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Boletim Universo EAD Setembro/Outubro 2013 - Educação a Distância

  1. 1. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 2 Capacitação a distância para todas as gerações Seja qual for a área de atuação, profissionais precisam se manter atualizados Falar sobre a afinidade entre a geração Y e os recursos tecnológicos não é novidade. E um ponto bastante importante para este público é a formação, pois estes jovens costumam ter muita pressa para aprender, “fazer a diferença” e ascender profissionalmente. Um consenso entre especialistas da educação é que as aulas presenciais nunca serão extintas. Mas é fato que tecnologias digitais e a educação a distância têm ganhado cada vez mais adeptos, seja por conta de grandes percursos e congestionamentos, falta de tempo ou apenas pela simples preferência do aluno. Segundo Martha Gabriel, consultora, docente e palestrante nas áreas de Tecnologia e Marketing, as tecnologias digitais de informação e comunicação podem colaborar muito com a formação de qualquer profissional. “Isso já está acontecendo, não apenas com a geração Y, mas com pessoas de diversas idades”, diz. Ela lembra que, hoje, a qualquer instante, as pessoas não apenas têm um volume gigantesco de informações disponíveis por diversos meios de acesso digital, como também estão em contato virtual com milhões de pessoas, que também podem colaborar com mais informações. “Quanto mais interconectados, mais acesso temos a cérebros computacionais e humanos.” Atualmente, tanto na educação a distância quanto na presencial, os recursos da web 2.0 e 3.0 (web semântica, computação em nuvem) são importantes para enriquecer aulas e potencializar as estratégias de aprendizagem propostas. Afinal, os meios digitais colaboram muito com o processo de aprendizagem colaborativa e com a construção coletiva do conhecimento. Assim, seja qual for a modalidade educacional escolhida, colaboradores de todas as gerações têm de se capacitar, pois bons profissionais estão em falta no mercado. O fato é que a procura por talentos está aquecida, especialmente porque muitos deles estão optando pelo empreendedorismo, construindo seus próprios sonhos e empreendimentos. Com diversas opções de formação, o Senac tem se destacado na oferta de cursos nos mais variados níveis e áreas, seja na capacitação formal, de especialização ou livre. E formar colaboradores para atividades contemporâneas é uma característica que está no DNA da instituição, que nasceu justamente com a missão de ampliar a oferta de profissionais capacitados. Atualmente, na modalidade a distância, a instituição já oferece mais de 100 opções de cursos, incluindo títulos livres, técnicos, graduações, pós-graduações e extensões universitárias. Capacite- se e faça a diferença! Essa matéria integra o Boletim Universo EAD - ano 9 nº 80
  2. 2. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 3 Liderança e Recursos Humanos: a arte de gerenciar o bem mais precioso das empresas Cursos a distância preparam profissionais para liderar e gerenciar equipes Em tempos de mudanças constantes em um mercado que não pode parar, nada melhor do que preparar as equipes corporativas para adaptações necessárias aos novos cenários que surgem a todo momento. Porém, a arte de gerenciar equipes que atuam em quaisquer áreas, ou ainda todo um departamento de Recursos Humanos (RH), não é uma tarefa nada fácil – independentemente do porte da empresa em questão. Um setor de RH, por exemplo, conta com rotinas estratégicas e também burocráticas, especialmente aquelas ligadas ao departamento pessoal – que pode ser integrado ao RH, ou não. Afinal, uma área precisa gerenciar talentos, competências e conhecimento, enquanto a outra tem de cuidar dos aspectos administrativos, legais e financeiros dos profissionais, entre outras questões. Enquanto a área estratégica do RH tem foco na colaboração e no fomento da inteligência organizacional, o departamento pessoal necessita ter extrema atenção aos custos operacionais, ao cumprimento de leis e à otimização de processos. Dessa forma, um requesito bastante importante no perfil profissional de quem atua em RH é saber aliar o completo conhecimento de sua equipe à habilidade de negociação. Além disso, o papel de motivar e incentivar o desenvolvimento de um grupo de profissionais cabe ao líder, seja ele do RH, ou não. Pois é esse líder que também tem a missão de ajudar os colaboradores a perceberem a importância que têm no sistema corporativo em que estão inseridos. Seja