Desenho Arquitetônico
UNIDADE 9
COBERTURAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG
ESCOLA DE ENGENHARIA
NÚCLEO DE EXPRES...
COBERTURAS
Funções
Fechamento do edifício em sua parte superior
Proteção contra intempéries
Estética
Exigências:
Impermeab...
Principais Tipos de Cobertura:
Lajes horizontais e inclinadas
Telhados
Abóbadas e cúpulas
Cascas
Membranas tensionadas
Cob...
LAJES PLANAS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
Prof. Me. Sinval Xavier
LAJES PLANAS - TERRAÇOS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
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TELHADOS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
Pequenos Vãos
TELHADOS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
Grandes Vãos
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TELHADOS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
Platibandas
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MEMBRANAS TENSIONADAS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
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CÚPULAS E ABÓBODAS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
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CÚPULAS GEODÉSICAS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
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CASCAS ESTRUTURAIS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
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COBERTURAS SUSPENSAS
Coberturas
PRINCIPAIS TIPOS
TELHADOS
Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em
uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é ...
O telhado é composto da estrutura, cobertura e dos
condutores de águas pluviais.
A estrutura: é o elemento de apoio da cob...
LINHAS DO TELHADO
As linhas do telhado são linhas que resultam do encontro de
águas do telhado (planos de cobertura), ou q...
cumeeira
rincão
espigãobeiral
águaestrutura
COMPONENTES DE UM TELHADO
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As estruturas dos
telhados de madeira
podem ser divididas em
armação e trama:
A armação é a parte
estrutural, constituída
...
MADEIRA
Podemos utilizar todas as madeiras de lei para a estrutura
de telhado, no entanto a peroba e o pinho tem sido as
m...
PEÇAS DE MADEIRA
vigas: 6 x 12cm ou 6 x 16cm: comprimento de 2,5; 3,0;
3,5; 4,0; 4,5; 5,0m.
caibros: 5 x 6cm ou 5 x 7 (6 x...
As tesouras são muito eficientes para vencer vãos sem
apoio intermediários.
São estruturas planas verticais que recebem ca...
Linha: Peça que corre ao longo da parte inferior de tesoura
e vai de apoio a apoio;
Estribo: São ferragens que garantem a ...
TESOURAS
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INFORMAÇÕES BÁSICAS
Para vãos até 3,00m as tesouras não precisam de escoras;
Para vãos acima de 8,00m deve-se colocar tira...
TIPOS DE TESOURAS
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CONTRAVENTAMENTO
TESOURAS
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As terças são peças horizontais colocadas em direção
perpendicular às tesouras
As terças apoiam-se sobre as tesouras ou po...
As terças recebem o nome de cumeeiras quando são
colocadas na parte mais alta do telhado (cume), e contra
frechal na parte...
TERÇAS
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Os caibros são colocados em direção perpendicular às terças,
portanto paralela às tesouras. São inclinados, sendo que seu
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CAIBROS
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As ripas são a última parte da trama e são pregadas
perpendicularmente aos caibros. Normalmente são
encontradas com seções...
RIPAS
As ripas suportam o peso
da telhas, devemos
portanto, verificar o
espaçamento entre os
caibros. Se este
espaçamento ...
RIPAS
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Podemos construir o telhado sem o uso de tesouras. Para
isso, devemos apoiar as terças em estruturas de concreto
ou em pon...
PONTALETES
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Nas lajes maciças, onde tudo é calculado, podemos apoiar
em qualquer ponto. Entretanto, na lajes pré-moldadas não
devemos ...
EXEMPLOS DE TELHADOS
Modelo da estrutura de madeira de um telhado de três águas
Prof. Me. Sinval Xavier
EXEMPLOS DE TELHADOS
Modelo da estrutura de madeira de um telhado de três águas
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EXEMPLOS DE TELHADOS
Telhado de fribrocimento em edificação com grande vão
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Ex
EXEMPLOS DE TELHADOS
Construção de uma tesoura de madeira para telhado com estrutura aparente
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EXEMPLOS DE TELHADOS
Prof. Me. Sinval Xavier
EXEMPLOS DE TELHADOS
Prof. Me. Sinval Xavier
EXEMPLOS DE TELHADOS
Prof. Me. Sinval Xavier
LIGAÇÕES DAS PEÇAS DE MADEIRA
LIGAÇÕES DAS PEÇAS DE MADEIRA
Prof. Me. Sinval Xavier
EMENDA DAS TERÇAS
Prof. Me. Sinval Xavier
Para este assunto serão apresentadas as coberturas de
telhas cerâmicas visto serem as mais utilizadas em obras
residenciai...
