A presença do negro e indígena na independência do brasil

461 visualizações

Publicada em

A presença do Negro e Indígena na Independência do Brasil

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
461
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A presença do negro e indígena na independência do brasil

  1. 1. A L1 lC-SL-LL ~ : a [NEGRA E LLU_Ív[iLs-»| _=íLiM; “ A Lu; ttuit-Lzetuiü-tnczüa @Lu Iit-astt _ _ A' - : a . r 1 ' r ~ " 7* Í ” M MMM r-x M 'F _" 4 a V hm ZUIS. an ser contatado pela Fundação Pedro Calmon para Ú › ~ produnr a nhra 2 de Julho: a Independência da Bahnuamais imaginava me a deparar : um : x uma das mais bala: páginas de nossa hrsrària. mosrrandn . r rmpnrtanlc cnmrihuiçaxv dr ncgrnx c ' indígcmrx na independência de now pan. Cum a uncnlaçamw du prnfmnr r hmm ¡adur Ubiratan CasIrnPIM v IOIJH. pudr romprccnder a» rrdadriras : da uma indrprndéncia. conquistada com sangue d¡- um exércnu prcdnmmanremcnn nxgm u mdigvna. faro bastamc drfcrenle de um grilo às margens du lpnanga comb costumamos aprender. íin-jL-peLrgíràtteíh. :io _»›( ' y; Mais que . rtendara cr IIMS HK V qac uhnga n animada 'nrslurra da Álrrca wux' dcwendenlts : - Iamhénr de Indígcnax na» : saum: hrasHcrrnx ' . n prcxcnlr nbru. Agnra amphada c rcuxadn. crumríbur para : nua IIHPOIIHIIIC rcHL-ãn sobre nossa história. auxiliando na unnslrução do um futuro mars real. crdadcrrn c rlcmocralicn. .Mansur w Pw 1mm se¡ 95729 2014 HHHPÍIÚÃMHUJWÉMIÍ" A prseaqça negra a Indigena na Kleoenm¡
  2. 2. Mauricio Pestana A presença Negra e Indígena na Independência do Brasil À A : numca vru nnnz. : 7 ! Marau rw. m 2011 TOXÍD. Rohlro O AIM Maurlcia Parana Cnnübll: Rubens Carvalho Lnyom o uhoço n llpln: Maurlde Pestana Toninho uma Ant flnul: Tonlnho Lima colonuçlo: Wandenay Fenpe Edlbrnçh: Hamalll Alcantara Pestana Rmlalo: Marcel¡ Purelr¡ de Almeida Bintan Expccmvn: Femandu Alcântara 357v m. a ¡mugen- au. vu Fatman. m, csv 034104110 : na uma. s: so». (n 222541021 wanna-numa¡ mm vnmmlunauwtbuanvnbv max human-u a: Clulpgnçlo n¡ mwaçanmn (anus amam-an um¡ sr. !nim A pruznCl msn e indígena n¡ lndgpendtnd¡ da amu¡ Maurício mu. . -~ sm um: »em walkman mu. a. Aíra-bmlldm¡ - Cultura z. Afro-hnnkim¡ - Hmam a. Hlabôrlunn qundrlnhol 4. Povo¡ mdlgznn › Cuhun s. ?mm Indigena - Hlslóm n. Título. rsnn; 775-55-984077104 14413766 CDD-900 lndlnapnnutálngnlinnnjdw: l HUAMWÚLHW
  3. 3. que mi no poder. e nos drag; rtplzta d: falhas e falácias Com a binária da 'mdb ptndéncil do nom pai¡ não é diferente. e por : st: motivo o mar Mauricio Pes- (ana desempennr um prpelmencinl para entender-nurse papel dos negmre ¡ndlgrnns ern nm dor momcntos mui: importantes da¡ libertação do Brasil da colonização de Portugal. Tidm sempre como “minoria”, este: doar grupos tiveram importância impar nn indepclr darei. , se tomando um exemplo de luta e união do nosso porra a História. ml qual aprendemos nas livros didáticos, e . sem sempre pen orla de o objetivo dem pnbllcaçro é rlender crianças. jovens e adultos contribuindo par¡ uma reconstrução sobre n trajetória dos afrodescendentes e indígenas. o qu: atende à lei 11.645/08, que com¡ obrignlbri¡ o ensino da história d: africanos. afrodescendentes e indígenas no Brtlsil em toda¡ Is escolas, com