Vigilância socioassistencial

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Vigilância socioassistencial

  1. 1. VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Geografia
  2. 2. VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL A NOB-SUAS 2012 (capítulo VII), detalha os aspectos relacionados à implantação da Vigilância Socioassistencial. Art. 91. I - elaborar e atualizar periodicamente diagnósticos socioterritoriais que devem ser compatíveis com os limites territoriais dos respectivos entes federados e devem conter as informações espaciais referentes:
  3. 3. Vigilância de Riscos e Vulnerabilidades Produzir, sistematizar e analisar informações territorializadas sobre a incidência das situações de risco e vulnerabilidade que incidem sobre as famílias e os indivíduos. Vigilância dos Padrões dos Serviços Monitorar e produzir dados, informações e análises sobre o tipo, volume e padrões de qualidade dos serviços ofertados pela rede socioassistencial nos distintos territórios
  4. 4. MUDANÇA DE PARADIGMA Assistência individual Territórios saudáveis
  5. 5. Território População População Lugar Benefícios Individuais Redução de vulnerabilidades Qualidade de Vida Indivíduo
  6. 6. Trata-se de identificar: 1. Vulnerabilidade da população: situações de vulnerabilidade e risco que incidem sobre os indivíduos, famílias e grupos sociais e os eventos de violação de direitos em determinados territórios; 2. Vulnerabilidade do lugar: vulnerabilidades ambientais e os serviços ofertados pela rede socioassistencial: tipo, volume e padrões de qualidade.
  7. 7. TERRITÓRIOS DE VULNERABILIDADE SOCIAL Trabalho e renda Saneamento ambiental Educação Moradia Saúde Riscos ambientais Demografia Violência POPULAÇÃO LUGAR Vínculos familiares e sociais Atendimento social e à saúde
  8. 8. O TERRITÓRIO O território é a expressão do contexto de vida dos sujeitos e grupos sociais, o espaço organizado das relações sociais... é preciso considerar o território na escala da vida cotidiana (LIMA 2013).
  9. 9. RECONFIGURAÇÃO TERRITORIAL É preciso reconfigurar o território para reduzir as vulnerabilidades. É preciso conhecer os contextos ambientais de cada lugar para promover estratégias consequentes e eficazes de conversão territorial, para melhorar a qualidade de vida das populações.
  10. 10. SUJEITOS
  11. 11. O que se propõe: 1. Realizar diagnósticos socioterritoriais para identificação dos contextos territoriais de vulnerabilidade, desfavoráveis a qualidade de vida. 2. Criar de espaços públicos de diálogos intersetoriais com participação social para reconhecer territórios prioritários para ação de políticas públicas. CONCLUSÕES
  12. 12. 3. É preciso incluir os sujeitos no diagnóstico do território e na conversão territorial para melhorar a qualidade de vida por meio de REDES SOCIOTERRITORIAIS. 4. As Redes Socioterritoriais devem, não somente ajudar na busca ativa dos indivíduos em situação de vulnerabilidade social, mas estabelecer junto com os sujeitos do lugar uma ação intersetorial para a construção de um território saudável. CONCLUSÕES
  13. 13. Grato por sua atenção! Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima samuel@ufu.br

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