Pe. José Bento
Jmbento.soares@gmail.com
IDEP – Bragança 2013

Pe. José Bento

1
Klaus Demmer, Introduccion a la Teologia Moral, Navarra 1994.
Casiano Floristán, Teologia Práctica, Salamanca 2002.
Isabel...
Data

Tema

Apresentação

2 de Março

Apresentação

Pe. José Bento

16 de Março

A Teologia Moral: fisionomia e exigência
...
• Indicadores:
 Presença nas aulas
 Participação construtiva e valorativa
 Reflexão semanal sobre o tema a tratar na au...
• TM – ciência que se alicerça na fé e se cultiva no âmbito da
vinculação com a Igreja.
• TM – dialogo permanente com a fi...
• Uma cultura que não procura fontes de sentido e
orientação última, mas que se fecha pragmaticamente

no que é verificáve...
• Tem a missão de manter viva e eloquente a memória de Deus, o
pensamento de Deus, a santidade de Deus e o amor de Deus
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• O teólogo cristão não fala directamente de Deus desde as suas
próprias convicções ou desejos mas a partir da revelação q...
• A teologia como saber específico sobre Deus nasce

de duas realidades fundamentais: a capacidade e
abertura do homem ao ...
• Ética (grego ethos) – Filosofia moral. Reflexão sobre os
princípios e os valores que devem nortear os costumes, os
modos...
• Deontologia – Moral profissional. Explicitação de regras e
padrões de conduta referentes a uma actividade profissional
e...
• Os clichés, as frases feitas, a adesão a códigos de expressão e
conduta convencionais, têm a função socialmente reconhec...
• Comentar Rm 12,13

“tomando parte nas necessidades dos santos, buscando

proporcionar a hospitalidade”.

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A fisionomia e exigências
Pe. José Bento

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• A teologia moral católica é filha da sua época.
• Os problemas que afectam o ser humano no presente
implicam um perscrut...
• Todo o ser humano experimental o deve moral.

