Lázaro e o rico

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Lázaro e o rico

  1. 1. SEARA ESTUDOS O RICO E LAZARO (Lc 16.19-31)<br />Jesus contou cerca de 44 parábolas, gerando diversas interpretações para cada uma. Essa, do rico e Lázaro, vemos que cada segmento de religião tem sua interpretação, por exemplo:<br />VISÃO ESPÍRITA : As penas ou recompensas futuras são consequentes aos feitos de cada um, e não baseadas em questões de fé.<br />VISÃO CATÓLICA - O ‘”seio de Abrãão” é o limbuspatrum', segundo a teologia católica, não é um lugar de tormentos.<br />Nossa intenção é trazer um estudo isento, aprofundado no contexto e significados, mas, ao mesmo tempo interpretando dentro da visão Daquele que gerou a parábola. <br />I - SIGNIFICADOS:<br /><ul><li>PARÁBOLA -Narração alegórica que contém algum preceito moral; narração figurativa na qual, por meio de comparação, o conjunto dos elementos evoca outras realidades, tanto fantásticas, quando reais; eram as histórias geralmente extraídas da vida cotidiana utilizadas por Jesus Cristo para ensinar aos seus discípulos, utilizadas por ELE para que somente seus discípulos as entendessem plenamente;</li></ul>SEIO DE ABRAÃO - A Galeria dos filhos da fé – Gal. 3: 7 – 9. Como região, enseada, o mesmo sentido usado em João 1:18.HADES - A versão Almeida, edição revista e corrigida, traduz haídes por "inferno" nos primeiros três e nos últimos quatro destes versículos. Nos outros três traduz por "Hades". No caso de she’óhl, esta tradução bíblica é mais abrangente vertendo em diversos locais por "inferno" e em outros por "sepultura", "sepulcro", ou "cova".<br /> A versão Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, de 2002, traduz a palavra uma vez por "mansão dos mortos", duas vezes por "inferno", e as restantes sete por "Hades". Usualmente a palavra hebraica she’óhl é transliterada como Xeol.<br />
  2. 2. SEARA ESTUDOS O RICO E LAZARO (Lc 16.19-31)<br />II - INTERPRETAÇÃO - DE FORMA LITERAL OU ILUSTRATIVA ?<br />LITERAL - Encontramos vertentes no meio religioso que interpretam o relato dessa parábola,literalmente, sugerindo inclusive uma descrição do estado do homem na morte. Entendemos que esse formato nos conduz a entendimentos inconsistentes com o restante das Palavra de Deus. Por exemplo: <br />O Céu e o inferno se encontram suficientemente próximos para permitir uma conversa entre os habitantes de ambos os lugares , isso não permitiria a felicidade plena que nos foi prometida, nem o cumprimento da promessa bíblica de que então “não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21:4), porque alguns poderiam ver pessoas que amaram na terra em infindáveis sofrimentos , inclusive falar com eles. Imaginem um pai ou uma mãe felizes no Céu, contemplando ao mesmo tempo as agonias incessantes, no inferno, de seu amado filho? <br />ILUSTRATIVA - Dessa forma, entendemos que nem todos os detalhes dessa parábola devem ser interpretados literalmente, mas sim de forma ilustrativa , colocando uma verdade espiritual através de uma ilustração, um modo pelo qual a verdade pode ser vista, e não uma verdade em si própria. Devemos observar sempre o contexto em que uma parábola é dada – o lugar as circunstâncias, as pessoas a quem foi falada, e o problema em discussão – deve ser tomada em consideração e feita à chave para interpretação.<br />
  3. 3. III – LIÇOES DA PARÁBOLA<br />1 - CRITÉRIOS DE DEUS- A prosperidade e reconhecimento social do presente não são o critério de avaliação para a vida eterna. Aqueles que, à semelhança dos escribas e fariseus, se julgam mais dignos das benção divinas podem ser os mais pobres espiritualmente diante de Deus (leia Mateus cap 23). Tanto o rico quanto o mendigo tiveram as mesmas chances da salvação. Mas o rico a renegou por amor maior ao tempo brevíssimo da vida temporal, nos mostrando a primeira evidência que ele conhecia as leis, a história de Abraão, mas não obedecia a Deus e Seu segundo maior mandamento: AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO. Não será pelas obras, nem pelo esforço, mas pela graça, mediante arrependimento sincero e confissão de Jesus Cristo como único Senhor e suficiente Salvador.<br />2 - NESSA VIDA, DEFINIMOS NOSSO FUTURO ETERNO - O resultado das decisões que tomamos nessa vida, enquanto Jesus é nosso advogado, sela o nosso destino eterno, não podendo ser revestido na era vindoura, quando ELE for nosso Justo Juiz. Nem mesmo a intervenção de Abraão ou qualquer outro poderá mudar isso. (Hb 9.27). <br />SEARA ESTUDOS O RICO E LAZARO (Lc 16.19-31)<br />
  4. 4. 3 – MORTOS NÃO SE COMUNICAM, Vemos nessa passagem, em harmonia com o restante das Escrituras, que os mortos somente se comunicam com os vivos através da ressurreição (Lc 16:31). E, se analisarmos mais detidamente o que “Moisés e os profetas” têm a nos dizer sobre o estado na morte, perceberemos que os mortos permanecem inconscientes na sepultura até o dia da ressurreição final (Jó 14:10-12; Sl 6:4-5; Jo 5:28-29; Hb 9.27). No Evangelho por inteiro, não há um só exemplo de oração pelos mortos, pelas “almas penadas”, da intercessão de santos, não há uma só inserção que legitime o tal Purgatório católico. a Palavra Escrita ABOMINA a invocação de mortos. Invocar santos e santas e outros espíritos nada mais é que invocar mortos. ( Dt 18.11). Isaías 8:19 - Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?<br />Diante dessas lições, entendemos que o enfoque maior de Jesus nessa parábola, está em nos mostrar que todos, independente de nossa condição social, física ou sentimental, passaremos pela morte física e pelo julga,mento eterno. Necessitamos entender, que após a morte, o espírito do homem ou ficará em 'descanso' ou em 'tormento' para todo o sempre. Precisamos nos decidir nessa vida, pela graça de Jesus. Efetivar o arrependimento genuíno, nascer de novo no espírito e vivenciar os mandamentos bíblicos para que possamos conduzir nossa família e as pessoas que pudermos ao lugar de alegria e gozo eterno.<br />ASSISTA http://www.youtube.com/watch?v=gRLv_RtcqvkPr Manoel Lopes 05.03.2011<br />SEARA ESTUDOS O RICO E LAZARO (Lc 16.19-31)<br />

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