para organizar grupos, encontrar ou reter talentos, os profissionais que lideram diversas áreas precisam aperfeiçoar o conhecimento sobre liderança, gerenciamento de equipes, planejamento de processos e outros temas que envolvem o bem mais precioso das empresas: os colaboradores. Por isso, com o objetivo de preparar líderes e facilitadores que alcancem metas e mantenham a constante melhoria no desempenho de colaboradores e grupos, o Senac desenvolveu cursos a distância que podem ser grandes aliados daqueles que desejam assumir a tarefa de liderar e gerenciar equipes. Dentre as ofertas da instituição, o curso livre Técnicas de Liderança é indicado a profissionais de todas as áreas. Ministrado totalmente a distância, o curso tem duração de 20 horas e pode ser cursado por qualquer pessoa com 16 anos ou mais que tem interesse no tema e esteja cursando ou tenha completado o ensino médio. Outra boa opção é o Técnico em Recursos Humanos. Também ministrado a distância, esse curso
  3. 3. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 4 técnico tem duração de 800 horas e exige, no máximo, um encontro presencial por semana. O objetivo é capacitar o aluno para atuar na gestão de diversas atividades ligadas ao RH, como serviços de recrutamento e seleção de colaboradores, por exemplo. Além disso, ao terminar o curso, o profissional também poderá atuar em atividades referentes ao departamento pessoal, como na definição de cargos e salários, gerenciamento de benefícios, treinamentos e desenvolvimento de equipes. Para participar, é necessário ter ao menos 18 anos e estar cursando ou já ter completado o ensino médio. Para quem tem interesse em se graduar na promissora área de RH, o curso Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos tem duração de dois anos. Embora seja realizado a distância, seguindo as exigências do Ministério da Educação (MEC), há algumas atividades presenciais obrigatórias, incluindo duas avaliações por semestre e a apresentação do Trabalho Final de Conclusão (TCC) – que acontece no último período do curso. O processo seletivo para o primeiro semestre de 2014 já está aberto e as inscrições poderão ser feitas até 18 de fevereiro de 2014. Essa matéria integra o Boletim Universo EAD - ano 9 nº 80
  4. 4. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 5 Geração Y: criatividade e irreverência no mundo corporativo Perceber o sentido do trabalho, conquistar liberdade e obter reconhecimento são as principais ambições dos jovens profissionais A nova geração de profissionais é o tema abordado por Roberta Rivellino, consultora em recrutamento, treinamento e coaching. Graduada em turismo na Suíça, a especialista é pós- graduada em recursos humanos e em marketing e foi chief executive officer (CEO) do The Talent Business para a América Latina – grupo inglês especializado em headhunting. Nesta entrevista, Roberta comenta a evolução do ambiente corporativo e oferece dicas para reter talentos, conquistar comprometimento dos colaboradores e manter uma relação profissional saudável com os jovens que pretendem mudar o universo corporativo. Universo EAD – Muitos falam em geração Y, mas nem todo mundo sabe exatamente qual é a faixa etária que compõe esse grupo. Você pode descrever um pouco essa geração? Roberta Rivellino – Nascida entre 1980 e 1999, a geração Y é a mais populosa de todos os tempos depois dos Baby Boomers, grupo composto por pessoas nascidas entre 1946 e 1964. Filhos de pais mais ausentes, por trabalharem fora de casa, os jovens da geração Y foram criados dentro de uma nova realidade familiar, em estruturas menos convencionais. Apesar disso, essa geração valoriza e aprecia o jeito de seus pais, especialmente por serem mais comunicativos e darem mais espaço aos filhos dentro da família. Desde cedo, esses jovens aprenderam a participar das decisões familiares e se sentem valorizados por isso. Também foram educados para se sentirem valiosos e respeitados, respondendo mal ao autoritarismo. Por ter nascido na era digital, a geração Y tem a tecnologia como uma extensão de sua vida, pois teve acesso a computadores, games e celulares desde pequena. São jovens bem informados, totalmente conectados e que usam serviços de SMS, comunidades, redes sociais e chats para se relacionar com amigos e pares. Menos preconceituosa, a geração Y aceita melhor a diversidade e gosta de estar em grupo. Apesar de muito realistas, esses jovens são extremamente otimistas. Porém, são ansiosos, impacientes e
