Desenho ArquitetônicoUNIDADE 3PLANTA BAIXAUNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURGESCOLA DE ENGENHARIANÚCLEO DE EXPRESSÃO...
CONCEITOA Planta baixa é, genericamente, uma vista ortográficaseccional do tipo corte, feita em cada pavimento através deu...
Prof. Me. Sinval Xavier
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DENOMINAÇÃO E QUANTIDADEQualquer construção de um único piso terá a necessidade óbviade uma única planta baixa, que será d...
Para adequação a norma NB-140, são utilizadas asdenominações “PISO” e “PAVIMENTO”. Não podendo serempregada a terminologia...
ESCALAA escala usual para impressão (representação) das plantasbaixas é a de 1:50. Ocorre que para determinadas edificaçõe...
ESPESSURAS DAS LINHAS EM DIFERENTES ESCALASAssim como os textos e as cotas, as espessuras das linhastambém devem ser confi...
ELEMENTOS DE UMA PLANTA BAIXAOs elementos de uma planta baixa podem ser divididos em:Elementos Construtivos:Paredes e elem...
PAREDESAs paredes, geralmente em alvenaria, são seccionadas peloplano de corte que gera a planta baixa. São representadasa...
REPRESENTAÇÃO DE PAREDES DE ALVENARIAAbaixo são apresentadas variações na representação e no tomda cor (tom de cinza). Não...
REPRESENTAÇÃO DE PAREDES DE ALVENARIAParedes baixas (menor do que 1.50m de altura) não sãocortadas pelo plano e por conseq...
DESNÍVEISOs desníveis devemser representados comlinhas finas, mas maisespessas e/ou escurasdo que as querepresentam os pis...
ELEMENTOS EM PROJEÇÃOOs elementos da construção situados a cima do plano de corteda planta baixa, e por conseqüência, não ...
ESQUADRIASAs esquadrias, em geral portas e janelas, podem serrepresentadas de forma simplificada, ou mais detalhada. Odese...
ESQUADRIASAo representar os elementos das esquadrias que faceiamas paredes, tais como marcos e guarnições, devemos lembrar...
ESQUADRIASESPESSURAS DAS LINHAS (p/ escala 1:50)Prof. Me. Sinval Xavier
EQUIPAMENTOS FIXOSOs equipamentos fixos, tais como louças sanitárias, balcões debanheiros e cozinhas, pias, tanques e outr...
TEXTOSOs textos devem ser representados em letras e númerostécnicos, evitando-se fontes “artísticas” e “rebuscadas”.Recome...
TEXTOSCUIDADO!!!MUITO GRANDE MUITO PEQUENOProf. Me. Sinval Xavier
A seguinte tabela apresenta uma sugestão de alturas mínimas emáximas de textos para os principais elementos de uma plantab...
PISOSOs pisos frios e/ou especiais devem ser representados com linhasfinas (0.05 mm a 0.10 mm) na cor preta, ou em tom de ...
PISOSNa representação de pisos também deve ser observado àdensidade das hachuras, ou seja, o distanciamento entre suaslinh...
COTASAs cotas ou dimensionamentos seguem as determinações da NBR10126 (Cotagem em desenho técnico) e NBR 6492(Representaçã...
COTASDistribuição das linhas de cotas: é usual no desenhoarquitetônico cotas em série, posicionadas tanto pelo ladoexterno...
COTAGEM DE ESQUADRIASNa cotagem de esquadrias são representadas três diferentesdimensões, sempre na mesma ordem: largura d...
NÍVEISNa planta baixa utiliza-se o símbolo abaixo para informar a alturade determinados pontos do projeto. Devem ser indic...
SEQUÊNCIA DE MONTAGEM DE UMA PLANTA BAIXA1º Representação das paredes: são demarcadas as paredesda edificação através das ...
3º Representação dos desníveis e transições de tipos depisos: são representados desníveis, degraus, rampas, soleiras,balcõ...
5º Representação das esquadrias: são desenhadas, nosrespectivos vãos, as portas, janelas e outros tipos deesquadrias que p...
6º Representação esquemática das circulações verticais:elevadores e escadas (número de degraus, base e altura dosdegraus, ...
8º Representação dos principais equipamentos de serviço,tais como fogão(ões), geladeira(s), frezer(s), máquina(s) delavar ...
