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Aplicação das Técnicas
Check-List e What If.
Içamento
de Cargas
na Indústria.
Eugenio Rocha
Riscos,
Identificação
e Análise.
Palestrante:
Apresentação.
Esta palestra foi desenvolvida exclusivamente para os
profissionais em Segurança do Trabalho, produção e
manutenção, visando contribuir com os mesmos no
esclarecimento de questões técnicas e operacionais de
extrema relevância no contexto da segurança e
confiabilidade das operações de movimentação de cargas
por içamento, realizadas especificamente no âmbito
industrial.
Da mesma forma que estas operações são consideradas
estratégicas sob o ponto de vista da regularidade e
continuidade do fluxo de materiais ao longo da cadeia
produtiva, por sua vez, estes profissionais também são
estratégicos para que estas operações transcorram com a
mais absoluta segurança e confiabilidade, assegurando o
cumprimento do planejamento e da programação da
produção.
Eugenio Rocha
Autor e apresentador
desta palestra.
Introdução.
Muitas indústrias são dependentes do içamento de cargas para o abastecimento
dos seus processos produtivos total, ou parcialmente, além de utilizar o içamento
também para diversas outras movimentações, tais como, carga e descarga de
caminhões, montagem, tombamento, giro, empilhamentos e arraste de cargas,
revelando e comprovando a condição estratégica desta modalidade de
movimentação interna de materiais.
Na figura a seguir, estão demonstradas algumas das principais utilizações do
içamento de cargas através de pontes e pórticos rolantes.
Portanto, esta condição estratégica atribuída às operações de içamento de cargas,
exige, por parte das indústrias, uma atenção especial em relação as condições
operacionais dos equipamentos de içamento, dos acessórios de amarração de
cargas, além, evidentemente, da capacitação das equipes responsáveis pela
operacionalização destes recursos de movimentação de cargas.
Outros sete fatores também são considerados essenciais para a utilização do
içamento de cargas dentro dos parâmetros recomendáveis de segurança e
confiabilidade.
Introdução.
Introdução.
O modelo de gestão obsoleto e falido continua sendo adotado, há anos, pela
grande maioria das nossas indústrias em relação as operações de içamento de
cargas.
Apesar do caráter estratégico destas operações em relação ao fluxo de materiais
que abastece os processos produtivos, dentre outras importantes aplicações,
apenas 5% das indústrias adotam medidas preventivas através da análise e
gestão de riscos.
O gráfico a seguir demonstra e confirma o descaso das nossas indústrias com os
preceitos básicos da segurança, preceitos estes que são constantemente
negligenciados e omitidos pelos gestores, e até mesmo por muitos profissionais
de Segurança do Trabalho.
A ausência de ações iminentemente preventivas, tem sido a causa de inúmeros
incidentes críticos, acidentes graves e até fatais e interrupções indesejáveis do
fluxo de materiais ao longo da cadeia produtiva, causando prejuízos, retrabalho,
atrasos e reflexos negativos na produtividade e competitividade do negócio.
Introdução.
Introdução.
A seguir, apresentaremos um conteúdo destinado a sensibilizar, alertar e orientar
os profissionais que disponham de competência de fato e de direito para adotar
as mudanças necessárias e oportunas.
Mudanças estas que devem assegurar as condições mais propicias à
implementação de melhorias nos campos técnico, operacional e da gestão, com
a finalidade de substituir o modelo de gestão falido, por uma nova mentalidade
composta de ações, regras e procedimentos capazes de garantir os melhores
níveis de segurança e confiabilidade às operações de içamento de cargas na
indústria.
Eugenio Rocha
Autor e apresentador desta palestra.
Elementos do Sistema de Içamento de Cargas.
Um sistema de içamento de cargas em uma indústria, independente do seu porte
e volume de operações, é composto, no mínimo, por 10 elementos divididos em
duas classes, a saber:
Evidentemente que, apesar da divisão necessária para desenvolvermos os
nossos estudos, estas duas classes devem funcionar permanentemente de forma
integrada, coesa e equilibrada, visando sempre a regularidade, segurança e
confiabilidade do sistema no contexto produtivo.
