Ações das Drogas no Sistema Nervoso

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Ações das Drogas no Sistema Nervoso

  1. 1. 4000 a.C <ul><li>Sumérios: efeitos euforizantes das sementes de papoula </li></ul><ul><li>As sementes de papoula eram usadas em cultos sumérios </li></ul><ul><li>Noé: primeira bebedeira registrada... </li></ul>Essa bateu!!!
  2. 2. tipos <ul><li>Estimulantes: anfetaminas, a cocaína e seus derivados, cafeína. </li></ul><ul><li>Depressoras: álcool, morfina, heroína, barbitúricos, benzodiazepínicos </li></ul><ul><li>Alucinógenos: maconha, haxixe, ecstasy, LSD, ayahuasca (Santo Daime) </li></ul>
  3. 3. Drogas e o Sistema de Modulação Difuso Droga psicoativa : substâncias que afetam o funcionamento da mente, interferindo com a transmissão sináptica da Noradrenalina , Dopamina e 5-HT (serotonina) Alucinação : sensação de sonhar acordado afetando principalmente a capacidade cognitiva. LSD : antagonista da 5-HT. Estimulantes: aumentam a excitabilidade cortical Cocaína e Anfetamina : alerta e autoconfiança, euforia e redução do apetite. Atuam inibindo a recaptação do NT prolongando o efeito. Exacerbam efeitos simaptomiméticos. Facilitam a neurotransmissão córticomesolimbica e as sensações de prazer mais básicas. Drogas que reduzem 5HT e Nor no SNC: DEPRESSÃO Reserpina Drogas que aumentam 5HT e Nor no SNC: EUFORIA Inibidores da MAO
  4. 4. O bloqueio na receptação do NT prolonga o seu efeito na fenda sináptica, conseqüentemente o seu efeito. Cocaína, Heroína, Álcool, Nicotina e Maconha Agem modulando sistema meso-cortico-limbico, mais especificamente bloqueando a recaptação da DOPAMINA. Conseqüência : Acúmulo de NT na fenda
  5. 5. USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS <ul><li>EXPERIMENTADOR </li></ul><ul><li>OCASIONAL </li></ul><ul><li>HABITUAL </li></ul><ul><li>DEPENDENTE </li></ul>HELEN NOWLES / UNESCO, 1975
  6. 6. DROGAS MAIS PREJUDICIAIS
  7. 7. DEPRESSORES DO S.N.C. <ul><li>ÁLCOOL </li></ul><ul><li>INDUTORES DO SONO OU HIPNÓTICOS </li></ul><ul><li>ANSIOLÍTICOS </li></ul><ul><li>OPIÁCEOS </li></ul><ul><li>- Naturais: Morfina e Codeína </li></ul><ul><li>- Sintéticos: meperidina </li></ul><ul><li>- Semi-sintéticos: Heroína </li></ul><ul><li>SOLVENTES e INALANTES </li></ul>
  8. 13. cocaína <ul><li>Existem vários tipos de preparação de coca: </li></ul><ul><li>folhas de coca: podem ser mascadas ou ingeridas; são de uso cultural pelos povos do Peru, Colômbia, Equador, etc.; </li></ul><ul><li>pasta de coca: é fumada com tabaco ou maconha sendo esta mistura conhecida como BASUCO. Além da cocaína, esta preparação contém solventes como ácido sulfúrico; </li></ul><ul><li>pó de coca (cloridrato): pode ser cheirado ou injetado; </li></ul><ul><li>&quot;crack” (base livre): é fumado e tem aparência de mineral. Quando aquecido faz barulhos, o que caracteriza o nome &quot;crack“. </li></ul>
  9. 14. <ul><li>QUAIS OS EFEITOS ASSOCIADOS AO USO DA COCAÍNA? </li></ul><ul><li>Taquicardia </li></ul><ul><li>Hipertensão </li></ul><ul><li>vômitos, diarréia, excitação, confusão das idéias até ansiedade extrema. </li></ul><ul><li>Estes efeitos podem durar de poucas horas até alguns dias. </li></ul><ul><li>A utilização de doses elevadas podem ocasionar uma significativa hipertensão arterial, taquicardia, calafrios, transpiração excessiva, convulsões e morte (por efeitos sobre o coração e respiração) que caracterizam a intoxicação aguda, também conhecida como overdose . </li></ul>- uso freqüente e contínuo (semanas ou meses): alterações comportamentais como: agressividade, idéia de perseguição(paranóia), alucinações táteis (sensação de insetos caminhando sobre a pele), visuais e auditivas (ver e ouvir coisas) e delírios (desorientação, confusão, medo e ilusões). Também pode ocorrer emagrecimento e perfuração dos septo nasal quando inalada.
