O olho humano, 9º ano

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Produzidos por alunos do 9º ano da escola Estadual Dinorath do Valle

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O olho humano, 9º ano

  1. 1. Samuel, Luini, Vitória, Thais 8ªA
  2. 2. O olho é o órgão do nosso corpo que permite captar imagens do ambiente em redor. É nele que se inicia o processo que entendemos por visão, processo esse que, no caso do ser humano, é responsável por mais de 90% das informações que somos capazes de captar. Significa isso que qualquer lesão neste órgão, que implique a queda da acuidade visual, tenha, como consequência, sérias limitações à interacção do indivíduo com o mundo ao seu redor.
  3. 3. A capacidade de ver é dependente das ações de várias estruturas dentro e ao redor do globo ocular.
  4. 4. Quando se olha para um objecto, são reflectidos raios de luz desse objecto para a córnea, que é onde se inicia o milagre do processo que entendemos como visão. Os raios de luz são refractados e focados pela córnea, cristalino e vítreo. A função do cristalino é a de fazer com que esses raios sejam focados de forma nítida sobre a retina. A imagem daí resultante apresenta-se invertida na retina. Ao atingi-la, os raios de luz são convertidos em impulsos eléctricos que, através do nervo óptico, são transmitidos para o cérebro, onde a imagem é interpretada pelo córtex cerebral.
  5. 5. Vejamos a anatomia de nosso olho por um outro ângulo.
  6. 6. Do olho
  7. 7. Quando se olha para um objecto, são reflectidos raios de luz desse objecto para a córnea, que é onde se inicia o milagre do processo que entendemos como visão. Os raios de luz são refractados e focados pela córnea, cristalino e vítreo. A função do cristalino é a de fazer com que esses raios sejam focados de forma nítida sobre a retina. A imagem daí resultante apresenta-se invertida na retina. Ao atingi-la, os raios de luz são convertidos em impulsos eléctricos que, através do nervo óptico, são transmitidos para o cérebro, onde a imagem é interpretada pelo córtex cerebral.
  8. 8. UMA ANATOMIA MAIS COMPLETA DO OLHO
  9. 9. Pode estabelecer-se uma analogia entre um olho e uma câmara fotográfica da seguinte forma: uma máquina fotográfica precisa de uma lente e de um filme para produzir uma imagem. De igual modo, o globo ocular precisa de uma lente (córnea, cristalino e vítreo) para refractar, ou focar, a luz sobre o filme (retina). Se qualquer um, ou mais, destes componentes não estiver a funcionar correctamente, o resultado é uma imagem de má qualidade. Na nossa câmara, a retina representa o filme.
  10. 10. A focagem do olho
  11. 11. A Córnea e a Esclera A córnea e a esclera consistem em tecidos duros, de protecção, que compõem a capa exterior do globo ocular. A esclera é a parte branca do olho, tem consistência de couro suave. A córnea não contém nenhum vaso de sangue, é relativamente desidratada e, como resultado, é transparente. Situa-se na frente do olho, na sua parte colorida, assemelha-se ao vidro de um relógio de pulso e permite que raios de luz possam entrar no globo ocular através da pupila. Nesse globo, a esclera ocupa 85 por cento e a córnea aproximadamente 15 por cento. A Iris A íris é o tecido que se vê por de trás da córnea e pode ter várias colorações (olhos azuis, castanhos...). No meio da íris existe uma abertura circular, a pupila. É através da pupila que os raios de luz atingem a retina. A pupila varia de tamanho consoante a luminosidade do ambiente ficando muito pequena quando há muita luz.
  12. 12. O Cristalino O cristalino situa-se directamente atrás da íris e é ligado ao corpo ciliar através de fibras. É uma estrutura flexível com o tamanho e a forma de uma aspirina. Tal como a córnea, o cristalino é transparente, porque não contém nenhum vaso de sangue e é relativamente desidratado. Os músculos do corpo ciliar fazem ajustes constantes na forma do cristalino. Tais ajustes servem para que a imagem se mantenha nítida sobre a retina, sempre que se mude o foco de perto para longe. A córnea e o cristalino são nutridos e lubrificados por um fluido transparente e aguado, produzido continuamente pelo corpo ciliar, chamado humor aquoso. Este enche a área entre o cristalino e a córnea.
  13. 13. A RETINA A retina situa-se na camada mais interna do globo ocular. É uma camada celular transparente e delicada que varia em espessura desde aproximadamente 0,5 mm na retina periférica e 0,4 mm na zona posterior ao equador. Na região do pólo posterior (a área da mácula) a retina tem aproximadamente 0,2 mm de espessura ao redor de uma área de 0,2 mm2. A retina sensorial consiste em dez estratos (Fig. 4) contendo três tipos de tecidos: neuronal, glial, e vascular.
  14. 14. A componente neuronal consiste nas células fotoreceptoras. Aqui são convertidos sinais luminosos em impulsos nervosos que são integrados por um circuito que envolve as células horizontais, bipolares, amácrinas, e ganglionares. Estes impulsos são transmitidos pela camada de fibras nervosas que constituem o nervo óptico, ao longo das vias ópticas ao córtex visual, situado na parte posterior do cérebro. FOTOS E EXEMPLOS DA RETINA
  15. 15. O FUNDO DO OLHO
  16. 16. PARA FIXAR O CONTEUDO APRESENTADO VEREMOS ABAIXO UM VIDEO EXPLICATIVO DE TODO CONTEUDO MOSTRADO ANTERIORMENTE
  17. 17. O olho humano pode apresentar quatro tipos de problemas de visão: 1.Hipermetropia 2.Presbiopia 3.Miopia 4.Astigmatismo
  18. 18. A Hipermetropia é a dificuldade em conseguir ver com clareza objetos que se encontram próximos de nós. Costuma-se dizer que essa pessoa tem "falta de vista ao perto". Quem sofre de hipermetropia vê os objetos próximos desfocados pois a imagem forma-se depois da retina. A Hipermetropia pode dever-se a dois fatores: A incapacidade do cristalino de se tornar mais convergente (mais curvo). O facto de o olho ser mais pequeno do que o necessário para que a imagem se forme corretamente. Em qualquer dos casos, o problema é corrigido com lentes convergentes (ou convexas), como se pode observar na figura apresentada
  19. 19. MIOPIA A Miopia é a dificuldade em conseguir ver nitidamente os objetos que se encontram longe de nós. Usualmente as pessoas costumam chamar a este problema "falta de vista ao longe". Quem sofre de Miopia vê os objetos que se encontram afastados muito desfocados pois a imagem forma-se antes da retina. A Miopia resulta da incapacidade do cristalino de se tornar menos convergente (menos curvo). O problema é corrigido com lentes divergentes (ou côncavas), como se pode observar na figura seguinte: A miopia ou falta de vista ao longe pode ser corrigida com a utilização de lentes côncavas
  20. 20. A Presbiopia, habitualmente designada de vista cansada, deve-se ao facto de o cristalino, com o avançar da idade, perder a capacidade de se tornar mais convergente (mais curvo) resultando na dificuldade em ver focados os objetos que estejam próximos de nós. Tal como a Hipermetropia pode ser corrigida utilizando lentes convergentes (ou convexas).
  21. 21. O astigmatismo deve-se a uma forma irregular da córnea. Os raios de luz são focados em diferentes pontos e a imagem formada não é nítida. Este problema é corrigido com lentes cilíndricas. Quem apresenta este defeito de visão também pode apresentar comulativamente miopia e/ou hipermetropia. Quem apresenta astigmatismo vê os objetos desfocados.
  22. 22. FIM

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