Tem forma retangular, são planas e chatas, possuem numa das
bordas laterais dois canais longitudinais.
15 un por m²;
Peso ...
Constituem-se de duas peças diferentes, canal, cuja função é de
conduzir a água e capa, que faz a cobertura dos espaços en...
Tem as características da telha paulista, mas melhoradas, tem os
cantos arredondados e a seção retangular.
26 un por m²;
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A telha romana tem o mesmo formato que as telhas plan, só que
nesses tipos o canal é junto com a capa. A portuguesa é igua...
30 un por m²; Peso: 1.475g; Inclinação mínima: 40%;
TELHAS PLANAS: GERMÂNICA
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Pode ser medida por meio de 3 sistemas de referência:
GRAU: em desuso pela dificuldade de leitura de ângulos com
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Partes constituintes do sistema de captação e condução das
águas pluviais:
 Calhas;
 Água furtada;
 Condutores verticai...
São captadoras de águas pluviais e são colocadas
horizontalmente. São geralmente confeccionadas com chapas
galvanizadas.
C...
CALHAS
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São captadoras de águas pluviais e são colocadas inclinadas.
São confeccionadas, como as calhas, com chapas
galvanizadas.
...
Os rufos e as pingadeiras geralmente são confeccionados
com chapa de aço galvanizado mais finas.
RUFOS e PINGADEIRAS
Prof....
Condutores
São canalizações verticais que
transportam as águas coletadas
pelas calhas e pelas águas
furtadas aos coletores...
Beiral é a parte do telhado que avança além dos
alinhamentos das paredes externas, geralmente tem
uma largura variando ent...
Beirais em vã
BEIRAIS
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São peças geralmente executadas em alvenaria ou
concreto que escondem os telhados e podem eliminam
os beirais ou não. Nest...
REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
VISTA SUPERIOR
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PEÇAS DIMENSÕES USUAIS ESPAÇAMENTO USUAL
RIPAS
5 cm x 1 cm
Varia com a dimensão da telha
Normalmente entre 32 e 42 cm
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA
Obs: A VISTA
SUPERIOR DA
ESTRUTURA DA
COBERTURA
COMUMENTE NÃO
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA
TERÇAS
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CAIBROS
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RIPAS
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CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM
1–Marcaçãodoseixos(linhasauxiliares)
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2–Representaçãodalinhaedaperna
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3–Representaçãodocaibro
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4–Representaçãodasterças
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5–Representaçãodostirantes,dopenduraleda
terçadecumeeira
...
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6–Representaçãodasasnas
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
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7–Representaçãodastelhas
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
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8–Representaçãododatesteira,dorevestimento
dobeiraledaalv...
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10 – Rebatimento
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
1 – Representação da terça de cumeeira
Prof. Me. Sin...
2 – Representação das tesouras e dos oitões
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESO...
3 – Representação das terças
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
4 – Representação dos caibros
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
5 – Representação das telhas
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
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6 – Colocação das hachuras
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS – EXEMPLO 2
EXEMPLO DE CORTE PASSANDO FORA DA CUMEEIRA
Prof. Me...
EXEMPLO DE CORTE PASSANDO FORA DA CUMEEIRA
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOU...
REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PARALEO AS TESOURAS – EXEMPLO
REPRESENTAÇÃO ALTERNATIVA
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REPRESENTAÇÃO ALTERNATIVA
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REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PARALEO AS TESOURAS – EXEMPLO
REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA
CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS – EXEMPLO 4
EXEMPLO DE CORTE EM TELHADO DE QUATRO ÁGUAS
Prof. M...
GEOMETRIA DAS COBERTURAS
Regras básicas para projetos de coberturas:
1 - As águas-furtadas (rincões) são as bissetrizes do...