Lamentavelmente, na prática, esta integração e este equilíbrio não são
constatados, fato que pode comprometer de forma acentuada a regularidade do
fluxo de materiais ao longo da cadeia produtiva, bem como em outras operações
indiretas, a partir da ocorrência de fatos não programados e indesejáveis, que
sempre trazem prejuízos de grande monta para as indústrias.
Elementos Técnicos e Operacionais.
Elementos Administrativos.Sistema de
Içamento de
Cargas.
Elementos Administrativos.
Os elementos classificados como administrativos, são todos aqueles elementos
cujas ações de gestão são definidas e implementadas a partir de reuniões entre
profissionais multidisciplinares, ou sejam, Supervisores de Produção e
Manutenção, Coordenadores de Recrutamento e Seleção, Técnicos e
Engenheiros de Segurança do Trabalho, compradores e fornecedores de
produtos e serviços.
A partir de uma visão sistêmica, entendemos que todos estes profissionais
possuem uma significativa parcela de responsabilidade no contexto das
operações de içamento de cargas realizadas em uma planta industrial, seja
liderando equipes, recrutando, selecionando, treinando e capacitando
colaboradores, assessorando na prevenção de acidentes, e viabilizando o
suprimento adequado de equipamentos, ferramentas, acessórios, dentre outros
produtos e serviços pertinentes ao sistema.
No diagrama a seguir, apresentamos os 5 elementos da classe administrativa,
ressaltando que cada um deles deve ser gerido tendo como foco prioritário a
melhoria contínua dos níveis de segurança, confiabilidade e regularidade do
sistema como um todo.
Elementos do Sistema de Içamento de Cargas.
Elementos Administrativos
Equipes
Ambiente
Manutenção
Informação
Fornecedores
Elementos Técnicos e Operacionais.
Os elementos classificados como técnicos e operacionais, são todos aqueles
elementos responsáveis pela operacionalização direta do sistema, ou seja, a
efetiva realização das operações internas de movimentação de cargas.
Os elementos administrativos e os técnicos e operacionais, são interdependentes
entre si, portanto, devem operar de forma integrada, equilibrada e coesa,
formando o sistema de içamento de cargas da empresa.
Neste contexto, todos os equipamentos de içamento, suas operações,
acessórios, técnicas de amarração das cargas, e as cargas propriamente ditas,
devem atender integralmente os requisitos de conformidade e cumprirem as suas
finalidades a partir de regras e procedimentos operacionais considerados
compatíveis com os princípios básicos da segurança e legislação vigente.
No diagrama a seguir, apresentamos os 5 elementos da classe técnica e
operacional, ressaltando que cada um deles deve ser gerido tendo como foco
prioritário a melhoria contínua dos níveis de segurança, confiabilidade e
regularidade do sistema como um todo.
Elementos do Sistema de Içamento de Cargas.
Elementos Técnicos e Operacionais
Equipamentos
Operações
Acessórios
Amarração
Cargas
Identificação dos Riscos.
Um sistema de içamento de cargas, independente do seu porte e complexidade,
apresenta uma quantidade significativa de riscos com níveis de potencialidade
variáveis, caracterizando-se desta forma como um sistema que exige uma
atenção especial por parte dos colaboradores responsáveis pelo seu
funcionamento.
Portanto, neste contexto, a identificação e análise destes riscos tornam-se
medidas de caráter essencial para que o sistema como um todo funcione com a
mais absoluta segurança e confiabilidade.
A identificação de uma determinada situação de risco no sistema de içamento,
deve basear-se em uma conceituação previamente estabelecida e aceita para o
caso, conforme o exemplo descrito no quadro a seguir.
Risco na operação de içamento de cargas é toda condição inerente ao
sistema, que apresente potencialidade comprovada para causar danos
pessoais e materiais, além de interrupções não programadas no fluxo de
materiais com efeitos adversos ao longo da cadeia produtiva.
Identificação dos Riscos.
Com base na conceituação de risco adotada, vamos ao passo seguinte que é a
identificação dos possíveis riscos em cada um dos 10 elementos (5 elementos
administrativos e 5 elementos técnicos e operacionais).
Recomendamos a seguir, uma ferramenta excelente e eficaz na identificação de
riscos devido a sua característica de abrangência e minuciosidade na execução
das inspeções, que devem ser realizadas preferencialmente por profissional
experiente e grande conhecedor dos sistemas de içamento de cargas no âmbito
industrial.
