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Fisioterapia em grupos especiais

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Fisioterapia atuante nos grupos especiais

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Fisioterapia em grupos especiais

  1. 1. EM GRUPOS ESPECIAIS CACHOEIRA BA 16/11/2016
  2. 2. DISCENTES: ●ERISTON BARRETO ●FERNANDO RODRIGO ●LARISSA MENDES ●LUCI CUPERTINO ●LUIZ FELIPE CRISPIM DE MATOS ●SAULO VINICIUS MATOS ●SUYANNE SANTOS CEREJA DOCENTE: ●FRANKLIN CAJAÍBA CACHOEIRA BA 16/11/2016
  3. 3. POPULAÇÕES ESPECIAIS É intrigante o fato de encontramos, nos mais diversos segmentos da área das ciências da saúde e do esporte, o termo “populações especiais” ou “grupos especiais”, sem uma descrição plausível do que seria ou como se descreveria ao certo o que são ou quem pertence a estas populações.
  4. 4. Segundo Sena (2010, p. 1) o que parece ser a citação mais adequada para a área das ciências da saúde e do esporte: “designa-se por populações especiais todas as situações nas quais uma determinada doença ou condição, de caráter irreversível ou não, requerem um cuidado e atenção redobrada em termos de prática de exercício físico”.
  5. 5. SÃO ELES:
  6. 6. PARALELAMENTE AOS GRUPOS ESPECIAIS TEMOS: Indivíduos com necessidades especiais: “aqueles que, por motivo de perda ou anomalia, congênita ou adquirida, de funções ou de estruturas do corpo, incluindo as funções psicológicas, apresente dificuldades especificas susceptíveis de, em conjugação com os fatores do meio, lhe limitar ou dificultar a atividade e a participação em condições de igualdade com as demais pessoas”
  7. 7. CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS •O treinamento Para crianças e adolescentes é consistentemente recomendado por diversas instituições altamente conceituadas tais como: American College of Sports Medicine,(ACSM) American Academy of Pediatrics (AAP)  National Strength Conditioning Association (NSCA).
  8. 8. • Eles são importantes para o desenvolvimento de um coração e pulmões saudáveis. Atividade de resistência pode ser muito divertida e não é obrigatório que sejam competitivas. • Principais atividades para resistência para crianças: • Futebol, basquete, vôlei, queimada; • Ciclismo, Patinação, skate; • Natação, dança, tênis, artes marciais; • Caminhada, corrida, pular corda, jogos em grupos, etc. ATIVIDADES PARA RESISTÊNCIA DE CRIANÇAS
  9. 9. ATIVIDADES PARA FLEXIBILIDADE DE CRIANÇAS • Atividades que estimulam as crianças a dobrar, esticar e alcançar promove a flexibilidade. Ter flexibilidade adequada permite que as crianças participem de atividades diárias, sem dor ou restrição dos seus músculos ou articulações. Principais Atividades para Flexibilidade de Crianças • Cavar no jardim ou na praia, varrer folhas; • Ginástica, dança, parede de escalada; • Yoga, saltos, alongamento durante brincadeiras, etc.
  10. 10. ATIVIDADES PARA FORÇA DE CRIANÇAS • Trabalhando contra uma resistência ajuda as crianças a construir músculos mais fortes. Força muscular adequada permite que as crianças possam lidar com as exigências da vida diária sem estresse excessivo em suas articulações e músculos. • Exemplos de atividades de força para crianças • Levantar e carregar coisas como mantimentos, lixo e resíduos de jardim. • Subir escadas • Exercícios com resistência adequada
  11. 11. Com um trabalho consciente e bem direcionado, os benefícios serão positivos por toda a vida: EQUILIBRIO DO ORGANISMO (FÍSICO, MOTOR, PSICOLÓGICO E SOCIAL ) AUMENTO DA CONFIANÇA E AUTOESTIMA AUMENTO DAS CAPACIDADES DO ORGANISMO COMO: FORÇA, FLEXIBILIDADE, AGILIDADE, COORDENAÇÃO MOTORA, EQUILIBRO, RESISTENCIA E VELOCIDADE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO SAUDÁVEL FAIXA DE PESO IDEAL, CAPACIDADE CARDIORESPIRATÓRIA AUMENTADA, MELHOR POSTURA
  12. 12. O PAPEL DA FISIOTERAPIA ESPORTIVA NO ATENDIMENTO A CRIANÇAS • Com esse grupo tão especial, o trabalho da Fisioterapia Esportiva visa atender desde as necessidades básicas de atenção primária, com o objetivo principal de evitar lesões e proporcionar sensação de prazer e alegria durante as atividades, até a atenção terciária, ou seja, de tratamento e reabilitação de lesões decorrentes do esporte acompanhando esses pequenos até o início do processo de reinserção nas práticas esportivas.