GEOMETRIA DAS COBERTURAS
EXEMPLO
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GEOMETRIA DAS COBERTURAS
Processo de desenho
Prof. Me. Sinval Xavier
1º Dividir a planta em retângulos quadriláteros ou tr...
GEOMETRIA DAS COBERTURAS
EXEMPLO DE TELHADO DE QUATRO ÁGUAS
Prof. Me. Sinval Xavier
GEOMETRIA DAS COBERTURAS
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EXEMPLO DE TELHADO DE VÁRIAS ÁGUAS
GEOMETRIA DAS COBERTURAS
EXEMPLO DE TELHADO IRREGULAR
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  1. 1. Desenho Arquitetônico UNIDADE 9 COBERTURAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG ESCOLA DE ENGENHARIA NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA Prof. Me. Sinval Xavier
  2. 2. COBERTURAS Funções Fechamento do edifício em sua parte superior Proteção contra intempéries Estética Exigências: Impermeabilidade Leveza Baixa porosidade Isolamento térmico/acústico Inalterabilidade/durabilidade Seleção do tipo de cobertura e seus materiais: Clima Estilo construtivo Custo Prof. Me. Sinval Xavier
  3. 3. Principais Tipos de Cobertura: Lajes horizontais e inclinadas Telhados Abóbadas e cúpulas Cascas Membranas tensionadas Coberturas suspensas Malhas espaciais COBERTURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  4. 4. LAJES PLANAS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Prof. Me. Sinval Xavier
  5. 5. LAJES PLANAS - TERRAÇOS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Prof. Me. Sinval Xavier
  6. 6. TELHADOS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Pequenos Vãos
  7. 7. TELHADOS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Grandes Vãos Prof. Me. Sinval Xavier
  8. 8. TELHADOS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Platibandas Prof. Me. Sinval Xavier
  9. 9. MEMBRANAS TENSIONADAS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Prof. Me. Sinval Xavier
  10. 10. CÚPULAS E ABÓBODAS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Prof. Me. Sinval Xavier
  11. 11. CÚPULAS GEODÉSICAS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Prof. Me. Sinval Xavier
  12. 12. CASCAS ESTRUTURAIS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS Prof. Me. Sinval Xavier
  13. 13. COBERTURAS SUSPENSAS Coberturas PRINCIPAIS TIPOS
  14. 14. TELHADOS Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um ou mais planos inclinados em relação à linha horizontal (diferente, por exemplo, das lajes planas ou das cúpulas). A cada um destes planos inclinados, dá-se o nome de água. Os telhados existem em vários formatos, mas todos, de uma forma geral, são constituídos pela composição de planos inclinados. Conforme o número de planos que compõe a cobertura os telhados podem ser classificados em de uma, duas, três, quatro ou várias águas. Em geral, seu principal elemento construtivo é a telha (que, por sua vez, pode ser constituída de barro, metal, fibrocimento ou outros materiais). Prof. Me. Sinval Xavier
  15. 15. O telhado é composto da estrutura, cobertura e dos condutores de águas pluviais. A estrutura: é o elemento de apoio da cobertura, que pode ser: de madeira, metálica, etc.; A cobertura: é o elemento de proteção, que pode ser: cerâmico, de fibrocimento, alumínio, de chapa galvanizada, etc. Os condutores: são para o escoamento conveniente das águas de chuva e constituem-se de: calhas, coletores, rufos e rincões, são de chapas galvanizadas e de PVC. COMPONENTES DE UM TELHADO Prof. Me. Sinval Xavier
