ICSA17 - Tolerância

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ICSA17 - Tolerância

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE IMUNOLOGIA TOLERÂNCIA
  2. 2. TOLERÂNCIA • Mecanismo pelo qual o Sistema Imune não responde a antígenos determinados aos quais foi exposto anteriormente • Tolerância a autoantígenos – discriminação self/non self • Tolerância a antígenos exógenos – Ags tolerogênicos • Dois tipos principais: Tolerância Central – nos órgãos aonde há geração e maturação dos linfócitos (LT – Timo, LB- Medula Óssea) Tolerância Periférica – nós órgãos imunes periféricos e tecidos
  3. 3. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS • A Tolerância ocorre de maneira ESPECÍFICA; • A Tolerância Central é o mecanismo primário para deleção dos clones de linfócitos auto-reativos e parte fundamental da maturação dos linfócitos T e B; • A Tolerância Periférica é expressão das características da interação Linfócito-APC: estrutura do antígeno, presença de co-estimuladores, ocorrência de segundo sinal, ambiente de citocinas; • Conceito de Ignorância Clonal e Anergia.
  4. 4. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS Ignorância X Anergia • Figura 10-1
  5. 5. Fatores importantes* que determinam a geração de uma resposta imune: • A época em que os linfócitos se encontram pela primeira vez com os epítopos. • O local do encontro. • A dose do Ag. • A natureza das células apresentadoras de epítopos. • A expressão de moléculas “co-estimuladoras” por estas células. *além das características estruturais de um epítopo
  6. 6. TOLERÂNCIA POR ANTÍGENOS ESTRANHOS Fatores determinantes da Tolerogenicidade • Figura 10-1
  7. 7. PRINCIPAIS MECANISMOS DA TOLERÂNCIA CENTRAL EM LINFÓCITOS T • Figura 10-1 Processo de Seleção Tímica
  8. 8. TOLERÂNCIA CENTRAL EM LINFÓCITOS T Processo de Seleção Tímica • Figura 10-1
  9. 9. TOLERÂNCIA CENTRAL EM LINFÓCITOS T Processo de Seleção Tímica • Figura 10-1
  10. 10. Maturação dos linfócitos T - observe que mais de 95% destas células sofrem apoptose durante este processo.
  11. 11. Maturação de linfócitos T e a indução de tolerância central - a seleção negativa é responsável pela eliminação dos clones que auto-reativos; - é neste local que são gerados os linfócitos Treg.
  12. 12. Principais mecanismos de tolerância periférica nos linfócitos T Deleção clonal; Indução de anergia; Ignorância imune; Ação de linfócitos T regulatórios; Desvio de resposta.
  13. 13. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS T AUSÊNCIA OU BAIXA CO-ESTIMULAÇÃO • Figura 10-1
  14. 14. Ausência de co-estimulação - anergia.
  15. 15. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS T RECONHECIMENTO DE PEPTÍDEO MUTADO • Figura 10-1
  16. 16. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS T MORTE CELULAR POR ATIVAÇÃO • Figura 10-1
  17. 17. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS T Linfócitos T Regulatórios • Figura 10-1
  18. 18. Geração de Linfócitos T Reguladores -indução de linfócitos Treg a partir da interação timócito x célula estromal expressando AIRE (ainda no timo) - linfócito Treg pronto para atuar fora do timo
  19. 19. TOLERÂNCIA CENTRAL DE LINFÓCITOS B • Deleção de clones auto-reativos durante o processo de maturação - Apoptose • Edição de Receptor
  20. 20. TOLERÂNCIA CENTRAL EM LINFÓCITOS B
  21. 21. TOLERÂNCIA CENTRAL EM LINFÓCITOS B
  22. 22. TOLERÂNCIA CENTRAL EM LINFÓCITOS B - linfócitos B imaturos (ainda na medula óssea) quando encontram antígenos com alta afinidade entram em apoptose ou mudam a especificidade de seus receptores.
  23. 23. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS B - Exclusão de folículo -Ausência de sinal de perigo -Interação com Linfócitos T Regulatórios - Superantígenos B
  24. 24. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS B Ausência de Estímulo por Linfócitos T • Figura 7-13 - o linfócito T está ausente ou anérgico.
  25. 25. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS B Ausência de Estímulo por Linfócitos T • Figura 7-13
  26. 26. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS B Interação com Linfócitos T Regulatórios
  27. 27. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS B SUPER-ANTÍGENO B - pode levar a uma exaustão clonal apoptose, anergia ou mudança de especificidade.
  28. 28. TOLERÂNCIA PERIFÉRICA EM LINFÓCITOS B AUSÊNCIA DE SINAL DE PERIGO -linfócitos B encontram antígenos próprios sem um “sinal de perigo” (presença de patógenos, citocinas estimulatórias etc)
  29. 29. RESUMO • Figura 10-1
  30. 30. QUEBRA DE TOLERÂNCIA AUTO-IMUNIDADE PERDA DO PODER DE DESCRIMINAÇÃO SELF-NON SELF

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