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Miguel Angel Mardero Arellano - Preservação digital em rede

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Em 2018, o Programa SciELO celebrará 20 anos de operação em pleno processo de alinhamento com os avanços da ciência aberta.

A Reunião da Rede SciELO analisará o estado de avanço da rede de coleções nacionais, a relevância e desempenho dos periódicos SciELO, e os desafios e perspectivas que se apresentam para os próximos 3 a 5 anos com ênfase nas linhas prioritárias de ação do Programa SciELO que são orientadas ao aperfeiçoamento dos periódicos, da gestão e operação das coleções nacionais, a atualização do Modelo SciELO de Publicação e seu alinhamento progressivo com as boas práticas da comunicação científica da ciência aberta.

A celebração dos 20 anos do SciELO constitui um momento especial para o fortalecimento da Rede SciELO, das coleções nacionais e dos periódicos e assim contribuir para o avanço da globalização da comunicação científica e do movimento de acesso aberto de modo inclusivo em relação às diversidades de áreas temáticas, geografias e idiomas da pesquisa científica. Assim, a Semana SciELO 20 Anos é projetada como um fórum global e público liderado pela participação proativa de todos as coordenações nacionais, dos editores e publicadores dos periódicos SciELO e interessados no avanço da comunicação científica. A Reunião da Rede SciELO será um evento decisivo para a construção coletiva do SciELO e conta com a participação proativa dos editores e interessados na comunicação científica.

A Reunião da Rede SciELO será realizada em quatro sessões principais. A primeira, durante todo o dia 24 de setembro, analisará e debaterá por meio de 8 Grupos de Trabalho temas chave para o futuro dos periódicos e do Programa SciELO. Cada grupo tem seu marco de trabalho definido por um texto sobre o escopo do grupo e será conduzida por uma agenda de trabalho que prevê a análise e discussão de 4 a 6 temas, sob a responsabilidade de um coordenador e com apoio de uma relatoria. A participação nos grupos requer inscrição prévia.

No dia 25 de setembro as sessões serão em plenária. Pela manhã, a sessão antes do intervalo abordará boas práticas de publicação de periódicos, e, após o intervalo, o tema central a atualização do Modelo SciELO de Publicação. Pela tarde, teremos a apresentação das conclusões e recomendações dos Grupos de Trabalho.

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Miguel Angel Mardero Arellano - Preservação digital em rede