  16. 16. LINHAS DO TELHADO As linhas do telhado são linhas que resultam do encontro de águas do telhado (planos de cobertura), ou que indicam seus términos. Na maioria das vezes, são linhas retas (posto que as águas são normalmente planas). As linhas do telhado convencionais são as seguintes: CUMEEIRA – linha divisora de águas, de disposição horizontal e localizada nas posições mas elevadas do telhado. ESPIGÃO – linha divisora da águas, de disposição inclinada, normalmente unindo cumeeiras de altura diferentes, e cumeeiras e beirais. ÁGUA FURTADA OU RINCÃO – linha coletora de águas, de disposição horizontal ou inclinada. POLÍGONO DO BEIRAL – linha poligonal fechada que, em vista superior (planta de cobertura), coincide com o limite externo da cobertura. Prof. Me. Sinval Xavier
  17. 17. cumeeira rincão espigãobeiral águaestrutura COMPONENTES DE UM TELHADO Prof. Me. Sinval Xavier
  18. 18. As estruturas dos telhados de madeira podem ser divididas em armação e trama: A armação é a parte estrutural, constituída pelas tesouras, pontaletes, escoras, etc. e pelas terças; A trama é o quadriculado constituído de caibros e ripas, que se apoiam sobre a armação e por sua vez servem de apoio às telhas. ESTRUTURA de MADEIRA telhas terças caibros ripas tesoura Prof. Me. Sinval Xavier
  19. 19. MADEIRA Podemos utilizar todas as madeiras de lei para a estrutura de telhado, no entanto a peroba e o pinho tem sido as madeiras mais utilizadas na região sul. As madeiras serradas das toras já são padronizadas em bitolas comerciais. No entanto, existem casos onde o dimensionamento das peças exigem peças maiores ou diferentes, assim sendo deve-se partir para seções compostas: ESTRUTURA de MADEIRA Prof. Me. Sinval Xavier
  20. 20. PEÇAS DE MADEIRA vigas: 6 x 12cm ou 6 x 16cm: comprimento de 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0m. caibros: 5 x 6cm ou 5 x 7 (6 x 8)cm: comprimento de 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0m. ripas: 1,0 x 5,0cm – 2,5 x 2,5cm: geralmente com 4,50m de comprimento e são vendidas por dúzia. PEÇAS METÁLICAS As peças metálicas utilizadas em estruturas de telhado são os pregos, os parafusos, chapas de aço para os estribos e presilhas. ESTRUTURA de MADEIRA Prof. Me. Sinval Xavier
  21. 21. As tesouras são muito eficientes para vencer vãos sem apoio intermediários. São estruturas planas verticais que recebem cargas paralelamente ao seu plano, transmitindo-as aos seus apoios. Geralmente são compostas por: Frechal: Peça colocada sobre a parede e sob a tesoura, para distribuir a carga do telhado; Perna: Peças de sustentação da terça, indo do ponto de apoio da tesoura do telhado ao cume; TESOURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  22. 22. Linha: Peça que corre ao longo da parte inferior de tesoura e vai de apoio a apoio; Estribo: São ferragens que garantem a união entre as peças das tesouras; Pendural e tirante: Peças que ligam a linha à perna e se encontram em posição perpendicular ao plano da linha. Denomina-se pendural quando a sua posição é no cume, e nos demais tirante; Asna e escoras: São peças de ligação entre a linha e a perna, encontram-se, geralmente, em posição oblíqua ao plano da linha, denomina-se asna a que sai do pé do pendural, as demais de escoras. TESOURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  23. 23. TESOURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  24. 24. INFORMAÇÕES BÁSICAS Para vãos até 3,00m as tesouras não precisam de escoras; Para vãos acima de 8,00m deve-se colocar tirantes; O espaçamento ideal para as tesouras deve ficar na ordem de 3,00m; O ângulo entre a perna e a linha é chamado de inclinação; O ponto é a relação entre a altura da cumeeira e o vão da tesoura; As tesouras devem ser contraventadas, com mãos francesas e diagonais na linha da cumeeira. TESOURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  25. 