SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 34
Trabalho de Biologia – 4º Bimestre - Orientação: Prof.º Gustavo Fagionatto - Grupo II
Peixes ósseos
• Integrantes do Reino Animalia e do Filo Chordata.
• Compõem a classe Osteichthyes (ou Osteíctes).
• Nome da classe vem do grego osteos=osso, e
  ichtyos=peixe.
• Definição básica dos peixes ósseos:

      PEIXES CUJO
      ESQUELETO É
        ÓSSEO.
Peixes ósseos
• Muito bem adaptados à quase todos os ambiente aquáticos.
• O esqueleto é formado por crânio, coluna vertebral e um conjunto de ossos
  que sustentam as duas nadadeiras peitorais e as duas nadadeiras pélvicas.
• As nadadeiras caudais geralmente são homocercas, ou seja, formadas por
  dois lóbulos iguais.




        Alguns exemplos de peixes ósseos:
Tainha, Manjuba, Linguado, Robalo, Bagre, Pintado,
             Dourado, Carpa e Truta.
Características dos Osteíctes
Os peixes ósseos apresentam as seguintes características:

•   Escama ctenóide, ciclóide ou ganóide.
•   Boca frontal.
•   Duas fendas branquiais, uma de cada lado.
•   Opérculo protegendo as fendas branquiais.
•   Quatro brânquias em cada fenda branquial.
•   Linha lateral.
•   Presença de ânus.
•   Bexiga natatória.
•   Nadadeiras dorsal, peitoral, ventral (ou pélvica), anal e caudal.
Características externas
Características internas
Escamas
• Os peixes ósseos possuem uma epiderme lisa, coberta por escamas.
• Há existência de glândulas produtoras de muco, que lubrifica o corpo do
  peixe, serve de proteção e facilita a locomoção na água.
Bexiga natatória
• É uma estrutura de finas paredes, localizada posteriormente às brânquias,
  abaixo da coluna vertebral.
• Em alguns peixes há ligação
  entre a bexiga natatória e a
  faringe.
• Tem a função de “equilibrar”
  a natação do peixe em
  profundidades diferentes,
  com o uso de mecanismos
  que aumentam ou diminuem
  o volume de gás em seu
  interior (especialmente gás
  oxigênio).
Sistema nervoso-sensorial
Os peixes ósseos possuem um encéfalo distinto e órgãos de sentidos
desenvolvidos:
• Olhos grandes, laterais e sem pálpebras muito bem adaptados à visão
  subaquática. São capazes de perceber movimentos até mesmo acima da
  superfície da água.
• Fossas nasais com função olfativa e com importância vital para detecção de
  alimento.
• Linha lateral (formada por um conjunto de escamas com poros que contém
  internamente células ciliadas) com função de percepção dos movimentos da
  água.
Sistema nervoso-sensorial


    Fossas nasais           Linha lateral




                    Olhos
Sistema respiratório
• Os peixes ósseos possuem respiração
  branquial.
• As brânquias são um conjunto de
  lâminas vascularizadas envolvidas por
  um grande número de vasos
  sanguíneos.
• Ficam por traz das fendas branquiais
  (imagem ao lado).
• As brânquias são protegidas por uma
  estrutura chamada opérculo.

Atenção: o tubarão NÃO é um peixe ósseo.
A imagem foi usada somente em caráter de ilustração das
fendas branquiais.
Sistema respiratório

      Opérculo




   Brânquias




                 Fonte: http://tudoquevocefazconta.files.wordpress.com/2010/09/operculo.jpg
Sistema respiratório
• Água entra pela boca até chegar às
  brânquias, responsáveis por recolher
  o oxigênio da água e distribuí-lo por
  todo o corpo e liberar o gás carbônico
  do sangue para a água em circulação
  nas brânquias.




