Transporte de matérias perigosas

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Transporte de matérias perigosas

  1. 1. Trabalho realizado por: Samuel Lopes Alves
  2. 2. TRANSPORTE DE MATÉRIAS PERIGOSAS •O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS É UM CASO PARTICULAR DO TRANSPORTE DE MERCADORIAS NUMA CADEIA DE FORNECIMENTO. DURANTE ESTA ATIVIDADE, VÁRIOS FATORES PASSAM A SER CRÍTICOS E A IMPRUDÊNCIA PODE SIGNIFICAR NÃO SÓ A PERDA DE MERCADORIA COMO UM ELEVADO RISCO PARA AS PESSOAS ENVOLVIDAS NO TRANSPORTE E PARA O MEIO AMBIENTE ENVOLVENTE (PAIVA, 2008).
  3. 3. • 1 EXPLOSIVOS • 2.1 GASES INFLAMÁVEIS • 2.2 GASES NÃO-INFLAMÁVEIS. • 2.3 GASES TÓXICOS • 3 LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS • 4.1 SÓLIDOS INFLAMÁVEIS • 4.2 SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA • 4.3 SUBSTANCIAS QUE EM CONTATO COM ÁGUA EMITEM GASES INFLAMÁVEIS • 5.1 OXIDANTES • 5.2 PERÓXIDOS ORGÂNICOS • 6.1 SUSTÂNCIAS TÓXICAS • 6.2 SUBSTÂNCIAS INFETANTES • 7 MATERIAL RADIOATIVO • 8 CORROSIVOS OU SUSTÂNCIAS CORROSIVAS • 9 SUBSTÂNCIA PERIGOSAS DIVERSAS OU MATÉRIAS QUE PODEM CAUSAR DIVERSOS PERIGOS Produtos perigosos são classificados por classes de riscos
  4. 4. SINALIZAÇÃO NO TRANSPORTE • A SINALIZAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS A SEREM TRANSPORTADAS DIFERENCIA-SE POR CLASSES, TENDO COMO BASE AS SUAS PROPRIEDADES, ACIMA REFERIDAS. DE FORMA AO MEIO DE TRANSPORTE SE ENCONTRAR EM CONFORMIDADE COM AS REGRAS INTERNACIONAIS DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS É OBRIGATÓRIA A APLICAÇÃO DOS SEGUINTES SÍMBOLOS, CASOA MATÉRIA A TRANSPORTAR POSSUA TAIS CARACTERÍSTICAS (SÍMBOLOS, 2008):
  5. 5. CLASSE 1 MATERIAIS E OBJETOS EXPLOSIVOS
  6. 6. CLASSE 2 GÁS
  7. 7. CLASSE 3 LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS
  8. 8. CLASSE 4 OUTROS INFLAMÁVEIS
  9. 9. CLASSE 5 FAVORECE O INCENDIO
  10. 10. CLASSES 6 TÓXICOS INFECIOSOS
  11. 11. CLASSES 7 MATÉRIAS RADIOACTIVOS
  12. 12. CLASSE 8 MATERIAIS CORROSIVOS
  13. 13. CLASSE 9 OUTROS
  14. 14. RISCOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO • DURANTE O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS, ESTES ENCONTRAM-SE SUJEITOS A UMA FORTE COMBINAÇÃO DE FATORES ADVERSOS, OS QUAIS SE DENOMINAM DERISCOS. AQUANDO DO TRANSPORTE NAS VIAS DE CIRCULAÇÃO ESSES FATORES PODEM DEVER-SE A (FREITAS, 2003, P. 4): • ESTADO DA VIA: TRAÇADO, ESTADO, MANUTENÇÃO, VOLUME DE TRÁFEGO, ACIDENTES E SINALIZAÇÃO; • CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS; • ESTADO DO VEÍCULO (FALHAS NOS MECANISMOS DE TRANSPORTE DA MERCADORIA): MECANISMOS DE CONTENÇÃO (EMBALAGEM OU TANQUE) OU DE VEDAÇÃO (VÁLVULAS OU CONEXÕES); • EXPERIÊNCIA DO CONDUTOR; • FOGO OU EXPLOSÃO
  15. 15. SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS •CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ANTES DE O TRANSPORTAR: CONHECER O MATERIAL QUE ESTÁ A SER TRANSPORTADO É CRUCIAL. SABER QUAIS AS SUAS PROPRIEDADES FÍSICAS, VULNERABILIDADES E RISCOS ASSOCIADOS AO SEU TRANSPORTE. ESTAS INFORMAÇÕES DEVEM SER GUARDADAS DE FORMA A PERMITIR O RÁPIDO ACESSO DA EQUIPA DACADEIA DE ABASTECIMENT0 ÀS MESMAS, EM CASO DE NECESSIDADE.