  10. 15. <ul><li>QUAIS OS RISCOS DO USO DE COCAÍNA INJETÁVEL? </li></ul><ul><li>Solvente utilizado (líquido par dissolver a droga) </li></ul><ul><li>Seringas </li></ul><ul><li>Contaminação: hepatite, endocardite infecciosa, AIDS. </li></ul><ul><li>QUAIS OS PROBLEMAS DO USO DA COCAÍNA NA GRAVIDEZ? </li></ul><ul><li>O uso continuado de cocaína durante a gravidez pode ser responsável pelo nascimento de bebês pequenos (retardo de crescimento intra-uterino), malformações (microcefalia) e abortos espontâneos. Além disso, após o nascimento, o bebê pode apresentar comprometimento neurológico e ter manifestações comportamentais diferentes (ex.: chorar de forma inconsolável). </li></ul><ul><li>A COCÁINA PRODUZ DEPENDÊNCIA? </li></ul><ul><li>Sim, quando o usuário utiliza a droga por diversos dias ou meses. </li></ul><ul><li>No início a pessoa pode sentir necessidade do aumento da dose para produção do mesmo efeito (tolerância). </li></ul><ul><li>Quando a pessoa pára de usar ou reduz a quantidade utilizada pode sentir depressão (tristeza), irritabilidade, ansiedade, cansaço e insônia (não consegue dormir). </li></ul><ul><li>Por isso, existe uma forte tendência para a continuação do uso da droga. </li></ul>
  11. 21. etanol
  12. 29. BENZODIAZEPÍNICOS <ul><li>Principal classe de droga tranquilizante. </li></ul><ul><li>Não apresentam propriedades reforçadoras de seu consumo. </li></ul><ul><li>Observa-se sintomas de abstinência quando a droga é retirada de forma abrupta. </li></ul>
  13. 30. EFEITOS DOS BZDs. <ul><li>Ataxia </li></ul><ul><li>Sedação </li></ul><ul><li>Déficit de memória </li></ul><ul><li>Abstinência </li></ul><ul><ul><li>tremores, taquicardia, sudorese </li></ul></ul><ul><ul><li>espasmos musculares </li></ul></ul><ul><ul><li>distúrbios gastro-intestinais </li></ul></ul><ul><ul><li>alterações do padrão do sono </li></ul></ul><ul><ul><li>hipersensibilidade ao som e luz </li></ul></ul>
  14. 31. ABSTINÊNCIA À BENZODIAZEPÍNICOS <ul><li>Inquietação, agitação, tremores </li></ul><ul><li>Dificuldades de concentração </li></ul><ul><li>Mialgias, cefaléias, sudorese </li></ul><ul><li>Irritabilidade, sensação de estranhamento </li></ul><ul><li>Comprometimento da memória </li></ul><ul><li>Confusão mental, alucinações </li></ul>
  15. 41. maconha <ul><li>Coração O uso de maconha dilata os vasos sangüíneos e, para compensar, acelera os batimentos cardíacos. </li></ul><ul><li>Infertilidade usuário freqüente tem o número de espermatozóides reduzido. Ninguém conseguiu provar que isso possa causar infertilidade, muito menos impotência. Também está claro que os espermatozóides voltam ao normal quando se pára de fumar. </li></ul><ul><li>Depressão imunológica Nos anos 70, descobriu-se que o THC afeta os glóbulos brancos, células de defesa do corpo. No entanto, nenhuma pesquisa encontrou relação entre o uso de maconha e a incidência de infecções. </li></ul><ul><li>Loucura No passado, acreditava-se que maconha causava demência. Isso não se confirmou, mas sabe-se que a droga pode precipitar crises em quem já tem doenças psiquiátricas. </li></ul><ul><li>Gravidez Algumas pesquisas apontaram uma tendência de filhos de mães que usaram muita maconha durante a gravidez de nascer com menor peso. Outras não confirmaram a suspeita. De qualquer maneira, é melhor evitar qualquer droga psicoativa durante a gestação. Sem dúvida, a mais perigosa delas é o álcool. </li></ul>
  16. 42. EFEITOS DA MACONHA <ul><li>Depende da expectativa </li></ul><ul><li>Euforia </li></ul><ul><li>Relaxamento </li></ul><ul><li> do apetite (larica) </li></ul><ul><li>Alteração da noção de tempo e distância </li></ul><ul><li>Déficit da memória recente </li></ul>