  1. 1. Miguel Angel Mardero Arellano Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) Tecnologista Senior & Coordenador, Rede Brasileira de Preservação Digital Serviços Cariniana Práticas editoriais recomendadas e transição para a Ciência Aberta Parte I Recommended editorial practices and transition into Open Science Part I
  2. 2. PRESERVAÇÃO DIGITAL EM REDE Miguel Ángel Márdero Arellano Coordenador Da Rede CARINIANA SciELO20 Setembro 25, 2018
  3. 3. Introdução A Preservação Digital Distribuída A Importância da Política, do Plano de Preservação Digital e do Acordo de Cooperação A Infraestrutura A Rede de Preservação Digital da SciELO 3 SciELO20 Setembro 25, 2018
  4. 4. A Preservação Digital Distribuída 4 SciELO20 Setembro 25, 2018
  5. 5. A Preservação digital São os processos de gestão envolvidos na administração das atividades necessárias para garantir que um objeto digital possa ser acessado e utilizado no futuro, a partir das TIC existentes na época e com garantias de sua autenticidade e integridade. 5 SciELO20 Setembro 25, 2018
  6. 6. O valor da preservação digital  A preservação digital é a política de segurança dos materiais digitais.  Proporciona o acesso persistente ao conteúdo digital arquivado, quando este é extraviado, abandonado, descontinuado ou fora de circulação. 6
  7. 7. Como resposta a este desafio, surgem estratégias de preservação digital que procura, incorporar todos os aspectos relacionados aos objetos digitais: custos, legislação, gestão, acesso, políticas e critérios. Vários estudos focalizam o modelo de preservação digital em redes distribuídas, apontando para as necessidades dos usuários atuais e do futuro que deverão contar com materiais autênticos e certificados por instituições reconhecidas. A Preservação digital
  8. 8. A adoção de um modelo de rede de preservação digital é uma alternativa para as organizações que desejam colecionar, armazenar, preservar e oferecer acesso a seu acervo em copias digitais autorizadas. As redes de preservação digital devem estar em concordância com a adoção de normas internacionais já aprovadas e que promovem o arquivamento da informação em formato digital a longo prazo. A Preservação digital
  9. 9. Em diferentes partes do mundo estão sendo aplicadas soluções técnicas e organizacionais de preservação de objetos digitais. Existem sistemas de preservação mais centralizados que outros, no aspecto técnico. Aspectos de complexidade técnica e investimento financeiro podem influenciar na sua adoção, enquanto outros menos centralizados defendem seu uso por motivos organizacionais, de segurança o filosóficos. A Preservação digital
  10. 10. A Preservação da Produção Editorial • As necessidades de preservação da indústria editorial • A preservação de periódicos científicos eletrônicos • Depósitos legais (centralizados, acordos editoriais) • Depósitos privados (Portico) • Depósitos cooperativos (LOCKSS) • Soluções editoriais próprias (Elsevier)
  11. 11. O Modelo de Preservação Digital Distribuída • Estrategias colaborativas e novos modelos • Cooperação entre membros • Investimentos • Importância das parcerias • Benefícios do compartilhamento dos custos • Estratégias efetivas de preservação. http://cariniana.ibict.br 11
  12. 12. Redes de Preservação Digital Distribuída http://cariniana.ibict.br 12
  13. 13. http://cariniana.ibict.br 13 A Preservação Digital Distribuida 2
  14. 14. A Preservação do Conteúdo Digital de Acesso Aberto no Brasil A realidade brasileira Software open source Segurança Funcionalidade de integração http://cariniana.ibict.br 14
  15. 15. Preservação em território nacional Projetos Iniciais Ferramentas http://cariniana.ibict.br 15 A Preservação do Conteúdo Digital de Acesso Aberto no Brasil
  16. 16. A Preservação do Conteúdo Digital de Acesso Aberto no Brasil Open Journal Systems Acesso aberto à informação em formato digital O IBICT como um agregador nacional http://cariniana.ibict.br 16
  17. 17. O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia 10 anos… A integração de uma rede nacional de preservação digital distribuída http://cariniana.ibict.br 17
  18. 18. A Importância da Política, do Plano de Preservação Digital e do Acordo de Cooperação 18 SciELO20 Setembro 25, 2018
  19. 19. A Política de Preservação Digital Uma política de preservação digital serve como orientação legal para a gestão da preservação e para o acesso permanente aos objetos digitais produzidos, selecionados e armazenados por suas respectivas empresas ou instituições e visa à superação da obsolescência tecnológica tanto dos objetos como dos seus próprios suportes. Uma política dessa natureza é elaborada com base em resoluções, normas, atos administrativos, leis, modelos e padrões. Pode ser analisada sob o aspecto organizacional, legal e técnico. http://cariniana.ibict.br 19
