An2 a cri@r-proposta final

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An2 a cri@r-proposta final

  1. 1. CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO An2-A Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC2 Nº ________ 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Cri@r.com 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO E SUA INSERÇÃO NO PLANO DE ACTIVIDADES DA ENTIDADE PROPONENTE As capacidades de pesquisa, trabalho colaborativo, criatividade, comunicação e pensamento crítico são determinantes ao sucesso dos jovens na sociedade cada vez mais de redes e multidimensional. Atendendo a que nem toda a informação é credível, impõe-se a necessidade de capacidades de pensamento crítico no acesso, na análise e no reconhecimento dessa informação (Wang & Woo, 2000 apud Lopes, 2012, p. 17), assim como, ser criativo e gerador de ideias para a resolução de problemas, assumem-se como vetores cuja direção aponta para cidadãos mais bem preparados para enfrentar e lidar com a alteração contínua dos sistemas que administram a sociedade. Entre as diferentes estratégias que visam a promoção do pensamento crítico (CT- Critical Thinking) e do pensamento criativo, a metodologia de Resolução Criativa de Problemas (CPS-Criative Problem Solver) a par da utilização da Taxonomia de Ennis, apresentam-se como sendo mais eficazes de acordo com resultados de vários estudos nacionais e internacionais. Sabendo que a resolução criativa de problemas permite abordar uma situação-problema de uma forma inovadora e imaginativa, numa utilização dialética do pensamento crítico e criativo, tal contraem a necessidade e responsabilidade dos agentes educativos o implementarem no seu território. Nesta linha, as instituições educativas, em geral, e os professores, em particular, assumem particular importância no reconhecimento e envolvimento com novas formas de potenciar a aprendizagem dos alunos para o desenvolvimento de competências, suporte básico para novas formas de empregabilidade e empreendedorismo centrados numa perspetiva de ALV (cf. Ala-Mutka, Punie & Redecker, 2008). 3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO Professores do 3º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à gestão automática de certificados e envio de correspondência. O preenchimento dos campos é obrigatório pelo que a falta ou inexactidão das respostas implica o arquivamento do processo. Os interessados poderão aceder à informação que lhes diga respeito, presencialmente ou por solicitação escrita ao CCPFC, nos termos dos artigos 27º e 28º da Lei nº 10/91 de 19 de Fevereiro. Entidade responsável pela gestão da informação: CCPFC – Rua Nossa Senhora do Leite, nº 7 – 3º - 4701-902 Braga.
  2. 2. 4. OBJECTIVOS A ATINGIR Com a dinamização do presente curso pretende-se atingir os seguintes objetivos: - Utilizar a metodologia da resolução criativa de problemas na análise de várias situações problema; - Compreender as diferentes características das ferramentas para gerar e focar ideias; - Selecionar quadros conceptuais de Pensamento Crítico para o desenvolvimento /enriquecimento de atividades; - Fomentar a colaboração entre professores na análise de situações-problema em contexto educativo; - Envolver os professores com novas formas de potenciar a aprendizagem dos alunos para o desenvolvimento de competências determinantes à empregabilidade e empreendedorismo futuros. 5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO (Descriminando, na medida do possível, o número de horas de formação relativo a cada componente) O curso estrutura-se em três módulos que a seguir se apresentam: 1. Apresentação e Enquadramento da metodologia CPS – Criative Problem Solving; 1.1. O Processo Criativo 1.2. Ferramentas de Criatividade 1.3. Desenvolvimento e Seleção de Ideias 1.4. Solução Criativa de Problemas 1.5. Plano de Ação 2. Apresentação e Enquadramento da metodologia CT – Critical Thinking; 2.1. Quadros Teóricos de Referência 2.2. Tendências atuais na Investigação e Inovação 2.3. Desenvolvimento de Recursos promotores do Pensamento Crítico 2.4. Tecnologias na facilitação do Pensamento Crítico 3. Análise e construção de uma situação/Problema. Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Total de Horas 6 Horas 6 Horas 3 Horas 15 Horas Sessão 1 (3 horas) + Sessão 2 (3 horas) Sessão 3 (3 horas) + Sessão 4 (3 horas) Sessão 5