   Detalhe para as quatro brânquias em cada fenda
Sistema circulatório
• A circulação é fechada.
• O sistema circulatório dos osteíctes é bem simples.
• Possuem um coração com duas cavidades, denominadas aurícula e
  ventrículo, por onde circula apenas sangue venoso.
• Sangue venoso é o sangue pobre em oxigênio e rico em dióxido de
  carbono. É pálido e escasso, quando comparado com um vertebrado
  terrestre.
• O sangue venoso passa pelo coração, é bombeado para as brânquias,
  onde é oxigenado e por fim, é distribuído para o corpo.
Sistema circulatório
Sistema reprodutor
• Os peixes são, em sua maioria, ovíparos e de
fecundação externa.
• A reprodução dos peixes ósseos é sexuada.
• As fêmeas liberam seus óvulos diretamente na
água, onde também os machos liberam seus espermatozoides.
• Há produção de quantidade muito grande de gametas (óvulos e
   espermatozoides) e as fêmeas põem uma grande quantidade de ovos,
   porém, como a maioria não cuida dos ovos, grande parte é devorada por
   outros animais.
• Por este motivo é que as fêmeas desovam tal quantidade de ovos,
   assegurando que alguns filhotes sobrevivam e cheguem à fase adulta.
• O desenvolvimento é indireto e as larvas são chamadas alevinos.
Sistema digestório
• Os peixes ósseos possuem boca grande e em posição terminal.
• A boca é rodeada de maxila e mandíbula distintas, onde estão implantados
  dentes cônicos e finos.
• Os dentes localizados nos primeiros arcos branquiais tem função de
  prender e triturar o alimento.
• Na boca, existe também uma pequena língua, ligada ao “chão” da cavidade
  e que ajuda nos movimentos respiratórios.
• Não há presença de glândulas salivares.
• Ao contrário dos peixes cartilaginosos, possuem ânus ao invés de cloaca.
Sistema digestório
• Há espécies que herbívoras, que se alimentam de algas, carnívoras, que se
  alimentam de invertebrados, de outros peixes e de outros vertebrados, e
  onívoras, que possuem uma dieta variada incluindo algas e animais.
• O alimento mastigado tem o seguinte percurso no organismo dos peixes
  ósseos:
   – Faringe, esôfago, estômago e intestino (esquema ilustrativo no próximo slide).
   – Há estruturas chamadas cecos pilóricos que têm função de auxiliar na digestão
     de lipídios e proteínas.
   – Contribuem também para a absorção de aminoácidos, carboidratos, água e íons.
   – O que não é absorvido pelo organismo é eliminado pelo ânus.
Sistema digestório
Sistema excretor
• Possuem rins do tipo mesonéfrico, ou seja, situam-se em posição toráxica.
• Ao contrário dos peixes cartilaginosos, a principal excreta nitrogenada é a
  amônia, mais tóxica que a ureia excretada pelos peixes cartilaginosos.
Importância ecológica
• Participação na cadeia alimentar dos animais marinhos.




                Fonte: http://www.pesca.tur.br/wp-content/humor-511.jpg
Importância econômica




Fonte: http://3.bp.blogspot.com/_RdhES7fCUdo/TEiXzhp6EgI/AAAAAAAAADU/-F7snQD1Sb0/s1600/sashimi2.jpg




                                                                                        Fonte: http://quitandinhas.com/wp-content/uploads/2010/03/peixe-assado2.jpg
Curiosidade - Baiacu
             • O baiacu possui um dos venenos mais potentes
               conhecidos, sendo praticamente uma ameaça
               mortal ingeri-lo.
             • Entretanto, é muito apreciado pela gastronomia
               japonesa.
             • É uma refeição nobre, para ocasiões especiais,
               como comemorações por exemplo, e é muito
               cara.
             • Cada baiacu pode valer até US$ 150, do jeito
               que sai do mar.
             • O veneno se concentra em seu enorme fígado,
               em suas gônadas e em sua pele.
Curiosidade - Baiacu
• Por ano, são cerca de 50 mortes no Japão por envenenamento com carne
  de baiacu.
• O imperador e a família real não podem comê-lo.
• A morte por envenenamento por Baiacu é muito dolorosa.
• Cerca de 15 minutos após ser ingerido, o
  TTX paralisa a língua e faz a pele das
  mãos e do roso começar a queimar,
  sensação essa que é passada por todo o
  corpo rapidamente.
• A respiração e o coração param.
• A pessoa morre entre 4 e 6 horas após
  comer o peixe e não há antídoto.
Galeria de Fotos
Peixe palhaço