25. TIPOS DE TESOURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  26. 26. CONTRAVENTAMENTO TESOURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  27. 27. As terças são peças horizontais colocadas em direção perpendicular às tesouras As terças apoiam-se sobre as tesouras ou pontaletes, e suas bitolas dependem do espaço entre elas (vão livre entre tesouras), do tipo de madeira e da telha empregada:  6 x 12 se o vão entre tesouras não exceder a 2,50m;  6 x 16 para vãos entre 2,50 a 3,50m. Para vãos maiores que 3,50m devemos utilizar bitolas especiais o que não é aconselhável pelo seu custo. TERÇAS Prof. Me. Sinval Xavier
  28. 28. As terças recebem o nome de cumeeiras quando são colocadas na parte mais alta do telhado (cume), e contra frechal na parte baixa. As terças devem ser apoiadas nos nós das tesouras. Os calços da terças inclinadas são chamados de chapuz TERÇAS Prof. Me. Sinval Xavier
  29. 29. TERÇAS Prof. Me. Sinval Xavier
  30. 30. Os caibros são colocados em direção perpendicular às terças, portanto paralela às tesouras. São inclinados, sendo que seu declive determina o caimento do telhado. A bitola do caibro varia com o espaçamento das terças, com o tipo de madeira e da telha. Pode-se adotar na prática os seguintes espaçamentos:  terças espaçadas até 2,00m usa-se caibros de 5 x 6;  terças espaçadas mais que 2,00m ,não ultrapassando a 2,50m, usa-se caibros de 5x7 (6x8). Os caibros são colocados com uma distância máxima de 0,50m (eixo a eixo) para que se possa usar ripas comuns de peroba 1x5. CAIBROS Prof. Me. Sinval Xavier
  31. 31. CAIBROS Prof. Me. Sinval Xavier
  32. 32. As ripas são a última parte da trama e são pregadas perpendicularmente aos caibros. Normalmente são encontradas com seções de 1,0x5,0cm, 1,5x5,0cm, 2,5x5,0 ou 2,5x2,5 O espaçamento entre ripas depende da telha utilizada. Para a colocação das ripas é necessário que se tenha na obra algumas telhas para medir a sua galga. Elas são colocadas do beiral para a cumeeira, iniciando-se com duas ripas ou sobre testeira. Portanto, para garantir esse espaçamento constante, o carpinteiro prepara uma guia (galga). RIPAS Prof. Me. Sinval Xavier
  33. 33. RIPAS As ripas suportam o peso da telhas, devemos portanto, verificar o espaçamento entre os caibros. Se este espaçamento for de 0,50 em 0,50m, podemos utilizar as ripas 1,0x5,0m. Se for maior, utilizamos sarrafos de 2,5x5,0m (peroba). Prof. Me. Sinval Xavier
  34. 34. RIPAS Prof. Me. Sinval Xavier
  35. 35. Podemos construir o telhado sem o uso de tesouras. Para isso, devemos apoiar as terças em estruturas de concreto ou em pontaletes (de madeira ou alvenaria). O uso de pontaletes só é possível quando existirem apoios intermediários. Em construções residenciais, as paredes internas e as lajes oferecem apoios intermediários. Nesses casos, portanto, o custo da estrutura é menor. O pontalete trabalha à compressão e é fixado em um berço de madeira apoiado na laje. Sendo assim, a laje recebe uma carga distribuída. PONTALETES Prof. Me. Sinval Xavier
  36. 36. PONTALETES Prof. Me. Sinval Xavier
  37. 37. Nas lajes maciças, onde tudo é calculado, podemos apoiar em qualquer ponto. Entretanto, na lajes pré-moldadas não devemos apoiar na direção das vigotas dessa laje, mas sim na direção das paredes. Havendo necessidade de se colocar um pontalete fora das paredes, é necessário que se faça uma viga de concreto invertida para vão grandes ou vigas de madeira nos vãos pequenos. Devemos ainda, ter algumas precauções como:  a distância dos pontaletes deve ser igual a das tesouras;  a distância entre as terças deve ser igual à distância das mesmas quando apoiadas nas tesoura; PONTALETES Prof. Me. Sinval Xavier