  16. 16. •AMBIENTE DE DISTRIBUIÇÃO: AS CIRCUNSTÂNCIAS E A ZONA POR ONDE O TRANSPORTE SERÁ REALIZADO ENVOLVEM CUIDADOS E PREVENÇÃO DE RISCOS ADICIONAIS, QUE DEVEM SER TOMADOS EM CONTA NA PREPARAÇÃO DO TRANSPORTE.
  17. 17. •REGULAMENTAÇÃO: O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS PODE ENVOLVER A NECESSIDADE DE REQUERIMENTOS ESPECIAIS, PODENDO O REGULAMENTO MUDAR CONSOANTE A LOCALIDADE. CONHECER E CUMPRIR A REGULAMENTAÇÃO NÃO SÓ AJUDA NA PREVENÇÃO DE RISCOS COMO EVITA SEVERAS MULTAS.
  18. 18. • EMBALAGEM: UMA EMBALAGEM APROPRIADA É ESSENCIAL PARA O TRANSPORTE SEGURO DE UMA MERCADORIA PERIGOSA. EMBALAGENS RACHADAS OU DANIFICADAS PÕEMEM RISCO NÃO SÓ QUEM AS TRANSPORTA COMO O MEIO AMBIENTE ENVOLVENTE. A UTILIZAÇÃO DE RECIPIENTES APROPRIADOS, MATERIAL DE AMORTECIMENTO E ABSORVENTEE TRANCAS SEGURAS, FARÃO COM QUE O MATERIAL NÃO SE DESLOQUE DURANTE O TRANSPORTE.
  19. 19. • DOCUMENTAÇÃO: DEVE-SE TER TUDO DOCUMENTADO. • DOCUMENTOS COM OS DETALHES DO CONTEÚDO E CARACTERÍSTICAS DO MATERIAL A SER TRANSPORTADO FACILITA TODO O PROCESSO NA CADEIA LOGÍSTICA.
  20. 20. • MARCAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO: TODOS OS EMBARQUES DEVEM SER MARCADOSE IDENTIFICADOS. OS ENVOLVIDOS NO TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÃO DOS MATERIAIS PERIGOSOS DEVEM TER CONDIÇÕES DE IDENTIFICAR COM CLAREZA O TIPODE MATERIAL COM QUE ATUAM E OS RISCOS AOS QUAIS ESTÃO EXPOSTOS. A INFORMAÇÃO SUPLEMENTAR OU AS MARCAÇÕES DEVEM SER RETIRADAS DE FORMA A NÃO CAUSAR CONFUSÕES.
  21. 21. •TREINO: HÁ QUE INVESTIR NO TREINO DAS ATIVIDADES ESPECÍFICAS DE CADA OPERADOR, ANTES DO MANUSEAMENTO DE CARGAS PERIGOSAS. ESTE TREINO, PODE SER CONSEGUIDO ATRAVÉS DE SEMINÁRIOS SOBRE AS REGRAS DE MANUSEAMENTO DE CARGAS PERIGOSAS.
  22. 22. • ALTERAÇÕES: MUDANÇAS NAS LEIS, PROPRIEDADES DOS MATERIAIS OU CONDIÇÕES AMBIENTAIS, SÃO INEVITÁVEIS. ASSOCIANDO-SE ISTO ÀS ALTERAÇÕES DE OPERAÇÃO E FORNECIMENTO POR PARTE DAS TRANSPORTADORAS E FORNECEDORES, É FUNDAMENTAL QUE O CENÁRIO SEJAPERMANENTEMENTE MONITORIZADO E TOMADASAÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS EM CASO DE NECESSIDADE.
  23. 23. • TRANSPORTADORA: ALGUMAS TRANSPORTADORAS POSSUEM REQUERIMENTOS ESPECÍFICOS E/OU LIMITAÇÕES QUANTO AO TRANSPORTE DE MATERIAIS PERIGOSOS. ANTES DE SE DAR O TRANSPORTE, DEVE-SE ESTAR FAMILIARIZADO COM A TRANSPORTADORA E O MÉTODO COMO ESTA ACTUA, ASSIM COMO COM AS CAPACIDADES TECNOLÓGICAS DA MESMA.
  24. 24. • CONEXÃO: A LIGAÇÃO ENTRE OS DIFERENTES ELOS DA CADEIA DE ABASTECIMENTO DEVE SER CLARA E EFICIENTE. SITUAÇÕES IMPREVISTAS, VARIAÇÕES E PROBLEMAS,FORA DO PLANEADO, DEVEM SOFRER INTERVENÇÃO DE IMEDIATO. ALTERAÇÕES NOS PRODUTOS OUCONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS IMPREVISTAS DEVEM SER COMUNICADAS A TODOS OS ENVOLVIDOS NO TRANSPORTE.

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