Seffa 2010 cfs_exercito

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Curso de Formação de Sargentos do Exército (Coronel Lúcio Santos/ Comandante da Escola de Sargentos do Exército)

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  • Enquadramento legal - Dec-lei nº 920/76 – necessidade da criação de uma Escola de Formação de Sargentos (EFS) - Dec-lei nº 181/77 – criação da EFS (extinção do CIOE) -Dec-lei nº 275/81 – criação Escola de Sargentos do Exército (ESE) -Dec-lei nº 127/93 – reformulação do CFS (confere qualificação profissional nível 3 e equivalência 12º ano escolaridade) -Dec-reg nº 4/96 – aprovação do estatuto da ESE (estabelecimento militar de ensino profissional) -Port nº 124/96 – aprovação do plano do CFS (duração de 3 anos lectivos, total de 4200 horas) -Port nº 256/05 – actualização da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação -Dec-lei nº 88/06 – criação dos Cursos de Especialização Tecnológico (CET) -Port nº 782/09 – regulação do Quadro Nacional de Qualificações -Directiva nº 29/10 do Exmo GEN CEME -Normas de Frequência, Avaliação e Classificação
  • APESAR DE NÃO CONSTAREM DO QOP APROVADO (MAR2007), A SECÇÃO DE AVALIAÇÃO E QUALIDADE E A SECÇÃO DE INFORMÁTICA ESTÃO COMTEMPLADAS NA PROPOSTA DE QUADRO ORGÂNICO PARA APROVAÇÃO. ESTAS SECÇÕES ENCONTRAM-SE JÁ A FUNCIONAR, SENDO QUE A PRIMEIRA, SEC AVALIAÇÃO, É RESPONSÁVEL PELA AVALIAÇÃO INTERNA DA FORMAÇÃO E DOS RESTANTES ÓRGÃOS DA UNIDADE, AFECTOS OU NÃO À FORMAÇÃO.
  • APESAR DE NÃO CONSTAREM DO QOP APROVADO (MAR2007), A SECÇÃO DE AVALIAÇÃO E QUALIDADE E A SECÇÃO DE INFORMÁTICA ESTÃO COMTEMPLADAS NA PROPOSTA DE QUADRO ORGÂNICO PARA APROVAÇÃO. ESTAS SECÇÕES ENCONTRAM-SE JÁ A FUNCIONAR, SENDO QUE A PRIMEIRA, SEC AVALIAÇÃO, É RESPONSÁVEL PELA AVALIAÇÃO INTERNA DA FORMAÇÃO E DOS RESTANTES ÓRGÃOS DA UNIDADE, AFECTOS OU NÃO À FORMAÇÃO.
  • APESAR DE NÃO CONSTAREM DO QOP APROVADO (MAR2007), A SECÇÃO DE AVALIAÇÃO E QUALIDADE E A SECÇÃO DE INFORMÁTICA ESTÃO COMTEMPLADAS NA PROPOSTA DE QUADRO ORGÂNICO PARA APROVAÇÃO. ESTAS SECÇÕES ENCONTRAM-SE JÁ A FUNCIONAR, SENDO QUE A PRIMEIRA, SEC AVALIAÇÃO, É RESPONSÁVEL PELA AVALIAÇÃO INTERNA DA FORMAÇÃO E DOS RESTANTES ÓRGÃOS DA UNIDADE, AFECTOS OU NÃO À FORMAÇÃO.