O Check-List Direcionado é um roteiro desenvolvido previamente, de forma
especifica e customizada, para cada um dos 5 elementos administrativos e dos 5
elementos técnicos e operacionais, ou seja, com base em regras, normas e
procedimentos reconhecidamente aceitos para cada um dos 10 elementos,
procede-se a uma conferição rigorosa da condição de conformidade dos
mesmos.
Check-List Direcionado
Identificação dos Riscos.
C
Exemplo de Aplicação de Check-List.
Equipamento de Içamento: Pórtico Rolante.
1 - As rodas e os caminhos de rolamento (trilhos) estão em boas condições,
limpos e desobstruídos ?
2 - Existem batentes bem fixados nas 4 extremidades dos trilhos ?
3 - Existem amortecedores de borracha nas 2 extremidades de cada
cabeceira ?
4 - Existe sistema de travamento das rodas ao estacionar ?
5 - Existe alarme sonoro e visual ? (tipo Giroflex)
6 - O freio do movimento de translação funciona perfeitamente ?
7 - Existe botão de emergência na botoeira ?
8 - A chave elétrica geral está sinalizada e funciona ?
Identificação dos Riscos.
C
Exemplo de Aplicação de Check-List.
Equipamento de Içamento: Pórtico Rolante.Equipamento de Içamento: Pórtico Rolante.
9 - A caixa da botoeira está em perfeitas condições ?
10 - Os botões de comando estão perfeitos e funcionam corretamente ?
11 - As indicações dos botões estão compatíveis com os movimentos ?
12 - A sinalização dos botões é legível ?
13 - Como está a condição da cordoalha de sustentação da botoeira ?
14 - A altura da botoeira é ergonomicamente correta ?
15 - O mecanismo de elevação das cargas funciona normalmente ?
Obs.: Em um Pórtico Rolante de complexidade e exigência operacional média, deve-se
desenvolver um Check-List contendo, pelo menos, 25 itens para inspeção.
Análise dos Riscos.
Após a identificação dos riscos, devemos proceder a sua análise minuciosa
empregando uma das técnicas reconhecidamente eficazes e que deverá
apresentar o nível de potencialidade destes riscos para causar danos e efeitos
adversos no sistema de içamento de cargas, com possíveis reflexos negativos ao
longo da cadeia produtiva.
Para analisar os eventuais riscos no sistema de içamento de cargas, a partir dos
elementos administrativos e dos elementos técnicos e operacionais, dentre
outras técnicas, podemos utilizar:
What If – O Que poderá acontecer se...?
Questionando cada um dos riscos sobre o que poderia acontecer, caso eles se
consumassem em danos ou efeitos adversos, certamente teríamos como
respostas exatamente aquilo que não desejaríamos que acontecesse, e, a partir
destas respostas, classificaríamos estes riscos para a posterior priorização das
ações imediatas cabíveis em cada caso.
Exemplos de Aplicação do What If.
1) Regras Operacionais não respeitadas:
- O que aconteceria se o equipamento de içamento de cargas estiver operando com cabos
de aço que apresentem danos em sua estrutura ?
- O que aconteceria se uma carga fosse amarrada para içamento com acessórios fora de
conformidade técnica ?
- O que aconteceria se um equipamento de içamento fosse operado por um profissional
sem a devida capacitação ?
2) Falha de Equipamento:
- O que aconteceria se o freio do mecanismo de elevação/abaixamento do equipamento de
içamento deixasse de funcionar ?
- O que aconteceria se o botão de emergência de um equipamento de içamento não
funcionasse quando acionado pelo operador ?
- O que aconteceria se os botões de comando de um equipamento de içamento estiverem
com os seus movimentos invertidos ?
Classificações dos Riscos.
Identificada uma condição de risco no sistema de içamento de cargas, devemos
classificá-la quanto a sua potencialidade para causar efeitos adversos e danos de
natureza pessoal e material, e, em seguida, procederemos a definição das
prioridades para as ações preventivas e corretivas cabíveis.
Segundo os autores especializados no assunto, Francesco De Cicco e Mário Luiz
Fantazzini (*), devemos classificar os riscos identificados a partir dos quatro
conceitos a seguir:
1 - Risco Desprezível
2 - Risco Limítrofe
3 - Risco Crítico
4 - Risco Catastrófico
(*) Fonte: Livro “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas” - 3ª Edição - Fundacentro - MTE
Definições das Classificações dos Riscos.
