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Na nova Medicina, promotora da saúde e preventiva das doenças, o cuidado com aalimentação, que envolve a qualidade do alim...
Segundo o Dr. Peribanez, “A ciência da probiótica nos deixa claro que somos o quetemos de bactérias em nosso intestino”, p...
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Por que adoecemos? - Uma reflexão a partir do livro "Ponto de Mutação na Saúde", de Wallace Liimaa

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Por que adoecemos? - Uma reflexão a partir do livro "Ponto de Mutação na Saúde", de Wallace Liimaa

  1. 1. por Wallace LiimaaPOR QUE ADOECEMOS? ALGUMAS PISTAS CLARAS:Um físico da UFPE que participou de uma oficina que ministrei sobre Física Quântica,revelou que a Universidade já dispõe de um moderno equipamento capaz de detectarprecocemente o aparecimento futuro de um câncer, utilizando uma tecnologia quânticaassociada às anti-partículas. São inegáveis os avanços técnicos promovidos pelaMedicina convencional. Os antibióticos, quando utilizados nos casos extremos deinfecções, com acompanhamento médico adequado, orientados por antibiogramas,podem salvar vidas e seus efeitos colaterais podem também ser minorados com adevida orientação médica.As cirurgias e as emergências hospitalares, em função das diversas situações quepodem ocorrer no cotidiano, têm um importante papel a cumprir. Na Medicina integral,focada no ser humano em todas as dimensões, e com base quântica, o papel do médicotranscende em muito o de um simples identificador de doenças e ministrador demedicamentos, passando a ser um promotor de saúde e bem-estar ao paciente.Essa tarefa não é fácil, visto que o currículo da maioria das faculdades de Medicina estámais voltado para um perfil técnico, e que essa formação humanista e holística dasaúde, muitos só disporão em cursos complementares, após abandonarem a faculdade.O fato é que cada vez mais profissionais da área de saúde buscam novas alternativasfora do modelo mecanicista, assim como Universidades em várias partes do mundo semovimentam no sentido de adequarem seus currículos à promoção da saúde e nãoapenas a cuidar das doenças.POR QUE ADOECEMOS? Essa é a primeira pergunta a ser feita, pois nos conduzirá ascausas das doenças que deve ser o foco da nova Medicina Integral. De que adiantadesenvolvermos aparelhos altamente sofisticados capazes de predizer uma futuradoença, se não nos voltarmos para evitar que as pessoas adoeçam? Sabemos que o focona doença é o eixo do antigo modelo, voltado preponderantemente para o aspectolucrativo do sofrimento alheio. Quanto mais doentes, mais remédios são comercializados
  2. 2. e mais aparelhos serão vendidos para detectar as doenças. Vemos aí claramente a baseda percepção da realidade que permeia a nossa sociedade de desenvolvimentoindustrial.O ser humano na sua integridade e complexidade multidimensional foi excluído,passando a ser apenas um número a mais no carrossel do consumo insustentável queestá destruindo o planeta e é incapaz de promover saúde e bem-estar para a maioriadas pessoas. O modelo que propomos, conduz a uma mudança paradigmática, no qualo ser humano é colocado no seu devido lugar, de promotor da vida e das condições ecuidados inerentes à vida, em todas as dimensões, ao invés de coadjuvante de umprocesso suicida capaz de estimular hábitos que atentam contra sua própria saúdefísica, mental, emocional e espiritual.No seu livro Curar, o Dr. David Servan-Schereiber traz dados mais que preocupantespara o futuro da nossa sociedade de consumo industrial: “Doenças ligadas ao estresse –incluindo a depressão e a ansiedade – são comuns em nossa sociedade. Os númerossão alarmantes: estudos clínicos sugerem que 50% a 75% de todas as idas ao médico sedevem, principalmente, ao estresse, e que, em termos de mortalidade, ele traz um fatorde risco muito mais sério que o fumo.De fato, oito em cada dez medicamentos maiscomumente usados nos Estados Unidos servem para tratar de problemas diretamenterelacionados ao estresse: Antidepressivos, ansiolíticos e pílulas para dormir; antiácidospara a azia e úlceras, e outros para pressão alta. Em 1999, três dos remédios maisvendidos nos Estados Unidos foram antidepressivos (Prozac, Paxil e Zoloft).Na verdade, estima-se que um em cada oito norte-americanos já tomouantidepressivos, quase metade deles durante mais de um ano”. Somando-se ao fato deque quatro entre dez americanos terão algum tipo de câncer no decorrer da sua vida, eo crescimento vertiginoso de doenças como a diabetes e a obesidade infantil, tornando-se um problema de saúde pública, compreendemos porque o império do consumo estáem queda, pois a nação está doente, sucumbindo pelas próprias mãos e pelos seuspróprios métodos insustentáveis. O filme, Sick-SOS Saúde, já citado, não deixa dúvidassobre isso. A indústria de medicamentos e os planos de saúde elegeram a doença e não
