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II SSPI Day - Anatel

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  1. 1. 1
  2. 2. 2 Visão geral do setor de satélites brasileiro
  3. 3. 3 Satélites brasileiros, em números Satélites estrangeiros autorizados Novos satélites previstos até 2021 Sistemas de satélites NGSO autorizados Satélites brasileiros em operação
  4. 4. 4 Satélites Brasileiros Situação atual do arco orbital: 64°W Ku plan
  5. 5. 5 Operadores 1998 1999 2000 2003 2006 2008 2011 2014 2015 Star One (CLARO) Hispamar Telesat Brasil Echostar Eutelsat do Brasil SES DTH do Brasil Telebrás Yah Telecom Direitos de Exploração de Satélites Brasileiros 61°W 63°W 65°W 84°W 92°W 70°W 63°W 61°W 70°W 65°W 75°W 63°W 70°W 84°W 61°W 74°W 63°W 45°W 65°W 69,45°W 48°W 64°W 75°W 20°W C Ku Ka 8 Direitos de Exploração de Satélite Brasileiro em banda Ka conferidos desde 2011 68°W 92°W
  6. 6. 6 0 20 40 60 80 100 120 140 160 2017 2018 2021 19,7 19,0 21,6 23,5 26,7 28,9 41,0 91,2 109,2 Ka Ku C Evolução da capacidade satelital no Brasil* (GHz) * Largura total dos transponders operando no Brasil, brasileiros e estrangeiros ** Considerando bandas C, Ku and Ka Crescimento de 62,6% em 2018 Previsão de Crescimento até 2021: 16,6%
  7. 7. 7 Preço Público de Direito de Exploração de Satélites - PPDESS Hoje: Art. 10 da Resolução nº 386, de 3 de novembro de 2004 𝑉 = 𝑃𝑟𝑒𝑓. 𝐵𝑒 𝐵 𝑟𝑒𝑓 . 𝑡 𝑒 𝑡 𝑟𝑒𝑓 Preço mínimo da última licitação Somatório das larguras de faixa dos transponders Tempo correspondente ao prazo do Direito 1872 MHz, (largura de banda dos transponders de um satélite de referência) 15 anos
  8. 8. 8 Preço Público de Direito de Exploração de Satélites - PPDESS Quando a Resolução nº 702, de 1 de novembro de 2018 entrar em vigor: • Conferência, prorrogação, alteração da posição orbital e inclusão de novas faixas de frequências após conferência do Direito: valor fixo de R$ 102.677,00 • A Resolução nº 702 entra em vigor 180 dias após a data da sua Publicação, ou seja, 5 de maio de 2019.
  9. 9. 9 Revisão da Regulamentação de Satélites: • Regulamento do Direito de Exploração de Satélite (Resolução nº 220/2000 e Regulamento do Cost Recovery (Resolução nº 267/2001) A ideia é unificar esses dois Regulamentos, incorporando as alterações ocorridas nos procedimentos da UIT e fazendo ajustes para facilitar a implementação dos satélites no Brasil. • Norma de 2 Graus da Banda Ku (Resolução nº 288/2002) Estudar a inclusão das faixas planejadas.
  10. 10. 10 Itens de Agenda da WRC-19: • São:  5 Itens de Agenda;  17 Issues; e  7 Sub-issues sob a responsabilidade da Comissão de Estudos 4 da UIT.
  11. 11. 11 Itens de Agenda da WRC-19: IA 1.4 - Alterações nos limites de proteção do Anexo 7 do AP30 • São três métodos: ‒ Método A: NOC e Métodos B e C que retem as limitações “A1b”, “A2c” e “B” mas cada um deles elimina limitações diferentes do Anexo 7.
  12. 12. 12 Itens de Agenda da WRC-19: IA 1.5 - ESIMs • Há apenas dois métodos: Issue 9.1.9 - FSS na Banda V - Os estudos concluíram que existem opções para proteção dos sensores NGSO EESS passivos operando na banda V limitando as emissões indesejadas das estações terrenas do FSS. Já para proteger os sensores GSO EESS passivos há opções para se obter uma separação angular a fim de se evitar essas emissões. ‒ Método A: NOC e ‒ Método B que é a inclusão de uma nota de rodapé no Art. 5 nas faixas da Banda Ka.