1) Risco Desprezível: A falha não resultará em degradação maior do sistema,
nem irá produzir danos funcionais ou lesões, ou, contribuir com um risco ao
sistema.
2) Risco Limítrofe: A falha irá degradar o sistema em certa extensão, porém,
sem envolver danos maiores ou lesões, podendo ser compensada ou controlada
adequadamente.
3) Risco Crítico: A falha irá degradar o sistema, causando lesões, danos
substanciais, ou, irá resultar em risco inaceitável, necessitando ações corretivas
imediatas.
4) Risco Catastrófico: A falha irá produzir severa degradação do sistema,
resultando em sua perda total, lesões ou mortes.
(*) Fonte: Livro “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas” - 3ª Edição - Fundacentro - MTE
Ações Preventivas e Corretivas.
O profissional responsável pelo processo de identificação e análise, deverá
encaminhar, imediatamente, para os setores competentes um relatório minucioso
sobre os riscos identificados e analisados, as probabilidades de consumação de
danos e efeitos adversos, e, propor as medidas preventivas e corretivas para
cada caso à luz da legislação vigente, definindo com estes setores, o cronograma
de atendimento a estas solicitações.
É importante ressaltar, que o prevencionista e demais gestores não devem
subestimar os riscos classificados como “Desprezíveis”, devendo os mesmos
serem objeto de constantes inspeções e monitoramentos.
Dependendo da complexidade e do nível de exigência operacional do sistema de
içamento de cargas, novos processos de identificação, análise e classificação de
riscos deverão se repetir, no mínimo a cada três meses, não ultrapassando a seis
meses em hipótese alguma para os sistemas mais complexos.
Lembrem-se, um sistema de içamento precisa ser seguro para ser
comprovadamente confiável.
Contatos do Autor.
Eugenio Rocha
Consultor, instrutor e palestrante especializado nas áreas de
Movimentação Interna de Materiais e Segurança do Trabalho.
Autor do site RiskMov – Gestão de Riscos nas Operações de Içamento de
Cargas na Indústria. www.safemov.wix.com/riskmov
E-mail: safemov@gmail.com

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Palestra Gerenciamento de Riscos no Içamento de Cargas na Indústria.

  • 1. Aplicação das Técnicas Check-List e What If. Içamento de Cargas na Indústria. Eugenio Rocha Riscos, Identificação e Análise. Palestrante:
  • 2. Apresentação. Esta palestra foi desenvolvida exclusivamente para os profissionais em Segurança do Trabalho, produção e manutenção, visando contribuir com os mesmos no esclarecimento de questões técnicas e operacionais de extrema relevância no contexto da segurança e confiabilidade das operações de movimentação de cargas por içamento, realizadas especificamente no âmbito industrial. Da mesma forma que estas operações são consideradas estratégicas sob o ponto de vista da regularidade e continuidade do fluxo de materiais ao longo da cadeia produtiva, por sua vez, estes profissionais também são estratégicos para que estas operações transcorram com a mais absoluta segurança e confiabilidade, assegurando o cumprimento do planejamento e da programação da produção. Eugenio Rocha Autor e apresentador desta palestra.
  • 3. Introdução. Muitas indústrias são dependentes do içamento de cargas para o abastecimento dos seus processos produtivos total, ou parcialmente, além de utilizar o içamento também para diversas outras movimentações, tais como, carga e descarga de caminhões, montagem, tombamento, giro, empilhamentos e arraste de cargas, revelando e comprovando a condição estratégica desta modalidade de movimentação interna de materiais. Na figura a seguir, estão demonstradas algumas das principais utilizações do içamento de cargas através de pontes e pórticos rolantes. Portanto, esta condição estratégica atribuída às operações de içamento de cargas, exige, por parte das indústrias, uma atenção especial em relação as condições operacionais dos equipamentos de içamento, dos acessórios de amarração de cargas, além, evidentemente, da capacitação das equipes responsáveis pela operacionalização destes recursos de movimentação de cargas. Outros sete fatores também são considerados essenciais para a utilização do içamento de cargas dentro dos parâmetros recomendáveis de segurança e confiabilidade.