  3. 3. 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO (Discriminar, na medida do possível, a tipologia das aulas a ministrar: teóricas, teórico/práticas, práticas, de seminário) O curso de formação terá a duração total de 15 horas, divididas em sessões de 3 horas cada. Todas as sessões serão presenciais e desenvolver-se-ão sob a forma de sessão em grupo. Os módulos 1 e 2 terão uma tipologia teórico/prático usando, como suporte à apresentação dos conteúdos, o(s) prezi(s) construído(s) pela formadora, assim como a implementação de pequenos exercícios individuais e/ou em grupo para treino de diferentes capacidades (pensamento crítico e pensamento criativo) Já o módulo 3 é de tipologia prática desenvolvido em pequenos grupos de 4 a 5 formandos. 7. CONDIÇÕES DE FREQUÊNCIA DA ACÇÃO Ser docente do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário. Embora a oferta da ação de formação seja aberta a todos os docentes referidos no parágrafo anterior a exercer funções nos agrupamentos de escolas associados do CFAE GUARDA-1, na seleção dos candidatos terão preferência os professores do Agrupamento de Escolas de Seia. A ação de formação será frequentada por um máximo de 20 formandos 8. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Os formandos serão avaliados de acordo com os seguintes critérios: Obrigatoriedade da frequência de, pelo menos, 2/3 do número de horas presenciais conjuntas previstas para a ação de formação; A avaliação traduzir-se-á numa classificação final expressa na escala de 1 a 10, em conformidade com o referencial previsto na Carta Circular CCPFC - 3/2007, de setembro de 2007, da forma que a seguir se indica: Excelente de 9 a 10 valores Muito Bom de 8 a 8,9 valores Bom de 6,5 a 7,9 valores Regular de 5 a 6,4 valores Insuficiente de 1 a 4,9 valores Na avaliação dos formandos serão considerados os seguintes parâmetros/itens e os respetivos pesos (em percentagem) relativos: 1. Assiduidade ………………………………... 20% 2. Realização de tarefas/exercícios nas sessões ……………………………………… 20% 3. Produto/trabalho escrito final resultante do processo criativo da análise de uma Situação-Problema desenvolvida no módulo 3 dos conteúdos da ação …………………… 60%
  4. 4. 9. MODELO DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO A avaliação da ação será realizada através: - Do preenchimento, pelos formandos, de um questionário sobre o desenvolvimento e impacte da ação de formação; - Relatório do formador sobre o desempenho e objetivos atingidos; - Avaliação final a fazer pela comissão pedagógica do Centro de Formação com base no relatório do formador e no relatório elaborado pelo diretor do CFAE a partir das respostas dos formandos ao questionário por eles preenchido. 10. BIBLIOGRAFIA FUNDAMENTAL Ala-Mutka,K., Punie, Y. & Redecker, C. (2008). Digital Competence for Lifelong Learning. Institute for Prospective Technological Studies (IPTS), European Commission, Joint Research Centre. Technical Note: JRC 48708. http://ipts.jrc.ec.europa.eu/publications/pub.cfm?id=1820. Lopes, S. (2012). Web 2.0, PC e EFA: Impactes de uma Oficina de Formação de professores. Tese de Doutoramento (não publicada). Departamento de Educação e Departamento de Comunicação e Arte. Universidade de Aveiro. Aveiro. Nóvoa, A. (2009). Professores imagens do futuro presentes. Educa, Lisboa, [online]: www.4shared.com/file/135143150/4ff5d8ee/Novoa_2009.html. Schlesinger, Philip.(2001). Creativity: from discourse to doctrine? Screen (48) 3. Siqueira, J. (2013). Criatividade Aplicada. Habilidades e técnicas essenciais para a criatividade, inovação e solução de problemas. Rio de Janeiro. [ISBN (978-85-915179-0-9 [PDF]). Tenreiro-Vieira, C. & Vieira, R.M. (2001). Promover o Pensamento Crítico dos Alunos - Propostas concretas para a sala de aula. Porto: Porto Editora. Tenreiro-Vieira, C. & Vieira, R.M. (2005). Estratégias de ensino / aprendizagem: O questionamento promotor do pensamento crítico. Lisboa: Editorial do Instituto Piaget. Tredfinger, D. (2000). Tools for Problem Solver. Torrance Center. Tremblay, G. (2011). Criatividade e pensamento crítico. Revista Brasileira de Ciências e Comunicação (34)1. UNITED NATIONS Conference on Trade and Development. (2008). Creative Economy Report. The Challenge of Assessing the Creative Economy: towards Informed Policy making. Disponível em: www.unctad.org/en/docs/ditc20082cer_en.pdf.
  5. 5. Data ___ / ___ / ___ Assinatura _________________________________________
  6. 6. Data ___ / ___ / ___ Assinatura _________________________________________

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