  13. 13. FISIOTERAPIA PARA GESTANTES • A fisioterapia tem por finalidade preparar fisicamente a gestante para que possa enfrentar convenientemente a mudança fisiológica que nela vai produzir-se, para que possa, assim, aproveitar ao máximo a sua gestação.
  14. 14. • O conceito de fisioterapia pré-natal surgiu sob a influência do trabalho da médica Kathleen Vaughan, que percebeu que as gestantes sedentárias tinham partos mais difíceis do que as barqueiras e as camponesas, as quais mantinham uma vida mais ativa durante a gravidez
  15. 15. PRINCIPAIS ALTERAÇÕES BIOMECÂNICASHipermobilidade articular Centro de gravidade desvia-se para cima e para frente Alargamento da base Dificuldade nas AVDs
  16. 16. Alguns objetivos da Fisioterapia Obstétrica no Período Pré-natal são: • Promover uma melhor postura neste período • orientar quanto à mecânica corporal correta • preparar os membros superiores para os cuidados do bebê, promover uma maior percepção corporal e uma imagem corporal positiva • preparar os membros inferiores para o aumento no peso a ser suportado e para as alterações circulatórias da gravidez • melhorar a percepção e o controle da musculatura do assoalho pélvico • manter a função e força abdominal • promover um preparo cardiovascular seguro • prover informações sobre as mudanças que ocorrem na gravidez e no parto, preparar as mamas adequadamente para a amamentação • através de técnicas como a dessensibilização • massoterapia e orientações sobre a amamentação • melhorar a capacidade de relaxamento • evitar ou minimizar os transtornos decorrentes da gravidez, como dores nas costas, varizes, hemorroidas e edema nos membros inferiores • prepará-la fisicamente para o trabalho de parto
  17. 17. PATOLOGIAS INDUZIDAS PELA GESTAÇÃO: A diástase dos retos abdominais Dores lombares e pélvicas Disfunções do assoalho pélvico
  18. 18. AS ATIVIDADES FÍSICAS PODEM SER DIVIDIDAS EM 3 TIPOS: Atividade de baixo risco • Caminhada, ciclismo, natação, hidroginástica leve Atividade de médio riso • Ginástica aeróbia, musculação e esportes de raquete Atividade desfavorável • Esporte de muito contato, vôlei, basquetebol, ginástica de alto impacto e etc.
  19. 19. EXERCÍCIOS AERÓBICOS E GINÁSTICA DURANTE A GESTAÇÃO E PUERPÉRIO O exercício aeróbico praticado pela gestante tem diversas repercussões benéficas sobre o organismo: Aumento do fluxo sanguíneo Frequência respiratória Nível do hematócrito Necessidades energéticas Temperatura central
  20. 20. • Controle ponderal • Redução de dores • Melhora do retorno venoso • Aumento do fluxo sanguíneo placentário • Redução dos sintomas decorrentes da gravidez • Recuperação pós-parto mais rápida • Redução do estresse cardiovascular • Melhora da postura • Melhora da autoimagem e redução da ansiedade • Manutenção da força muscular • Melhora da flexibilidade • Redução da gordura intra-abdominal BENEFÍCIOS DA MUSCULAÇÃO NA GESTAÇÃO
  21. 21. RECOMENDAÇÕES DA MUSCULAÇÃO PARA GESTANTES Frequência semanal de 3 a 4 vezes. Evitar climas quentes e estar atenta a hidratação. Evitar exercícios extenuantes e que possam ocasionar traumas. Evitar a posição supina. Evitar exercícios que possam afetar o equilíbrio.