o auxilio dos quadrinhos. que facilitam e enriquece r dinlmicn escolar. Em publicação e educativa e dlvenada. de maneira única. ensinando história r partir de ilustraçôe¡ : imagen: que possibilitam ao leitor fazer viria¡ reflexões e problernrnni-lrr de form. ampla no cotidiano escolar. Embora r prnlelprçao negra e indígena na independléncia seja devidamente reco- nhecida m Exhin - estado em que comemoram em participação em dois de julho -. nos demais estados do Brasil pouco u sabe dest¡ ndmirável : mação destes grupos. [A nesta época o país não reconhecia sua diversidade, p que pode ser conferido nos mesmo livros de História. Nest¡ publluçao. mostramos r participação indlgem, negra e branca. de ho~ mens = mulheres, todos insatisfeitos e humilhndoc pel¡ presença do colonindor. Aprimorar o conhecimento, enriquecer o : :her sobre os (nto: que Ievunm à mn- solldaçào da Independência brasileira e permitir a perupçio do valor histórico e funda- mental dos negros e Indígenas. Eau é a proposta qu: nós levamos a vocês, junio com o desejo de incentivar cad; v: : mais um nuvn olhar par¡ : :nm nim-u histórias ainda pouco conhecidas por nós. CTB Parana Central de trabalhadores Ane B( Pilhlicalções e trabalhadores do Brasil
  4. 4. A presença Negra e Indígena * na Independência do Brasil saANcos, mpissmgs E NEÊROS A , FORMACAO DO Povo ; insumo e sem» LEMBRADA PELA MzswnA DESTES n: s ; auras PORÉM, QUAN/ DO ss FALA NA CONTRIBUIÇÃO roLTTTcA_ EccNõMxcA E , _. : uLTunAL o TRATAMENTO EDESIBUAL. , v _, . . PRINCIPALMENTE QUANDO ANALISAMOS A HITORIOGRÀFIA anAsxLenA, QUE EM Munos gAsos Exam¡ A IMPORTANTE CONIRIEUICAO NEGRA E marcam NA INDEPENDÊNCIA no BRASIL
  5. 5. UM CAMPO DE BATALHA. MORTOS, #sumos e num nesouçlo. BEM »rrenan-s m CENA ne um mpzmnoa snnmoo 'INDEPENDÊNCIA ou MORTE. . o CENÁRIO DE sua-su FOI A : mms DE sALvAbon_ y VÉSFERAS no 2 DE JULHO DE 1:23, QUANDO o BRASIL FICOU. DE FATO, INDEPENDENTE DE PORTUGAL v_ W 12/1, M1¡ BRASIL, E DA BAND DE FATU, ÉTIAZER D( voLn . Much vrrónu achava nrusnauo E 70060 ESWDAhA FORA DA BAHIA MESMO 5mm a an¡ ne ; na m moesmoêwmn no num. , m. . numa vENcmA ma Nísnos, m. :: lamas s sumos, que . mes mesmo oo mma bos coNruros u num NXSYÓRKCU ni m mn utznmnt *ã ssa ANALISAIMOS x nslêudís as manos rssauvos. Lnsnms e LIVIESA nUEEMme ALXANBU-SÉ uma m A nmxospaznns msvmmos m : :Evan/ cw rnANcEsA rmnAnAM NA mam( u¡ sax/ Anon um Lun ma LxuEkoAuE : amam como a usvam nos auzws mws mas nsmxs Essa MESMA POPULAÇÃO Nssn 55 ¡umma A ¡Nnxsems z numas : ou E5555 mms uaraunxos s se ALISUIIAM MAKICAMENYÉ »a Exrncno unrxcwo¡ ou( : Quantum os »anwsusses em som Rumo
  6. 6. m wrzmzn : ssa vamos . a com¡ Nao : custou EM Isbn A mam um onvuauzsA so¡ olnxsAoA A sm: as PoarueAL »ou saum u¡ Nuas mas DEFQXS co» o r m suzm, Hauvs uu ! nuno EM uma oEvau/ ENM mu os nAxANas. A Aaazruu bas »ouros m mas. E _ESTENDXDA AYÉ m4 Em 5 maNos A6 num, _nus mama A Isso, Ecmbxu um nsvowcm em f r- msvosm/ EL os LXBEIIAIS »numa/ sais à RYUSAL QUE SE CONCENTRDU NA CIDADE no mara E UMA QUERIAM sê asian¡ m n/ TELA A5 Pnnmmrs nszvmumzczs «x75 ¡Evouasas a mTÂNxcA s 55 muusmAuzAn c, ,gm mm ngnmxuAnsALs A , K . , com/ JA vxzmm ; Newman ~ : Ecumnwnuo no msn ¡ A, usmbo a nun. mu um ACONYA A manu REAL »meu o rxwo mm mas