10º Representação dos pisos (pisos frios e outros pisosespeciais) através de hachuras quadriculadas e outras.Prof. Me. Sin...
11º Representação das cotas e dos níveis dos pisos.Prof. Me. Sinval Xavier
BIBLIOGRAFIAProf. Me. Sinval XavierDIEFENBACH, Samantha; ROCHA, Eduardo. Material Didáticoda Disciplina de Desenho Arquite...
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  1. 1. Desenho ArquitetônicoUNIDADE 3PLANTA BAIXAUNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURGESCOLA DE ENGENHARIANÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICAProf. Me. Sinval Xavier
  2. 2. CONCEITOA Planta baixa é, genericamente, uma vista ortográficaseccional do tipo corte, feita em cada pavimento através deum plano projetante secante horizontal imaginário,posicionado de maneira a seccionar o maior número possível deelementos, normalmente em uma altura entre as vergas dasportas e os peitoris das janelas (média 1.50m).A porção da edificação acima doplano de corte é eliminada erepresenta-se o que um observadorimaginário posicionado a umadistância infinita veria ao olhar doalto a edificação cortada. Estarepresentação é acompanhada detodas as informações necessárias acorreta construção da edificação.Prof. Me. Sinval Xavier
  3. 3. Prof. Me. Sinval Xavier
  4. 4. Prof. Me. Sinval Xavier
  5. 5. DENOMINAÇÃO E QUANTIDADEQualquer construção de um único piso terá a necessidade óbviade uma única planta baixa, que será denominada simplesmentede “PLANTA BAIXA”.Em construções com vários pavimentos, será necessária umaplanta baixa para cada pavimento arquitetonicamente distinto.Vários pavimentos iguais terão como representação uma únicaplanta baixa, que neste caos será denominada de “PLANTABAIXA DO PAVIMENTO TIPO”.Quanto aos demais pavimentos, o título da planta inclui adenominação do piso. Por exemplo, planta baixa do 1ºpavimento (ou pavimento térreo), planta baixa do segundosubsolo, planta baixa da cobertura, planta baixa da sobre loja,e assim por diante.Prof. Me. Sinval Xavier
  6. 6. Para adequação a norma NB-140, são utilizadas asdenominações “PISO” e “PAVIMENTO”. Não podendo serempregada a terminologia “ANDAR”.A denominação do número é dada:nos subsolos: 1, 2, 3, etc no sentido de quem desce;nos pavimentos: 1 (ou pav. térreo), 2, 3, etc, no sentido dequem sobe.Prof. Me. Sinval Xavier
  7. 7. ESCALAA escala usual para impressão (representação) das plantasbaixas é a de 1:50. Ocorre que para determinadas edificações,em função de suas dimensões, essa escala pode ser muitogrande e de difícil impressão. Nesses casos, costuma-seutilizar as escalas de 1:75 e 1:100. Escalas menores do queestas, em projetos executivos, não devem ser utilizadas, sendopreferível a representação (impressão) da planta baixa porpartes, através de pranchas articuladasESCALA DOS ELEMENTOS TEXTUAISDevem manter seu principal requisito: a legibilidade. Um textoconfigurado para impressão na escala 1:50 não deve serimpresso na escala 1:100, pois restaria muito pequeno e dedifícil leitura. Desta forma, existe a necessidade dereconfiguração dos elementos textuais para diferentes escalasde impressão.Prof. Me. Sinval Xavier
  8. 8. ESPESSURAS DAS LINHAS EM DIFERENTES ESCALASAssim como os textos e as cotas, as espessuras das linhastambém devem ser configuradas de forma distinta paradiferentes escalas de impressão, obedecendo-se a regra de quequanto menor a escala, menores são as espessuras das linhas.A seguir é apresentada uma referência de relações entreespessuras (em milímetros) de linhas para as escalas de 1:50,1:75 e 1:100.1:50 1:75 1:1001 - Red 0,1 0,1 0,12 - Yellow 0,2 0,15 0,133 - Green 0,3 0,25 0,24- Cyan 0,4 0,35 0,255 - Blue 0,5 0,4 0,36 - Magenta 0,6 0,5 0,47 - White 0,7 0,6 0,458 0,09 0,09 0,099 0,09 0,09 0,09Prof. Me. Sinval Xavier