  22. 22. FISIOTERAPIA EM IDOSOS • O envelhecimento consiste numa fase dominada por enormes transformações a nível físico, psíquico e social.
  23. 23. QUAL O OBJETIVO DA FISIOTERAPIA GERIÁTRICA?
  24. 24. PRINCIPAIS ALTERAÇÕES QUE ACONTECEM AO IDOSO:  Força muscular;  Equilíbrio ;  Degenerações articulares;  Dores e cansaço;  Coordenação motora;  Postura;  Marcha;
  25. 25. EXERCÍCIOS E ATIVIDADES FÍSICAS:
  26. 26. ELABORAÇÃO DE EXERCÍCIOS:  Avaliação;  Especificidade;  Preferências;  Objetivos;  Programa individualizado;  Atenção com uso de medicamentos;
  27. 27. DIABÉTICOS E HIPERTENSOS Atualmente no Brasil, 12 milhões de pessoas são diabéticas, somadas 3 milhões a mais que não sabem que têm a doença. A hipertensão afeta 30 milhões de brasileiros, mas estima-se que 12 milhões tenham a doença e não saibam.
  28. 28. DM1 E DM2 A principal recomendação para o sucesso de um programa de atividade física é que seja coerente com seu estilo de vida individual. é fundamental que o indivíduo conheça as variáveis que interferem no seu caso em particular. O desafio é aprender a adequar a alimentação e terapia insulínica para permitir uma participação segura em atividades físicas, obtendo os maiores benefícios com mínimos efeitos adversos.
  29. 29. Figura 1 – Recomendações para exercícios no DM1 e 2
  30. 30. •Uma vez portador de DM2 DM1 ou de SM, exercitar-se assume papel ainda mais relevante no dia-a-dia, uma vez que passa a ser modalidade terapêutica dirigida a um de seus principais defeitos fisiopatogênicos, a RI. •A prescrição do exercício requer análise do quadro individual, particularizando as limitações e riscos e identificando aquelas potencialmente capazes de trazer satisfação pessoal e os maiores benefícios.
  31. 31. FIGURA 2- Classificação segundo a intensidade adotada pela AAD
  32. 32. A importância da combinação de atividades físicas aeróbias e exercícios de resistência a indivíduos com DM2 tem sido cada vez mais ressaltada . Ambos os tipos de atividade física são capazes de melhorar: da sensibilidade á insulina o metabolismo da glicose e eleva os níveis de HDL Auxilia na manutenção do peso corporal atenuando o risco de DM e doenças cardíacas os níveis da PA, Triglicérides, LDL Favorece a resposta imune depressão e ansiedade e determina bem-estar Contribui para o desenvolvimento musculoesquelético e reduz perda de massa óssea
  33. 33. FIGURA 3- Classificação segundo a prescrição adotada pela AHA
  34. 34. É fundamental avaliar o IMC, o percentual de gordura e a condição cardiorrespiratória antes de se iniciar qualquer atividade física. Contraindicação: •Até 80 mg/dl – não realizar exercício •80-100 mg/dl – ingerir carboidratos e verificar novamente a glicemia •100-250 mg/dl – realizar exercício normalmente •Acima de 250 mg/dl – não realizar exercício. Os diabéticos, devem aferir a glicemia antes do exercício e aumentar a ingestão de carboidratos pré e pós-treinamento, se necessário
  35. 35. HIPERTENSOS •Antigamente preconizava-se que os exercícios eram contraindicados aos hipertensos •Mas atualmente sabe-se que não é a modalidade, mas sim a intensidade da mesma que requer atenção. •Imobilismo – grande atraso da reabilitação (década de 60) • Atividade física – treinamento físico – Avanço da cardiologia
  36. 36. VARIÁVEIS •TIPO •INTENSIDADE •DURAÇÃO •FREQUÊNCIA •MODALIDADE QUANTO TEMPO? QUANTOS DIAS NA SEMANA?
