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INTRODUÇÃO 
Realização profissional, pessoal e o desejo de uma 
melhor qualidade de vida são anseios legítimos do ser 
humano. 
Entretanto, o problema existe quando esse anseio 
torna-se uma obsessão, um desejo cego, colocando o 
Senhor nosso Deus à margem da vida para eleger um 
ídolo: o sonho pessoal. 
Ao concluirmos o estudo dessa semana veremos que 
não se pode abrir mão de Deus para realizarmos os 
nossos sonhos, pois os dEle devem estar em primeiro 
lugar!
I - A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS 
(Tg 4.1-3) 
 1. Que sentimentos são esses? 
 Tiago abre o capítulo 4 perguntando: "Donde vêm as guerras e 
pelejas entre vós?". Em seguida, responde retoricamente: 
"Porventura, não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que 
nos vossos membros guerreiam?" (v.1). 
 Aqui, o líder da igreja de Jerusalém denuncia o tipo de 
sabedoria que estava predominando na igreja: a terrena, animal 
e diabólica. Por quê? Ora, entre aqueles crentes havia "guerras 
e pelejas" e "interesses dos próprios deleites", enquanto os 
menos favorecidos estavam à margem dessas ambições. 
 Estava nítido que eles não semeavam a paz.
I - A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS 
(Tg 4.1-3) 
 2. A origem dos males (Tg 4.2). 
 "Combateis e guerreais" (v.2), é a afirmação do meio-irmão do 
Senhor em relação àquelas igrejas. Tiago não mascara o que 
está no coração humano: a cobiça e a inveja. 
 Estas são as predisposições básicas da nossa natureza para 
desenvolver uma atitude combativa e de guerra contra as 
pessoas, até mesmo em nome de Deus (Jo 16.2). 
 Quem procede assim ainda não entendeu o Evangelho e nem 
mesmo atina para a verdade de que Deus não tem compromisso 
algum com os desejos egoístas, mas atenta à pureza e a 
verdadeira motivação do coração (1 Sm 16.7; Lc 18.9-14).
I - A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS 
(Tg 4.1-3) 
 3. O porquê de não recebermos bênçãos (Tg 1.3). 
O texto sagrado mostra o porquê de as pessoas que agem 
assim não receberem as bênçãos de Deus, apesar de muitas 
vezes aparecerem "profetas" profetizando o contrário. 
Em primeiro lugar, Deus não é um garçom que está 
diuturnamente ao nosso serviço. Segundo, como vimos, 
Ele não têm compromisso com os nossos interesses 
mundanos. 
E, finalmente, quando pedimos, o pedimos mal, pois não é 
a vontade divina que está em nosso coração, mas o desejo 
egoístico da natureza humana pedindo a Deus para 
chancelá-lo.
R. "Donde vêm as guerras e pelejas entre 
vós?".
II - A BUSCA EGOÍSTA (Tg 4.4,5) 
 1. Adúlteros e amigos do sistema mundano (Tg 4.4). 
Tiago chama de "adúlteros e adúlteras" os crentes que 
flertaram com o sistema do mundo. Mas a qual sistema 
mundano o escritor da epístola se refere? 
 Olhando para o contexto anterior da passagem em apreço, 
veremos que Tiago se refere às más atitudes (a inveja, a 
cobiça, o deleite carnal, as pelejas e as guerras, isto é, o 
egoísmo do coração humano) que caracterizam o sistema 
presente deste mundo. 
 Os que flertaram com tal sistema fizeram-se inimigos de 
Deus.
II - A BUSCA EGOÍSTA (Tg 4.4,5) 
 2. "Inimigos de Deus" 
 O líder da igreja de Jerusalém faz esta afirmação baseado nas 
duas imagens linguísticas usadas por ele para configurar a 
amizade dos crentes com o sistema mundano: "adúlteros e 
adúlteras". 
 Quando Tiago usa essas duas imagens, ele quer mostrar que da 
mesma forma que Israel procurou estabelecer acordos não só 
com o Deus de Abraão, mas também com Baal, Asera e outras 
divindades de Canaã, os leitores de Tiago também procuraram 
estabelecer tanto a amizade com o mundo, quanto com Deus. 