  • 5. Introdução. O modelo de gestão obsoleto e falido continua sendo adotado, há anos, pela grande maioria das nossas indústrias em relação as operações de içamento de cargas. Apesar do caráter estratégico destas operações em relação ao fluxo de materiais que abastece os processos produtivos, dentre outras importantes aplicações, apenas 5% das indústrias adotam medidas preventivas através da análise e gestão de riscos. O gráfico a seguir demonstra e confirma o descaso das nossas indústrias com os preceitos básicos da segurança, preceitos estes que são constantemente negligenciados e omitidos pelos gestores, e até mesmo por muitos profissionais de Segurança do Trabalho. A ausência de ações iminentemente preventivas, tem sido a causa de inúmeros incidentes críticos, acidentes graves e até fatais e interrupções indesejáveis do fluxo de materiais ao longo da cadeia produtiva, causando prejuízos, retrabalho, atrasos e reflexos negativos na produtividade e competitividade do negócio.
  • 7. Introdução. A seguir, apresentaremos um conteúdo destinado a sensibilizar, alertar e orientar os profissionais que disponham de competência de fato e de direito para adotar as mudanças necessárias e oportunas. Mudanças estas que devem assegurar as condições mais propicias à implementação de melhorias nos campos técnico, operacional e da gestão, com a finalidade de substituir o modelo de gestão falido, por uma nova mentalidade composta de ações, regras e procedimentos capazes de garantir os melhores níveis de segurança e confiabilidade às operações de içamento de cargas na indústria. Eugenio Rocha Autor e apresentador desta palestra.
  • 8. Elementos do Sistema de Içamento de Cargas. Um sistema de içamento de cargas em uma indústria, independente do seu porte e volume de operações, é composto, no mínimo, por 10 elementos divididos em duas classes, a saber: Evidentemente que, apesar da divisão necessária para desenvolvermos os nossos estudos, estas duas classes devem funcionar permanentemente de forma integrada, coesa e equilibrada, visando sempre a regularidade, segurança e confiabilidade do sistema no contexto produtivo. Lamentavelmente, na prática, esta integração e este equilíbrio não são constatados, fato que pode comprometer de forma acentuada a regularidade do fluxo de materiais ao longo da cadeia produtiva, bem como em outras operações indiretas, a partir da ocorrência de fatos não programados e indesejáveis, que sempre trazem prejuízos de grande monta para as indústrias. Elementos Técnicos e Operacionais. Elementos Administrativos.Sistema de Içamento de Cargas.
  • 9. Elementos Administrativos. Os elementos classificados como administrativos, são todos aqueles elementos cujas ações de gestão são definidas e implementadas a partir de reuniões entre profissionais multidisciplinares, ou sejam, Supervisores de Produção e Manutenção, Coordenadores de Recrutamento e Seleção, Técnicos e Engenheiros de Segurança do Trabalho, compradores e fornecedores de produtos e serviços. A partir de uma visão sistêmica, entendemos que todos estes profissionais possuem uma significativa parcela de responsabilidade no contexto das operações de içamento de cargas realizadas em uma planta industrial, seja liderando equipes, recrutando, selecionando, treinando e capacitando colaboradores, assessorando na prevenção de acidentes, e viabilizando o suprimento adequado de equipamentos, ferramentas, acessórios, dentre outros produtos e serviços pertinentes ao sistema. No diagrama a seguir, apresentamos os 5 elementos da classe administrativa, ressaltando que cada um deles deve ser gerido tendo como foco prioritário a melhoria contínua dos níveis de segurança, confiabilidade e regularidade do sistema como um todo.
  • 10. Elementos do Sistema de Içamento de Cargas. Elementos Administrativos Equipes Ambiente Manutenção Informação Fornecedores
  • 11. Elementos Técnicos e Operacionais. Os elementos classificados como técnicos e operacionais, são todos aqueles elementos responsáveis pela operacionalização direta do sistema, ou seja, a efetiva realização das operações internas de movimentação de cargas. Os elementos administrativos e os técnicos e operacionais, são interdependentes entre si, portanto, devem operar de forma integrada, equilibrada e coesa, formando o sistema de içamento de cargas da empresa. Neste contexto, todos os equipamentos de içamento, suas operações, acessórios, técnicas de amarração das cargas, e as cargas propriamente ditas, devem atender integralmente os requisitos de conformidade e cumprirem as suas finalidades a partir de regras e procedimentos operacionais considerados compatíveis com os princípios básicos da segurança e legislação vigente. No diagrama a seguir, apresentamos os 5 elementos da classe técnica e operacional, ressaltando que cada um deles deve ser gerido tendo como foco prioritário a melhoria contínua dos níveis de segurança, confiabilidade e regularidade do sistema como um todo.