Fonte: http://mariliaescobar.files.wordpress.com/2009/12/amphipriongw8.jpg
Anjo-real




Fonte: http://www.reefforum.net/photopost/data/562/fr7.jpg
Yellow Tang




Fonte: http://www.reefforum.net/photopost/data/520/Yellow_Tang.JPG
Mandarin




Fonte: http://www.reefforum.net/photopost/data/589/JM3.jpg
Mandarin




Fonte: http://www.reefforum.net/photopost/data/501/mandarin.jpg
Fonte: http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/cavalo-marinho/foto-cavalo-marinho-01.jpg




Cavalo marinho


     Fonte: http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/cavalo-marinho/foto-cavalo-marinho-08.jpg
Grupo II
    Anna Caroline
     Carla Adriana
   Flávia de Cássia
    Franklin Nunes
   Gabriela Souza
   Marcelo Oliveira
       Nathália




Obrigado!
Referências bibliográficas
•   http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcoresp_mostra/0,6674,POR-853-8276,00.html
•   http://www.klickeducacao.com.br/conteudo/pagina/0,6313,POR-883-4432-,00.html
•   http://mariliaescobar.wordpress.com/2009/12/28/peixes-cartilaginosos-versus-peixes-osseos/
•   http://www.supletivo.com.br/materias/biologia/material_excluido/reino_animal_metazoa/filos/cor
    dados_protocordados_e_vertebrados/etapas_evolutivas/index_arquivos/cesar_vol_2_p_170_1.
    gif
•   http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/bioanimal5.php
•   http://www.infoescola.com/biologia/peixes-osseos-classe-osteichthyes/
•   http://www.klickeducacao.com.br/conteudo/pagina/0,6313,POR-883-4432-,00.html
•   http://peixes2010.blogspot.com/p/osteictes_15.html
•   http://pt.wikipedia.org/wiki/Ceco_pil%C3%B3rico
•   http://www.viajandoblog.com/post/1460/comidas-extremas-carne-de-baiacu
•   http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/classe-osteichthyes/classe-osteichthyes-4.php
•   http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081202153205AAA2Efg
•   Livro Biologia: ensino médio, volume único / J. Laurence. – 1. ed. – São Paulo : Nova Geração,
    2005, páginas 440-451

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Anelídeos (Power Point)
Anelídeos (Power Point)Anelídeos (Power Point)
Anelídeos (Power Point)Bio
 
Cordados- Zoologia dos Vertebrados
Cordados- Zoologia dos VertebradosCordados- Zoologia dos Vertebrados
Cordados- Zoologia dos VertebradosCarlos Priante
 
Equinodermos
EquinodermosEquinodermos
EquinodermosURCA
 
Trabalho biologia - Peixes
Trabalho biologia - PeixesTrabalho biologia - Peixes
Trabalho biologia - Peixesmauriciopf12
 
Relatório de zoo
Relatório de zooRelatório de zoo
Relatório de zoomarcialob
 
Aula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino Médio
Aula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino MédioAula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino Médio
Aula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino MédioRonaldo Santana
 
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)Leonardo Kaplan
 
Filo dos moluscos 7º ano
Filo dos moluscos   7º anoFilo dos moluscos   7º ano
Filo dos moluscos 7º anojrz758
 
