Edgar allan poe

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Edgar allan poe

  1. 1. Berenice
  2. 2.  Edgar Allan Poe nasceu em Boston, 19 de Janeiro  de 1809.Filho de atores, muito cedo viu  desaparecer os pais, vitimados pela tuberculose.  Edgar e seus irmãos foram recolhidos por pessoas  de família, tendo ele sido adotado por um tio rico,  com quem conheceu um verdadeiro lar.   No entanto, os anos de miséria e a morte dos pais  desenvolveram no jovem um espírito mórbido,  que a sua natureza enfermiça mais propiciou.
  3. 3.  Em 1827 abandona a casa dos pais  adotivos, vivendo por uns tempos um  período de instabilidade emocional.  Matricula-se na Academia Militar de  West Point, mas depressa se manifesta  avesso à disciplina militar e é expulso.   Publica ainda em 1827 o seu primeiro  livro de poesia
  4. 4.  Casa com sua prima Virgínia, uma noiva-criança,  com 13 anos apenas, junto de quem parece  readquirir um pouco de confiança em si.   Trabalha em vários jornais de Nova Iorque e  Filadélfia.  O ano de 1840 foi de grande atividade literária:  escreveu Os crimes da Rua Morgue, criando a figura  do detetive Dupin, predecessor de Sherlock Holmes.
  5. 5.  Em 1847 morre sua mulher e Poe  mergulha num estado de  desespero que o leva a procurar  novas mulheres e a passar a maior  parte do seu tempo embriagado.  Em outubro de 1849, numa  taberna, é encontrado em  profundo estado de embriaguez.  Levado ao hospital, ali morre três  dias depois.
  6. 6.  Um jovem chamado Egeu, que é o narrador personagem, inicia o conto falando sobre sua própria personalidade e sua relação com o solar em que viveu. Naquele solar ele nasceu e sua mãe havia morrido. Vivia junto dele no solar paterno, a prima Berenice.
  7. 7.  Enquanto ele, com suas preocupações minuciosas, era tido como um jovem doente e problemático, a prima irradiava vida e alegria.
  8. 8. Em um determinado período da sua vida, a situação mudou. Berenice sem explicação, ficou muito doente e perdeu a alegria de viver, sua morte era dada como certa.
  9. 9. Sabendo que a prima sentia algo por ele e lembrando-se do seu amor por Berenice nos dias radiantes, o jovem resolveu pedi-la em casamento, já que via a morte se aproximar cada vez mais da menina.
  10. 10.  Um dia, enquanto Egeu estava no escritório da casa, Berenice surgiu na entrada e parou na porta. Ela estava com a aparência descarnada, pálida, ferida, mais parecida com um vulto que com um ser humano. Foram minutos de contemplação nos quais Egeu notou algo de singular na face de Berenice: seus dentes, mostrados num sorriso que contrastava com o resto do seu corpo.
  11. 11.  Enquanto a pele era pálida, cheia de doenças, os dentes eram brancos, limpos, brilhantes, pareciam marfim.
  12. 12.  Depois deste episódio, começou a brotar dentro do peito do rapaz, uma obsessão pelos dentes de Berenice e todo o seu tempo era gasto em pensar e lembrar deles. Era uma volta a vida radiosa transmitida por Berenice nos dias saudáveis.
  13. 13.  Chegou o dia fatal, no qual Berenice partiu. Enquanto as pessoas da casa preparavam o enterro, Egeu foi ver o corpo da prima. Ao ver o rosto, ele ficou consternado, pois, lhe pareceu vê- la sorrir, assim como pareceu que ela havia mexido um dedo da mão. Assustado, ele saiu correndo do quarto e acabou dormindo.
  14. 14.  Quando acordou, já era meia-noite, e ele não se lembrava bem o que havia acontecido antes de pegar no sono. Lembrava-se apenas de que a esta hora, a prima já estava sepultada. Ele notou uma caixa em cima da mesa, e não se lembrou de te-la colocado ali. Foi então, que ouviu barulho na casa. Eram os familiares que gritavam. Um empregado entrou no escritório, onde ele havia adormecido, e disse-lhe que o tumulo de Berenice fora violado e o corpo, que ainda vivia, havia sido desfigurado.
  15. 15.  Notou então, as manchas de sangue na roupa de Egeu e suas mãos feridas com unhas humanas. O jovem perplexo entrou em desespero maior quando viu uma pá no escritório. Olhou para a caixa na mesa, mas, não conseguiu abrir, acabou por derrubá-la. Neste momento, caíram de dentro da caixa, os brancos e brilhantes dentes de Berenice, que tanto o haviam fascinado.
  16. 16.  “Como é que, da beleza, derivei eu um exemplo de feiúra? Da aliança da paz, um símile de tristeza? Mas é que, assim como na ética o mal é uma consequência do bem, igualmente, na realidade, da alegria nasce a tristeza. Ou a lembrança da felicidade passada é a angústia de hoje, ou as agonias que existem agora têm sua origem nos êxtases que podiam ter existido”
  17. 17.  Fato – Uma história de amor bizarra e ao mesmo tempo macabra. (O quê?)  Tempo – Foi publicado originalmente em 1835. Os leitores da época escandalizaram- se pela violência do conto e reclamaram ao editor da Messenger. Embora Poe tenha publicado posteriormente uma versão autocensurada da história, ele acreditava que ele deveria ser julgado apenas pela quantidade de cópias vendidas. (Quando?)  Lugar – A casa em que os dois nasceram e cresceram. (Onde?)  Personagens – Egeu e Berenice. quem participou ou observou o ocorrido (Com quem?)  Causa – Morte de sua amada Berenice(Por quê?)  Modo - Inesperadamente, na vida adulta, Berenice descobre uma doença (Como?)  Conseqüências - O encanto pelos dentes de sua amada morta. (Geralmente provoca determinado desfecho)

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