  • 12. Elementos do Sistema de Içamento de Cargas. Elementos Técnicos e Operacionais Equipamentos Operações Acessórios Amarração Cargas
  • 13. Identificação dos Riscos. Um sistema de içamento de cargas, independente do seu porte e complexidade, apresenta uma quantidade significativa de riscos com níveis de potencialidade variáveis, caracterizando-se desta forma como um sistema que exige uma atenção especial por parte dos colaboradores responsáveis pelo seu funcionamento. Portanto, neste contexto, a identificação e análise destes riscos tornam-se medidas de caráter essencial para que o sistema como um todo funcione com a mais absoluta segurança e confiabilidade. A identificação de uma determinada situação de risco no sistema de içamento, deve basear-se em uma conceituação previamente estabelecida e aceita para o caso, conforme o exemplo descrito no quadro a seguir. Risco na operação de içamento de cargas é toda condição inerente ao sistema, que apresente potencialidade comprovada para causar danos pessoais e materiais, além de interrupções não programadas no fluxo de materiais com efeitos adversos ao longo da cadeia produtiva.
  • 14. Identificação dos Riscos. Com base na conceituação de risco adotada, vamos ao passo seguinte que é a identificação dos possíveis riscos em cada um dos 10 elementos (5 elementos administrativos e 5 elementos técnicos e operacionais). Recomendamos a seguir, uma ferramenta excelente e eficaz na identificação de riscos devido a sua característica de abrangência e minuciosidade na execução das inspeções, que devem ser realizadas preferencialmente por profissional experiente e grande conhecedor dos sistemas de içamento de cargas no âmbito industrial. O Check-List Direcionado é um roteiro desenvolvido previamente, de forma especifica e customizada, para cada um dos 5 elementos administrativos e dos 5 elementos técnicos e operacionais, ou seja, com base em regras, normas e procedimentos reconhecidamente aceitos para cada um dos 10 elementos, procede-se a uma conferição rigorosa da condição de conformidade dos mesmos. Check-List Direcionado
  • 15. Identificação dos Riscos. C Exemplo de Aplicação de Check-List. Equipamento de Içamento: Pórtico Rolante. 1 - As rodas e os caminhos de rolamento (trilhos) estão em boas condições, limpos e desobstruídos ? 2 - Existem batentes bem fixados nas 4 extremidades dos trilhos ? 3 - Existem amortecedores de borracha nas 2 extremidades de cada cabeceira ? 4 - Existe sistema de travamento das rodas ao estacionar ? 5 - Existe alarme sonoro e visual ? (tipo Giroflex) 6 - O freio do movimento de translação funciona perfeitamente ? 7 - Existe botão de emergência na botoeira ? 8 - A chave elétrica geral está sinalizada e funciona ?
  • 16. Identificação dos Riscos. C Exemplo de Aplicação de Check-List. Equipamento de Içamento: Pórtico Rolante.Equipamento de Içamento: Pórtico Rolante. 9 - A caixa da botoeira está em perfeitas condições ? 10 - Os botões de comando estão perfeitos e funcionam corretamente ? 11 - As indicações dos botões estão compatíveis com os movimentos ? 12 - A sinalização dos botões é legível ? 13 - Como está a condição da cordoalha de sustentação da botoeira ? 14 - A altura da botoeira é ergonomicamente correta ? 15 - O mecanismo de elevação das cargas funciona normalmente ? Obs.: Em um Pórtico Rolante de complexidade e exigência operacional média, deve-se desenvolver um Check-List contendo, pelo menos, 25 itens para inspeção.