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIO
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIOROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIO
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIOAlexandre Pusaudse
 

Mais procurados (20)

Anelídeos (Power Point)
Anelídeos (Power Point)Anelídeos (Power Point)
Anelídeos (Power Point)
 
IV.3 Répteis
IV.3 RépteisIV.3 Répteis
IV.3 Répteis
 
Reino animal
Reino animalReino animal
Reino animal
 
Cordados- Zoologia dos Vertebrados
Cordados- Zoologia dos VertebradosCordados- Zoologia dos Vertebrados
Cordados- Zoologia dos Vertebrados
 
IV.2 Anfíbios
IV.2 AnfíbiosIV.2 Anfíbios
IV.2 Anfíbios
 
Equinodermos
EquinodermosEquinodermos
Equinodermos
 
aves 2.pdf
aves 2.pdfaves 2.pdf
aves 2.pdf
 
Trabalho biologia - Peixes
Trabalho biologia - PeixesTrabalho biologia - Peixes
Trabalho biologia - Peixes
 
Peixes
PeixesPeixes
Peixes
 
Relatório de zoo
Relatório de zooRelatório de zoo
Relatório de zoo
 
Aula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino Médio
Aula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino MédioAula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino Médio
Aula de Biologia - Vertebrados (Peixes e Anfíbios) - 2° Ano Ensino Médio
 
Cordados
CordadosCordados
Cordados
 
RéPteis
RéPteisRéPteis
RéPteis
 
IV.4 aves
IV.4 avesIV.4 aves
IV.4 aves
 
Evolução dos osteichthyes
Evolução dos osteichthyesEvolução dos osteichthyes
Evolução dos osteichthyes
 
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
 
Filo dos moluscos 7º ano
Filo dos moluscos   7º anoFilo dos moluscos   7º ano
Filo dos moluscos 7º ano
 
Repteis
RepteisRepteis
Repteis
 
2EM #11 Anelídeos
2EM #11 Anelídeos2EM #11 Anelídeos
2EM #11 Anelídeos
 
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIO
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIOROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIO
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DE ARTRÓPODES NO LABORATÓRIO
 

Destaque (8)

Peixes - Ensino Fundamental
Peixes - Ensino FundamentalPeixes - Ensino Fundamental
Peixes - Ensino Fundamental
 
AULA PEIXES
AULA PEIXESAULA PEIXES
AULA PEIXES
 
IV.1 Peixes
IV.1 PeixesIV.1 Peixes
IV.1 Peixes
 
Obtenção de energia pelos seres vivos
Obtenção de energia pelos seres vivosObtenção de energia pelos seres vivos
Obtenção de energia pelos seres vivos
 
Peixes
PeixesPeixes
Peixes
 
Escala Geológica de Tempo
Escala Geológica de TempoEscala Geológica de Tempo
Escala Geológica de Tempo
 
Organização dos Seres Vivos
Organização dos Seres VivosOrganização dos Seres Vivos
Organização dos Seres Vivos
 
Anfíbios
AnfíbiosAnfíbios
Anfíbios
 

Semelhante a PEIXES ÓSSEOS: CARACTERÍSTICAS E IMPORTÂNCIA

Semelhante a PEIXES ÓSSEOS: CARACTERÍSTICAS E IMPORTÂNCIA (20)

Capítulo 08 - vertebrados I
Capítulo 08 - vertebrados ICapítulo 08 - vertebrados I
Capítulo 08 - vertebrados I
 
Apresentação 1o A - peixes e anfíbios
Apresentação 1o A - peixes e anfíbiosApresentação 1o A - peixes e anfíbios
Apresentação 1o A - peixes e anfíbios
 
Apostila cordados
Apostila cordadosApostila cordados
Apostila cordados
 
Vertebrados peixes
Vertebrados peixesVertebrados peixes
Vertebrados peixes
 
Peixes
PeixesPeixes
Peixes
 
Trabalho de biologia peixes
Trabalho de biologia   peixesTrabalho de biologia   peixes
Trabalho de biologia peixes
 