x como »amem msm¡ No msn s ne vmn A voawm (Nczmvnau _ um Anncuuclc m. A nscommuçaa w Nosso ms A meu em mzcun »sus pnavmms qu¡ v-mum um ; mms ; om-mesure uz numas ronvusussss camfcmoo ! eu amu m. um VÍHÂAMUS DE ESQUECER < / osvonrosuvnzsivoLnnA m um «nom as mnvueu , :Jumbo AmuNs nzvurmcs L em Penn/ bu. venzsnenAM ¡sso voumm A amu z EOMÉÇAIHAM A SURSIR A5 x brvínsswus s A EsmnEMcAMENrE x wslswg / ovnmsxnoararux 5mm» matam: DA rnovtNcu PEDRO SumAnAES PELO DE . .Em CAUSANPU sunvnEsA E Mamma No POVO o »ameno LoNnIm Mxunn Movluc vo¡ E555 tomavam/ EL um ozonnsu w FEvFnEmo ne m¡ ENvawENno saLbAoos s oncms mnmsussss em um LEvANYEpcaknxDo Na sem os sw »me
  7. 7. A CNES/ ADA Do mnmaom um m: caNnmNrE m¡ ssmo mmsmo mos »no veem g asvmn Aos ulAuas calou emos : :msmo um Ms « ~ Amocmmss aus Mamma sEu mma bz savEnNoJNv/ Aoxn o A caNvENro m u» e ASSASSKNAR A FREIRA JOANA ANsEnLA, com mew-mos os QuE su EscoNon m wasnoazs os sEu savsnm / NO nscduava, onnns s _bssArsms no aovsnm : unmum sE A cusss uouwww como sENNonEs n: ensinar: : E Dam: n: EscIzAvas. ronmAwo um snow¡ : GNHNGENYE DE GPOSXTOHES Ao savsma NAscu o EXEIEIYO ntnnunon, qu: ENFIENYAIXA e EXPulsAAXA ? mas Doamcussu, vannANw Nossa ms VERDADEIIIAMENTE a manos: INEYAUIADO em SALVADOR rzz com aus vÁulos omms »As Foms Akmms nuAsxLmA E PESSOAS qu: s: mwmm A0 nxsAoEno s: nsrususszm ms vms no nzconuva nuno anmss com) acusam MAnAsDJXvE_ 51a rnmasco ao : oNnE s 5mm nuno PASSAAAM A 55k o : :mexa uma ovosrclo xNDsIENuEmE A. . 1 J< 'm NASFDIIÇAS xmmgáàzz^amu bo um na JANEmo, A LESXÃD os cAcAbonEs a ncouvonnosenzru ? Ennouaawr JGAQUXM DE LIMA E SEJ/ A / um mama um: A rcLoNrzAçio no ms MESTZCU, hswmna os mês e 'fãâfáêf _ A NEuA E A xNbmENA › RELINXU YAMBÉM AS no exsnnro” ¡Ãannwn ea .
  8. 8. m¡ ¡Ecnunw um um lo n¡ mimos mms' AL M msso, vnaMErEu-sí ; manu A Esauvos qu¡ nknnussw m auem A ? Am-tando NEGRA m¡ sxeNx xcAnvA. mismo «Av/ subs nssrs um : me A5 mrzã E5” »assina ro¡ um Iwoslcw Im ; manu »Emo Lunar. nísboNsÁvzL mano »eu caNvocAçlo nos escamas. mm no nsuNTí um mu mu¡ PHOPIIIEYÁDIDS u¡ : scams r YAMnEMroRAM hscnunuos. mma m : um uma u segue xvx m 155o suA rmonvmaao »a Exsnam m¡ ms mma» m; ;naum s( roaNANno ; meu na ¡Nuevemzéncu n» amu - nssnus QuE »mam : scams m em. m msn ; amu «sua : ou / ;numemo xmovmoo, a ExÉkmo PACIHLABDI EDA MELHOR DIFÍCIL : :e sen Auuw Ausvíru A : Kame os SALVADOR nuuANTE o comum A : mm num mou srmm E omss seu , ALIMEN cio, z / ESWAYEGICAMENYÉ E555 EXÉRLIYO se ESFALHW V510 nzcôvunvo BAIANO EM CKDADES com: _ amorim nus Poa exame, rm em mm s LJ' »mm A sm/ Açla oa zxéncn ranma/ Es ERAM NAS EMDAIUÇÕES DO 1'** nm ? Ama/ Açu »novsmmrss Ms nbAnEs : nuns Lin/ Mis : um A Aumenmxo qu: 25 D¡ , uma o¡ m¡ unem mu A vm No INYUIYO oe [NUMXDAII A uma. nos vEnEAoonts u: :Acnoenu s: aEuNw s rnoeLAMov nom mma¡ assim( É ? Enrévuc hEFENson E Fnovíwn na mm num: na xNsuLw o nrsAosna OhDENOU qu¡ um uwousxm 7 sunxssí o na e »amasse