  3. 3. a saúde como estratégia para multiplicar os seus lucros, disseminaram essa prática pelomundo e hoje chegamos ao limite desse modelo cultuador das doenças, quando ahumanidade clama por saúde em todos os níveis.Visitaremos, agora, circunstâncias que estão associadas a esse modelo insustentável: Aindústria de cigarros sempre pagou generosos impostos ao estado e por isso tinha passelivre para promover o estímulo ao tabagismo através de belas propagandas dignas deganharem prêmios publicitários, devido a sua beleza e eficácia. A partir do momentoque a corte americana passou a autorizar milionárias indenizações às vítimas de câncere as despesas públicas com os doentes, vítimas do cigarro, cresciam assustadoramente,o estado passou a limitar a propaganda, pois o negócio da morte começou a pesar noseu bolso.No Brasil, recentemente assistimos a protestos freqüentes nas estradas devido a umanova lei que proibia a venda de bebidas alcoólicas nas rodovias. O fato é que emaproximadamente 70% dos acidentes de automóveis, os motoristas ingeriram álcoolacima do normal. Além disso, uma nova geração de músicas de forró, com forte apeloerótico, têm nas suas letras reverenciado o abuso do álcool apoiadas no crescimentovertiginoso do consumo entre menores adolescentes no Brasil. Por outro lado, aspropagandas de bebidas alcoólicas continuam exibindo as belas atrizes e atores queesbanjam sensualidade. Como nas músicas da nova geração do pornoforró, as mulheresse apresentam como generosos objetos de consumo.As medidas de instituir lei seca em bairros da região metropolitana do Recife, sempreforam impopulares, apesar do alto nível de assassinatos com pessoas embriagadas.Desse modo, o Estado coíbe de um lado e estimula pelo outro, devido aos impostos altosque recebe, e já podemos perceber que com essa estratégia não chegaremos a lugarnenhum e teremos que esperar ou que se chegue ao nível do insuportável asfatalidades devido ao excesso de álcool ou se perceba que os impostos não pagam ascontas dos gastos com saúde, para que se proíba ou limite os horários daspropagandas, e medidas educativas promovam um maior esclarecimento sobre oconsumo.
  4. 4. No filme Super size me, a dieta do palhaço, um ator americano submete-se durantetrinta dias a uma dieta do Mc Donalds, a megacorporação de Fast Foods, que é umsímbolo do modo americano de viver. Acompanhado por uma equipe médica, elesubmeteu-se a uma série de exames antes de iniciar a dieta que deveria ser à base derefrigerantes e dos famosos produtos industrializados da Mc Donalds. O fato é que oprecursor do filme terminou a dieta obeso, com problemas depressivos e com os órgãosdo corpo comprometidos. Literalmente ele estava intoxicado por toda a ingestão dessacomida industrializada e que carrega diversos produtos químicos prejudiciais à saúde.As propagandas de refrigerantes também estão entre as que conseguem transmitir aoconsumidor sensações de prazer, saciedade, alegria e juventude, entre outras. Oaumento do tamanho das garrafas e copos de refrigerantes nos Fast Foods veioacompanhado do aumento do tamanho dos sanduíches desvitalizados, como mostra ofilme Nação Fast Food, acompanhado pelo crescimento dos problemas de saúde entreos americanos.Os refrigerantes artificiais com seus corantes, conservantes e acidulantes nocivos àsaúde vieram de maneira avassaladora substituir os saudáveis e deliciosos sucosnaturais. Não está fácil convencer muitos jovens a trocarem os refrigerantes pelossucos. Entre as crianças, a situação é ainda mais difícil, basta ir a uma festa de crianças.Em 2007, no estado de Santa Catarina, conheci um fabricante de chás que se queixavada diminuição do consumo, inclusive do tradicional Chá Mate, em função docrescimento do consumo dos refrigerantes. Provavelmente teremos que esperar que oDiabetes, entre outros males, associados aos refrigerantes e aos Fast Foods, atinjamníveis alarmantes para que esses hábitos sejam repensados.Um movimento mundial, o Slow Food, vem se contrapondo a todos esses costumes,voltados para comidas industrializadas e consumo de carne animal, apontando para umnovo paradigma em alimentação, que é a base da saúde, pois como já dizia Sócrates, opai da Medicina: “Somos aquilo que comemos”.