  9. 9. ELEMENTOS DE UMA PLANTA BAIXAOs elementos de uma planta baixa podem ser divididos em:Elementos Construtivos:Paredes e elementos estruturais; aberturas (portas, janelas,portões, etc.); pisos e seus componentes (degraus, rampas,escadas, etc.); equipamentos de construção (aparelhossanitários, armários, lareiras, etc.); aparelhos elétricos deporte (fogões, geladeiras, máquinas de lavar, etc.) e elementosde importância não visíveis (dutos de ventilação, reservatórios,etc.).Informações:Nome dos compartimentos, áreas úteis dos compartimentos,níveis, posições dos planos de corte vertical, cotas dasaberturas, cotas gerais, níveis e outras informações.Prof. Me. Sinval Xavier
  10. 10. PAREDESAs paredes, geralmente em alvenaria, são seccionadas peloplano de corte que gera a planta baixa. São representadasatravés de linhas paralelas de espessura grossa. Podemaparecer preenchidas ou não por textura sólida (cor), e/oucom ou sem representação do revestimento das alvenarias(reboco ou outros).Prof. Me. Sinval Xavier
  11. 11. REPRESENTAÇÃO DE PAREDES DE ALVENARIAAbaixo são apresentadas variações na representação e no tomda cor (tom de cinza). Não é aconselhável utilizar cores poisalgumas dessas geralmente estão associadas aos diferentestipos (estados) de paredes em um projeto de reforma e/ouampliação (p.ex: paredes a demolir, paredes a conservar,paredes a construir).É recomendável diminuira espessura das linhasconforme o tom de cinzautilizado: quanto maisescuro, mais fina devemser as linhas de contorno.A cor preta somente deveser utilizada para escalaspequenas (1/100 oumenor)Prof. Me. Sinval Xavier
  12. 12. REPRESENTAÇÃO DE PAREDES DE ALVENARIAParedes baixas (menor do que 1.50m de altura) não sãocortadas pelo plano e por conseqüência são representadas emvista, com linhas de espessura média, conforme exemploabaixo.Prof. Me. Sinval Xavier
  13. 13. DESNÍVEISOs desníveis devemser representados comlinhas finas, mas maisespessas e/ou escurasdo que as querepresentam os pisos.Recomenda-se o usode linhas na espessurade 0.20 mm a 0.25mm para desníveis,soleiras, rampas edegraus, e de 0.10mm a 0.15 mm paralinhas de transição depisos.Prof. Me. Sinval Xavier
  14. 14. ELEMENTOS EM PROJEÇÃOOs elementos da construção situados a cima do plano de corteda planta baixa, e por conseqüência, não visíveis, devem serrepresentados em projeção através de linhas tracejadas ou delinha traço dois pontos. São assim representados: beirais dascoberturas, vãos de aberturas e esquadrias (incluindoiluminação zenital), elementos da estrutura (vigas), chaminés,alçapões, mezaninos, caixa d’água, escadas, etc.Prof. Me. Sinval Xavier
  15. 15. ESQUADRIASAs esquadrias, em geral portas e janelas, podem serrepresentadas de forma simplificada, ou mais detalhada. Odesenho CAD permite a utilização de blocos, desta forma oselementos repetitivos nos desenhos de arquitetura, taiscomo as esquadrias, as louças sanitárias, equipamentos deserviço e outros, podem ser desenhados uma única vez, eformarem uma biblioteca de blocos.Prof. Me. Sinval Xavier
  16. 16. ESQUADRIASAo representar os elementos das esquadrias que faceiamas paredes, tais como marcos e guarnições, devemos lembrarque se essas últimas forem representadas por linhas grossas,as mesmas irão parcialmente se sobrepor as linhas desseselementos, diminuindo suas dimensões visuais (após aimpressão). Nestes casos, marcos e guarnições devem serrepresentadas com dimensões maiores do que as reais, deforma a compensar a sobreposição das linhas representativasdas paredesProf. Me. Sinval Xavier
  17. 17. ESQUADRIASESPESSURAS DAS LINHAS (p/ escala 1:50)Prof. Me. Sinval Xavier