  37. 37. CUIDADOS Primeiro, antes do hipertenso iniciar a prática, é de suma importância a avaliação médica, fisioterapêutica e de toda equipe multidisciplinar. Acertar medicações, antes de iniciar a sessão de treinamento é necessário aferir a pressão arterial. Se o paciente estiver com a PA > 180 mmHg de sistólica, é preciso suspender a sessão. “É importante verificar as medidas de pressão pós- esforço, pois o exercício tende a realizar um efeito hipotensor.”
  38. 38. •Tanto cardiopata quanto um diabético podem vir a treinar no âmbito competitivo, desde que estejam devidamente preparados e orientados para tal objetivo. •Se o paciente já era atleta, ele deve e pode continuar com a supervisão criteriosa. •Gary Hall•Adam Morrison
  39. 39. OBESIDADE X FISIOTERAPIA
  40. 40. CURIOSIDADES  Obesidade é quando o Índice de Massa Corporal (IMC) está igual ou acima de 30.  É um dos problemas mais importantes que a Saúde Pública enfrenta hoje no Brasil e em outros países do mundo.  A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que, atualmente nos países desenvolvidos, ela seja o principal problema de saúde a enfrentar.  Revista científica Lancet, aponta o Brasil como 5º país com maior número de pessoas com Obesidade. O 1º lugar do ranking é ocupado pelos Estados Unidos, seguido por China, Índia e Rússia.  Esse problema causa a redução da expectativa de vida.  No adulto, o excesso de gordura corporal aumenta o risco de doenças metabólicas, cardiovasculares, distúrbios respiratórios, osteoarticulares, entre outros.
  41. 41. FISIOTERAPIA NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO  A fisioterapia atua nas algias musculoesqueléticas prevenindo e/ou recuperando a função através de técnicas fisioterápicas, utilizando a modalidade física (termoterapia, eletroterapia e hidroterapia) e a reeducação funcional ( exercícios ).  Diagnósticos e avaliações posturais/evitar dores e alterações musculoesqueléticas resultantes da sobrecarga assimétrica que a obesidade pode gerar sobre a coluna ou outras partes do corpo.  Orientações e prescrição de atividade físicas, exercícios respiratórios, reeducação postural;  Conjunto ao profissional nutricionista elaborando um tratamento alimentar, prevenindo assim as moléstias causado pela obesidade.  Nas cirurgias bariátricas o acompanhamento fisioterapêutico em pré e pós-operatório são de extrema importância para uma recuperação menos traumática. Nesses casos é prescrita alimentação adequada, fortalecimento muscular, exercícios respiratórios, entre outros.
  42. 42. AVALIAÇÃO Importante levar em consideração os resultados da avaliação nutricional, médica e funcional para que a prescrição seja adequada;  Avaliar os componentes metabólicos – nível de capacidade funcional aeróbia, porcentagem de gordura, pressão arterial;  Capacidades biomotoras funcionais - força muscular, mobilidade/flexibilidade, estabilidade/equilíbrio e, especificamente, força do CORE (músculos do complexo quadril-pélvico-lombar).  Testes funcionais – agachamento, avanço, e do CORE – e prancha ventral, pois é comum, com o aumento de peso e inatividade, a incidência de instabilidade, encurtamento muscular dos flexores do tornozelo e posteriores da coxa e enfraquecimento dos músculos estabilizadores da coluna, particularmente o transverso do abdomêm e o multifido.
  43. 43. A ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS Ao iniciar um programa de exercícios físicos pela primeira vez, os participantes podem não ser capazes de se exercitar por tanto tempo, tendo em vista a baixa capacidade aeróbia e força muscular, além da prevalência de instabilidade e encurtamento muscular.
  44. 44.  O foco inicial do programa é desenvolver, de forma combinada, o aumento da resistência aeróbia, elevando assim a capacidade pulmonar, aumentar a condição cardiovascular e, com isso, melhorar o bem-estar do paciente de maneira geral.  Isso através de exercícios aeróbios de baixo impacto – caminhada, bicicleta, elíptico, hidroginástica com intensidades leve/moderada, com exercícios de força muscular, estabilidade e mobilidade.  Indicados normalmente exercícios terapêuticos para aumentar a resistência das estruturas ósseas, ligamentos e articulações, aumentar a flexibilidade, locomoção, entre outros.
