Pessoas com demanda que não buscam Orientação Profissional

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Trabalho realizado por Ana Carolina Araújo, Karina Ferro e Silvia Cavalcanti, que fora apresentado no XI Simpósio de Orientação vocacional Ocupacional, realizado nos dias 3,4 e 5 de julho de 2013.

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Pessoas com demanda que não buscam Orientação Profissional

  1. 1. AnaCarolina Oliveira de Araujo (UNIFACS) Karina Paula Ferro Carvalho (UNIFACS) Orientadora: Profa. SilviaCavalcanti Fleming (UNIFACS)
  2. 2.  Este trabalho é fruto da atividade de monitoria da disciplina Avaliação Psicológica II, do curso de Psicologia da UNIFACS, realizada pelas estudantes Ana Carolina Araujo e Karina Ferro no período compreendido entre 2011.2 e 2012.2
  3. 3.  Discutir sobre as pessoas que apresentam problemática vocacional (Bohoslavsky,1977) e não procuram serviços de Orientação Profissional.
  4. 4. Mudanças na Orientação Profissional • Fornecer respostas ao sujeito; • Orientador = ativo durante o processo; • Testes – indispensáveis no processo de Orientação Profissional • Empoderar o sujeito no próprio processo de escolha; • Orientador = Facilitador; • Testes – auxiliar o profissional a conhecer melhor o sujeito FundamentaçãoTeórica (Sparta, 2003)
  5. 5. Demanda e Oferta por O.P.C. Mudanças no mundo do trabalho. Mudanças nas práticas de intervenções psicológicas e pedagógicas. (Melo-Silva, Lassance e Soares, 2004). Ampliação do campo de O.P.C. atinge diversos públicos que possuem demandas distintas (Ribeiro, 2003)
  6. 6. OrientaçãoVocacional Orientação de Carreira Orientação Ocupacional OrientaçãoVocacional Ocupacional Orientação Profissional
  7. 7. NOMENCLATURA FREQUÊNCIA Definição Vocacional 1 Escolha de Carreira 1 Escolha Profissional 7 EscolhaVocacional 1 Identidade Profissional 1 Inclinação Profissional 1 Interesse Profissional 1 InteresseVocacional 1 Desenvolvimento de Carreira 3 Desenvolvimento Profissional 1 Desenvolvimento Vocacional 4 Orientação de Carreira 1 Orientação Profissional 56 Orientação Profissional eVocacional 1 Orientação Profissional Ocupacional 1 Orientação Vocacional 3 Orientação Ocupacional 10 Orientação Vocacional Ocupacional 1 Em um estudo realizado por Aguiar; Conceição, 2012, sobre a nomenclatura utilizada no processo de Orientação Vocacional, percebeu-se o uso de diversos termos para descrever processos semelhantes: Fundamentação Teórica
  8. 8. Medidas em Psicologia Avaliação Psicológica I Avaliação Psicológica IV Avaliação Psicológica II Avaliação Psicológica III Estuda o processo de avaliação psicológica a partir do fenômeno da escolha profissional. OBJETIVO OBJETO CAMPOTEÓRICO TÉCNICAS Contextualização
  9. 9. Mediação no processo de ensino-aprendizagem • Vivência das atividades acadêmicas e práticas de ensino na graduação; • Participação nas aulas teóricas e práticas, auxiliando o professor . • Parte prática da disciplina : aprofundar / ampliar os conhecimentos obtidos em sala de aula no laboratório de avaliação e testagem psicológica (LATEPSI). • Orientação aos discentes na elaboração do trabalho final da disciplina.
  10. 10. Trabalho Final da Disciplina Avaliação Psicológica II PerfildoSujeito Sexo, idade, grau de escolaridade, ocupação atual, com quem reside e renda familiar Já fez O.P.? Se sim, por quê? / Se não, por quê? RelatodasTécnicas Análise dos dados coletados através das técnicas. Integração Análise diagnóstica através dos critérios propostos por Bohoslavsky, 1976; Autoconceito; Formação dos Interesses Profissionais; Valores; Tarefas do desenvolvimento; Dimensões da maturidade vocacional Aplicação – Análise – Elaboração de Relatório