  17. 46. SUBSTÂNCIAS ALUCINÓGENAS <ul><li>DE ORIGEM VEGETAL </li></ul><ul><li>Mescalina (do cacto) </li></ul><ul><li>Psilocibina (de cogumelos) </li></ul><ul><li>Lírio, trombeteira, saia branca </li></ul><ul><li>Ayahuasca (“Chá do Santo Daime”) </li></ul><ul><li>DE ORIGEM SINTÉTICA </li></ul><ul><li>LSD-25 </li></ul><ul><li>Anticolinérgicos </li></ul>
  18. 47. EFEITOS DOS ALUCINÓGENOS Mecanismo de ação <ul><li>Atuam sobre receptores de serotonina, glutamato e acetilcolina </li></ul>Tolerância e abstinência <ul><li>Rápido desenvolvimento de tolerância </li></ul><ul><li>Não há provas de abstinência </li></ul>Consumo prolongado <ul><li>Episódios psicóticos agudos ou crônicos </li></ul><ul><li>Revivência ou renovação de efeitos da substância muito tempo depois de seu consumo </li></ul>
  19. 48. LSD <ul><li>LSD: Lysergsäurediethylamid , palavra alemã para a dietilamida do ácido lisérgico . </li></ul><ul><li>LSD 25 : resultado das reações metabólicas do fungo Claviceps purpurea , relacionado especialmente com os alcalóides do “ ergot ” podendo ser produzido a partir do processamento das substâncias do esporão do centeio. </li></ul><ul><li>Sintetizado pela primeira vez em 1938 e, em 1943, o químico suíço Albert Hofmann descobriu os seus efeitos de uma forma acidental. </li></ul><ul><li>O grupo de drogas do tipo LSD inclui a mescalina (fenilalquilamina), psilocibina (indolalquilamina) e compostos a eles relacionados. </li></ul>
  20. 49. LSD <ul><li>Até 1966, LSD era fornecido pelos Laboratórios Sandoz gratuitamente para cientistas interessados sob a marca chamada &quot;Delysid“. </li></ul><ul><li>O uso por psiquiatras para obterem um entendimento subjetivo melhor de como era a experiência de um esquizofrênico foi uma prática aceita. </li></ul><ul><li>Muitos usos clínicos foram conduzidos com o LSD para psicoterapia psicodélica, geralmente com resultados muito positivos. </li></ul><ul><li>O LSD foi inicialmente utilizado como recurso psicoterapêutico e para tratamento de alcoolismo e disfunções sexuais. </li></ul>
  21. 50. LSD <ul><li>Década de 60: movimento psicodélico - &quot;fase psicodélica&quot; dos Beatles entre 1965 à 1967 e Pink Floyd </li></ul><ul><li>O vocalista e guitarrista Syd Barrett enlouqueceu pelo LSD. </li></ul><ul><li>Barras, cápsulas, tiras de gelatina, liquída, micropontos ou folhas de papel secante (como selos ou autocolantes); </li></ul><ul><li>Dose média: 50 a 75 microgramas. </li></ul><ul><li>Via oral, absorção sub-lingual, injetada ou inalada. </li></ul><ul><li>Age sobre os sistemas neurotransmissores serotoninérgicos e dopaminérgicos. </li></ul><ul><li>Inibe a atividade dos neurônios dos núcleos da rafe (importantes em nível visual e sensorial). </li></ul><ul><li>Já foi extensivamente usada e pesquisada em décadas passadas. </li></ul>
  22. 51. Sobre Lucy in the Sky with Diamonds... <ul><li>Os efeitos simpaticomiméticos podem causar midríase, taquicardia, piloereção e hiperglicemia. </li></ul><ul><li>O LSD interage com diversos tipos de receptores de serotonina no cérebro. Parece alterar a metabolização da serotonina o que é indicado pelo aumento das concentrações cerebrais de seu principal metabólito, o ácido 5-hidroxiindolacético. Apresenta atividade agonista no receptor serotonina </li></ul><ul><li>O mecanismo da ação alucinogênica do LSD e análogos, envolve 3 fases: (1) antagonista da serotonina; (2) redução na atividade do sistema rafe; (3) agonista do receptor de serotonina pós-sináptico. Atua em múltiplos locais no SNC, desde o córtex e tálamo cerebral, onde atuaria em receptores serotoninérgicos do tipo 5-HT 2 </li></ul>