  45. 45.  O ACSM recomenda a seguinte prescrição de exercícios físicos aeróbios para a perda de peso: Frequência: - 5 a 7 dias por semana. Intensidade: - Inicialmente moderada (40% a 60% da Frequência Cardíaca de Reserva), com progressão para intensidades mais elevadas (50% a 75% da FCR). Duração: - Progressão de sessões curtas, facilmente toleradas, a períodos ininterruptos de 45 a 60 minutos diários.
  46. 46. ORIENTAÇÕES BÁSICAS: • Indivíduos Obesos e com enfraquecimento muscular iniciam o treinamento com exercícios para fortalecimento dos MMII – quadril, pernas e glúteos, da região do CORE (exercícios para aumentar a estabilidade da coluna lombar e alongamento para a cadeia posterior da perna). • Os exercícios de baixo impacto, ou sem impacto – com o uso de equipamentos aeróbios – bicicleta horizontal, elíptico e caminhada na água, que evitam o estresse nas articulações, (principalmente dos joelhos e quadris) são os mais indicados.
  47. 47.  Três aspectos fundamentais para que os resultados sejam alcançados:  decisão: pessoas que decidem mudar, por objetivos pessoais, intrínsecos, têm mais chances emagrecer.  alimentação: mudar a forma de se alimentar. O endocrinologista e o nutricionista poderão ajudá-lo (sem dietas radicais).  exercício físico: Descobrir o exercício físico que a pessoa mais gosta ou que melhor se adapte as características daquele indivíduo e que seguramente trará resultados positivos.
  48. 48. ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA NO ESPORTE PARAOLÍMPICO • Classificação funcional: Equipe multidisciplinar com o objetivo de classificar o atleta dentro da sua modalidade paraolímpica de acordo com sua deficiência. • Fator de nivelamento para as modalidades paraolímpicas,colocando deficiências semelhante em grupos determinados. • Prioriza o jogo limpo ´´ Fair play``
  49. 49. ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA JUNTO AO ATLETA PARAOLÍMPICO • Avaliação: Identificando pontos fortes e fracos do atleta, identificar possíveis causas para futuras lesões. • Prevenção: Reduz risco de lesões • Tratamento
  50. 50. PRÓTESES E EQUIPAMENTOS
  51. 51. Poder contribuir. Poder se doar... Pensar no próximo e saber respeitar. Atitudes simples, mas que fazem encher não somente o nosso coração, Mas também a esperança de muitos outros. Cláudio M. Assunção Obrigado pela atenção
  52. 52. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1) AMERICAN COLLEGE OF OBSTETRICIANS AND GYNECOLOGY. Exercise during pregnancy and the post partum period. Clin obst gynecol, 2003. 2) Baptista PC. Modalidades terapêuticas da fisioterapia no período gestacional; Universidade Veiga Almeida, Rio de Janeiro; 2008. 3) Montenegro LP; Musculação: Abordagens para a prescrição e recomendação para gestantes; Revista Brasileira de prescrição e Fisiologia do exercício; Edição suplementar 2. São Paulo v.8, n.47, p 494-98 20014. 4) Macera CA, Jones DA, Yore MM et al. Prevalence of physical activity, including lifestyle activities among adults – United States, 200-2001. US Center for Disease Control, Atlanta, Ga, USA, 2003. 5) AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM´S Guidelines for Exercise Testing and Prescription. Baltimore: Williams & Wilkins, 2000. BOUCHARD, O. et al. Exercise, Fitness and Health. Champaign, Illinois, Human Kinetic Books, 1990. 6) Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano. Florianópolis. 2017; 9(1): 01-157. Costa AH, Da Silva CC. 7) Fisioterapia na saúde do idoso: exercícios físicos na promoção da qualidade de vida. Rev. Hórus. 4(1): 194- 207.

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