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    1. 1. Seminário EXÉRCITO PORTUGUÊS “Ensino e Formação nas Forças Armadas” “O Ensino Militar Profissional na Carreira de Sargentos. Perspectivas para a Formação Inicial e Cursos de Promoção. Escola de Sargentos do Exército” 27 de Maio 2010 DIVISA: “Vontade e Saber” 1
    2. 2. SUMÁRIO (proposta) ESE: “Locus” Estrutural e Legal Criação da ESE e evolução do Quadro Legal Missão e Atribuições EXÉRCITO PORTUGUÊS Organização Modelo de Formação da Carreira de Sargento O Sargento dos QP do Exército – Perfil Macro Modelo Conceptual Integrado para a Formação dos Sargentos Cursos de carreira – Modelo em vigor no Exército PROSPECTIVA: Projectos em curso Perfil de Competências do Sargento dos QP do Exército Apuramento do Modelo de Selecção para o CFS / QP Ajustamento do actual Modelo de Formação – Base de Carreira 2
    3. 3. Escola de Sargentos do Exército EXÉRCITO PORTUGUÊS “Locus” Estrutural e Legal Decreto-Lei Estatuto da ESE ei Nº 127/93 DR 4/96 (C.M.) Decreto-L , do CR Nº 275/81 Estabelecimento Militar de Ensino Profissional DA ESE Ingresso: 9º Ano de Escolaridade CRIAÇÃO Saída: nível 3 - equivalência ao 01Jun81 12º Ano de Escolaridade HERDEIRA do RI 5 (1953) (1953) HERDEIRA da EFS/Lamego (Dec-Lei 181/77) (Dec- 181/77) Ingresso actual: 12º Ano de Escolaridade 3
    4. 4. Escola de Sargentos do Exército “Locus” Estrutural e Legal Missão primária EXÉRCITO PORTUGUÊS A Escola de Sargentos do Exército é um Estabelecimento de Ensino Militar (EEM) que, nos termos do Decreto Regulamentar Nº 4/96 de 8 de Julho, tem como missão primária assegurar a preparação militar, sócio-cultural, científica e técnica necessária ao ingresso e progressão na carreira de Sargentos dos QP. …outras missões de natureza territorial e de apoio à comunidade da região de Caldas da Rainha… (relação de abertura e proximidade) 4
    5. 5. Escola de Sargentos do Exército “Locus” Estrutural e Legal Atribuições •Ministrar os CFS do QP (1º ano); EXÉRCITO PORTUGUÊS •Ministrar os Cursos/Estágios de Promoção a SAJ (1ª parte) e a SCH; •Ministrar, quando determinado, outros cursos (e.g., CFS RV/RC); •Integrar nos seus cursos e estágios, quando superiormente autorizado, militares dos outros Ramos das FA e das FSeg; •Integrar nos seus cursos e estágios alunos estrangeiros, ao abrigo dos acordos de cooperação; •Desenvolver outras actividades determinadas superiormente 5
    6. 6. Escola de Sargentos do Exército “Locus” Estrutural e Legal Inserção Orgânica da ESE CEME EXÉRCITO PORTUGUÊS VCEME Órgãos Conselho EME IGE Cmd Pess Cmd Log CID CFT DF ESE Seminário – ensino e formação nas Forças Armadas 27Mai10
    7. 7. Escola de Sargentos do Exército “Locus” Estrutural e Legal Organização Matriz Regimental (adaptada) COMANDO EXÉRCITO PORTUGUÊS Conselho Conselho Escolar Pedagógico Conselho Disciplina Sec Infor Sec Pes SOIS Sec Log Direcção de Corpo de Ensino Alunos CCS 7
    8. 8. Carreira de Sargento EXÉRCITO PORTUGUÊS Modelo de Formação O Sargento dos QP do Exército – PERFIL MACRO Modelo Conceptual Integrado para a Formação dos Sargentos Cursos de Carreira – Modelo de Formação em vigor no Exército Formaç Promoç 8 “O Ensino Militar Profissional na Carreira de Sargentos. Perspectivas para a Formação Inicial e Cursos de Promoção. Escola de Sargentos do Exército” Perspectivas Exé rcito”