  20. 20. A Política de Preservação Digital Tem como propósito garantir que os acervos digitais continuem disponíveis ao longo do tempo, por meio da prevenção dos danos e da deterioração; revertendo danos na medida do possível; e quando necessário, mudar o formato dos materiais para preservar seu conteúdo intelectual. http://cariniana.ibict.br 20
  21. 21. O Plano de Preservação Digital Descreve o contexto de preservação, as estratégias de preservação avaliadas e a decisão resultante em favor de uma estratégia, incluindo a justificativa para essa decisão. Um plano de preservação define uma série de ações de preservação a serem adotadas pela instituição responsável em resposta aos riscos identificados para um dado conjunto de objetos digitais. http://cariniana.ibict.br 21
  22. 22. O Plano de Preservação Digital Garante que o objeto digital seja: • localizável e disponível para acesso em tempo hábil. • interpretável (disponibilidade, apresentação, representação, visão, criptografia); • recuperável, incluindo os metadados apropriados; • protegido contra a perda de direitos, como propriedade intelectual e confidencialidade; • disponível para acesso o tempo todo exigido pelas pessoas autorizadas a acessar o documento. • supervisionado pela qualidade do fornecimento de acesso (disponibilidade, oportunidade, entrega, histórico de uso). http://cariniana.ibict.br 22
  23. 23. O Acordo de Cooperação Técnica O acordo de cooperação é um instrumento formal utilizado por entes públicos para se estabelecer um vínculo cooperativo ou de parceria entre si ou, ainda, com entidades privadas, que tenham interesses e condições recíprocas ou equivalentes, de modo a realizar um propósito comum, voltado ao interesse público.
  24. 24. As redes de preservação digital distribuída requerem a colaboração das instituições envolvidas. Para a implementação de um modelo distribuído é necessário que sejam desenvolvidos acordos de cooperação técnica entre as instituições parceiras. Tais acordos poderão possuir tanto requisitos de software e hardware, quanto itens de responsabilidades de gerenciamento, recuperação, tratamento, validação dos dados armazenados localmente. O Acordo de Cooperação Técnica
  25. 25. Como começou... Sete universidades públicas brasileiras. A inserção e armazenamento de revistas eletrônicas na plataforma LOCKSS das instituições parceiras que possuem publicações de acesso livre. Sem custo para as as instituições usuárias. Serviços para as instituições que possuem publicações de acesso livre. http://cariniana.ibict.br 25
  26. 26. A Infraestrutura 26 SciELO20 Setembro 25, 2018
  27. 27. A importância da Aliança LOCKSS no Brasil O estabelecimento de uma arquitetura colaborativa de sub redes para o preparo e preservação de publicações eletrônicas. 27
  28. 28. Funcionamento de uma Rede LOCKSS (Private Local Network) 28
  29. 29. Os Processos de preservação no LOCKSS P2P Conteúdo preservado UAs C O M P A R A Ç Ã O Hash - Identificação Polls - Integridade Conteúdo preservado UA 1 3 DAEMON Hash 01010011011 01010101010 10101010101 0101010 Ingestão Votes - Quorum 1 2 29
  30. 30. A Rede de Preservação Digital da SciELO 30 SciELO20 Setembro 25, 2018
  31. 31. Parceiros externos A Rede Cariniana tem a responsabilidade de trabalhar cooperativamente com instituições parceiras e com iniciativas externas consorciadas para garantir a execução das ações apropriadas de preservação e o acesso continuo aos documentos digitais produzidos dentro das instituições. SciELO20 Setembro 25, 2018
  32. 32. Periódicos da SciELO na Rede LOCKSS do IBICT 32
  33. 33. Periódicos da SciELO na Rede LOCKSS do IBICT 33
  34. 34. Os Próximos Passos – A Política de Preservação – O Plano de Preservação – O Acordo (2018-2022) – O Plano de trabalho (2018-2022) – Infraestrutura da Rede SciELO • Arquitetura de rede • Equipes • Requisitos
  35. 35. Os Próximos Passos • Novo Portal • Novo plugin • Catalogação automática • O Crescimento
  36. 36. Posfásio http://cariniana.ibict.br 36 Como solução de preservação digital distribuída, o programa LOCKSS da Stanford University atende aos requisitos mencionados no modelo de referência OAIS, embora tenha uma arquitetura distribuída, o que não interfere no cumprimento dessas diretrizes. A Rede Cariniana segue os padrões internacionais relevantes e as melhores práticas para definições de acesso, arquivamento e disseminação de documentos digitais preservados. Seguindo o compromisso do IBICT de gerenciar o ciclo de vida das coleções digitais e disponibilizar as informações científicas e tecnológicas a longo prazo, o objetivo da parceria com a rede SciELO é focado no cumprimento dos requisitos funcionais que permitem a preservação e a custódia real de suas coleções.
  37. 37. OBRIGADO! http://cariniana.ibict.br

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