 Todavia, Tiago mostra que a amizade com Deus e com o 
mundo, transformará as pessoas em "inimigas de Deus".
II - A BUSCA EGOÍSTA (Tg 4.4,5) 
 3. O Espírito tem "ciúmes" (Tg 4.5). 
 O Espírito Santo que em nós habita é zeloso. Ele é o selo que 
marca-nos como propriedade exclusiva de Deus (2 Co 1.21,22; 
1 Pe 2.9). 
 No versículo cinco do capítulo quatro, os leitores de Tiago 
aparecem como o objeto dos "ciúmes do Espírito". 
 Por isso, o autor sagrado os confronta chamando-os de 
"adúlteros e adúlteras". Tal advertência é a admoestação de 
Deus para o seu povo. 
 Aqui, também cabe lembrar-nos de uma promessa registrada na 
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R. Tiago os chama de "adúlteros e adúlteras".
III - A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO 
(Tg 4.6-10) 
 1. Humilhando-se perante Deus (Tg 4.6,7). 
 Uma vez admoestados pelo Espírito Santo, temos a promessa de que Ele nos 
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soberbos", mas "dá, porém, graça aos humildes". 
 Se acolhermos a advertência do Senhor, a tão almejada realização humana 
acontecerá de maneira completa em Deus. Humilharmo-nos diante do 
Senhor é reconhecermos quem somos à luz da sua admoestação. É acolher 
com humildade o confronto do Senhor. 
 O arrogante, o soberbo e o ganancioso nunca terão esta atitude e, por isso, 
serão abatidos. E ainda, à luz do ensino de Tiago, resistir ao Diabo significa 
não desejar as mesmas coisas que a falsa sabedoria nos oferece: egoísmo, 
orgulho, soberba etc. 
 É não almejarmos a posição dos mestres orgulhosos e soberbos, mas 
contentarmo-nos com a vocação de servirmos ao Senhor, voluntária e 
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III - A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO 
(Tg 4.6-10) 
 2. Convertendo a soberba em humildade (Tg 4.8,9). 
 Se o orgulhoso e o soberbo decidirem-se por se achegarem a 
Deus, o Senhor lhes será propício. 
 A mão de Deus "não está encolhida, para que não possa salvar; 
nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir" (Is 59.1). 
 O que precisa acontecer é um verdadeiro arrependimento! A 
exortação bíblica de Tiago a essas pessoas é que o "riso" e a 
"aparente felicidade" delas, produzidos pela amizade do 
mundo, convertam-se em "choro", "lamento" e "miséria" (v.9; 
cf. 2 Co 7.10), assim que elas perceberem-se como "inimigas 
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 Esta é a atitude genuína de um verdadeiro arrependimento.
III - A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO 
(Tg 4.6-10) 
 3. "Humilhai-vos perante o Senhor" (Tg 4.10). 
 Ao abrir mão de nossa autorrealização sob as perspectivas 
mundanas do egoísmo, do individualismo, da soberba e da 
inveja, seremos pessoas satisfeitas e realizadas com o Dono da 
vida. 
 Como poderemos ser felizes sem a presença do Doador da 
vida (Jo 12.25)? 
 A exaltação do Senhor ser-nos-á dada mediante a sua graça e 
bondade infinitas. 
 Humilhemo-nos, portanto, debaixo da potente mão de Deus (1 
Pe 5.6)!
R. Humilharmo-nos diante do Senhor é reconhecermos quem somos à luz da 
sua admoestação. É acolher com humildade o confronto do Senhor. 
R. Resistir ao Diabo significa não desejar as 
mesmas coisas que a falsa sabedoria nos oferece. 
R. A exaltação do Senhor ser-nos-á dada 
mediante a sua graça e bondade infinitas.
CONCLUSÃO 
 A partir dos ensinamentos do Senhor Jesus, desfrutaremos da 
verdadeira felicidade em Deus. 
 Que venhamos atentar para o ensinamento desta lição, 
humilhando-nos na presença de Deus através de Cristo Jesus.