    9. 9. Carreira de Sargento Modelo de Formação O Sargento dos QP do Exército – perfil macro Considerar três grandes dimensões, essenciais e complementares: profissional ou de carreira (genericamente considerada), funcional e EXÉRCITO PORTUGUÊS comportamental/de conduta militar 9
    10. 10. Carreira de Sargento Modelo de Formação O Sargento dos QP do Exército – perfil macro EXÉRCITO PORTUGUÊS 10
    11. 11. Carreira de Sargento Modelo de Formação O Sargento dos QP do Exército – perfil macro EXÉRCITO PORTUGUÊS 11
    12. 12. Carreira de Sargento Modelo de Formação O Sargento dos QP do Exército – perfil macro EXÉRCITO PORTUGUÊS 12
    13. 13. Carreira de Sargento Modelo de Formação O Sargento dos QP do Exército – perfil macro Tipologias funcionais distribuídas ao longo da carreira EXÉRCITO PORTUGUÊS Chefia; Admn-logísticas icas Chefia SMOR ação tivo-logíst Instrução / Form SCH Execução Execução Técnicas SAJ Administra Comando 1 SAR 2 SAR Comando; Instrução/Formação 13
    14. 14. Carreira de Sargento Modelo Conceptual Integrado para a Formação Mentoring e Coaching Modeling (vicariante) Superiores -Aprendizagem por modelos -Aconselhamento e apoio al In f (dentificação e incorporação orm -Formação personalizada EXÉRCITO PORTUGUÊS orm em áreas-chave de referências positivas) of al Nã s do na Formação em Formação Contínua Pa rdi res Contexto de trabalho bo Formal Técnico-profissional Su -Formação e treino específicos -Formação geral de carreira -Desempenho de cargos/ (CPSA; CPSC) funções (e.g., Comando e -Formação de qualificação Chefia; Instrução; Técnicas) Formação de Base/Inicial -Formação Socio-cultural e Científico- -Formação Técnico-militar (instrução tecnológica e treino inicial; estágio(s)/tirocínio(s)) -Formação comportamental (quadro de valores de referência; modelos de conduta; atitudes e práticas mais valorizadas; ética e chefia/liderança (perspectiva científica; perspectiva prática) 14
    15. 15. Carreira de Sargento Modelo Conceptual Integrado para a Formação Mentoring e Coaching Modeling (vicariante) Superiores -Aprendizagem por modelos -Aconselhamento e apoio al In f (dentificação e incorporação orm -Formação personalizada EXÉRCITO PORTUGUÊS orm em áreas-chave de referências positivas) of al Nã s do na Formação em Formação Contínua Pa rdi res Contexto de trabalho bo Formal Técnico-profissional Su -Formação e treino específicos -Formação geral de carreira -Desempenho de cargos/ (CPSA; CPSC) funções (e.g., Comando e -Formação de qualificação Chefia; Instrução; Técnicas) Formação de Base/Inicial -Formação Socio-cultural e Científico- -Formação Técnico-militar (instrução tecnológica e treino inicial; estágio(s)/tirocínio(s)) -Formação comportamental (quadro de valores de referência; modelos de conduta; atitudes e práticas mais valorizadas; ética e chefia/liderança (perspectiva científica; perspectiva prática) 15
    16. 16. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército Teoria vs Prática Competências a adquirir: EXÉRCITO PORTUGUÊS componente teórica que lhes permite adquirir os SABER conhecimentos necessários para a transmissão (Know) de saberes FAZER componente prática que lhes permite adquirir as (Do) perícias para a execução das tarefas componente vocacionada para a área ESTAR comportamental, que lhes permite a aquisição (Be) de valores e atitudes próprias da Instituição Ensino centrado Metodologias Partilha de no Aluno interactivas experiências