  5. 5. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 6 acreditam que podem aprender e assumir responsabilidades rapidamente, mas não gostam de rotinas nem de tarefas repetitivas. Criativos, empreendedores, pragmáticos e irreverentes, esses indivíduos desejam trabalhar em projetos e ideias que “tenham sentido”. E, quando encontram uma ocupação assim, são absolutamente comprometidos. Além disso, querem ter controle econômico de suas vidas e têm muita clareza sobre a necessidade de encontrar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Universo EAD – No mercado de trabalho, quais são os conflitos mais comuns entre a geração Y e os profissionais mais experientes? Roberta Rivellino – Insubordinação e falta de compromisso. Essa geração não gosta de ser controlada. Por natureza, esses jovens são menos hierárquicos, pois tiveram um papel mais participativo dentro da dinâmica familiar, inclusive para a tomada de importantes decisões. Aprenderam que têm de ser respeitados e que devem expor insatisfações. Eles não se subordinam a cargos, mas a vínculos. Cobram uma liderança coerente e participativa, em que o líder tem o papel de inspirar e guiar o caminho, mas sem controlar. São comprometidos com causas, com algo que vá fazer a diferença; a um líder e não a uma instituição. Para as gerações anteriores, tudo foi muito diferente. Em muitos casos, o mote era “quem sabe manda e quem tem juízo obedece” ou “trabalho melhor sozinho”. Eram épocas em que se valorizava cargo, poder, controle, rígidas estruturas, longas carreiras etc. Ou seja, muito diferente do que vemos hoje. Universo EAD – Mas não é comum haver conflito de gerações em todas as épocas? O que há de diferente com relação à geração Y? Roberta Rivellino – Sim, é comum haver algum conflito em todas as gerações. Acontece que estamos vivendo um momento importante de transformação na sociedade por conta da evolução da tecnologia, que proporciona mais acesso à informação, conectividade entre pessoas e, principalmente, mudou a maneira como essa geração – e a próxima – se relaciona. Por isso, as diferenças ficam mais expostas, fazendo com que os conflitos sejam muito mais aparentes. Universo EAD – Podemos afirmar que as gerações anteriores se adaptavam aos modelos corporativos existentes e a geração Y está mudando o comportamento empresarial? Roberta Rivellino – Sim e não. As gerações anteriores valorizavam mais os cargos, as grandes estruturas, o poder de uma marca (“trabalho na empresa X”), o controle e vários outros símbolos que diziam o que era ou o que deixava de ser importante. Por isso, se adaptavam mais facilmente aos modelos corporativos. No passado, o acesso à informação era algo para poucos e, em muitos casos, isso significava ter poder. Além disso, por muitas décadas, houve pouco espaço para diálogos e mudanças nas organizações. Ou seja, você é quem tinha de se adaptar à empresa... E não a empresa a você! O que a geração Y está fazendo é apenas acelerar esse processo de mudança porque, apesar de flexível, não quer mais manter relações de trabalho estruturadas. Em contrapartida, muitas empresas lideradas por talentos de outras gerações já perceberam a importância de mudar e estão “dando ouvidos” a essas novas necessidades. Eu diria que são duas forças tentando encontrar o equilíbrio. Universo EAD – Qual é a maneira ideal de lidar com profissionais da geração Y? Roberta Rivellino – É necessário ser transparente e apontar o cenário real. Os profissionais da geração Y são otimistas e, ao mesmo tempo, céticos. Por isso, permita que eles participem da
  6. 6. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 7 tomada de decisões; defina se é realmente necessário que fiquem no escritório de segunda a sexta, das 9 às 18 horas; seja criativo na forma de compor a jornada de trabalho; crie oportunidades, desafios e aprendizados constantes. Em resumo, reconheça e valorize o trabalho deles e nunca os subestime. Universo EAD – Quais são os maiores atrativos profissionais sob o ponto de vista da geração Y? Roberta Rivellino – Esses profissionais querem um bom ambiente de trabalho, poder fazer a diferença, ter desafios constantes e crescimento na carreira – têm pressa e querem conquistar grandes coisas. Além disso, querem flexibilidade, pois podem trabalhar de casa, do escritório, do parque, etc., e um bom pacote de compensação. Até me atrevo a dizer que eles querem tudo isso nessa ordem! Universo EAD – Você acredita que esse perfil de profissional esteja mais em busca de status, carreira ou bons salários? Roberta Rivellino – Acredito que