Os textos são pesquisas na internet e em livros…..
Cotovia-arbórea
ou cotovia-
pequena
Lullula arborea
A cotovia-arbórea (também chamada cotovia-dos-
bosques) é comum ao longo do território, podendo ser
localmente abundante, ...
Cotovia-arbórea
ou cotovia-
pequena
Lullula arborea
Classificação científica
REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Orde...
Cotovia-de-poupa
Galerida cristata
Plumagem de tons acastanhados. A pequena
poupa, quase sempre ereta, é a característica
mais evidente. A cauda curta, a for...
Cotovia-de-poupa
Galerida cristata Classificação científica
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Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Passeriformes
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Cotovia-montesina
Galerida theklae
Tal como as outras cotovias que ocorrem em Portugal,
caracteriza-se pela plumagem castanha,
apresentando riscas verticais ...
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REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
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Cruza-bico
Loxia curvirostra
O cruza-bico é maior que um verdilhão, sendo assim
um dos maiores elementos da sua família. O macho
adulto é todo vermelho...
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Classe Aves
Ordem Passeriformes
Família Fringillidae
Género Loxia
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Cuco-canoro
Cuculus
canorus
O cuco-canoro é difícil de observar, sendo muito mais facilmente localizável pelo
seu canto. Algo semelhante nas formas e ...
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Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Cuculiformes
Família Cuculidae
Género Cuculus
Espé...
Cuco-rabilongo
Clamator glandarius
O cuco-rabilongo é relativamente grande. Distingue-se sobretudo pelo contraste
entre o castanho das partes superiores e o ...
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Clamator glandarius
Classificação científica
Nome binominal
Clamator glandarius ( Linnaeus, 1758 )
REINO An...
Dom-fafe
Pyrrhula pyrrhula
Dom-fafe é uma ave pequena (14-15 cm) difícil de
observar. É uma ave robusta com a coroa preta. O
macho apresenta o peito ...
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Pyrrhula pyrrhula ( Linnaeus, 1758 )
REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Orde...
Escrevedeira-amarela
Emberiza citrinella
Esta escrevedeira ocorre unicamente
nalgumas serras do noroeste do pais.
O macho desta espécie ostenta uma particular colo...
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Emberiza citrinella ( Linnaeus, 1758 )
REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
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Escrevedeira-das-neves
Plectrophenaxnivalis
Ave granívora, da família das escrevedeiras, assemelha-se a estas nas
tonalidades e forma. Com bico grosso e curto, saltam...
Escrevedeira-das-neves
Plectrophenaxnivalis
Classificação científica
REINO Animalia
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Classe Aves
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Escrevedeira-de-garganta-preta
Emberiza cirlus
Identificação e características: O macho possui riscas
pretas e amarelas na cabeça, sendo o ventre amarelo e o dorso risca...
Escrevedeira-de-garganta-preta
Emberiza cirlus
Classificação científica
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Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Pas...
Escrevedeira-dos-caniços
Emberiza schoeniclus
O macho é fácil de identificar: tem a
cabeça-preta com um bigode branco, o
peito e o ventre branco acinzentados e o
dorso ...
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Emberiza schoeniclus
Classificação científica
REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Pass...
Esmerilhão
Falco columbarius
A maioria dos falcões que ocorre entre nós apresenta um claro dimorfismo sexual,
e o esmerilhão não é exceção. Possui a si...
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REINO Animalia
Filo Chordata
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Ordem Ciconiiformes
Família...
Estorninho-malhado
Sturnus vulgaris
Identificação e características
Do mesmo tamanho que o estorninho-preto, ao qual se associa
frequentemente, distingue-se p...
Estorninho-malhado
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REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
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...
Estorninho-preto
Sturnus unicolor
Trás-os-Montes – comum nesta região, sobretudo em
localidades de pequena e média dimensão, sendo
mais locais como em Miran...
Estorninho-preto
Sturnus unicolor
Classificação científica
REINO Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Passeriformes
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Estorninho-rosado
Pastor roseus / Sturnus roseus
Os adultos são inconfundíveis: dorso e peito
rosados, coroa e asas pretas. Os juvenis são cor
de “café com leite”, destaca...