  9. 9. EssA vrróan ENCHEU A Menu m; maus msurmas, msmo sunsn, ASSIM blvzhsos : mamar: ms : mms no RECÓNCAVO CACHDEIEA mx amu a seus no sovsmo nenem s Macau roms A5 nus m usam? -- as CACHOHRANOS Nic se mrmtmnm E coNnNuAnAM A FESTEJAR, somnua rasos n¡ rssnm as vonmausszs AZHARAM QUE Aqua: : roses : um wmnnmoe nevnmuu mM : mas mmou-s: ALI a PEIMEDIO comum muco NA name. qu¡ bunou mês nus EM UMA só FORCA mu UM só IDEAL . nm . A nmExlA AÇÃO essa/ A: roms uNmcAnAs sax nom/ En raw o uzssa os SALVADOR . o ¡Nmzron DEIXANDO A ; mm “naum-nu z »sms tem sm. »m o Mn, Anwoz rwmumm um o AbnAvAMENm m ms: os : Anonimos vimikm z AnxsxmunAM os ¡Nresamrss ms ; mas z who o AnMAMENYo nas ronmsussss m¡ omrmma AnsEN/ «L ! Engo oc zxéncxra »arranca z sean u¡ um zwmnmxa m. os manos qu¡ vxnum E nom LEMBRAR nv: EM MATÉDIXA ne ARMAMENTO au IRUYAL A nzrsnzuc¡ : uma pouvususszs e nnAsnzxnos, qu: uIsrUNNAM APfNAâ as . mms ¡Mmavisnns z uu »pure os QUINQUDMAIIAS A amou E». zAmaExnA z a : na os snvwm rn sm 5mm soam seus: nunes m¡ »unem as meu: z seu WwULENYo savznNo m : mu uma ocuommu os »meses que ANVECEMIAM a msooxo n¡ ' cacuoexn¡
  10. 10. sxsmo su 2¡ s; rzvznsna n: ma: A cms: as asp/ mon AM5NNECEU sms». wa mam vmwsussw a [cart s: sm ? Eb-xo Po¡ ocww z EM 5 DE MA_ a DE _ EM um¡ hq »Esuo ma _ s »omisso Mês. ;mma mem: cvuxMAnAEs rox Passo e emma mu c vma: mms n num mesmo mms Ponmouzys LISBOA NOCOMANDO DA AÇÃO ESYAVA O ¡RIQADEXRU , m" J* m”, Sm/ "NHW" AD DIYABQ¡ A Douro bi EM 14 b( EOMIATERAM NA DMA DE MADEIRA DE MELO h* °“°VÍ““^ D* “WF 'MDÉLU Junto A : AMAM DE SANYO AMAM IYAPAnIzA, senso »entaum Eucannrsvwwncu nícotwzcsnwmsa Aurmmms ne nenaumsrsu QuE msm. ” susMsnmcA bonpgbgagNxo¡ , o “m”, Aunxtmní os bon »emana “mais no u( mma s 5m A à. tours marvel/ En 3mm. _ _ / . l I D u / Juwonixnzzmonus M “ r* Ianwauísss rENnnAM mma s z ~ A um n¡ (nunka e mam_ : carmem: x nsveums m¡ »musmmocsn EM 15 os msm nnunm »ax/ mms cam xuunm z mam nenhumas bessA vez »ou tam¡ ç »ou Mn ms maus «Num/ ss n: vamu¡ ss' numas A 155o ozonoNEL smnuc w sxsnmo uns-naum. Oqvsw . :msm ms : cubas »amam usAçia s: :: uma com o ünuo s nsxxov A cms; sin ALMENms . seu M of N10 cwunm a» o Ausrsauiuro que vmm oo um Nisa/ Açu mas. . um vam so sem. :
  11. 11. Msvésriuns °”'“^“. ““*“ Mímmxwm* › em “gama” [ f n: 1mm» m; na msn Mmsnu DE Mao f mm sucesswmsNTe Q ) amuznmxncmszm l z rowmuuuwrenmnmzsus r' conswusmoumvun »ganham r mn pm mozuzuneucux no : msm m amu Eunzwxnu ' r A mm» no n. oumm REcEaEu msm* “Em” '°*-“'“°5 s »uma Mouse m amu worms m cuEwRA vsswusz os ~ »cum z s¡ msvou NG : xenclro M” m' “m9” PACIFWCADOF cownrsuno amvmENrE a Acuou n: Fomu sxmss mts cano rom wímu / sem: nznnonw , r/ , t: / r c x . › › › Í « ” 4 R t ' . - > 2. v . . . b' ' L ' í / ' ~ /3 7 ns sevsmna muwim: os ¡umuums v . ..mal A . n¡ . Ã . ' 4 _mg D. , “um DE . una, 5M 7 xwgsAkAu os mnmusses A ram V** m mai¡ um r â/ m mu¡ . m. ? amo D¡ o m, mm m uma. os Muxus ms numas gave nom/ au o mma m wenn rox . m »snow-u No mu; »ssmmsnonuu _ ANrEn¡oIEsENcoNnAvA. sê ummueu urscoanANaA &Nmsosunsnnxsvonmsuzses Eosunsnus TR 5 SEMANAS APOS O ERIYO DO IPIRANGA @WA EDMANDANBD DEZENAS DE HOMENS ! ANOS 50006 COMO SE BAIXA o COMERLXO E A EEONOMXA DEPGXS r[NA¡_y§Nv5¡5rno9¡5poqm; pç5¡5 Muwsnss Nssuossmntssms quê v x mnsvowçio oconnnn smonum_ cqNQwsrAnAM uu uma: ns rem móxmc amam. 42 suuacaçozs o mu¡ n: ¡ / T / 7 w '- A um nas ncuxmnm »sms : Am/ mou wswzw M m: xwnm rox : num ; um mm