    17. 17. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército Cursos de Carreira – Modelo em vigor Curso de Formação de Sargentos (CFS) Curso de Promoção a Sargento Ajudante (CPSA) EXÉRCITO PORTUGUÊS Curso de Promoção a Sargento Chefe (CPSC) Curso de Formação Pedagógico Inicial de Formadores (CFPIF) ESE Escolas Práticas CFS 1º ano 2º ano Ingr. QP CPSA 9 Sem 3 Sem >8 anos CPSC 15 Sem >15 anos CFPIF 3 Sem (CFS) 17
    18. 18. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército CFS – PROGRAMA CURRICULAR 2000 Prática 1800 Científico-Tecnológico EXÉRCITO PORTUGUÊS Sócio-Cultural 1600 Horas 2º ano 1400 Horas Educação Física 1200 520 829 Instrução Militar 1000 Estágio 800 248 Disciplinas especificas 600 das A/S 400 516 516 Táctica da Arma /Serviço 200 0 154 1º ANO 2º ANO 1300 Horas 1500 Horas CFPIF
    19. 19. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército CFS (1º ano) – PROGRAMA CURRICULAR 0 50 100 150 200 250 300 350 400 Horas Educação Fisica Militar 140 11 % EXÉRCITO PORTUGUÊS Etica Militar e Comando 70 Sócio 5% Cultural História e Geografia Militar 42 3% ( 516 horas ) ( 40 % ) Informática 124 10 % Inglês 140 11 % Organização Táctica e Logistica 98 8% Cientifico * Tecnológico Topografia 50 4% ( 248 horas ) Legislação e escrituração militar 100 8% ( 20 % ) Prática Instrução Militar 459 35 % (520 horas) * Armamento Material e Tiro 61 5% (40 % ) 1300 Horas Músicos: * Formação Musical ; Instrumento Musical 19
    20. 20. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército CPSA – PROGRAMA CURRICULAR 0 50 Horas Ética e Comando 14 EXÉRCITO PORTUGUÊS Organização, Técnica e Logística 56 21% 9 Semanas – 270 horas Legislação Militar 28 10% Escrituração Militar 21 Gestão de Recursos Financeiros 28 10% Gestão de Recursos Materiais 21 Informática 35 13% Protecção do Ambiente 14 EFM 18 Inglês 30 11% Disposição do Comando 5 1ª Parte - ESE 2ª Parte – EP (Formação Técnica e Táctica) (Formação Geral) Duração: 3 Semanas 20
    21. 21. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército CPSC – PROGRAMA CURRICULAR 0 Horas 50 100 Sócio Cultural EXÉRCITO PORTUGUÊS Inglês 37 ( 58 horas ) ( 13 % ) Protecção Ambiental 21 Organização Militar e Técnica Estado Maior 56 12% 15 Semanas – 450 horas Noções Chefia e Liderança 40 Científico Tecnológico Legislação Militar 74 16% ( 276 horas ) ( 61 % ) Gestão Recursos Materiais 20 Gestão Recursos Financeiros 46 10% Informática 40 Treino Físico 28 Visitas de Estudo 14 Formação Complementar Palestras 10 ( 116 horas ) ( 12 % ) Cerimónias 8 Disposição Cmd 56 21
    22. 22. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército Efectivos em Curso – ano lectivo 2009/10 EXÉRCITO PORTUGUÊS E S E (1ª Parte) Escolas Práticas (2ª Parte) 37º CFS 0 119 + 8 (ESSM) 38º CFS 141 8 (ESSM) CPSA 87 0 228 119 + 16 22
    23. 23. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército Corpo Docente – ano lectivo 2009/10 EXÉRCITO PORTUGUÊS Prof Civis 4 Prof Militares Of Sup 7 CAP 2 Subalt 3 SMOR 1 SCH 8 SAJ 4 SOMA 29 Regime de Acumulação de Funções 23 (79%) 23
    24. 24. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército População de formandos - Histórico Curso Ano Nº Alunos Total EXÉRCITO PORTUGUÊS CFS (10º - 38º) 1981 a 2009 4422 (53 Palop) 4422 CPSA (8º - 20º) 1981 a 1991 1730 EPSA (1º - 3º) 1991 a 1993 318 2303 CPSA (1º/2005 - 2º/2006) 2005 a 2006 153 CPSA (1º/2009 - 1º/2010) 2009 a 2010 102 CPSC (1º - 20º) 1996 a 2006 1700 (309 GNR) 1712 CPSC (21º) 2010 12 CFS - RV/RC 2006 72 72 Dados referidos a 24Mai10