  38. 38. EXEMPLOS DE TELHADOS Modelo da estrutura de madeira de um telhado de três águas Prof. Me. Sinval Xavier
  39. 39. EXEMPLOS DE TELHADOS Modelo da estrutura de madeira de um telhado de três águas Prof. Me. Sinval Xavier
  40. 40. EXEMPLOS DE TELHADOS Telhado de fribrocimento em edificação com grande vão Prof. Me. Sinval Xavier
  41. 41. Ex EXEMPLOS DE TELHADOS Construção de uma tesoura de madeira para telhado com estrutura aparente Prof. Me. Sinval Xavier
  42. 42. EXEMPLOS DE TELHADOS Prof. Me. Sinval Xavier
  43. 43. EXEMPLOS DE TELHADOS Prof. Me. Sinval Xavier
  44. 44. EXEMPLOS DE TELHADOS Prof. Me. Sinval Xavier
  45. 45. LIGAÇÕES DAS PEÇAS DE MADEIRA
  46. 46. LIGAÇÕES DAS PEÇAS DE MADEIRA Prof. Me. Sinval Xavier
  47. 47. EMENDA DAS TERÇAS Prof. Me. Sinval Xavier
  48. 48. Para este assunto serão apresentadas as coberturas de telhas cerâmicas visto serem as mais utilizadas em obras residenciais e de mais complexa representação. As demais telhas (fibrocimento, alumínio, galvanizada) são mais utilizadas em obras comerciais e industriais. Para a sua utilização, é conveniente solicitar a orientação de um técnico do fabricante ou mesmo o uso de catálogos técnicos. As telhas cerâmicas mais utilizadas são: Francesa ou Marselha; Paulista ou Canal ou Colonial; Paulistinha; Plan; Romana; Portuguesa. COBERTURAS Prof. Me. Sinval Xavier
  49. 49. Tem forma retangular, são planas e chatas, possuem numa das bordas laterais dois canais longitudinais. 15 un por m²; Peso seca: 45 kgf/m²; Peso saturada 54 kgf/m²; Comprim. 40 cm Largura 24 cm; Inclinação: 32 a 40%; Cumeeira: 3 un/ml. TELHA FRANCESA Prof. Me. Sinval Xavier
  50. 50. Constituem-se de duas peças diferentes, canal, cuja função é de conduzir a água e capa, que faz a cobertura dos espaços entre dois canais. 26 un por m²; Peso seca: 69 kgf/m²; Peso saturada 83 kgf/m²; Comprim. 46 cm Largura Capa 16 cm; Largura Canal 18 cm Inclinação: 25%; Cumeeira: 3 un/ml. TELHA CAPA-CANAL, PAULISTA ou COLONIAL Prof. Me. Sinval Xavier
  51. 51. Tem as características da telha paulista, mas melhoradas, tem os cantos arredondados e a seção retangular. 26 un por m²; Peso seca: 72 kgf/m²; Peso saturada 86 kgf/m²; Comprim. 46 cm Largura Capa 16 cm; Largura Canal 18 cm Inclinação: 20 a 30%; Cumeeira: 3 un/ml. TELHA PLAN Prof. Me. Sinval Xavier
  52. 52. A telha romana tem o mesmo formato que as telhas plan, só que nesses tipos o canal é junto com a capa. A portuguesa é igual à paulista, mas igualmente com capa e canal juntos em uma mesma peça 16 un por m²; Peso seca: 48 kgf/m²; Peso saturada 58 kgf/m²; Comprim. 46 cm Largura Capa 16 cm; Largura Canal 18 cm Inclinação: 30%; Cumeeira: 3 un/ml. TELHAS ROMANA e PORTUGUESA Prof. Me. Sinval Xavier
  53. 53. 30 un por m²; Peso: 1.475g; Inclinação mínima: 40%; TELHAS PLANAS: GERMÂNICA Prof. Me. Sinval Xavier
  54. 54. Pode ser medida por meio de 3 sistemas de referência: GRAU: em desuso pela dificuldade de leitura de ângulos com transferidor na obra; PONTO: corresponde à razão entre altura e o vão. Por exemplo, para o ponto de 1/5, uma tesoura de 10m de vão teria 2m de altura. Foi o sistema adorado na arquitetura colonial, porém, também está em desuso. Foi substituído pela... PERCENTAGEM: representada pela inclinação da hipotenusa de um triângulo retângulo tendo o cateto maior na horizontal. INCLINAÇÃO DE UM TELHADO Prof. Me. Sinval Xavier
  55. 55. Partes constituintes do sistema de captação e condução das águas pluviais:  Calhas;  Água furtada;  Condutores verticais;  Coletores;  Rufos e Pingadeiras. CAPTAÇÃO E CONDUÇÃO DAS ÁGUAS PLUVIAIS Prof. Me. Sinval Xavier