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Filo Chordata
Classe Aves
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Estrelinha-de-cabeça-listada
Regulus ignicapilla
A estrelinha de cabeça listada é a ave mais pequena
da nossa avifauna, medindo apenas 9 cm. Nas fêmeas
sobressai a coroa a...
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Estrelinha-de-poupa
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Trata-se de um insectívoro de muito pequenas dimensões, com a
plumagem esverdeada e a coroa amarelada. Apenas se pode conf...
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Classe Aves
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Identificação
Pequena limícola do tamanho de um pilrito. Cinzento e branco fora da
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Falcão-da-rainha
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O falcão-da-rainha ocorre em dois tipos
distintos de plumagem: o tipo escuro e
o tipo claro, bastante
diferentes entre si....
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Aves de portugal 8

  1. 1. Os textos são pesquisas na internet e em livros…..
  2. 2. Cotovia-arbórea ou cotovia- pequena Lullula arborea
  3. 3. A cotovia-arbórea (também chamada cotovia-dos- bosques) é comum ao longo do território, podendo ser localmente abundante, especialmente em zonas de montados e bosques do interior. Tal como as cotovias e a laverca, com quem se assemelha bastante, possui um padrão cromático que lhe confere um mimetismo extremamente fiável, em tons cores malhado. Distingue-se das restantes espécies pela ausência de uma crista visível e pela presença de um padrão claro-escuro-claro junto à dobra das asas, bastante visível quando a ave está poisada. Trás-os-Montes – bastante comum nesta região, pode facilmente ser avistada em Miranda do Douro, nas serras de Montesinho, da Coroa e da Nogueira Beira interior – distribui-se bastante bem por esta região Alentejo – alguns dos melhores locais para a observação deste alaudídeo estão nesta região, como é o caso Arraiolos, serra de Grândola e estuário do Sado. Também se observa na região de Nisa e na Mina de São Domingos Algarve – pode ser facilmente avistada nas serras de Monchique e do Caldeirão. Identificação e características Distribuição e abundância
  4. 4. Cotovia-arbórea ou cotovia- pequena Lullula arborea Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Alaudidae Género Lullula Espécie L. arborea Nome binominal Lullula arborea ( Linnaeus, 1758 )
  5. 5. Cotovia-de-poupa Galerida cristata
  6. 6. Plumagem de tons acastanhados. A pequena poupa, quase sempre ereta, é a característica mais evidente. A cauda curta, a forma rechonchuda e o bico relativamente longo são as outras características desta espécie. A cotovia-de-poupa efetua um voo ondulante e laborioso. Tal como as outras cotovias, esta espécie tem a plumagem de tons acastanhados.. A distinção da cotovia-montesina é bastante difícil e faz-se sobretudo com base na plumagem mais clara, no bico com a mandíbula inferior reta, na contra-asa bege e no canto menos variado. A cotovia-de-poupa pode ser considerada uma espécie razoavelmente comum, embora a sua abundância seja um pouco mascarada pelas dificuldades de identificação. Distribui-se sobretudo, mas não exclusivamente, pelas terras baixas do litoral. De uma forma geral é frequente em terrenos lavrados ou incultos, nomeadamente em várzeas mas também na orla de zonas húmidas. É uma espécie residente que está presente em Portugal durante todo o ano. Esta cotovia é relativamente frequente nas terras baixas do litoral oeste português. Identificação e características Distribuição e abundância
  7. 7. Cotovia-de-poupa Galerida cristata Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Alaudidae Género Galerida Espécie G. cristata Nome binominal Galerida cristata ( Linnaeus, 1758 )
  8. 8. Cotovia-montesina Galerida theklae