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Produção dos slides 
Pr. Ismael Pereira de Oliveira 
& 
Ismael Isidio

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Lição 10 – o perigo da busca pela autorrealização humana

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  • 7. INTRODUÇÃO Realização profissional, pessoal e o desejo de uma melhor qualidade de vida são anseios legítimos do ser humano. Entretanto, o problema existe quando esse anseio torna-se uma obsessão, um desejo cego, colocando o Senhor nosso Deus à margem da vida para eleger um ídolo: o sonho pessoal. Ao concluirmos o estudo dessa semana veremos que não se pode abrir mão de Deus para realizarmos os nossos sonhos, pois os dEle devem estar em primeiro lugar!
  • 8.
  • 9. I - A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS (Tg 4.1-3)  1. Que sentimentos são esses?  Tiago abre o capítulo 4 perguntando: "Donde vêm as guerras e pelejas entre vós?". Em seguida, responde retoricamente: "Porventura, não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?" (v.1).  Aqui, o líder da igreja de Jerusalém denuncia o tipo de sabedoria que estava predominando na igreja: a terrena, animal e diabólica. Por quê? Ora, entre aqueles crentes havia "guerras e pelejas" e "interesses dos próprios deleites", enquanto os menos favorecidos estavam à margem dessas ambições.  Estava nítido que eles não semeavam a paz.
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  • 11.
  • 12. I - A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS (Tg 4.1-3)  2. A origem dos males (Tg 4.2).  "Combateis e guerreais" (v.2), é a afirmação do meio-irmão do Senhor em relação àquelas igrejas. Tiago não mascara o que está no coração humano: a cobiça e a inveja.  Estas são as predisposições básicas da nossa natureza para desenvolver uma atitude combativa e de guerra contra as pessoas, até mesmo em nome de Deus (Jo 16.2).  Quem procede assim ainda não entendeu o Evangelho e nem mesmo atina para a verdade de que Deus não tem compromisso algum com os desejos egoístas, mas atenta à pureza e a verdadeira motivação do coração (1 Sm 16.7; Lc 18.9-14).
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  • 14. I - A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS (Tg 4.1-3)  3. O porquê de não recebermos bênçãos (Tg 1.3). O texto sagrado mostra o porquê de as pessoas que agem assim não receberem as bênçãos de Deus, apesar de muitas vezes aparecerem "profetas" profetizando o contrário. Em primeiro lugar, Deus não é um garçom que está diuturnamente ao nosso serviço. Segundo, como vimos, Ele não têm compromisso com os nossos interesses mundanos. E, finalmente, quando pedimos, o pedimos mal, pois não é a vontade divina que está em nosso coração, mas o desejo egoístico da natureza humana pedindo a Deus para chancelá-lo.
  • 15.
  • 16. R. "Donde vêm as guerras e pelejas entre vós?".
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  • 18.
  • 19. II - A BUSCA EGOÍSTA (Tg 4.4,5)  1. Adúlteros e amigos do sistema mundano (Tg 4.4). Tiago chama de "adúlteros e adúlteras" os crentes que flertaram com o sistema do mundo. Mas a qual sistema mundano o escritor da epístola se refere?  Olhando para o contexto anterior da passagem em apreço, veremos que Tiago se refere às más atitudes (a inveja, a cobiça, o deleite carnal, as pelejas e as guerras, isto é, o egoísmo do coração humano) que caracterizam o sistema presente deste mundo.  Os que flertaram com tal sistema fizeram-se inimigos de Deus.
  • 20.
  • 21. II - A BUSCA EGOÍSTA (Tg 4.4,5)  2. "Inimigos de Deus"  O líder da igreja de Jerusalém faz esta afirmação baseado nas duas imagens linguísticas usadas por ele para configurar a amizade dos crentes com o sistema mundano: "adúlteros e adúlteras".  Quando Tiago usa essas duas imagens, ele quer mostrar que da mesma forma que Israel procurou estabelecer acordos não só com o Deus de Abraão, mas também com Baal, Asera e outras divindades de Canaã, os leitores de Tiago também procuraram estabelecer tanto a amizade com o mundo, quanto com Deus.  Todavia, Tiago mostra que a amizade com Deus e com o mundo, transformará as pessoas em "inimigas de Deus".
  • 22.