  56. 56. São captadoras de águas pluviais e são colocadas horizontalmente. São geralmente confeccionadas com chapas galvanizadas. CALHAS tipo platibandatipo coxo tipo moldura ou beiral Prof. Me. Sinval Xavier
  57. 57. CALHAS Prof. Me. Sinval Xavier
  58. 58. São captadoras de águas pluviais e são colocadas inclinadas. São confeccionadas, como as calhas, com chapas galvanizadas. CALHAS de ÁGUAS FURTADADAS ou RINCÕES Prof. Me. Sinval Xavier
  59. 59. Os rufos e as pingadeiras geralmente são confeccionados com chapa de aço galvanizado mais finas. RUFOS e PINGADEIRAS Prof. Me. Sinval Xavier
  60. 60. Condutores São canalizações verticais que transportam as águas coletadas pelas calhas e pelas águas furtadas aos coletores. Podem ser de chapas galvanizadas ou de PVC e devem ter diâmetro mínimo de 75mm. Podem ser instalados interna ou externamente as paredes. Coletores São canalizações compreendidas entre os condutores e o sistema público de águas pluviais. CONDUTORES E COLHETORES Prof. Me. Sinval Xavier
  61. 61. Beiral é a parte do telhado que avança além dos alinhamentos das paredes externas, geralmente tem uma largura variando entre 0.40 a 1.00m,e os mais comuns são de 0.60, 0.70 e 0.80m. Em laje BEIRAIS Prof. Me. Sinval Xavier plano inclinado
  62. 62. Beirais em vã BEIRAIS Prof. Me. Sinval Xavier
  63. 63. São peças geralmente executadas em alvenaria ou concreto que escondem os telhados e podem eliminam os beirais ou não. Neste caso, sempre se coloca uma calha, rufos e pingadeiras . PLATIBANDA Prof. Me. Sinval Xavier
  64. 64. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA VISTA SUPERIOR Prof. Me. Sinval Xavier
  65. 65. PEÇAS DIMENSÕES USUAIS ESPAÇAMENTO USUAL RIPAS 5 cm x 1 cm Varia com a dimensão da telha Normalmente entre 32 e 42 cm 5 cm x 1,5 cm 2,5 cm x 2,5 cm 5 cm x 2,5 cm CAIBRO 5 cm x 6 cm 50 cm a 60 cm5 cm x 7 cm 6 cm x 8 cm TERÇAS 6 cm x 12 cm 1,40 m a 1.60 m (telhas cerâmicas) 6 cm x 16 cm 8 cm x 12 cm 1,80 m a 2,50 m (telhas onduladas) 8 cm x 16 cm TESOURAS Linha: 6 x 12 / 6 x 16 8 x 12 / 8 x 16 / 10 x 20 2,50 m a 3,50 m (telhas cerâmicas) Pernas e elementos internos: 6 x 12 / 6 x 16 / 8 x 12 / 8 x16 4,00 m a 6,00 m (telhas onduladas) Existe grande variação de seções conforme os elementos e o vão. Normalmente, no desenho, são usadas as seções acima DIMENSÕES E ESPAÇAMENTO PARA O DESENHO DE ESTRUTURAS DE MADEIRA DE TELHADOS EM PROJ. ARQUITETÔNICO Obs: os valores indicados são apenas referências para a representação de telhados em projetos arquitetônicos, não dispensando o cálculo da estrutura para definição das dimensões exatas. Prof. Me. Sinval Xavier
  66. 66. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA Obs: A VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA DA COBERTURA COMUMENTE NÃO FAZ PARTE DAS REPRESENTAÇÕES DE UM PROJETO ARQUITETÔNICO, APARECENDO AQUI COMO ORIENTAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DOS CORTES NA COBERTURA. TESOURASeOITÕES Prof. Me. Sinval Xavier
  67. 67. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA TERÇAS Prof. Me. Sinval Xavier
  68. 68. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA CAIBROS Prof. Me. Sinval Xavier
  69. 69. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA VISTA SUPERIOR DA ESTRUTURA RIPAS Prof. Me. Sinval Xavier
  70. 70. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 1–Marcaçãodoseixos(linhasauxiliares) Prof. Me. Sinval Xavier
  71. 71. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 2–Representaçãodalinhaedaperna Prof. Me. Sinval Xavier