  13. 13. 13 Itens de Agenda da WRC-19: Item/Issue Posicionamento AI 7, Issue B: Arco de coordenação da Banda Ka DIAP (B, CAN) – MÉT. B2 AI 7, Issue C1: Harmonização Art. 11 x AP30B DIAP (B, MEX, CAN) – Mét. Único AI 7, Issue C2: Uso independente dos 250 MHz do AP30B DIAP (B, MEX) - Mét. Único AI 7, Issue C3: Sanção a não resposta as cartas do Bureau sobre o § 6.6 do AP30B DIAP (B, MEX) - Mét. Único AI 7, Issue C4: Nas Regiões I e III, envio único de informações para entrada no MIRF e notificação no AP30/30A. DIAP (B, CAN, MEX) - Mét. Único AI 7, Issue C5: Lembrete do Bureau para re-submissão de notificações com parecer desfavorável DIAP (B, CAN, MEX) - Mét. Único AI 7, Issue D: Detalhamento pelo Bureau das redes afetadas para os Arts. 9.12, 9.12A e 9.13 DIAP (B, CAN, MEX) - Mét. D2 AI 7, Issue G: Atualização da situação de referência para Região 1 e 3 do AP30/30A quando um assignment provisório se torna definitivo DIAP (B, USA) - NOC AI 9, Issue 9.1.2: IMT/BSS (Som) IAP (ARG, B, CAN, COL, EQA, USA, GTM, MEX, URG) - NOC AI 9, Issue 9.1.3: NGSO na banda C IAP (B, CAN, GTM, NIC, URG, USA) - NOC • O Brasil já se posicionou conforme a seguir:
  14. 14. 14 MSAT – Estação de Radiomonitoração da Anatel • Ferramenta de suporte à Gestão do Espectro e Órbita operada pela fiscalização • + 50 operações realizadas incluindo Copa 2014 e Jogos Rio 2016. • Prestou suporte a operadoras de satélites em 7 interferências em bandas C em 2018. • Suporte a fiscalizações de interferências nas bandas C, Ku e Ka (RJ). • Realiza a monitoração de Ocupação de todo o Arco Orbital GEO que cobre o Brasil.
  15. 15. 15 Os desafios do 3,5 GHz
  16. 16. 16 Faixa de frequência de 3,5 GHz • Uso: utilização da faixa de 3,4 a 3,6 GHz para sistema 5G (IMT-2020); • Principal desafio: convivência com sistemas TVRO que operam na banda C estendida e banda C padrão  Testes realizados em 2011/2012 indicaram incompatibilidade com o sistema de recepção das TVRO’s • Próximos Passos:  Consulta Pública do Regulamento da faixa de 3,5 GHz (até 9/12/2018)  Novos testes de convivência entre os sistemas móveis 5G e TVRO, conforme caderno de testes elaborado pela ANATEL
  17. 17. 17 Testes na Faixa de frequência de 3,5 GHz • Características:  Coordenados pela Anatel com a participação e colaboração dos setores envolvidos (setor móvel, satélite, radiodifusão e indústrias)  Testes em laboratório para caracterização dos equipamentos (fase 1)  Testes em campo (fase 2) • Resultados esperados:  Definição de níveis mínimos para certificação de equipamentos de recepção de TVRO  Definição de condições para operação na faixa, de forma a permitir a convivência entre os serviços (requisitos técnicos)  Embasamento para elaboração do Edital de Licitação da Faixa de 3,5 GHz
  18. 18. 18 O papel do satélite com a chegada do 5G e do IOT no Brasil
  19. 19. 19 Estudos a respeito do 5G na UIT • As faixas de frequências a serem utilizadas pelo 5G (IMT-2020) estão sendo discutidas nos grupos de trabalho 5D e TG 5/1, do setor de Radiocomunicações, da UIT. • A Decisão Final para o uso do 5G em ondas milimétricas (frequências acima de 24 GHz) será apenas na WRC-19, no final de 2019. Assim, não há previsão de comercialização do 5G no Brasil, nestas faixas de frequências, antes desta data.
  20. 20. 20 Estudos a respeito do 5G na UIT • Os estudos em andamento na UIT contemplam as seguintes faixas de frequências: Faixa em Estudo (GHz) Largura de Faixa (GHz) 24,25 – 27,5 3,25 31,8 – 33,4 1,6 37 – 43,5 6,5 45,5 – 50,2 4,7 50,4 – 52,6 2,2 66 – 76 10 81 – 86 5 TOTAL: 33,25 GHz a serem estudados para possível identificação para o IMT.
  21. 21. 21 O 5G e o Setor de Satélites • Entre as faixas de frequências estudadas, estão algumas atribuídas aos serviços por satélite, incluindo parte do Uplink da banda Ka (27 – 27,5 GHz). • A Anatel realizou estudos de compartilhamento e compatibilidade utilizando metodologia definida em Recomendação da UIT-R. Um simulador, em parceria com empresas do setor móvel e de satélite, foi desenvolvido para realização dos estudos (SHARC). • Os estudos demonstraram que é possível a convivência do IMT com os sistemas por satélite na faixa de 27 – 27,5 GHz, com uma boa margem de segurança. • A Anatel tem participado de forma ativa, liderando as discussões nos GTs da UIT-R.