    25. 25. Cursos de Carreira/Sargento Modelo de Formação em vigor no Exército Evolução do Curso de Formação Sargentos ESCOLARIDADE Duração EXÉRCITO PORTUGUÊS ANO CFS Qlf Prof LOCAL Entrada Saída do Curso 1977 / 81 1º ao 9º Preparatório Preparatório um ano Lamego 1981 / 96 10º ao 23º 9º Ano 9º Ano dois anos C. Rainha 1996 / 2003 24º ao 30º 9º Ano 12º Ano três anos Nível 3 C. Rainha 2003 / 2011 31º ao 39º 12º Ano 12º Ano dois anos C. Rainha Modelo de curso que confere qualificação profissional nível 3 e equivalência ao 12º ano de escolaridade Actual Modelo CFS 25
    26. 26. PROSPECTIVA EXÉRCITO PORTUGUÊS Projectos em curso Perfil de Competências do Sargento dos QP do Exército Apuramento do Modelo de Selecção para o CFS / QP (Concurso) Ajustamento do actual Modelo de Formação – Base de Carreira Formaç Promoç 26 “O Ensino Militar Profissional na Carreira de Sargentos. Perspectivas para a Formação Inicial e Cursos de Promoção. Escola de Sargentos do Exército” Perspectivas Exé rcito”
    27. 27. PROSPECTIVA Projectos em curso Perfil de Competências do Sargento dos QP do Exército COMPETÊNCIAS EXÉRCITO PORTUGUÊS Conhecimentos Habilidades Capacidades Outras POSTOS / Agrupamento de POSTOS FUNÇÕES / Tipologias de FUNÇÕES (knowledges) (Skills) (Abilities) (Others) (Informação (Proficiência no (Inteligência, (traços, técnica uso de orientação valores, Especifica) instrumentos e espacial, tempo atitudes, etc.) equipamentos) de reacção, etc.) ACTIVIDADES /ACÇÕES (Grupo de actividades organizadas de acordo com as suas afinidades) EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS (Características ambientais dos contextos em que a acção é desenvolvida )
    28. 28. PROSPECTIVA Projectos em curso Perfil de Competências do Sargento dos QP do Exército -Local Condições de Contexto -Ambiente (caract. gerais) -Circunstâncias (particul/s) -Material/Equip/ necess EXÉRCITO PORTUGUÊS Emprego/Cargo Actividades Padrões de -Critérios -Evidências (Carreira/Funções) (Tarefas) Desempenho -Formas -Métodos Guia de Avaliação -Meios -Níveis COMPETÊNCIAS (Dimensões) Conhecimentos Habilidades Capacidades Outras (knowledges) (Skills) (Abilities) (Others) (e.g., Proficiência (e.g., Informação no uso de (e.g.,Inteligência, (e.g., traços, técnica instrumentos e orientação valores, Especifica) equipamentos) espacial, tempo de atitudes, reacção) cultura) Adaptado do Manual Metodológico/CID
    29. 29. PROSPECTIVA Projectos em curso Perfil de Competências do Sargento dos QP do Exército 1ª ETAPA (Actividades) 2ª ETAPA (Perfil) 3ª ETAPA (Aplicação) PERFIL DE SELECÇÃO EXÉRCITO PORTUGUÊS ACTIVIDADES PERFIL DE PRÉ-REQUISITOS COMPETÊNCIAS (Contextos) (Dimensões) CONTEXTO COMANDO E PERFIL DE FORMAÇÃO DE PAZ LIDERANÇA FORMAÇÃO INICIAL SISTÉMICA E E SISTÉMICA ORGANIZACIONAL NA ESE CONTEXTO DE OPERAÇÕES FORMAÇÃO AO COGNITIVA DE APOIO À PAZ LONGO DA VIDA EMOCIONAL INSTRUMENTO DE CONTEXTO AVALIAÇÃO DE OPERAÇÕES FÍSICA DE GUERRA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO AVALIAÇÃO DO POTENCIAL EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS PLANEAMENTO E VALORES GESTÃO DA CARREIRA 29
    30. 30. PROSPECTIVA Projectos em curso Concurso de Admissão ao CFS EXÉRCITO PORTUGUÊS 30
    31. 31. PROSPECTIVA Projectos em curso Concurso de Admissão ao CFS / ESE Provas de Selecção EXÉRCITO PORTUGUÊS 1ªFASE 2ªFASE 3ªFASE 4ªFASE 5ªFASE Aptidão Concurso Física Concurso Provas Prova de Documental Documental Médicas Aptidão Proficiência Final Militar Preliminar Linguística Aptidão Psicológica 15/26Mar10 19Abr/28Mai10 21/25Jun10 05/23Jul10 Setembro 2010 Início do Curso: OUTUBRO 2010 31