  72. 72. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 3–Representaçãodocaibro Prof. Me. Sinval Xavier
  73. 73. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 4–Representaçãodasterças Prof. Me. Sinval Xavier
  74. 74. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 5–Representaçãodostirantes,dopenduraleda terçadecumeeira Prof. Me. Sinval Xavier
  75. 75. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 6–Representaçãodasasnas Prof. Me. Sinval Xavier
  76. 76. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 7–Representaçãodastelhas Prof. Me. Sinval Xavier
  77. 77. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 8–Representaçãododatesteira,dorevestimento dobeiraledaalvenariadefechamento. Prof. Me. Sinval Xavier
  78. 78. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALELO AS TESOURAS - MONTAGEM 10 – Rebatimento Prof. Me. Sinval Xavier
  79. 79. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM 1 – Representação da terça de cumeeira Prof. Me. Sinval Xavier
  80. 80. 2 – Representação das tesouras e dos oitões Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
  81. 81. 3 – Representação das terças Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
  82. 82. 4 – Representação dos caibros Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
  83. 83. 5 – Representação das telhas Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
  84. 84. 6 – Colocação das hachuras Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS - MONTAGEM
  85. 85. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS – EXEMPLO 2 EXEMPLO DE CORTE PASSANDO FORA DA CUMEEIRA Prof. Me. Sinval Xavier
  86. 86. EXEMPLO DE CORTE PASSANDO FORA DA CUMEEIRA Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS – EXEMPLO 2
  87. 87. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALEO AS TESOURAS – EXEMPLO REPRESENTAÇÃO ALTERNATIVA Prof. Me. Sinval Xavier
  88. 88. REPRESENTAÇÃO ALTERNATIVA Prof. Me. Sinval Xavier REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PARALEO AS TESOURAS – EXEMPLO
  89. 89. REPRESENTAÇÃO DA COBERTURA CORTE PERPENDICULAR AS TESOURAS – EXEMPLO 4 EXEMPLO DE CORTE EM TELHADO DE QUATRO ÁGUAS Prof. Me. Sinval Xavier
  90. 90. GEOMETRIA DAS COBERTURAS Regras básicas para projetos de coberturas: 1 - As águas-furtadas (rincões) são as bissetrizes do ângulo formado entre as paredes e partem dos cantos internos (reentrantes). 2 - Os espigões são as bissetrizes do ângulo formado entre as paredes e partem dos cantos externos (salientes). 3 - As cumeeiras são sempre horizontais e geralmente ficam no centro das águas. 4 - Quando temos uma cumeeira em nível mais elevado da outra, fazemos a união entre as duas com um espigão, e no encontro do espigão com a cumeeira mais baixa nasce uma água-furtada (rincão). Prof. Me. Sinval Xavier
  91. 91. GEOMETRIA DAS COBERTURAS EXEMPLO Prof. Me. Sinval Xavier
  92. 92. GEOMETRIA DAS COBERTURAS Processo de desenho Prof. Me. Sinval Xavier 1º Dividir a planta em retângulos quadriláteros ou triângulos; 2º Traçar as bissetrizes dos ângulos reentrantes e salientes; 3º Procurar as concordâncias (cumeeiras); OBSERVAÇÃO As águas terão sempre a mesma inclinação.
  93. 93. GEOMETRIA DAS COBERTURAS EXEMPLO DE TELHADO DE QUATRO ÁGUAS Prof. Me. Sinval Xavier
  94. 94. GEOMETRIA DAS COBERTURAS Prof. Me. Sinval Xavier EXEMPLO DE TELHADO DE VÁRIAS ÁGUAS
  95. 95. GEOMETRIA DAS COBERTURAS EXEMPLO DE TELHADO IRREGULAR Prof. Me. Sinval Xavier
  96. 96. GEOMETRIA DAS COBERTURAS VISUALIZAÇÃO DA INTERSECÇÃO DE PLANOS DA COBERTURA Prof. Me. Sinval Xavier

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