  • 23. II - A BUSCA EGOÍSTA (Tg 4.4,5)  3. O Espírito tem "ciúmes" (Tg 4.5).  O Espírito Santo que em nós habita é zeloso. Ele é o selo que marca-nos como propriedade exclusiva de Deus (2 Co 1.21,22; 1 Pe 2.9).  No versículo cinco do capítulo quatro, os leitores de Tiago aparecem como o objeto dos "ciúmes do Espírito".  Por isso, o autor sagrado os confronta chamando-os de "adúlteros e adúlteras". Tal advertência é a admoestação de Deus para o seu povo.  Aqui, também cabe lembrar-nos de uma promessa registrada na Primeira Epístola Universal de João: temos um advogado à destra de Deus (2.1,2).
  • 24.
  • 25. R. Tiago os chama de "adúlteros e adúlteras".
  • 26.
  • 27. III - A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO (Tg 4.6-10)  1. Humilhando-se perante Deus (Tg 4.6,7).  Uma vez admoestados pelo Espírito Santo, temos a promessa de que Ele nos dará "maior graça". Tal maior graça é o fato de que "Deus resiste aos soberbos", mas "dá, porém, graça aos humildes".  Se acolhermos a advertência do Senhor, a tão almejada realização humana acontecerá de maneira completa em Deus. Humilharmo-nos diante do Senhor é reconhecermos quem somos à luz da sua admoestação. É acolher com humildade o confronto do Senhor.  O arrogante, o soberbo e o ganancioso nunca terão esta atitude e, por isso, serão abatidos. E ainda, à luz do ensino de Tiago, resistir ao Diabo significa não desejar as mesmas coisas que a falsa sabedoria nos oferece: egoísmo, orgulho, soberba etc.  É não almejarmos a posição dos mestres orgulhosos e soberbos, mas contentarmo-nos com a vocação de servirmos ao Senhor, voluntária e espontaneamente, em espírito e em verdade (Jo 4.23).
  • 28.
  • 29. III - A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO (Tg 4.6-10)  2. Convertendo a soberba em humildade (Tg 4.8,9).  Se o orgulhoso e o soberbo decidirem-se por se achegarem a Deus, o Senhor lhes será propício.  A mão de Deus "não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir" (Is 59.1).  O que precisa acontecer é um verdadeiro arrependimento! A exortação bíblica de Tiago a essas pessoas é que o "riso" e a "aparente felicidade" delas, produzidos pela amizade do mundo, convertam-se em "choro", "lamento" e "miséria" (v.9; cf. 2 Co 7.10), assim que elas perceberem-se como "inimigas de Deus".  Esta é a atitude genuína de um verdadeiro arrependimento.
  • 30.
  • 31. III - A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO (Tg 4.6-10)  3. "Humilhai-vos perante o Senhor" (Tg 4.10).  Ao abrir mão de nossa autorrealização sob as perspectivas mundanas do egoísmo, do individualismo, da soberba e da inveja, seremos pessoas satisfeitas e realizadas com o Dono da vida.  Como poderemos ser felizes sem a presença do Doador da vida (Jo 12.25)?  A exaltação do Senhor ser-nos-á dada mediante a sua graça e bondade infinitas.  Humilhemo-nos, portanto, debaixo da potente mão de Deus (1 Pe 5.6)!
  • 32.
  • 33. R. Humilharmo-nos diante do Senhor é reconhecermos quem somos à luz da sua admoestação. É acolher com humildade o confronto do Senhor. R. Resistir ao Diabo significa não desejar as mesmas coisas que a falsa sabedoria nos oferece. R. A exaltação do Senhor ser-nos-á dada mediante a sua graça e bondade infinitas.
  • 34.
  • 35. CONCLUSÃO  A partir dos ensinamentos do Senhor Jesus, desfrutaremos da verdadeira felicidade em Deus.  Que venhamos atentar para o ensinamento desta lição, humilhando-nos na presença de Deus através de Cristo Jesus.
  • 36.
  • 37. ACESSE O NOSSO SITE www.escola-dominical.com www.proaviva.blogspot.com Produção dos slides Pr. Ismael Pereira de Oliveira & Ismael Isidio