  12. 12. / seu »namo : ~ m7 so¡ rsmzns Qu: msn cursíssê asma sALvAboa sAsss mas ns nn »sssms nsmnm A anne a mxoszu numas s mam: eu¡ PAãsAllAln A rsmmun rms ; uns su vam m , »unem os new nesmu¡ A J| NYA romana voa »su-ms s caMEnaANv-ss wsznms qu¡ o »amu s PASSA A noventa¡ com M05 os ssa-o 502mm : ou A moMEss/ a os QUE «souza mA matam: A5 Focus : nazis o comum se EsMLHou Pon Yom s : mms su LUGAIIES zona o um nos AFLITOS, NO CAMPO swat s m msm» na swim ssss svxsónxa s A nsssxa mu» ns usam 41mm AS coubrcõss mu o nmnsnc MELO msm¡ AO Pausa em SALVADOR www. w¡ cum ns rsnm EM »ma ns ma. Avós ; ms ns uu ma as mnrm mANscENhEma ¡Nausxvs A mnsusno um no nAsxL A : mms se SALVAhOII suconmw ss : saum »ou maus IIAsILEnAs s AS FORÇAs LUSIYANAS serum com A um os musnms o rw unem pnoxwo Vwss. HAIAALLnn r ou mn »esmas eu nz: - usvs rs: : sxnc um MmÊrzn/ lo um A
  13. 13. 0 SHEEN. PEDRO LnAmTEnA um u; mn , no Exhnro sn mas: o um »mms ms ms um rouca nssss 52mm. mxs »as mscs aus ELE v: um um. FUNDAMENY L m Susan »su mnsrsun no msn. Mc YEVE? EXPER¡ Ncu Mmn EM cvusnius m msm s ESPANHGU s Folcowmnano * »ou nau Penna mu zusrun AS ums coNmA a acuuçlo roamwesn NA um -. msn: nssn m : zm/ Aria oEsFAvonAvsL mu o mm nao PoawàuEscaMEcAM A sxzsmz nussa m. : su maus : unânimes »a senna nomNFLIYo Esnv oasnswvsnao uam/ r mm» V mMANnANrs Ms : mas 'a s N as FoIJzEsmNsÁvEI. »su oauNrzAnn s »em mzxNAMfNvc no Exsnmo lnAsxLnno No uonnssrs. mANsFonMANno musas : :tunas nxsssnsas su um sauna DISCIFLXNADO o Exshcxm »uz-manos aumno sm¡ no na ns JANnno LEVOU nuzsmas saLnAnos memos Lustres no xwstunoa, cmco MIL sms s ft, nzcmrrw »ms «mms EM . vsmamluco, mutu s SEDHPE , mu LUUREIA m : mn sax o camas omnusms, Esmnssxsn s »xampu #água x mma na vxmnu m susnnA m mnsvsN um ~ m um
  14. 14. r f¡ 4mm Anhnywa Edmar um; A sm¡ - IIBLIDYECA vu íssA ms: rsmmu com A »uma w ; msm Lanna' mu a seu Lunnuo cnwwoo no sxzmro, rox Ewossmo a Conama JOSÉ JOAQUXM DE um E sxm qu¡ roMANDm¡ A vnoau aos insumos m : uma mm EM sauna¡ TEVE maus nrvsnsêrwcns com sEvs cama ancms numas, D015 MUITOS (ngm SCRAVOLRATAS e LABAWY m» s »zu , w m, 3 DE , um b¡ m3*4 om : :UE as síuuovzss o: ENEENHD mansa¡ _um D¡ 5m a ; menu Ewmou EM SALVADDE »Em Esc-uvas w comwsnem m . ãâ'fãiêífáffê^aâã^âísâí3ãfs so¡ N^ WW" o comuna Dn : Damn russian) AnENmM/ AM A : mms Lnnm Mmwu name¡ a cowNEl s a : wma : msmo m¡ í5°^°° 55s emma neo-mm: ;s nous mau NOVE IAYALNÕES - senna um ! cam voa Caran/ LOS s auruo Pon »zum LWDES zNv-¡rvuw common »os unznros mvínnxs meu unem mu: manu 29mm, um Anumn¡ s aum mamy¡ R m a os : uma n: Im "Í um Nova Amam/ E m5 maus nnAszLmAs , Assu cuMANnAnAsvELo 5mm um z snvA, AuENtaou _ »ou wcus, sznuw monza yzmswo: #nun ne o no 51o Pinho m¡ um bos um-mcs cwnomas. »ou o me : E vxu . 55mm¡ Po¡ A NEsanAc/ Io 4M a; IENDKÇÃO o: Mmenu uz ma p¡ »nuno . me X550 5mm s» : Em um EsQuApiA mu caManEn mvms ronruwzss Nissa @uma Ema( ; sampa . nnsnsrnAemkwsvssA omusn. meu A m» g me DE mw r - e» me A msE uma¡ »A5 II VM roms wasusxkas 25