Trabalho de biologia peixes
Trabalho de biologia peixesTrabalho de biologia peixes
Trabalho de biologia peixes
 
Peixes
PeixesPeixes
Peixes
 
Peixes
PeixesPeixes
Peixes
 
Ciclóstomos e peixes
Ciclóstomos e peixesCiclóstomos e peixes
Ciclóstomos e peixes
 
Ciclóstomos e peixes
Ciclóstomos e peixesCiclóstomos e peixes
Ciclóstomos e peixes
 
Vertebrados.
Vertebrados.Vertebrados.
Vertebrados.
 
Apostila dos cordados
Apostila dos cordadosApostila dos cordados
Apostila dos cordados
 
Filo chordata
Filo chordataFilo chordata
Filo chordata
 
Invertebrados prof. simone
Invertebrados   prof. simoneInvertebrados   prof. simone
Invertebrados prof. simone
 
Peixes 1o a
Peixes 1o aPeixes 1o a
Peixes 1o a
 
Vertebrados
VertebradosVertebrados
Vertebrados
 
Filo cordado
Filo cordadoFilo cordado
Filo cordado
 
Anfíbios e peixes 1o a
Anfíbios e peixes 1o aAnfíbios e peixes 1o a
Anfíbios e peixes 1o a
 
Peixes - BIOLOGIA
Peixes - BIOLOGIA Peixes - BIOLOGIA
Peixes - BIOLOGIA
 

Último

Modelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesModelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesGilbraz Aragão
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Mary Alvarenga
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfRafaela Vieira
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
Romero Britto - biografia 6º ano (1).pptx
Romero Britto - biografia 6º ano (1).pptxRomero Britto - biografia 6º ano (1).pptx
Romero Britto - biografia 6º ano (1).pptxLuisCarlosAlves10
 
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoSer Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoJayaneSales1
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfceajajacu
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturagomescostamma
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...azulassessoria9
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 

Último (20)

Modelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesModelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das Religiões
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
Romero Britto - biografia 6º ano (1).pptx
Romero Britto - biografia 6º ano (1).pptxRomero Britto - biografia 6º ano (1).pptx
Romero Britto - biografia 6º ano (1).pptx
 
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoSer Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 