  9. 9. Tal como as outras cotovias que ocorrem em Portugal, caracteriza-se pela plumagem castanha, apresentando riscas verticais escuras no peito. A pequena poupa que ostenta no alto da cabeça permite distingui-la de todas as outras espécies, exceto da muito parecida cotovia-de-poupa. Relativamente a esta última espécie, identifica-se pela plumagem mais escura, pela mandíbula inferior convexa e pelo peito mais fortemente marcado. A cotovia-montesina é bastante comum, mas a sua abundância passa por vezes despercebida devido às dificuldades de identificação; é particularmente comum na metade interior do território, onde o habitat lhe é mais favorável e por vezes podem ser vistos pequenos bandos desta espécie. Esta cotovia é residente e observa-se em Portugal durante todo o ano. Trás-os-Montes – o Douro Internacional é a melhor zona para observar esta cotovia, que pode ser vista por exemplo em Miranda do Douro Alentejo – distribui-se pela maior parte da região Algarve – pode ser vista com relativa facilidade junto ao cabo de São Vicente Beira interior – observa-se na zona de Vilar Formoso e no Tejo Internacional (neste último local é particularmente comum). Identificação e características Distribuição e abundância
  10. 10. Cotovia-montesina Galerida theklae Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Alaudidae Género Galerida Espécie G. theklae Nome binominal Galerida theklae ( Brehm,1858 )
  11. 11. Cruza-bico Loxia curvirostra
  12. 12. O cruza-bico é maior que um verdilhão, sendo assim um dos maiores elementos da sua família. O macho adulto é todo vermelho-carmim, a fêmea e os juvenis são esverdeados. Contudo, é o bico, cujas mandíbulas se cruzam na ponta, que mais facilmente caracteriza e permite identificar esta espécie. As duas últimas grandes invasões que atingiram Portugal deram-se em 1990 e 1993, tendo-se registado pequenos influxos em anos mais recentes. Nos anos de invasões, os primeiros cruza-bicos surgem geralmente no mês de Agosto, havendo depois novas observações ao longo do Outono. Por vezes a espécie permanece até à Primavera seguinte , chegando mesmo a nidificar em certos anos. O cruza-bico surge quase sempre em zonas de pinhal, apresentando preferência por plantações de pinheiro – de – casquinha. Dado o carácter imprevisível da sua ocorrência, não existem locais onde a presença do cruza-bico possa ser considerada regular. Ainda assim, há algumas zonas que parecem ser particularmente favoráveis à observação de cruza-bicos nos anos de invasões. Identificação e características Distribuição e abundância
  13. 13. Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Fringillidae Género Loxia Espécie L. curvirostra Nome binominal Loxia curvirostra ( Linnaeus, 1758 )
  14. 14. Cuco-canoro Cuculus canorus
  15. 15. O cuco-canoro é difícil de observar, sendo muito mais facilmente localizável pelo seu canto. Algo semelhante nas formas e dimensões ao gavião, possui a cabeça e pescoço cinzentos, donde sobressai o olho, orlado de amarelo. O peito e o abdómen são barrados e com fundo branco, sendo o dorso também cinzento como a cabeça. Algumas fêmeas possuem uma muito característica tonalidade arruivada, a que se chama «fase hepática». Esta é, no entanto, bastante rara. O cuco-canoro é abundante e bem distribuído pelo território continental, mas parece ser especialmente numeroso no nordeste do país (Beira Alta e Trás-os-Montes) Ocorre sobretudo em zonas florestadas, montados, bosques, evitando as zonas de altitude, os matos densos e as zonas fortemente urbanizadas. A sua presença no nosso território é exclusivamente estival, podendo ser observado sobretudo entre Março e Julho. Facilidade de observação do cuco-canoro é maior nas regiões do interior norte e centro, devido à maior abundância da espécie nessas zonas. Trás-os-Montes – os cucos podem ser observados facilmente na zona de Miranda do Douro e na serra da Coroa Identificação e características Distribuição e abundância
  16. 16. Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Cuculiformes Família Cuculidae Género Cuculus Espécie C. canorus Nome binominal Cuculus canorus ( Linnaeus, 1758 ) Cuco-canoro Cuculus canorus
  17. 17. Cuco-rabilongo Clamator glandarius