  11. 11.  Participantes  82 sujeitos em momento de escolha profissional ou ocupacional.  Instrumentos  Coleta: Entrevista semi-estruturada + 2 técnicas projetivas  Procedimentos Coleta de Dados Análise de Dados Entrevista Semi-Estruturada Levantamento de informações nos relatórios produzidos: 1. Dados sócio-demográficos 2. ProblemáticaVocacional 3. Nível de decisão Frases Incompletas DP-E
  12. 12. 82 participantes A idade varia entre 16 e 40 anos. Predomínio da classe média (35,36%) 50 (60, 98%) eram do sexo feminino, e 32 (39,02 %) do masculino. Caracterização Sócio-Demográfica
  13. 13. 82% 10% 3% 4% 1% ProblemáticaVocacional 1ª Escolha 2ª Escolha EscolhaOcupacional Sem Problemática Vazio
  14. 14. 29% 32% 34% 3% 2% Nível de Decisão Decidido(a) Dúvida entre duas opções Dúvida entre mais de duas opções Nenhuma Vazio
  15. 15. Problemática Vocacional Nível de Decisão Decidido(a) Dúvida entre duas opções Dúvida entre mais de duas opções Nenhuma Vazio TOTAL 1ª Escolha 21 20 25 0 1 67 2ª Escolha 1 4 3 0 0 8 Escolha Ocupacional 1 2 0 0 0 3 Sem Problemática 1 0 0 2 0 3 Vazio 1 1 TOTAL 24 26 28 2 2 82 91,5%
  16. 16. Faixa Etária ProblemáticaVocacional 1ª Escolha 2ª Escolha Escolha Ocupacional Sem Problemática Vazio TOTAL 11 a 20 anos 55 0 2 1 0 58 21 a 30 anos 12 7 1 2 0 22 31 a 40 anos 0 1 0 0 0 1 Vazio 0 0 0 0 1 1 TOTAL 67 8 3 3 1 82 81,70%
  17. 17. Falta de conhecimento dos sujeitos dos serviços de Orientação Profissional. As escolas normalmente dispõem apenas de serviços de informação profissional. Falta de condições financeiras Os serviços das Universidades, gratuitos, não absorvem demanda Associação equivocada da OP com a testagem psicológica. Hotza e Lucchiari (1997)
  18. 18. Falta de Planejamento Baixa Exploração Poucas Informações Tomada de Decisão Impulsiva Falta de Orientação à Realidade – Escolhas fantasiosas Re-escolha Profissional / Evasão Universitária / Dificuldade de Adaptação aoTrabalho (Super, 1980)
  19. 19. Necessidade de aprimoramento da coleta de dados, treinando melhor os discentes para esse momento; Realizar uma psicoeducação sobre a área da Orientação Profissional;
  20. 20. Manual de O.P. O que é? Público-Alvo Onde buscar Mapeamento de Serviços de O.P. em Salvador Escolas Universidades Consultorias
  21. 21. AGUIAR, Fernando Henrique Rezende; CONCEICAO, Maria Inês Gandolfo. Análise da produção científica em orientação profissional: tendências e velhos problemas. Psico-USF, Itatiba, v. 17, n. 1, Apr. 2012 . Disponível em<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-82712012000100011&lng=en&nrm=iso>. acesso em 20 jun 2013. HOTZA, M. A. S.; LUCHIARI, D. H. P. S. (1998). A re-escolha profissional dos vestibulandos da UFSC de 1997. Revista da ABOP, 2, 97-110 MELO-SILVA, Lucy Leal; LASSANCE, Maria Célia Pacheco; SOARES, Dulce Helena Penna. A orientação profissional no contexto da educação e trabalho. Rev. bras. orientac. prof, São Paulo, v. 5, n. 2, dez. 2004 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679- 33902004000200005&lng=pt&nrm=iso>. acesso em 20 jun. 2013. RIBEIRO, Marcelo Afonso. Demandas em orientação profissional: um estudo exploratório em escolas públicas. Rev. bras. orientac. prof, São Paulo, v. 4, n. 1-2, dez. 2003 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679- 33902003000100012&lng=pt&nrm=iso>. acesso em 20 jun. 2013. SUPER, D.E. (1980) A life-span, life-space approach to career development. Journal of Vocational Behavior, 13, 282-298. SPARTA, Mônica. O desenvolvimento da orientação profissional no Brasil. Rev. bras. orientac. prof, São Paulo, v. 4, n. 1-2, dez. 2003 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S167933902003000100002&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 03 jul. 2013.
  22. 22. Ana Carolina Oliveira de Araujo carolaraujo.psi@gmail.com Karina Paula Ferro Carvalho karinapaulaferro@gmail.com SilviaCavalcanti Fleming s.cavalcantifleming@gmail.com

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