PEIXES ÓSSEOS: CARACTERÍSTICAS E IMPORTÂNCIA

  • 1. Trabalho de Biologia – 4º Bimestre - Orientação: Prof.º Gustavo Fagionatto - Grupo II
  • 2. Peixes ósseos • Integrantes do Reino Animalia e do Filo Chordata. • Compõem a classe Osteichthyes (ou Osteíctes). • Nome da classe vem do grego osteos=osso, e ichtyos=peixe. • Definição básica dos peixes ósseos: PEIXES CUJO ESQUELETO É ÓSSEO.
  • 3. Peixes ósseos • Muito bem adaptados à quase todos os ambiente aquáticos. • O esqueleto é formado por crânio, coluna vertebral e um conjunto de ossos que sustentam as duas nadadeiras peitorais e as duas nadadeiras pélvicas. • As nadadeiras caudais geralmente são homocercas, ou seja, formadas por dois lóbulos iguais. Alguns exemplos de peixes ósseos: Tainha, Manjuba, Linguado, Robalo, Bagre, Pintado, Dourado, Carpa e Truta.
  • 4. Características dos Osteíctes Os peixes ósseos apresentam as seguintes características: • Escama ctenóide, ciclóide ou ganóide. • Boca frontal. • Duas fendas branquiais, uma de cada lado. • Opérculo protegendo as fendas branquiais. • Quatro brânquias em cada fenda branquial. • Linha lateral. • Presença de ânus. • Bexiga natatória. • Nadadeiras dorsal, peitoral, ventral (ou pélvica), anal e caudal.
  • 7. Escamas • Os peixes ósseos possuem uma epiderme lisa, coberta por escamas. • Há existência de glândulas produtoras de muco, que lubrifica o corpo do peixe, serve de proteção e facilita a locomoção na água.
  • 8. Bexiga natatória • É uma estrutura de finas paredes, localizada posteriormente às brânquias, abaixo da coluna vertebral. • Em alguns peixes há ligação entre a bexiga natatória e a faringe. • Tem a função de “equilibrar” a natação do peixe em profundidades diferentes, com o uso de mecanismos que aumentam ou diminuem o volume de gás em seu interior (especialmente gás oxigênio).
  • 9. Sistema nervoso-sensorial Os peixes ósseos possuem um encéfalo distinto e órgãos de sentidos desenvolvidos: • Olhos grandes, laterais e sem pálpebras muito bem adaptados à visão subaquática. São capazes de perceber movimentos até mesmo acima da superfície da água. • Fossas nasais com função olfativa e com importância vital para detecção de alimento. • Linha lateral (formada por um conjunto de escamas com poros que contém internamente células ciliadas) com função de percepção dos movimentos da água.
  • 10. Sistema nervoso-sensorial Fossas nasais Linha lateral Olhos
  • 11. Sistema respiratório • Os peixes ósseos possuem respiração branquial. • As brânquias são um conjunto de lâminas vascularizadas envolvidas por um grande número de vasos sanguíneos. • Ficam por traz das fendas branquiais (imagem ao lado). • As brânquias são protegidas por uma estrutura chamada opérculo. Atenção: o tubarão NÃO é um peixe ósseo. A imagem foi usada somente em caráter de ilustração das fendas branquiais.
  • 12. Sistema respiratório Opérculo Brânquias Fonte: http://tudoquevocefazconta.files.wordpress.com/2010/09/operculo.jpg
  • 13. Sistema respiratório • Água entra pela boca até chegar às brânquias, responsáveis por recolher o oxigênio da água e distribuí-lo por todo o corpo e liberar o gás carbônico do sangue para a água em circulação nas brânquias. Detalhe para as quatro brânquias em cada fenda
  • 14. Sistema circulatório • A circulação é fechada. • O sistema circulatório dos osteíctes é bem simples. • Possuem um coração com duas cavidades, denominadas aurícula e ventrículo, por onde circula apenas sangue venoso. • Sangue venoso é o sangue pobre em oxigênio e rico em dióxido de carbono. É pálido e escasso, quando comparado com um vertebrado terrestre. • O sangue venoso passa pelo coração, é bombeado para as brânquias, onde é oxigenado e por fim, é distribuído para o corpo.
  • 16. Sistema reprodutor • Os peixes são, em sua maioria, ovíparos e de fecundação externa. • A reprodução dos peixes ósseos é sexuada. • As fêmeas liberam seus óvulos diretamente na água, onde também os machos liberam seus espermatozoides. • Há produção de quantidade muito grande de gametas (óvulos e espermatozoides) e as fêmeas põem uma grande quantidade de ovos, porém, como a maioria não cuida dos ovos, grande parte é devorada por outros animais. • Por este motivo é que as fêmeas desovam tal quantidade de ovos, assegurando que alguns filhotes sobrevivam e cheguem à fase adulta. • O desenvolvimento é indireto e as larvas são chamadas alevinos.