esses profissionais querem fazer a diferença, contribuir para um mundo melhor e acompanhar transformações. Querem ser ricos e famosos, mas não são movidos apenas por dinheiro ou cargos. Aliás, esses itens estão bem abaixo na lista de prioridades deles, pois são quase uma consequência de fazer algo muito bem feito, e não uma exigência. Universo EAD – E quanto aos processos de seleção? Quais são os modelos mais adequados para identificar talentos entre a geração Y? Roberta Rivellino – Em diversas partes do mundo, as empresas estão buscando formatos inovadores para atrair e recrutar esses talentos. Em Paris, por exemplo, a L’Oréal mudou o processo de seleção de trainees, criando jogos interativos. Os candidatos que passaram com mais pontos para as fases seguintes tinham maior chance de serem chamados para uma entrevista ou para um trabalho. Nos Estados Unidos, a Unilever e a Microsoft também fizeram algo parecido. Mas o processo de recrutamento continua muito parecido e as entrevistas pessoais ainda vão acontecer. Talvez agora haja um número maior de pessoas envolvidas, mais entrevistas em grupo e entrevistadores mais preparados para conversar com essa geração. Universo EAD – Você acredita que os games chegaram ao mundo corporativo para ficar? Roberta Rivellino – Sim. Acredito que serão usados cada vez mais pelas empresas para manter a comunicação com consumidores e colaboradores. E os games serão ferramentas importantes para transmitir informações, estudar comportamentos, recrutar e capacitar talentos. Universo EAD – Você acha que as redes sociais podem colaborar com os processos de seleção para esse perfil de profissional? Roberta Rivellino – Sim. Essa é uma geração que se movimenta – e se apoia – muito nas redes sociais para várias coisas de suas vidas, como compartilhar fotos, juntar amigos, discutir temas importantes. Então, por que não poderia procurar emprego? Hoje, quase todas as grandes empresas têm perfis nas redes sociais, divulgando vagas, eventos, treinamentos, concursos e curiosidades. O Linkedin provavelmente é a plataforma mais usada para buscar talentos e ofertas de trabalho em todo o mundo. Universo EAD – Você acredita que a geração Y pode ter mais afinidade com educação a distância? Roberta Rivellino – A educação a distância não tem a ver com uma geração em especial, mas com as oportunidades que foram criadas a partir da tecnologia. Quanto a se adequar a esse perfil, depende muito do conteúdo e da habilidade do programa em manter o estudante envolvido o
  7. 7. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 8 tempo todo. Universo EAD – Como você acha que os tutores de educação a distância devem proceder para conquistar a geração Y, especialmente em cursos corporativos? Roberta Rivellino – Mantendo-os envolvidos e interessados. Vale lembrar que eles são curiosos, querem aprender e são muito criativos. Além disso, estão buscando flexibilidade. Ou seja, uma aula no parque, ao ar livre, também pode ser interessante! Cursos a distância Para quem tem interesse em encontrar, administrar e reter talentos no mundo corporativo, o Senac oferece diversos cursos a distância que ajudam a formar profissionais para liderar e atuar na gestão de equipes, evitando conflitos. Confira alguns títulos do portfólio nos links abaixo: Técnicas de Liderança – curso livre com duração de 20 horas Administração de Conflitos – curso livre com duração de 20 horas Técnico em Recursos Humanos – curso técnico com duração de 800 horas Essa matéria integra o Boletim Universo EAD - ano 9 nº 80
  8. 8. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 9 A nova corrida do “ouro” Empresas de todos os setores se apressam na disputa por atenção nas redes sociais As tecnologias de comunicação e informação digitais têm modificado, cada vez mais, o modo como interagimos e nos relacionamos. Segundo Martha Gabriel, consultora, docente e palestrante nas áreas de tecnologia e marketing, a evolução tecnológica é um dos importantes fatores a impulsionar transformações sociais, desde a descoberta do fogo. E esse é um processo contínuo. Entre o passado e os dias de hoje, a principal diferença está na velocidade com que as novas tecnologias são aplicadas. “Transformações que demoravam décadas, agora ocorrem em anos. Isso torna o cenário complexo, pois as atuais tecnologias utilizadas e os respectivos graus de adoção em públicos diferentes são muito distintos – em idade, educação, cultura, etc.” O fato é que, independentemente das particularidades, as atuais tecnologias digitais