  15. 15. é XMIORYANYÉ mzEn qu: A ! uma u¡ Yom: A5_ anALHAs e 555mm: um A mam na ExERElTa narram: NEssA sumiu amam¡ meses ANVES, EM a o: NovEMnna ne ¡azz EM mu¡ no : uMANoo EsnvA a : Ewan umruv seus A nAnwA, ms uns sANenENYAS, x Exxsrsm : :Limas vsusqss. lNClUáXVE a os que a ÉXÉRCTTG Pokmwís mou tuna Mu uma¡ s sdvsnnêu Pouown ni w , r/Ànzymmo / coMoAvANçonAsjnovAs nAsxLnnAs e A5 mms bímons §oPn1uA5 nxmnuuagnrã . os mu. manu »e um m v Aninmnva gcousu , NESOCIAI¡ . ~ nsumuowexznnvc von 5mm. .. m «Amuswa os x 2 os : uma oe m3 cinemas , vo¡ rem mo Exêncnounnunon s m¡ . ..a »eu EsQuAbnA »a mao amam( . s nous »e mem à os me nitxm A um DE rabos os smws : amu . mu). que m( : onNErEmo m mv: : b( «um zu naum uma mvu smo cowwonbo nxw um Awmn e com um AsfollçAs »clwm/ Esasnscxumm Muuau numas 4 »um n( nun m¡ vnmonmu m. A coNwuoAc/ lo m mam num Divino A m unmr Fxwu : ou A m. mama; aus “Num A ¡usau m5 mmsvou Mises bswh www os »mn/ nussa 15 nz vxumm no ! Msn AAIAYVYNÃO ms : cmmnva . s mms amuzms uMxLuANY( »no NÃO ASSINA A amam m MANHÃ u¡ 2 se : uma mam nAsnExnAs isuaouAnAs w »mn n: : uma s rem: um A Nov-tm m ? um no Ex nano win¡ 5 mms omsu mana¡ ou sE ronNAvA x vsnbAusmAmínrstmbívínb * u: PcnmsA/ LZ
  16. 16. mxs u¡ v». ma, :um AO Fm A menu a sALba msn-tva Fox ; uma s ummns ~ YEnnonxAL : assuma msn Lsmwn mu: seu A Mun a Novo mts mocuuma »ou com mma FERDERXA 4m M5 mu: :ms _ Pnavmcus as sEv - ~. rsnnnoazo e aus sem/ mn as use mu A_ nzmamzma no msn ms m' Dumas SALDOS Posmvas qu: m. sum. npuxí_ w ums ro: A vnánu os uMexEAnYo vEknAnExn/ «MENVE nAsuEmo : UM A »uma MAacA ms mês sumos QUE FORIMM a POVO IRAHLEIDO o ! uma a mao e a numca, :ou ? cure bEsnquE mu A nzEsENÇA ms Mumíkss um wenn qu¡ : s: víssaAs SIMPLES EsmEvEnEM síus wMEs como usnóxs s Nsnolms NA Mardan na InAsn. NOMES ¡MOIIYALIZADOS m MoNvMENms muszm amam »oww mma e ¡susnsma *a m¡ xsso A um s: ansuuu ums as sin a zsnw qu¡ TEM como stMwLo os sw ncEvENbÉwJA A ÍNDXA ZAYMLINA IARAEÀIAÇU E o ! Nom unwwuzu_ taN uma com ürw# JALA n! ” 151m5 . [4753 í* rsms mau Qunínu qu! oszxou o coNroaw DA as» m nzsum nos síus ms mu s¡ vzsv-m ne somos «a Nants me "* , oesmwu¡ n: m. um Muwzk : Nukem , como sm o os su / movem um s m: um Muwsn m . um. seu» como »snow n. wxsvónn m . um : new: ns numas sem wls caubEeonAm ! zm ; mama mm Kuna z s wNsxbEnAnA Mali siulow n. nasua rmmm m: FMM: uma» nnsnzms
  17. 17. z Pnavmna E_s5A vazmnam voncm »um PARA ACOLHEE A mms , YAMRÉM m sua» m mweNncNa ssmncma, a : enem m remo LAIATUY ssazsvsu seu mu¡ m »usrónu : anna 55mm m¡ roauou s commou o EXÉR MASEEXRO mesmo¡ mvsz seu nas; amam qu! EsrÁ a mz na : mama que a numa TEM n: s¡ s n: sw ursroau meu¡ se Mw¡ : ousou o uusn Fox Aqux têm que a naun. :saem: sw vERuAoeInA . meu ns INDEVENDÉNCIA . Wu w CEE» ! j . .v 1 1 : a Hinos que representam a Independência do Brasil uma. ¡ndrycndéndn a. m». uma. ¡nnkpudéndn a» Brun *lvan sol a 2 d: mlh» h podas. . d¡ Patria Alhos. 5mm mm qu: uu ynmnm ': r (nnlcmz a rnàc germl: r. »mal que nene-lu u (amu . :amam lcn m¡ k bruúnm No han/ uma do Brun¡ 5u, ,_, __m, d,w_, _m Bnv¡ gem( bnnlvvra! “m, MMM_ Lungrx: .Iemnrwrul (Tom nuno: .m . ..mnmun 0" “W ° P4"" 'W , ,_“¡, _,_“ _Úmw Ou morrtr pa. . num o; gnlhñz; qu: m. . r. .r¡. .›. . m Durhdm asmm ardwY Houve mAu mms pudcnvín Znmbou . mn n Braul «m oh' RerdafJmplnu m Cmbum e ? um Nava rm m. ” Inn n», (uma) m» na: Rnvm grnlc br-nxlcnra' unu mma dexyomnvxv longe m lcnmr »cn . r kcgrn naum . Mixx Ou (um: . yum. : m x( um¡ nur-m Nu numhumn: “II 'UMM PM" HFMI¡ l| ra«wltlnn« . www xa. . mm» uupu» hllangr». Que . .m mam u. . hum¡ «, -.. ..- un saum mm (nun p ru. m : xmmm “N” "Mm _ _Rh___'___m _m ». .un. ..run. ..uu¡ . ..x hhlvyüidühnluwu wmv ¡kmm gnu¡- Irmulcua' Lunpchl lrmnrscnü ou [na . . ¡uum um u. . mnrnr mu» num n n, ,.. ¡n. ..u. -.n. , LI . mu gm» . ..um Huumxnwrnll( . h1. ¡h ¡lcsyluulnc . . . n. Nmnd A Mun¡ gcnlr hnnnlrlu' Immrn¡ I<7l1(›Yx| '1II ' x (Wu . Mx. m [wh- . .,. ... . IM? . MY a2,