  23. 52. Sobre Lucy in the Sky with Diamonds... <ul><li>alterações sensoriais: intensidade depende da dose utilizada, indo de simples aberrações da percepção de cor e forma dos objetos até a degradação da personalidade. </li></ul><ul><li>As características das alucinações variam de indivíduo para outro </li></ul><ul><li>Alucinações: visual, auditiva, tátil, olfativa, gustativa ou percepção anestésica na ausência de um estímulo externo. </li></ul><ul><li>Distorção do espaço, inclusive partes do próprio corpo. </li></ul><ul><li>Despersonalização, com a sensação de que o corpo ou uma de suas partes estão desligados. </li></ul>
  24. 53. Sobre Lucy in the Sky with Diamonds... <ul><li>Despersonalização, com a sensação de que o corpo ou uma de suas partes estão desligados. </li></ul><ul><li>Altera-se a sensação subjetiva de tempo, e minutos podem parecer horas. </li></ul><ul><li>Nas fases de alucinações mais intensas podem ocorrer ansiedade, desorientação e pânico. Muitos apresentam depressão grave com tentativa de suicídio. </li></ul><ul><li>Foram descritos inúmeros casos de psicoses duradoura (dias ou meses) ou mesmo permanente, após o uso da droga, e o reaparecimento espontâneo de alucinações, ansiedade e distorção da realidade. </li></ul>
  25. 54. <ul><li>Imagem de RM do cérebro de uma pessoa sofrendo alucinações auditivas e visuais. </li></ul><ul><li>As áreas em laranja e vermelho representam as partes do cérebro mais ativadas. As zonas mostradas são (da direita para a esquerda), pólo occipital (zona visual), pólo temporal (zona auditiva), pólo frontal (zona motora e área de Broca, da fala). </li></ul>
  26. 55. OPIÓIDES <ul><li>O QUE SÃO </li></ul><ul><li>obtidos do ópio, com atividade tipo-morfina, são potentes depressores da ativ. mental </li></ul><ul><li>USO </li></ul><ul><li>fumado, endovenoso </li></ul><ul><li>AÇÃO </li></ul><ul><li>imediata, sensação de “chute” </li></ul><ul><li>TIPOS </li></ul><ul><li>xaropes, comprimidos, IM </li></ul>
  27. 56. OPIÓIDES <ul><li>Compostos extraídos da semente da papoula. </li></ul><ul><li>Ativam receptores opióides mu e delta. </li></ul><ul><li>Desenvolvem tolerância rápida, fissura e síndrome de abstinência. </li></ul>
  28. 57. CLASSIFICAÇÃO DOS OPIÓIDES <ul><li>a) Morfina </li></ul><ul><li>b) Ópio (pó de ópio): Elixir paregórico® </li></ul><ul><li>c) Codeína: Belacodid®, Codelasa®, Pambenyl®, Tylex®, Gotas Binelli® </li></ul><ul><li>a)Heroína </li></ul><ul><li>b)Metadona </li></ul><ul><li>a) Analgésicos: </li></ul><ul><li>- Meperidina (Dolantina® e Demerol®) </li></ul><ul><li>- Propoxifeno (Algafan®, Doloxene-A®) </li></ul><ul><li>- Buprenorfina (Tengesic®) </li></ul><ul><li>b) Antidiarreicos : </li></ul><ul><li>- Difenoxilato (Lomotil®, Colestase®) </li></ul>SEMI-SINTÉTICOS NATURAIS SINTÉTICOS
  29. 58. HEROÍNA (opiáceo) <ul><li>“ brown sugar”... </li></ul><ul><li>EFEITOS </li></ul><ul><li>Entorpecimento / Sensação de flutuar </li></ul><ul><li>Euforia </li></ul><ul><li>Desinibição </li></ul><ul><li>Tranquilização das tensões internas </li></ul><ul><li>AO EXAME CLÍNICO: </li></ul><ul><li>Disartria, sonolência, miose, hipotensão, náusea. </li></ul>
  30. 59. HEROÍNA (Exame clínico) <ul><li>Sonolência, hipotensão, náusea. </li></ul><ul><li>Arritmias </li></ul><ul><li>Sudorese, calafrios </li></ul><ul><li>Cãimbras, fraqueza </li></ul><ul><li>Veias trombosadas </li></ul><ul><li>Pupilas em “cabeça de alfinete” </li></ul><ul><li>Lesões cutâneas </li></ul>
  31. 60. <ul><li>O QUE SÃO </li></ul><ul><li>substâncias usadas como solventes industriais </li></ul><ul><li>USO </li></ul><ul><li>oral, ingeridas, inaladas </li></ul><ul><li>AÇÃO </li></ul><ul><li>atinge o SNC em poucos segundos, durando até 45 minutos </li></ul>INALANTES / SOLVENTES