  18. 18. O cuco-rabilongo é relativamente grande. Distingue-se sobretudo pelo contraste entre o castanho das partes superiores e o bege do peito; pela cauda muito longa; pela pequena poupa; e, naturalmente, pelas vocalizações dos adultos, uma sequencia de "tchak-tchak-tchak-tchak", muito diferente do tradicional "cu-cu" do cuco-canoro.Os juvenis caracterizam-se ainda pelas manchas arruivadas nas asas. Identificação e características Os melhores locais para observar o cuco-rabilongo situam-se na metade interior do país, com destaque para o Alentejo. A norte do Tejo, este cuco é claramente menos comum. Note-se que, devido à sua baixa abundância e discrição, o cuco-rabilongo nem sempre é fácil de encontrar. Esta espécie deteta-se sobretudo no início da Primavera (Março-Abril a sul do Tejo, Abril-Maio mais para norte), pois é neste período que os adultos emitem as suas vocalizações, tornando-se por isso mais conspícuos. Durante o mês de Junho, quando os jovens cucos começam a voar, a espécie tem um segundo período de detetatibilidade. Distribuição e abundância Trás-os-Montes – pode ser encontrado com alguma regularidade em Miranda do Douro
  19. 19. Cuco-rabilongo Clamator glandarius Classificação científica Nome binominal Clamator glandarius ( Linnaeus, 1758 ) REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Cuculiformes Família Cuculidae Género Clamator Espécie C. glandarius
  20. 20. Dom-fafe Pyrrhula pyrrhula
  21. 21. Dom-fafe é uma ave pequena (14-15 cm) difícil de observar. É uma ave robusta com a coroa preta. O macho apresenta o peito cor-de-rosa muito vivo e o dorso cinzento-azulado. A fêmea é semelhante mas com o peito acastanhado. Ambos os sexos apresentam as asas pretas com uma lista branca. O uropígio é branco e bem visível em voo. Identificação e características Como nidificante está restrito às serras do extremo norte do país. No Outono e no Inverno surge no resto do território mas é relativamente escasso. Frequenta principalmente zonas de arvoredo bem desenvolvido, apreciando principalmente folhosas ao longo de linhas de água. Distribuição e abundância
  22. 22. Classificação científica Nome binominal Pyrrhula pyrrhula ( Linnaeus, 1758 ) REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Fringillidae Género Pyrrhula Espécie P. pyrrhula Dom-fafe Pyrrhula pyrrhula
  23. 23. Escrevedeira-amarela Emberiza citrinella
  24. 24. Esta escrevedeira ocorre unicamente nalgumas serras do noroeste do pais. O macho desta espécie ostenta uma particular coloração amarela, nomeadamente na cabeça. Já a fêmea apresenta uma coloração mais consentânea com as restantes escrevedeiras, distinguindo-se pelo padrão das faces e pelas pintas amareladas na cabeça e na garganta. Pouco comum e de distribuição bastante reduzida, trata-se de uma escrevedeira residente podendo ser encontrada durante todo o ano, sobretudo associada a zonas de lameiros e prados de altitude, no extremo norte do país. Embora seja geralmente uma espécie residente, em Portugal a escrevedeira-amarela apenas está presente nas zonas de nidificação durante a época de reprodução, desconhecendo-se para onde se desloca na época fria. Identificação e características Distribuição e abundância
  25. 25. Classificação científica Nome binominal Emberiza citrinella ( Linnaeus, 1758 ) REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Fringillidae Género Emberiza Espécie E. citrinella Escrevedeira-amarela Emberiza citrinella
  26. 26. Escrevedeira-das-neves Plectrophenaxnivalis
  27. 27. Ave granívora, da família das escrevedeiras, assemelha-se a estas nas tonalidades e forma. Com bico grosso e curto, saltam à vista as partes inferiores brancas, e asas também brancas . A escrevedeira-das-neves apresenta uma diferenciação entre plumagem de Outono e Inverno, mais acastanhada, e a plumagem de Primavera e Verão, que no macho é totalmente preta e branca. Em Portugal esta escrevedeira é rara e tem uma distribuição muito localizada, pode ser observada entre Outubro e Março. Embora seja uma espécie típica de alta montanha, as aves invernantes que podemos encontrar no nosso território distribuem-se tanto pelas serras mais altas, como por algumas zonas dunares junto à costa. Os bandos desta espécie podem facilmente passar despercebidos devido à quantidade de fringilídeos que ocorrem durante o Inverno no nosso país, e com os quais podem ser confundidos. Lisboa e Vale do Tejo – tal como acontece no norte e centro do país, os registos efetuados ao longo da faixa costeira Entre Douro e Minho – o litoral norte parece ser uma das zonas onde esta espécie litoral de Esposende, nas dunas junto à Praia da Apúlia Litoral Centro – os registos conhecidos foram efetuados junto à costa Beira interior – a espécie tem sido vista com alguma frequência Identificação e características Distribuição e abundância