  22. 22. 22 Bandas Q/V e o 5G + de 650 redes 35 posições orbitais 39 países Redes de satélites em coordenação na UIT (Bandas Q/V) Diagnóstico de ocupação Q/V (Arco Orbital GEO) Arco de “interesse” Brasil (116⁰W a 10⁰E) 100⁰ W 0⁰ W
  23. 23. 23 Brasil nas bandas Q/V • Tendo em vista o princípio do First come, first served adotado pela UIT, a Anatel decidiu já iniciar processos de coordenação nas bandas Q/V (40/50 GHz). • Seis novas redes brasileiras de satélites nas bandas Ka e Q/V foram submetidas pela Anatel à UIT, no arco de interesse brasileiro, acompanhando a movimentação mundial nesse sentido. • Para a definição das posições orbitais, a Agência realizou um Diagnóstico do Arco Orbital: 31,5°W53°W59°W72,5°O78°W80°W
  24. 24. 24 Bandas Q/V e o 5G • As bandas Q/V tendem a ser muito importantes na integração entre as redes de satélite e as redes do 5G. • Devido à alta capacidade decorrente do espectro disponível, uma das possibilidades é que também seja utilizada como meio de backhaul para escoamento das altas taxas de transmissão do 5G. Ku Ka Q/V Ex. de feixes HTS UHF 400 MHz (10 MHz ↑↓) L 1,5 GHz (40 MHz ↑↓) S 2,2 GHz (40 MHz ↑↓) C 6 GHz / 4 GHz (500 MHz ↑↓) X 8 GHz / 7,5 GHz (500 MHz ↑↓) Ku 12 GHz / 11 GHz (750 MHz ↑↓) Ka 30 GHz / 20 GHz (3 GHz ↑↓) Q/V 40 GHz / 50 GHz (4/5 GHz ↑↓)
  25. 25. 25 Bandas Q/V e o 5G • Parte das faixas em estudo para identificação para o IMT tem sobreposição com faixas atribuídas aos serviços por satélite nas bandas Q/V. • A administração brasileira entende que as aplicações High Density Fixed Satellite Service (HDFSS) são importantes para o país. • Portanto, para a convivência com o HDFSS, será necessário estabelecer restrições ao IMT, mantendo a flexibilidade para futuras atribuições. • A WRC-19 decidirá sobre uso das bandas Q/V também para NGSO. Redes de satélite NGSO de baixa órbita são mais adequadas para aplicações sensíveis à latência, sendo um fator crítico para a integração com as redes 5G.
  26. 26. 26 Os satélites como parte da infraestrutura do 5G • Estas iniciativas demonstram claramente os esforços para fazer com que os satélites sejam reconhecidos como uma componente da família de tecnologias para o 5G, especialmente para nichos não cobertos, como aviões e áreas remotas. Entidades envolvidas na integração entre o 5G e os satélites UIT-R Relatório em desenvolvimento do grupo de trabalho 4B com foco nos casos de uso do satélite em redes móveis, como o 5G. Iniciou a partir de uma contribuição brasileira. 3GPP Está desenvolvendo estudos técnicos de integração do 5G e dos sistemas por satélite. CEPT Aprovou recentemente um relatório que trata dos satélites como solução para o 5G.
  27. 27. 27 Internet of Things (IoT) • A Anatel está à frente dos trabalhos de Infraestrutura e vem participando das discussões da Câmara de IoT. • O Brasil tem a posição de que o IoT não precisa operar em faixas específicas, podendo operar tanto em faixas do Serviço Móvel Pessoal (SMP) quanto em outras faixas “não licenciadas”.
  28. 28. 28 Internet of Things (IoT) e satélites O satélite é parte essencial da estrutura de IoT, principalmente em áreas remotas.
  29. 29. 29 Internet of Things (IoT) Questões regulatórias Envolve ou não serviços de telecomunicações? (Ex. radiação restrita) Para o caso de serviços de telecomunicações, há a necessidade de outorga? (Resolução n° 680/2017) Há a necessidade de licenciamento de estações e cobrança de FISTEL? (Projeto de Lei nº 7.656/2017) Item 35 da Agenda Regulatória: Reavaliação da Regulamentação para expansão da IoT
  30. 30. 30 Agostinho Linhares de Souza Filho Gerente de Espectro, Órbita e Radiodifusão Obrigado!

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