    32. 32. PROSPECTIVA Projectos em curso Concurso de Admissão ao 39º CFS – Provas de Selecção Origem (escolaridade) dos candidatos APTOS na 1ª Fase EXÉRCITO PORTUGUÊS RVCC 93 11% Via Ensino 315 39% Via Ensino com créditos 3 1% Via Profissional 222 27% Via Ensino Recorrente 154 19% Licenciatura 23 3% Total 810
    33. 33. PROSPECTIVA Projectos em curso Concurso de Admissão ao CFS / ESE EXÉRCITO PORTUGUÊS
    34. 34. PROSPECTIVA Projectos em curso Apuramento do Modelo de Selecção para o CFS / QP (Concurso) Aposta numa divulgação mais eficaz do Concurso, ao nível EXÉRCITO PORTUGUÊS das exigências (provas de acesso) Alargamento da base de recrutamento e melhoria do rácio “Candidatos” / “Admitidos” (actual: 6:1) Nas áreas B (ENG, TM, SMAT), D (Saúde) e C (Musical) Recrutamento de licenciados (e.g., Área D – Saúde) Nos outros ramos das Forças Armadas (actualmente marginal)
    35. 35. PROSPECTIVA Projectos em curso Ajustamento do actual Modelo de Formação – Base de Carreira Propósitos: EXÉRCITO PORTUGUÊS 1º) Realinhamento sistemático interno entre a dimensão “funcional“ e a dimensão “formativa”, de molde a contribuir para aumentar o valor da formação nos desempenhos 2º) Adaptação coerente ao contexto formativo externo – paralelismo com os níveis de qualificação nacionais 35
    36. 36. PROSPECTIVA Projectos em curso Ajustamento do actual Modelo de Formação – Base de Carreira Adaptação coerente ao contexto formativo EXÉRCITO PORTUGUÊS externo Acreditação da ESE como entidade formadora Aposta na continuação da qualificação do Corpo Docente (CFPIF/ CAP) Reconhecimento externo da formação 36
    37. 37. PROSPECTIVA Projectos em curso Ajustamento do actual Modelo de Formação – Base de Carreira Adaptação coerente ao contexto formativo EXÉRCITO PORTUGUÊS externo (cont.) Adaptação dos cursos com potencial de certificação ao Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ), tirando o máximo proveito do actual Sistema Nacional de Qualificações pela certificação da formação assente em UFCD • Certificação profissional dos Sargentos (CFS; Cursos de Promoção), melhorando a qualidade da formação actualmente ministrada • Organização do CFS (parte geral ministrada na ESE) sob a forma de Formações Modulares Certificadas (FMC) 37
    38. 38. PROSPECTIVA Projectos em curso Ajustamento do actual Modelo de Formação – Base de Carreira Dados e pressupostos do ajustamento: EXÉRCITO PORTUGUÊS 1º) Consolidação do Papel Institucional do Sargento na estrutura orgânica do Exército; 2º) Definição do Perfil de Competências de âmbito funcional (dimensão transversal e perfis específicos); 3º) Determinação do nível de qualificação exigido em face dos requisitos funcionais decorrentes dos perfis de competências; 4º) Dissociar/distinguir entre habilitações literárias ou qualificações e categorias/classes/postos. 38
    39. 39. Seminário “Ensino e Formação nas Forças Armadas” Competência Tradição EXÉRCITO PORTUGUÊS Valores e Inovação práticas de referência Envolvimento Criatividade e apoio Abertura, Excelência proximidade, cooperação “O Ensino Militar Profissional na Carreira de Sargentos. Perspectivas para a Formação Inicial e Cursos de Promoção. Escola de Sargentos do Exército” 39 (27Mai10)

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