  28. 28. Escrevedeira-das-neves Plectrophenaxnivalis Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Fringillidae Género Plectophenax Espécie P. nivalis Nome binominal Plectophenax nivalis ( Linnaeus, 1758 )
  29. 29. Escrevedeira-de-garganta-preta Emberiza cirlus
  30. 30. Identificação e características: O macho possui riscas pretas e amarelas na cabeça, sendo o ventre amarelo e o dorso riscado de castanho. A fêmea apresenta um padrão semelhante, mas as riscas são muito ténues. Tal como as outras escrevedeiras, apresenta uma ondulação na mandíbula inferior, o que confere ao bico uma forma característica. Esta ave efetua um voo direto. Esta escrevedeira distribui-se de norte a sul do país e é razoavelmente comum, exceto na parte oriental do Baixo Alentejo e do Algarve onde se torna rara. Aprecia paisagens agrícolas em mosaico, onde as sebes ou matos esparsos confinam com terrenos agrícolas, e também orlas de bosquetes. É uma espécie residente, que raramente é observada fora dos seus locais habituais de ocorrência. Lisboa e vale do Tejo – pode ser vista com regularidade Beira interior – distribui-se pela maior parte da Beira Alta Trás-os-Montes – bastante comum nesta região, pode ver-se com facilidade na serra da Coroa e na zona de Miranda do Douro e junto a Barca d'Alva. Algarve – a escrevedeira-de-garganta- preta é pouco comum no Algarve Litoral centro – razoavelmente comum e bem distribuída Distribuição e abundância
  31. 31. Escrevedeira-de-garganta-preta Emberiza cirlus Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Emberizidae Género Emberiza Espécie E.cirlus Nome binominal Emberiza cirlus ( Linnaeus, 1766 )
  32. 32. Escrevedeira-dos-caniços Emberiza schoeniclus
  33. 33. O macho é fácil de identificar: tem a cabeça-preta com um bigode branco, o peito e o ventre branco acinzentados e o dorso e as asas castanhos com riscas. A fêmea é menos contrastada, mas o bigode branco permite geralmente uma boa identificação. Contrariamente aos outros membros da sua família, esta escrevedeira encontra-se muito ligada às zonas húmidas, podendo ser bastante comum neste tipo de habitats e estar totalmente ausente das zonas circundantes .É particularmente frequente em caniçais, sapais e mesmo restolhos de arroz, sendo estes os melhores habitats para procurar esta espécie. Apesar de haver uma pequena população nidificante na metade norte do território, é no Outono e no Inverno que a escrevedeira-dos-caniços pode ser encontrada com mais facilidade, sobretudo nas grandes zonas húmidas costeiras. Está presente geralmente entre Outubro e Março. Durante a época de reprodução a escrevedeira-dos-caniços é consideravelmente mais escassa e difícil de encontrar, sendo a Ria de Aveiro um dos poucos locais onde a espécie ainda pode ser observada nessa época do ano. Identificação e características Distribuição e abundância
  34. 34. Escrevedeira-dos-caniços Emberiza schoeniclus Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Fringillidae Género Emberiza Espécie E. schoeniclus Nome binominal Emberiza schoeniclus ( Linnaeus, 1758 )
  35. 35. Esmerilhão Falco columbarius
  36. 36. A maioria dos falcões que ocorre entre nós apresenta um claro dimorfismo sexual, e o esmerilhão não é exceção. Possui a silhueta de um falcão de pequenas dimensões. Enquanto a fêmea e os juvenis são bastante semelhantes, com o peito barrado sobre fundo branco, e dorso acastanhado escuro, o macho apresenta barras pequenas no peito, em fundo alaranjado e dorso cinzento-azulado. Normalmente desloca-se em voos baixos e bastante rápidos, apresentando cauda menos comprida que um peneireiro, asas em bico, sendo a tonalidade geral algo escurecida. Dada a escassez do esmerilhão em Portugal, são poucos os locais onde a espécie aparece com regularidade. Lisboa e Vale do Tejo – melhor local de observação situa-se sem dúvida nas lezírias da Ponta da Erva; a espécie pode também ser observada na Lezíria Norte e no Vale de Santarém. Trata-se de um invernante raro, que ocorre em baixos números e sobretudo em zonas abertas, do tipo das lezírias, terrenos agrícolas extensos e pastagens amplas. Dada a sua fenologia, os melhores meses de observação decorrem de Novembro a Fevereiro. Alentejo – ocorre sobretudo nas planícies de Évora e na região de Castro Verde, tendo já sido também observado junto ao cabo Sardão Identificação e características Distribuição e abundância