  18. 18. sobra o Auto" . - a ano¡ 198!) cartunista WWW Mlurtclo Putin¡ . nm. sua auge: : nuOÀI-igãgàimgxgjgjmfãjv lmwhnu em ma. , um, o jomalin¡ e ucrimr. nulo¡ os tra a os E m E Em ma¡ Euumm a Dmmm 5mm a. ; m"" P°°”"[; ° P? ? ducànan: : : âiãañçâuaãg: o cargo de secrelarto adjunto da. Sacmetana “M” M9' m" m" › d Slo Paulo uniu lua¡ mm mesmas ohms enmn ram-s Municipai no iguaicaae Raaai an creme a . m meu/ ns. Saturn¡ o. asma a. Cultura 2m - Noam: um. uma hlltóñl -Anue-ndn - : uu - Lana-ua. ui¡- mu. Edi-WB Em** d. M. ui. ¡quam-e- instituiu Cultural Bala-Kem, sem¡ : n41 - ; o mw¡ ~ acionou, em quadnrihos. Escola oioaum. :ow . Flo-mit¡ do¡ um¡ -A nn¡ do¡ mucuImInM iu cima: dm marina-im logrou, Em quodrinriva, Em. Olodum: mn - nuvem. a. caiam-A lwe adnnwoa, imoiviu Oñciai do Errado a. sao Paulo 2m . Ravnluçlo Conllituolonlllou a 1m, :m au ¡Pnknaius _ mamar. , Mimiem eu com». r ruwnwv NM' zomqngro: inn-amami¡- Aun- Mmutano de _ Ilgrpçln um. n¡ ciam a. sua Pluln m¡ - cium- rincurm¡ mami¡ a vid: 4- mm. .., .Fundlçln Cuttural Palmnns, m7 -Mn meu Anomlo Fnieiionnn › Ednnra Noovha America. : cor aum. immii amam. 2- mioaa. Ediiv- E** zuar mui¡ Infantil numa. i- eaivlo- EdIW" EW** : mn . aum. : lnllmil m. t' «um 54""" Em* um no amii. Eloela Oiodum : um - ¡mm- ma lilzlol - um. ici-mi. eo ien- l um a¡ Cullum . Fundação Cuiturai Palmares zum - o louro no Rio uma. an lui, Mm - ; aos . won Allmiltlvn¡ . o . low. Premium a¡ : :meu na sua Paura do a¡ 31o iuuio. Proiailura ua cima de sao Paulo znne - Irati-Mundo n Dlvunldado n¡ old¡ zoa: › Ruim. sui-i Do um uni-Mun z, Editor¡ Escala, F b M w lggnptm, sumari- aa Cultura do Estado a¡ s ¡WSJMNVMÇUWIILAKIIVIIYQDIOMIIVIÓOM m¡ 5h Fnula Tom do rod¡ Guru Editor¡ Nnovti¡ América . iaianc da cuiiura ~ Fundação Cuituvai Fnimlro¡ ; um . agua Aiiilnltlvn. Em o e Comlnho, Min znnz Ilollncin Minoria, ooerauvaphiü 54m** : ou: . Mou Brnll ara-irma, Escrava Emi m¡ _ . mm, eu! ? D¡ June ntnhumw, :arma mai: ; grs , Bibliografia ALBUQUERQUE, Wlamyra Ribeiro de. Algazarra nas ruas: comemorações da independência na Bahia (1369-1923). Campinas: Editora da UNICAMP. 1999. ALMEIDA, Norma Siiveira Castro de; TANAJURA, A. Rodrigues Lima. José António da Silva Castro - o Periquitao. Salvador: EGBA. 2004. AMARAL, Braz do. História da Independência da Bahia. Salvador: Livraria Pro- gresso Ed. , 1957. ANDRÉ. KOEHNE. Guina/ agosto 2009). "Dois dejuiho em Caetité' D sertão e a independência da Bahia'. Revista Integração XVI (101 ): 5-10. Guanambi' Grática Papel Bom AMARAL. Braz do. Ação da Bahia' obra da independência nacional. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado. 1923. . A Província da Bahia nas lutas da Independencia. Belo Horizonte: Im› prensa Oñcial do Estado. 