  18. 18. EQUIPAMENTOS FIXOSOs equipamentos fixos, tais como louças sanitárias, balcões debanheiros e cozinhas, pias, tanques e outros, podem serrepresentados utilizando-se tanto blocos como linhasindividuais. Por exemplo: na representação do lavatório de umbanheiro podem ser utilizadas linhas para definir o balcão, eum bloco para a louça do lavatório propriamente dito. Aslinhas de contorno, da grande maioria dos equipamentos fixos,são de espessura média (entre 0,30 e 0,40 mm) e seusdetalhes são representados por linhas finas (entre 0,05mm e0,2mm)CUIDADO COM A RELAÇÃO:NÍVEL DE DETALHAMENTOXESCALA DE IMPRESSÃOProf. Me. Sinval Xavier
  19. 19. TEXTOSOs textos devem ser representados em letras e númerostécnicos, evitando-se fontes “artísticas” e “rebuscadas”.Recomenda-se a utilização de fontes do tipo “true type” asquais já possuem espessura definida na própria fonte e que seajustam automaticamente a altura do texto, dispensandoassim a necessidade de configurar a espessura das letras enúmeros quando da impressão.Os textos devem ser dispostos sempre no sentido deleitura, ou seja, de baixo para cima e da esquerda paradireita.A altura dos textos deve variar seguindo uma hierarquia deinformação, ser compatível com a escala de impressão, eobedecer a critérios visuais e de legibilidade.Prof. Me. Sinval Xavier
  20. 20. TEXTOSCUIDADO!!!MUITO GRANDE MUITO PEQUENOProf. Me. Sinval Xavier
  21. 21. A seguinte tabela apresenta uma sugestão de alturas mínimas emáximas de textos para os principais elementos de uma plantabaixa a ser impressa na escala 1/50Altura mínima (m) Altura máxima (m)Nome dos compartimentos 0.14 0.17Área dos compartimentos 0.10 0.14Dimensões das janelas 0.11 0.13Dimensões da portas 0.08 0.10Cotas 0.10 0.13Textos auxiliares 0.09 0.11Apesar do modelo (elementos da edificação) poder ser impressoem diferentes escalas, os textos a ele relacionado não podemsofrer o mesmo fator de escalonamento, pois deve ser mantidaa sua legibilidade e proporcionalidade em qualquer escalade impressão.Fatores de ampliação aplicáveis a escala 1/50: 1.30 para escala1/75 e 1.60 para escala 1/100.Prof. Me. Sinval Xavier
  22. 22. PISOSOs pisos frios e/ou especiais devem ser representados com linhasfinas (0.05 mm a 0.10 mm) na cor preta, ou em tom de cinza.Neste último caso, recomenda-se o aumento gradual da espessuradas linhas proporcionalmente a diminuição do nível de cinza(linhas mais espessas para tons de cinzas mais claros).Prof. Me. Sinval Xavier
  23. 23. PISOSNa representação de pisos também deve ser observado àdensidade das hachuras, ou seja, o distanciamento entre suaslinhas em relação ao tamanho do compartimento onde os mesmossão aplicados. Deve-se evitar a utilização de hachuras muitodensas em compartimentos de grandes dimensões e de hachuraspouco densas em compartimentos pequenos.Prof. Me. Sinval Xavier
  24. 24. COTASAs cotas ou dimensionamentos seguem as determinações da NBR10126 (Cotagem em desenho técnico) e NBR 6492(Representação de projetos de arquitetura). As contas sãoformadas pelos seguintes elementos:As linhas de cota e de extensão são representadas através delinhas finas (0.09mm a 0.13mm) e o projeto da edificação deveter seus elementos cotados de forma que seja possível identificartodas as medidas necessárias a sua execução sem recorrer ainstrumento de medição do desenho (régua ou escalímetro).Prof. Me. Sinval Xavier
  25. 25. COTASDistribuição das linhas de cotas: é usual no desenhoarquitetônico cotas em série, posicionadas tanto pelo ladoexterno da planta baixa, quanto, quando necessário,internamente ou cruzando a mesma. As cotas devem seracumuladas de forma a também representarem as medidasexternas da edificação.Unidade de cotagem: na representação de projetos dearquitetura os elementos usualmente são cotados em metrosou em centímetros. Deve-se escolher uma dessas unidades, eadotá-la em todo o projeto. A NBR 6492/94 permite que umdesenho seja cotado em metros e que as dimensões queforem menores que a unidade (1 metro) sejam cotadas emcentímetros.Prof. Me. Sinval Xavier