  37. 37. Esmerilhão Falco columbarius Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Ciconiiformes Família Falconidae Género Falco Espécie F. columbarius Nome binominal Falco columbarius ( Linnaeus, 1758 )
  38. 38. Estorninho-malhado Sturnus vulgaris
  39. 39. Identificação e características Do mesmo tamanho que o estorninho-preto, ao qual se associa frequentemente, distingue-se principalmente pelas inúmeras malhas brancas que apresenta na plumagem; esta característica é, contudo, muito difícil de ver à distância e é menos evidente na Primavera. As patas são vermelhas. Abundância e calendário O estorninho-malhado ocorre em Portugal como invernante. As suas datas de ocorrência são mal conhecidas, mas julga-se que esteja presente em Portugal de Outubro a Fevereiro. Devido às dificuldades de identificação, este estorninho passa muitas vezes despercebido, pelo que as estimativas sobre a sua abundância são muito imprecisas, é possível que ocorra um pouco por todo o país. A cidade de Lisboa é talvez o local onde a espécie pode ser observada em melhores condições
  40. 40. Estorninho-malhado Sturnus vulgaris Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Sturnidae Género Sturnus Espécie S.vulgaris Nome binominal Sturnus vulgaris ( Linnaeus, 1758 )
  41. 41. Estorninho-preto Sturnus unicolor
  42. 42. Trás-os-Montes – comum nesta região, sobretudo em localidades de pequena e média dimensão, sendo mais locais como em Miranda do Douro, nas serras da Coroa, de Montesinho, do Gerês e do Alvão, em Barca d’Alva e no baixo Sabor O Estorninho preto é uma ave de médias dimensões que vão de 21 a 22 cm. Em termos de silhueta é bastante idêntico ao estorninho malhado, mas em termos de cor é visivelmente mais preto as patas são rosadas e o bico mais amarelo. No inverno apresenta umas malhas desmaiadas no corpo e a ponta do bico preto. Em Portugal encontra-se presente em praticamente todo o território do Continente, embora essa presença seja mais acentuada no interior do Alto e Baixo Alentejo e no nordeste transmontano e beirão Identificação e características Abundância e calendário
  43. 43. Estorninho-preto Sturnus unicolor Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Sturnidae Género Sturnus Espécie S.unicolor Nome binominal Sturnus unicolor ( Temminck, 1820 )
  44. 44. Estorninho-rosado Pastor roseus / Sturnus roseus
  45. 45. Os adultos são inconfundíveis: dorso e peito rosados, coroa e asas pretas. Os juvenis são cor de “café com leite”, destacando-se o bico amarelado e o dorso um pouco mais claro que as asas. Associa-se frequentemente a outras espécies de estorninhos, o que facilita a comparação. Em Portugal é bastante raro e aparece principalmente no Outono. Até final de 2010 foram homologadas 20 observações de estorninhos-rosados em Portugal Continental Identificação e características Abundância e calendário
  46. 46. Estorninho-rosado Pastor roseus / Sturnus roseus Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Sturnidae Género Sturnus Espécie S.roseus Nome binominal Sturnus roseus ( Linnaeus,1758 )
  47. 47. Estrelinha-de-cabeça-listada Regulus ignicapilla
  48. 48. A estrelinha de cabeça listada é a ave mais pequena da nossa avifauna, medindo apenas 9 cm. Nas fêmeas sobressai a coroa amarela coroada de preto, que no macho é mais ou menos alaranjada. Tem uma lista ocular negra que atravessa o olho e uma lista supraciliar branca. É uma ave muito discreta, que passa facilmente despercebida. Localmente pode ser abundante, sendo comum na metade norte do território continental, concretamente, a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. É uma espécie residente, mas conta com um importante reforço populacional durante o Inverno, de aves migradoras provenientes do Norte da Europa. Identificação e características Pode ser encontrada onde haja matas, bosques, parques e jardins, especialmente se existirem coníferas. Abundância e calendário
  49. 49. Estrelinha-de-cabeça-listada Regulus ignicapilla Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Regulidae Género Regulus Espécie R.ignicapilla Nome binominal Regulus ignicapilla ( Temminck,1820 )
