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Sintese 2a Sessao Turma8

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Sintese 2a Sessao Turma8

  1. 1. “Práticas e Modelos de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares” Turma 8 – DREN Síntese da sessão - 2ª sessão on-line O Modelo de Auto-avaliação. Problemáticas e conceitos implicados Foram objectivos desta sessão: • Perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares. • Entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação. Os formandos podiam optar por realizar uma das duas tarefas apresentadas: • Opção 1 - Planear um Workshop formativo de apresentação do Modelo de Auto- Avaliação dirigido à sua escola/ agrupamento. 2ª parte da tarefa: Comentar o trabalho de um colega identificando: - 2 pontos fortes - 2 constrangimentos inerentes ao sucesso da iniciativa. • Opção 2 - Fazer uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em conta aspectos previamente definidos pelas formadoras. 2ª parte da tarefa - Seleccionar o contributo de um dos colegas e fazer um comentário fundamentado à análise efectuada. O cumprimento das actividades propostas foi quase total, quer no que diz respeito à elaboração da tarefa propriamente dita, quer no comentário realizado ao trabalho de um colega. A maioria dos formandos cumpriu a calendarização proposta, o que continua a ser um ponto muito positivo. Síntese da 2ª sessão – Adelina Pinto e Raquel Ramos Página 1
  2. 2. Em relação à opção feita, apenas 9 formandos optaram pela 1ª tarefa e conceberam o Workshop. Os restantes optaram pela tarefa 2 ou seja a análise crítica ao Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares. Em relação à 1ª tarefa, em número menor, há situações muito divergentes. Há formandos que realizaram uma planificação exaustiva do Workshop com todos os documentos de apoio: divulgação, sessão expositiva, organização dos trabalhos de grupo, discussão em plenário e até com instrumentos de avaliação do próprio workshop. Outros formados limitaram-se a definir o workshop, sem o fazer acompanhar por documentos de orientação. Efectivamente o que se pedia era a planificação do workshop e com indicação dos documentos, logo, desde que nos fosse indicado o tipo de documento a criar, a tarefa estava em conformidade com o solicitado. Mas, um número significativo de formandos limitou-se a fazer uma apresentação em powerpoint com um breve resumo do Modelo de Auto- avaliação. O trabalho aqui apresentado não é um workshop e confunde-se com a sessão de apresentação solicitada na tarefa 3. Uma breve pesquisa mostra- nos que o Workshop, tal como o nome indica, é uma sessão de trabalho, numa lógica construtivista. Deve iniciar-se com uma apresentação (neste caso do Modelo de Auto-avaliação) e depois deve definir-se a organização do trabalho: em grupos pequenos, em grupos grandes, em plenário. A opção pelo workshop é para levar as pessoas a debruçar-se de forma mais activa sobre a problemática em questão e não só a ter um papel passivo, de ouvinte. Também em relação ao comentário desta opção, alguns dos formandos não cumprem o que lhe é pedido, ou seja, 2 pontos fortes e 2 constrangimentos para a aplicação desta planificação. Alguns limitam-se a fazer um comentário sobre o trabalho, sem enunciar o que é solicitado. Era de grande importância esta análise crítica, tal como muitos fizeram, porque deram feedback ao autor do trabalho sobre o impacto da sua proposta e permitiram que esta fosse melhorada (objectivo dos comentários). Síntese da 2ª sessão – Adelina Pinto e Raquel Ramos Página 2
  3. 3. Em relação aos que optaram pela tarefa 2, a maioria nesta turma, todos cumpriram a estrutura proposta. Globalmente, as críticas estão bem feitas e bem sustentadas e denotam já um bom conhecimento do Modelo de Auto- avaliação das Bibliotecas Escolares. No entanto, consideramos que a análise feita foi muito teórica, muito documental e que se limitou a referir os pressupostos enunciados no Modelo ou noutros documentos de referência. Esta excessiva teorização deve-se, provavelmente, ao facto da maioria dos formandos ainda não ter aplicado este instrumento. Os comentários a esta tarefa, globalmente, não acrescentam muito mais ao trabalho apresentado. Da 2ª sessão para esta há uma melhoria substantiva da qualidade dos comentários mas acreditamos que o vosso sentido crítico e apurado vai permitir melhorar ainda mais este item. À medida que se vão sentindo mais confortáveis dentro do Modelo e dentro da formação, vão apurando o vosso sentido crítico. Aliás, como não é possível às formadoras fazer uma crítica de cada trabalho apresentado (um ponto fraco desta formação), o comentário do(s) colega(s),sustentado nas leituras feitas, na sua experiência e na reflexão realizada para o sue próprio trabalho, pode ser essencial para certificar as pessoas (ou não) da direcção que tomaram. Posto isto, só nos resta congratularmo-nos pelo trabalho realizado, pelo conhecimento crítico que já detêm do Modelo e desejar que continuem a trabalhar com esta qualidade. As formadoras Adelina Paula Pinto Maria Raquel Ramos Síntese da 2ª sessão – Adelina Pinto e Raquel Ramos Página 3

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