  26. 26. COTAGEM DE ESQUADRIASNa cotagem de esquadrias são representadas três diferentesdimensões, sempre na mesma ordem: largura da esquadria,altura da esquadria e altura do peitoril (distância da parte inferiorda esquadria até o piso interno da edificação). Além dasdimensões das esquadrias é usual que sejam informados códigospara as mesmas, utilizados para identificá-las na planilha e nosdesenhos de detalhes de esquadrias, que freqüentementeacompanham os projetos.Prof. Me. Sinval Xavier
  27. 27. NÍVEISNa planta baixa utiliza-se o símbolo abaixo para informar a alturade determinados pontos do projeto. Devem ser indicados todosos diferentes níveis presentes na planta baixa. Evita-se arepetição desnecessária de níveis, identificando-os sempre quefor visualizada uma diferença de nível, não sendo necessárioinformar a cota de nível de todos os compartimentos, mas sim oslugares aonde há mudança nas alturas dos pisos.Os níveis devem ser sempre indicados em METROS eacompanhados do sinal negativo caso localizarem abaixo donível de referência (00) – (opcionalmente pode ser usado osinal positivo para o caso de níveis localizados acima do nívelde referência). Sempre são indicados com referência ao nívelZERO do projetoProf. Me. Sinval Xavier
  28. 28. SEQUÊNCIA DE MONTAGEM DE UMA PLANTA BAIXA1º Representação das paredes: são demarcadas as paredesda edificação através das linhas horizontais, verticais,inclinadas e curvas que as representam;2º Representação dos vãos das aberturasProf. Me. Sinval Xavier
  29. 29. 3º Representação dos desníveis e transições de tipos depisos: são representados desníveis, degraus, rampas, soleiras,balcões, e linhas de transição de pisos.4º Representação através de linhas tracejadas da projeçãodos beirais, marquises e demais elementos necessários(localizados acima do plano de corte da planta baixa).Prof. Me. Sinval Xavier
  30. 30. 5º Representação das esquadrias: são desenhadas, nosrespectivos vãos, as portas, janelas e outros tipos deesquadrias que porventura houver. As esquadrias poderão serrepresentadas linha a linha ou inseridas como blocospreviamente definidos;Prof. Me. Sinval Xavier
  31. 31. 6º Representação esquemática das circulações verticais:elevadores e escadas (número de degraus, base e altura dosdegraus, sentido de subida)7º Representação dos equipamentos fixos dos banheiros(louças sanitárias, balcão(ões) de lavatório(s), chuveiro(s),etc.), da(s) cozinha(s) (pia(s), balcões e outros), área deserviço (tanque(s) e balcões), churrasqueiras (pia(s) ebalcões) e de outros compartimentos de serviço quehouverem;Prof. Me. Sinval Xavier
  32. 32. 8º Representação dos principais equipamentos de serviço,tais como fogão(ões), geladeira(s), frezer(s), máquina(s) delavar e secar roupas, etc. A representação dessesequipamentos não é obrigatória no projeto arquitetônico, masé comum, servido como referência para execução dos projetoscomplementares (hidrossanitário, elétrico e gás).9º Representação dos principais textos: nome e áreas doscompartimentos, dimensões das esquadrias.Prof. Me. Sinval Xavier
  33. 33. 10º Representação dos pisos (pisos frios e outros pisosespeciais) através de hachuras quadriculadas e outras.Prof. Me. Sinval Xavier
  34. 34. 11º Representação das cotas e dos níveis dos pisos.Prof. Me. Sinval Xavier
  35. 35. BIBLIOGRAFIAProf. Me. Sinval XavierDIEFENBACH, Samantha; ROCHA, Eduardo. Material Didáticoda Disciplina de Desenho Arquitetônico. Apresentação emPowerPoint. ULBRA. Santa Maria, 2010.SCHULER, Denise; MUKAY, Hitomi. Apostila da Disciplina deDesenho Técnico I. Curso de Arquitetura da Faculdade AssisGurgacz – FAC. Cascavel. (200?). Disponível em:http://pt.scribd.com/doc/42762695/Apostila-Desenho-Arquitetura-FAG. Acessado em 25/06/2010.

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