  50. 50. Estrelinha-de-poupa Regulus regulus
  51. 51. Trata-se de um insectívoro de muito pequenas dimensões, com a plumagem esverdeada e a coroa amarelada. Apenas se pode confundir com a estrelinha-de-cabeça-listada, da qual se distingue em todas as plumagens pela ausência de lista supraciliar branca, apresentando em vez disso um anel pálido em redor do olho. O bico é pequeno, fino e de cor negra. As pernas são castanho-alaranjadas, escuras. A cabeça é recoberta por plumagem cinzento-escura , coroada por um pequeno penacho ou poupa de penas amarelas. Nas fêmeas o penacho é inteiramente amarelo e nos machos tem um centro alaranjado. Escassa e discreta durante o Inverno, a estrelinha-de-poupa passa certamente despercebida, em parte pelo facto de as suas vocalizações serem muito semelhantes às da estrelinha-de-cabeça- listada. A espécie ocorre em Portugal como invernante, havendo registos pelo menos de Novembro a Março, e parece ser mais frequente na metade norte do território. Tal como a sua congénere, frequenta habitats florestais, principalmente de resinosas. Identificação e características Abundância e calendário
  52. 52. Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Passeriformes Família Regulidae Género Regulus Espécie R.regulus Nome binominal Regulus regulus ( Linnaeus,1758 ) Estrelinha-de-poupa Regulus regulus
  53. 53. Falaropo-de-bico-fino Phalaropus lobatus
  54. 54. Identificação Pequena limícola do tamanho de um pilrito. Cinzento e branco fora da época de cria, destaca-se pelo seu bico fino, longo e preto. Os juvenis têm manchas acastanhadas e possuem um V amarelado no dorso. Os falaropos são excelentes nadadores e são muitas vezes vistos a nadar. As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades desde 2001. Adicionalmente, foram publicadas 16 observações anteriores a 2001, que por isso foram dispensadas de homologação: Até final de 2010 foram homologadas 11 observações:
  55. 55. Falaropo-de-bico-fino Phalaropus lobatus Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Ciconiiformes Família Scolopacidae Género Phalaropus Espécie P.lobatus Nome binominal Plalaropus lobatos ( Linnaeus,1758 )
  56. 56. Falaropo-de-bico-grosso Phalaropus fulicarius
  57. 57. Mede cerca de 21 centímetros de comprimento. A fêmea reprodutora é predominantemente marrom escura e preta por cima. O macho reprodutor é uma versão mais maçante do sexo feminino. As aves jovens são cinza-claro e marrom na parte superior e uma mancha escura no olho. No inverno, a plumagem é essencialmente cinzenta em cima e branco em baixo. O bico é preto no inverno. O falaropo-de-bico-grosso é uma espécie invernante que ocorre sobretudo ao largo da nossa costa, no mar alto. Raramente ocorre junto à costa, embora por vezes seja visto a partir de terra ou em zonas húmidas costeiras. Identificação e características Abundância e calendário
  58. 58. Falaropo-de-bico-grosso Phalaropus fulicarius Classificação científica REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Ciconiiformes Família Scolopacidae Género Phalaropus Espécie P.fulicarius Nome binominal Plalaropus fulicarius ( Linnaeus,1758 )
  59. 59. Falcão-da-rainha Falco eleonorae
  60. 60. O falcão-da-rainha ocorre em dois tipos distintos de plumagem: o tipo escuro e o tipo claro, bastante diferentes entre si. O primeiro caso afigura-se como o mais raro e o mais distinto das restantes espécies, com os indivíduos totalmente castanho- escuros. A tipologia clara caracteriza-se pela tonalidade ocre-avermelhado do peito e abdómen, barrado como os restantes falcões, faces e garganta brancas e dorso escuro. Bastante rara, esta ave de rapina ocorre sobretudo no final do Verão e princípio do Outono. As observações existentes dizem respeito quase exclusivamente ao litoral, muito provavelmente acompanhando a migração de passeriformes que constituem uma das bases da sua alimentação. Existem Identificação e características Abundância e calendário
  61. 61. Falcão-da-rainha Falco eleonorae REINO Animalia Filo Chordata Classe Aves Ordem Ciconiiformes Família Falconidae Género Falco Espécie F. eleonorae Nome binominal Falco eleonorae ( Gené, 1839 ) Classificação científica

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