  5. 5. Na nova Medicina, promotora da saúde e preventiva das doenças, o cuidado com aalimentação, que envolve a qualidade do alimento que compartilhamos com todas ascélulas do nosso corpo, deve fazer parte da própria formação escolar, para que o jovem,mais consciente, possa escolher alimentos que favoreçam a sua saúde. O consumoconsciente, portanto, está na base de um novo paradigma na saúde.A alimentação inadequada está diretamente associada aos ataques cardíacos e a outrosproblemas vasculares que são os responsáveis pela maioria das mortes no Brasil e nosEUA. Nos Estados Unidos, o câncer do intestino grosso é a segunda doença maisdiagnosticada, com mais de 125 mil casos por ano. Como o que comemos passam pelosnossos intestinos, esses dados são um alerta para o nível de agressão imposta aosintestinos, pela má qualidade dos alimentos ingeridos. Além disso, outras doenças comoo diabetes melito, sinusites, distúrbios digestivos em geral, alto colesterol e todos ostipos de câncer, tornaram-se epidêmicos, revela o Dr. Alberto Peribanez, no livro Lugarde Médico é na Cozinha.De posse desses dados, parece-me que estamos sem saída. Ou cuidados do quecomemos ou adoecemos, muitas vezes fatalmente. Pois bem, na nova Medicina combase quântica temos a compreensão da interdependência que existe entre todos osníveis. A ingestão de frutas, verduras e alimentos orgânicos de um modo geral, que sãoproduzidos com adubos orgânicos, livres dos agrotóxicos prejudiciais à saúde e quetornam os alimentos menos ricos em nutrientes, é um bom começo, e certamenteproporcionará um melhor funcionamento dos intestinos e por tabela favorecerá ummelhor estado emocional e mental. Afinal, o termo “enfezado”, refere-se a uma pessoacom prisão de ventre, por dificuldades de evacuação e que está mal-humorado, vítimadas toxinas liberadas pelas próprias fezes.Descobertas recentes revelam a existência de um mini-cérebro no nosso sistemadigestivo, assim como também no coração, nos quais uma rede de neurôniosencontram-se conectados com o nosso cérebro emocional através do sistema nervosoautônomo. Por isso que a qualidade do que comemos influencia diretamente o nossoestado emocional.
  6. 6. Segundo o Dr. Peribanez, “A ciência da probiótica nos deixa claro que somos o quetemos de bactérias em nosso intestino”, pois a depender da qualidade dos alimentosque ingerimos, podemos atrair bactérias que trabalharão fermentando, degradando,digerindo, produzindo vitaminas, interferon (o mais potente remédio contra vírus),antioxidantes, degradando colesterol nocivo e mantendo nosso sistema imune, estávele ativo. Em contrapartida, os alimentos cozidos, irradiados, embutidos, os açúcares e asgorduras saturadas são os prediletos das bactérias hostis, que trabalharãoincessantemente, produzindo colesterol nocivo, enterotoxinas, produtos carcinogênicose imunossupressores, radicais livres do oxigênio e tornando o sistema imunológicoinstável e auto-agressivo. Alimentando-se assim, mantemos em nosso intestino umviveiro de serpentes venenosas que transformam tudo o que aparece em toxinasfortíssimas e degradam substâncias presentes nessa dieta em produtos que fabricam ocâncer, podendo agir diretamente na parede do intestino ou serem absorvidos, gerandoenorme problema para o nosso corpo se livrar.Causa surpresa que esses alimentos sejam considerados inofensivos pela saúde pública,conclui o Dr. Peribanez, que recomenda sobretudo as frutas, as verduras, os brotos e osalimentos amornados, não cozidos, para atrair uma numerosa constelação de bactériasque favorecem a nossa saúde. www.saudequantum.com www.expoquantum.com.br www.simposiosaudequantica.com.br

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