”, recomenda. uma novidade vinda do oriente nâmicas na velocidade de um apertar de botões permitem que o executivo tome decisões no momento exato em que elas são necessárias minimizan- do os impactos e melhorando o processo de gestão”. O ideal – lembra o con- sultor – é que, ao optar por investir numa ferramen- ta de BI, a organização já possua certo grau de automatização em seus processos, assim como maturidade para defi- nir e pensar como o BI pode ser um diferen- Filosofia de gestão criada pela Toyota após o término da 2ª Guerra Mundial, que foca a sistemática eliminação dos desperdícios (atividades que não agregam valor segundo a ótica do cliente), presentes nos proces- sos, o Lean Thinking (pensamento enxuto), nos últimos anos, rompeu as barreiras da manufatura e hoje é utilizado em áreas como Saúde (clínicas e hospitais), Serviços (Seguradoras) e Agronegócio (Plantação de cana de açúcar e morango), por exemplo. “Equivocadamente, a maioria das pessoas acredita que para ter a fi- losofia basta implantar ferramentas, tais como o Kanban, por exemplo”, alerta Carlos Eduardo Moretti, docente e consultor na Fundação Vanzoli- ni, frisando que, quando da implantação, a primeira decisão a ser tomada compreende a forma como será adquirido o conhecimento necessário à implantação da filosofia. Nesse processo, três pontos são fundamentais: Instrutor, Colaborador e Sensei (mestre em japonês). Em outras palavras, é preciso“qualificar pro- fissionais que já fazem parte do quadro da empresa como instrutores, atra- vés de participação em treinamentos, workshops e congressos; buscar no mercado um profissional que já tenha o conhecimento necessário para liderar a implantação e integrá-lo ao quadro da empresa; e encontrar no mercado um Sensei que possa compartilhar suas experiências e su- portar o processo de mudança”, detalha. Quando aplicados de forma adequada, os conceitos do Lean Thinking permitem os cha- mados “ganhos de dois dígitos”, assim espe- cificados pelo consultor da instituição: “reduções de 40% a 60% nos estoques de materiais em processo; de 10% a 20% nos lead-times de produção, de 30% a 40% no refugo/retrabalho, e aumento de produtividade da mão de obra da ordem de 40% a 50%”. cesar griebeler, gerente de produtos da senior

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