  32. 61. <ul><li>TIPOS </li></ul><ul><li>Cola de sapateiro, de aeromodelismo </li></ul><ul><li>Limpa tipos </li></ul><ul><li>Gasolina, thinners </li></ul><ul><li>Éter, clorofórmio, benzina </li></ul><ul><li>Fluídos de isqueiro </li></ul><ul><li>Gás propelente de extintores </li></ul><ul><li>Lança-perfume, “cheirinho da loló” </li></ul>INALANTES / SOLVENTES
  33. 62. SINTOMAS DO USO DE SOLVENTES ORGÂNICOS 1ª fase Excitação Euforia, risos imotivados (15’ a 45’) Hiperatividade motora, sensação de instabilidade Tonturas, tosse , sialorréia, perturbações auditivas e visuais, lacrimejamento, rinorréia, eritema perioral 2ª fase Depressão Confusão mental, torpor mental Perda do autocontrole Visão embaraçada, diplopia, cólicas abdominais, cefaléia Maior deterioração do estado de consciência redução do estado de alerta Ataxia e disartria evidentes, incoordenação motora
  34. 63. ANFETAMINAS ou SIMILARES À ANFETAMINA <ul><li>Metilfenidato : Ritalina  </li></ul><ul><li>Femproporex : Desobesi  , Lipomax  </li></ul><ul><li>Fenfluramina : Minifage  </li></ul><ul><li>Mazindol : Dasten ® , Fagolipo ® , Lipese ® , Mazinil ® </li></ul><ul><li>Anfepramona : Fastium ® , Hipofagin ® , Inibex ® </li></ul><ul><li>Efedrina : Codelasa ® , Franol ® , Novotussan ® </li></ul><ul><li>Fenilpropanolamina : Descon ®, Dimetapp ® , Naldecon ® , Sinutab ® </li></ul><ul><li>Dietilpropiona : Abulempax ® , Moderine ® , Obesil ® </li></ul>
  35. 64. EFEITOS DAS ANFETAMINAS Mecanismo de ação <ul><li> liberação de dopamina dos nervos terminais </li></ul><ul><li>Impede a recaptura de dopamina e neurotransmissores relacionados </li></ul>Tolerância e abstinência <ul><li>Rápido desenvolvimento de tolerância </li></ul><ul><li>Abstinência: fadiga, depressão, ansiedade e necessidade imperiosa da droga </li></ul>Consumo prolongado <ul><li>Perturbações do sono </li></ul><ul><li>Perda do apetite </li></ul><ul><li>Alterações metabólicas </li></ul><ul><li>Déficits motores e cognitivos </li></ul>
  36. 65. “ ECSTASY” <ul><li>O QUE É </li></ul><ul><li>é um alucinógeno com propriedades estimulantes </li></ul><ul><li>= 3,4 methylenodioximetanfetamina (meta-anfetamina) </li></ul><ul><li>USO </li></ul><ul><li>oral </li></ul><ul><li>TIPOS </li></ul><ul><li>pastilhas ou cápsulas gelatinosas com 50 a 200 mg. </li></ul>
  37. 66. TIPOS DE “ECSTASY”
  38. 67. EFEITOS COMPORTAMENTAIS E EMOCIONAIS DO “ECSTASY” <ul><li>Euforia, grande sensação de prazer </li></ul><ul><li>Insight e empatia </li></ul><ul><li>Aumento da auto-estima </li></ul><ul><li>Aumento da sociabilidade, melhora da comunicação </li></ul><ul><li>Ataques de pânico, visão borrada </li></ul><ul><li>Insônia, confusão mental </li></ul>
  39. 68. EFEITOS FISIOLÓGICOS DO “ECSTASY” <ul><li>Aumento da PA/ aumento das pulsações </li></ul><ul><li>Perda do apetite </li></ul><ul><li>Sudorese, dores musculares </li></ul><ul><li>Dores na musculatura da mandíbula </li></ul><ul><li>Neurotoxicidade </li></ul><ul><li>Perda do apetite, náusea, vômito </li></ul><ul><li>Icterícia, lesões hepáticas </li></ul>
  40. 69. EFEITOS DO ECSTASY Mecanismo de ação <ul><li> liberação de serotonina </li></ul><ul><li>Impede a recaptura de serotonina </li></ul>Tolerância e abstinência <ul><li>Desenvolvimento de tolerância em algumas pessoas </li></ul><ul><li>Abstinência: depressão e insônia </li></ul>Consumo prolongado <ul><li>Dano a sistemas serotonérgicos cerebrais </li></ul><ul><li>Perturbação da memória </li></ul><ul><li>Prejuízo da capacidade de tomada de decisões e do auto-controle </li></ul><ul><li>Paranóia, depressão e ataques de pânico </li></ul>

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