1922 História da Independencia na Bahia Preieiiure do Municipio do salvador. Bahia, 1957. ARAÚJO, Ubiratan Castro de. A Guerra da Bahia. CEAC/ UFBA. Salvador, 2001. BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz O laudo. A Casa de Torre de García d'Ávíia. da conquisLa dos sertões à independencia do Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. CALMON. Jorge. Revista da Bahia, v.32, N” 36. Egba, 2002. in: Jornal Inde- pendencia no Brasil na Bahia: Coletânea de Textos FERRAZ. Brenno_ Aguerra da independencia na Bahia: 1823 - 2 de julho ~1923,[S. l.: s.n], 1923. CRUZ, Gutemberg. Gente da Bahia, Salvador: Editora F&A, 1997. DIAS TAVARES. Luis Henrique. História da Bahia. 1D Ed. São Paulo: UNESP¡ Salvador: EDUFBa_ 2001. GARCIA, Manoel Correia. Historia da independencia da Bahia. Salvador: Type- graptiia e Encadernação Empreza Editora, 1900. KRAAY. Hsndrik, Deiinindo nação e Estado: rituais clvicos na Bahia pós - Inde- pendencia (1823-1850). Revista Topoi. Rio de Janeiro, v. 3. pras-so. set. 2001. KRAAV. Hendrik. O abrigo de tarda: o exército brasileiro e os escravos tugioos, 1800 - 1888. Revista AÍro~Asia. n. 17: 2956, 1996. É. Entre o Brasil e a Bahia: as comemorações do Dois de Julho em Salva- dor, século XIX. Revista Afro-Ásia, n 23, 9-44, 1999. MARTINEZ, Socorro Targino. 2 de Julho: a testa é história. Salvador: Selo Edi- torial da Fundação Gregório de Manos. 2000. MENDES, Bartolomeu de Jesus. A Festa do Dois de Julho em Caetité - do cívi- co ao popular. Caetité: Gráiica Casilo. 2002. ; as o
  19. 19. " 'CJRGADQ Sérglu Rubem) Dentlno, Revista da Bahia. V.32, N° 36. Egba. 302. In: Jomal Independência no Brasil na Bahia: Coletânea de Textos. =ALHA, Américo. Soldados e Marinheiros do Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca : a ExércitovEditora. 1962. p. 41-51. QUERINO. Manuel, A Bahia de Outrora. Salvador: Livraria Progresso, 1546. QEIS. João José; SILVA, Eduardo. Negociação e wanna: resistencia nagn¡ no Brasil escravisia. São Paulo: Companhia das Letras. 1989. ÉIBEIRO, João. História do Brasil (João Ribeiro). [S. |.]: Livraria Cruz Coutinho, Rio de Janeiro, 1901, 2' 911.360 p. SANTOS, Jooélio Telles dos. 0 Caboclo nos candomblés da Bahia. Salvador: Sarah Letras, 1995. SANTOS. Joel Rufino dos. O dia em que o povo ganhou. Rio de Janeiro: Civili- zação Brasileira. 1979. SILVA, Arlenioe Almeida da. Ae guerras de independência, São Paulo: Ática. ^ 995. SILVA, Joaquim Nerberio de Souza. Brasileiras Célebres (ed. leo-similar). Siaslila: Senado Federal. 1997. SILVA, José Calasane Brandão de. 0 Folclore da Independencia. In: Diveraoa autores. Aspectos do 2 de Julho. [S. l.]: Secretaria estadual de educação e cultura, 1973. pág. sem numeração p. SOUZA, Antonio Loureiro de. Baianos Ilustres [1554-19251. Editora Benediiina. Edição do Gwemo do Eetad SOUZA, Bemerdino José de. Joana Angélica: e arímelra herolna de independencia do Brasil. Salvador: imprensa Ofiicial do Esiado, 1922. o da Bahia. 1973. TAVARES, Consianiino doAmarai. On tempos da independencia: drama históri- oo, IHGB. Salvador, 2000. TAVARES. Luis Henrique Dias. A Independencia do Brasil na Bahia. saivador, EDUFBA. 2005, _ Hlsiórle da Bahia. Saivedor, EDUFBA. 2001. TEIXEIRA. Francisco M. P. . Brasil. História e Sociedade. São Paulo: Ática. 2000. VERGER, Pierre. Notícias da Bahia (1850). Salvador: Corrupio, 1988, p. 110. viANNA. Antonio. Casos e Coisas da Bahia. Saivador. Museu do Estado, 1950, p. 12. SÉ

×