• O exame do seu ser, pensar, sentir e agir.
• É a bondade da pessoa e tod...
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É uma exigência da totalidade do ser homem.
É a verdade do sentido do homem.
Esta verdade do coração revela-se ...
• Não foi um concílio sobre Teologia moral mas pastoral.
• Documento importante: Declaração Dignitatis Humanae:
• O homem ...
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  1. 1. Pe. José Bento Jmbento.soares@gmail.com IDEP – Bragança 2013 Pe. José Bento 1
  2. 2. Klaus Demmer, Introduccion a la Teologia Moral, Navarra 1994. Casiano Floristán, Teologia Práctica, Salamanca 2002. Isabel Baptista, Dar rosto ao futuro: a educação como compromisso ético, Porto 2005. José Almeida, “Percursos da Teologia Moral”, Didiskalia, vol XLII 2 (2012) 123-143. Catecismo da Igreja Católica, 3ª parte (a vida em Cristo). Olegario González de Cardedal, El Quehacer de la Teología, Salamanca 2008. Kees Waaijman, Espiritualidad: formas, fundamentos y métodos, 2011. Bíblia Sagrada. Pe. José Bento 2
  3. 3. Data Tema Apresentação 2 de Março Apresentação Pe. José Bento 16 de Março A Teologia Moral: fisionomia e exigência Pe. José Bento 23 de Março Retrospectiva histórica: etapas características Pe. José Bento 23 de Março A orientação decisiva: a Teologia da consciência moral Pe. José Bento 6 de Abril A mediação entre a fé e a razão moral Pe. José Bento 13 de Abril A dimensão eclesial da moral cristã Pe. José Bento 20 de Abril A lei moral universal: a base da comunicação universal Pe. José Bento 27 de Abril A comunidade da comunicação moral e a suas normas Pe. José Bento 4 de Maio A decisão moral: um caminho de peregrinação Pe. José Bento 11 de Maio A história da vida como conflito sofrido e reconciliado Pe. José Bento 18 de Maio A verdade moral na abertura ao Espírito de Deus Pe. José Bento 25 de Maio A responsabilidade por uma cultura de direito Pe. José Bento 1 de Junho Avaliação final Pe. José Bento Pe. José Bento 3
  4. 4. • Indicadores:  Presença nas aulas  Participação construtiva e valorativa  Reflexão semanal sobre o tema a tratar na aula e a entregar no início (Preparação do tema da aula)  Ou Apresentação de um tema  Exame oral sobre o tema e a matéria  Ou exame escrito Tema (escolha do aluno) • Apresentação na aula (10m) e depois 5 de discussão • Apresentação de trabalho escrito até 8 páginas Pe. José Bento 4
  5. 5. • TM – ciência que se alicerça na fé e se cultiva no âmbito da vinculação com a Igreja. • TM – dialogo permanente com a filosofia para esclarecimento e expressão (linguagem) dos valores e critérios morais. • TM – Diálogo aberto com o homem e o seu contexto cultural presente. • TM – Reflexão sobre os problemas fundamentais, as perguntas últimas do ser humano, que permite orientar a vida de cada pessoa nas suas dimensões pessoal e comunitária. • TM – Afecta a vida humana nos seus fins e meios. Pe. José Bento 5
  6. 6. • Uma cultura que não procura fontes de sentido e orientação última, mas que se fecha pragmaticamente no que é verificável no imediato converte-se em “insensata”, nutrindo-se de impulsos de violência e desprezo pelo homem que sofre a sua fragilidade. Pe. José Bento 6
  7. 7. • Tem a missão de manter viva e eloquente a memória de Deus, o pensamento de Deus, a santidade de Deus e o amor de Deus manifestado de maneira suprema em Cristo. • Sto Agostinho – A teologia é a razão ou o discurso sobre a divindade. • Sto Tomás – A teologia é a ciência que fala de Deus na medida que é conhecível com a luz da revelação divina. • K. Rahner – A teologia é a escuta expressamente esforçada da própria Revelação de Deus que aconteceu na história e o esforço cientificamente metódico por conhecer essa Revelação e a reflexão sobre o seu desenvolvimento como objecto de conhecimento. • Karl Barth – Define o teólogo – Aquele que pensa- fala- expõe a Deus a partir de Deus, diante de Deus e para glória de Deus. Pe. José Bento 7
  8. 8. • O teólogo cristão não fala directamente de Deus desde as suas próprias convicções ou desejos mas a partir da revelação que Deus faz de Si e como foi recolhida na Tradição. • Na teologia Deus não é tratado como principio cosmológico (deísmo) mas como ser divino (O Santo) e principio soteriológico (Deus na história que é a minha salvação). • A teologia é o pensamento sobre a economia da salvação de Deus. • Não é o homem que primeiro pergunta por Deus, mas é Deus quem pergunta pelo homem. • Deus procura o homem e deixa-se encontrar por ele. Pe. José Bento 8
  9. 9. • A teologia como saber específico sobre Deus nasce de duas realidades fundamentais: a capacidade e abertura do homem ao Absoluto (homo capax Dei) e a encarnação de Deus (Deus capax hominis) que na história se propõe a Si mesmo como fim supremo, bem máximo e desejo último do homem, isto é, a sua salvação. Pe. José Bento 9
  10. 10. • Ética (grego ethos) – Filosofia moral. Reflexão sobre os princípios e os valores que devem nortear os costumes, os modos de ser e de fazer. Sabedoria da acção humana. • Moral (latim mos) – Explicitação e formalização de regras e padrões de conduta, em conformidade com determinados princípios éticos. Ambas palavras remetem para a ideia de costumes, para o modo de ser, de estar e de agir que caracteriza o comportamento dos indivíduos e dos grupos em função do capital axiológico adquirido ao longo da respectiva história de vida. Pe. José Bento 10
  11. 11. • Deontologia – Moral profissional. Explicitação de regras e padrões de conduta referentes a uma actividade profissional específica. É importante que este padrão de conduta seja úm documento público. Pe. José Bento 11
  12. 12. • Os clichés, as frases feitas, a adesão a códigos de expressão e conduta convencionais, têm a função socialmente reconhecida de proteger da realidade e da inquietude provocada pelos acontecimentos e factos da existência. Reduzir a vida moral à obediência a esses códigos de expressão e conduta significa, na verdade , uma enorme irresponsabilidade. Sobretudo, elas devem funcionar como balizas axiológicas, como guias de acção e não como instrumentos de punição. As normas servem para orientar caminhos, para sustentar decisões e para ajudar a enfrentar situações e não para proteger das interpelações do mundo. Indissociável da vida moral, a reflexão ética cumpre essa exigência de pensamento, de decisão e de acção, assegurando a vigilância crítica em relação a convenções e a clichés. Pe. José Bento 12
  13. 13. • Comentar Rm 12,13 “tomando parte nas necessidades dos santos, buscando proporcionar a hospitalidade”. Pe. José Bento 13
  14. 14. A fisionomia e exigências Pe. José Bento 14
  15. 15. • A teologia moral católica é filha da sua época. • Os problemas que afectam o ser humano no presente implicam um perscrutar, discernir, decidir e agir. • O contemporâneo espera que o moralista o ajude, nas suas circunstâncias, a responder às suas questões simples e às vitais. • A Teologia moral exige uma síntese entre a sensibilidade humana, a cultura hodierna e o património da fé Pe. José Bento 15
  16. 16. • Todo o ser humano experimental o deve moral. • O exame do seu ser, pensar, sentir e agir. • É a bondade da pessoa e todas as expressões dessa bondade. • É uma categoria absoluta e inevitável. • É o centro recôndito do homem, o santuário interior onde Deus se revela (GS 16) Pe. José Bento 16
  17. 17. • • • • • É uma exigência da totalidade do ser homem. É a verdade do sentido do homem. Esta verdade do coração revela-se nas acções. Une a fé e antropologia. Expressa o ser homem, a sua dignidade e as formas como ela se expressa desde a intenção à acção. • É a tensão saudável entre a cultura e tradição da fé. • Produz a felicidade do homem. • Esta felicidade consiste na realização da nossa vida em Deus. Pe. José Bento 17
  18. 18. • Não foi um concílio sobre Teologia moral mas pastoral. • Documento importante: Declaração Dignitatis Humanae: • O homem descobre na sua consciência moral os princípios imutáveis da ordem moral, sobre os quais ele não tem autoridade para os alterar. • No centro da moral está a dignidade da pessoa. • Proteger essa dignidade é missão da verdade moral. • Acção moral do cristão não se limita ao cumprimento de ordens mas ao seguimento de Cristo. • O cristão, em nome da fé, não se deve fechar ao mundo, mas deve esforçar-se para configurar o mundo, nos seus diversos ambientes com as exigências da fé em Jesus Cristo. Pe. José Bento 18

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