  • 17. Análise dos Riscos. Após a identificação dos riscos, devemos proceder a sua análise minuciosa empregando uma das técnicas reconhecidamente eficazes e que deverá apresentar o nível de potencialidade destes riscos para causar danos e efeitos adversos no sistema de içamento de cargas, com possíveis reflexos negativos ao longo da cadeia produtiva. Para analisar os eventuais riscos no sistema de içamento de cargas, a partir dos elementos administrativos e dos elementos técnicos e operacionais, dentre outras técnicas, podemos utilizar: What If – O Que poderá acontecer se...? Questionando cada um dos riscos sobre o que poderia acontecer, caso eles se consumassem em danos ou efeitos adversos, certamente teríamos como respostas exatamente aquilo que não desejaríamos que acontecesse, e, a partir destas respostas, classificaríamos estes riscos para a posterior priorização das ações imediatas cabíveis em cada caso.
  • 18. Exemplos de Aplicação do What If. 1) Regras Operacionais não respeitadas: - O que aconteceria se o equipamento de içamento de cargas estiver operando com cabos de aço que apresentem danos em sua estrutura ? - O que aconteceria se uma carga fosse amarrada para içamento com acessórios fora de conformidade técnica ? - O que aconteceria se um equipamento de içamento fosse operado por um profissional sem a devida capacitação ? 2) Falha de Equipamento: - O que aconteceria se o freio do mecanismo de elevação/abaixamento do equipamento de içamento deixasse de funcionar ? - O que aconteceria se o botão de emergência de um equipamento de içamento não funcionasse quando acionado pelo operador ? - O que aconteceria se os botões de comando de um equipamento de içamento estiverem com os seus movimentos invertidos ?
  • 19. Classificações dos Riscos. Identificada uma condição de risco no sistema de içamento de cargas, devemos classificá-la quanto a sua potencialidade para causar efeitos adversos e danos de natureza pessoal e material, e, em seguida, procederemos a definição das prioridades para as ações preventivas e corretivas cabíveis. Segundo os autores especializados no assunto, Francesco De Cicco e Mário Luiz Fantazzini (*), devemos classificar os riscos identificados a partir dos quatro conceitos a seguir: 1 - Risco Desprezível 2 - Risco Limítrofe 3 - Risco Crítico 4 - Risco Catastrófico (*) Fonte: Livro “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas” - 3ª Edição - Fundacentro - MTE
  • 20. Definições das Classificações dos Riscos. 1) Risco Desprezível: A falha não resultará em degradação maior do sistema, nem irá produzir danos funcionais ou lesões, ou, contribuir com um risco ao sistema. 2) Risco Limítrofe: A falha irá degradar o sistema em certa extensão, porém, sem envolver danos maiores ou lesões, podendo ser compensada ou controlada adequadamente. 3) Risco Crítico: A falha irá degradar o sistema, causando lesões, danos substanciais, ou, irá resultar em risco inaceitável, necessitando ações corretivas imediatas. 4) Risco Catastrófico: A falha irá produzir severa degradação do sistema, resultando em sua perda total, lesões ou mortes. (*) Fonte: Livro “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas” - 3ª Edição - Fundacentro - MTE
  • 21. Ações Preventivas e Corretivas. O profissional responsável pelo processo de identificação e análise, deverá encaminhar, imediatamente, para os setores competentes um relatório minucioso sobre os riscos identificados e analisados, as probabilidades de consumação de danos e efeitos adversos, e, propor as medidas preventivas e corretivas para cada caso à luz da legislação vigente, definindo com estes setores, o cronograma de atendimento a estas solicitações. É importante ressaltar, que o prevencionista e demais gestores não devem subestimar os riscos classificados como “Desprezíveis”, devendo os mesmos serem objeto de constantes inspeções e monitoramentos. Dependendo da complexidade e do nível de exigência operacional do sistema de içamento de cargas, novos processos de identificação, análise e classificação de riscos deverão se repetir, no mínimo a cada três meses, não ultrapassando a seis meses em hipótese alguma para os sistemas mais complexos. Lembrem-se, um sistema de içamento precisa ser seguro para ser comprovadamente confiável.
  • 22. Contatos do Autor. Eugenio Rocha Consultor, instrutor e palestrante especializado nas áreas de Movimentação Interna de Materiais e Segurança do Trabalho. Autor do site RiskMov – Gestão de Riscos nas Operações de Içamento de Cargas na Indústria. www.safemov.wix.com/riskmov E-mail: safemov@gmail.com