têm atingido grupos de todas as áreas sociais e empresariais. Além disso, a presença cada vez mais expressiva da geração Y no mercado de trabalho – como colaboradora e como consumidora – também tem impulsionado a mudança de diversos paradigmas corporativos. Por isso, as empresas têm corrido para acompanhar o ritmo desses ágeis usuários, sempre ávidos na busca de recursos, informações, redes e ferramentas. Praticamente todos os dias surgem novos meios e modos de acesso digital. Mas será que tais transformações já estão colaborando com a evolução do mercado? Para a pesquisadora Gisela Castro, especialista em comunicação e práticas de consumo, ainda há uma certa histeria corporativa pela presença nas redes sociais. “As redes sociais passaram de grandes vilões a poderosos salvadores. Mas nem todas as marcas conseguem estabelecer uma forte relação com os consumidores e se tornam tão admiradas como uma Apple ou uma Harley- Davidson, por exemplo”, avalia. De acordo com um estudo divulgado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc), 65% das empresas no país já estavam presentes nas redes sociais, na ocasião. Como benefício, o fortalecimento da marca foi o índice mais apontado. Porém, quase metade dos entrevistados ainda não havia percebido mudanças nos resultados baseados em tais ações. Já em maio deste ano, outro estudo do Ibramerc comparou as ações realizadas pelas empresas nas redes sociais durante 2011 e 2012. E os resultados apontam que a adoção dessas mídias continuará em crescimento nos próximos anos. Dentre as companhias focadas no consumidor final (B2C), a pesquisa revela que a maioria investe em mídias sociais para facilitar as ações relacionadas aos negócios e às vendas. Nessas empresas, os motivos que mais impulsionam o uso das redes são estreitar laços com o cliente, prover conteúdo e informação, entender as necessidades do mercado e monitorar marcas. O Facebook é a ferramenta mais usada pelas empresas B2C. Citada por 76% das companhias, a rede alcançou um crescimento de 6% de utilização entre 2011 e 2012. Na sequência, aparece o
  9. 9. Boletim Universo EAD – Setembro/Outubro 2013 - ano IX nº 80 Página 10 YouTube, com 51% das menções, o que significa um aumento de 4% no mesmo período. O Twitter, embora ainda tenha 57% de adesão, aparece na contramão, com uma queda de 4% junto às preferências do segmento B2C. Mas como manter a comunicação e a proximidade com indivíduos da geração Y, de maneira adequada, em um cenário digital tão heterogêneo? Martha Gabriel diz que basta adotar os recursos que eles usam, incluindo as ferramentas e a linguagem corretas. Isso parece bem simples. Porém, Martha realça que o sucesso, diante de cada grupo, também depende do desenvolvimento econômico, cultura, classe social e até da infraestrutura tecnológica local, além de vários outros fatores. Justamente por isso, a especialista recomenda que cada companhia avalie a forma de se comunicar com seu respectivo público. “As redes sociais digitais são ótimas ferramentas para pesquisar o comportamento, os valores e as atitudes dos públicos mais diversos. Esses dados são o verdadeiro alicerce para a construção de uma comunicação adequada”, sugere. Seja qual for a estratégia e a tecnologia utilizadas, as empresas têm de ser ágeis para se comunicar com seus consumidores, especialmente se tiverem a geração Y como foco. Contudo, de acordo com Gisela, esse movimento corporativo não pode acontecer a qualquer preço. “Mesmo nas redes sociais, as companhias têm de manter seus valores”, enfatiza. O fato é que o uso das redes sociais como ferramenta de comunicação corporativa exige a definição cuidadosa de planos e estratégias. Por isso, profissionais capacitados têm sido cada vez mais requisitados e, para quem quer se aprimorar, a falta de tempo já não é empecilho, especialmente por conta da oferta de cursos de qualidade a distância. Conheça, abaixo, algumas opções que o Senac oferece nas áreas de comunicação, gestão e comércio: Plano de Marketing: desenvolvimento e implementação – curso livre com duração de 30 horas Técnicas de Fidelização – fazendo o cliente voltar – curso livre com duração de 20 horas Técnico em Marketing – curso técnico com duração de 800 horas Tecnologia em Marketing – graduação com duração de 2 anos Gestão do Relacionamento com o Cliente – pós-graduação com duração de 360 horas Gestão de Marketing – pós-graduação com duração de 360 horas Essa matéria integra o Boletim Universo EAD - ano 9 nº 80

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