  • 17. Sistema digestório • Os peixes ósseos possuem boca grande e em posição terminal. • A boca é rodeada de maxila e mandíbula distintas, onde estão implantados dentes cônicos e finos. • Os dentes localizados nos primeiros arcos branquiais tem função de prender e triturar o alimento. • Na boca, existe também uma pequena língua, ligada ao “chão” da cavidade e que ajuda nos movimentos respiratórios. • Não há presença de glândulas salivares. • Ao contrário dos peixes cartilaginosos, possuem ânus ao invés de cloaca.
  • 18. Sistema digestório • Há espécies que herbívoras, que se alimentam de algas, carnívoras, que se alimentam de invertebrados, de outros peixes e de outros vertebrados, e onívoras, que possuem uma dieta variada incluindo algas e animais. • O alimento mastigado tem o seguinte percurso no organismo dos peixes ósseos: – Faringe, esôfago, estômago e intestino (esquema ilustrativo no próximo slide). – Há estruturas chamadas cecos pilóricos que têm função de auxiliar na digestão de lipídios e proteínas. – Contribuem também para a absorção de aminoácidos, carboidratos, água e íons. – O que não é absorvido pelo organismo é eliminado pelo ânus.
  • 20. Sistema excretor • Possuem rins do tipo mesonéfrico, ou seja, situam-se em posição toráxica. • Ao contrário dos peixes cartilaginosos, a principal excreta nitrogenada é a amônia, mais tóxica que a ureia excretada pelos peixes cartilaginosos.
  • 21. Importância ecológica • Participação na cadeia alimentar dos animais marinhos. Fonte: http://www.pesca.tur.br/wp-content/humor-511.jpg
  • 23. Curiosidade - Baiacu • O baiacu possui um dos venenos mais potentes conhecidos, sendo praticamente uma ameaça mortal ingeri-lo. • Entretanto, é muito apreciado pela gastronomia japonesa. • É uma refeição nobre, para ocasiões especiais, como comemorações por exemplo, e é muito cara. • Cada baiacu pode valer até US$ 150, do jeito que sai do mar. • O veneno se concentra em seu enorme fígado, em suas gônadas e em sua pele.
  • 24. Curiosidade - Baiacu • Por ano, são cerca de 50 mortes no Japão por envenenamento com carne de baiacu. • O imperador e a família real não podem comê-lo. • A morte por envenenamento por Baiacu é muito dolorosa. • Cerca de 15 minutos após ser ingerido, o TTX paralisa a língua e faz a pele das mãos e do roso começar a queimar, sensação essa que é passada por todo o corpo rapidamente. • A respiração e o coração param. • A pessoa morre entre 4 e 6 horas após comer o peixe e não há antídoto.
  • 25.
  • 32. Fonte: http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/cavalo-marinho/foto-cavalo-marinho-01.jpg Cavalo marinho Fonte: http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/cavalo-marinho/foto-cavalo-marinho-08.jpg
  • 33. Grupo II Anna Caroline Carla Adriana Flávia de Cássia Franklin Nunes Gabriela Souza Marcelo Oliveira Nathália Obrigado!
  • 34. Referências bibliográficas • http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcoresp_mostra/0,6674,POR-853-8276,00.html • http://www.klickeducacao.com.br/conteudo/pagina/0,6313,POR-883-4432-,00.html • http://mariliaescobar.wordpress.com/2009/12/28/peixes-cartilaginosos-versus-peixes-osseos/ • http://www.supletivo.com.br/materias/biologia/material_excluido/reino_animal_metazoa/filos/cor dados_protocordados_e_vertebrados/etapas_evolutivas/index_arquivos/cesar_vol_2_p_170_1. gif • http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/bioanimal5.php • http://www.infoescola.com/biologia/peixes-osseos-classe-osteichthyes/ • http://www.klickeducacao.com.br/conteudo/pagina/0,6313,POR-883-4432-,00.html • http://peixes2010.blogspot.com/p/osteictes_15.html • http://pt.wikipedia.org/wiki/Ceco_pil%C3%B3rico • http://www.viajandoblog.com/post/1460/comidas-extremas-carne-de-baiacu • http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/classe-osteichthyes/classe-osteichthyes-4.php • http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081202153205AAA2Efg • Livro Biologia: ensino médio, volume único / J. Laurence. – 1. ed. – São Paulo : Nova Geração, 2005, páginas 440-451